Preço de ADOLESS em Houston/SP: R$ 36,79

ADOLESS

FARMOQUIMICA

Atualizado em 03/06/2015

ADOLESS®
Gestodeno + etinilestradiol

CLASSE
Contraceptivo oral de baixa dosagem.

Fórmula de Adoless

Cada comprimido de ADOLESS® revestido contém 0,060 mg de gestodeno e 0,015 mg de etinilestradiol e excipiente q.s.p. 1 comprimido revestido.

Mecanismo de Ação de Adoless

A associação gestodeno + etinilestradiol é um contraceptivo oral monofásico, que atua primariamente inibido a ovulação1 pela suspensão da liberação de gonadotrofina.

Indicações de Adoless

ADOLESS® é indicado na prevenção da gravidez2

Contra-Indicações de Adoless

•  O uso do produto é contra-indicado em pacientes com história prévia ou atual de processos tromboembólicos arterial ou venoso e condições que os predispõem, como anormalidades no sistema de coagulação3, doença cardiovascular e fibrilação arterial.
•  Distúrbios crônicos ou agudos da função hepática4 (incluindo síndrome5 de Dubin-Johnson, síndrome5 de Rotor), história prévia ou atual de tumores hepáticos, antecedentes de icterícia6 idiopática7 ou prurido8 intenso durante a gravidez2.
•  História prévia ou atual de neoplasia9 estrógeno10-dependente confirmada ou suspeita (carcinoma11 mamário ou endometrial).
•  Distúrbios do metabolismo12 lipídico.
•  Anemia falciforme13.
•  Diabetes14 severa com alterações vasculares15.
•  Antecedentes de herpes gestacional. Otosclerose16 agravada durante a gravidez2.
•  Sangramento genital anormal de causa desconhecida. Gravidez2 diagnosticada ou suspeita. Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.

Interações Medicamentosas de Adoless

A redução da eficácia dos anticoncepcionais orais, o aumento da incidência17 de sangramento e irregularidades menstruais tem sido associados com a utilização da rifampicina. Tem sido proposta uma associação similar, porém menos marcante, com barbitúricos, fenilbutazona, fenitoína e possivelmente com griseofulvina, ampicilina e tetraciclinas. As pacientes que utilizarem estes medicamentos devem ser orientadas a fazer uso de contraceptivos mecânicos (preservativo, espermicida, diafragma18, etc...) além de tomar regularmente ADOLESS®, durante o tempo em que estiver usando a medicação concorrente e durante sete dias após a paralisação destes tratamentos. Se o anticoncepcional oral combinado é associado à rifampicina, o método contraceptivo não hormonal deverá ser continuado por quatro semanas, logo após a finalização do tratamento com este fármaco19.Na bibliografia têm sido reportado interações entre anticoncepcionais orais combinados que contém etinilestradiol e outras drogas.•  Interações com a absorção: A diarréia20 aumenta a motilidade gastrintestinal e reduz a absorção hormonal, de forma similar às drogas que reduzem o tempo de trânsito intestinal, e podem reduzir as concentrações hormonais dos contraceptivos orais combinados no sangue21.
•  Interações com o metabolismo12: Estudos têm demonstrado que o etinilestradiol sofre o processo de sulfatação na mucosa intestinal;22 portanto, as drogas que atuam como inibidores competitivos na sulfatação da mucosa intestinal23 podem aumentar a biodisponibilidade do etinilestradiol (por exemplo: ácido ascórbico).
•  Metabolismo12 hepático: As concentrações de etinilestradiol podem diminuir quando este interage com drogas indutoras de enzimas microssomais (por exemplo: rifampicina, barbitúricos, fenilbutazona, fenitoína, griseofuluina, topiramalo e alguns inibidores de proteases).As concentrações de etinilestradiol podem aumentar com drogas que inibem o metabolismo12 microssomal (por exemplo: indinavir e fluconazol).
•  Interferência com a circulação24 enterohepática: Alguns estudos sugerem que a circulação24 entero-hepática4 de estrógenos pode diminuir quando se administram alguns antibióticos, os quais reduzem as concentrações de etinilestradiol (por exemplo: ampicilina e tetraciclina).
•  Interferência com o metabolismo12 de outras drogas: O etinilestradiol pode interferir com o metabolismo12 de outras drogas ao inibir as enzimas microssomais ou ao induzir a conjugação hepática4 de drogas, particularmente a glicuronidização.De acordo com isto, as concentrações plasmáticas e tissulares podem estar tanto aumentadas como diminuídas respectivamente (por exemplo: ciclosporina e teofilina).

