MINIPRESS SR

PFIZER

Atualizado em 09/12/2014

Identificação do Produto de Minipress Sr

Nome: Minipress® SR

Nome genérico: cloridrato de prazosina

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Minipress Sr

Minipress® SR (cloridrato de prazosina) - Cápsulas de liberação lenta:

1 mg - embalagens com 15 cápsulas
2 mg - embalagens com 15 cápsulas
4 mg - embalagens com 15 cápsulas

                         

USO ADULTO

Composição de Minipress Sr

1 mg: cada cápsula contém cloridrato de prazosina equivalente a 1 mg de prazosina base.2 mg: cada cápsula contém cloridrato de prazosina equivalente a 2 mg de prazosina base.
4 mg: cada cápsula contém cloridrato de prazosina equivalente a 4 mg de prazosina base.

Excipientes utilizados: amido de milho, Eudragit RS 100, óleo de coco fracionado, lactose1, talco e sacarose.

                         

Informações ao Paciente de Minipress Sr

O medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30° C) e ao abrigo da luz e umidade.

O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com prazo de validade vencido.

Em geral a resposta ao tratamento com Minipress® SR (cloridrato de prazosina) ocorre dentro de 1 a 14 dias.

A terapêutica2 adequada será indicada exclusivamente pelo seu médico. Portanto, o tratamento não deverá ser interrompido ou alterado sem o conhecimento do mesmo.

A segurança do uso de Minipress® SR (cloridrato de prazosina) durante a gravidez3 ou durante a lactação4 não foi ainda estabelecida. Assim sendo, durante esses períodos a droga só deverá ser usada sob estreita supervisão médica. Também é importante avisar o médico caso ocorra gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Caso ocorram reações desagradáveis, como por exemplo tontura5, dor de cabeça6 ou escurecimento da visão7, o médico responsável pelo tratamento deverá ser avisado.

Minipress® SR (cloridrato de prazosina) não deve ser tomado por pessoas que tenham desenvolvido em outras ocasiões alergia8 ao cloridrato de prazosina. O produto não é indicado para crianças menores de 12 anos.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIOS SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE9.

                         

Informações Técnicas de Minipress Sr

Ações de Minipress Sr

O cloridrato de prazosina causa uma redução na resistência vascular10 periférica total. Estudos em animais sugerem que o efeito vasodilatador está relacionado ao bloqueio dos receptores alfa-adrenérgicos11 pós-sinápticos. Os resultados dos estudos pletismográficos realizados nos antebraços de humanos demonstraram que o efeito vasodilatador periférico é o resultado do efeito balanceado tanto sobre os vasos de resistência (arteríolas12) como sobre os vasos de capacitância (veias13).

Ao contrário dos agentes alfa-bloqueadores adrenérgicos11 não seletivos, a ação anti-hipertensiva do cloridrato de prazosina não se acompanha usualmente por taquicardia14 reflexa. A maioria dos estudos indica que a terapêutica2 crônica com cloridrato de prazosina possui efeito muito discreto sobre a atividade da renina plasmática. Um relato sugere um aumento transitório na atividade da renina plasmática após a dose inicial assim como um aumento transitório leve com doses subseqüentes.

Estudos hemodinâmicos em pacientes hipertensos têm demonstrado que o cloridrato de prazosina não produz efeitos significativos sobre os valores do débito cardíaco15, freqüência cardíaca, fluxo sanguíneo renal16 e taxa de filtração glomerular.

Não tem sido observado desenvolvimento de tolerância durante o tratamento a longo prazo, assim como elevação rebote da pressão arterial17 após retirada abrupta do medicamento.

Uma variedade de estudos epidemiológicos, bioquímicos e experimentais tem estabelecido que um nível elevado de lipoproteína de baixa densidade (LDL18-colesterol19) está associado a um aumento no risco de doença cardiovascular, assim como níveis elevados de lipoproteína de alta densidade (HDL20) guardam relação com menor risco de doença cardiovascular. Estudos clínicos têm demonstrado que o cloridrato de prazosina diminui os níveis de LDL18 e aumenta ou não produz efeitos nos níveis de HDL20.

Após a administração oral de cápsulas de liberação lenta de cloridrato de prazosina em voluntários normais e pacientes hipertensos, as concentrações plasmáticas alcançam pico em três horas, com uma meia-vida plasmática média de 10,8 horas. A droga é altamente ligada às proteínas21 plasmáticas.

Estudos realizados em animais indicam que o cloridrato de prazosina é extensamente metabolizado, primariamente por demetilação e conjugação, e é excretado principalmente pela bile22 e fezes. Estudos em humanos indicam metabolismo23 e excreção semelhantes.

