VIBRAMICINA Drageas

PFIZER

Atualizado em 09/12/2014

Identificação do Produto da Vibramicina Drageas1

                       

Nome: VIBRAMICINA*

Nome genérico: cloridrato de doxiciclina

Forma Farmacêutica e Apresentações da Vibramicina Drageas1

Drágeas1: cartuchos com 3 e 15 drágeas1

USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 8 ANOS DE IDADE

Composição da Vibramicina Drageas1

Cada drágea2 de Vibramicina* contém cloridrato de doxiciclina equivalente a 100 mg de doxiciclina .

Excipientes: Manitol, amido de milho, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, polivinilpirrolidona, álcool etílico, álcool isopropílico, dióxido de titânio, corante azul, dietilftalato, metocel, corante amarelo, sílica gel e água purificada.

Informações ao Paciente da Vibramicina Drageas1

Vibramicina* drágeas1 deve ser conservada em temperatura ambiente (entre 15 e 30oC) e ao abrigo da luz e umidade.

O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com prazo de validade vencido.

A duração do tratamento irá depender do tipo de infecção3 para a qual o produto está sendo administrado. Portanto, a terapêutica4 não deve ser alterada sem o conhecimento do seu médico.

O produto é contra-indicado em mulheres que estejam em fase de gestação ou que estejam amamentando. Informar o médico a ocorrência de gravidez5 durante ou após o tratamento.

O medicamento é contra-indicado para pessoas com conhecida hipersensibilidade às tetraciclinas ou a qualquer componente do produto.

O medicamento não é indicado para crianças menores de 8 anos.

O medicamento pode ser deglutido diretamente com um pouco de líquido.

Eventualmente pode ocorrer irritação gástrica e, neste caso, o medicamento deve ser administrado juntamente com alimentos ou leite.

Informar o médico responsável pelo tratamento se reações adversas ocorrerem.

Pacientes que estejam em tratamento com Vibramicina* não devem tomar medicamentos antiácidos6 contendo alumínio, ferro, cálcio , magnésio e sais de bismuto.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE7.

                         

Informações Técnicas da Vibramicina Drageas1

Descrição da Vibramicina Drageas1

Vibramicina* é um antibiótico de amplo espectro derivado sintético da oxitetraciclina. A doxiciclina apresenta elevado grau de lipossolubilidade e pouca afinidade de ligação ao cálcio. É altamente estável no soro8 humano normal e não se degrada para uma forma epianidro.

Ações da Vibramicina Drageas1

A doxiciclina é fundamentalmente bacteriostática e acredita-se que exerça sua ação antimicrobiana pela inibição da síntese proteica . A doxiciclina é ativa contra uma ampla variedade de microorganismos gram-positivos e gram-negativos. As tetraciclinas são prontamente absorvidas e ligam-se em grau variável às proteínas9 plasmáticas. São concentradas pelo fígado10 na bile11 e excretadas na urina12 e fezes em altas concentrações sob forma biologicamente ativa. A doxiciclina administrada por via oral é absorvida de maneira virtualmente completa. Os estudos realizados até o momento indicam que a absorção da doxiciclina, ao contrário de outras tetraciclinas, não é acentuadamente alterada pela ingestão de alimentos ou leite. Após a administração de 200 mg de doxiciclina a voluntários adultos sadios, o pico médio dos níveis séricos foi de 2,6 mcg/ml após duas horas, diminuindo para 1,45 mcg/ml após 24 horas. A excreção renal13 de doxiciclina é de aproximadamente 40% após 72 horas em indivíduos com a função renal13 normal (clearance de creatinina14 de 75 ml/min). Esta porcentagem pode ser reduzida para um valor de até 1-5% após 72 horas em indivíduos com insuficiência renal15 severa (clearance de creatinina14 inferior a 10 ml/min).
Os estudos não demonstraram diferença significante na meia vida sérica da doxiciclina (num período de 18 a 22 horas) em indivíduos com função renal13 normal e com insuficiência renal15 severa. A hemodiálise16 não altera a meia vida sérica da doxiciclina.

                         

Indicações da Vibramicina Drageas1

Vibramicina* é indicada nos processos infecciosos causados por microorganismos sensíveis à doxiciclina.

Vibramicina é indicada no tratamento e na prevenção seletiva de cólera17.

                         

Contra-Indicações da Vibramicina Drageas1

O medicamento é contra-indicado para pessoas com conhecida hipersensibilidade às tetraciclinas ou a qualquer componente do produto, e para gestantes, lactantes18 e menores de 8 anos.

