Miantrex CS

PFIZER

Atualizado em 09/12/2014

Miantrex* CS

(metotrexato)

PARTE I

Identificação do Produto de Miantrex Cs

Nome: Miantrex* CSNome genérico: metotrexato
Formas farmacêuticas e apresentações:
Miantrex* CS solução injetável 25 mg/mL em embalagem contendo 1 frasco-ampola com 2
mL (50 mg) ou 20 mL (500 mg).
Miantrex* CS solução injetável 100 mg/mL em embalagem contendo 1 frasco-ampola com
10 mL (1g).
USO PEDIÁTRICO E ADULTO
USO INJETÁVEL POR VIA INTRAVENOSA, INTRAMUSCULAR, INTRATECAL OU
INFUSÃO INTRAVENOSA (vide "Posologia")
CUIDADO: AGENTE CITOTÓXICO1

Composição de Miantrex Cs


Cada mL de Miantrex* CS 50 mg ou 100 mg contém 25 mg de metotrexato.
Excipientes: água para injetáveis, hidróxido de sódio e cloreto de sódio. Quando necessário,
o pH é ajustado com solução de ácido clorídrico2 e/ou hidróxido de sódio.
Cada mL de Miantrex* CS 1 g contém 100 mg de metotrexato.
Excipientes: água para injetáveis e hidróxido de sódio. Quando necessário, o pH é ajustado
com soluções de ácido clorídrico2 e/ou hidróxido de sódio.

PARTE II

USO RESTRITO A HOSPITAIS

Este produto é de uso restrito a hospitais ou ambulatórios especializados, com
emprego específico em neoplasias3 malignas e deve ser manipulado apenas por
pessoal treinado. As informações ao paciente serão fornecidas pelo médico
assistente, conforme necessário.
Miantrex* CS (metotrexato) deve ser conservado em temperatura ambiente (abaixo de
25ºC), protegido da luz. Descartar devidamente qualquer solução não utilizada.
O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use
medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para saúde4.

PARTE III

Informações Técnicas de Miantrex Cs

Propriedades FarmacodinâmicasO metotrexato (ácido 4-amino-10 metil fólico) é um antimetabólito e análogo do ácido fólico.
O fármaco5 entra nas células6 através de um sistema de transporte ativo para folatos
reduzidos e, devido à ligação relativamente irreversível, inibe a enzima7 diidrofolato redutase,
que catalisa o processo de redução do ácido fólico a ácido tetraidrofólico. A formação inibida
de tetraidrofolatos resulta na interferência da síntese e reparo do DNA e replicação celular.
A afinidade da diidrofolato redutase pelo metotrexato é muito maior que a sua afinidade pelo
ácido fólico ou diidrofólico, de forma que mesmo administrando-se simultaneamente grandes
quantidades de ácido fólico, os efeitos do metotrexato não serão revertidos.
O fármaco5 parece também causar um aumento no trifosfato de desoxiadenosina intracelular.
Acredita-se que essa substância iniba a redução de ribonucleotídeos e polinucleotídeo
ligase (enzima7 relacionada com a síntese e reparo do DNA). Os tecidos ativamente
proliferativos tais como células6 malignas, medula óssea8, células6 fetais, das mucosas9 bucais
e intestinais, espermatogônias e células6 da bexiga urinária10 são geralmente mais sensíveis
às ações farmacológicas do metotrexato.
Propriedades Farmacocinéticas
Absorção