Precauções de Adoless

•  Exame físico e acompanhamento: Antes de se tomar contraceptivos orais combinados deve ser realizada uma história clínica completa, tanto pessoal quanto familiar, assim como um exame médico. Este exame deverá ser repetido durante o uso de anticoncepcionais orais combinados. O exame médico deverá incluir especialmente pressão arterial25, mamas26, abdome27 e órgãos pélvicos28 incluindo citologia cervical e outros exames laboratoriais. Em caso de hemorragia vaginal29 não diagnosticada, persistente ou recorrente, deverá ser realizado um diagnostico30 adequado para descartar malignidade.As mulheres com história familiar de câncer31 de mama32 ou que tiveram nódulos mamários deverão ser especialmente controladas.Deve-se informar a usuárias que este produto não protege contra a infecção33 por HIV34 ou outras doenças sexualmente transmissíveis.
•  Alterações lipídicas: As mulheres que decidem utilizar anticoncepcionais orais combinados e estão sendo tratados por hiperlipidemias devem ser controladas. Alguns progestágenos podem elevar os níveis de lipoproteínas de baixa densidade (LDL35) e podem tornar mais difícil o controle das hiperlipidemias.Em usuárias com história familiar de alterações no metabolismo12 lipoprotéico que recebem preparações contendo estrógeno10 tem sido observado casos de elevações significativas de triglicerídeos plasmáticos os quais levaram a uma pancreatite36.
•  Função hepática4: A insuficiência hepática37 aguda ou crônica pode determinar a descontinuação de contraceptivos orais combinados até que a função hepática4 volte ao normal.Os hormônios esteróides são provavelmente metabolizados em usuárias com a insuficiência hepática37.
•  Distúrbios emocionais: Os anticoncepcionais orais combinados podem favorecer o aparecimento de episódios de depressão em algumas usuárias. A medicação deverá ser suspensa e usar um método alternativo de anticoncepcional a fim de determinar se os sintomas38 estão relacionados com a utilização destas drogas. Mulheres com história de depressão devem ser observadas cuidadosamente e a droga descontinuada se a depressão reaparecer.
•  Níveis de folato: Os níveis séricos de folato podem diminuir com a utilização de anticoncepcionais orais combinados.Este fato pode ter importância clínica se a paciente engravidar logo depois da descontinuação dos anticoncepcionais orais combinados.
•  Retenção de líquidos: Os contraceptivos orais combinados devem ser prescritos com precaução para usuárias nas quais a retenção de líquidos pode ser agravada.
•  Gravidez2: este medicamento não está indicado para ser utilizado durante a gravidez2. Diferente do que ocorre com o dietilestilbestrol, o resultado de numerosos estudos epidemiológicos permitem descartar o risco de malformações39 secundárias com a administração de estrógenos isolados ou em associação, durante a etapa inicial da gravidez2.Por outro lado, os riscos devidos à diferenciação sexual do feto40 (fundamentalmente os fetos do sexo feminino) e que tenham sido descritos com a utilização dos antigos progestágenos, muito androgenomiméticos, não podem ser extrapolados aos progestágenos atuais como o que se utiliza no produto ADOLESS®, que é notoriamente menos androgenomimético ou praticamente não androgenomimético.Conseqüentemente a detecção de uma gravidez2 quando a mulher se encontra recebendo anticoncepcionais orais combinados não justificam a interrupção desta gravidez2.
•  Lactação41: Levando-se em conta que os estrógenos e progestágenos são excretados no leite materno, não é aconselhável a utilização de ADOLESS® durante o período de amamentação42, e conseqüentemente deve ser utilizado outro método contraceptivo.

Advertências de Adoless

O hábito de fumar aumenta o risco de reações adversas cardiovasculares sérias nas usuárias de contraceptivos orais combinados. Este risco aumenta com a idade e a quantidade de cigarros (15 ou mais por dia) e é maior em mulheres com mais de 35 anos. Por este motivo as usuárias de contraceptivos orais combinados devem ser advertidas para não fumar.O uso de anticoncepcionais orais combinados está associado ao risco aumentado de uma série de condições preexistentes, incluindo infarto43 agudo44 no miocárdio45, tromboembolismo46, acidente vascular cerebral47, neoplasia9 hepática4 e hipertensão48. Contudo, o risco de morbidade49 é muito baixo naquelas usuárias que não apresentam os fatores acima descritos. O risco de morbidade49 aumenta significantemente na presença de fatores de risco preexistentes, tais como hipertensão48, hiperlipidemias (hipertrigliceridemia, hipercolesterolemia50), obesidade51 e particularmente diabetes14 com comprometimento vascular52.

