DILTIZEM AP

PFIZER

Atualizado em 08/12/2014

                 Cloridrato de Diltiazem

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Diltizem Ap

Comprimidos AP de 90 mg - caixas com 20 unidades

Comprimidos AP de 120 mg - caixas com 20 unidades

Comprimidos AP de 240 mg - caixas com 10 unidades

USO ADULTO - Segurança e eficácia para uso em crianças não ficaram estabelecidas ainda.

Composição de Diltizem Ap

Cada comprimido de DILTIZEM AP contém:

Cloridrato de  diltiazem..........90 mg ou 120 mg
                                               Excipientes: lactose1, copolímero dos
                                               ácidos acrílico e metacrílico,
                                               polietilenoglicol 6000, estearato de
                                               magnésio, álcool isopropílico,
                                               acetona.

Cada comprimido de DILTIZEM AP 240 mg contém:

Cloridrato de diltiazem....................240 mg
                                               Excipientes: lactose1 monohidratada,
                                               hidroxipropilcelulose, estearato de
                                               magnésio.

Informações ao Paciente de Diltizem Ap

                   Conserve o medicamento em ambiente adequado, protegido dos excessos de luz, calor e umidade.Prazo de validade: 03 (três) anos a partir da data de fabricação impressa na embalagem.
Não use qualquer medicamento após o vencimento do prazo de validade.
O fumo pode agravar ainda mais seu estado de saúde2.
Informe seu médico a ocorrência de uma gravidez3 durante o tratamento.
Siga corretamente as indicações do seu médico. Não desaparecendo os sintomas4 ou no caso de aparecimento de reações diferentes ou desagradáveis, consulte seu médico.
Evite o uso de bebida alcoólica durante o tratamento.
Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como edemas5, cefaléia6, náuseas7, tonturas8, erupções cutâneas9, sonolência, insônia, distúrbios gastrintestinais, perda da pressão arterial10 e diminuição de freqüência do pulso.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE2.

Informações Técnicas de Diltizem Ap

                   DESCRIÇÃO:
O diltiazem é quimicamente o monocloridrato de 4(5H)3-acetiloxi-5 [2(dimetilamino)etil] 2,3-dihidro-2(-4 metoxifenil)1,5 benzodiazepinona; trata-se de um antagonista11 do cálcio, isto é, um bloqueador dos canais
lentos de cálcio.

MECANISMO DE AÇÃO
Os resultados obtidos com diltiazem decorrem da inibição do influxo de íons12 de cálcio através das membranas das células13 miocárdicas e da musculatura lisa dos vasos coronarianos, durante as fases de despolarização das células musculares14 envolvidas. O efeito anti-hipertensivo de diltiazem se faz primariamente através do relaxamento da musculatura lisa dos vasos sanguíneos15, resultando numa diminuição da resistência vascular16 periférica. A magnitude da redução da pressão arterial10 está relacionada ao grau de hipertensão17; portanto, em indivíduos hipertensos existe um efeito anti-hipertensivo enquanto que, em normotensos, existe apenas uma discreta queda da pressão arterial10.

EFEITOS HEMODINÂMICOS E ELETROFISIOLÓGICOS
Assim como outros antagonistas de cálcio, diltiazem diminui a condução sino-atrial e átrio-ventricular em tecidos isolados.Em humanos, diltiazem previne espasmos18 coronarianos espontâneos ou provocados por ergonovina. Diltiazem causa uma diminuição na resistência vascular16 periférica e uma discreta queda na pressão arterial10 em indivíduos normotensos. Em estudos sobre a tolerância a exercícios físicos em pacientes com doença cardíaca isquêmica, diltiazem reduz a relação freqüência cardíaca x pressão arterial10 para qualquer carga de trabalho dado. Recentes estudos realizados primeiramente em pacientes com boa função ventricular, não revelaram evidências de um efeito inotrópico negativo; o débito cardíaco19, a fração de ejeção e a pressão diastólica20 final do ventrículo esquerdo não foram afetadas.

DILTIZEM AP produz efeitos anti-hipertensivos tanto na posição supina quanto na posição ortostática. É pouco freqüente a observação de hipotensão21 postural ao se assumir rapidamente a posição ereta.
Os efeitos anti-hipertensivos crônicos não são acompanhados por taquicardia22 reflexa.

DILTIZEM AP diminui a resistência vascular16, aumenta o débito cardíaco19 e produz leve ou nenhuma mudança na freqüência cardíaca.