Consegue-se uma absorção rápida e completa do metotrexato após administração
intramuscular e os níveis séricos máximos são obtidos dentro de 0,5-2 horas. Doses orais
baixas (até 25-30 mg/m2) são rapidamente absorvidas no trato gastrintestinal, mas a
absorção de doses maiores é irregular, possivelmente devido ao efeito de saturação.
Entretanto, foi detectada uma variabilidade na absorção do metotrexato em pacientes
recebendo tratamento oral devido à desnudação epitelial, mudanças na motilidade e
alterações da flora intestinal induzidas pelo fármaco5. Além disso, foi demonstrado que o
alimento retarda a absorção e reduz a concentração máxima. Os níveis séricos máximos
atingíveis após administração oral são ligeiramente menores que aqueles detectados após
injeção intramuscular11, sendo que esses picos são alcançados dentro de 1-4 horas após
administração oral.
Distribuição
Aproximadamente 50% do metotrexato absorvido está ligado reversivelmente às proteínas12
séricas, mas se difunde facilmente para as células6 dos tecidos corpóreos, onde o fármaco5 é
transportado ativamente através das membranas celulares.
O metotrexato é amplamente distribuído para os tecidos corpóreos, sendo que as maiores
concentrações são encontradas nos rins13, vesícula biliar14, baço15, fígado16 e pele17. Quantidades
pequenas ou insignificantes atravessam a barreira hematoencefálica e atingem o líquido
cefalorraquidiano após administração oral ou parenteral, que podem ser aumentadas
quando são administradas doses maiores. Foram detectadas pequenas quantidades na
saliva e no leite. O fármaco5 atravessa a barreira placentária.
O metotrexato é retido por várias semanas nos rins13 e, por meses, no fígado16, mesmo após
uma única dose terapêutica18. As concentrações séricas podem se manter e o metotrexato
pode se acumular nos tecidos após doses diárias repetidas.
O fármaco5 penetra lentamente nos líquidos acumulados em terceiros espaços, tais como
derrames pleurais, ascites e edemas19 tissulares acentuados.
Metabolismo20
O fármaco5 não parece sofrer metabolização significativa em doses baixas; após tratamento
com doses elevadas, o metotrexato sofre metabolização hepática21 e intracelular para formas
poliglutamadas que podem ser reconvertidas a metotrexato por enzimas do tipo hidrolase.
Pode ocorrer pequena metabolização para derivados 7-hidroxi com as doses comumente
prescritas.
Antes da absorção, o metotrexato pode ser parcialmente metabolizado pela flora intestinal a
ácido 2,4-diamino-N10-metilpteróico, um metabólito22 farmacologicamente inativo.
Excreção
A depuração plasmática é descrita como sendo trifásica: a primeira fase provavelmente
envolve a distribuição para os órgãos, a segunda, excreção renal23 e a terceira, a passagem
do metotrexato através da circulação24 entero-hepática21.
A meia-vida terminal após doses orais reduzidas situa-se na faixa de 3 a 10 horas ou 8 a 15
horas, após terapia parenteral de doses elevadas. A depuração total é, em média, 12 L/h,
mas existe uma variação interindividual muito ampla. Foi identificada uma depuração
retardada do fármaco5 como sendo um dos principais fatores responsáveis pela toxicidade25
medicamentosa.
A excreção se dá principalmente pelos rins13, através de filtração glomerular e transporte
ativo. Até 92% de uma única dose são excretados inalterados na urina26 dentro de 24 horas
após a administração IV, seguindo-se por excreção de 1-2% da dose retida diariamente.
Pequenas quantidades são excretadas nas fezes, provavelmente através da bile27.
O padrão de eliminação, entretanto, varia consideravelmente de acordo com a dosagem e
via de administração. A excreção de metotrexato fica prejudicada e ocorre acumulação mais
rapidamente em pacientes com função renal23 insuficiente. Além disso, a administração
simultânea de ácidos orgânicos fracos como os salicilatos pode suprimir a depuração do
metotrexato. O fármaco5 é lentamente liberado de compartimentos de terceiro espaço,
prolongando o desaparecimento do plasma28 e aumentando o risco de toxicidade25.
Dados de Segurança Pré-Clínicos
A DL50 intraperitoneal de metotrexato foi de 94 e 6-25 mg/kg para camundongos e ratos,
respectivamente. A DL50 oral do composto em ratos foi 180 mg/kg. A tolerância ao
metotrexato em camundongos aumentou com a idade. Em cães, a dose intravenosa de 50
mg/kg foi letal. Os principais alvos após dose única foram os sistemas hemolinfopoiético e
trato gastrintestinal.
Os efeitos tóxicos após administrações repetidas de metotrexato foram investigados em
camundongos e em ratos. Os principais alvos do metotrexato nas espécies animais acima
eram os sistemas hemolinfopoiético, trato gastrintestinal, pulmões29, fígado16, rins13, testículos30 e
pele17. A tolerância dos camundongos a doses crônicas de metotrexato aumentou com a
idade.
O metotrexato foi genotóxico nos vários testes realizados in vitro e in vivo, tóxico aos órgãos
reprodutores masculinos e embriotóxico e teratogênico31 em camundongos, ratos e coelhos.
Não foi encontrada qualquer evidência de carcinogenicidade nos estudos do ciclo de vida de
camundongos e hamsteres. Contudo, o metotrexato, como outros fármacos citotóxicos32, deve
ser considerado potencialmente carcinogênico.

Indicações de Miantrex Cs


Miantrex* CS (metotrexato) é um fármaco5 citotóxico1 utilizado na quimioterapia33
antineoplásica e em certas patologias não-malignas.

Indicações em Oncologia de Miantrex Cs

Miantrex* CS é indicado para o tratamento dos seguintes tumores sólidos e neoplasias3
malignas hematológicas:
Neoplasias3 trofoblásticas gestacionais (coriocarcinoma uterino, corioadenoma destruens
e mola hidatiforme34)
Leucemias linfocíticas agudas
Câncer35 pulmonar de células6 pequenas
Câncer35 de cabeça36 e pescoço37 (carcinoma38 de células6 escamosas)
Câncer35 de mama39
Osteossarcoma
Tratamento e profilaxia de linfoma40 ou leucemia41 meníngea42
Terapia paliativa de tumores sólidos inoperáveis
Linfomas não-Hodgkin e linfoma40 de Burkitt.

Indicações Não-Oncológicas de Miantrex Cs


Psoríase43 grave

Contra-Indicações de Miantrex Cs

Miantrex* CS (metotrexato) é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidadeconhecida ao metotrexato ou a qualquer componente da fórmula e àqueles portadores
de insuficiência renal44 grave.
A presença de insuficiência hepática45, alcoolismo, depressão da medula óssea8
(presença de anemia46 grave e/ou leucopenia47 grave e/ou trombocitopenia48), infecções49
graves, úlcera péptica50 ou colite51 ulcerativa, gravidez52 e aleitamento (vide "Advertências
e Precauções") requerem extrema cautela no uso do metotrexato para terapia
antineoplásica enquanto representam contra-indicações para o uso em pacientes com
psoríase43.

