Preço de TAMIFLU em São Paulo/SP: R$ 107,64

TAMIFLU

ROCHE

Atualizado em 09/12/2014

TAMIFLU®
(FOSFATO DE OSELTAMIVIR)
Agente Antiviral

Identificação do Produto de Tamiflu

Nome do produto: Tamiflu ®Nome genérico: Fosfato de oseltamivir
Forma farmacêutica e apresentação
Cápsulas - caixa com 10
USO ADULTO

Composição de Tamiflu

Ingrediente ativo: Cápsulas contendo 98,5 mg de fosfato de oseltamivir, equivalente a 75 mg de oseltamivir.
Excipientes: Amido pré-gelatinizado, polivinilpirrolidona, croscarmelose sódica, estearil fumarato de sódio e talco.

Informação ao Paciente de Tamiflu

Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor informar ao seu médico. Ação esperada do medicamento
O Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) reduz a proliferação de ambos os vírus1 da gripe2, Influenza3 A e B pela inibição da liberação de vírus1 infecciosos de células4 infectadas. Com isso, há uma redução da duração dos sinais5 e sintomas6 clinicamente relevantes da gripe2, da gravidade da doença, e da incidência7 de complicações associadas à gripe2.
Cuidados de armazenamento
Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC).
Prazo de validade
Este medicamento possui prazo de validade a partir da data de fabricação (vide embalagem externa do produto). Não tome o medicamento após a data de validade indicada na embalagem; pode ser prejudicial à saúde8.
Gravidez9 e lactação10
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez9 na vigência do tratamento ou após seu término. Informar ao médico se está amamentando. Você não deverá amamentar durante o tratamento com Tamiflu (Fosfato de oseltamivir).
Cuidados de administração
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
Reações adversas
Informe o seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias
Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) pode ser tomado juntamente com as refeições.
Contra-indicações e precauções
Você não deverá tomar se for alérgico a Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) ou a qualquer substância contida na cápsula.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) não deve ser utilizado durante a gravidez9 e lactação10.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE8.

