Preço de FLUCONAL em Ann Arbor/SP: R$ 38,58

FLUCONAL

LIBBS

Atualizado em 08/12/2014

FLUCONAL®



Fluconazol

150 mg

Cápsulas


USO ORAL

USO ADULTO

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Fluconal

Cápsula contendo 150 mg de fluconazol. Embalagem com 1cápsula.

Composição de Fluconal

Cada cápsula contém:

fluconazol....................................................................................................................150 mg

excipientes q.s.p......................................................................................................1 cápsula

(amido, lactose1, estearato de magnésio, povidona e dióxido de silício).

Componentes da cápsula: gelatina, dióxido de titânio, corante azul FD&C nº1 e corante vermelho

FD&C nº3.


Informações ao Paciente de Fluconal

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO

FLUCONAL® tem como substância ativa, o fluconazol que é um agente antifúngico, ou seja, ele

previne e trata certas infecções2 causadas por fungos.

FLUCONAL® está indicado para o tratamento da candidíase3 vaginal (infecções2 vaginais causadas

por fungos do gênero Candida) de repetição ou recorrente, balanite por Candida (infecção4 fúngica5

da região conhecida popularmente como "cabeça do pênis") e dermatomicoses6 (infecções2

fúngicas7 na pele8 e seus anexos9 como unha), conhecidas popularmente como micoses, chamadas

de: tinha dos pés, tinha do corpo, tinha da virilha ou crural, tinha das unhas10 (onicomicoses) e

infecções2 por fungos do gênero Candida.


CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO: Conservar o medicamento em sua embalagem original em

temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e umidade.



PRAZO DE VALIDADE

Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade

de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Não devem ser utilizados medicamentos fora do

prazo de validade, pois podem trazer prejuízos à saúde11.



GRAVIDEZ12 E LACTAÇÃO13

Informe seu médico a ocorrência de gravidez12 durante ou após o tratamento. A segurança da

utilização de fluconazol durante a gravidez12 e lactação13 ainda não está bem estabelecida. O uso

durante a gravidez12 deverá ser evitado, exceto nos casos onde os potenciais benefícios possam

superar os possíveis riscos ao feto14.

O fluconazol é encontrado no leite materno não devendo ser usado durante a amamentação15 sem

orientação médica. Avise seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai

iniciar amamentação15 durante o uso deste medicamento.



Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou

do cirurgião-dentista.


CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do

tratamento.



Dose perdida

Caso você esqueça de tomar FLUCONAL® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o

assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose

esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo

seu médico. Neste caso, não tome uma dose em dobro para compensar doses esquecidas.

O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.



INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.



REAÇÕES ADVERSAS

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

Avise seu médico imediatamente na ocorrência dos seguintes efeitos:

Reação alérgica16: coceira ou inchaço17 no rosto ou mãos18, inchaço17 ou formigamento na boca19,

garganta20, sensação de aperto no peito21, dificuldade para respirar.

Bolhas na pele8, escamação ou vermelhidão.

Coloração escura na urina22 ou fezes claras.

Boca19 seca, aumento da sede, câimbras23 musculares.

Náusea24, vômito25, perda de apetite, dor na parte superior do estômago26.

Inchaço17 nas mãos18, tornozelo ou pés.

Sangramento anormal, hematoma27 ou fraqueza.

Amarelamento da pele8 ou da parte branca dos olhos28.

Se você apresentar os seguintes efeitos menos sérios, avise seu médico:

Diarréia29

Dor de cabeça30 ou tontura31.

Náusea24 ou dor de estômago26.

Se ocorrerem outros efeitos que você achar que podem estar relacionados a esse medicamento,

fale com seu médico.



INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS

Avise seu médico se você utiliza algum medicamento que contenha alguma dessas substâncias:

Ciclosporina, fenitoína, rifampicina ou anticoagulante32 oral (varfarina).

Cisaprida, terfenadina, teofilina.

Pílula anticoncepcional ou algum medicamento para tratar diabetes33 (gliburida ou glipizida34).



CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES

Você não deve tomar FLUCONAL® se tiver hipersensibilidade ao fluconazol ou aos compostos

azólicos (classe química do fluconazol) ou ainda, a qualquer componente da fórmula.

Não tome FLUCONAL® junto com terfenadina ou cisaprida. Foram relatadas alterações do ritmo

cardíaco em pacientes recebendo fluconazol em associação com terfenadina ou cisaprida.