Advertências da Vibramicina Drageas1

O uso de drogas da classe das tetraciclinas durante o desenvolvimento da dentição19 (segunda metade da gravidez5, primeira infância e crianças até os 8 anos de idade) pode causar coloração permanente dos dentes (amarelo, cinza e pardo). Esta reação adversa é mais comum durante tratamentos prolongados, mas tem sido observada em tratamentos repetidos a curto prazo.
Hipoplasia20 do esmalte21 dental também foi relatada. Portanto, Vibramicina* só deve ser usada nestes grupos de pacientes quando outras drogas não estiverem disponíveis ou mostrarem-se ineficazes e contra-indicadas.

Fotossensibilidade, manifestada por reações exageradas de queimaduras por exposição à luz solar, tem sido observada em alguns indivíduos em tratamento com tetraciclinas. Pacientes sujeitos a exposição à luz solar direta ou à luz ultravioleta devem ser alertados de que esta reação pode ocorrer com as tetraciclinas, sendo que o tratamento deve ser descontinuado à primeira evidência de eritema22 cutâneo23.

A ação antianabólica das tetraciclinas pode causar um aumento do nitrogênio uréico sanguíneo.

Estudos realizados até o momento indicam que isto não ocorre com o uso da doxiciclina em pacientes com insuficiência renal15.

Uso na Gravidez5 e Lactação24:

(Vide advertências - "Uso durante o desenvolvimento dos dentes")

Vibramicina* ainda não tem sido estudada em pacientes grávidas. Assim, não deve ser usada em gestantes a menos que, no julgamento do médico, seja essencial para o bem estar da paciente.

Resultados em estudos animais indicam que as tetraciclinas atravessam a placenta, são encontradas nos tecidos fetais e podem ter efeitos tóxicos no desenvolvimento do feto25 (geralmente relacionados ao retardo no desenvolvimento esquelético). Evidências de embriotoxicidade também foram observadas em animais tratados no período inicial da gestação.

As tetraciclinas são encontradas no leite de lactantes18 que estejam, neste período, fazendo uso de antibióticos pertencentes a este grupo. Portanto, o uso de tetraciclinas deve ser evitado em lactantes18.

                         
Uso em crianças:

Vide advertências - "Uso durante o desenvolvimento dos dentes")

Como ocorre com outras tetraciclinas, Vibramicina* forma um complexo cálcico estável em qualquer tecido ósseo26 em formação. Foi observada uma redução no índice de crescimento da fíbula27 em prematuros, aos quais foram administradas doses orais de 25 mg/kg de tetraciclina a cada seis horas. Esta reação mostrou ser reversível com a descontinuação da droga.

                         

Precauções da Vibramicina Drageas1

O uso de antibióticos pode ocasionalmente resultar em desenvolvimento de microorganismos não susceptíveis. É essencial, portanto, a constante observação do paciente. Caso apareçam microorganismos resistentes, o antibiótico deve ser descontinuado e terapêutica4 adequada instituída.

Ao se tratar pacientes portadores de doenças venéreas com suspeita de sífilis28, é essencial a confirmação diagnóstica, incluindo microscopia em campo escuro. Nestes casos testes sorológicos devem ser realizados mensalmente, durante pelo menos quatro meses.

Em tratamentos prolongados, uma avaliação laboratorial periódica dos sistemas orgânicos incluindo hematopoiético, renal13 e hepático deverá ser realizada.

Infecções29 devido a estreptococos beta-hemolíticos do grupo A deverão ser tratadas por no mínimo dez dias.

                         

Interações Medicamentosas da Vibramicina Drageas1

Em virtude das tetraciclinas demonstrarem deprimir a atividade protrombínica do plasma30, pacientes que estiverem tomando anticoagulantes31 poderão necessitar de uma redução na dosagem dos mesmos.

Houve relatos isolados de que o uso concomitante de tetraciclinas e contraceptivos orais pode reduzir a eficácia destes últimos.

Tendo em vista que as drogas bacteriostáticas podem interferir na ação bactericida da penicilina, é aconselhável evitar-se a administração de Vibramicina* juntamente com penicilina.

Pacientes que estejam sob tratamento com doxiciclina não devem ser tratados com antiácidos6 que contenham alumínio, cálcio, magnésio ou preparações que contenham ferro e sais de bismuto, uma vez que estes prejudicam a absorção das tetraciclinas.