Informação Técnica de Tamiflu

Características químicas e farmacológicas
Propriedades e efeitos
O fosfato de oseltamivir é uma pró-droga do metabólito11 ativo. O metabólito11 ativo é um inibidor potente e seletivo das enzimas neuraminidase do vírus1 da gripe2, que são glicoproteínas achadas na superfície do vírion. A atividade da enzima12 viral, neuraminidase, é essencial para a liberação de partículas virais formadas recentemente de células4 infectadas e a expansão posterior do vírus1 infeccioso no organismo.
O metabólito11 ativo inibe a neuraminidase do vírus1 da gripe2 de ambos os tipos: Influenza3 A e B. As concentrações inibitórias in vitro encontram-se na faixa nanomolar inferior. O metabólito11 ativo também inibe o crescimento in vitro do vírus1 da gripe2 e inibe a replicação e patogenicidade in vivo do mesmo.
O Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) reduz a proliferação de ambos os vírus1 da gripe2 A e B pela inibição da liberação de vírus1 infecciosos de células4 infectadas.
A eficácia clínica de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) foi demonstrada em estudos de infecção13 experimental em humanos e em estudos clínicos fase III, com gripe2 adquirida naturalmente.
Em estudos em gripe2 adquirida naturalmente e experimentalmente, o tratamento com Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) não prejudica a resposta humoral14 normal. Não é esperado que o tratamento com Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) afete a resposta dos anticorpos15 à vacina16 inativa.
Estudos em gripe2 adquirida naturalmente
Tratamento da gripe2 em adultos
Em estudos clínicos fase III, realizados na estação da gripe2 de 1997 - 1998 no Hemisfério Norte, os pacientes foram tratados com Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) até 40 horas após o aparecimento dos sintomas6. Nestes estudos, 97% dos pacientes estavam infectados pelo vírus1 Influenza3 A e 3% pelo vírus1 Influenza3 B. O tratamento com Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) reduziu significativamente a duração dos sinais5 e sintomas6 clinicamente significativos da gripe2 em 32 horas. A severidade da doença em pacientes com gripe2 confirmada laboratorialmente, recebendo Tamiflu (Fosfato de oseltamivir), também foi reduzida em 38% comparado a placebo17. Além disso, Tamiflu (Fosfato de oseltamivir), reduziu a incidência7 de complicações, tratadas com antibioticoterapia, associadas, à gripe2 em adultos jovens saudáveis sem nenhuma outra doença, em aproximadamente 50%. Estas complicações incluem bronquite, pneumonia18, sinusite19 e otite média20. Nestes estudos clínicos fase III ficou constatada a eficácia também em relação aos objetivos secundários dos estudos, relacionados à atividade antiviral, tanto na redução da duração da disseminação do vírus1, quanto na redução da área-sob-a-curva dos títulos virais.
Os dados de um estudo de tratamento na população idosa, demonstraram que Tamiflu (Fosfato de oseltamivir), 75 mg duas vezes ao dia, durante cinco dias, foi associado
a uma redução na média da duração da doença, a qual foi clinicamente relevante e similar àquela observada nos estudos de tratamento de adultos mais jovens. Em um estudo separado, pacientes com idade superior a 13 anos, com gripe2 e doença cardíaca crônica e/ou doença respiratória coexistentes, receberam o mesmo regime de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) ou placebo17. Não foram observadas diferenças na média do tempo para alívio de todos os sintomas6 entre os pacientes recebendo Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) ou placebo17; porém, a duração da doença febril foi reduzida em aproximadamente um dia ao receber Tamiflu (Fosfato de oseltamivir). A proporção de pacientes que se encontrava disseminando o vírus1 nos dias 2 e 4 também foi significativamente reduzida pelo tratamento com a droga ativa. Não foi observada diferença no perfil de segurança de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) nas populações de alto risco, quando comparado à população de adultos em geral.
Profilaxia da gripe2 em adultos e adolescentes
A eficácia de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) na prevenção da gripe2 causada pelos vírus1 Influenza3 A e B, de ocorrência natural, foi comprovada separadamente em três estudos fase III.