•  Alterações tromboembólicas e outros problemas vasculares15:a) Infarto43 agudo44 do miocárdio45: a utilização de anticoncepcionais orais combinados tem sido relacionada com aumento do risco de infarto do miocárdio53. Este risco é mais observado em fumantes ou em usuárias com outros fatores de risco associados, tais como: problemas coronarianos, hipertensão48, hipercolesterolemia50, obesidade51 extrema e diabetes14. O risco é menor em usuárias com menos de 30 anos. O habito de fumar associado ao uso de anticoncepcionais orais combinados tem demonstrado contribuir substancialmente com o aumento da incidência17 de infarto do miocárdio53 em usuárias maiores de 30 anos, principalmente em fumantes dependentes. As taxas de mortalidade54 associadas com problemas circulatórios entre as usuárias de anticoncepcionais orais são aumentadas essencialmente em fumantes maiores de 35 anos e não fumantes acima dos 40 anos. Os contraceptivos orais combinados devem ser utilizados com precaução naquelas usuárias com fatores de risco de enfermidades cardiovasculares.
b) Tromboembolismo46: tem sido associado com o uso de contraceptivos orais combinados um aumento no risco de enfermidades tromboembólicas. O tromboembolismo46 venoso que se manifesta com trombose venosa profunda55 e/ou embolia56 pulmonar pode ocorrer com o uso de qualquer dos anticoncepcionais combinados. A incidência17 aproximada de tromboembolismo46 venoso, em usuárias de contraceptivos orais combinados com baixa dose de estrógenos (< 50 mcg de etinilestradiol) é em torno de 4 por 10.000 mulheres/ano, comparada a 0,5-3 por 10.000 mulheres/ano não usuárias de anticoncepcionais orais combinados. Contudo, a incidência17 de tromboembolismo46 venoso, durante o uso de contraceptivos orais combinados, é substancialmente menor à incidência17 associada com a gravidez2 (6 por 10.000 mulheres grávidas/ano). Tem sido observado um aumento entre duas a quatro vezes o risco relativo de complicações tromboembolicas pós-operatórias em usuárias de anticoncepcionais orais combinados. O risco relativo de trombose57 venosa em mulheres que tem fatores predisponentes é o dobro do que naquelas mulheres que não estão expostas a estes fatores. Caso seja possível, os anticoncepcionais orais combinados devem ser descontinuados durante as quatro semanas prévias e as duas semanas posteriores a uma cirurgia eletiva58, que está associado com o aumento de risco de tromboembolismo46, e durante a imobilização prolongada.
c) Doença vascular52 cerebral: tem sido demonstrado um aumento no risco de acidente vascular cerebral47 (trombóticos59 e hemorrágicos60) com o uso de anticoncepcionais orais combinados. Este risco é aumentado entre as usuárias maiores de 35 anos, hipertensas e fumantes. Determinou-se que a hipertensão48 é um risco tanto para as usuárias de anticoncepcionais orais combinados quanto para as não usuárias, para ambos os tipos de acidente vascular cerebral47, enquanto que o hábito de fumar parece aumentar o risco de acidente vascular cerebral47 hemorrágico61.Minimizar a oposição a estrógenos e progestógenos é estar de acordo com os bons princípios de terapêutica62. Para qualquer combinação particular com estrógenos e progestógenos o regime de dosificação prescrito deve ser aquele que controla a menor concentração de estrógenos e progestógenos que seja compatível com uma baixa porcentagem de falha e necessidades particulares de cada usuária. Aquelas usuárias que utilizam pela primeira vez anticoncepcionais orais combinados, devem começar com preparações que contenham menos de 50 mcg de estrógeno10.

