NORVASC

PFIZER

Atualizado em 09/12/2014

Identificação do Produto de Norvasc

Nome: Norvasc*

                         Nome genérico: besilato de amlodipina

                       

Formas Farmacêuticas e Apresentações: Comprimidos de Norvasc

Norvasc* 5mg, cartuchos contendo 20 comprimidos.

Norvasc* 10mg, cartuchos contendo 20 comprimidos.


USO ADULTO

                         

Composição de Norvasc

Cada comprimido de Norvasc* 5mg contém besilato de amlodipina equivalente a 5mg de amlodipina base.

Cada comprimido de Norvasc* 10mg contém besilato de amlodipina equivalente a 10mg de amlodipina base.

                         Excipientes :

Celulose microcristalina, fosfato dibásico de cálcio anidro, amidoglicolato de sódio e estearato de magnésio.

                         

Informações ao Paciente de Norvasc

O medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30oC) ao abrigo da luz e umidade.

O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Norvasc* é contra-indicado em pacientes com conhecida sensibilidade à droga.

As reações adversas mais comuns incluem dor de cabeça1, inchaço2, cansaço, sonolência, náusea3, dor abdominal, rubor, palpitações4 e tontura5.

Informar o médico responsável pelo tratamento se quaisquer reações adversas ocorrerem.

A segurança do uso de Norvasc* em mulheres grávidas ou em fase de amamentação6 não está estabelecida. O uso durante a gravidez7 deve ser orientado exclusivamente pelo seu médico.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIOS SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE8.

                         

Informações Técnicas de Norvasc

                         

Ações de Norvasc

Propriedades Farmacodinâmicas de Norvasc

Amlodipina é um inibidor do influxo de cálcio (bloqueador do canal lento de cálcio ou antagonista9 do íon10 cálcio) e inibe o influxo transmembrana do íon10 cálcio no interior dos músculos11 cardíaco e liso.

O mecanismo da ação anti-hipertensiva da amlodipina deve-se ao efeito relaxante direto na musculatura vascular12 lisa. O mecanismo preciso pelo qual a amlodipina alivia a angina13 não está completamente definido, mas a amlodipina reduz o grau de isquemia14 total pelas duas seguintes ações:

                        .a amlodipina dilata as arteríolas15 periféricas e, desta maneira, reduz a resistência periférica16 total ("afterload") contra o trabalho cardíaco. Uma vez que a frequência cardíaca permanece estável, esta redução de carga diminui o consumo de energia miocárdica e a necessidade de oxigênio.

                         .o mecanismo de ação da amlodipina envolve provavelmente a dilatação das artérias coronárias17 principais e arteríolas15 coronárias, em regiões normais e isquêmicas. Esta dilatação aumenta a liberação de oxigênio no miocárdio18 em pacientes com espasmo19 coronariano arterial (Angina13 de Prinzmetal ou angina13 variante) e abranda a vasoconstrição20 coronariana induzida pelo fumo.

Em pacientes com hipertensão21 a dose única diária proporciona reduções clinicamente significantes na pressão sangüínea22 durante intervalo de 24 horas, tanto nas posições supina quanto em pé.
Devido ao lento início de ação , a hipotensão23 aguda não constitui uma característica da administração de amlodipina.

Em pacientes com angina13, a administração de dose única diária de amlodipina aumenta o tempo total de exercício, tempo de início da angina13 e tempo para atingir 1mm de depressão no segmento ST, e diminui a freqüência de crises anginosas e o consumo de comprimidos de nitroglicerina.

Estudos hemodinâmicos e um estudo clínico controlado com pacientes portadores de insuficiência cardíaca24 classes II-III -NYHA demonstraram que a amlodipina não levou a uma deterioração clínica quando avaliada pela tolerância ao exercício, fração de ejeção ventricular esquerda e sintomatologia clínica. Estudos com pacientes classe IV de insuficiência cardíaca24 não foram realizados.

