AXID

FARMOQUIMICA

Atualizado em 03/06/2015

Composição de Axid

cada cápsula de 150 mg e de 300 mg contémrespectivamente, 150 mg e 300 mg de nizatidina. Excipiente q.s.p. uma cápsula.

Posologia e Administração de Axid

úlcera duodenal1 ativa: a dose oral recomendada para adultos é de 300 mg à noite. Um regime de dose alternativo é de 150 mg 2 vezes ao dia. Úlcera gástrica2 benigna ativa: a dose oral recomendada é de 300 mg à noite ou 150 mg 2 vezes ao dia. Antes do tratamento com a nizatidina, deve-se tomar cuidado para excluir a possibilidade de úlcera gástrica2 maligna. Prevenção: (manutenção profilática): a dose oral recomendada para adulto é de 150 mg à noite. Esofagite de refluxo3: a dose oral recomendada para adultos no tratamento de erosões, ulcerações4 e azia5 associada é de 150 mg até 300 mg 2 vezes ao dia. Gastrite6 aguda e exacerbação de gastrite6 crônica: a dose oral recomendada é de 150 mg 2 vezes ao dia, por um mínimo de 2 semanas. Ajuste de dose para pacientes7 com insuficiência renal8 moderada à grave: a dose para esses pacientes deve ser reduzida como segue: úlceras9 duodenais ativas ou gástricas benignas ativas ou esofagites de refluxo: clearance de creatinina10: 20-50 ml/min: 150 mg/dia; menor que 20 ml/min. 150 mg em dias alternados. Esofagite de refluxo3 com dose elevada: clearance de creatinina10: 20-50 ml/min: 150 mg 2 vezes ao dia; menor que 20 ml/min: 150 mg/dia. Terapia de manutenção: clearance de creatinina10: 20-50 ml/min: 150 mg em dias alternados; menor que 20 ml/min: 150 mg a cada 3 dias. Alguns pacientes idosos podem ter o clearance de creatinina10 menor que 50 ml/min e, baseado em dados farmacocinéticos de pacientes com insuficiência renal8, a dose para tais pacientes deve ser reduzida de acordo. Os efeitos clínicos dessa redução de dose em pacientes com insuficiência renal8 não foram avaliados. Os pacientes com dificuldade em ingerir cápsulas podem abri-las e adicionar o conteúdo nos seguintes líquidos: água, suco de frutas e refrigerantes e conservar em temperatura ambiente ou sob refrigeração por até 48 horas. - Superdosagem: raramente foram relatadas superdosagens com nizatidina. As seguintes providências servem como um guia se ocorrer superdosagem. Sinais11 e sintomas12: a experiência clínica com superdosagem de nizatidina em seres humanos é pequena. Tratamento: ao tratar uma superdosagem, considerar a possibilidade de superdosagem de múltiplas drogas, interação entre drogas e de farmacocinética incomum de drogas no paciente. Se ocorrer superdosagem, o uso de carvão ativado, êmese13 ou lavagem gástrica14 devem ser considerados durante a monitoração clínica e a terapia de suporte. A capacidade da hemodiálise15 em remover a nizatidina do organismo não foi conclusivamente demonstrada; contudo, devido ao seu grande volume de distribuição, não se espera que a nizatidina seja eficientemente removida do organismo por este método.