Advertências e Precauções de Miantrex Cs

Geral
Como regra geral, a administração do metotrexato deve ser realizada sob supervisão de
médicos com treinamento completo para a utilização de fármacos citotóxicos32. É obrigatório o
controle minucioso da toxicidade25, particularmente na administração de dosagens elevadas
do fármaco5.
Embora a probabilidade de ocorrer efeitos tóxicos esteja relacionada, em termos de
freqüência e gravidade, com a dose e/ou freqüência da administração do fármaco5, a
toxicidade25 pode ocorrer em todas as doses.
Pacientes submetidos a tratamento com metotrexato devem ser informados dos riscos de
toxicidade25. Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento,
recomendando-se particular atenção aos pacientes com insuficiência renal44, bem como para
aqueles com derrames pleurais ou outras coleções em terceiro espaço (por exemplo,
ascite53), uma vez que a eliminação do fármaco5 pode estar comprometida.
As avaliações basais de rotina devem incluir um hemograma completo, testes de função
renal23 e hepática21 e uma radiografia de tórax54. Durante o tratamento da psoríase43, recomendase
a monitoração dos parâmetros hematológicos (pelo menos uma vez ao mês) e função
renal23 e hepática21 (a cada um a três meses). Em pacientes oncológicos indica-se, usualmente,
uma monitoração mais freqüente. A urina26 deve ser mantida alcalinizada ao longo de toda a
terapia com metotrexato.
Pacientes em tratamento ambulatorial com metotrexato devem ser informados dos sinais55 e
sintomas56 de toxicidade25, da necessidade de procurar seu médico imediatamente se eles
ocorrerem e da necessidade de cuidadoso acompanhamento, inclusive de testes
laboratoriais regulares para monitoração da toxicidade25.
As advertências e precauções especiais aplicam-se às seguintes situações:
Infecções49
A terapia com metotrexato possui atividade imunossupressora, que potencialmente pode
levar a infecções49 sérias ou mesmo fatais. Sinais55 e sintomas56 de infecção57 devem ser
cuidadosamente observados e pode ser necessário tratamento antibiótico de largo espectro.
Toxicidade25 gastrintestinal
Se ocorrerem vômitos58 recorrentes, graves ou diarréia59 recorrente ou estomatite60 ulcerativa
extensa, a terapia com metotrexato deve ser descontinuada em vista do risco de enterite
hemorrágica61 e perfuração intestinal.
Hepatotoxicidade62
Alterações transitórias dos testes de função hepática21 (transaminases elevadas) são
freqüentemente observadas após a administração de metotrexato e geralmente não
requerem modificação do tratamento com metotrexato. Pode ocorrer toxicidade25 hepática21
crônica (fibrose63 e cirrose64) após tratamento prolongado (2 anos ou mais) e doses elevadas
cumulativas do fármaco5. Embora atualmente se acredite que a biópsia65 hepática21 seja a única
medida confiável de avaliação da hepatotoxicidade62 induzida pelo metotrexato, os testes de
função hepática21 devem ser repetidos periodicamente durante o período de tratamento.
Indica-se precaução especial na presença de dano hepático preexistente ou função hepática21
insuficiente. Anormalidades persistentes e/ou reduções significativas da albumina66 sérica
podem ser indicadores de toxicidade25 hepática21 grave, requerendo avaliação.
Toxicidade25 pulmonar
O metotrexato tem potencial para causar toxicidade25 pulmonar, de forma que os pacientes
devem ser cuidadosamente monitorados quanto a sinais55 e sintomas56 pulmonares (por
exemplo, tosse seca, improdutiva). Se tais manifestações ocorrerem, o tratamento deve ser
descontinuado, instituindo-se uma terapia de suporte.
Neurotoxicidade
Altas doses sistêmicas ou administração intratecal de metotrexato podem causar toxicidade25
significativa ao SNC67. Os pacientes devem ser monitorados cuidadosamente quanto a sinais55
e sintomas56 neurológicos. Se tais manifestações ocorrerem, o tratamento deve ser
descontinuado, devendo ser instituída terapia apropriada.
Toxicidade25 cutânea68
Os pacientes recebendo metotrexato devem evitar exposição excessiva sem proteção ao sol
ou lâmpadas solares devido a possíveis reações de fotossensibilidade.
Função renal23
O metotrexato não é nefrotóxico mas é quase completamente excretado pelos rins13. O risco
de dano renal23 levando à insuficiência renal44 aguda devido, principalmente, à precipitação no
rim69 do fármaco5 inalterado e seus metabólitos70, pode ser reduzido por hidratação oral
adequada e alcalinização da urina26 (o metotrexato é um ácido fraco e tende a se precipitar
em pH urinário abaixo de 6,0). Testes de função renal23 devem ser realizados periodicamente.
Terapia com doses elevadas
A administração de ácido folínico (folinato de cálcio) é obrigatória na terapia de metotrexato
em altas doses. A administração de ácido folínico, hidratação e alcalinização da urina26 devem
ser realizadas com monitoração constante dos efeitos tóxicos e da eliminação do
metotrexato.
Há relatos de mortes relacionadas ao uso do metotrexato no tratamento da psoríase43; por
esta razão, no tratamento dessa patologia71, o fármaco5 deverá ser reservado aos casos
graves, rebeldes e incapacitantes que não tenham respondido adequadamente às formas
usuais de terapia e somente quando o diagnóstico72 for confirmado por biópsia65 e/ou consulta
dermatológica.
Uso durante a Gravidez52
Foram observados quadros de abortamento73, morte fetal e/ou anormalidades congênitas74 em
mulheres grávidas recebendo metotrexato. Se o fármaco5 for administrado durante a
gravidez52 ou se a paciente ficar grávida durante o tratamento com metotrexato, devem ser
fornecidas todas as informações sobre os riscos potenciais ao feto75.
As mulheres com probabilidade de engravidar não devem receber o fármaco5 até que a
gravidez52 esteja excluída e devem ser aconselhadas a fazer uso de métodos contraceptivos
confiáveis durante e até cerca de 3 meses após a descontinuação do fármaco5.
Uso durante a Lactação76
As mulheres devem ser instruídas a não amamentar durante o tratamento com metotrexato,
uma vez que o fármaco5 é excretado no leite materno e pode ser causa potencial de efeitos
adversos sérios.
Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
Não existem relatos descrevendo explicitamente efeitos do tratamento com metotrexato
sobre a capacidade de conduzir automóveis e usar máquinas. Entretanto, com base nas
reações adversas relatadas, presume-se que o fármaco5 seja potencialmente perigoso.

