Preço de DEPAXAN em São Paulo/SP: R$ 47,53

DEPAXAN

ACHÈ

Atualizado em 08/12/2014

DEPAXAN
cloridrato de paroxetina
Comprimidos revestidos
USO ORAL
USO ADULTO

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Depaxan

Comprimidos revestidos de 20 mg. Embalagens com 10, 20 e 30 comprimidos revestidos.

Composição de Depaxan

Cada comprimido revestido de DEPAXAN contém:cloridrato de paroxetina (equivalente a 20 mg de paroxetina) ....................22,760 mg
Excipientes: fosfato de cálcio dibásico diidratado, amido - glicolato de sódio, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Informações ao Paciente de Depaxan

Ação esperada do medicamento
DEPAXAN é um antidepressivo eficaz no tratamento dos sintomas1 e prevenção de recorrência2 da depressão, do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), da Doença do Pânico, do Transtorno de Ansiedade Generalizada; e ainda no tratamento da Fobia3 Social e do Transtorno de Estresse Pós-Traumático.
Cuidados de armazenamento
Conservar o medicamento em sua embalagem original, a temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.
Prazo de validade
Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Não utilize o medicamento após o vencimento do prazo de validade.
Gravidez4 e lactação5
Informe seu médico a ocorrência de gravidez4 na vigência do tratamento ou após seu término. Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Cuidados de administração

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas
Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como náusea6, sonolência, secura na boca7, fraqueza, insônia, suor abundante, tremor, vertigem8, constipação9, diarreia10, vômito11 e apetite reduzido.
A maioria dessas reações adversas pode diminuir de intensidade e frequência com a continuação do tratamento e, em geral, não causam a interrupção do tratamento.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias

Não faça uso de bebidas alcoólicas enquanto estiver em tratamento com o cloridrato de paroxetina. A absorção e o metabolismo12 do cloridrato de paroxetina não são afetados por alimentos e antiácidos13.
Contraindicações e precauções
DEPAXAN é contraindicado para pacientes14 com conhecida hipersensibilidade ao medicamento ou a qualquer componente do medicamento.
DEPAXAN não deve ser usado concomitantemente com inibidores da MAO15.
Não é recomendado o uso de cloridrato de paroxetina em crianças.
Uma revisão dos resultados de estudos do uso de medicamentos antidepressivos em crianças parece sugerir um aumento do risco de pensamentos e ações suicidas em crianças usuárias de antidepressivos, portanto, é recomendado o monitoramento em pacientes adultos e pediátricos fazendo uso destes medicamentos.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE16.

Informações Técnicas de Depaxan

FarmacodinâmicaA paroxetina é um potente inibidor seletivo da recaptação de serotonina (5-hidroxitriptamina, 5-HT); acredita-se que sua ação antidepressiva e sua eficácia no tratamento do transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e do transtorno do pânico estejam relacionadas à sua inibição específica da recaptação de serotonina pelos neurônios17 cerebrais.
A paroxetina não está quimicamente relacionada aos antidepressivos tricíclicos, tetracíclicos e a outros antidepressivos disponíveis.
Os principais metabólitos18 da paroxetina são polares e conjugados por oxidação e metilação, sendo rapidamente metabolizados. Considerando-se a relativa falta de atividade farmacológica, é muito pouco provável que eles contribuam para os efeitos terapêuticos de DEPAXAN.
Tratamentos por um longo período com DEPAXAN têm demonstrado que sua ação antidepressiva tem sido mantida por no mínimo 1 ano.
Em estudos clínicos placebo19 controlados, a eficácia de DEPAXAN no tratamento do transtorno do pânico tem sido mantida por no mínimo 1 ano.
Propriedades Farmacocinéticas
A paroxetina é bem absorvida após administração oral e sofre metabolismo12 de primeira passagem. A meia-vida de eliminação é variável, mas geralmente é de cerca de 1 dia. O estado de equilíbrio dos níveis sistêmicos20 é atingido em 7-14 dias após o início do tratamento, e a farmacocinética parece não se alterar durante o tratamento prolongado.

Indicações de Depaxan

Adultos
DEPAXAN é indicado para o tratamento dos sintomas1 do trans torno depressivo de todos os tipos, incluindo depressão reativa, severa e depressão acompanhada de ansiedade.
Depois de uma resposta satisfatória inicial, a continuação da terapia com DEPAXAN é eficaz na prevenção de recorrência2 da depressão.
DEPAXAN também é indicado para o tratamento dos sintomas1 e prevenção da recorrência2 do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); para o tratamento dos sintomas1 e prevenção de recorrência2 do Transtorno do Pânico, com ou sem agorafobia21; para o tratamento da Fobia3 Social/Transtorno da Ansiedade Social - DMS-IV e, ainda, para o tratamento do Transtorno de Estresse Pós-Traumático e para o tratamento dos sintomas1 e prevenção de recorrência2 do Transtorno de Ansiedade Generalizada.
Crianças e adolescentes (menores que 18 anos)
Todas as indicações
DEPAXAN não é indicado para o uso em crianças ou adolescentes menores de 18 anos (Ver Advertências).
Estudos clínicos controlados em crianças e adolescentes com transtorno depressivo maior não puderam demonstrar eficácia, e não suportam o uso de DEPAXAN no tratamento de depressão nesta população. (Ver Advertências).
A eficácia e segurança de DEPAXAN em crianças menores que 7 anos não tem sido estudada.

