Preço de Dorilax em Fairfield/SP: R$ 14,28

Bula do paciente Bula do profissional

Dorilax
(Bula do profissional de saúde)

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A

Atualizado em 08/12/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Dorilax
paracetamol + carisoprodol + cafeína
Comprimidos 350 mg + 150 mg + 50 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Comprimido
Embalagens contendo 1 blíster com 12 comprimidos e 25 blísteres com 4 comprimidos

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada comprimido de Dorilax contém:

paracetamol 350 mg
carisoprodol 150 mg
cafeína 50 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício e fosfato de cálcio dibásico di-hidratado.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE1

INDICAÇÕES

Este medicamento é um analgésico2 e miorrelaxante3 destinado ao tratamento de todos os estados dolorosos, reumáticos ou traumáticos, tais como: dores musculares, espasmos4 e distensão muscular, traumatismo5 de região não especificada do corpo, torcicolos, luxação6, entorse7 e distensão de região não especificada do corpo.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Em uma meta-análise publicada no JAMA em 1984, foram envolvidos mais de 10.000 pacientes, durante mais de 20 anos num total de 30 estudos, com o objetivo de avaliar o valor da cafeína como um analgésico2 adjuvante. Os estudos incluíram pacientes com dor pós-parto, cólicas8 uterinas, episiotomia9, cirurgias orais e cefaléia10. Em 21 dos 26 estudos, a potência relativa estimada de um analgésico2 com cafeína foi maior do que sem a cafeína. A análise da potência relativa estimada baseada em todos os estudos sugere que, na média, quando um analgésico2 não estava associado à cafeína, uma dose 40% maior foi necessária para obter o mesmo grau de analgesia obtida com o mesmo analgésico2 associado à cafeína (potência relativa estimada de 1,41 CI 95%; 1,23–1,63). Baseado nestes resultados e na revisão da literatura, os autores concluíram que a adição de cafeína a um analgésico2, tomados em 2 doses, resulta em analgesia mais efetiva. A melhora do humor também foi um ponto positivo, sendo considerado um ponto importante para alguns pacientes. A cafeína associada ao analgésico2 apresenta-se como uma importante opção terapêutica11 para tratar os pacientes com dor.

Renner e cols, em 2007, realizaram um estudo duplo-cego12, controlado com placebo13 e cruzado, com o objetivo de investigar a atividade analgésica do paracetamol, comparado com a cafeína isolada e associada ao paracetamol, utilizando um modelo experimental de dor em humanos. Os autores também estudaram as ações da cafeína na melhora da dor, de forma subjetiva e objetiva, além da avaliação da farmacocinética. O modelo de dor experimental utilizado é baseado no potencial evocado cortical e intensidade da dor através de estimulação específica dos nociceptores nasais com dióxido de carbono (CO2), e também na da intensidade da dor após estimulação dolorosa tônica na mucosa14 nasal com ar seco com fluxo e temperatura controlados.

Foram estudados 24 sujeitos sadios (12 de cada sexo), com idade entre 18 e 45 anos (média de 26 anos). O estudo demonstrou evidências do aumento da analgesia da associação da cafeína com o paracetamol (P+C). No entanto, o modelo experimental escolhido não elucidou o mecanismo envolvido na melhora do potencial analgésico2 do paracetamol. Os autores concluíram que os efeitos analgésicos15 do paracetamol e do paracetamol + cafeína, mas não da cafeína isolada, causaram significante redução da dor com início da analgesia 30 minutos após a ingestão da medicação. Na combinação (paracetamol + cafeína) o efeito analgésico2 se manteve por 3 horas. A cafeína acelerou a absorção do paracetamol, indicado pelo aumento da área sob a curva. Um efeito analgésico2 significante da combinação (P+C) na dor tônica foi encontrado em relação ao tempo, quando da comparação com o paracetamol isolado e com o placebo13, mostrando que a cafeína melhorou e prolongou a eficácia analgésica do paracetamol.

Um estudo comparativo, duplo-cego, controlado com placebo13 avaliou a eficácia do carisoprodol (350 mg) na condução de desordens musculoesqueléticas nas costas16. O carisoprodol foi efetivo em 79% dos casos, comparados a 14% dos pacientes que receberam placebo13. A incidência17 de efeitos adversos foi baixa (4/68) sendo facilmente controlados com diminuição da dose.