Indicações de Minipress Sr

Minipress® SR (cloridrato de prazosina) está indicado no tratamento da hipertensão arterial24 essencial (primária) de todos os graus e na hipertensão arterial24 secundária de etiologia25 variada.

                         Pode ser usado como droga inicial isolada ou em esquemas associados a um diurético26 e/ou a outras drogas anti-hipertensivas, conforme seja necessário para uma resposta adequada do paciente.

O fluxo sanguíneo renal16 e a taxa de filtração glomerular não são comprometidos pela
administração a longo prazo e, assim sendo, Minipress® SR (cloridrato de prazosina) pode ser usado em hipertensos com alteração da função renal16.

Contra-Indicações de Minipress Sr

Minipress® SR (cloridrato de prazosina) é contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade às quinazolinas.

Advertências de Minipress Sr

GRAVIDEZ3 E LACTAÇÃO4

A segurança de Minipress® SR (cloridrato de prazosina) durante a gravidez3 não foi ainda estabelecida. Assim seu uso durante a gravidez3 somente é recomendado quando na opinião médica os benefícios suplantarem o risco potencial.

O cloridrato de prazosina é excretado no leite materno em pequenas quantidades, devendo portanto ser usado com cautela em lactentes27.

IDOSOS

O uso de Minipress® SR (cloridrato de prazosina) diminui a resistência vascular10 periférica e, desde que muitos pacientes com esta disfunção são idosos, deverá haver um controle por parte do médico durante o início da administração e durante o ajuste da dose do medicamento.

CRIANÇAS

Minipress® SR (cloridrato de prazosina) não é recomendado para o tratamento de crianças com idade abaixo de 12 anos uma vez que não foram estabelecidas condições seguras para tal.

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA28 VENTRICULAR ESQUERDA

Minipress® SR (cloridrato de prazosina) não é recomendado no tratamento de pacientes com insuficiência29 ventricular esquerda devido a obstruções mecânicas como estenose30 da válvula aórtica, estenose30 da válvula mitral, embolia31 pulmonar e pericardite32 constritiva.

                         Dados adequados ainda não estão disponíveis para estabelecer a eficácia em pacientes com insuficiência29 ventricular esquerda devido a recente infarto do miocárdio33.

                         

 precauções de Minipress Sr

Uma porcentagem muito pequena de pacientes responde de maneira abrupta e exagerada à dose inicial de Minipress® SR (cloridrato de prazosina).

Hipotensão34 postural, evidenciada por tonturas35, fraqueza ou raramente perda da consciência, foi relatada. O efeito é auto-limitante e na maioria dos casos não reincide após período inicial de tratamento ou durante as fases subsequentes de ajuste da dose. Esta resposta não está relacionada com a gravidade da hipertensão36. As experiências clínicas indicam que a incidência37 e severidade dos sintomas38 hipotensivos iniciais podem ser reduzidas com o uso de uma baixa dose inicial e com aumentos gradativos durante a primeira ou segunda semana de tratamento. Assim o paciente deve ser orientado para evitar situações onde possa se ferir, caso ocorram tontura5 ou desmaio durante o início do tratamento.

Quando a prazosina é administrada inicialmente a pacientes com insuficiência29 ventricular esquerda, e que tenham se submetido a um rigoroso tratamento diurético26 ou outro tratamento vasodilatador, particularmente com doses mais altas do que a inicial recomendada, a diminuição na pressão de enchimento ventricular esquerdo pode estar associada a uma queda significante do débito cardíaco15 e da pressão arterial17 sistêmica.

Em alguns pacientes com insuficiência29 ventricular esquerda foi relatada diminuição da eficácia clínica de Minipress® SR (cloridrato de prazosina) após vários meses de tratamento.

Nestes pacientes geralmente há evidência de aumento de peso ou edema39 periférico indicando retenção de líquido. Embora possa ocorrer uma deterioração clínica espontânea em tais pacientes gravemente enfermos, não foi determinada uma relação causal com a prazosina.

Assim sendo, como ocorre com todos os pacientes com insuficiência29 ventricular esquerda, é necessário um ajuste criterioso da dose de diurético26, de acordo com a condição clínica de cada paciente, para evitar a excessiva retenção de líquido e proporcionar alívio dos sintomas38.