•  Carcinoma11 de órgãos reprodutores: Alguns estados tem associado a utilização de anticoncepcionais orais combinados com um aumento no risco de neoplasia9 cervical intraepitelial em algumas populações de mulheres. Contudo, a controvérsia continua com relação ao valor de tais achados, os quais pode atribuir-se a diferenças na conduta sexual, entre outros fatores. Uma meta-análise de 54 estudos epidermiológicos demonstrou que existe um leve aumento do risco relativo (RR=1.24) de ter câncer31 de mama32 diagnosticado em mulheres que estejam utilizando contraceptivos orais combinados comparado com aqueles que nunca utilizaram estes produtos. O aumento do risco geralmente desaparece durante o curso dos 10 anos posteriores ao abandono do uso de contraceptivos orais combinados. Estes estudos não demonstram evidência de casualidade. O padrão observado do risco de câncer31 de mama32 diagnosticado pode ser devido à detecção preventiva do câncer31 de mama32 nas usuárias de anticoncepcionais orais combinados ou a combinação de ambos. Devido que o câncer31 de mama32 é raro em mulheres abaixo de 40 anos de idade, o aumento do risco em usuárias regulares e recentes de contraceptivos orais combinados é pequeno. O câncer31 de mama32 em mulheres que utilizam anticoncepcionais orais combinados tende a ser clinicamente menos avançado do que aquele que ocorre naquelas mulheres que não utilizam estes produtos.
•  Neoplasias63 hepáticas64: Embora a incidência17 destes tumores seja rara, tem sido associada aos adenomas hepáticos benignos com o uso de anticoncepcionais orais combinados. A ruptura destes adenomas pode causar a morte devido a hemorragia65 intra-abdominal.Diversos estudos têm demonstrado um aumento no desenvolvimento de carcinomas hepatocelulares naquelas mulheres que utilizam contraceptivos orais combinados por períodos prolongados, contudo estes tipos de câncer31 são extremamente raros.
•  Lesões66 oculares: Têm sido comunicados casos de trombose57 retiniana durante o uso de anticoncepcionais orais. O aparecimento de perda da visão67 parcial ou completa, de ptoses ou diplopia68, edema69 papiloso ou lesões66 retininas vasculares15, motivará a descontinuação dos anticoncepcionais orais combinados e a imediata avaliação da causa.
•  Doenças da vesícula biliar70: Alguns estudos têm demonstrado um aumento de enfermidades vesiculares em usuárias de anticoncepcionais orais combinados e estrógenos. Estudos recentes, contudo, têm demonstrado que o risco relativo de desenvolvimento de doenças vesiculares entre as usuárias de anticoncepcionais orais combinados pode não ser tão importante.Não é aconselhável a utilização de ADOLESS® em pacientes que apresentaram colestase71 recorrente ou prurido8 durante gravidez2 anterior.
•  Efeitos sobre o metabolismo12 de carboidratos e lipídios: Tem sido observada a intolerância à glicose72 em usuárias de contraceptivos orais combinados. Devido a isto as usuárias diabéticas devem ser observadas atentamente durante o uso de anticoncepcionais orais combinados.Uma pequena proporção de mulheres pode apresentar uma hipertrigliceridemia persistente enquanto estejam utilizando anticoncepcionais orais combinados. Tem sido notado no soro73 um declínio das lipoproteínas de alta densidade (HDL74) com a utilização de agentes progestacionais.Devido a que os estrógenos aumentam o colesterol75 HDL74, o efeito claro da utilização de contraceptivos orais combinados depende do balanço alcançado entre as doses de estrógenos e progestógenos e da natureza e quantidade absoluta de progestágenos contidos no anticoncepcional. A quantidade de ambos os hormônios deve ser considerada na escolha de anticoncepcionais orais combinados.
•  Elevação da pressão sanguínea: Foi observado aumento na pressão sanguínea naquelas usuárias que utilizam anticoncepcionais orais combinados ainda que esta elevação seja mais provável de ocorrer em mulheres que estejam usando por tempo prolongado e de forma consecutiva anticoncepcionais orais combinados. Alguns estudos têm demonstrado que a incidência17 de hipertensão48 aumenta com o aumento da quantidade de progestágenos. Para aquelas mulheres com história de hipertensão48 relacionada a diversas enfermidades inclusive renal76, deve ser feita orientação para utilizar outro método anticoncepcional. Se as usuárias portadoras de hipertensão48 preferem utilizar anticoncepcionais orais combinados, deverão ser controladas cuidadosamente, e se for observada uma elevação significativa da pressão sanguínea, os anticoncepcionais orais deverão ser descontinuados. A maioria das mulheres com pressão arterial25 elevada nessas circunstâncias retornam aos valores normais logo após suspender os anticoncepcionais orais combinados, não sendo encontradas diferenças tencionais entre usuárias e não usuárias.
•  Cefaléia77: A aparição ou exacerbação de enxaqueca78 ou o desenvolvimento de cefaléia77 com um novo padrão de recorrência79, persistência ou severidade requer a descontinuação dos contraceptivos orais combinados e a avaliação da causa.
•  Irregularidades no sangramento: Durante os primeiros três meses de uso de anticoncepcionais orais combinados, as usuárias podem apresentar sangramento genital anormal. O tipo e a dose do progestágeno pode ser importante. Devem ser consideradas causas não hormonais e tomadas medidas diagnósticas adequadas para descartar malignidade e gravidez2. Se ambas as situações forem excluídas, a usuária deve continuar usando o mesmo contraceptivo oral combinado ou trocar por outra formulação que possa resolver o problema.Em algumas mulheres o sangramento pode não ocorrer dentro do intervalo de 4 dias em que se utilizam os comprimidos inativos (brancos). Se o anticoncepcional oral combinado não foi tomado de acordo com as orientações, ou foram produzidos dois períodos consecutivos sem sangramento, deve ser observada uma potencial gravidez2.Em algumas mulheres pode ocorrer amenorréia80 posterior à ingestão dos comprimidos (possivelmente com anovulação81) ou oligomenorrea, especialmente se estas condições eram pré-existentes.
•  Outros: Não se aconselha a utilização do produto em pacientes com obesidade51 (índice de massa corporal82 > 30); otorsclerose; distrofia83 uterina hiperplasia84, fibroma85; hiperprolactinemia com ou sem golactorrea; herpes gestacional e em combinação com indutores enzimáticos (ver interações) lactação41 (ver gravidez2 e lactação41).