O carisoprodol foi avaliado no tratamento de dor aguda, espasmos4 e rigidez associados a condições musculoesqueléticas num estudo controlado com placebo13 envolvendo 65 pacientes. Em 80% dos pacientes a condição esteve presente por menos de 24 horas. Os pacientes receberam carisoprodol 350 mg, 4 vezes ao dia (com as refeições e ao deitar), por 10 dias ou placebo13. A melhora global e o alívio dos sintomas18 foi melhor evidenciado com o carisoprodol do que com o placebo13 no 5o e no 10o dia de tratamento, com alívio completo em 23 pacientes do grupo carisoprodol e 11 no grupo placebo13.

Em um estudo de 7 dias, multicêntrico, duplo-cego e controlado com placebo13, o carisoprodol foi efetivo no alívio agudo19 da lombalgia20 mecânica idiopática21 em regimes de doses de 250 mg e de 350 mg. Pacientes entre 18 e 65 anos, com dor aguda por 3 dias ou menos, foram randomizados para receber carisoprodol 250 mg (n=264), carisoprodol 350 mg (n=273) ou placebo13 (n=269) no estudo 1 ou carisoprodol 250 mg (n=269) ou placebo13 (n=278) no estudo 2. A medicação foi administrada 3 vezes ao dia e ao deitar, por 7 dias. Baseado nos 5 pontos de alívio de dor relatados pelos pacientes e na impressão global foi preenchida uma escala onde zero significava o pior resultado e 4 o melhor resultado no primeiro estudo. Em relação ao alívio da dor a média do score no terceiro dia após o início da terapia no estudo 1 foi de 1,4±0,1 no grupo placebo13, comparado com 1,8±0,1 em ambos os grupos de carisoprodol (diferença de 0,4; 95% CI; 0,2–0,5 para a dose de 250 mg e 0,4; 95% CI; 0,2–0,6 para a dose de 350 mg). No estudo 2 a média do score de alívio da dor no terceiro dia foi de 1,1±0,1 no grupo placebo13 e 1,8±0,1 no grupo carisoprodol 250 mg (diferença de 0,7; 95% CI; 0,5–0,9). No estudo 1, os pacientes tratados com carisoprodol (250 mg e 350 mg) reportaram melhor impressão geral na mudança da escala (2,2; 2,2 e 1,9 respectivamente, diferença de 0,2; CI 95%; 0,1–0,4 para 250 mg e 0,3; 95% CI, 0,1–0,4 para 350 mg). No estudo 1 os pacientes tratados com o carisoprodol 250 mg alcançaram o melhor score comparados com o placebo13 (2,2 vs 1,7 respectivamente, diferença de 0,5; 95% CI; 0,4–0,7).

Ralph e cols. em 2008, realizaram um estudo multicêntrico prospectivo22 com duração de 7 dias, randomizado23, duplo-cego, pareado e controlado com placebo13 com o objetivo de determinar a eficácia e a segurança do carisoprodol em condições musculoesqueléticas dolorosas, na dose de 250 mg, 3 vezes ao dia e ao deitar em espasmos4 musculares dolorosos agudos em região lombar24. Os pacientes qualificados foram randomizados para receber carisoprodol (n=277) ou placebo13 (n=285). A eficácia foi inicialmente avaliada através do relato do estado geral dos pacientes e através do relato de alívio da dor por meio de uma escala de dor composta por 5 pontos. A primeira avaliação ocorreu no terceiro dia de estudo. A avaliação secundária da eficácia foi realizada através: (1) questionário de inabilidade de Roland-Morris (RMDO), (2) tempo de melhora dos sintomas18, (3) utilização de medicação de resgate e (4) avaliação da motilidade. O carisoprodol foi mais efetivo do que o placebo13 na impressão global dos pacientes (2,24 vs 1,7; p<0,0001) e relato de alívio da dor nas costas16 (1,83 vs 1,12; p<0,0001). Os pacientes experimentaram melhora clínica com ou sem sedação25. Houve melhora moderada ou marcante no terceiro dia com o carisoprodol e no sexto dia com o placebo13 (p<0,0001). Nenhum paciente descontinuou o uso da medicação por sonolência e não houve efeito adverso grave ou efeitos

clínicos significantes nos valores laboratoriais e nos sinais vitais26. Neste estudo, os pacientes com espasmo27 muscular agudo19 em região lombar24, tiveram melhora significante e mais rápido alívio da dor, com melhora funcional durante o tratamento com carisoprodol 250 mg por via oral quando comparado com o placebo13.