Interações Medicamentosas de Miantrex Cs

O metotrexato é freqüentemente utilizado em combinação com outros fármacos citotóxicos32.
Pode-se esperar uma toxicidade25 aditiva em esquemas de quimioterapia33 que combinam
fármacos com efeitos farmacológicos similares, devendo ser realizada uma monitoração
especial com respeito à depressão de medula óssea8, bem como toxicidades renal23,
gastrintestinal e pulmonar.
Após a absorção, o metotrexato liga-se parcialmente à albumina66 sérica. O uso concomitante
de outros fármacos que competem pelo mesmo sítio de ligação pode resultar em
deslocamento do metotrexato, com aumento das concentrações plasmáticas e risco de
toxicidade25. Os salicilatos, as sulfonamidas, as sulfoniluréias77, a fenitoína, a fenilbutazona, o
ácido aminobenzóico, alguns antibióticos como as penicilinas, tetraciclina, pristinamicina,
probenecida e cloranfenicol, apresentam um efeito inibidor/competitivo com o metotrexato
na ligação das proteínas12 séricas. Além disso, compostos hipolipidêmicos como a
colestiramina mostraram-se substratos de ligação preferencial em comparação com as
proteínas12 séricas, quando administrados em combinação com metotrexato.
Deve ser evitado o uso concomitante de outros fármacos com potencial nefrotóxico ou
hepatotóxico, inclusive o álcool.
Foram relatados casos graves e alguns fatais de agravamento da toxicidade25 pelo
metotrexato, quando esse era administrado concomitantemente com vários fármacos
antiinflamatórios não-esteróides (AINEs), inclusive ácido acetilsalicílico e outros salicilatos,
azapropazona, diclofenaco, indometacina e cetoprofeno. O mecanismo é incerto mas pode
incluir tanto o deslocamento do metotrexato dos sítios de ligação com proteínas12 quanto um
efeito inibitório dos AINEs sobre a síntese de prostaglandina78 E2, causando uma redução
significativa do fluxo sangüíneo renal23, resultando em redução da excreção do metotrexato.
Foi relatado que o naproxeno não afeta a farmacocinética do metotrexato, mas foi relatado
um caso de interação fatal.
O uso concomitante de pirimetamina ou trimetoprima pode aumentar os efeitos tóxicos do
metotrexato devido a um efeito aditivo antifolato. Por outro lado, preparações
multivitamínicas incluindo ácido fólico ou seus derivados podem alterar as respostas ao
metotrexato e não devem ser administradas a pacientes que estejam recebendo
metotrexato.
Foi relatado que a administração de L-asparaginase pode antagonizar o efeito do
metotrexato.
Foi relatado um risco aumentado de hepatotoxicidade62 quando metotrexato e etretinato são
administrados concomitantemente.
O uso de anestesia79 com óxido nitroso potencializa o efeito do metotrexato sobre o
metabolismo20 do folato, causando mielossupressão e estomatite60 graves e imprevisíveis. Esse
efeito pode ser reduzido com a neutralização dos efeitos com ácido folínico.
A administração de amiodarona a pacientes tratados com metotrexato para psoríase43 induziu
lesões80 cutâneas81 ulceradas.
Foi relatado câncer35 de pele17 em poucos pacientes portadores de psoríase43 ou micose82
fungóide (um linfoma40 cutâneo83 de células6-T) recebendo tratamento concomitante com
metotrexato e terapia PUVA (metoxaleno e radiação ultravioleta).
Deve-se tomar cuidado sempre que papa de hemácias84 e metotrexato forem administrados
concomitantemente. Pacientes que receberam infusão de metotrexato por 24 horas e
transfusões subseqüentes apresentaram uma probabilidade aumentada de toxicidade25
decorrente de concentrações séricas elevadas e prolongadas de metotrexato.
O metotrexato é um imunossupressor85, podendo reduzir a resposta imunológica à vacinação
concomitante. Podem ocorrer reações antigênicas graves se vacinas vivas forem
administradas concomitantemente.
Incompatibilidades
Foi relatado que o metotrexato é incompatível com citarabina, fluoruracila e prednisolona.

