NORTEC

ATIVUS

Atualizado em 09/12/2014

            Nortec  Fluoxetina                             
- FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 10 mg -
Caixa com 28 comp. rev. Comprimidos revestidos de 20 mg - Caixa com 14 comp. rev. Comprimidos revestidos de 20 mg - Caixa com 28 comp. rev.  USO ADULTO  COMPOSIÇÃO  Comprimidos revestidos 10 mg - cada comprimido revestido contém:  Fluoxetina (Cloridrato) 10 mg  Comprimidos revestidos 20 mg - cada comprimido revestido contém:  Fluoxetina (Cloridrato) 20 mg  Excipiente: Água Destilada, Estearato de Magnésio, Gluconato Amido Sódico, Lactose1, Talco, Polissorbato, Acetona, Polietilenoglicol, Dióxido de Titânio, Corante, Copolímero Ácido Metacrílico, Simeticona, Trietilcitrato.  - - - - - - - - -

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE  
NORTEC
(Fluoxetina), devido à sua ação antidepressiva, é indicado para o tratamento da depressão maior e da bulimia2 nervosa.  
-- Cuidados na Conservação:  O medicamento deve ser conservado ao abrigo do calor excessivo, da umidade, da luz e em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).  
-- Prazo de validade: 24 meses após a data de fabricação.  

Não utilize medicamentos com o prazo de validade vencido.  Verifique a data de fabricação no cartucho.  

-- Conduta na gravidez3 e lactação4:  
Apesar de não ter sido constatada teratogenicidade, a Fluoxetina não deve ser utilizada durante a gravidez3 a menos que seja absolutamente necessária. Há passagem do princípio ativo para o leite materno, por este motivo, sua administração deve ser feita com cautela nas lactantes5.Informe a seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando  
-- cuidados na administração:
As patologias a que se destina a utilização da Fluoxetina requerem, em sua maioria, terapêutica6 prolongada. O tratamento pode variar de pessoa para pessoa e de patologia7 para patologia7. A dose do medicamento e o tempo de tratamento só podem ser definidos pelo médico, mas em nenhuma hipótese esta pode exceder 80 mg/dia.  Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.  NÃO INTERROMPER O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO  Reações Adversas: As reações adversas mais comumente observadas com o uso de Fluoxetina são: ansiedade, nervosismo e insônia; sonolência, fadiga8 ou astenia9, tremor, sudorese10, anorexia11, náuseas12, diarréia13, tontura14 e sensação de cabeça15 leve.  TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.  

- Ingestão concomitante Com outras substâncias: Não deve-se utilizar bebidas alcóolicas durante o tratamento com Fluoxetina.  Bula Nortec - pagina 1  Formato: 120 x 180 mm  Cor: 1 x 1 - Azul Pantone 293 C  ativus farmacêutica ltda.  Junho/00
- Contra-Indicações e Precauções:  
NORTEC
(Fluoxetina) está contra-indicado em casos de hipersensibilidade ao Cloridrato de Fluoxetina e/ou aos componentes da formulação.  
- Dependência física e psíquica:
Não existem estudos sobre a ocorrência da síndrome16 de abstinência com a suspensão da Fluoxetina, mas como é uma substância que atua no Sistema Nervoso Central17, o médico deve estar alerta a esta possibilidade.  
- Atividades que exijam destreza:
A Fluoxetina atua à nível do Sistema Nervoso Central17 e apresenta uma atividade psicoativa que pode interferir com a capacidade cognitiva18 e motora do paciente, principalmente no início da terapêutica6, por isto, não é conveniente que o paciente exerça atividades como operar máquinas e dirigir veículos, pois, os reflexos automáticos podem estar prejudicados temporariamente.  
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SAÚDE19.  

Informações Técnicas  farmacologia20 de Nortec

:  A ação antidepressiva da Fluoxetina está possivelmente ligada à inibição da captação de Serotonina nos neurônios21 do Sistema Nervoso Central17 embora esta também ocorra nas plaquetas22 sangüíneas. Esta inibição seletiva da recaptação da Serotonina (5-hidroxi-Triptamina ou 5-HT) potencializa a ação da 5-HT. A 5-HT exerce no Sistema Nervoso Central17 tanto ações excitatórias como inibitórias, que podem ocorrer na mesma região cerebral dependendo do grupo neuronal envolvido e com a população de subtipos de receptores serotoninérgicos presentes.  