Contraindicações de Depaxan

DEPAXAN é contraindicado para pacientes14 com conhecida hipersensibilidade ao medicamento ou a qualquer componente da fórmula do medicamento.DEPAXAN não deve ser usado concomitantemente com inibidores da monoamino oxidase (MAO15) ou no intervalo de até duas semanas após o término do tratamento com inibidores da MAO15, da mesma forma, os inibidores da MAO15 não devem ser iniciados no intervalo de até duas semanas após o término da terapia com DEPAXAN (Ver Interações Medicamentosas e Outras Interações).
DEPAXAN não deve ser usado concomitantemente com tioridazina, uma vez que, assim como com outras drogas que inibem a enzima22 hepática23 CYP450 2D6, a paroxetina pode elevar os níveis plasmáticos da tioridazina (Ver Interações Medicamentosas e Outras Interações). A administração de tioridazina isoladamente, pode conduzir ao prolongamento do intervalo de QTc com séria arritmia24 ventricular associada tais como torsade de pointes e morte súbita.
DEPAXAN não deve ser usado concomitantemente com a pimozida (Ver Interações Medicamentosas).

Advertências de Depaxan

Crianças e adolescentes (menores de 18 anos)
O tratamento com antidepressivos é associado ao aumento do risco de pensamento/comportamento suicida, em crianças e adolescentes com transtorno depressivo maior e outros transtornos psiquiátricos. Em estudos clínicos com crianças e adolescentes usando DEPAXAN, eventos adversos relacionados à possibilidade de suicídio (pensamento suicida ou tentativas de suicídio) e hostilidade (predominantemente agressão, comportamento opositor ou raiva25) foram mais frequentemente observados em pacientes tratados com DEPAXAN, do que naqueles tratados com placebo19 (ver Reações Adversas). Existem poucos dados de segurança de longo prazo em crianças e adolescentes, relacionados ao crescimento, maturidade e desenvolvimento comportamental.
Piora do quadro clínico e risco de suicídio em adultos
Adultos jovens, especialmente aqueles com transtorno depressivo maior, podem ter um aumento no risco do comportamento suicida durante o tratamento com DEPAXAN. Uma análise de um estudo controlado com adultos com transtorno psiquiátrico demonstrou uma maior frequência de comportamento suicida em adultos jovens (prospectivamente definidos como entre 18 - 24 anos) tratados com paroxetina comparados com placebo19 (17/776 [2,19%] versus 5/542 [0,92%]); entretanto esta diferença não foi estatisticamente significante. Em outro grupo, com maior idade (maiores de 24 anos), tal aumento não foi observado.
Em adultos com transtorno depressivo maior (todas as idades), houve um aumento significativo na frequência do comportamento suicida em pacientes tratados com paroxetina comparados com placebo19 (11/3455 [0,32%] versus 1/1978 [0,05%]; todos estes eventos foram tentativas de suicídio). Entretanto, a maior parte destas tentativas de suicídio com paroxetina (8 em 11) foram em jovens adultos entre 18 - 30 anos. Estes dados em transtorno depressivo maior sugerem que a maior frequência observada na população adulta jovem com transtornos psiquiátricos pode ser estendida além dos 24 anos de idade.
Pacientes com depressão podem apresentar piora dos sintomas1 depressivos ou o surgimento de pensamento/comportamento suicida, tomando ou não medicação antidepressiva.
O risco persiste até que uma regressão significativa ocorra. A experiência clínica com terapias anti depressivas indica, em geral, que o risco de suicídio aumenta no estágio inicial de recuperação.
Outros distúrbios psiquiátricos para os quais DEPAXAN é indicado podem estar associados ao aumento do risco de comportamento suicida e, essas condições também são comorbidades26 associadas ao transtorno depressivo maior.
Ademais, pacientes com história de pensamento/comportamento suicida, adultos jovens e aqueles pacientes que exibem um grau significante de potencial suicida, antes do início do tratamento, possuem um alto risco de cometer suicídio. Todos os pacientes devem ser monitorados quanto à piora do quadro (incluindo desenvolvimento de novos sintomas1) e suicídios durante o tratamento, e especialmente no início do tratamento, ou em qualquer momento que haja alteração na dosagem, tanto aumento como redução.
Pacientes (e acompanhantes que cuidam destes pacientes) devem ser alertados sobre a necessidade de se monitorar qualquer piora do quadro geral (incluindo desenvolvimento de novos sintomas1) ou o aparecimento de comportamento ou ideia suicida e procurar cuidado médico imediatamente caso isso aconteça. Isto pode ser reconhecido, com o aparecimento de alguns sintomas1, como agitação, acatisia27 ou mania, que podem estar relacionados com a situação da doença subjacente ou da terapia com o medicamento (Ver Acatisia27, Mania e Transtorno Bipolar abaixo; reações adversas).
Devem ser consideradas alterações no regime terapêutico, incluindo possibilidade de descontinuação da medicação, em pacientes com experiência de piora clínica (incluindo o desenvolvimento de novos sintomas1) ou surgimento de ideias/comportamento suicida, especial mente se estes sintomas1 forem severos, iniciarem abruptamente, ou se não faziam parte dos sintomas1 do paciente.

