SULFATO DE POLIMIXINA B

EUROFARMA

Atualizado em 09/12/2014

SULFATO DE POLIMIXINA B

Medicamento genérico
Lei n° 9.787, de 1999

liofilizado1 para solução injetável

Forma Farmacêutica e Apresentação do Sulfato de Polimixina B

liofilizado1 para solução injetável, 500.000 UI.Embalagem contendo 5 frascos-ampola.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO
USO INTRAMUSCULAR, INTRAVENOSO E INTRATECAL

Composição do Sulfato de Polimixina B

Cada frasco-ampola contém:
sulfato de polimixina B .................... 500.000 UI*
* Cada 50 mg de polimixina B equivale a 500.000 UI

Este produto é de uso restrito a hospitais, as informações a seguir destinam-se aos pacientes que adquiram o produto para uso em situações clínicas acompanhadas ou ao pessoal da área hospitalar que trabalhe com a conservação e/ou orientação aos pacientes.

Sulfato de polimixina B é um antibiótico, e sua ação se dá combatendo infecções2 de várias origens, especialmente infecções2 meningeanas. Pode ser administrado por via intramuscular, intravenosa ou intratecal.

Não interromper o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Informar ao médico se tem outras doenças associadas.

Informar ao médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao seu médico se está amamentando.

Informe seu médico e/ou pessoal da equipe hospitalar o aparecimento de reações desagradáveis com o uso deste medicamento, como rubor facial, tonturas4, urticária5, coceira ou falta de ar.

Informe seu médico e/ou pessoal da equipe hospitalar sobre qualquer outro medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

Siga a orientação de seu médico e do pessoal da equipe hospitalar, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Cuidados de Conservação
Conservar em temperatura ambiente (entre 15° e 30°C). Proteger da umidade.

Prazo de validade
Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade do sulfato de polimixina B é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.
Após reconstituição com água destilada, a solução é estável por 2 horas, tanto em geladeira como em temperatura ambiente. Após a diluição em soro6 fisiológico7 0,9%, a solução é estável por 24 horas em temperatura ambiente.
Após diluição em água destilada a solução é estável por 24 horas, tanto em temperatura ambiente como em geladeira.

Após reconstituição, as soluções devem ser armazenadas sob refrigeração (entre 2°C e 8°C) e qualquer quantidade não utilizada deve ser descartada após 72 horas.

O sulfato de polimixina B não deve ser armazenado em soluções alcalinas uma vez que estas possuem uma menor estabilidade.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE8.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde8 do Sulfato de Polimixina B

Características farmacológicasO sulfato de polimixina B é um dos grupos de antibióticos polipeptídicos básicos derivados do B. polymyxa (B. aerosporus).
Sulfato de polimixina B estéril apresenta-se na forma de pó liófilo pronto para preparação de solução estéril para uso intramuscular, intravenoso, intratecal e para uso oftálmico.
Na literatura médica, frequentemente as doses são administradas com base na equivalência em peso da polimixina B base pura. Cada 1 mg de polimixina B base pura é equivalente a 10.000 UI de polimixina B, e cada mcg de polimixina B base pura é equivalente a 10 UI de polimixina.

Propriedades terapêuticas
A polimixina B possui ação bactericida contra quase todos os bacilos gram negativos, com exceção de Proteus sp. As polimixinas aumentam a permeabilidade9 de membrana da célula10 bacteriana. Todas as bactérias gram positivas, fungos e cocos gram-negativos, N.gonorrhoeae e N. menigitidis, possuem resistência ao sulfato de polimixina B.

Teste de susceptibilidade11 in vitro: Utilizando-se o método de Kirby-Bauer de susceptibilidade11 em disco, um disco de 300 UI de polimixina B deve apresentar um halo de inibição superior a 11 mm, quando testado contra cepas12 de bactérias susceptíveis a polimixina B.
O sulfato de polimixina B não é absorvido no trato gastrintestinal. Uma vez que o fármaco13 perde cerca de 50% de sua atividade na presença do soro6, os níveis sanguíneos são baixos. Repetidas injeções podem causar um efeito cumulativo. Os níveis plasmáticos tendem a ser maiores em idosos e crianças. A droga é excretada lentamente pelos rins14. A difusão tissular15 é pequena e a droga não atravessa a barreira hematoencefálica. Em doses te rapêuticas, o sulfato de polimixina B pode causar certa nefrotoxicidade16 com leve lesão17 tubular.