Em um estudo fase III, envolvendo adultos e adolescentes contactantes de um caso doméstico de gripe2, Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) foi iniciado dentro de até 2 dias após o aparecimento dos sintomas6 no caso doméstico e continuado durante sete dias, reduzindo significativamente a incidência7 de gripe2 ocorrida nos contactantes em 92%.
Em um estudo duplo-cego21, controlado com placebo17, realizado em adultos saudáveis não vacinados e sem nenhuma outra doença, com idades entre 18 - 65 anos, Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) reduziu significativamente a incidência7 de gripe2 em 76% durante um surto na comunidade. Os indivíduos deste estudo receberam Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) por um período de 42 dias.
Em um estudo duplo-cego21, controlado com placebo17 e incluindo idosos residentes em centros geriátricos, onde 80% deles havia recebido vacina16 naquele inverno; Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) reduziu significativamente a incidência7 de gripe2 em 92%. No mesmo estudo, Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) reduziu significativamente a incidência7 de bronquite, pneumonia18 e sinusite19 associadas à gripe2, em 86%. Os indivíduos deste estudo receberam Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) por um período de 42 dias.
Em todos os três estudos clínicos, aproximadamente 1% dos indivíduos recebendo Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) para profilaxia, desenvolveu gripe2 durante o período de medicação.
Nestes estudos clínicos fase III, Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) também reduziu significativamente a incidência7 da disseminação do vírus1 e preveniu com sucesso a transmissão do vírus1 entre os familiares.
Resistência viral
Nos estudos clínicos realizados até esta data, na profilaxia da gripe2, pós-exposição (7 dias) e sazonal (42 dias), não foi observada evidência de resistência à droga associada ao uso de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir).
O risco de aparecimento de resistência à droga, quando do uso clínico para o tratamento da gripe2, foi extensivamente examinado. Em estudos clínicos com infecção13 adquirida naturalmente, 0,4% (4/1019) dos adultos e 4% (10/248) dos adolescentes e das crianças com idade 1 - 12 anos, constatou-se que os mesmos tornaram-se portadores temporários do vírus1 da gripe2, com susceptibilidade22 diminuída da neuraminidase ao carboxilato de oseltamivir. Estes pacientes portadores de vírus1 resistentes, eliminaram o mesmo normalmente e não apresentaram deterioração clínica. Todos os genótipos resistentes apresentam-se em desvantagem, quando comparados ao vírus1 correspondente tipo selvagem, sendo provável que sejam menos contagiosos no homem. Não há evidência de resistência do vírus1 Influenza3 B in vitro ou em isolados clínicos.
Farmacocinética
Absorção
O oseltamivir é absorvido rapidamente no trato gastrintestinal após a administração oral de fosfato de oseltamivir, sendo convertido extensivamente pelas esterases intestinal e/ou hepática23 para o metabólito11 ativo. As concentrações plasmáticas do metabólito11 ativo são mensuráveis após 30 minutos, atingindo níveis máximos em 2 ou 3 horas após a dose, excedendo substancialmente (> 20 vezes) aqueles da pró-droga. Pelo menos 75% de uma dose oral atinge a circulação24 sistêmica como metabólito11 ativo. A exposição à pró-droga é menor que 5% em relação ao metabólito11 ativo. As concentrações plasmáticas do metabólito11 ativo são proporcionais à dose e não são afetadas pela co-administração com alimentos (vide "Posologia").
Distribuição
O volume médio de distribuição (Vss) do metabólito11 ativo é de aproximadamente 23 litros, em humanos.
A porção ativa atinge todos os sítios chave da infecção13 por gripe2, como demonstrado pelos estudos em furões, ratos e coelhos. Nesses estudos, as concentrações antivirais de metabólitos25 ativos foram constatadas no pulmão26, lavado bronquioalveolar, mucosa27 nasal, ouvido médio28 e traquéia29 após a administração oral de doses de fosfato de oseltamivir.