Precauções de Depaxan

Acatisia27Raramente o uso de DEPAXAN ou outro ISRSs tem sido associado ao desenvolvimento de acatisia27, a qual é caracterizada pela sensação de inquietude e agitação psicomotora28, tais como incapacidade de permanecer sentado ou levantado, geralmente associada a um desconforto subjetivo. Isto é mais provável que ocorra nas primeiras semanas de tratamento.
Síndrome serotoninérgica29/Síndrome30 neuroléptica maligna Em raros casos, o desenvolvimento de eventos relacionados à síndrome serotoninérgica29 ou síndrome30 neuroléptica maligna pode ocorrer em associação ao tratamento com DEPAXAN, particularmente quando administrado em associação a outra droga serotoninérgica ou neuroléptica.
Como essa síndrome30 pode resultar em uma potencial condição de risco de morte, o tratamento com DEPAXAN deve ser descontinuado se tais eventos ocorrerem (caracterizado por grupo de sintomas1 tais como hipertermia,rigidez, mioclonus, instabilidade autonômica com possíveis flutuações rápidas dos sinais vitais31, mudanças no estado mental, incluindo confusão, irritabilidade, agitação extrema progredindo ao delírio32 e coma33) e o tratamento sintomático34 de suporte deve ser iniciado. DEPAXAN não deve ser usado em associação a precursores de serotonina (tais como L-triptofano, oxitriptano) devido ao risco de síndrome serotoninérgica29 (ver Contra-indicações e Advertências).
Mania e Transtorno bipolar
Um episódio depressivo grave pode ser a manifestação inicial do transtorno bipolar. Geralmente acredita-se (hipótese não confirmada em ensaios clínicos35) que tratar tal episódio com um único antidepressivo pode aumentar a probabilidade de precipitação de um episódio de mania/misto em paciente sob risco de apresentar transtorno bipolar. Antes de iniciar o tratamento com um antidepressivo, os pacientes devem ser adequadamente avaliados para determinar o risco de transtorno bipolar; tal avaliação deve incluir história psiquiátrica detalhada, incluindo história familiar de suicídios, transtorno bipolar, e depres são. Deve-se notar que DEPAXAN não é aprovado para uso no tratamento de transtorno bipolar. Como todo antidepressivo, a paroxetina deve ser usada com cautela em pacientes com história de mania.
Inibidores da Monoamino Oxidase (IMAO36)
O tratamento com DEPAXAN deve ser iniciado cautelosamente, no mínimo duas semanas após o término do tratamento com inibidores da MAO15 e a dosagem de DEPAXAN deve ser aumentada gradativamente até que uma resposta ótima seja alcançada (ver Contraindicações e Interações medicamentosas).
Insuficiência renal37/hepática23
Deve-se ter cautela ao administrar o produto em pacientes com insuficiência renal37 ou com insuficiência hepática38 (Ver posologia).
Epilepsia39
Da mesma forma que ocorre com outros antidepressivos, DEPAXAN deve ser usado com cuidado em pacientes com epilepsia39.
Convulsões
Em geral, a incidência40 de convulsões é < 0,1% em pacientes tratados com DEPAXAN. DEPAXAN deve ser descontinuado em qualquer paciente que apresente convulsões.
Glaucoma41
Assim como ocorre com outros inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), DEPAXAN raramente causa midríase42 e deve ser usado com cautela em pacientes com glaucoma41 de ângulo agudo43.
Terapia eletroconvulsiva (TEC)
Há pouca experiência clínica em relação à administração concomitante de DEPAXAN em pacientes sob TEC.
Entretanto, existem raros relatos de TEC prolongada, induzida por convulsões ou convulsões secundárias em pacientes com ISRSs.
Hiponatremia44
Foi raramente relatada, predominantemente em idosos. A hiponatremia44 geralmente se reverte com a descontinuação da paroxetina.
Hemorragia45
Sangramento na pele46 e nas membranas mucosas47 (incluindo sangramento gastrintestinal) foi relatado após tratamento com DEPAXAN. Portanto, DEPAXAN deve ser usado com cautela em pacientes sob tratamento concomitante com medicamentos que aumentem o risco de sangramento e, em pacientes com tendência conhecida a sangramento ou naqueles com predisposição.
Problemas cardíacos
As mesmas precauções devem ser observadas em pacientes com problemas cardíacos.
Sintomas1 observados na descontinuação de DEPAXAN em adultos:
Em estudos clínicos conduzidos com adultos, eventos adversos decorrentes da descontinuação do tratamento foram observados em 30% dos pacientes tratados com DEPAXAN, comparado a 20% dos pacientes tratados com placebo19. A ocorrência dos sintomas1 decorrentes da descontinuação é diferente daquela resultante da dependência produzida pelo abuso da substância.
Vertigens48, distúrbios sensoriais (incluindo parestesia49, sensação de choque50 elétrico e tinitus), distúrbios do sono (incluindo sonho intenso), agitação ou ansiedade, náuseas51, tremor, confusão, sudorese52, cefaleia53 e diarreia10 tem sido relatados. Geralmente esses sintomas1 são leves a moderados, entretanto, em alguns pacientes, podem ser graves. Eles ocorrem, geralmente, dentro dos primeiros dias após a descontinuação do tratamento, mas existem raros relatos de tais sintomas1 ocorrerem em pacientes que inadvertidamente esqueceram de tomar uma dose.
Geralmente esses sintomas1 são autolimitantes e findam dentro de 2 semanas, embora em alguns indivíduos esse tempo seja mais prolongado (2 - 3 meses ou mais). Desta forma, recomenda-se que DEPAXAN seja retirado gradualmente, até a descontinuação do tratamento, por um período de várias semanas ou meses, de acordo com as necessidades dos pacientes (Ver Descontinuação do DEPAXAN, e Posologia).
Sintomas1 observados com a descontinuação de DEPAXAN em crianças e adolescentes:
Em estudos clínicos conduzidos com crianças e adolescentes, eventos adversos decorrentes da descontinuação do tratamento foram observados em 32% dos pacientes tratados com DEPAXAN, comparado a 24% dos pacientes tratados com placebo19. Os eventos relatados com a descontinuação de DEPAXAN em pelo menos 2% dos pacientes, e que ocorreram pelo menos duas vezes mais que com o placebo19 foram: labilidade emocional (incluindo ideia suicida, tentativa de suicídio, alterações no humor e vontade de chorar), nervosismo, vertigem8, náusea6 e dor abdominal (Ver Reações Adversas).
Capacidade de dirigir e operar máquinas
Experiências clínicas têm demonstrado que a terapia com DEPAXAN não está associada à deterioração das funções cognitiva54 e psicomotora28. Contudo, como com todos os fármacos psicoativos, os pacientes devem ser advertidos quanto à sua capacidade de dirigir veículos motorizados ou operar máquinas.
Categoria C de risco na gravidez4: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Reações Adversas de Depaxan