- FARMACOCINÉTICA:  A absorção da Fluoxetina pode ser retardada quando administrada junto às refeições mas os níveis sangüíneos são iguais àqueles obtidos com a administração oral de estômago23 vazio, sendo indiferente a ingestão do medicamento com ou sem a presença de alimento no tubo digestivo. Atinge-se a concentração plasmática máxima após 6 a 8 horas da administração inicial.  A Fluoxetina é de metabolização hepática24. É transformada inicialmente num metabólito25 ativo a Norfluoxetina e em outros metabólitos26 inativos não identificados que são, em sua maioria, eliminados pela urina27. A Fluoxetina apresenta uma porcentagem elevada de ligação protéica (cerca de 90%) e o seu metabolismo28 é parcialmente dependente da atividade do Citocromo P- 450, Isoenzima P 450 II D6, sistema enzimático envolvido na metabolização de um grande número de drogas. Por este motivo, a administração simultânea de dois ou mais medicamentos que se utilizam deste sistema pode desencadear reações decorrentes do acúmulo de uma ou mais delas em conseqüência da competição pelo mesmo sistema de metabolização, daí a necessidade de se precaver quanto ao uso concomitante da Carbamazepina, Antidepressivos tricíclicos, Vimblastina e outros.  A meia-vida da Fluoxetina é relativamente prolongada, levando 1 a 3 dias para a eliminação de uma dose aguda e 4 a 6 dias quando a administração é feita à longo prazo. Também a Norfluoxetina, o principal metabólito25 ativo, pode apresentar um acúmulo efetivo importante. Entretanto, após 30 dias de administração, verifica-se que o aumento nas concentrações plasmáticas é limitado, desde que, seja mantida uma dose diária máxima de 40 a 80 mg/dia. Interrompida a administração, a Fluoxetina ainda permanecerá ativa por várias semanas, devendo-se, neste período, ter-se o cuidado com a prescrição de outras drogas, pela possibilidade de haver interação medicamentosa mesmo sem haver administração concomitante de Fluoxetina.  A existência de um padrão genético autossômico29 recessivo determinando os metabolizadores rápidos e lentos de um medicamento, pode ocasionar padrões diferentes de efeitos e tolerância à Fluoxetina, sendo, nestes casos, os metabolizadores lentos, mais susceptíveis aos seus efeitos colaterais30.  - - - - - - INDICAÇÕES:  
O Nortec (Fluoxetina) é indicado no tratamento de Distúrbio Depressivo Maior, Bulimia2 Nervosa e Distúrbio Obsessivo Compulsivo (DOC).  O uso de Fluoxetina só foi avaliado em pacientes que receberam a medicação a longo prazo, a nível ambulatorial. Em nenhum dos grupos de estudo foram avaliados adequadamente pacientes hospitalizados. A utilização de Fluoxetina nestes estudos foi de no mínimo 5 a 6 semanas até por 13 semanas sucessivas.  Há relatos de indicações no controle sintomático31 das manifestações depressivas e dos quadros irritativos da Doença de Huntington. Também tem sido relatado o uso da Fluoxetina na síndrome16 de abstinência da cocaína nos pacientes submetidos à terapêutica6 de desintoxicação.  
- CONTRA INDICAÇÕES:  
-- Hipersensibilidade à Fluoxetina:
Está contra-indicado o uso de NORTEC (Fluoxetina) em pacientes com história de hipersensibilidade à Fluoxetina.  -- Inibidores da MAO32: É extremamente perigoso o uso concomitante deste grupo de medicamentos com a Fluoxetina, ou mesmo, o seu uso num prazo muito próximo daquele decorrido da parada de administração da mesma. Há relatos de alterações graves das funções vitais, ocorrência de alterações mentais como agitação extrema, delírio33, coma34 e mesmo morte. Desta forma a Fluoxetina só pode ser utilizada em um paciente que vinha sendo medicado com inibidor da MAO32 num prazo mínimo de 14 dias. Os inibidores da MAO32 só podem ser utilizados por pacientes que foram medicados com a Fluoxetina após 5 ou 6 semanas de sua interrupção.                     