DILTIZEM AP é bem absorvido no trato gastrintestinal. A biodisponibilidade absoluta do diltiazem por via oral corresponde a cerca de 40% se comparado com o uso intravenoso. A maior parte do metabolismo23 é hepático com apenas 2% a 4% de material inalterado aparecendo na urina24. Estudos "in vitro" mostraram que 70% a 80% de diltiazem se liga às proteínas25 plasmáticas. Vários estudos demonstraram que o diltiazem ligado às proteínas25 não sofre alterações em função da presença no plasma26 de quantidades terapêuticas das seguintes substâncias: digoxina, hidroclorotiazida, fenilbutazona, propranolol, ácido salicílico e warfarina. A vida média de eliminação no plasma26, após dose única ou múltipla, está ao redor de 3 a 4 horas e meia. O estudo da "área sob a curva" (AUC) do Diltizem 240 mg 1 x ao dia mostrou níveis plasmáticos equivalentes à AUC do Diltizem 120 mg 2 x ao dia. Os níveis terapêuticos mínimos do diltiazem estão na faixa de 50 a 200 ng/ml.
Não se sabe qual a influência da insuficiência renal27 ou hepática28 sobre o metabolismo23 ou a eliminação do diltiazem.

Indicações de Diltizem Ap

                   Hipertensão arterial29 leve a moderada. Para o tratamento da angina30 pectoris devido ao espasmo31 das artérias32 coronarianas presente na angina30 variante de Prinzmetal (angina30 de repouso, com elevação do segmento ST durante a crise de angina30); angina30 crônica estável (angina30 de esforço).

Contra-Indicações de Diltizem Ap

                   ALÉM DE POSSÍVEIS QUADROS DE HIPERSENSIBILIDADE MEDICAMENTOSA, O DILTIAZEM ESTÁ CONTRA-INDICADO NOS PACIENTES COM SÍNDROMES DO NÓDULO SINUSAL33 E NAQUELES COM BLOQUEIO A-V DE 2O E 3O GRAUS, EXCETO SE HOUVER UM MARCAPASSO34 VENTRICULAR FUNCIONANTE, EM AMBOS OS CASOS.
TAMBÉM É CONTRA-INDICADO NOS HIPOTENSOS, COM SISTÓLICA INFERIOR A 90 mmHg E EM PACIENTES COM INFARTO35 AGUDO36 DO MIOCÁRDIO37 E CONGESTÃO PULMONAR. BRADICARDIA38 ACENTUADA, GRAVIDEZ3, LACTAÇÃO39 E INFÂNCIA.

Precauções de Diltizem Ap

                   DILTIZEM AP É INTENSAMENTE METABOLIZADO PELO FÍGADO40 E É DE ELIMINAÇÃO RENAL41 E BILIAR.A DROGA DEVE SER USADA COM CAUTELA EM PACIENTES COM DÉFICIT DAS FUNÇÕES RENAIS OU HEPÁTICAS42.

Advertências de Diltizem Ap

                   l. CONDUÇÃO CARDÍACA: DILTIZEM AP prolonga o período refratário do nó A.V. sem prolongar significativamente o tempo de recuperação do nó sinusal43, exceto em pacientes com "sick sinus syndrome" (Síndrome44 da doença do nó sinusal43). Este efeito pode resultar raramente na diminuição anormal do ritmo cardíaco ou bloqueios A-V de 2o ou 3o graus. O uso concomitante de diltiazem com beta-bloqueadores ou digitálicos pode resultar em efeitos somatórios na condução cardíaca. Um paciente com angina30 de Prinzmetal desenvolveu períodos de assistolia ( 2 a 5 segundos) após dose única de 60 mg de diltiazem.

2. INSUFICIÊNCIA CARDÍACA45: Embora Diltiazem tenha um efeito inotrópico negativo em preparações isoladas do tecido46 animal, estudos hemodinâmicos em humanos com função ventricular normal não mostraram uma redução no índice cardíaco nem efeitos negativos consistentes em sua contratilidade. A experiência do uso de diltiazem em combinação com beta-bloqueadores em pacientes com déficit de função ventricular é limitada, portanto, deve-se ter cautela com o uso desta combinação.

3. HIPOTENSÃO21: Diminuição na pressão arterial10 associada à terapêutica47 com diltiazem pode, ocasionalmente, resultar em hipotensão arterial48 sintomática49.

4. LESÕES50 HEPÁTICAS42 AGUDAS: Elevações de transaminases discretas com ou sem elevação concomitante na fosfatase alcalina51 e bilirrubina52 têm sido observados. Estas elevações são usualmente transitórias e freqüentemente resolvidas mesmo com a continuidade do tratamento com diltiazem. Em raros casos, porém, foram observadas elevações significantes de enzimas hepáticas53 como fosfatase alcalina51, DLH, TGO, TGP e outros fenômenos compatíveis com lesão54 hepática28 aguda.

