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O uso concomitante de qualquer AINE (anti-inflamatório não-esteroidal) com os seguintes fármacos deve ser evitado, especialmente nos casos de administração crônica: ácido acetilsalicílico, outros AINEs, corticosteroides (ex.: glicocorticoides, cortisol, hidrocortisona, betametasona, dexametasona, prednisolona), agentes anticoagulantes ou trombolíticos (ex.: varfarina, heparina), inibidores de agregação plaquetária (ex.: clopidogrel, ticlopidina), hipoglicemiantes orais (ex.: metformina) ou insulina, anti-hipertensivos (ex.: captopril, enalapril, atenolol, propanolol) e diuréticos (furosemida, hidroclorotiazida, tiazídicos), ácido valproico (ex.: auranofina, aurotiomalato de sódio), ciclosporina, metotrexato, lítio, probenecida e digoxina. Recomenda-se precaução quando do uso concomitante do ibuprofeno com inibidores seletivos de recaptação da serotonina (ISRS, como fluoxetina, sertralina, paroxetina, citalopram), pelo risco aumentado de sangramento gastrintestinal. Recomenda-se precaução quando do uso concomitante do ibuprofeno com lítio devido ao aumento da concentração plasmática de lítio.
 - 16/08/2019
rifampicina, usado para tratar infecções, tais como tuberculose; tramadol, um analgésico (usado para aliviar a dor); fluoxetina, paroxetina, sertralina, fluvoxamina, citalopram ou escitalopram (inibidores seletivos da recaptação de serotonina), usados para tratar depressão e/ou ansiedade.
 - 07/03/2007
O uso concomitante de qualquer AINE (anti-inflamatório não-esteroidal) com os seguintes fármacos deve ser evitado, especialmente nos casos de administração crônica: ácido acetilsalicílico, paracetamol, colchicina, outros anti-inflamatórios não-esteroidais, corticosteroides como, glicocorticoides (cortisol, hidrocortisona, beclometasona, betametasona, dexametasona, metilprednisona, prednisolona), corticotrofina, agentes anticoagulantes ou trombolíticos (varfarina, heparina), inibidores de agregação plaquetária (clopidogrel, ticlopidina), hipoglicemiantes orais (metformina, acarbose, gliclazida) ou insulina, anti-hipertensivos (captopril, enalapril, atenolol, propranolol) e diuréticos (furosemida, hidroclorotiazida, tiazídicos), ácido valpróico (auranofina, aurotiomalato de sódio), plicamicina, compostos de ouro, ciclosporina, metotrexato, lítio, probenecida, inibidores da ECA (enzima conversora de angiotensina como captopril e enalapril) e digoxina. Recomenda-se precaução quando do uso concomitante do ibuprofeno com inibidores seletivos de recaptação da serotonina (ISRS como fluoxetina, sertralina, paroxetina, citalopram), pelo risco aumentado de sangramento gastrintestinal. Interação medicamento substância química Desaconselha-se o uso concomitante com bebida alcoólica.
 - 01/10/2010
tem constipação frequente. Você também deve informar seu médico se está utilizando certos medicamentos utilizados para tratar depressão (incluindo medicamentos obtidos sem prescrição). Exemplos desses medicamentos são: fluoxetina, paroxetina, sertralina, citalopram, fluvoxamina, lítio e outros antidepressivos tricíclicos. Seu médico irá levar em consideração esses itens antes e durante o seu tratamento com Uni Imiprax.
 - 15/09/2011
rifampicina, usado para tratar infecções, tais como tuberculose; tramadol, um analgésico (usado para aliviar a dor); fluoxetina, paroxetina, sertralina, fluvoxamina, citalopram ou escitalopram (inibidores seletivos da recaptação de serotonina), usados para tratar depressão e/ou ansiedade.
 - 02/10/2019
rifampicina, usado para tratar infecções, tais como tuberculose; tramadol, um analgésico (usado para aliviar a dor); fluoxetina, paroxetina, sertralina, fluvoxamina, citalopram ou escitalopram (inibidores seletivos da recaptação de serotonina), usados para tratar depressão e/ou ansiedade.