Algumas das reações adversas listadas abaixo podem diminuir em intensidade e frequência com a continuação do tratamento e geralmente não levam à suspensão da terapia. As reações adversas estão listadas abaixo, classificadas por sistemas e frequência. As freqüências foram definidas como: muito comum (> 1/10), comum (> 1/100, < 1/10), incomuns (> 1/1000, < 1/100), raras (> 1/10.000, < 1/1000), muito raras (< 1/10.000), incluindo casos isolados. As frequências das reações adversas comuns e incomuns foram geralmente determinadas a partir de dados de segurança agrupados, obtidos de estudos clínicos com população > 8000 pacientes tratados com paroxetina e avaliados como sendo de incidência40 excessiva comparada ao placebo19. Eventos raros e muito raros foram geralmente determinados a partir de informações pós-comercialização e se referem mais à taxa de relato do que à frequência real.
Distúrbios do sistema linfático55 e sanguíneo
Incomum: sangramento anormal, predominantemente da pele46 e membranas mucosas47 (predominantemente equimose56).
Muito raro: trombocitopenia57.
Distúrbios do sistema imune58
Muito raro: reações alérgicas (incluindo urticária59 e angioedema60).
Distúrbios endócrinos
Muito raro: síndrome30 da secreção inapropriada do hormônio61 antidiurético (SIADH).
Distúrbios de metabolismo12 e nutrição62
Comum: diminuição do apetite.
Raro: hiponatremia44.
A hiponatremia44 foi relatada predominantemente em pacientes idosos e, algumas vezes devido à síndrome30 da secreção inapropriada do hormônio61 antidiurético (SIADH).
Transtornos psiquiátricos
Comum: sonolência, insônia, agitação.
Incomum: confusão, alucinações63.
Raro: reações maníacas.
Estes sintomas1 também podem ser devidos à doença subjacente.
Distúrbios do sistema nervoso64
Comum: vertigem8 e tremor.
Incomum: distúrbios extrapiramidais.
Raros: convulsões, acatisia27.
Muito raros: síndrome serotoninérgica29 (os sintomas1 podem incluir agitação, confusão, diaforese65, alucinações63, hiperreflexia66, mioclonia67, taquicardia68 e tremores).
Relatos de distúrbios extrapiramidais, incluindo distonia69 oro-facial foram recebidos de pacientes algumas vezes com distúrbios de movimentos subjacentes ou que estavam fazendo uso de medicação neuroléptica.
Distúrbios oculares
Comum: visão70 turva.
Muito raro: glaucoma41 agudo43.
Distúrbios cardíacos
Incomum: taquicardia68 sinusal.
Distúrbios vasculares71
Incomum: aumento ou diminuição transitória da pressão sanguínea, que foram relatados após o tratamento com paroxetina, geralmente em pacientes com hipertensão72 ou ansiedade pré-existentes.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastínicos
Comum: bocejo.
Distúrbios gastrintestinais
Muito comum: náusea6.
Comum: constipação9, diarreia10, boca7 seca.
Muito raros: sangramento gastrintestinal.
Distúrbios hepato-biliares
Raro: elevação das enzimas hepáticas73.
Muito raro: eventos hepáticos (como hepatite74, às vezes associada à icterícia75 e/ou falha hepática23).
Foi relatada elevação das enzimas hepáticas73. Muito raramente também foram relatados eventos hepáticos póscomercialização (como hepatite74, às vezes associada à icterícia75, ou deficiência hepática23). A descontinuação do uso da paroxetina deve ser considerada se houver elevação dos resultados de função hepática23.
Distúrbios da pele46 e do tecido subcutâneo76
Comum: sudorese52.
Incomum: rash77 cutâneo78 (exantema79).
Muito raro: reações de fotossensibilidade.
Distúrbio renal80 e urinário
Incomum: retenção urinária81, incontinência urinária82.
Distúrbios do sistema reprodutivo e mamários
Muito comum: disfunção sexual.
Raro: hiperprolactinemia/galactorreia83.
Distúrbios gerais
Comum: astenia84.
Muito raro: edema85 periférico.
Sintomas1 observados na descontinuação do tratamento com paroxetina
Comum: vertigem8, distúrbios sensoriais, distúrbios do sono, ansiedade.
Incomum: agitação, náusea6, tremor, confusão, sudorese52, diarreia10.
Assim como com muitos medicamentos psicoativos, a descontinuação da paroxetina (particularmente de forma abrupta) pode provocar sintomas1 como vertigem8, distúrbios sensoriais (incluindo parestesia49, sensação de choque50 elétrico e tinitus), distúrbios do sono (incluindo sonhos intensos), agitação ou ansiedade, náusea6, dor de cabeça86, tremor, confusão, diarreia10 e sudorese52. Na maioria dos pacientes, esses eventos são suaves a moderados e autolimitantes. Nenhum grupo particular de pacientes mostrou possuir um risco aumentado para esses sintomas1; entretanto recomenda-se que quando o tratamento com DEPAXAN não for mais necessário, a descontinuação seja gradual através da redução da dosagem (ver Posologia e Precauções e Advertências).
Reações adversas observadas em estudos clínicos pediátricos
Em estudos clínicos pediátricos, os seguintes eventos adversos foram relatados em no mínimo 2% dos pacientes, e ocorreu com incidência40 pelo menos duas vezes maior do que aquela observada com placebo19: labilidade emocional (incluindo autodestruição, pensa mento/comportamento suicida, choro e flutuação do humor), hostilidade, diminuição do apetite, tremor, sudorese52, hipercinesia87, e agitação. Pensamento/comportamento suicida foram observados principalmente em estudos clínicos conduzidos em adolescentes com transtorno depressivo maior. Hostilidade foi observada, particularmente, em crianças com transtorno obsessivo compulsivo e, especialmente, em crianças menores de 12 anos de idade.
Em estudos que utilizaram um regime de redução de dose (redução da dose diária em 10 mg/dia em intervalos semanais até a dose de 10 mg/dia por uma semana), os sintomas1 reportados durante a fase de redução ou com a descontinuação de DEPAXAN, em, no mínimo 2% dos pacientes e que ocorreram pelo menos duas vezes mais que com placebo19 foram: labilidade emocional, nervosismo, vertigem8, náusea6 e dores abdominais (Ver Advertências).

