Preço de ZIPROL em Cambridge/SP: R$ 53,31

ZIPROL

BALDACCI

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Ziprol

cada comprimido contém: pantoprazol 20 mg(adicionado na forma de pantoprazol sódico sesqui-hidratado 22,57 mg). Pantoprazol 40 mg (adicionado na forma de pantoprazol sódico sesqui-hidratado 45,10 mg). Excipientes: lactose1, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, dióxido de titânio, hidroxipropilmetilcelulose/PEG, acetoftalato de polivinila/PEG, corante amarelo tartrazina nº 5 laca alumínio, q.s.p. 1 comprimido.

Posologia e Administração de Ziprol

Ziprol 20 mg: lesões2 gastrintestinais leves, gastrites3 ou gastroduodenites agudas ou crônicas, dispepsias não ulcerosas, na manutenção de pacientes com esofagite de refluxo4 cicatrizada, prevenindo as recidivas5, na profilaxia das lesões2 agudas da mucosa6 gastroduodenal induzidas por medicamentos como os antiinflamatórios não hormonais, recomenda-se 1 comprimido ao dia de Ziprol 20 mg ou a critério médico. Nas esofagites de refluxo leves, um tratamento de 4 a 8 semanas é, em geral, suficiente. Ziprol 40 mg: úlceras7 gástricas duodenais e esofagites de refluxo moderadas e leves, recomenda-se 1 comprimido ao dia de Ziprol 40 mg ou a critério médico. Em casos isolados, a dose diária pode ser aumentada para 2 comprimidos, particularmente nos casos de pacientes refratários8 a outros medicamentos. A cicatrização da úlcera duodenal9 ocorre, na maioria dos casos, dentro de 2 semanas. Nas úlceras7 gástricas e nas esofagites de refluxo, um tratamento de 4 semanas é, em geral, suficiente. Em casos isolados, a duração do tratamento pode ser prolongada para 4 semanas (úlceras7 duodenais) e 8 semanas (úlceras7 gástricas e esofagites de refluxo). O uso prolongado de pantoprazol fica a critério médico. Trabalhos clínicos evidenciam a segurança de pantoprazol no uso contínuo em longo prazo. Em pacientes com insuficiência renal10, a dose diária de 40 mg não deve ser ultrapassada, bem como nos casos de insuficiência hepática11, a dose diária de 20 mg não deve ser ultrapassada. Os comprimidos não podem ser mastigados ou quebrados, mas ingeridos inteiros, antes, durante ou após o café da manhã. Na maioria dos pacientes, o alívio dos sintomas12 é rápido. - Superdosagem: na eventualidade de superdosagem, recomenda-se adotar as medidas habituais. Pacientes idosos: em indivíduos com mais de 65 anos, a dose de 40 mg não deve ser ultrapassada, salvo critério médico.

Reações Adversas de Ziprol

o tratamento pode ocasionalmente levar ao aparecimento de dores de cabeça13 ou de diarréia14. Naúseas, queixas abdominais, flatulência, erupções cutâneas15, prurido16 e vertigem17 foram raramente observados. Em casos isolados, houve relato de formação de edema18, febre19, depressão e distúrbios visuais (turvação visual).