O paracetamol mostrou-se eficaz no tratamento de dor moderada a severa associada a pequenos procedimentos cirúrgicos de acordo com uma meta-análise de 145 estudos. Para determinar o risco/benefício do paracetamol combinado com cafeína foram avaliados vários estudos, comparando paracetamol/cafeína com paracetamol isoladamente com relação ao benefício e aos dados relativos à hepatotoxicidade28 do paracetamol, quando combinado com cafeína. Oito estudos forneciam dados quantitativos suficientes para a meta-análise. O benefício relativo (de atingir pelo menos 50% de alívio da dor) do paracetamol vs paracetamol/cafeína foi de 1,12 (95% Cl; 1,05–1,19) em vários estados de dor aguda (dor de cabeça29, dismenorreia30, dor pós-parto, e dor odontológica). A revisão dos efeitos adversos da combinação de paracetamol e cafeína no fígado31 não revelou nenhum dado clinicamente significativo de hepatotoxicidade28 com o uso de paracetamol. A combinação paracetamol/cafeína é eficaz e segura para uso em dor aguda.

Em outro estudo, o objetivo foi determinar o efeito analgésico2 do paracetamol em comparação com uma associação de cafeína e paracetamol ou só cafeína na estimulação tônica e fásica da dor. Vinte e quatro pacientes foram tratados por via oral com paracetamol, cafeína, e uma combinação de ambos, num cruzamento de 4 braços, duplo-cego, controlado com placebo13. Foi demonstrado que a cafeína melhora e prolongada a atividade analgésica do paracetamol.

Referências

  • Micromedex Healthcare Series: DRUGDEX CAFFEINE. Disponível em: www.portaldapesquisa.com.br. Acesso: junho de 2010.
  • Laska EM et al. Caffeine as an analgesic adjuvant. JAMA; 251(13): 1711–1718, 1984.
  • Renner B et al. Caffeine accelerates absorption and enhances the analgesic effect of acetaminophen. J Clin Pharmacol; 47(6): 715–26, 2007.
  • Micromedex Healthcare Series: DRUGDEX CARISOPRODOL. Disponível em: www.portaldapesquisa.com.br. Acesso: junho de 2010.
  • Gordon EJ. Carisoprodol in the treatment of musculoskeletal disorders of the back. Am J Orthop; 5: 106–8, 1963.
  • Cullen AP. Carisoprodol (Soma) in acute back conditions: a double-blind, randomized, placebo13- controlled study. Curr Ther Res Clin Exp; 20: 557–562, 1976.
  • Ralph L et al. Double-blind, placebo13-controlled trial of carisoprodol 250-mg tablets in the treatment of acute lower-back spasm. Curr Med Res Opin; 24(2): 551–8, 2008.
  • Micromedex Healthcare Series: DRUGDEX ACETAMINOPHEN. Disponível em: www.portaldapesquisa.com.br. Acesso: junho de 2010.
  • Barden J et al. Single dose oral paracetamol (acetaminophen) for postoperative pain (Cochrane Review). The Cochrane Library; 1: 1–54, 2004.
  • Palmer H et al. A risk-benefit assessment of paracetamol (acetaminophen) combined with caffeine. Pain Med; 11(6): 951–65, 2010.
  • Renner B et al. Caffeine accelerates absorption and enhances the analgesic effect of acetaminophen. J Clin Pharmacol; 47(6): 715–26, 2007.

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Propriedades farmacodinâmicas

O paracetamol é um derivado paraminofenol com definida ação analgésica e antipirética. Por atuar preferencialmente nas prostaglandinas32 do centro termorregulador hipotalâmico no sistema nervoso central33, não altera a coagulação34, nem quanto ao tempo de sangramento, nem quanto à agregação plaquetária. Tem pouco efeito na mucosa14 gástrica, mesmo em grandes doses. Especificamente, o paracetamol é um potente inibidor da cicloxigenase no sistema nervoso central33. Age como antipirético35 através de ação sobre o centro termorregulador hipotalâmico.

O carisoprodol é um relaxante muscular esquelético de ação central, quimicamente relacionado ao meprobamato, que reduz indiretamente a tensão da musculatura esquelética em seres humanos. O modo de ação pelo qual o carisoprodol alivia o espasmo27 muscular agudo19 de origem local, pode estar relacionado com o fato de deprimir preferencialmente os reflexos polissinápticos, mostrando eficácia no tratamento do desconforto decorrente do espasmo27 muscular esquelético. A sedação25 também é uma consequência do uso de relaxantes musculares esqueléticos.