Álcool, barbitúricos, carbamazepina e fenitoína diminuem a meia-vida da doxiciclina.

O uso concomitante de tetraciclinas e metoxiflurano (Pentrane) tem causado toxicidade32 renal13 fatal.

Reações Adversas da Vibramicina Drageas1

Devido à absorção praticamente completa da Vibramicina*, não é comum a presença de efeitos colaterais33 gastrintestinais. As seguintes reações adversas foram observadas em pacientes tratados com tetraciclinas:

Gastrintestinais: anorexia34, náusea35, vômitos36, diarréia37, glossite38, disfagia39, enterocolite e lesões40 inflamatórias na região anogenital (com monilíase). Anormalidades na função hepática41 tem sido raramente relatadas. Estas reações foram causadas tanto pela administração oral como parenteral de tetraciclinas. Raros casos de esofagite42 e ulcerações43 esofágicas foram relatados em pacientes que receberam drogas da classe das tetraciclinas na forma de cápsulas e comprimidos. A maior parte destes pacientes recebeu a medicação antes de deitar-se.

Cutâneas44: lesões40 eritematosas45 e maculopapulares. Apesar de pouco comuns, foram relatados casos de dermatite46 esfoliativa. As reações de fotossensibilidade já foram discutidas no item advertências.

Toxicidade32 renal13: elevação do nitrogênio uréico sanguíneo tem sido relatada com o uso de tetraciclinas sendo aparentemente dose-relacionada (vide advertências).

Reações de hipersensibilidade: urticária47, edema angioneurótico48, anafilaxia49, púrpura50 anafilactóide, doença do soro8, pericardite51 e exacerbação de lúpus52 eritematoso53 sistêmico54.

Hematológicas: anemia hemolítica55, trombocitopenia56, neutropenia57 e eosinofilia58 foram relatadas com o uso de tetraciclinas. Casos de fontanelas59 abauladas em crianças e hipertensão60 intracranial benigna em adultos foram relatados em pacientes recebendo doses terapêuticas máximas. Este quadro desapareceu rapidamente com a descontinuação do medicamento.

Quando administradas por períodos prolongados, as tetraciclinas podem produzir descoloração microscópica das glândulas61 tireóides (marrom-preto). Não foram relatadas quaisquer anormalidades nos estudos da função tireoidiana.

                         

Posologia da Vibramicina Drageas1

                         A dose usual e frequência da administração de Vibramicina* diferem da maioria das tetraciclinas.

Doses maiores que as recomendadas podem resultar no aumento da incidência62 de reações adversas.

O tratamento deve continuar por pelo menos 24 a 48 horas após o desaparecimento dos sintomas63 e febre64. Quando usada em infecções29 estreptocócicas, a terapêutica4 deve ser mantida durante 10 dias para impedir o desenvolvimento de febre reumática65 e glomerulonefrite66.

Estudos até o momento têm demonstrado que a administração de Vibramicina* nas doses habitualmente recomendadas não leva a um acúmulo excessivo de antibiótico em pacientes com insuficiência renal15.

Crianças maiores de 8 anos:

O esquema posológico recomendado para crianças pesando até 50 kg é de 4mg/kg de peso corporal no primeiro dia de tratamento, administrados como dose única diária, ou em duas doses a cada 12 horas, seguida por uma dose de manutenção é de 2mg/kg de peso corporal, em dose única diária ou dividida em duas doses a cada 12 horas. Em infecções29 mais graves doses de manutenção de até 4 mg/kg de peso corporal podem ser usadas. Para crianças pesando mais de 50 kg deverá ser usada a dose usual recomendada para adultos. (Vide Advertências - "Uso em crianças")

                         Adultos:

A dose usual de Vibramicina* em adultos é de 200 mg no primeiro dia de tratamento
(administrados em dose única ou em duas doses de 100 mg a cada 12 horas), seguidos de uma dose de manutenção de 100mg/dia (administrados em dose única ou em duas doses de 50 mg a cada 12 horas).

No controle de infecções29 mais severas (particularmente as infecções29 crônicas do trato urinário67), deverão ser administradas doses diárias de 200 mg durante todo o período de tratamento.

                         
Acne68 vulgaris:

Dose única diária de 100 mg por até 12 semanas.

Infecções29 Uretrais, Endocervicais ou Retais não Complicadas em Adultos, causadas por Chlamydia trachomatis:

Doses orais de 100 mg, duas vezes ao dia, durante sete dias.