Interação Medicamentosa de Minipress Sr

Minipress® SR (cloridrato de prazosina) tem sido administrado sem qualquer interação com as seguintes drogas: glicosídeos cardíacos (digitálicos e digoxina), agentes hipoglicemiantes40 (insulina41, clorpropamida42, fenformina, tolazamida e tolbutamida), tranquilizantes e sedativos (diazepam, clordiazepóxido e fenobarbital), agentes para o tratamento de gota43 (alopurinol, colchicina e probenecida), antiarrítmicos (procainamida, propranolol e quinidina), analgésicos44, antipiréticos45 e antiinflamatórios (propoxifeno, ácido acetil-salicílico, indometacina e drogas da classe fenilbutazona).

A adição de um diurético26 ou outra droga anti-hipertensiva tem causado efeito adicional hipotensivo. Este efeito pode ser minimizado ao se reduzir Minipress® SR (cloridrato de prazosina) a 1 ou 2 mg, em dose única diária, pela introdução cautelosa de drogas adicionais anti-hipertensivas e pelo reajuste posológico baseando-se na resposta clínica do paciente.

Testes de Laboratório:

Em pacientes que tenham sido tratados com Minipress® (cloridrato de prazosina) podem ocorrer resultados falso-positivos nos testes de detecção de feocromocitoma46 (ácido vanililmandélico urinário-VMA) e metoxihidroxifenilglisol (MHPG) - um metabólito47 urinário da norepinefrina.

                         

Reações Adversas de Minipress Sr

As reações adversas mais comuns associadas com menor freqüência no tratamento com Minipress® SR (cloridrato de prazosina) são: tontura5, cefaléia48, sonolência, adinamia, fraqueza, náuseas49 e palpitações50. Na maior parte dos casos as reações adversas desaparecem com a manutenção do tratamento ou são toleradas sem redução da dose de Minipress® SR (cloridrato de prazosina).

Além destas as seguintes reações foram associadas ao tratamento com Minipress® SR (cloridrato de prazosina): vômito51, diarréia52, constipação53, desconforto abdominal e/ou dor, disfunção hepática54, pancreatite55, edema39, hipotensão34 ortostática, dispnéia56, desmaio, taquicardia14, tensão nervosa, vertigem57, alucinações58, depressão, parestesia59, erupção60 cutânea61, prurido62, alopecia63, liquen plano, frequência urinária aumentada, incontinência64, impotência65, priapismo66, visão7 turva, esclera67 avermelhada, epistaxis, zumbido, boca68 seca, congestão nasal, sudorese69, febre70, título positivo de anticorpos71 antinucleares e artralgia72.

Posologia de Minipress Sr

Há evidência de que a tolerabilidade é melhor quando se inicia com doses menores de cloridrato de prazosina. Durante a primeira semana a dose de Minipress® SR (cloridrato de prazosina) deve ser ajustada de acordo com a tolerabilidade individual de cada paciente.

A resposta, caso venha ocorrer, geralmente ocorre dentro de 1 a 14 dias. Quando a resposta é observada, a terapia deve ser mantida com a mesma dose até que se obtenha um nível de resposta de grau ótimo, antes de aumentar novamente a posologia.

A dose máxima diária é de 20 mg.

A. Pacientes sem tratamento anti-hipertensivo prévio:

A terapia deve ser iniciada com Minipress® SR 1 mg à noite ao deitar, seguindo-se de 1 mg uma vez ao dia por 3 a 7 dias. Quando o paciente não apresentar problemas de tolerabilidade, esta dose poderá sofrer ajustes posteriores de acordo com a resposta do paciente, até a dose total diária máxima (5 cápsulas de 4 mg) de 20 mg, sempre com apenas uma administração ao dia.

B. Pacientes recebendo diurético26 com controle inadequado da pressão arterial17:

O diurético26 deve ser reduzido a um nível de dose de manutenção para o produto considerado e iniciar o tratamento com Minipress® SR (cloridrato de prazosina) cápsula na dose de 1 mg à noite ao deitar, seguindo-se de doses únicas diárias de 1 mg, com posteriores ajustes posológicos na dependência da resposta do paciente até a dose máxima total de 20 mg ao dia.

C. Pacientes recebendo outros agentes anti-hipertensivos, mas com controle inadequado da pressão arterial17:

Devido a alguns efeitos de somação poderem ocorrer, a dose de outro agente (beta-bloqueadores, metildopa, reserpina, clonidina*, etc.) deve ser reduzida e Minipress® SR (cloridrato de prazosina) cápsulas iniciado na dose de 1 mg uma vez ao dia, à noite ao deitar.
                       
Ajustes posteriores deverão ser sempre com apenas uma administração ao dia, dependendo da resposta do paciente.

*A clonidina deve ser reduzida gradativamente segundo as orientações de seu fabricante.