Reações Adversas de Miantrex Cs


Muitos dos efeitos colaterais86 da terapia com metotrexato não podem ser evitados, tendo em
vista as ações farmacológicas do fármaco5. Entretanto, os efeitos adversos são geralmente
reversíveis se detectados precocemente. Os principais efeitos tóxicos do metotrexato
ocorrem em tecidos normais de proliferação rápida, particularmente a medula óssea8 e o
trato gastrintestinal. Ulcerações87 da mucosa88 oral são, habitualmente, os sinais55 mais precoces
de toxicidade25. As reações adversas mais comuns incluem estomatite60, leucopenia47, náusea89 e
desconforto abdominal; entretanto, como ocorre com outros fármacos, podem ocorrer outras
toxicidades com freqüências e intensidades diferentes de acordo com as várias doses/vias
de administração.
As reações adversas relatadas para os diferentes sistemas orgânicos são as seguintes:
Efeitos Hematológicos
Depressão da medula óssea8 (leucopenia47, neutropenia90, trombocitopenia48 e anemia46) é
esperada após terapia com metotrexato. O nadir (efeito deteriorante máximo) dos leucócitos91,
neutrófilos92 e plaquetas93 circulantes habitualmente ocorre entre 5 e 13 dias após a dose IV em
bolus94 (com recuperação entre 14 e 28 dias). Os leucócitos91 e neutrófilos92 podem,
ocasionalmente, apresentar duas depressões, a primeira ocorrendo em 4-7 dias e um
segundo nadir após 12-21 dias, seguido por recuperação. Podem ser esperadas seqüelas
clínicas como febre95, infecções49 e hemorragia96 em várias localizações.
Também foi relatada anemia megaloblástica97, principalmente em pacientes idosos recebendo
tratamento prolongado semanalmente com metotrexato. A suplementação98 de folato pode
permitir a continuação da terapia com metotrexato com a resolução da anemia46.
Efeitos Gastrintestinais
Podem ocorrer mucosite99 (estomatite60, gengivite100, glossite101, enterite), bem como náuseas102,
vômitos58 e diarréia59. As conseqüências clínicas dessa toxicidade25 podem ser ulceração103 e
sangramento das membranas mucosas9 da boca104 e/ou outras porções do trato gastrintestinal,
perfuração intestinal, desconforto abdominal, anorexia105. A administração de metotrexato tem
sido associada com hepatotoxicidade62 aguda e crônica. É comumente relatada a alteração
dos testes de função hepática21 (aumentos nos níveis de transaminases e LDH), mas isso
geralmente se resolve dentro de um mês da cessação da terapia. Fibrose63 ou cirrose64
hepática21 mais importante pode acompanhar tratamentos prolongados (2 anos ou mais) e
doses elevadas cumulativas do fármaco5. O risco de desenvolver hepatotoxicidade62 crônica
em pacientes com psoríase43 parece estar correlacionada, não somente com as doses
cumulativas do fármaco5, mas também com a presença de condições concomitantes como
alcoolismo, obesidade106, diabetes107, idade avançada e uso de compostos arsenicais.
Hipersensibilidade e Efeitos Dermatológicos
Foram relatadas erupções cutâneas81 eritematosas108, urticária109 e prurido110 após a administração
de metotrexato. Também foram relatadas reações anafiláticas111 e ulceração103/necrose112 da pele17
compatíveis com necrólise epidérmica tóxica113. Também podem ocorrer dermatites,
acne114/furunculose/foliculite, vasculite115, petéquias116, equimoses117, teleangiectasias,
fotossensibilidade, despigmentação/hiperpigmentação da pele17 e alopecia118. Podem aparecer
queimaduras e eritema119 em áreas psoriáticas por 1-2 dias após cada dose, agravadas por
exposição concomitante à radiação ultravioleta.
Efeitos Pulmonares
Podem ocorrer pneumonite120 intersticial121, fibrose63 intersticial121, infiltrados pulmonares
eosinofílicos reversíveis. Foi ocasionalmente relatada patologia71 pulmonar intersticial121 crônica.
As manifestações de toxicidade25 pulmonar induzidas pelo metotrexato incluem febre95, tosse
(principalmente seca e não produtiva), dispnéia122, dor torácica, hipoxemia123 e/ou evidência
radiológica de infiltrados pulmonares (geralmente difusos e/ou alveolares).
Efeitos sobre o SNC67
Relatou-se neurotoxicidade em pacientes recebendo metotrexato intratecal ou em altas
doses. A aracnoidite química manifesta-se através de cefaléia124, dor nas costas125, rigidez de
nuca. Uma forma subaguda126 de toxicidade25 pode caracterizar-se por vários graus de paresia127.
Também foram relatados paraplegia128 e aumento da pressão liquórica. Uma síndrome129 tardia,
ocorrendo meses ou anos após o tratamento, é caracterizada por leucoencefalopatia
necrotizante. A síndrome129 pode iniciar-se de forma insidiosa e progredir para um estado
confusional, estupor, convulsões, ataxia130 e demência131. Os efeitos são dose-relacionados e
ocorrem particularmente quando o metotrexato intratecal é administrado em doses acima de
50 mg em combinação com irradiação craniana e terapia sistêmica com metotrexato. Foi
registrado prejuízo cognitivo132 em crianças que receberam metotrexato intratecal juntamente
com irradiação craniana.
Efeitos Reprodutivos e Urogenitais
Podem ocorrer insuficiência renal44, azotemia, cistite133, hematúria134. Também foram relatados
oogênese e espermatogênese defeituosas, oligospermia transitória, disfunção urogenital135,
corrimento vaginal, infertilidade136, quadros de abortamento73 e defeitos fetais.
Carcinogenicidade
Relatou-se que fármacos citotóxicos32 estão associados com risco aumentado de
desenvolvimento de tumores secundários em seres humanos. Foi relatada evidência de
danos cromossômicos em células somáticas137 de animais e em células6 de medula óssea8 de
seres humanos com metotrexato.
Outros Efeitos Adversos
Foram relatados outros efeitos adversos em associação com o uso de metotrexato, os quais
incluem febre95, calafrios138, mal-estar, fadiga139, cefaléia124, tonturas140, sonolência, tinido, visão141
borrada e desconforto ocular. Também foram relatadas alterações metabólicas, precipitação
de diabete e efeitos osteoporóticos, inclusive necrose112 asséptica da cabeça36 do fêmur142.