A ligação do metabólito11 ativo às proteínas30 plasmáticas é desprezível (aproximadamente 3%). A ligação da pró-droga às proteínas30 plasmáticas é de 42%. Estes níveis são insuficientes para causar interações medicamentosas significativas.
Metabolismo31
O fosfato de oseltamivir é extensivamente convertido para o metabólito11 ativo pelas esterases localizadas predominantemente no fígado32. Nem o oseltamivir, nem o metabólito11 ativo, são substratos ou inibidores das principais isoformas do citocromo P450 (vide "Interações medicamentosas").
Eliminação
O oseltamivir absorvido é eliminado principalmente (> 90%) pela conversão para o metabólito11 ativo. O metabólito11 ativo não é metabolizado adicionalmente, sendo eliminado na urina33. As concentrações plasmáticas de pico do metabólito11 ativo diminuem com a meia-vida de 6 a 10 horas na maioria dos pacientes. A droga ativa é eliminada completamente (> 99%) por excreção renal34. O clearance renal34 (18,8 L/h) excede a taxa de filtração glomerular (7,5 L/h), indicando que ocorre secreção tubular além da filtração glomerular. Menos do que 20% da dose oral radiomarcada é eliminada nas fezes.
Farmacocinética em situações clínicas especiais
Pacientes com insuficiência renal35
A administração de 100 mg de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) duas vezes ao dia durante cinco dias para pacientes36 com vários graus de insuficiência renal35 mostrou que a exposição ao metabólito11 ativo é inversamente proporcional ao declínio da função renal34.
Tratamento da gripe2: não são necessários ajustes de dose para pacientes36 com clearance de creatinina37 superior a 30 mL/min. Em pacientes com clearance de creatinina37 entre 10 - 30 mL/min, recomenda-se que a dose seja reduzida para 75 mg de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) uma vez ao dia, durante 5 dias. Não se encontram disponíveis recomendações de dose para pacientes36 submetidos a hemodiálise38 de rotina e diálise peritoneal39 contínua, com doença renal34 em estágio terminal, e para pacientes36 com clearance de creatinina37 £ 10 mL/min (vide "Precauções" e "Instruções especiais de dosagem").
Prevenção da gripe2: Em pacientes com clearance de creatinina37 entre 10 e 30 mL/min recebendo Tamiflu (Fosfato de oseltamivir), recomenda-se que a dose seja reduzida para 75 mg de Tamiflu em dias alternados. Não se encontram disponíveis recomendações de dose para pacientes36 submetidos à hemodiálise38 de rotina e diálise peritoneal39 contínua, com doença renal34 em estágio terminal e para pacientes36 com clearance de creatinina37 £ 10 mL/min (vide "Precauções" e "Instruções especiais de dosagem").
Pacientes com insuficiência hepática40
Estudos in vitro demonstraram que não é esperado aumento significativo da exposição ao oseltamivir, ou exposição significativamente diminuída ao metabólito11 ativo, em pacientes com insuficiência hepática40. (vide "Instruções especiais de dosagem").
Idosos
A exposição ao metabólito11 ativo em estado de equilíbrio foi 25-35% maior em idosos (faixa etária 65-78) comparado com adultos jovens aos quais foram administradas doses comparáveis de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir). A meia-vida observada em idosos foi similar àquela observada em adultos jovens. Com base na exposição à droga e tolerabilidade, não foi requerido ajuste de dose para pacientes36 idosos, tanto para o tratamento quanto para a profilaxia da gripe2. (vide "Instruções especiais de dosagem").
Crianças
A farmacocinética de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) foi avaliada em estudo de uma única dose, em crianças de 5 a 16 anos de idade, e em pequeno número, em um estudo clínico com crianças entre 3 e 12 anos. Crianças com menos idade eliminaram ambos, a pró-droga e o metabólito11 ativo, mais rapidamente do que adultos, resultando em menor exposição para a administração de uma dose determinada de mg/kg. Doses de 2 mg/kg proporcionam exposição ao carboxilato de oseltamivir comparáveis àquelas alcançadas em adultos recebendo uma dose única de 75 mg (aproximadamente 1 mg/kg), foi constatada exposição comparável às atingidas em adultos recebendo uma cápsula de dose única de 75 mg (aproximadamente 1 mg/kg). A farmacocinética do oseltamivir em crianças acima de 12 anos de idade foi similar àquela observada em adultos.