A cafeína, uma metilxantina, é um estimulante do sistema nervoso central33, estruturalmente relacionado com a teofilina. Atua sobre a musculatura estriada, aumentando o seu tônus, tornando-a menos suscetível à fadiga36 e melhorando o seu desempenho. A cafeína produz estado de alerta mental e tende a corrigir a sonolência que o carisoprodol provoca. A cafeína é um adjuvante analgésico2.

Propriedades farmacocinéticas

Após a administração oral, o paracetamol é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, atingindo concentrações séricas máximas entre 30 e 60 minutos e meia-vida plasmática de cerca de 2–4 horas e meia-vida de eliminação de 4–5 horas. Na presença de insuficiência hepática37, esta meia-vida de eliminação é aumentada. A disfunção renal38 não altera a sua meia-vida de eliminação.

A biotransformação resulta em metabólitos39 conjugados glucuronados, sulfonados e cisteínicos, assim como metabólitos39 hidroxilados e desacetilados, excretados pela via urinária e biliar. Menos de 1% é excretado in natura.

O carisoprodol é bem absorvido após administração oral, sendo metabolizado no fígado31 e excretado na urina40 com uma meia-vida de eliminação de 8 horas. Tem um rápido início de ação terapêutica11 de 30 minutos e um pico de ação em 4 horas.

A cafeína é bem absorvida por via oral com níveis de pico plasmático entre 15–45 minutos. Sua meia-vida de eliminação é de 4–5 horas. Seu metabolismo41 é hepático e a excreção é renal38.

O tempo médio estimado para início da ação terapêutica11 após a administração de Dorilax é de 15 a 45 minutos.

CONTRAINDICAÇÕES

Dorilax é contraindicado nos casos de miastenia42 gravis, discrasias sanguíneas, porfiria43 aguda intermitente44, gastrites45, duodenites, úlceras46 gástricas ou duodenais, hipertensão47, cardiopatias, nefropatias48 e hepatopatias.

Dorilax também é contraindicado para uso por pacientes alérgicos a um ou mais componentes do medicamento.

Não use outro produto que contenha paracetamol.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Populações especiais

Uso em idosos: O uso de Dorilax em pacientes idosos, geralmente mais sensíveis aos medicamentos, deve ser cuidadosamente acompanhado.

Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas

Apesar do componente cafeína na fórmula, a atividade músculo-relaxante de Dorilax é bastante pronunciada, podendo ocorrer, em pessoas mais sensíveis, sensação de relaxamento geral e sonolência, que devem ser considerados naqueles pacientes cujo tratamento exija pronto uso dos reflexos.

Gravidez49 e Lactação50

Categoria de risco na gravidez49: C – Não há estudos adequados em mulheres. Em experiências animais ocorreram alguns efeitos colaterais51 no feto52, mas o benefício do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez49.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Interação medicamento-medicamento

Gravidade: maior

  • Efeito da interação: quando usados concomitantemente podem interagir com Dorilax, aumentando ainda mais o seu poder relaxante e de sedação25.
    Medicamentos: tranquilizantes (como por exemplo, alprazolam, midazolam, meprobamato).

Gravidade: moderada

  • Efeito da interação: a cafeína altera os níveis sanguíneos de neurolépticos53.
  • Medicamentos: neurolépticos53 (como por exemplo, clozapina).

Gravidade: menor

  • Efeito da interação: o paracetamol prolonga a meia-vida do cloranfenicol.
    Medicamento: cloranfenicol.

A literatura cita ainda a seguinte interação, apesar de não possuir significância clínica relevante: a atropina e os anticolinérgicos retardam a absorção do paracetamol.

Interação medicamento-substância química

Bebidas alcoólicas quando usadas concomitantemente podem interagir com Dorilax, aumentando ainda mais o seu poder relaxante e de sedação25.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Cuidados de conservação

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 36 meses a contar da data de sua fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Dorilax é um comprimido branco, redondo, com brilho, biconvexo, vinco em uma das faces e gravação Dorilax em baixo relevo na outra face54.‌

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. 

Tomar os comprimidos com líquido, por via oral.

1 a 2 comprimidos, 2 a 4 vezes ao dia. A dosagem máxima diária é limitada a 8 comprimidos.

A segurança e eficácia de Dorilax somente é garantida na administração por via oral.