Gravidez3 de Diltizem Ap

                   OS ESTUDOS REALIZADOS EM ANIMAIS DEMONSTRARAM AUMENTO DA MORBIDADE55 E LETALIDADE FETAIS. O USO DO DILTIAZEM NA MULHER GRÁVIDA SÓ SE JUSTIFICA SE OS BENEFÍCIOS POTENCIAIS PARA ELA SUPERAREM OS RISCOS POTENCIAIS PARA O FETO56..

Lactação39 de Diltizem Ap

                   SABE-SE QUE DILTIAZEM É TAMBÉM EXCRETADO ATRAVÉS DO LEITE HUMANO. HÁ INCLUSIVE TRABALHOS SUGERINDO QUE AS CONCENTRAÇÕES DO MEDICAMENTO NESTE LEITE PODEM SE APROXIMAR DOS NÍVEIS SÉRICOS.PORTANTO, QUANDO O USO DO DILTIAZEM NA MULHER QUE AMAMENTA FOR CONSIDERADO ESSENCIAL, DEVE-SE INSTITUIR UM MÉTODO ALTERNATIVO DE ALIMENTAÇÃO INFANTIL.


USO EM CRIANÇAS

                   
SEGURANÇA E EFICÁCIA PARA USO EM CRIANÇAS NÃO FICARAM ESTABELECIDAS AINDA.

Reações Adversas de Diltizem Ap

                   AS PRINCIPAIS REAÇÕES ADVERSAS ASSOCIADAS AO BLOQUEIO DO INFLUXO DE CÁLCIO SÃO: EDEMA57, CEFALÉIA6, NÁUSEAS7, TONTURAS8, ERUPÇÕES E ASTENIA58.

OUTROS EFEITOS COLATERAIS59 MAIS RAROS SÃO: CARDIOVASCULARES: BLOQUEIO AV DE 1O, 2O E 3O GRAUS, ARRITMIAS60, BRADICARDIA38, INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA61, HIPOTENSÃO21, RUBOR, PALPITAÇÕES62, SÍNCOPE63.

SISTEMA NERVOSO64: PERDA DE MEMÓRIA, DISTÚRBIOS DA MARCHA. ALUCINAÇÕES65, INSÔNIA, NERVOSISMO, PARESTESIAS66, ALTERAÇÃO DE PERSONALIDADE, SONOLÊNCIA, ZUMBIDOS, TREMORES.

GASTRINTESTINAIS: PERDA DO APETITE, CONSTIPAÇÃO67, DIARRÉIA68, PERVERSÃO DO PALADAR69, DISPEPSIA70, DISCRETAS ELEVAÇÕES ENZIMÁTICAS (DHL, TGO, TGP, FOSFATASE ALCALINA51), VÔMITOS71, GANHO PONDERAL72.

DERMATOLÓGICOS: PETÉQUIAS73, PRURIDO74, FOTOSSENSIBILIDADE, URTICÁRIA75.

OUTROS: VISÃO76 ESCURECIDA, OLHOS77 IRRITADOS, DISPNÉIA78, EPISTAXE79, HIPERGLICEMIA80, CONGESTÃO NASAL, NOCTÚRIA, DOR OSTEOARTICULAR, POLIÚRIA81, DISTÚRBIOS SEXUAIS.

Interações Medicamentosas de Diltizem Ap

                   Devido ao potencial para efeitos somatórios, é justificável tatear a dose de DILTIZEM AP cautelosa e cuidadosamente em pacientes em uso simultâneo com qualquer agente que atue na contratilidade e/ou condução cardíaca. Diltiazem sofre biotransformação pela função oxidativa do Citocromo P-450.Co-administração de diltiazem com outros agentes que seguem a mesma via de biotransformação pode resultar em uma inibição competitiva de seu metabolismo23. Podem ser necessários ajustes na dose de drogas com metabolização similar ao se iniciar ou cessar a administração simultânea de diltiazem para a manutenção de níveis séricos terapêuticos adequados.
Quando usado com digitálicos ou beta-bloqueadores, diltiazem pode sofrer efeitos aditivos sobre o prolongamento da condução A.V.
Diltiazem aumenta os níveis séricos da digoxina em cerca de 20%.
O diltiazem é compatível com a nitroglicerina sublingual e outras formas de nitratos, no tratamento e na profilaxia dos quadros anginosos.
Ao associar com anti-hipertensivos, é preciso lembrar da hipotensão21 promovida pelo diltiazem, uma vez que estes efeitos irão se somar.
Pacientes em uso regular de diltiazem devem ser cuidadosamente monitorizados devido a uma mudança em efeitos farmacológicos quando for iniciada e descontinuada a terapêutica47 com cimetidina, neste caso um ajuste na dose de diltiazem pode ser justificado.
A depressão da contratilidade cardíaca, condutibilidade e automaticidade, tanto quanto a dilatação vascular16 associada a anestésicos pode ser potencializada por bloqueadores de canais de cálcio.