Reações Adversas de Adoless

Efeitos adversos não muito freqüentes, porém que determinam a interrupção do tratamento:
•  Acidentes tromboembólicos arteriais (especialmente infarto do miocárdio53, acidente vascular cerebral47).
•  Acidentes tromboembólicos venosos (flebite86, embolia56 pulmonar).
•  Hipertensão arterial87, coronariopatias.
•  Hiperlipidemias (hipertrigliceridemias e/ou hipercolesterolemias), diabetes14.
•  Mastodinia88 grave, mastopatia benigna.
•  Adenoma89 hipofisário secretor de prolactina90 (elevadas eventualmente por uma galactorrea).
•  Cefaléias91 importantes e não habituais, enxaquecas92, vertigem93, alterações visuais.
•  Exacerbação de estado epiléptico.
•  Adenoma89 hepático, icterícia6 colestática.
•  Cloasma94.Efeitos adversos mais freqüentes que não impedem a continuação do tratamento:
•  Sistêmicos95: cefaléia77, enxaqueca78, edema69, peso nas pernas.
•  Aparelho digestivo96: náuseas97, vômitos98, cólicas99 abdominais, alterações de apetite, litíase100 biliar.
•  Sistema metabólico e nutricional: alterações de peso (aumento ou diminuição) agravamento de porfiria101.
•  Sistema nervoso102: depressão, nervosismo, vertigem93, alterações da libido103.
•  Pêlo e fâneros: rash104, eritema nodoso105, acne106, melasma107 que pode ser persistente, hirsutismo108, alopecia109, seborréia110.
•  Órgãos dos sentidos: intolerância a lentes de contato, neurite111 ótica.
•  Sistema urogenital112: suspensão da metrorragia113, spot, troca no padrão menstrual, amenorréia80, mudança no ectópio e secreção vaginal, vaginite114, tensão mamária, hipertrofia115 mamária e secreção.
•  Amenorréias116 pós-terapêuticas: com a descontinuação do tratamento podem ocorrer amenorréia80 com anovulação81 (especialmente no caso de mulheres com antecedentes de ciclos irregulares), que em geral cedem espontaneamente. Se estas se prolongarem, antes de se reiniciar o tratamento, será necessária uma investigação para se determinar uma eventual patologia117 hipofisária.

Os seguintes exames laboratoriais podem ser alterados pelos anticonceptivos hormonais:
•  Hepáticos: retenção aumentada da BSP e outros testes.
•  Coagulação3: aumento da protrombina118 e dos fatores VII, VIII, IX e X; diminuição de antitrombina III; aumento da agregação plaquetária.
•  Endócrinos: aumento do PBI e BEI; diminuição de T3; aumento dos níveis de glicose72 sangüínea.
•  Outros: aumento dos níveis de fosfolipídeos e triglicerídios; diminuição do folato sérico e distúrbios do metabolismo12 do triptofano.