Infecções29 Gonocócicas Não Complicadas (exceto infecções29 anorretais em homens):

Dose oral de 100 mg, duas vezes ao dia, por sete dias. Como esquema alternativo em dose única, administrar 300 mg inicialmente seguidos de uma segunda dose de 300 mg uma hora após. Estas doses devem ser administradas com alimentos, inclusive leite ou bebidas carbonadas, conforme recomendado.

Orquiepididimite69 Aguda Causada por C .trachomatis ou N.gonorrhoeae:

Dose oral de 100 mg, duas vezes ao dia, por no mínimo 10 dias.

Ureaplasma urealyticum (micoplasma -T):

Em infecções29 por Ureaplasma urealyticum (micoplasma-T) no trato genital masculino, associadas com infertilidade70 não explicada, tanto o homem quanto sua parceira sexual devem ser tratados com 100 mg duas vezes ao dia, por 4 semanas.

Uretrite71 não gonocócica, causada por Ureaplasma urealyticum:

Dose oral de 100 mg duas vezes ao dia por 7 dias.

Doença Inflamatória Pélvica72 Aguda:

Pacientes Ambulatoriais: Cefoxitina 2 g IM, ou amoxicilina 3 g via oral, ou ampicilina 3,5 g via oral, ou benzilpenicilina procaina (Penicilina G) aquosa 4,8 milhões de unidades IM em dois locais diferentes, ou ceftriaxona 250 mg IM. Cada um desses esquemas, exceto a ceftriaxona, deve ser acompanhado de probenecida 1g, via oral e seguido de Vibramicina* 100 mg, duas vezes ao dia por 10 a 14 dias.

                         

Sífilis28 Primária e Secundária:

Dose diária fracionada de 300 mg por no mínimo 10 dias.

Tratamento e Prevenção Seletiva de Cólera17 em Adultos

Vibramicina* deve ser administrada em dose única de 300 mg.

Tratamento de Malária falciparum Resistente à Cloroquina:

Dose oral diária de 200 mg, por um mínimo de sete dias. Devido à potencial gravidade da infecção3 deve-se sempre associar um esquizonticida de ação rápida como o quinina à Vibramicina*. A dose recomendada de quinino varia de acordo com a área geográfica.

Prevenção de Malária

Dose diária de 100 mg em adultos; para crianças acima de 8 anos de idade, Vibramicina deve ser administrada em doses únicas diárias de 2 mg/kg, até a dose máxima para adultos.

A profilaxia pode ser iniciada um a dois dias antes de viajar para áreas endêmicas. A administração deverá ser feita durante a viagem nestas áreas e por 4 semanas após a saída das mesmas.

Prevenção da Diarréia37 de Viajantes em Adultos:

Dose de 200 mg no primeiro dia de viagem (administrados em dose única, ou 100 mg a cada 12 horas), seguida de 100 mg diários durante a permanência na área. Não existem dados disponíveis sobre o uso profilático da droga por períodos superiores a 21 dias.

Prevenção da Leptospirose:

Dose semanal de 200 mg durante todo o período de permanência na área, e 200 mg ao final do mesmo. Não existem dados disponíveis sobre o uso profilático da droga por períodos superiores a 21 dias.

Tratamento de Leptospirose:

Doses diárias de 100 mg dividida em duas doses, durante 7 dias

                         

Recomendações de Administração:

Recomenda-se a ingestão de quantidades adequadas de líquidos durante a administração de formas sólidas orais de drogas da classe das tetraciclinas para reduzir o risco de irritação esofágica e ulceração73.

Vibramicina* drágeas1 pode ser deglutida diretamente com um pouco de líquido.

Na ocorrência de irritação gástrica recomenda-se que a administração de Vibramicina* seja acompanhada de alimentos ou leite. Estudos indicam que a absorção da Vibramicina* não é acentuadamente influenciada pela ingestão simultânea de alimentos ou leite.

Superdosagem da Vibramicina Drageas1

Em caso de superdosagem, o medicamento deve ser descontinuado e tratamento sintomático74 e medidas de suporte instituídos. A diálise75 não altera a meia-vida plasmática da doxiciclina e portanto não seria um benefício no tratamento dos casos de superdosagem.