Precauções de Axid

a resposta sintomática16 à terapia com nizatidina não exclui a presença de doença gástrica maligna. Pelo fato da nizatidina ser excretada primariamente pelos rins17, deve-se reduzir a dose em pacientes que tenham insuficiência renal8 moderada a grave. Não foram realizados estudos farmacocinéticos em pacientes com síndrome18 hepatorrenal. Parte da dose de nizatidina é metabolizada no fígado19. Em pacientes com função renal20 normal e insuficiência hepática21 não complicada, a metabolização da nizatidina é semelhante a de pacientes normais. Testes de laboratório: podem ocorrer testes falso-positivos para urobilinogênio com Multistix durante a terapia com nizatidina. Gravidez22: não há nenhum estudo adequado e bem controlado realizado em mulheres grávidas. Devido aos estudos de reprodução23 em animais nem sempre predizerem a resposta em humanos, esta droga pode ser usada durante a gravidez22 somente se o benefício justificar o risco potencial para o feto24. Amamentação25: estudos realizados em mulheres que estavam amamentando mostraram que menos de 0,1% da dose oral de nizatidina administrada é secretada no leite humano em relação à concentração no plasma26. Devido à diminuição de crescimento dos filhotes amamentados por ratas tratadas com nizatidina, deve ser tomada a decisão de interromper a droga ou a amamentação25, levando-se em consideração a importância da droga para a mãe. - Uso pediátrico: a segurança e a eficácia em crianças não foram estabelecidas. - Uso em pacientes idosos: os índices de cicatrização de úlcera27 em pacientes idosos são semelhantes àqueles dos grupos mais jovens. A incidência28 de várias reações adversas e de resultados laboratoriais anormais também não foi diferente da observada em outras faixas etárias. A idade por si só não é um fator importante na distribuição da nizatidina. Os pacientes idosos podem ter uma função renal20 reduzida. - Interações medicamentosas: não foi observada nenhuma interação entre a nizatidina, administrada por via oral, e teofilina, clordiazepóxido, lorazepam, lidocaína, fenitoína, warfarina, aminofilina, diazepam, metoprolol. A nizatidina não inibe o citocromo P-450 ligado ao sistema enzimático metabolizante de droga; portanto, não deve ocorrer interações de drogas causadas pela inibição do metabolismo29 hepático. Em pacientes recebendo diariamente doses muito altas (3.900 mg) de ácido acetilsalicílico foram observados aumentos nos níveis séricos de salicilatos quando administrado concomitantemente com nizatidina 150 mg 2 vezes ao dia.

Reações Adversas de Axid

como é usual com outras medicações intravenosas, foram relatados nos estudos clínicos dor e pequenos ferimentos no local da injeção30. Uma variedade de reações menos comuns também foi relatada e não foi possível determinar se estas reações foram causadas pela nizatidina. Hepáticas31: danos hepatocelulares, evidenciados pela elevação nas provas de função hepática32 (das transaminases - TGO, TGP ou da fosfatase alcalina33) ocorreram em alguns pacientes, possível ou provavelmente relacionado com a nizatidina. em alguns casos, houve uma elevação acentuada das transaminases TGO, TGP (maior que 500 UI/l) e em uma única situação, a TGP foi maior do que 2.000 UI/l. O índice geral de ocorrências de elevação das enzimas hepáticas34 foi de até 3 vezes o limite máximo normal; contudo, não foi significativamente diferente do índice de anormalidade dos pacientes tratados com placebo35. Todas as anormalidades foram reversíveis após a interrupção da nizatidina. desde a introdução no mercado, hepatite36 e icterícia37 têm sido reportadas. Foram reportados raros casos de dano colestático ou misto hepatocelular e colestático com icterícia37, com reversão das anormalidades após interrupção da nizatidina. A nizatidina intravenosa não foi associada com anormalidade dos resultados de testes hepáticos. Cardiovasculares: raras ocorrências de taquicardia38 e bradicardia39 foram relatadas com injeções intravenosas rápidas de nizatidina. SNC40: foram relatados raros casos de confusão mental reversível. Endocrinológicas: os estudos de farmacologia41 clínica e os estudos clínicos controlados não mostraram nenhuma evidência de atividade antiandrogênica devido à nizatidina. Impotência42 e diminuição da libido43 foram reportadas com igual freqüência em pacientes que receberam nizatidina e placebo35. Ocorreram raros relatos de ginecomastia44. Hematológicas: foi relatada anemia45 com maior freqüência entre os pacientes tratados com nizatidina do que com placebo35. Foi relatado trombocitopenia46 fatal em um paciente tratado com nizatidina e com outro antagonista47 de receptor H2. Este paciente teve anteriormente trombocitopenia46 recebendo outras drogas. Raros casos de púrpura48 trombocitopênica foram relatados. Tegumentares: foram reportadas sudorese49 e urticária50 com maior freqüência em pacientes recebendo nizatidina do que placebo35. Erupção51 cutânea52 e dermatite53 esfoliativa foram também relatadas. Raramente foi relatado vasculite54. Hipersensibilidade: como com outros antagonistas de receptores H2, raros casos de anafilaxia55 foram relatados após a administração de nizatidina. Raros episódios de reações de hipersensibilidade (broncospasmo, edema56 da laringe57, erupção51 cutânea52 e eosinofilia58) foram relatados. Organismo como um todo: raramente tem ocorrido reações semelhantes à doença do soro59 com o uso da nizatidina. Geniturinário: têm ocorrido relatos de impotência42. Outras: foi relatada hiperuricemia não associada com gota60 ou nefrolitíase, bem como eosinofilia58, febre61 e náusea62 relacionadas com a administração de nizatidina.