Interações Medicamentosas de Depaxan

Drogas serotoninérgicasAssim como ocorre com outros ISRSs, a co-administração com fármacos serotoninérgicos (incluindo IMAOs, L-triptofano, tramadol, linezolida, ISRSs, lítio ou preparações a partir de erva de São João - Hypericum perforatum) podem levar a um aumento dos efeitos associados ao 5-HT (síndrome serotoninérgica29: ver Contraindicações e Advertências).
A associação entre DEPAXAN e estas drogas requer muito cuidado e um monitoramento clínico minucioso.
Pimozida
Em um estudo de baixa dose única de pimozida (2 mg) foi demonstrado aumento nos níveis de pimozida quando coadministrada com paroxetina. Enquanto o mecanismo de interação for desconhecido, devido à janela terapêutica88 estreita da pimozida e sua conhecida habilidade de prolongar o intervalo QT, o uso concomitante de pimozida e DEPAXAN é contraindicado (ver Contraindicações).
Enzimas metabolizadoras de drogas
O metabolismo12 e a farmacocinética da paroxetina podem ser afetadas pela indução ou inibição de enzimas metabolizadoras de drogas.
Quando DEPAXAN é co-administrado com um inibidor conhecido da enzima22 metabolizadora, deve-se considerar o uso das doses mais baixas da faixa terapêutica88. Nenhum ajuste da dosagem inicial deve ser considerado necessário quando o fármaco89 co-administrado for um indutor conhecido (ex.: carbamazepina, rifampicina, fenobarbital, fenitoína). Qualquer ajuste de dose subsequente deve ser conduzido pelos efeitos clínicos (tolerabilidade e eficácia).
Fosamprenavir/ritonavir
A co-administração de fosamprenavir/ritonavir com a paroxetina reduz significativamente os níveis plasmáticos de paroxetina. Qualquer ajuste na dose deve considerar o efeito clínico (tolerabilidade e eficácia).
Prociclidina
A administração diária de paroxetina aumenta significativamente os níveis plasmáticos de prociclidina. Se forem observados efeitos anticolinérgicos, a dose de prociclidina deve ser reduzida.
Anticonvulsivantes
Carbamazepina, fenitoína, valproato de sódio. A administração concomitante não aparenta apresentar efeito no perfil farmacocinético/farmacodinâmico em pacientes epiléticos.
Potencial inibitório da CYP2D6 da paroxetina
Assim como outros antidepressivos, incluindo outros ISRSs, a paroxetina inibe a enzima22 hepática23 citocromo P450 CYP2D6.
A inibição da CYP2D6 pode conduzir a concentração plasmática aumentada de drogas co-administradas metabolizadas por essa enzima22. Isso inclui certos antidepressivos tricíclicos (ex: nortriptilina, amitriptilina, imipramida e desipramina), neurolépticos90 fenotiazínicos (ex.: perfenazina e tioridazina), risperidona, atomoxetina, certos antiarrítmicos tipo 1c (ex.: propafenona e flecainida) e metoprolol.
CYP3A4
Um estudo de interação in vivo envolvendo a co-administração no estado de equilíbrio de paroxetina e terfenadina, um substrato do citocromo CYP3A4 revelou que a paroxetina não afetou a farmacocinética da terfenadina. Um estudo similar de interação in vivo revelou que a paroxetina não afetou a farmacocinética do alprazolam e vice-versa. A administração concomitante de paroxetina com terfenadina, alprazolam e outras drogas que sejam substrato do CYP3A4 não é esperada de oferecer perigo.
Estudos clínicos demonstraram que a absorção e a farmacocinética da paroxetina não são afetados ou são marginalmente afetadas (por ex.: em uma dosagem que não é necessária nenhuma alteração) por: alimentos; antiácidos13; digoxina; propranolol; álcool; a paroxetina não potencializa a redução da habilidade motora e mental causada pelo álcool, entretanto, o uso concomitante de paroxetina e álcool não é recomendado.