•  Advertência em caso de vômitos98:
O aparecimento de distúrbios digestivos dentro das quatro horas subseqüentes à ingestão do comprimido, tais como vômitos98 ou diarréia20 intensa, pode gerar uma ineficácia transitória do método, e neste caso, devem ser tomadas as mesmas precauções recomendadas para os casos de esquecimento de 1 comprimido dentro das primeiras 12 horas. Se estes distúrbios persistirem deve-se utilizar um método contraceptivo alternativo (preservativo, espermicida, diafragma18, etc...) até o inicio de uma nova embalagem.

Posologia de Adoless

Os comprimidos devem ser ingeridos seguindo a ordem contida na embalagem, todos os dias e sempre na mesma hora, durante 28 dias consecutivos. A hemorragia65 geralmente ocorre no 2º ou 3º dia após a ingestão do último comprimido ativo e pode continuar até o primeiro comprimido da cartela posterior.•  Como iniciar com ADOLESS®:
a) Quando não houver sido utilizado um método contraceptivo hormonal no ciclo anterior.
O primeiro comprido deve ser ingerido no primeiro dia do ciclo menstrual (primeiro dia da hemorragia65). Se o primeiro comprimido for ingerido entre os 2º e 7º dias do ciclo menstrual, durante os princípios sete dias deverá ser utilizado também um método contraceptivo mecânico (preservativo, espermicida, diafragmas, etc...).
c) Substituindo outro anticoncepcional oral combinado.
Deve ser feito preferencialmente no dia seguinte à ingestão do ultimo comprimido ativo do contraceptivo oral anterior ou, no máximo, no dia seguinte ao intervalo habitual sem comprimidos ou com comprimidos inativos do contraceptivo combinado anterior.
d) Mudando de um contraceptivo contendo somente uma substância ativa (comprimido, injetável ou implante119).
Comprimido: deve se tomar o primeiro comprimido de ADOLESS® no dia seguinte ao descontinuar o produto anterior.
Injetável: o uso de ADOLESS® se iniciará no dia que deve ser aplicado o produto injetável.
Implante119: o uso de ADOLESS® se iniciará no dia seguinte ao da remoção do implante119.
As usuárias deverão utilizar em todas estas situações um método contraceptivo do tipo mecânico (preservativo, espermicida, diafragma18, etc....) durante os primeiros sete dias de uso dos comprimidos de ADOLESS®.
e) Após aborto no primeiro trimestre.
Deve-se começar a ingerir o comprimido de ADOLESS® imediatamente. Não são necessárias outras medidas adicionais contraceptivos.
f) Posterior ao parto ou logo após aborto do segundo trimestre.
Devido a que o período de puerpério120 está associado ao risco de tromboembolismo46, os contraceptivos orais combinados não devem ser iniciados antes dos 28 dias posteriores ao parto ou ao aborto do segundo trimestre. Deverá ser utilizado um método contraceptivo mecânico adicional (preservativo, espermicida, diafragma18, etc...) durante os primeiros sete dias de uso de ADOLESS®. Antes do inicio do uso de contraceptivos orais combinados, deve-se excluir a gravidez2 ou aguardar o primeiro período menstrual (ver advertências, tomboembolismo e gravidez2 ou lactação41).

•  Como continuar com ADOLESS®:
O segundo ciclo e os ciclos subseqüentes irão iniciar no dia seguinte à ingestão do último comprimido da embalagem de ADOLESS® (último comprimido inativo, ou seja, nunca deixar transcorrer um único dia sem comprimidos). Cada novo ciclo com ADOLESS® iniciará no mesmo dia da semana e seguirá o mesmo esquema de utilização detalhado para o primeiro ciclo.A eficácia contraceptiva de ADOLESS® poderá ser reduzida se algum comprimido deixar de ser ingerido. Se a usuária esquecer de tomar os comprimidos e tenha mantido relações sexuais na semana anterior, deve ser considerada a possibilidade de gravidez2. Quando a usuária esquecer de tomar o comprimido, este deverá ser tomado no prazo de 12 horas. Os comprimidos seguintes devem ser ingeridos no horário habitual. Se for ultrapassado o tempo de 12 horas, a atividade anticoncepcional pode estar diminuída. Por isso, o comprimido deve ser tomado o mais rápido possível e mantendo o horário habitual para os comprimidos subseqüentes. Adicionalmente deve ser utilizado um método contraceptivo mecânico (preservativo, espermicida, diafragma18, etc...) nos sete dias posteriores. Estes procedimentos também devem ser seguidos quando se esquece de tomar mais de um comprimido. Os comprimidos subseqüentes devem ser tomados nos horários habituais e adicionalmente deve ser empregado um contraceptivo mecânico (preservativo, espermicida, diafragma18, etc...) nos sete dias seguintes. Se estes sete dias ultrapassarem o último comprimido ativo da embalagem que está sendo usada, a próxima embalagem deve ser iniciada no dia seguinte a este, desprezando-se os comprimidos inativos, a fim de se evitar o risco de ovulação1. É improvável que a usuária apresente sangramento antes do término da segunda embalagem; porém, pode apresentar pequenas perdas de sangue21 nos dias em que está tomando os comprimidos ativos.Se a usuária não apresentar sangramento na segunda embalagem, deverá verificar a possibilidade de gravidez2 antes de iniciar uma nova embalagem. O esquecimento de qualquer dos comprimidos inativos durante a quarta semana pode ser admitido desde que o primeiro comprimido ativo da próxima embalagem seja tomado no dia adequado.