- ADVERTÊNCIAS:  
-- Anorexia11 e perda de peso:
Embora, muitas vezes, a utilização da Fluoxetina tenha até esta indicação, para alguns pacientes, este efeito diminuidor do apetite com conseqüente perda de peso pode ser indesejável para outros.  
-- Sintomas35 gerais ligados ao Sistema Nervoso Central17: Nervosismo, tremores, sonolência, tonturas36, diminuição da libido37, agitação, euforia, labilidade emocional, convulsões, ativação de manias e hipomania.  
-- Tendência suicida:
A depressão predispõe muitos pacientes ao ímpeto suicida que não cede no início da terapêutica6. Deve-se monitorar continuamente o paciente de alto risco.  
-- Função plaquetária:
Pelo fato das plaquetas22 serem locais de produção e armazenamento de Serotonina, alguns pacientes tiveram alterações das funções plaquetárias, com episódios de sangramento anormais.  
-- Doenças associadas: Pacientes portadores de outras patologias de natureza clínica, principalmente, aquelas que comprometam aspectos metabólicos e hemodinâmicos, devem usar a Fluoxetina com muita cautela sempre levando-se em conta a relação risco / benefício. Desta forma, nas patologias abaixo deve-se utilizar a Fluoxetina com uma monitoração clínica e laboratorial mais assídua para detectar alterações na fisiologia38 normal.  
-- Patologias Cardíacas:
Insuficiência cardíaca39, Infartos e Anginas.  
-- Patologias Hepáticas40:
Cirrose41 e Insuficiência Hepática42.  
-- Patologias Renais:
Insuficiência renal43.  
-- Diabetes44:
Pode ocorrer hipoglicemia45 durante a utilização de Fluoxetina e hiperglicemia46 após a sua suspensão. É necessário ajustar a dose de hipoglicemiantes47 em ambas as situações.    -- Dependência física e psíquica:
A Fluoxetina não foi sistematicamente estudada em animais e/ou seres humanos, quanto ao seu potencial de abuso, tolerância ou dependência física. As pesquisas clínicas com a Fluoxetina não revelarem qualquer tendência para uma síndrome16 de abstinência ou qualquer alteração de comportamento, essas observações não foram sistemáticas e não é possível predizer com base nessa experiência limitada em que extensão uma droga ativa no Sistema Nervoso Central17 será mal usada, desviada e/ou constituir hábito, quando comercializada. Assim sendo, é necessária uma avaliação cuidadosa dos médicos com relação ao histórico de abuso de drogas pelos pacientes, fazendo acompanhamento rigoroso destes e observando-os quanto aos sinais48 de mal uso e/ou abuso do Cloridrato de Fluoxetina (desenvolvimento de tolerância, aumento de dose e alteração de comportamento na procura da droga).  
-- Gestantes:
Embora os estudos em animais não tenham demonstrado efeitos patogênicos e teratogênicos49 não é possível assegurar uma correlação perfeita com o ser humano. Não existem estudos sobre o trabalho de parto em mulheres que estavam em tratamento com a Fluoxetina. A utilização da Fluoxetina na mulher deve ser feita quando estritamente necessária e se possível utilizar métodos anticoncepcionais durante o tratamento de mulheres em idade fértil.  
-- Lactantes5:
Não se deve administrar Fluoxetina em mulheres que estejam amamentando, pois, a concentração de Fluoxetina e Norfluoxetina em amostra de leite humano foi de 70,4 ng/ml para um nível sangüíneo materno de 295 ng/ml.  
-- Pediatria:
Não foram estabelecidos limites que assegurem o uso de Fluoxetina em crianças.  