Posologia de Depaxan

Conforme recomendado para todos os medicamentos antidepressivos, a posologia deve ser avaliada e ajustada, se necessário, dentro de 2 a 3 semanas do início do tratamento e, a partir de então, conforme considerado clinicamente apropriado.
Os pacientes devem ser tratados por um período suficiente para garantir que estejam livres dos sintomas1. Este período pode ser de vários meses para depressão, podendo ser mais longo para o tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) ou Doença do Pânico.
Da mesma forma que com muitos medicamentos psicoativos, a descontinuação abrupta deve ser evitada (ver Reações Adversas).
Depressão
A dose recomendada é de 20 mg ao dia. Em alguns pacientes, pode ser necessário aumentar a dose. Isto deve ser feito gradativamente, em aumentos de 10 mg até 50 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.
Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)
A dose recomendada é de 40 mg ao dia. O tratamento deve ser iniciado com 20 mg ao dia e a dose pode ser aumentada semanalmente, em aumentos de 10 mg.
Alguns pacientes se beneficiam pelo aumento da dosagem até o máximo de 60 mg/dia.
Doença do Pânico
A dose recomendada é de 40 mg ao dia. O tratamento deve ser iniciado com 10 mg ao dia e a dose deve ser aumentada semanalmente, em aumentos de 10 mg, de acordo com a resposta do paciente. Alguns pacientes podem se beneficiar pelo aumento da dosagem até o máximo de 50 mg/dia.
Uma dose inicial baixa é recomendada para minimizar a piora potencial da sintomatologia do pânico que, conforme se reconhece, geralmente ocorre no início do tratamento da Doença do Pânico.
Fobia3 Social/Transtorno de Ansiedade Social
A dose recomendada é de 20 mg/dia. Os pacientes que não responderem à dose de 20 mg, podem se beneficiar pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg, conforme necessário, até o máximo de 50 mg/dia. As alterações de dosagem devem ocorrer em intervalos de pelo menos 1 semana.
Transtorno de Ansiedade Generalizada
A dose recomendada é de 20 mg/dia. Os pacientes que não responderem à dose de 20 mg, podem se beneficiar pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg, conforme necessário, até o máximo de 50 mg/dia, de acordo com a resposta dos pacientes.
Transtorno de Estresse Pós-Traumático
A dose recomendada é de 20 mg/dia. Os pacientes que não responderem à dose de 20 mg, podem se beneficiar pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg, conforme necessário, até o máximo de 50 mg/dia, de acordo com a resposta dos pacientes.
Descontinuação de DEPAXAN
Assim como outros medicamentos psicoativos, a descontinuação abrupta deve ser evitada (ver Reações Adversas, Precauções e Advertências). O regime de redução de dose, usada em estudos clínicos recentes, envolvem uma redução na dose diária de 10 mg, em intervalos semanais.
Ao atingir uma dose diária de 20 mg/dia, os pacientes mantiveram esta dose por uma semana, antes da descontinuação do tratamento. Caso sintomas1 intoleráveis ocorram após a redução da dose ou na descontinuação do tratamento, deve-se considerar o uso da dose previamente prescrita.
Subsequentemente, o médico deve continuar reduzindo a dose, mas em uma taxa mais gradativa.