Indicações de Tamiflu

Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) é indicado para o tratamento da gripe2 em adultos e crianças com mais de 12 anos. Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) é indicado para a profilaxia da gripe2 em adultos e adolescentes com mais de 13 anos.

Contra-Indicações de Tamiflu

Hipersensibilidade ao fosfato de oseltamivir ou a qualquer componente do produto.

Precauções e Advertências de Tamiflu

Não há evidência da eficácia de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) em qualquer tipo de doença causada por outros agentes a não ser os vírus1 causadores da gripe2, Influenza3 A e B.É recomendado ajuste de dose para pacientes36 com clearance de creatinina37 de 10 - 30 mL/min, tanto para o tratamento da gripe2, quanto para a profilaxia da gripe2. Não existem recomendações disponíveis para pacientes36 submetidos à hemodiálise38 de rotina e à diálise peritoneal39 contínua, com doença renal34 em estágio terminal e para pacientes36 com clearance de creatinina37 £ 10 mL/min (vide "Instruções especiais de dosagem" e "Farmacocinética em situações clínicas especiais").
Gravidez9 e lactação10
Em estudos reprodutivos em animais, realizados em ratos e coelhos, não foi observado efeito teratogênico41. Foram realizados estudos de toxicidade42 reprodutiva e de fertilidade em ratos. Não foi observada evidência de efeitos sobre a fertilidade com nenhuma dose estudada de oseltamivir. A exposição fetal em ratos e coelhos foi de aproximadamente 15-20% da exposição da mãe.
Até o presente, encontram-se disponíveis dados insuficientes em mulheres grávidas recebendo a droga para permitir uma avaliação do potencial do fosfato de oseltamivir em causar malformações43 fetais ou toxicidade42 fetal. Portanto, o Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) deve ser usado durante a gravidez9 somente se o benefício justificar o risco potencial para o feto44.
Em ratos durante a lactação10, oseltamivir e o metabólito11 ativo são excretados no leite. Não é sabido se oseltamivir ou o metabólito11 ativo são excretados no leite humano, mas a extrapolação dos dados em animais fornece estimativas de 0,01 mg/dia e 0,3 mg/dia para os respectivos compostos. Desta forma, Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) deve ser usado somente se o benefício para a mãe lactante45 justificar o risco potencial para a criança lactente46.
Interações medicamentosas
As informações derivadas da farmacologia47 e dos estudos de farmacocinética do fosfato de oseltamivir, sugerem que as interações da droga clinicamente significativas são improváveis.
O fosfato de oseltamivir é convertido rapidamente para o composto ativo por esterases localizadas predominantemente no fígado32. Interações de drogas envolvendo competição por esterases não foram relatadas extensivamente na literatura. A baixa ligação às proteínas30 do oseltamivir e do metabólito11 ativo não sugerem a probabilidade de interações por deslocamento da droga.
Estudos in vitro demonstraram que nem o oseltamivir nem seu metabólito11 ativo são substratos para as oxidases de função mista P450 ou para glucoronil-transferases (vide "Farmacocinética"). Não há base de mecanismo para a interação com contraceptivos orais.
A cimetidina, um inibidor não específico das isoformas do citocromo P450 e competidor para secreção tubular renal34 de drogas básicas ou catiônicas, não tem efeito sobre os níveis plasmáticos de oseltamivir ou de seus metabólitos25 ativos.
As interações clinicamente importantes da droga, envolvendo competição para a secreção tubular renal34, são improváveis devido à margem de segurança já conhecida para a maioria destas drogas, às características de eliminação do metabólito11 ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniônica) e à capacidade de excreção dessas vias. A co-administração de probenecida resulta em um aumento de aproximadamente duas vezes na exposição ao metabólito11 ativo, devido à diminuição na secreção tubular ativa no rim48. Portanto, não é necessário ajuste de dose quando co-administrado com probenecida.
A co-administração com amoxicilina não altera os níveis plasmáticos de ambos os compostos, indicando que a competição pela via de secreção aniônica é fraca.
A co-administração com paracetamol não altera os níveis plasmáticos de oseltamivir, seu metabólito11 ativo ou paracetamol.
Em estudos clínicos fase III de profilaxia e de tratamento, Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) foi co-administrado a drogas usadas comumente, como inibidores da ECA (enalapril, captopril), diuréticos49 tiazídicos (bendrofluazida), antibióticos (penicilina, cefalosporina, azitromicina, eritromicina e doxiciclina), bloqueadores do receptor H2 (ranitidina, cimetidina), betabloqueadores (propranolol), xantinas (teofilina), simpático50-miméticos (pseudoefedrina), opióides (codeína), corticosteróides, broncodilatadores51 inalatórios e agentes analgésicos52 (aspirina, ibuprofeno e paracetamol). Não foi observada mudança da freqüência ou do perfil de eventos adversos como resultado da co-administração de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) a estes compostos.