VIBRAMICINA Drageas - Laboratório

PFIZER
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Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
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Complementos

1 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
2 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
3 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
4 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
7 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
8 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
9 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
10 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
11 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
12 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
13 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
14 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
15 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
16 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
17 Cólera: Doença aguda ocasionada por infecção bacteriana pelo vibrião colérico, caracterizada por diarréia aquosa muito freqüente e abundante, que pode levar o paciente ao choque por desidratação. É transmitida por ingestão da bactéria através de água e alimentos contaminados.
18 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
19 Dentição: Os dentes conjuntamente na arcada dentária. Normalmente, a dentição se refere aos dentes naturais posicionados em seus alvéolos. A dentição referente aos dentes decíduos é a DENTIÇÃO PRIMÁRIA; e a referente aos dentes permanentes é a DENTIÇÃO PERMANENTE.
20 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
21 Esmalte: Camada rígida, delgada e translúcida, de substância calcificada que reveste e protege a dentina da coroa do dente. É a substância mais dura do corpo e é quase que completamente composta de sais de cálcio. Ao microscópio, é composta de bastões delgados (prismas do esmalte) mantidos conectados por uma substância cimentante, e apresenta-se revestido por uma bainha de esmalte. (Tradução livre do original
22 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
23 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
24 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
25 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
26 Tecido Ósseo: TECIDO CONJUNTIVO especializado, principal constituinte do ESQUELETO. O componente celular básico (principle) do osso é constituído por OSTEOBLASTOS, OSTEÓCITOS e OSTEOCLASTOS, enquanto COLÁGENOS FIBRILARES e cristais de hidroxiapatita formam a MATRIZ ÓSSEA.
27 Fíbula: Osso da perna, lateral à tíbia (e menor que esta). Proporcionalmente a seu comprimento, é o mais delgado dos ossos longos. Sinônimos: Perônio
28 Sífilis: Doença transmitida pelo contato sexual, causada por uma bactéria de forma espiralada chamada Treponema pallidum. Produz diferentes sintomas de acordo com a etapa da doença. Primeiro surge uma úlcera na zona de contato com inflamação dos gânglios linfáticos regionais. Após um período a lesão inicial cura-se espontaneamente e aparecem lesões secundárias (rash cutâneo, goma sifilítica, etc.). Em suas fases tardias pode causar transtorno neurológico sério e irreversível, que felizmente após o advento do tratamento com antibióticos tem se tornado de ocorrência rara. Pode ser causa de infertilidade e abortos espontâneos repetidos.
29 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
30 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
31 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
32 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
33 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
34 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
35 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
36 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
37 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
38 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
39 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
40 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
41 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
42 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
43 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
44 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
45 Eritematosas: Relativas a ou próprias de eritema. Que apresentam eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
46 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
47 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
48 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
49 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
50 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
51 Pericardite: Inflamação da membrana que recobre externamente o coração e os vasos sanguíneos que saem dele. Os sintomas dependem da velocidade e grau de lesão que produz. Variam desde dor torácica, febre, até o tamponamento cardíaco, que é uma emergência médica potencialmente fatal.
52 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
53 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
54 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
55 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
56 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
57 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
58 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
59 Fontanelas: Na anatomia geral, são espaços membranosos entre os ossos do crânio que ainda não se encontram ossificados quando do nascimento do bebê; fontículos ou moleiras. Na anatomia zoológica, são depressões rasas e pálidas da cabeça de certos cupins; fenestras.
60 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
61 Glândulas: Grupo de células que secreta substâncias. As glândulas endócrinas secretam hormônios e as glândulas exócrinas secretam saliva, enzimas e água.
62 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
63 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
64 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
65 Febre reumática: Doença inflamatória produzida como efeito inflamatório anormal secundário a infecções repetidas por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Caracteriza-se por inflamação das articulações, febre, inflamação de uma ou mais de uma estrutura cardíaca, alterações neurológicas, eritema cutâneo. Com o tratamento mais intensivo da faringite estreptocócica, a freqüência desta doença foi consideravelmente reduzida.
66 Glomerulonefrite: Inflamação do glomérulo renal, produzida por diferentes mecanismos imunológicos. Pode produzir uma lesão irreversível do funcionamento renal, causando insuficiência renal crônica.
67 Trato Urinário:
68 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
69 Orquiepididimite: Processo inflamatório que envolve os testículos (orquite) e o epidídimo (epididimite).
70 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
71 Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
72 Doença inflamatória pélvica: Infecção aguda que compromete o trato genital feminino (ovários, trompas de Falópio, útero). Manifesta-se por dor, febre e descarga purulenta pela vagina.
73 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
74 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
75 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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