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Depaxan

Pacientes idososOcorre aumento das concentrações plasmáticas.
A posologia deve ser iniciada com a dose adulto e pode ser aumentada semanalmente, em aumentos de 10 mg/dia até o máximo de 40 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.
Crianças e adolescentes (menores que 18 anos)
Não é indicado o uso de DEPAXAN em crianças e adolescentes menores de 18 anos (Ver Indicações e Advertências).
Insuficiência hepática38/renal80
O aumento das concentrações plasmáticas de paroxetina ocorre em pacientes com insuficiência renal37 grave (clearance de creatinina91 < 30 ml/min) ou aqueles com insuficiência hepática38. A dose recomendada é de 20 mg ao dia. Aumentos de dosagem, se necessário, deverão ser restritos à dosagem mínima da faixa permitida.
Gravidez4 e lactação5
Estudos em animais não demonstraram quaisquer efeitos teratogênico92 ou embriotóxico seletivo.
Recentes estudos epidemiológicos em grávidas após exposição materna a antidepressivos durante o primeiro trimestre de gravidez4 mostraram um aumento no risco de malformações93 congênitas94, particularmente cardiovasculares (como defeitos do septo atrial e ventricular), associados ao uso de paroxetina. Os dados sugerem que o risco do feto95 ter um defeito cardiovascular após a exposição materna a paroxetina é de aproximadamente 1/50, comparado com a taxa esperada para estes efeitos na população em geral, que é de aproximadamente 1/100.
O médico precisa avaliar a opção de tratamentos alternativos em mulheres grávidas ou que estão planejando engravidar, e deve prescrever DEPAXAN somente quando os benefícios potenciais justificarem os riscos. Se o médico optar pela descontinuação do tratamento, deve ser observada a " Posologia - Descontinuação"  de DEPAXAN e " Advertências - Sintomas1 observados com a descontinuação de DEPAXAN em adultos" .
Houve relatos de nascimento prematuro em mulheres grávidas expostas a paroxetina ou outros ISRSs, entretanto não foi estabelecida uma relação causal.
Deve-se monitorar o recém-nascido caso a mãe tenha dado continuidade ao tratamento com DEPAXAN nos estágios finais da gravidez4, uma vez que houve relatos de complicações em neonatos96 expostos ao DEPAXAN ou outros ISRSs após o terceiro trimestre de gravidez4. Entretanto, uma relação causal com a terapia ainda não pode ser estabelecida. Os achados clínicos relatados incluem: desconforto respiratório, cianose97, apneia98, convulsões, instabilidade térmica, dificuldade em amamentar, vômito11, hipoglicemia99, hipertonia100, hipotonia101, hiperreflexia66, tremor, nervosismo, irritabilidade, letargia102, choro constante e sonolência. Em alguns casos, os sintomas1 relatados foram descritos como síndrome30 de abstinência neonatal. Na maioria dos casos, as complicações ocorreram imediatamente ou logo em seguida ao nascimento (menos de 24 horas).
Uma pequena quantidade de paroxetina é excretada pelo leite materno. Em estudos publicados, as concentrações séricas em crianças amamentadas foram indetectáveis (< 2 ng/ml) ou muito baixas (< 4 ng/ml). Não foram observados sinais103 de efeito da droga nessas crianças. Contudo, não deve ser usado durante a amamentação104, a não ser que os benefícios esperados à mãe justifiquem os potenciais riscos à criança.