Apresentações de Adoless

Caixa com blister-calendário de alumínio/plástico incolor, com 24 comprimidos ativos brancos contendo 15 mcg de etinilestradiol e 60 mcg de gestodeno mais 4 comprimidos inativos amarelos

ADOLESS - Laboratório

FARMOQUIMICA
Rua General Polidoro, 105
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22280-001
Tel: 55 (021 )275-3548
Fax: 55 (021) 542-6747
Site: http://www.farmoquimica.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "FARMOQUIMICA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
4 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
5 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
6 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
7 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
8 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
9 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
10 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
11 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
12 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
13 Anemia falciforme: Doença hereditária que causa a má formação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de gases nos indivíduos que possuem a doença. É comum na África, na Europa Mediterrânea, no Oriente Médio e em certas regiões da Índia.
14 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
15 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
16 Otosclerose: Crescimento ósseo anormal no ouvido médio que causa perda auditiva. É um distúrbio hereditário que envolve o crescimento de um osso esponjoso no ouvido médio. Este crescimento impede a vibração do estribo em reposta às ondas sonoras, causando perda auditiva progressiva do tipo condutiva. É a causa mais freqüente de perda auditiva do ouvido médio em adultos jovens, é mais freqüente em mulheres entre 15 e 30 anos.
17 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
18 Diafragma: 1. Na anatomia geral, é um feixe muscular e tendinoso que separa a cavidade torácica da cavidade abdominal. 2. Qualquer membrana ou placa que divide duas cavidades ou duas partes da mesma cavidade. 3. Em engenharia mecânica, em um veículo automotor, é uma membrana da bomba injetora de combustível. 4. Na física, é qualquer anteparo com um orifício ou fenda, ajustável ou não, que regule o fluxo de uma substância ou de um feixe de radiação. 5. Em ginecologia, é um método contraceptivo formado por uma membrana de material elástico que envolve um anel flexível, usado no fundo da vagina de modo a obstruir o colo do útero. 6. Em um sistema óptico, é uma abertura que controla a seção reta de um feixe luminoso que passa através desta, com a finalidade de regular a intensidade luminosa, reduzir a aberração ou aumentar a profundidade focal.
19 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
20 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
21 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
22 Mucosa Intestinal;: Revestimento dos INTESTINOS, consistindo em um EPITÉLIO interior, uma LÂMINA PRÓPRIA média, e uma MUSCULARIS MUCOSAE exterior. No INTESTINO DELGADO, a mucosa é caracterizada por várias dobras e muitas células absortivas (ENTERÓCITOS) com MICROVILOSIDADES.
23 Mucosa Intestinal: Revestimento dos INTESTINOS, consistindo em um EPITÉLIO interior, uma LÂMINA PRÓPRIA média, e uma MUSCULARIS MUCOSAE exterior. No INTESTINO DELGADO, a mucosa é caracterizada por várias dobras e muitas células absortivas (ENTERÓCITOS) com MICROVILOSIDADES.
24 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
25 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
26 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
27 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
28 Pélvicos: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
29 Hemorragia vaginal: Hemorragia vaginal anormal é a perda de sangue por via vaginal fora do período menstrual ou que surge em grandes quantidades (durante mais de sete dias). É preciso considerar a situação menstrual da mulher: se ela tem menstruações normais, irregulares, com falhas, se é muito jovem, se está perto da menopausa ou se já está na menopausa.
30 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
31 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
32 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
33 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
34 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
35 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
36 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
37 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
38 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
39 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
40 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
41 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
42 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
43 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
44 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
45 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
46 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
47 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
48 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
49 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
50 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
51 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
52 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
53 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
54 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
55 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
56 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
57 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
58 Eletiva: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
59 Trombóticos: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
60 Hemorrágicos: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
61 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
62 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
63 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
64 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
65 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
66 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