Avise seu médico se ocorrerem problemas graves do fígado35 como náuseas36, vômitos37 e icterícia38

(coloração amarelada da pele8 e olhos28) durante o tratamento com FLUCONAL®. São muito raros

mas podem ser fatais. Esses problemas são reversíveis com a parada do medicamento. Seu

médico irá monitorar sua função hepática39 durante o tratamento com fluconazol e qualquer

anormalidade ele descontinuará o medicamento para evitar o aparecimento de danos hepáticos

graves.



Avise seu médico da ocorrência das reações :

Reações na pele8, como vermelhidão com descamação40, podendo apresentar também bolhas e

úlceras41;

Síndrome de Stevens-Johnson42: manchas vermelhas planas ou elevadas, bolhas, ulcerações43

que podem acontecer em todo o corpo. Nesta síndrome44 há comprometimento da mucosa45 da

boca19, faringe46, conjuntivas e região anogenital e necrólise epidérmica (grandes extensões da

pele8 ficam vermelhas e morrem).

Pacientes com AIDS são mais predispostos a desenvolver reações graves na pele8 a diversos

medicamentos, inclusive ao fluconazol .

Caso apareça na sua pele8 algum tipo de erupção47 (rash48) pare de tomar o medicamento e

procure o médico para que ele avalie se essa reação tem alguma associação com o

medicamento.

Avise seu médico da ocorrência de reação alérgica16 durante o tratamento com FLUCONAL®, e se

você tem problemas cardíacos sérios (arritmia49) ou outras doenças.

Você pode operar máquinas ou dirigir automóveis. Sua habilidade para essas tarefas não fica

comprometida durante o tratamento com FLUCONAL®.

FLUCONAL® não deve ser administrado em crianças para o tratamento de candidíase3 vaginal e

dermatomicoses6, pois não foram estabelecidas a segurança e eficácia do fluconazol nesta faixa

etária.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o

tratamento.



NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER

PERIGOSO PARA A SAÚDE11.

Informações Técnicas de Fluconal


CARACTERÍSTICAS

O fluconazol é denominado quimicamente como 1H-1,2,4-triazol-1-etanol-alfa-(2,4,difluorofenila)-

alfa-(1H-1,2,4-triazol-1-il-metila). Apresenta fórmula molecular C13H12F2N6O e peso molecular de

306,99.



        Fluconazol

Propriedades Farmacológicas de Fluconal

O fluconazol , membro da classe dos agentes antifúngicos triazólicos, é um inibidor potente e

específico da síntese fúngica5 de esteróides.

A administração oral de fluconazol demonstrou atividade numa variedade de modelos animais

com infecção4 fúngica5. Foi demonstrada atividade contra micoses oportunistas, como infecções2 por

Candida spp., incluindo candidíase3 sistêmica em animais imunocomprometidos; com

Cryptococcus neoformans, incluindo infecções2 intracranianas; com Microsporum spp. e com

Trichophyton spp. O fluconazol mostrou atividade em modelos animais contra micoses

endêmicas, incluindo infecções2 com Blastomyces dermatitides, com Coccidioides immitis;

incluindo infecções2 intracranianas e com Histoplasma capsulatum em animais normais ou

imunodeprimidos. Foram relatados casos de superinfecção50 por outras espécies de Cândida que

não C. albicans, as quais muitas vezes não são suscetíveis ao fluconazol (por exemplo, Candida
krusei). Esses casos podem requerer terapia antifúngica alternativa.

O fluconazol é altamente específico para as enzimas dependentes do citocromo fúngico51 P450.

Uma dose diária de 50 mg de fluconazol por até 28 dias demonstrou não afetar as concentrações

plasmáticas de testosterona nos homens ou as concentrações de esteróides nas mulheres em

idade reprodutiva.

O fluconazol em doses de 200 a 400 mg diários não afeta de modo clinicamente significante os

níveis esteroidais endógenos ou a resposta estimulada do hormônio52 adrenocorticotrófico (ACTH)

em voluntários sadios do sexo masculino. Estudos de interação com antipirina indicaram que o

fluconazol em dose única ou doses múltiplas de 50 mg não afeta o metabolismo53 da mesma.


- PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS

Após administração oral, o fluconazol é bem absorvido e os níveis plasmáticos e de

biodisponibilidade sistêmica estão acima de 90% dos níveis obtidos após administração

intravenosa. A absorção oral não é afetada pela ingestão concomitante de alimentos. Em jejum,

os picos de concentração plasmática ocorrem entre 0,5 e 1,5 hora após a dose, com meia-vida de

eliminação plasmática de aproximadamente 30 horas. As concentrações plasmáticas são

proporcionais à dose. Após 4-5 dias com doses únicas diárias, são alcançados 90% dos níveis de

equilíbrio (steady state). A administração de uma dose maciça (no primeiro dia) equivalente ao

dobro da dose usual diária atinge níveis plasmáticos de aproximadamente 90% dos níveis de

equilíbrio (steady state) no segundo dia. O volume aparente de distribuição aproxima-se do

volume total corpóreo de água. A ligação às proteínas54 plasmáticas é baixa (11-12%). O fluconazol

apresenta boa penetração em todos os fluidos corpóreos estudados. Os níveis de fluconazol na

saliva e escarro são semelhantes aos níveis plasmáticos. Em pacientes com meningite55 fúngica5 os

níveis de fluconazol no líquor56 são aproximadamente 80% dos níveis plasmáticos

correspondentes. Altas concentrações de fluconazol na pele8, acima das concentrações séricas,

foram obtidas no extrato córneo, derme57, epiderme58 e suor écrino. O fluconazol se acumula no

extrato córneo. Durante o tratamento com dose única diária de 50 mg, a concentração de

fluconazol após 12 dias foi de 73 μg/g e 7 dias depois do término do tratamento a concentração foi

de 5,8 μg/g. Em tratamento com dose única semanal de 150 mg, a concentração de fluconazol no

extrato córneo no 7º dia foi de 23,4 μg/g e 7 dias após a segunda dose, a concentração ainda era

de 7,1 μg/g. A concentração de fluconazol nas unhas10 após 4 meses de dose única semanal de

150 mg foi de 4,05 μg/g em unhas10 saudáveis e de 1,8 μg/g em unhas10 infectadas e o fluconazol

ainda era detectável em amostras de unhas10 6 meses após o término do tratamento. A principal via

de eliminação é a renal59, onde cerca de 80% da dose administrada encontra-se na forma

inalterada. O clearance do fluconazol é proporcional ao clearance da creatinina60. Não há evidência

de metabólitos61 circulantes. A meia-vida longa de eliminação plasmática serve de suporte para a

terapia de dose única em candidíase3 vaginal e de dose única diária/semanal para outras

indicações.

Farmacocinética em Idosos

Foi realizado estudo farmacocinético em indivíduos ≥65 anos de idade, recebendo dose única oral

de 50 mg de fluconazol, e com um grupo que recebeu diurético62 concomitantemente. A coadministração

de diuréticos63 não alterou significativamente a ASC ou a Cmáx do fluconazol. Além

disso, o clearance de creatinina60 (74 mL/min), a porcentagem de fármaco64 inalterado recuperado na

urina22 (0-24 hs, 22%) e o clearance renal59 de fluconazol estimado (0,124 mL/min/kg) para os

indivíduos idosos geralmente foram menores do que aqueles encontrados nos voluntários jovens.

Assim, a alteração da disposição do fluconazol em indivíduos idosos parece estar relacionada à

redução da função renal59 característica deste grupo. Um comparativo da meia-vida de eliminação

terminal versus o clearance de creatinina60 de cada indivíduo comparado com a curva prevista de

meia-vida – clearance de creatinina60 derivado de indivíduos normais e indivíduos com variação no

grau de insuficiência renal65 indicaram que 21 de 22 indivíduos caíram dentro da curva prevista de

meia-vida – clearance de creatinina60 (limite de confiança de 95%). Esses resultados são

consistentes com a hipótese de que valores maiores para os parâmetros farmacocinéticos

observados em pacientes idosos comparados aos voluntários jovens normais do sexo masculino

são devido à redução da função renal59, que é esperada nos pacientes idosos.


Indicações de Fluconal

Candidíase3 vaginal aguda e recorrente e balanites por Candida , bem como profilaxia para

reduzir a incidência66 de candidíase3 vaginal recorrente (3 ou mais episódios por ano).


Dermatomicoses6 , incluindo Tinea pedis, Tinea corporis, Tinea cruris, Tinea unguium

(onicomicoses) e infecções2 por Candida .


O tratamento pode ser iniciado antes que os resultados dos testes de cultura ou outros testes

laboratoriais sejam conhecidos. Entretanto, assim que estes resultados forem disponíveis, o

tratamento antiinfeccioso deve ser ajustado adequadamente.


Contra-Indicações de Fluconal

Hipersensibilidade ao fármaco64, a compostos azólicos ou a qualquer componente da fórmula.