REAÇÕES ADVERSAS

Reação comum (> 1/100 e < 1/10): cefaléia10, tonturas55, reação alérgica56 tipo exantema57.

A literatura cita ainda as seguintes reações adversas, sem frequências conhecidas: distúrbios gastrintestinais como dispepsia58, dor epigástrica, náuseas59 e vômitos60; irritabilidade e insônia; prurido61; danos hepáticos e/ou renais, principalmente em pacientes que consomem em excesso ou moderadamente bebidas alcoólicas e nos casos de ingestão excessiva ou uso crônico62 do produto.

Dorilax pode exacerbar as disfunções hepáticas63 ou renais em pacientes hepatopatas ou nefropatas.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

SUPERDOSE

Os efeitos tóxicos da cafeína, primordialmente excitação do sistema nervoso central33, taquicardia64 e extrasístoles, só ocorrem em dosagens extremamente elevadas, assim a possibilidade de toxicidade65 significativa, devido a este componente de Dorilax é muito improvável.

Os efeitos tóxicos do carisoprodol podem resultar em torpor66, coma67, choque68 e depressão respiratória, sendo indicadas as medidas gerais de tratamento sintomático69 e de suporte. É necessária a monitorização cuidadosa do débito urinário70.

O paracetamol em doses maciças pode causar hepatotoxicidade28, que pode não se manifestar até 48 a 72 horas após a ingestão.

Na suspeita de superdose, proceder o esvaziamento gástrico por lavagem ou indução do vômito71. O antídoto72 para a superdose de paracetamol é a acetilcisteína73 que deve ser administrada o mais precocemente possível e dentro do período de até 10 horas da ingestão da dose excessiva para maior eficácia.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

DIZERES LEGAIS


Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas18 procure orientação médica.
 

MS - 1.0573.0021
Farmacêutico Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP nº 30.138

Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 – 20º andar
São Paulo – SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira

Fabricado e Embalado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP

Ou

Embalagem com 100 comprimidos
Embalado por:
Althaia S.A Indústria Farmacêutica Atibaia - SP


SAC 0800 701 6900

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
3 Miorrelaxante: Produto farmacológico com função de reduzir contratura muscular.
4 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
5 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
6 Luxação: É o deslocamento de um ou mais ossos para fora da sua posição normal na articulação.
7 Entorse: Distensão traumática de um ligamento que produz ruptura do mesmo, acompanhada de dor, hematoma e dificuldade para movimentar a articulação comprometida.
8 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
9 Episiotomia: Corte cirúrgico feito no períneo (área entre a vagina e o ânus), realizado com anestesia local, se a mulher ainda não estiver anestesiada, para alargar o canal do parto e, supostamente, ajudar o nascimento do bebê.
10 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
11 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
12 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
13 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
14 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
15 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
16 Costas:
17 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
18 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
19 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
20 Lombalgia: Dor produzida na região posterior inferior do tórax. As pessoas com lombalgia podem apresentar contraturas musculares, distensões dos ligamentos da coluna, hérnias de disco, etc. É um distúrbio benigno que pode desaparecer com uso de antiinflamatórios e repouso.
21 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
22 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
23 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
24 Região Lombar:
25 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
26 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
27 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
28 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
29 Cabeça:
30 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
31 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
32 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
33 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
34 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
35 Antipirético: Medicamento que reduz a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, ele não vai afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
36 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
37 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
38 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
39 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
40 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
41 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
42 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
43 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
44 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
45 Gastrites: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
46 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
47 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
48 Nefropatias: Lesões ou doenças dos rins.
49 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
50 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
51 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
52 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
53 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
54 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
55 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
56 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
57 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
58 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
59 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
60 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
61 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
62 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
63 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
64 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
65 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
66 Torpor: 1. Sentimento de mal-estar caracterizado pela diminuição da sensibilidade e do movimento; entorpecimento, estupor, insensibilidade. 2. Indiferença ou apatia moral; indolência, prostração. 3. Na medicina, ausência de reação a estímulos de intensidade normal.
67 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
68 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
69 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
70 Débito urinário: É a quantidade de urina eliminada pelos rins em um dado período de tempo. Os rins recebem um fluxo sanguíneo de 1.100 ml/minuto, cerca de 23% do débito cardíaco. A diurese normal significa um débito urinário de 800 a 1.800 ml/24 horas.
71 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
72 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
73 Acetilcisteína: Derivado N-acetil da cisteína. É usado como um agente mucolítico para reduzir a viscosidade das secreções mucosas.

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