 - 13/08/2019
rifampicina, usado para tratar infecções, tais como tuberculose; tramadol, um analgésico (usado para aliviar ador); fluoxetina, paroxetina, sertralina, fluvoxamina, citalopram ou escitalopram (inibidores seletivos da recaptação de serotonina), usados para tratar depressão e/ou ansiedade.
 - 07/03/2007
Caso seja imprescindível a utilização deste tipo de medicamento, esta só deve ser feita com rigoroso acompanhamento médico dos seus efeitos na coagulação Antiplaquetários (como dipiridamol, ticlopidina, clopidogrel) e inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS medicamentos para depressão como fluoxetina, paroxetina, sertralina): aumento do risco de sangramento, via inibição da função das plaquetas. Lítio (usado para tratamento psiquiátrico): pode haver aumento das concentrações de lítio no sangue, podendo chegar a níveis tóxicos.
 - 13/08/2019
tem constipação frequente. Você também deverá informar seu médico se estiver tomando certos medicamentos utilizados para o tratamento da depressão (incluindo medicamentos obtidos sem prescrição). Exemplos desses medicamentos são: fluoxetina, paroxetina, sertralina, citalopram, fluvoxamina, lítio e outros antidepressivos tricíclicos. Seu médico irá levar em consideração esses itens antes e durante o seu tratamento com Tofranil Pamoato.
 - 07/03/2007
Antiplaquetários (como dipiridamol, ticlopidina, clopidogrel) e inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS medicamentos para depressão como fluoxetina, paroxetina, sertralina): aumento do risco de sangramento,via inibição da função das plaquetas. Lítio (usado para tratamento psiquiátrico): pode haver aumento das concentrações de lítio no sangue, podendo chegar a níveis tóxicos.
 - 13/08/2019
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Os resultados de um grande estudo observacional mostraram pequenas diferenças na mudança de peso a curto e longo prazo em pacientes que receberam um dos oito antidepressivos, com a bupropiona associada ao menor ganho de peso e o escitalopram, a paroxetina e a duloxetina associadas ao maior. Os usuários de escitalopram, paroxetina e duloxetina tiveram 10% a 15% mais chances de ganhar pelo menos 5% de seu peso basal em comparação com aqueles que tomaram sertralina, que foi usada como comparador. Os pesquisadores observaram que quanto mais os médicos e os pacientes souberem como um determinado antidepressivo pode afetar o peso dos pacientes, mais bem informados estarão sobre quais antidepressivos prescrever.
No entanto, em bactérias cultivadas em condições anaeróbias, os níveis de espécies reativas de oxigênio foram muito mais baixos e a resistência a antibióticos se desenvolveu muito mais lentamente. Além disso, pelo menos um antidepressivo, a sertralina, promoveu a transferência de genes entre as células bacterianas, um processo que pode acelerar a disseminação da resistência em uma população.
Todos os pacientes tinham história de pelo menos dois episódios depressivos ou estavam tomando antidepressivos por 2 anos ou mais e se sentiam bem o suficiente para considerar a interrupção dos antidepressivos. Os pacientes que receberam citalopram, fluoxetina, sertralina ou mirtazapina foram designados aleatoriamente em uma proporção de 1:1 para manter sua terapia antidepressiva atual (grupo de manutenção) ou para reduzir e descontinuar essa terapia com o uso de placebo correspondente (grupo de descontinuação).
A nortriptilina (DMPs variaram de 1,04 a 2,22) e a lista de espera (DMPs variaram de 0,67 a 2,08) foram menos eficazes do que a maioria das intervenções ativas. Em termos de aceitabilidade, nefazodona e fluoxetina foram associadas a menos desistências do que sertralina, imipramina e desipramina (os ORs variaram de 0,17 a 0,50); a imipramina foi associada a mais desistências do que o placebo, desvenlafaxina, fluoxetina mais TCC e vilazodona (2,51 a 5,06).
O estudo consistiu em trinta e seis semanas de ensaios clínicos randomizados, realizados em quatro centros médicos acadêmicos. Foram selecionados pacientes com 18 anos ou mais que tiveram um episódio de depressão psicótica agudamente tratada com sertralina e olanzapina por até 12 semanas e preencheram os critérios para remissão da psicose e remissão ou quase remissão dos sintomas depressivos por 8 semanas antes de entrar no ensaio clínico.
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