A co-administração com terfenadina é contra-indicada em pacientes recebendo doses múltiplas

de fluconazol de 400 mg (por dia) ou mais, baseada em um estudo de interação com doses

múltiplas. A co-administração de cisaprida é contra-indicada em pacientes recebendo fluconazol

(vide "INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS").

Precauções e Advertências de Fluconal


Hepatoxicidade

O fluconazol foi associado com raros casos de toxicidade67 hepática39 grave incluindo fatalidades,

principalmente em pacientes com enfermidade basal grave. Não foi observada qualquer relação

com a dose total diária, duração do tratamento, sexo ou idade do paciente. A hepatotoxicidade68

causada pelo fluconazol foi geralmente reversível com a descontinuação do tratamento.

Pacientes com testes de função hepática39 anormais durante o tratamento com fluconazol devem

ser estritamente monitorados para evitar o desenvolvimento de danos hepáticos mais graves. Na

ocorrência de sinais69 clínicos ou sintomas70 relacionados ao desenvolvimento de danos hepáticos, o

tratamento deve ser descontinuado.

Reações cutâneas71

Alguns pacientes podem desenvolver raramente reações cutâneas71 esfoliativas durante o

tratamento, como Síndrome de Stevens-Johnson42 e necrólise epidérmica tóxica72. Pacientes com

AIDS estão mais predispostos ao desenvolvimento de reações cutâneas71 graves a fármacos. Na

ocorrência de rash48, o medicamento deve ser descontinuado e desconsiderada terapia posterior

com este agente. Em raros casos, como com outros azólicos, foi relatada anafilaxia73 com o uso de

fluconazol.

Achados cardiológicos

Alguns azólicos, incluindo o fluconazol , foram associados ao prolongamento do intervalo QTc.

Foram relatados casos muito raros de prolongamento do intervalo QT e Torsade de Pointes em

pacientes recebendo fluconazol durante o período pós-comercialização. Estes relatos incluíram

pacientes gravemente doentes com vários fatores de riscos concomitantes que podem ter

contribuído para a ocorrência destes eventos, tais como doença estrutural do coração74,

anormalidades de eletrólitos75 e uso de medicamentos concomitantes. O fluconazol deve ser

administrado com cuidado a pacientes com essas condições potencialmente pró-arrítmicas.


Gravidez12 e Lactação13 de Fluconal

Categoria de risco na gravidez12: C
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou

do cirurgião-dentista.

Não existem estudos adequados nem controlados realizados com mulheres grávidas. Existem

relatos de anormalidades múltiplas congênitas76 em crianças cujas mães foram tratadas para

coccidioidomicose , com altas doses (400-800 mg/dia) de fluconazol por 3 meses ou mais. A

relação entre o uso de fluconazol e esses eventos não está definida. Efeitos adversos fetais foram

observados em animais apenas com altas doses associadas à toxicidade67 materna. O uso durante

a gravidez12 deverá ser evitado, exceto em pacientes com infecções2 fúngicas7 graves ou com risco

potencial de vida e nos quais os benefícios potenciais superem os possíveis riscos ao feto14.

Lactação13: O fluconazol é encontrado no leite materno em concentrações semelhantes as do

plasma77. Desta maneira seu uso em mulheres lactantes78 não é recomendado.


Uso em Crianças, Idosos e Outros Grupos de Risco de Fluconal


Uso em idosos : a dose deverá ser ajustada no caso de insuficiência renal65 (vide "POSOLOGIA").

Uso em crianças: a segurança e a eficácia não foram estabelecidas em crianças para

candidíase3 vaginal e dermatomicoses6. O uso de fluconazol em crianças para o tratamento de

candidíase3 vaginal e dermatomicoses6 não é recomendado.


Interações Medicamentosas de Fluconal

Anticoagulantes79: O fluconazol pode aumentar o tempo de protrombina80 quando co-administrado

com varfarina, resultando em eventos hemorrágicos81 (hematoma27, epistaxe82, sangramento

gastrintestinal, hematúria83 e melena84). É recomendada monitorização do tempo de protrombina80 em

pacientes recebendo anticoagulantes79 do tipo cumarínicos.

Azitromicina: Não houve interações significantes entre a farmacocinética de fluconazol e

azitromicina segundo estudo realizado com azitromicina (1200 mg) em dose única oral e

fluconazol (800 mg) em dose única oral.