Indicações do Sulfato de Polimixina B

Este medicamento está indicado nos seguintes casos:
- Infecções2 agudas causadas por cepas12 susceptíveis de Pseudomonas aeruginosa.
A poIimixina B é a droga de escolha no tratamento de infecções2 do trato urinário18, meninges19 e sangue20, causadas por cepas12 susceptíveis de Pseudomonas aeruginosa.
Também pode ser empregada no uso tópico21 e subconjuntival no tratamento de infecções2 oculares causadas por cepas12 susceptíveis de Pseudomonas aeruginosa.
Pode ser indicada também para tratamento de sérias infecções2 causadas por cepas12 susceptíveis dos seguintes microrganismos, quando drogas com menor potencial tóxico são ineficazes ou contraindicadas:
 - H. influenzae, especificamente em infecções2 das meninges19.
 - Escherichia coli, especificamente em infecções2 do trato urinário18.
 - Aerobacter aerogenes, especificamente no caso de bacteremias.
 - Klebsiella pneumoniae, especificamente no caso de bacteremias.

NOTA: Em infecções2 das meninges19, sulfato de polimixina B deve ser administrado apenas por via intratecal.

Contraindicações do Sulfato de Polimixina B

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao sulfato de polimixina B e/ou as polimixinas e/ou demais componentes da formulação.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto do Sulfato de Polimixina B

Pode ser administrada por via intramuscular, intravenosa ou intratecal.
Modo de usar, vide item "  Posologia e Administração."  

Posologia e Administração do Sulfato de Polimixina B

Intravenosa: dissolver 500.000 UI de sulfato de poIimixina B em 300 a 500 mL de dextrose22 5% em água para infusão intravenosa contínua.  - Adultos e Crianças: 15.000 a 25.000 Ul/Kg peso corpóreo/dia em indivíduos com função renal23 normal. Esta quantidade deve ser reduzida em 15.000UI/Kg de peso para indivíduos com comprometimento renal23. Infusões podem ser dadas a cada 12 horas; entretanto, a dose diária total não deve exceder 25.000 UI/Kg/dia.
 - Neonatos24: neonatos24 com função renal23 normal podem receber acima de 40.000 UI/kg/dia sem efeitos adversos.

Intramuscular: não é recomendada rotineiramente devido a dor severa no local da injeção25, particularmente em crianças e neonatos24. Dissolver 500.000 UI de sulfato de polimixina B em 2 mL de água destilada (água para injeção25) ou solução de cloridrato de procaína.
 - Adultos e crianças: 25.000 a 30.000 Ul/kg/dia. Esta dose deve ser reduzida na presença de comprometimento renal23. A dosagem pode ser dividida e administrada em intervalos de 4 a 6 horas.
 - Neonatos24: neonatos24 com função renal23 normaI podem receber acima de 40.000 UI/kg/dia sem efeitos adversos.

NOTA: doses mais altas que 45.000 Ul/kg/dia tem sido utilizadas em estudos clínicos limites para tratamento de crianças prematuras e recém-nascidas com septicemia26 causada por Pseudomonas aeruginosa.

Intratecal: tratamento de escolha para meningite27 causada por Pseudomonas aeruginosa.
Dissolver 500.000 UI de sulfato de polimixina B em 10 mL de solução salina estéril (cloreto de sódio para injeção25) para uma dose de 50.000 UI por mL.
- Adultos e crianças acima de 2 anos de idade: a dose recomendada é 50.000 UI uma vez ao dia intratecal, durante 3-4 dias, e então 50.000 UI uma vez ao dia por pelo menos 2 semanas após as culturas do fluido cerebroespinhal se apresentarem negativas e a concentração de glicose28 voltar ao normal.
 - Crianças abaixo de 2 anos de idade: 20.000 UI uma vez ao dia por 3-4 dias ou 25.000 UI uma vez ao dia todos outros dias. Continuar com uma dose de 25.000 UI uma vez ao dia por pelo menos 2 semanas após as culturas do fluido cerebroespinhal se apresentarem negativas e a concentração de glicose28 voltar ao normal.