Evidência de que a adição de Minipress® SR (cloridrato de prazosina) a agentes bloqueadores beta-adrenérgicos11, antagonistas do cálcio ou inibidores da ECA pode levar a uma redução substancial da pressão arterial17. Portanto uma posologia inicial de dose baixa é altamente recomendada.

D. Pacientes com disfunção renal16 moderada a severa:

Até o momento os estudos mostram que Minipress® SR (cloridrato de prazosina) não compromete a função renal16 quando usado em pacientes portadores de disfunção renal16. Uma vez que alguns pacientes desta classe têm respondido a pequenas doses de prazosina, o tratamento deve ser iniciado com 1 mg de Minipress® SR (cloridrato de prazosina) cápsulas de liberação lenta e a dose aumentada cautelosamente, sempre na dependência da resposta do paciente.

Conduta na Superdosagem de Minipress Sr

A ingestão acidental de pelo menos 50 mg de cloridrato de prazosina por uma criança de dois anos ocasionou sonolência profunda e diminuição dos reflexos. Não se observou queda da pressão arterial17. A recuperação foi sem intercorrência. Caso a superdosagem conduza a hipotensão34, deve ser instituída terapia de suporte. A recuperação da pressão arterial17 e a normalização da frequência cardíaca podem ser conseguidas mantendo-se o paciente em posição supina. Caso esta medida seja insuficiente, o choque73 deve ser tratado inicialmente com expansores de volume. Se necessário, devem ser então usados vasopressores. A função renal16 deve ser monitorizada e, se necessário, terapia de suporte instituída. Dados de laboratório indicam que o cloridrato de prazosina não é dializável por ser ligado às proteínas21 plasmáticas.

MINIPRESS SR - Laboratório

PFIZER
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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
6 Cabeça:
7 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
8 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
9 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
10 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
11 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
12 Arteríolas: As menores ramificações das artérias. Estão localizadas entre as artérias musculares e os capilares.
13 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
14 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
15 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
16 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
17 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
18 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
19 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
20 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
21 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
22 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
23 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
24 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
25 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
26 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
27 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
28 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
29 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
30 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
31 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
32 Pericardite: Inflamação da membrana que recobre externamente o coração e os vasos sanguíneos que saem dele. Os sintomas dependem da velocidade e grau de lesão que produz. Variam desde dor torácica, febre, até o tamponamento cardíaco, que é uma emergência médica potencialmente fatal.
33 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
34 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
35 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
36 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
37 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
38 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
39 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
40 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
41 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
42 Clorpropamida: Medicação de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia ajudando o pâncreas a produzir mais insulina e o corpo a usar melhor a insulina produzida. Pertence à classe dos medicamentos chamada sulfoniluréias.
43 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
44 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
45 Antipiréticos: Medicamentos que reduzem a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, eles não vão afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
46 Feocromocitoma: São tumores originários das células cromafins do eixo simpático-adrenomedular, caracterizados pela autonomia na produção de catecolaminas, mais freqüentemente adrenalina e/ou noradrenalina. A hipertensão arterial é a manifestação clínica mais comum, acometendo mais de 90% dos pacientes, geralmente resistente ao tratamento anti-hipertensivo convencional, mas podendo responder a bloqueadores alfa-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio e nitroprussiato de sódio. A tríade clássica do feocromocitoma, associado à hipertensão arterial, é composta por cefaléia, sudorese intensa e palpitações.
47 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
48 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
49 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
50 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
51 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
52 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
53 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
54 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
55 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
56 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
57 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
58 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
59 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
60 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
61 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
62 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
63 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
64 Incontinência: Perda do controle da bexiga ou do intestino, perda acidental de urina ou fezes.
65 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
66 Priapismo: Condição, associada ou não a um estímulo sexual, na qual o pênis ereto não retorna ao seu estado flácido habitual. Essa ereção é involuntária, duradora (cerca de 4 horas), geralmente dolorosa e potencialmente danosa, podendo levar à impotência sexual irreversível, constituindo-se numa emergência médica.
67 Esclera: Túnica fibrosa, branca e opaca, mais externa do globo ocular, revestindo-o inteiramente com exceção do segmento revestido anteriormente pela córnea. É essencialmente avascular, porém contém aberturas para a passagem de vasos sanguíneos, linfáticos e nervos. Recebe os tendões de inserção dos músculos extraoculares e no nível da junção esclerocorneal contém o seio venoso da esclera. Sinônimos: Esclerótica
68 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
69 Sudorese: Suor excessivo
70 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
71 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
72 Artralgia: Dor em uma articulação.
73 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
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