67 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
68 Diplopia: Visão dupla.
69 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
70 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
71 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
72 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
73 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
74 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
75 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
76 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
77 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
78 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
79 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
80 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
81 Anovulação: Alteração no funcionamento dos ovários, capaz de alterar a produção, maturação ou liberação normal de óvulos. Esta alteração pode ser intencional (como a induzida pelas pílulas anticoncepcionais) ou ser endógena. Pode ser uma causa de infertilidade.
82 Índice de massa corporal: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
83 Distrofia: 1. Acúmulo de grande quantidade de matéria orgânica, mas poucos nutrientes, em corpos de água, como brejos e pântanos. 2. Na medicina, é qualquer problema de nutrição e o estado de saúde daí decorrente.
84 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
85 Fibroma: Neoplasia derivada do tecido fibroso. Incorretamente denominam-se assim os tumores benignos do músculo uterino, cujo nome correto seria mioma uterino.
86 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
87 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
88 Mastodinia: Dor nas mamas que precede a menstruação.
89 Adenoma: Tumor do epitélio glandular de características benignas.
90 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
91 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
92 Enxaquecas: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
93 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
94 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
95 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
96 Aparelho digestivo: O aparelho digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
97 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
98 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
99 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
100 Litíase: Estado caracterizado pela formação de cálculos em diferentes regiões do organismo. A composição destes cálculos e os sintomas que provocam variam de acordo com sua localização no organismo (vesícula biliar, ureter, etc.).
101 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
102 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
103 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
104 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
105 Eritema nodoso: Erupção eritematosa comumente associada a reações a medicamentos ou infecções e caracterizada por nódulos inflamatórios que são geralmente dolorosos, múltiplos e bilaterais. Esses nódulos são localizados predominantemente nas pernas, podendo também estar nas coxas e antebraços. Eles sofrem alterações de coloração características terminando em áreas tipo equimose temporárias. Regride em 3 a 6 semanas, em média, sem cicatriz ou atrofia.
106 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
107 Melasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez ou ao uso de anticoncepcionais hormonais (pílula) e tem como fator desencadeante a exposição da pele ao sol. Quando estas manchas ocorrem durante a gravidez, recebem a denominação de cloasma gravídico. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o surgimento do melasma.
108 Hirsutismo: Presença de pêlos terminais (mais grossos e escuros) na mulher, em áreas anatômicas características de distribuição masculina, como acima dos lábios, no mento, em torno dos mamilos e ao longo da linha alba no abdome inferior. Pode manifestar-se como queixa isolada ou como parte de um quadro clínico mais amplo, acompanhado de outros sinais de hiperandrogenismo (acne, seborréia, alopécia), virilização (hipertrofia do clitóris, aumento da massa muscular, modificação do tom de voz), distúrbios menstruais e/ou infertilidade.
109 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
110 Seborréia: Também conhecida como dermatite seborreica, caspa ou eczema, é uma afecção crônica que se manifesta em partes do corpo onde existe maior produção de óleo pelas glândulas sebáceas ou a presença de um fungo, o Pityrosporum ovale. Manifesta-se sob a forma de lesões avermelhadas que descamam e coçam principalmente no couro cabeludo, sobrancelhas, barba, perto do nariz, atrás e dentro das orelhas, no peito, nas costas e nas dobras de pele (axilas, virilhas e debaixo dos seios). Nos bebês, é conhecida como crosta láctea, uma placa gordurosa que adere ao couro cabeludo, mas que pode também aparecer na região das fraldas. Não é contagiosa.
111 Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
112 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
113 Metrorragia: Hemorragia uterina produzida fora do período menstrual. Pode ser sinal de menopausa. Em certas ocasiões é produzida pela presença de tumor uterino ou nos ovários.
114 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
115 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
116 Amenorréias: Ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
117 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
118 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
119 Implante: 1. Em cirurgia e odontologia é o material retirado do próprio indivíduo, de outrem ou artificialmente elaborado que é inserido ou enxertado em uma estrutura orgânica, de modo a fazer parte integrante dela. 2. Na medicina, é qualquer material natural ou artificial inserido ou enxertado no organismo. 3. Em patologia, é uma célula ou fragmento de tecido, especialmente de tumores, que migra para outro local do organismo, com subsequente crescimento.
120 Puerpério: Período que decorre desde o parto até que os órgãos genitais e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação.

Tem alguma dúvida sobre ADOLESS?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.