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
A Fluoxetina é um medicamento novo e o conhecimento farmacológico obtido até agora mostra que esta substância pode interagir com vários medicamentos. Entretanto, não foi ainda possível estender a pesquisa para a maioria dos medicamentos.  Deve-se ter especial precaução para usar drogas que atuam no Sistema Nervoso Central17:  
-- Inibidores da Monoamino-Oxidase (IMAO50):
As reações com este grupo de medicamentos são extremamente graves em pacientes que estão recebendo Fluoxetina. O uso concomitante dos dois medicamentos está formalmente contra-indicado. Não se pode inclusive iniciar o tratamento com IMAO50, mesmo após a interrupção da Fluoxetina. Há necessidade de se aguardar um prazo mínimo de 14 dias para a eliminação completa da mesma.  -- -- Triptofano:
A administração concomitante com a Fluoxetina pode causar reações como agitação psicomotora51, inquietação e distúrbios gastrintestinais.  

- Benzodiazepínicos de Nortec

:
A meia-vida destes compostos pode ser prolongada quando administrada simultaneamente com a Fluoxetina.  
-- Lítio:
Os níveis sangüíneos de Lítio podem ser alterados de forma variável, podendo ser influenciado tanto no sentido de elevação como diminuição.  

- Interação com Drogas Que Apresentam Elevada Ligação Protéica de Nortec

:
Existem muitos medicamentos que se ligam à proteínas52 tais como Antibióticos, Anticoagulantes53 e Cardiotônicos. A Fluoxetina, de alta ligação protéica, pode competir com estas drogas e os níveis sangüíneos da droga livre pode tanto ser influenciado negativamente, como positivamente, isto é, pode-se ter uma fração livre de Fluoxetina aumentada ou diminuída ou, uma fração livre da droga administrada concomitantemente, aumentada ou diminuída. Deve-se, portanto, considerar este aspecto, principalmente no paciente que necessita de anticoagulantes53 ou no cardíaco que necessita de digitalização.  
-- Terapêutica6 com Eletrochoque:
Não há estudos clínicos sobre o uso concomitante de Fluoxetina e Eletrochoques. Foi relatada apenas uma ocorrência de convulsão54 prolongada em um paciente que vinha sendo medicado com a Fluoxetina.  
- REAÇÕES ADVERSAS:  
NORTEC
(Fluoxetina) é um produto novo com comprovada eficácia e segurança, mas podem ocorrer reações adversas ainda não observadas e, o médico, deve estar atento a esta possibilidade. As reações adversas relatadas abaixo são aquelas julgadas como importantes a serem citadas. Não estão, entretanto, colocadas em ordem de freqüência e, muitas vezes, uma única ocorrência foi relatada aqui por um critério estritamente subjetivo.  
-- Sistema nervoso55: ansiedade, nervosismo, insônia, sonolência, fadiga8 ou astenia9, tremores, sudorese10, anorexia11, náuseas12, tontura14, sensação de cabeça15 leve, diminuição da libido37 e concentração diminuída.  
-- Aparelho digestivo56:
náuseas12, diarréia13, secura na boca57, anorexia11, dispepsia58, constipação59, dor abdominal, vômito60, alteração no paladar61 e flatulência.  
-- Pele62 e anexos63:
suor excessivo, erupção64, prurido65, urticária66, nódulos subcutâneos e eczemas67.  
-- Aparelho respiratório68:
insuficiência respiratória69, sintomas35 similares a gripe70, laringite71, congestão nasal, sinusite72, tosse, dispnéia73.  
-- Aparelho cardiovascular74:
anginas, arritmias75, hipotensão76, hipertensão77 e palpitações78.  -- Aparelho osteomuscular:
dores articulares e musculares, lombalgias, bursite79 e tendinites.  
-- Aparelho genito-urinário:
cólicas80 menstruais, diminuição da libido37, polaciúria e cistites.  -- Órgãos dos sentidos:
ambliopia81, diplopia82, conjuntivites83, ptose84, estrabismo85, tinidos no ouvido e perda do paladar61.  
- EFEITOS COLATERAIS30:  
A Fluoxetina foi estudada e utilizada exaustivamente em um número muito grande de pacientes. Há relatos de uma série de efeitos colaterais30, uns mais freqüentes e, outros menos, mas todos incluídos aqui como forma de advertência para possíveis ocorrências.  