PARA SEGURANÇA NO USO DO PRODUTO, SOLUÇÕES PARA USO PARENTERAL DEVEM SER ARMAZENADAS SOB REFRIGERAÇÃO (ENTRE 2°C E 8°C) E QUALQUER PORÇÃO NÃO UTILIZADA DEPOIS DE ABERTA DEVE SER DESCARTADA APÓS 72 HORAS.

APÓS RECONSTITUIÇÃO COM ÁGUA DESTILADA, A SOLUÇÃO É ESTÁVEL POR 2 HORAS, TANTO EM GELADEIRA COMO TEMPERATURA AMBIENTE. APÓS A DILUIÇÃO EM SORO6 FISIOLÓGICO7 0,9% A SOLUÇÃO É ESTÁVEL POR 24 HORAS EM TEMPERATURA AMBIENTE. APÓS DILUIÇÃO EM ÁGUA DESTILADA, A SOLUÇÃO É ESTÁVEL POR 24 HORAS, TANTO EM TEMPERATURA AMBIENTE COMO EM GELADEIRA.

Advertências do Sulfato de Polimixina B

ATENÇÃO: o sulfato de polimixina B quando utilizado por via intramuscular ou intratecal, deve ser administrado apenas a pacientes hospitalizados, com supervisão médica constante.
O limiar da função renal23 deve ser determinado anteriormente ao início da terapia, com freqüente monitoramento da função renal23 e do nível plasmático da droga durante a terapia parenteral.
A função renal23 deve ser cuidadosamente determinada, e pacientes com problemas renais e retenção de compostos nitrogenados devem utilizar uma dosagem reduzida da droga. Pacientes com nefrotoxicidade16 devido ao sulfato de polimixina B frequentemente apresentam albuminúria29, perda celular e azotemia. Diminuição do fluxo urinário (oIigúria), e um BUN crescente, são indicativos para uma interrupção do tratamento com a droga.
O uso por via intramuscular não é recomendado devido ao fato de esta via causar dor intensa no local da injeção25, particularmente em crianças. Esta via só deve ser usada se for a única disponível.
Assim como com outros antibióticos, o uso do sulfato de polimixina B pode ocasionar uma seleção e crescimento de microrganismos não susceptíveis, incluindo fungos. Portanto, se ocorrer superinfecção30, uma terapia apropriada deve ser instituída.

USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO

Gravidez3
A segurança do uso da droga durante a gravidez3 não foi estabelecida, portanto seu uso só deve ser feito nestes casos avaliando-se o fator risco-benefício.
Uso em crianças
A poIimixina B pode ser utilizada em crianças, de acordo com a orientação do médico assistente.
Uso em Idosos
A poIimixina B pode ser utilizada em idosos, desde que a função renal23 esteja monitorada, e não haja histórico de comprometimento renal23.

Interações Medicamentosas do Sulfato de Polimixina B

O uso concomitante ou seqüência do sulfato de poIimixina B com outras drogas neurotóxicas e/ou nefrotóxicas, particularmente bacitracina, estreptomicina, neomicina, canamicina, gentamicina, tobramicina, amicacina, cefaloridina, paromomicina, viomicina e colistina deve ser evitado.Evitar o uso concomitante de relaxantes musculares curarínicos e outras drogas neurotóxicas (éter, tubocurarina, succinilcolina, galamina, decametano e citrato de sódio), pois podem precipitar depressão respiratória. Se algum sinal31 de paralisia32 respiratória ocorrer, deve-se monitorar a função
respiratória, e descontinuar a terapia com a droga.