Posologia de Miantrex Cs

Indicações em oncologiaA dose do metotrexato para indicações oncológicas é habitualmente baseada na área de
superfície corpórea (m2) do paciente ou no peso corpóreo (kg). Entretanto, se o paciente for
obeso ou tiver retenção hídrica grave, a dosagem deve ser baseada no peso corpóreo ideal
estimado.
A faixa de dose terapêutica18 do metotrexato para indicações oncológicas é muito ampla. A
dose, as vias intravenosa (injeção143 em bolus94 ou infusão), intramuscular, intratecal e
esquemas de administração variam de acordo com a doença que está sendo tratada, os
tratamentos citotóxicos32 concomitantes que estão sendo empregados (fármacos e
radioterapia144), a condição do paciente e a disponibilidade de adequadas medidas
quimioprotetoras / de suporte.
De um modo geral, as doses devem ser reduzidas em função de deficiências hematológicas
e insuficiência renal44 ou hepática21. Doses elevadas (superiores a 100 mg) são geralmente
administradas através de infusão intravenosa lenta, durante períodos que não devem
exceder a 24 horas, sendo que parte da dose é injetada inicialmente por via IV rápida. As
doses intravenosas (IV) de metotrexato variam, usualmente, de 30 a 120 mg/m2/ciclo em
pacientes com função renal23 normal. Doses de metotrexato tão elevadas quanto 12-15 g/m2
podem ser administradas (por exemplo, no tratamento de osteossarcoma), as quais devem
sempre ser administradas com ácido folínico (folinato de cálcio) a fim de proteger contra a
toxicidade25 excessiva. Além disso, doses altas não devem ser administradas por push IV e
necessitam de pré-hidratação e alcalinização da urina26. A dosagem do metotrexato deve ser
ajustada se o fármaco5 for utilizado em associação com outros agentes quimioterápicos com
sobreposição de toxicidades. É necessário ter especial cuidado no caso de associações
com outros fármacos nefrotóxicos (por exemplo, cisplatina).
Os exemplos de doses abaixo têm sido empregados nas indicações que se seguem:
Coriocarcinoma e doenças trofoblásticas similares
15 a 30 mg/dia em ciclos terapêuticos de 5 dias. Os ciclos são usualmente repetidos 3 a 5
vezes, caso necessário com intervalos de repouso de uma ou duas semanas (6 - 12 dias,
em média), até o desaparecimento de qualquer efeito tóxico porventura manifestado. A
eficácia é avaliada através da dosagem das gonadotrofinas coriônicas urinárias (GCU) de 24
horas, que devem retornar ao normal, ou a menos que 50 UI/24h, após o 3º ou 4º ciclo.
Recomenda-se um ou dois ciclos suplementares após a normalização das GCU. Antes de
cada ciclo é essencial cuidadosa avaliação clínica. Doses semelhantes de metotrexato têm
sido também utilizadas no tratamento de mola hidatiforme34 e do corioadenoma destruens.
Leucemia41 aguda linfocítica (linfoblástica)
No uso isolado, a dose na fase aguda é de 20 - 40 mg/m2 IM ou IV, duas vezes por semana,
e a dose de manutenção é de 15 - 30 mg/m2 IM, uma ou duas vezes por semana,
geralmente associado a outros quimioterápicos. Diante de recidiva145, a remissão pode ser
novamente obtida com a administração do esquema inicial. Quando empregado em
associação à corticoterapia, o metotrexato deverá ter sua dose reduzida em relação ao seu
emprego isolado.
Leucemia41 meníngea42
Pelo fato dos portadores de leucemia41 estarem sujeitos à invasão leucêmica do sistema
nervoso central, que poderá ou não apresentar sintomatologia, é recomendável a análise
rotineira do líquido cefalorraquidiano146 (LCR) em tais pacientes. Devido à marcante freqüência
da leucemia41 meníngea42, é agora uma prática comum administrar o metotrexato
intratecalmente como profilaxia, uma vez que a passagem da droga do sangue147 para o
líquido cefalorraquidiano146 é mínima. Por via IT, a administração é feita sob forma de solução,
na dose de 12 mg/m2 (recomendando-se 15 mg como dose máxima), a intervalos de 2 a 5
dias. A solução final de infusão deve apresentar uma concentração de 1 mg/mL em meio
adequado, estéril, isento de conservantes (soro148 fisiológico149, por exemplo). O metotrexato é
administrado até que a contagem de células6 no LCR retorne ao normal, ponto em que se
aconselha uma dose adicional. Doses elevadas podem ocasionar convulsões, porém
qualquer que seja a dose injetada por via IT pode desencadear efeitos indesejáveis,
principalmente de natureza neurológica. Após administração IT, a droga aparece em
concentrações significativas na circulação24, quando pode dar origem à toxicidade25 sistêmica.
Por conseguinte, a terapia antileucêmica sistêmica com o medicamento deve ser
apropriadamente ajustada, reduzida ou interrompida. O envolvimento focal do SNC67 poderá
não responder à quimioterapia33 por via IT.
Alternativamente, foi sugerido um esquema baseado na idade do paciente, com crianças
abaixo de 1 ano recebendo 6 mg, 8 mg para crianças de 1 ano, 10 mg para as de 2 anos e
12 mg para aquelas com 3 anos ou mais.
Não deve ser realizada radioterapia144 envolvendo o sistema nervoso central150
concomitantemente com metotrexato IT.
Câncer35 de mama39
O metotrexato, em doses IV de 10-60 mg/m2, é comumente incluído em regimes
combinados cíclicos com outros agentes citotóxicos32, no tratamento do câncer35 avançado de
mama39. Esquemas similares têm sido também utilizados como terapia adjuvante em casos
precoces após mastectomia151 e/ou radioterapia144.
Terapia paliativa de tumores sólidos inoperáveis
Têm sido recomendadas doses de 25 a 50 mg por semana, por via intramuscular. Doses de
30 mg a 50 mg têm sido aplicadas por perfusão, diluídas em soro148 fisiológico149 e instiladas em
cavidades do corpo relacionadas ao tumor152.
Indicações não oncológicas
No tratamento de indicações não-oncológicas, são normalmente utilizadas doses baixas
(administradas por injeção143 IM).
Psoríase43 grave (vide "Advertências e Precauções")
Dose única de 10 a 25 mg por semana, IM ou IV, até obtenção de resposta adequada. Ao se
decidir pela quimioterapia33 da psoríase43 com metotrexato, recomenda-se avaliação da
funcionalidade renal23, hepática21 e hematopoiética antes da terapia, periodicamente, no
decorrer desta e antes de sua reinstituição. Pacientes femininos devem ser orientadas no
sentido de evitar a concepção153 durante pelo menos 8 semanas após a terapia com
metotrexato. Uma vez obtida resposta clínica, a dose deverá ser reduzida ao mínimo
possível e administrada a intervalos maiores.
Instruções de Uso/Manuseio
Medidas de Proteção - São necessárias as seguintes medidas de proteção devido à
natureza tóxica desta substância:
A equipe deve ser treinada para efetuar as técnicas adequadas para reconstituição e
manuseio;
As mulheres grávidas da equipe não devem trabalhar com este fármaco5;
Os profissionais que estiverem manuseando o metotrexato injetável devem receber
equipamento de proteção: óculos, aventais, bem como luvas e máscaras descartáveis;
Deve ser designada uma área para a reconstituição (preferivelmente sob sistema de fluxo
laminar). A superfície de trabalho deve ser protegida com papel absorvente revestido de
plástico no verso, descartável;
Todos os itens utilizados para a reconstituição, administração e limpeza, inclusive as luvas,
devem ser colocados em recipientes descartáveis, especiais para material de alto risco, para
incineração em alta temperatura;
Ao contato acidental, a pele17 ou os olhos154 devem ser imediatamente lavados com grandes
quantidades de água ou solução de bicarbonato de sódio; deve-se procurar por cuidados
médicos.
Conservação
Miantrex* CS (metotrexato) deve ser conservado em temperatura ambiente (abaixo de 25º
C), protegido da luz. Descartar devidamente qualquer solução não utilizada.