Superdose de Depaxan

Uma ampla margem de segurança é evidente a partir dos dados disponíveis. Casos de superdose foram relatados em pacientes que administravam até 2000 mg de paroxetina isoladamente ou em combinação com outras medicações, incluindo álcool. As experiências de superdose com DEPAXAN demonstraram além dos sintomas1 observados em reações adversas, os seguintes sintomas1: vômito11, pupila dilatada, febre105, alterações na pressão arterial106, cefaleia53, contrações musculares involuntárias, agitação, ansiedade e taquicardia68.
Coma33 ou alterações no ECG foram ocasionalmente relatadas, e muito raramente um resultado fatal, mas geralmente quando DEPAXAN foi administrado em associação com outros fármacos psicotrópicos107, com ou sem álcool.
Não se conhece um antídoto108 específico.
O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdose com qualquer antidepressivo. A rápida administração de carvão ativado pode retardar a absorção de paroxetina.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DE RECEITA

MS - 1.1213.0375
Farm. Resp.: Alberto Jorge Garcia Guimarães
CRF-SP 12.449
Fabricado por Biosintética Farmacêutica Ltda.
Av. das Nações Unidas, 22.428
São Paulo - SP
CNPJ 53.162.095/0001-06
Indústria Brasileira
Embalado por Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP
Nº do lote, data de fabricação e validade: vide cartucho.

DEPAXAN - Laboratório

ACHÈ
RODOVIA PRES DUTRA KM 222, 2
GUARULHOS/SP - CEP: 07034-904
Tel: 11 6440-8418
Email: ache@ache.com.br
Site: http://www.ache.com.br

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Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
3 Fobia: Medo exagerado, falta de tolerância, aversão.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
6 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
7 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
8 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
9 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
10 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
11 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
12 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
13 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
14 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
15 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
16 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
17 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
18 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
19 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
20 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
21 Agorafobia: Estado de medo mórbido de se achar sozinho em grandes espaços abertos ou de atravessar lugares públicos. Também conhecida como cenofobia.
22 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
23 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
24 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
25 Raiva: 1. Doença infecciosa freqüentemente mortal, transmitida ao homem através da mordida de animais domésticos e selvagens infectados e que produz uma paralisia progressiva juntamente com um aumento de sensibilidade perante estímulos visuais ou sonoros mínimos. 2. Fúria, ódio.
26 Comorbidades: Coexistência de transtornos ou doenças.
27 Acatisia: Síndrome caracterizada por sentimentos de inquietação interna que se manifesta por incapacidade de se manter quieta. É frequentemente causada por medicamentos neurolépticos.
28 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
29 Síndrome serotoninérgica: Síndrome serotoninérgica ou síndrome da serotonina é caracterizada por uma tríade de alterações do estado mental (ansiedade, agitação, confusão mental, hipomania, alucinações e coma), das funções motoras (englobando tremores, mioclonias, hipertonia, hiperreflexia e incoordenação) e do sistema nervoso autônomo (febre, sudorese, náuseas, vômitos, diarreia e hipertensão). Ela pode ter causas diversas, mas na maioria das vezes ocorre por uma má interação medicamentosa, quando dois ou mais medicamentos que elevam a neurotransmissão serotoninérgica por meio de distintos mecanismos são utilizados concomitantemente ou em overdose.
30 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
31 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
32 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
33 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
34 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
35 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
36 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
37 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
38 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
39 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
40 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
41 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
42 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
43 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
44 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
45 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
46 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
47 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
48 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
49 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
50 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
51 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
52 Sudorese: Suor excessivo
53 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
54 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
55 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
56 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
57 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
58 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
59 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
60 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
61 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
62 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
63 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
64 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
65 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
66 Hiperreflexia: Definida como reflexos muito ativos ou responsivos em excesso. Suas causas mais comuns são lesão na medula espinal e casos de hipocalcemia.
67 Mioclonia: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
68 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
69 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
70 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
71 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
72 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
73 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
74 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
75 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
76 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
77 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
78 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
79 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
80 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
81 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
82 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
83 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
84 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
85 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
86 Cabeça:
87 Hipercinesia: Motilidade patologicamente excessiva, com aumento da amplitude e da rapidez dos movimentos.
88 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
89 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
90 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
91 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
92 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
93 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
94 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
95 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
96 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
97 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
98 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
99 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
100 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
101 Hipotonia: 1. Em biologia, é a condição da solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra. 2. Em fisiologia, é a redução ou perda do tono muscular ou a redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular, nas artérias, etc.)
102 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
103 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
104 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
105 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
106 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
107 Psicotrópicos: Que ou o que atua quimicamente sobre o psiquismo, a atividade mental, o comportamento, a percepção, etc. (diz-se de medicamento, droga, substância, etc.). Alguns psicotrópicos têm efeito sedativo, calmante ou antidepressivo; outros, especialmente se usados indevidamente, podem causar perturbações psíquicas.
108 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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