Propriedades Farmacocinéticas de Norvasc

Após administração oral de doses terapêuticas a amlodipina é bem absorvida com picos de níveis plasmáticos entre 6 e 12 horas após a dose. A biodisponibilidade absoluta foi estimada entre 64 e 80%. O volume de distribuição é de aproximadamente 21L/kg. A absorção da amlodipina não é alterada pela ingestão de alimentos. A meia-vida de eliminação terminal plasmática é de cerca de 35 a 50 horas, o que é consistente com a dose única diária. Os níveis do "steady-state" plasmático são obtidos após 7-8 dias de doses consecutivas. A amlodipina é amplamente metabolizada no fígado25 em metabólitos26 inativos com 10% da droga inalterada e 60% dos metabólitos26 excretados na urina27.

A amlodipina não foi associada a qualquer efeito metabólico adverso ou alteração nos lípides plasmáticos, sendo adequada para uso em pacientes com asma28, diabetes29 e gota30.

Os estudos "in vitro" demonstraram que cerca de 97,5% da amlodipina circulante está ligada às proteínas31 plasmáticas.

Estudos farmacocinéticos com ciclosporina demonstrou que amlodipina não altera significantemente a farmacocinética da ciclosporina.

Indicações de Norvasc

Norvasc* é indicado como droga de primeira linha no tratamento da hipertensão21 podendo ser usado na maioria dos pacientes como agente único de controle da pressão sangüínea22. Pacientes que não são adequadamente controlados com um único agente anti-hipertensivo podem ser beneficiados com a adição de amlodipina, que tem sido usada em combinação com diuréticos32 tiazídicos, agentes beta-bloqueadores adrenérgicos33 ou inibidores da enzima34 conversora da angiotensina.

Norvasc* é indicado no tratamento da isquemia14 miocárdica como droga de primeira linha, devido tanto a obstrução fixa (angina13 estável) como a vasoespasmo/vasoconstrição20 (Angina13 de Prinzmetal ou angina13 variante) da vasculatura coronária. Norvasc* pode ser usado em situações clínicas sugestivas, mas não confirmadas,de possível componente vasoespástico/vasoconstritor. Norvasc* pode ser usado isolado, como monoterapia, ou em combinação com outras drogas anti-anginosas em pacientes com angina13 refratária a nitratos e/ou doses adequadas de beta-bloqueadores.

Contra Indicações de Norvasc

Norvasc* é contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade às dihidropiridinas.

                         

Advertências de Norvasc

Uso na gravidez7 e lactação35:

A segurança da amlodipina na gravidez7 humana ou lactação35 não está estabelecida. Amlodipina não demonstrou toxicidade36 em estudos reprodutivos em animais a não ser prolongamento do trabalho de parto em ratos, em níveis de dose cinquenta vezes superiores à dose máxima recomendada em humanos. Desta maneira, o uso na gravidez7 é recomendado apenas quando não existe alternativa mais segura e uando a doença por si só acarreta risco maior para a mãe e para o feto37.

Uso em idosos:

O tempo para alcançar o pico de concentração plasmática é similar para indivíduos jovens e idosos. Em pacientes idosos o clearance da amlodipina tende estar diminuído resultando em aumentos na área sob a curva (AUC) e meia vida de eliminação plasmática. Norvasc* usado em doses semelhantes em idosos e jovens é igualmente bem tolerado. Desta maneira são recomendados os regimes posológicos habituais.

Uso na insuficiência renal38:

A amlodipina é amplamente metabolizada em metabólitos26 inativos, com 10% excretados como droga inalterada na urina27. Alterações nas concentrações plasmáticas da amlodipina não estão relacionadas com o grau de insuficiência renal38. Norvasc* pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. A amlodipina não é dializável.

Uso na insuficiência hepática39:

Assim como com todos antagonistas de cálcio, a meia vida de eliminação da Amlodipina é prolongada em pacientes com insuficiência hepática39 e as recomendações posológicas neste caso não estão estabelecidas. Portanto, a droga deve ser administrada com cautela nestes pacientes.

Interações Medicamentosas de Norvasc

A amlodipina tem sido administrada com segurança com diuréticos32 tiazídicos, beta-bloqueadores, inibidores da enzima34 conversora da angiotensina, nitratos de longa ação, nitroglicerina sublingual, antiinflamatórios não esteróides, antibióticos e hipoglicemiantes orais40.