Contra-Indicações de Ziprol

gravidez20 e lactação21: Ziprol não deve ser administrado na gravidez20 ou lactação21. O uso somente deve ocorrer quando absolutamente necessário, já que até o presente não se dispõe de estudos em seres humanos nessas condições. Pantoprazol só deve ser utilizado quando o benefício for considerado maior do que o risco potencial. Ziprol é contra-indicado para pacientes22 com hipersensibilidade ao produto. Precauções e Advertências: antes de iniciar o tratamento, é necessário que se exclua a possibilidade de úlcera gástrica23 maligna e de doenças malignas do esôfago24, já que o tratamento pode aliviar os sintomas12 e causar um atraso no diagnóstico25. O diagnóstico25 de esofagite de refluxo4 deve ser confirmado por endoscopia26. Portadores de insuficiência hepática11: devem ser monitorizados com freqüência e se ocorrer aumento nos valores enzimáticos, descontinuar o produto. Uso pediátrico: a segurança e a eficácia não foram estabelecidas. - Interações medicamentosas: Ziprol pode alterar a absorção de medicamentos, como, por exemplo, o cetoconazol, cuja absorção é pH dependente (inclusive a dos ingeridos pouco tempo antes do tratamento). É metabolizado no fígado27 através do sistema enzimático do citocromo P450; não deve ser excluída uma eventual interação medicamentosa com outras substâncias metabolizadas no mesmo sistema, apesar de que não se observaram interações medicamentosas pelos experimentos conduzidos até o momento, onde foram analisados os substratos de todas as famílias do citocromo P450 envolvidas no metabolismo28 de drogas. Verificou-se que pantoprazol não afeta a farmacocinética ou a farmacodinâmica da antipirina, carbamazepina, cafeína, diazepam, ciclofenaco, digoxina, etanol, glibenclamida, metoprolol, nifedipina, femprocumona, fenitoína, teofilina, varfarina e contraceptivos orais. A ingestão de antiácidos29 não interfere na absorção do pantoprazol. O pantoprazol não aumenta a excreção urinária dos marcadores de indução, ácido D-glucarídico e 6 b-hidroxicortisol. Conforme estudos de interação farmacocinética, administrando-se pantoprazol simultaneamente aos antibióticos claritromicina, metronidazol e amoxicilina, não demonstraram nenhuma interação clinicamente significativa.

Indicações de Ziprol

tratamento das lesões2 gastrintestinais leves, gastrites3 ou gastroduodenites agudas ou crônicas, dispepsias não ulcerosas, esofagites de refluxo, úlceras7 duodenais, úlceras7 gástricas. Na manutenção de pacientes com esofagite de refluxo4 cicatrizada, prevenindo as recidivas5. Profilaxia das lesões2 agudas da mucosa6 gastroduodenal induzidas por medicamentos como os antiinflamatórios não hormonais.

Apresentação de Ziprol

20 mg: caixa contendo 14 comprimidos gastrorresistentes, em frasco plástico. 40 mg: caixa contendo 7 e 14 comprimidos gastrorresistentes, em frasco plástico.


ZIPROL - Laboratório

BALDACCI
Rua Pedro de Toledo, 519/520
São Paulo/SP - CEP: 04039-031
Tel: 55 (011) 549-3222
Fax: 55 (011)549-4371
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Site: http://www.lbaldacci.com.br/

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
3 Gastrites: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
4 Esofagite de refluxo: É uma inflamação na mucosa do esôfago (camada que reveste o esôfago) causada pelo refluxo (retorno) do conteúdo gástrico ao esôfago. Se não tratada pode causar danos, desde o estreitamento (estenose) do esôfago - o que irá causar dificuldades na deglutição dos alimentos - até o câncer. Portadores de hérnia do hiato (projeção do estômago para o tórax), obesos, sedentários, fumantes, etilistas, pessoas tensas ou ansiosas têm maior predisposição à esofagite de refluxo.
5 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
6 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
7 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
8 Refratários: 1. Que resiste à ação física ou química. 2. Que resiste às leis ou a princípios de autoridade. 3. No sentido figurado, que não se ressente de ataques ou ações exteriores; insensível, indiferente, resistente. 4. Imune a certas doenças.
9 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
10 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
11 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
12 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
13 Cabeça:
14 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
15 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
16 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
17 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
18 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
19 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
20 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
21 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
22 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
23 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
24 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
25 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
26 Endoscopia: Método no qual se visualiza o interior de órgãos e cavidades corporais por meio de um instrumento óptico iluminado.
27 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
28 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
29 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.

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