Posologia de Diltizem Ap

Diltizem AP
As dosagens devem ser ajustadas de acordo com as necessidades de cada paciente, começando com 180 a 240 mg ao dia, quando administradas em dose única diária, embora alguns pacientes possam responder a baixas doses.
O efeito máximo anti-hipertensivo é geralmente observado após 14 dias de terapia contínua; assim, ajustes na dose poderão ser feitos se necessário.
DILTIZEM AP tem um efeito aditivo quando empregado com outros agentes anti-hipertensivos. Assim, a dosagem do DILTIZEM AP, ou do anti-hipertensivo utilizado concomitantemente, poderá necessitar de ajustes.

Superdosagem de Diltizem Ap

                   Em casos de superdosagem ou se houver uma resposta exagerada ao diltiazem recomenda-se o seguinte: lavagem gástrica82 ou indução de vômitos71; para a bradicardia38 intensa pode-se usar atropina (0.6mg a l.0mg) ou, se não houver resposta administrar isoproterenol cuidadosamente. Para casos de bloqueio AV intenso: atropina (como acima) ou se instituir o marca-passo83 cardíaco.
Se houver insuficiência cardíaca45 empregar os agentes inotrópicos (isoproterenol, dopamina84) e diuréticos85. Nos quadros de hipotensão21 sintomática49 administrar vasopressores do tipo bitartarato de levarterenol ou dopamina84. As doses tóxicas em animais são variáveis conforme a espécie. Não se conhece a dose tóxica para o homem, porém, sabe-se que os níveis sangüíneos acima de 800ng/ml não foram ligados à toxicidade86.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

DILTIZEM AP - Laboratório

PFIZER
Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
Tel: 0800-16-7575
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CNPJ n° 46.070.868/0001-69

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
6 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
7 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
8 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
9 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
10 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
11 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
12 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
13 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
14 Células Musculares: Células contráteis maduras, geralmente conhecidas como miócitos, que formam um dos três tipos de músculo. Os três tipos de músculo são esquelético (FIBRAS MUSCULARES), cardíaco (MIÓCITOS CARDÍACOS) e liso (MIÓCITOS DE MÚSCULO LISO). Provêm de células musculares embrionárias (precursoras) denominadas MIOBLASTOS.
15 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
16 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
17 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
18 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
19 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
20 Pressão Diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
21 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
22 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
23 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
24 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
25 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
26 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
27 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
28 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
29 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
30 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
31 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
32 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
33 Nódulo Sinusal: Pequena massa de fibras musculares cardíacas modificadas, localizada na junção da VEIA CAVA SUPERIOR com o átrio direito. Os impulsos da contração provavelmente começam neste nó, propagam-se pelo átrio (ÁTRIO CARDÍACO) sendo então transmitidos pelo feixe de His (FEIXE ATRIOVENTRICULAR) para o ventrículo (VENTRÍCULO CARDÍACO).
34 Marcapasso: Dispositivo eletrônico utilizado para proporcionar um estímulo elétrico periódico para excitar o músculo cardíaco em algumas arritmias do coração. Em geral são implantados sob a pele do tórax.
35 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
36 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
37 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
38 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
39 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
40 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
41 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
42 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
43 Nó sinusal: Pequena massa de fibras musculares cardíacas modificadas, localizada na junção da VEIA CAVA SUPERIOR com o átrio direito. Os impulsos da contração provavelmente começam neste nó, propagam-se pelo átrio (ÁTRIO CARDÍACO) sendo então transmitidos pelo feixe de His (FEIXE ATRIOVENTRICULAR) para o ventrículo (VENTRÍCULO CARDÍACO).
44 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
45 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
46 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
47 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
48 Hipotensão arterial: Diminuição da pressão arterial abaixo dos valores normais. Estes valores normais são 90 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 50 milímetros de pressão diastólica.
49 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
50 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
51 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
52 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
53 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
54 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
55 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
56 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
57 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
58 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
59 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
60 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
61 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
62 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
63 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
64 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
65 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
66 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
67 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
68 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
69 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
70 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
71 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
72 Ponderal: Relativo a peso, equilíbrio. Exemplos: Perda ponderal = perda de peso, emagrecimento. Ganho ponderal = ganho de peso.
73 Petéquias: Pequenas lesões da pele ou das mucosas, de cor vermelha ou azulada, características da púrpura. São lesões hemorrágicas, que não desaparecem à pressão, cujo tamanho não ultrapassa alguns milímetros.
74 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
75 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
76 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
77 Olhos:
78 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
79 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
80 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
81 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
82 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
83 Marca-passo: Dispositivo implantado no peito ou no abdômen com o por objetivo de regular os batimentos cardíacos.
84 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
85 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
86 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.

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