-- Reações alérgicas:
Erupções cutâneas86, febre87, urticária66, leucocitose88, artralgia89, edema90, síndrome16 do túnel do carpo, distúrbio respiratório, linfoadenopatia91, proteinúria92 e elevação leve da transaminases.  --  Doença do Soro93:
Dois pacientes desenvolveram uma grave doença cutânea94 sistêmica, um com vasculite95 leucocitoblástica e outro com síndrome16 descamativa (vasculite95 ou eritema multiforme96).  
-- Vasculite95 sistêmica:
As reações vasculares97 sistêmicas, apesar de serem raras, podem comprometer órgãos vitais como os pulmões98, rins99 e fígado100.  
-- Reações anafilactóides:
Foram relatadas reações de anafilaxia101 incluindo broncoespasmo102, angioedema103 e urticárias isoladas ou combinadas.  
- POSOLOGIA  
-- Depressão:
20 mg pela manhã e eventualmente 20 mg no almoço. A resposta pode ocorrer até após 4 semanas de tratamento. O tempo de tratamento deve ser individualizado de acordo com o paciente e a critério médico.  
-- Bulimia2 Nervosa:
O controle desta patologia7 pode exigir de 20 a 60 mg/dia.
-- Distúrbio Obsessivo Compulsivo:
A dose inicial de tratamento é de 20 mg/dia. Decorrido um prazo aproximado de 5 semanas, deve-se avaliar a necessidade ou não de implementá-la.  Pacientes mais sensíveis, a dose inicial e de retirada é de 10 mg ao dia.  - SUPERDOSAGEM:  
A experiência com animais mostra que a DL 50 (Dose Letal 50%) em ratos e camundongos está entre 248 e 452 mg/kg. A administração de doses agudas elevadas a cães causou convulsões na maioria dos animais, controláveis com a administração de Diazepam endovenoso. Nenhum dos casos de óbito104, relacionados à intoxicação pela Fluoxetina tinha-a como único medicamento utilizado pelo paciente. Em geral outras drogas com ação no Sistema Nervoso Central17 estavam envolvidas, tais como a Maproptilina, o Álcool e o Fermazepam. Os sintomas35 mais freqüentes nos casos de intoxicação foram inquietação, agitação psicomotora51 e finalmente convulsão54.  
-- Medidas terapêuticas gerais:
Dependendo do tempo de ingestão da dose excessiva, são recomendáveis medidas esvaziadoras gástricas comuns a qualquer medicamento:  - utilização do carvão ativado para adsorver as substâncias,  - lavagem gástrica105,  - medidas provocadoras de vômitos106 (desde que o paciente esteja consciente para não se correr o risco de aspiração pulmonar).  
-- Manutenção das condições vitais:
Constitui em uma etapa importante para ultrapassar o período agudo107 da intoxicação. Controle das funções cardíacas e respiratórias através de monitoração cardíaca e entubação endotraqueal, quando necessárias. Utilização criteriosa do Diazepam para controle das convulsões. Medidas de hiperidratação e mesmo diálise108, não serão tão produtivas no sentido de acelerar a eliminação da Fluoxetina dado a sua ampla distribuição nos diversos compartimentos biológicos. Deve ser considerada, nos casos de intoxicação a possibilidade de envolvimento de outras drogas que sempre deterioram muito o prognóstico109 evolutivo de intoxicação.  
-- Antagonistas específicos:
Não existe nenhum antagonista110 específico para a Fluoxetina.  -- Advertências e recomendações para pacientes111 com idade superior a 65 anos:
A Fluoxetina ainda não foi sistematicamente avaliada em pacientes acima de 65 anos de idade. Contudo, centenas de pacientes idosos têm participado de estudos clínicos, não ocorrendo aparecimento de reações adversas relacionadas com a idade. Entretanto, estes dados não são suficientes para determinar diferenças relacionadas com a idade durante o tratamento crônico112, particularmente em pacientes idosos que têm doenças sistêmicas concomitantes e/ou estão recebendo outras drogas.  
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA  SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA  

NORTEC - Laboratório

ATIVUS
Rua Fonte Mécia, 2050 - São Pedro
Valinhos/SP - CEP: 13270-000
Tel: (19) 3849 8600
Site: http://www.ativus.com.br/