Contra-Indicações de Axid

pacientes com conhecida hipersensibilidade à droga e devido à sensibilidade cruzada observada nesta classe de medicamentos, não deve ser administrada a pacientes com uma história de hipersensibilidade a outros antagonistas de receptores H2.

Indicações de Axid

tratamento de até 8 semanas da úlcera duodenal1 ativa, úlcera gástrica2 benigna e gastrite6 erosiva. Na maioria dos pacientes, a cicatrização ocorre dentro de até 4 semanas. Antes do tratamento, deve ser tomado todo cuidado para excluir a possibilidade de úlcera gástrica2 maligna. A nizatidina é indicada para o tratamento de manutenção em dose reduzida de 150 mg ao deitar-se, após a cicatrização de úlceras9 duodenais ativas e gástricas benignas. As conseqüências de uma terapia contínua com nizatidina por mais de um ano ainda não são conhecidas. A nizatidina é indicada para o tratamento e prevenção de úlceras9 duodenais e/ou gástricas relacionadas com uso de antiinflamatórios não esteróides. A nizatidina é indicada para o tratamento de até 12 semanas da esofagite63, diagnosticada endoscopicamente, incluindo esofagites erosivas e ulcerativas e azia5 associada devido à doença do refluxo gastroesofágico64. Em pacientes com gastroesofagite de refluxo, a azia5 melhorou após um dia de tratamento. A nizatidina é indicada para o tratamento de gastrite6 aguda e de exacerbações agudas de gastrite6 crônica.

Apresentação de Axid

cápsulas de 150 mg (0,45 mmol) e 300 mg (0,91 mml) de nizatidina, em caixas contendo 10 e 20 cápsulas.


AXID - Laboratório

FARMOQUIMICA
Rua General Polidoro, 105
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22280-001
Tel: 55 (021 )275-3548
Fax: 55 (021) 542-6747
Site: http://www.farmoquimica.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "FARMOQUIMICA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
2 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
3 Esofagite de refluxo: É uma inflamação na mucosa do esôfago (camada que reveste o esôfago) causada pelo refluxo (retorno) do conteúdo gástrico ao esôfago. Se não tratada pode causar danos, desde o estreitamento (estenose) do esôfago - o que irá causar dificuldades na deglutição dos alimentos - até o câncer. Portadores de hérnia do hiato (projeção do estômago para o tórax), obesos, sedentários, fumantes, etilistas, pessoas tensas ou ansiosas têm maior predisposição à esofagite de refluxo.
4 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
5 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
6 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
7 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
8 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
9 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
10 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
11 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
12 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
13 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
14 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
15 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
16 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
17 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
18 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
19 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
20 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
21 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
22 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
23 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
24 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
25 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
26 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
27 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
28 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
29 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
30 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
31 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
32 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
33 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
34 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
35 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
36 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
37 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
38 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
39 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
40 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
41 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
42 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
43 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
44 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
45 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
46 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
47 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
48 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
49 Sudorese: Suor excessivo
50 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
51 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
52 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
53 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
54 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
55 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
56 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
57 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
58 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
59 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
60 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
61 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
62 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
63 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
64 Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
Artigos relacionados

Tem alguma dúvida sobre AXID?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.