Estudos têm indicado que a co-administração de amlodipina e digoxina não altera os níveis séricos ou o "clearance" renal41 da digoxina em voluntários sadios, e a co-administração da cimetidina não altera a farmacocinética da amlodipina.

Dados "in vitro" de estudos com plasma42 humano indicam que a amlodipina não afeta a ligação a proteínas31 das drogas testadas (digoxina, fenitoína, varfarina ou indometacina).

Em voluntários sadios do sexo masculino, a co-administração de amlodipina não altera significantemente o efeito da varfarina no tempo de resposta à protrombina43.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e/ou operar máquinas

Não é aplicável

Reações Adversas:

Norvasc* é bem tolerado. Em estudos clínicos placebo44-controlados envolvendo pacientes com hipertensão21 ou angina13, os efeitos colaterais45 mais comumente observados foram dor de cabeça1, edema46, fadiga47, sonolência, náusea3, dor abdominal, rubor, palpitações4 e tontura5. Os efeitos menos comumente observados com a difusão do uso no mercado incluem: prurido48, "rash49", dispnéia50, astenia51, caibrã musculares, dispepsia52, hiperplasia53 gengival e raramente eritema multiforme54. Assim como com outros bloqueadores do canal de cálcio, os seguintes eventos adversos foram raramente relatados e não podem ser distinguidos da história natural da doença de base: infarto do miocárdio55, arritmia56 (incluindo taquicardia57 ventricular e fibrilação arterial) e dor toráxica. Não foram observados quaisquer tipos de anormalidades clinicamente significantes nos testes laboratoriais relacionados à amlodipina.

Posologia de Norvasc

No tratamento da hipertensão21 e da angina13 a dose inicial usual é Norvasc* 5mg uma vez ao dia, podendo ser aumentado para uma dose máxima de 10mg, dependendo da resposta individual do paciente.

Não é necessário ajuste de dose de Norvasc* na administração concomitante com diuréticos32 tiazídicos, beta-bloqueadores e inibidores da enzima34 conversora da angiotensina.

Uso em Crianças:

Não há nenhuma experiência relatada sobre o uso da amlodipina em crianças.

Superdosagem de Norvasc

Em humanos, a experiência com superdosagem intencional é limitada. Em alguns casos, lavagem gástrica58 poderá ser necessária. Os dados disponíveis sugerem que uma grande superdosagem poderia resultar em excessiva vasodilatação periférica, levando então a uma acentuada e provavelmente prolongada hipotensão23 sistêmica. Uma hipotensão23 clinicamente significante devido à superdosagem da amlodipina requer medida de suporte cardiovascular ativa, incluindo monitorização frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades, atenção para o volume de fluído circulante e eliminação urinária. Um vasoconstritor pode ser útil na recuperação do tono vascular12 e pressão sangüínea22, desde que o uso do mesmo não seja contra-indicado. Gluconato de cálcio intravenoso pode ser benéfico na reversão dos efeitos dos bloqueadores do canal de cálcio. Uma vez que a amlodipina é altamente ligada às proteínas31 plasmáticas, a diálise59 não constitui um benefício para o paciente.

                         

                         

                         

NORVASC - Laboratório

PFIZER
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Complementos

1 Cabeça:
2 Inchaço: Inchação, edema.
3 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
4 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
5 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
6 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
10 Íon: Átomo ou grupo atômico eletricamente carregado.
11 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
12 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
13 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
14 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
15 Arteríolas: As menores ramificações das artérias. Estão localizadas entre as artérias musculares e os capilares.
16 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
17 Artérias coronárias: Veias e artérias do CORAÇÃO.
18 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
19 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
20 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
21 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
22 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
23 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
24 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
25 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
26 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
27 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
28 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
29 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
30 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
31 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
32 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
33 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
34 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
35 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
36 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
37 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
38 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
39 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
40 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
41 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
42 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
43 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
44 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
45 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
46 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
47 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
48 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
49 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
50 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
51 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
52 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
53 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
54 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
55 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
56 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
57 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
58 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
59 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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