Reações Adversas a Medicamentos do Sulfato de Polimixina B

Reações neurotóxicas podem se manifestar por irritabilidade, fraqueza, sonolência, ataxia33, parestesia34 perioral, formigamento das extremidades e turvação da visão35. Estes sintomas36 estão frequentemente associados com altos níveis plasmáticos da droga encontrados em pacientes com função renal23 deficiente e/ou nefrotoxicidade16.
A neurotoxicidade do sulfato de polimixina B pode resultar em paralisia32 respiratória decorrente do bloqueio neuromuscular, especialmente quando a droga é administrada logo após anestesia37 ou relaxantes musculares.
Reações nefrotóxicas: albuminúria29, cilindrúria azotemia e aumento dos níveis plasmáticos sem aumento na dosagem.
Reações neurotóxicas: rubor facial, vertigem38 progredindo à ataxia33, sonolência, parestesia34 periférica, apneia39 devido ao uso concomitante de relaxantes musculares curariformes, outras drogas neurotóxicas, ou superdosagem e sinais40 de irritações das meninges19 na administração intratecal (por ex: febre41, dor de cabeça42, pescoço43 rígido e aumento na contagem de células44 e proteínas45 no fluído cerebroespinhal).
Outras reações reportadas ocasionalmente: febre41, rash46 cutâneo47 (urticária5), dor (severa) nos locais da injeção intramuscular48 e tromboflebite49 nos locais da injeção25 intravenosa.

Superdose do Sulfato de Polimixina B

Pode ocorrer exacerbação dos sintomas36 de reações adversas com superdosagem. Nestes casos, recomenda-se a suspensão do tratamento e tratamento dos sintomas36 até estabilização do paciente, e a substituição da terapia antimicrobiana.

Armazenagem do Sulfato de Polimixina B

Conservar em temperatura ambiente (entre 15° e 30°C). Proteger da umidade.

Prazo de Validade do Sulfato de Polimixina B

Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade do sulfato de polimixina B é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.
Após reconstituição com água destilada, a solução é estável por 2 horas, tanto em geladeira como temperatura ambiente. Após a diluição em soro6 fisiológico7 0,9% a solução é estável por 24 horas em temperatura ambiente.
Após diluição em água destilada, a solução é estável por 24 horas, tanto em temperatura ambiente como em geladeira.
Após reconstituição, as soluções devem ser armazenadas sob refrigeração (entre 2°C e 8°C) e qualquer quantidade não utilizada deve ser descartada após 72 horas.
O sulfato de polimixina B não deve ser armazenado em soluções alcalinas uma vez que estas possuem uma menor estabilidade.

MS - 1.0043.0918

Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró - CRF-SP 19.258

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
USO RESTRITO A HOSPITAIS

EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Av. Ver. José Diniz, 3.465 - São Paulo - SP
CNPJ 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira

SULFATO DE POLIMIXINA B - Laboratório

EUROFARMA
Av. Ver. José Diniz, 3465 - Campo Belo
São Paulo/SP - CEP: 04603-003
Tel: 0800-704-3876
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Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
5 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
6 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
7 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Permeabilidade: Qualidade dos corpos que deixam passar através de seus poros outros corpos (fluidos, líquidos, gases, etc.).
10 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
11 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
12 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
13 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
14 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
15 Tissular: Relativo a tecido orgânico.
16 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
17 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
18 Trato Urinário:
19 Meninges: Conjunto de membranas que envolvem o sistema nervoso central. Cumprem funções de proteção, isolamento e nutrição. São três e denominam-se dura-máter, pia-máter e aracnóide.
20 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
21 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
22 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
23 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
24 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
25 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
26 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
27 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
28 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
29 Albuminúria: Presença de albumina na urina. A albuminúria pode ser um sinal de nefropatia diabética (doença nos rins causada pelas complicações do diabetes mal controlado) ou aparecer em infecções urinárias.
30 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
31 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
32 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
33 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
34 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
35 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
36 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
37 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
38 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
39 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
40 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
41 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
42 Cabeça:
43 Pescoço:
44 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
45 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
46 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
47 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
48 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
49 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.

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