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Bulimia: Ingestão compulsiva de alimentos, em geral seguida de indução do vômito ou uso abusivo de laxantes. Trata-se de uma doença psiquiátrica, que faz parte dos chamados Transtornos Alimentares, juntamente com a Anorexia Nervosa, à qual pode estar associada.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
6 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
7 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
8 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
9 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
10 Sudorese: Suor excessivo
11 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
12 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
13 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
14 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
15 Cabeça:
16 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
17 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
18 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
19 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
20 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
21 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
22 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
23 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
24 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
25 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
26 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
27 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
28 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
29 Autossômico: 1. Referente a autossomo, ou seja, ao cromossomo que não participa da determinação do sexo; eucromossomo. 2. Cujo gene está localizado em um dos autossomos (diz-se da herança de características). As doenças gênicas podem ser classificadas segundo o seu padrão de herança genética em: autossômica dominante (só basta um alelo afetado para que se manifeste a afecção), autossômica recessiva (são necessários dois alelos com mutação para que se manifeste a afecção), ligada ao cromossomo sexual X e as de herança mitocondrial (necessariamente herdadas da mãe).
30 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
31 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
32 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
33 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
34 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
35 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
36 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
37 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
38 Fisiologia: Estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
39 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
40 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
41 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
42 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
43 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
44 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
45 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
46 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
47 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
48 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
49 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
50 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
51 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
52 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
53 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
54 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
55 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
56 Aparelho digestivo: O aparelho digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
57 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
58 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
59 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
60 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
61 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
62 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
63 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
64 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
65 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
66 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
67 Eczemas: Afecções alérgicas da pele, elas podem ser agudas ou crônicas, caracterizadas por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
68 Aparelho respiratório: O aparelho respiratório transporta o ar do meio externo aos pulmões e vice-versa e promove a troca de gases entre o sangue e o ar.
69 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
70 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
71 Laringite: Inflamação da mucosa que recobre a laringe. É muito freqüente durante os meses frios, e é produzida por uma infecção viral. Apresenta-se com dor, alterações da fonação (disfonia), tosse e febre.
72 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
73 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
74 Aparelho cardiovascular: O aparelho cardiovascular ou aparelho circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
75 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
76 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
77 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
78 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
79 Bursite: Doença ortopédica caracterizada pela inflamação da bursa, uma bolsa cheia de líquido, existente no interior das articulações, cuja finalidade é amortecer o atrito entre ossos, tendões e músculos. A bursite pode acontecer em qualquer articulação (joelhos, cotovelos, quadris, etc.), mas é mais comum no ombro.
80 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
81 Ambliopia: Ambliopia ou “olho preguiçoso” é um termo oftalmológico usado para definir a baixa visão que não é corrigida com óculos. Isso quer dizer que a causa desse déficit não está especificamente no olho, mas sim na região cerebral que corresponde à visão e que não foi devidamente estimulada no momento certo (“o olho não aprende a ver”). Afeta 1 a 2% da população, sendo a principal causa de baixa visão nas crianças. É um problema que pode passar despercebido pela criança ou pelos pais, por isso as triagens visuais para as crianças são tão importantes.
82 Diplopia: Visão dupla.
83 Conjuntivites: Inflamações da conjuntiva ocular. Podem ser produzidas por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produzem vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
84 Ptose: Literalmente significa “queda” e aplica-se em distintas situações para significar uma localização inferior de um órgão ou parte dele (ptose renal, ptose palpebral, etc.).
85 Estrabismo: Desvio da posição de um ou ambos os globos oculares, secundária a uma alteração no sistema de músculos, tendões e nervos encarregados de dar aos olhos o movimento normal.
86 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
87 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
88 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
89 Artralgia: Dor em uma articulação.
90 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
91 Linfoadenopatia: Também conhecida como linfadenopatia, é qualquer processo patológico que afeta os nódulos linfáticos.
92 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
93 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
94 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
95 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
96 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
97 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
98 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
99 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
100 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
101 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
102 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
103 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
104 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
105 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
106 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
107 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
108 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
109 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
110 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
111 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
112 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.

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