Superdosagem de Miantrex Cs


Superdosagem aguda com metotrexato pode acarretar em mielossupressão grave e
toxicidade25 gastrintestinal, com anorexia105, perda progressiva de peso e diarréia59 sanguinolenta155.
O ácido folínico (folinato de cálcio) é um agente potente de neutralização dos efeitos tóxicos
imediatos de superdosagens de metotrexato administradas inadvertidamente. A
administração de ácido folínico deve ser iniciada o mais precocemente possível, de
preferência dentro da primeira hora, administrado por infusão IV em doses de até 75 mg por
12 horas, seguido de quatro doses de 12 mg IM, a cada 6 horas. Diante de efeito adverso
com doses médias de metotrexato, o ácido folínico poderá ser administrado na dose de 6 a
12 mg via IM, a cada 6 horas (quatro doses). De uma forma geral, diante de suspeita de
superdosagem, a dose do antídoto156 deve ser igual ou maior que a dose deletéria de
metotrexato e deverá ser injetada em até 1 hora após a administração do quimioterápico.
Eventualmente podem ser necessários outros meios terapêuticos de suporte tais como
transfusão157 sangüínea e diálise158 renal23.
Em caso de superdosagem maciça, pode ser necessária hidratação e alcalinização urinária
para prevenir a precipitação do fármaco5 e/ou de seus metabólitos70 nos túbulos renais. A
superdosagem intratecal inadvertida pode ser tratada através de outra punção lombar
realizada imediatamente após o reconhecimento da superdosagem para permitir que o
líquido cefalorraquidiano146 drene por gravidade. Se a dose exceder 100 mg, deve ser
considerada a realização de intervenção neurocirúrgica imediata, com perfusão
ventriculolombar após drenagem159 imediata do líquido cefalorraquidiano146; a drenagem159 contínua
ou trocas múltiplas do líquido cefalorraquidiano146 também podem ser levadas em
consideração, mas provavelmente não serão tão eficazes.

Pacientes Idosos de Miantrex Cs


O metotrexato deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes idosos, aplicando-se
todas as recomendações anteriormente descritas.

PARTE IV

MS - 1.0216.0182
Farmacêutico Responsável: José Francisco Bomfim - CRF-SP - no 7009
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
USO RESTRITO A HOSPITAIS
CUIDADO: AGENTE CITOTÓXICO1

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Produto fabricado e embalado por:
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Av. Monteiro Lobato, 2270
CEP 07190-001 - Guarulhos - SP
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Miantrex CS - Laboratório