Reações Adversas de Tamiflu

Estudos de tratamento em adultos
Em um total de 1887 pacientes em estudos fase III (incluindo pacientes recebendo placebo17, 75 mg de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) duas vezes ao dia e 150 mg de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) duas vezes ao dia), realizados em adultos, para o tratamento da gripe2, os eventos adversos relatados com mais freqüência foram náusea53 e vômito54. Estes eventos foram passageiros e geralmente ocorreram com a primeira dose. Estes eventos não causaram o abandono do estudo pelo paciente, na grande maioria dos casos. Com a dose recomendada de 75 mg duas vezes ao dia, três pacientes deixaram o estudo devido à náusea53 e outros três, descontinuaram devido a vômito54.
Em estudos fase III, de tratamento em adultos, alguns eventos adversos ocorreram com maior freqüência em pacientes recebendo Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) quando comparados àqueles recebendo placebo17. Os eventos adversos observados com incidência7 ³ 1% com a dose recomendada de 75 mg duas vezes ao dia, encontram-se na Tabela 1. Este resumo inclui adultos jovens sadios e pacientes de risco (pacientes com maior risco de desenvolver complicações associadas com gripe2, por exemplo, pacientes idosos e pacientes com doença cardíaca ou respiratória crônica). Aqueles eventos relatados com maior freqüência, independentemente da causalidade, em pacientes recebendo Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) comparado com placebo17 foram náusea53, vômito54, bronquite, insônia e vertigem55.

Posologia de Tamiflu

Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) pode ser administrado com ou sem alimentação (vide "Farmacocinética"). Porém, se administrado com alimento, pode aumentar a tolerabilidade em alguns pacientes.

Superdosagem de Tamiflu

Até o presente, não existe experiência com superdosagem, entretanto, foram previstas manifestações da superdosagem aguda, a qual pode causar náusea53, com ou sem acompanhamento de êmese56. Doses únicas de até 1000 mg de Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) foram bem toleradas.

Ver informações do laboratório

TAMIFLU - Laboratório

ROCHE
Av. Engenheiro Billings, 1729 - Jaguaré
São Paulo/SP - CEP: 05321-900
Tel: 0800 7720 289
Fax: 0800 7720 292
Site: http://www.roche.com/
Estrada dos Bandeirantes, 2020
CEP: 22710-104
Rio de Janeiro - RJ

Ver outros medicamentos do laboratório "ROCHE"

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Complementos

1 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
2 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
3 Influenza: Doença infecciosa, aguda, de origem viral que acomete o trato respiratório, ocorrendo em epidemias ou pandemias e frequentemente se complicando pela associação com outras infecções bacterianas.
4 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
5 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
7 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
10 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
11 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
12 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
13 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
14 Humoral: 1. Relativo a humor. 2. Em fisiologia, relativo a ou próprio do conjunto de líquidos do organismo (sangue, linfa, líquido cefalorraquidiano).
15 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
16 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
17 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
18 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
19 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
20 Otite média: Infecção na orelha média.
21 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
22 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
23 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
24 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
25 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
26 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
27 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
28 Ouvido médio: Atualmente denominado orelha média, é constituído pela membrana timpânica, cavidade timpânica, células mastoides, antro mastoide e tuba auditiva. Separa-se da orelha externa através da membrana timpânica e se comunica com a orelha interna através das janelas oval e redonda.
29 Traquéia: Tubo cartilaginoso e membranoso que desce a partir da laringe e ramifica-se em brônquios direito e esquerdo.
30 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
31 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
32 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
33 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
34 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
35 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
36 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
37 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
38 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
39 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
40 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
41 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
42 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
43 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
44 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
45 Lactante: Que produz leite; que aleita.
46 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
47 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
48 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
49 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
50 Simpático: 1. Relativo à simpatia. 2. Que agrada aos sentidos; aprazível, atraente. 3. Em fisiologia, diz-se da parte do sistema nervoso vegetativo que põe o corpo em estado de alerta e o prepara para a ação.
51 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.
52 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
53 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
54 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
55 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
56 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
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