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Complementos

1 Citotóxico: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
2 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
3 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
6 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
7 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
8 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
9 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
10 Bexiga Urinária: Saco musculomembranoso ao longo do TRATO URINÁRIO. A URINA flui dos rins (KIDNEY) para dentro da bexiga via URETERES (URETER) e permanece lá até a MICÇÃO. Sinônimos: Bexiga
11 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
12 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
13 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
14 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
15 Baço:
16 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
17 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
18 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
19 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
20 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
21 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
22 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
23 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
24 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
25 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
26 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
27 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
28 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
29 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
30 Testículos: Os testículos são as gônadas sexuais masculinas que produzem as células de fecundação ou espermatozóides. Nos mamíferos ocorrem aos pares e são protegidos fora do corpo por uma bolsa chamada escroto. Têm função de glândula produzindo hormônios masculinos.
31 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
32 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
33 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
34 Mola hidatiforme: Tumor benigno que se desenvolve a partir de tecido placentário em fases precoces de uma gravidez em que o embrião não se desenvolve normalmente. Causada por uma degenerescência das vilosidades coriônicas (projeções minúsculas, semelhantes a dedos, existentes na placenta). A causa é desconhecida.
35 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
36 Cabeça:
37 Pescoço:
38 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
39 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
40 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
41 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
42 Meníngea: Relativa ou própria da meninge.
43 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
44 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
45 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
46 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
47 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
48 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
49 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
50 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
51 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
52 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
53 Ascite: Acúmulo anormal de líquido na cavidade peritoneal. Pode estar associada a diferentes doenças como cirrose, insuficiência cardíaca, câncer de ovário, esquistossomose, etc.
54 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
55 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
56 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
57 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
58 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
59 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
60 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
61 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
62 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
63 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
64 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
65 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
66 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
67 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
68 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
69 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
70 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
71 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
72 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
73 Abortamento: Interrupção precoce da gravidez, espontânea ou induzida, seguida pela expulsão do produto gestacional pelo canal vaginal (Aborto). Pode ser precedido por perdas sangüíneas através da vagina.
74 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
75 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
76 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
77 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
78 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
79 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
80 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
81 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
82 Micose: Infecção produzida por fungos. Pode ser superficial, quando afeta apenas pele, mucosas e seus anexos, ou profunda, quando acomete órgãos profundos como pulmões, intestinos, etc.
83 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
84 Hemácias: Também chamadas de glóbulos vermelhos, eritrócitos ou células vermelhas. São produzidas no interior dos ossos a partir de células da medula óssea vermelha e estão presentes no sangue em número de cerca de 4,5 a 6,5 milhões por milímetro cúbico, em condições normais.
85 Imunossupressor: Medicamento que suprime a resposta imune natural do organismo. Os imunossupressores são dados aos pacientes transplantados para evitar a rejeição de órgãos ou para pacientes com doenças autoimunes.
86 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
87 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
88 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
89 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
90 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
91 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
92 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
93 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
94 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
95 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
96 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
97 Anemia megaloblástica: É uma doença na qual a medula óssea produz hemácias gigantes e imaturas. Esse distúrbio é provocado pela carência de vitamina B12 ou de ácido fólico no organismo. Uma vez que esses fatores são importantes para a síntese de DNA e responsáveis pela eritropoiese, a sua falta causa um defeito na síntese de DNA, levando ao desequilíbrio no crescimento e divisão celular.
98 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
99 Mucosite: Inflamação de uma membrana mucosa, produzida por uma infecção ou lesão secundária à radioterapia, quimioterapia, carências nutricionais, etc.
100 Gengivite: Condição em que as gengivas apresentam-se com sinais inflamatórios e sangramentos.
101 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
102 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
103 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
104 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
105 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
106 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
107 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
108 Eritematosas: Relativas a ou próprias de eritema. Que apresentam eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
109 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
110 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
111 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
112 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
113 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
114 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
115 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
116 Petéquias: Pequenas lesões da pele ou das mucosas, de cor vermelha ou azulada, características da púrpura. São lesões hemorrágicas, que não desaparecem à pressão, cujo tamanho não ultrapassa alguns milímetros.
117 Equimoses: Manchas escuras ou azuladas devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, as equimoses desaparecem passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
118 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
119 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
120 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
121 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
122 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
123 Hipoxemia: É a insuficiência de oxigênio no sangue.
124 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
125 Costas:
126 Subaguda: Levemente aguda ou que apresenta sintomas pouco intensos, mas que só se atenuam muito lentamente (diz-se de afecção ou doença).
127 Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. É um grau menor de paralisia.
128 Paraplegia: Perda transitória ou definitiva da capacidade de realizar movimentos devido à ausência de força muscular de ambos os membros inferiores. A causa mais freqüente é a lesão medular por traumatismos.
129 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
130 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
131 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
132 Cognitivo: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
133 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
134 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
135 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
136 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
137 Células somáticas: As células somáticas são quaisquer células dos organismos multicelulares que não estejam diretamente envolvidas na reprodução, tais como as células epiteliais. São células cujo núcleo se divide apenas por mitose, ao contrário das células germinativas, que podem sofrer meiose, para formar os gametas.
138 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
139 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
140 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
141 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
142 Fêmur: O mais longo e o maior osso do esqueleto; está situado entre o quadril e o joelho. Sinônimos: Trocanter
143 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
144 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
145 Recidiva: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
146 Líquido cefalorraquidiano: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
147 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
148 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
149 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
150 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
151 Mastectomia: Cirurgia através da qual extirpa-se parte ou a totalidade da mama. Pode estar indicada como tratamento do câncer de mama.
152 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
153 Concepção: O início da gravidez.
154 Olhos:
155 Sanguinolenta: 1. Em que há grande derramamento de sangue; sangrenta. 2. Tinto ou misturado com sangue. 3. Que se compraz em ver ou derramar sangue; sanguinária.
156 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
157 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
158 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
159 Drenagem: Saída ou retirada de material líquido (sangue, pus, soro), de forma espontânea ou através de um tubo colocado no interior da cavidade afetada (dreno).

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