Benzodiazepínicos (ação curta): O fluconazol pode aumentar a concentração e os efeitos

psicomotores do midazolam. Esse efeito parece ser mais pronunciado após administração oral de

fluconazol quando comparado à administração intravenosa. Os pacientes que necessitarem de

terapia concomitante com um benzodiazepínico, devem receber uma dose reduzida do

benzodiazepínico.

Cisaprida: A administração concomitante de fluconazol com cisaprida é contra-indicada pois pode

resultar em aumento significante dos níveis plasmáticos da cisaprida, resultando em

prolongamento do intervalo QTc, e Torsade de Pointes.

Ciclosporina: O fluconazol pode aumentar lentamente as concentrações da ciclosporina (em

transplantados renais), mas não demonstrou alteração em pacientes transplantados de medula85

óssea. É recomendável monitorização das concentrações da cislosporina.

Hidroclorotiazida: Em pacientes recebendo fluconazol, a co-administração com doses múltiplas

de hidroclorotiazida aumentou a concentração plasmática do fluconazol em 40%. Não deve ser

necessário ajuste de dose de fluconazol quando associado com diuréticos63, no entanto, o

prescritor deve ter em mente estas considerações..

Contraceptivos orais: Estudos de farmacocinética com doses múltiplas de fluconazol (doses

diárias de 50 mg e 200 mg) e contraceptivo oral combinado não demonstraram alteração no efeito

ou eficácia do contraceptivo oral combinado.

Fenitoína: Pode ocorrer aumento clinicamente significante dos níveis da fenitoína, requerendo

ajuste de dose da fenitoína.

Rifabutina: Pode ocorrer aumento dos níveis séricos da rifabutina, sendo recomendada

cuidadosa monitorização.

Rifampicina: A co-administração resultou na redução de 25% na ASC (área sob a curva) e de

20% na meia-vida do fluconazol, devendo ser considerado aumento da dose de fluconazol.

Sulfoniluréias86: Foi observado prolongamento da meia-vida plasmática das sulfoniluréias86

(clorpropamina, glibenclamida, glipizipídios e tolbutamida), devendo ser considerada a

possibilidade de episódios de hipoglicemia87.

Tacrolimo: Foi observado aumento dos níveis séricos de tacrolimo, resultando em

nefrotoxicidade88. Recomendada monitoração quando dessa co-administração.

Terfenadina: É contra-indicado o uso combinado de fluconazol em doses de 400 mg ou mais

com terfenadina (vide "CONTRA-INDICAÇÕES"). A co-administração com fluconazol em doses

diárias menores que 400 mg deve ser cuidadosamente monitorada, pela ocorrência de arritmias89

graves secundárias ao prolongamento do intervalo QTc, em pacientes que receberam antifúngicos

azólicos com terfenadina .

Teofilina: Pacientes recebendo altas doses de teofilina , ou com risco elevado de toxicidade67 à

teofilina , deverão ser observados quanto aos sinais69 de toxicidade67 enquanto estiverem recebendo

fluconazol, pela possibilidade de redução de 18% na média da taxa do clearance plasmático de

teofilina. No aparecimento de sinais69 de toxicidade67, a terapia deve ser substituída.

Zidovudina: Pode ocorrrer aumento dos níveis plasmáticos e da ASC da zidovudina quando coadministrada

com fluconazol. Os pacientes recebendo esta combinação devem ser monitorados

quanto ao desenvolvimento de reações adversas relacionadas à zidovudina .

Astemizol e fármacos metabolizados pelo sistema do citocromo P450: Podem ocorrer

elevações nos níveis séricos desses fármacos quando co-administrados com o fluconazol.

Na ausência de uma informação definitiva, deve-se ter cuidado quando o fluconazol for coadministrado.

Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados.

Alimentos, cimetidina, antiácidos90 ou após irradiação corporal total (transplante de medula85):

Estudos de interação demonstraram que não ocorre alteração clinicamente significante na

absorção destes agentes quando da co-administração oral com fluconazol.

Deve-se considerar que, embora estudos de interações medicamentosas com outros fármacos

não tenham sido realizados, tais interações poderão ocorrer.


Reações Adversas e Alterações de Exames Laboratoriais de Fluconal

O fluconazol geralmente é bem tolerado, os efeitos indesejáveis mais comumente observados em

estudos clínicos e associados ao fluconazol tiveram incidência66 maior ou igual a 1%, estão

descritos na tabela abaixo:




1. Incluindo casos raros de fatalidades.

2. Em alguns pacientes, particularmente aqueles com enfermidades graves, como AIDS e

câncer91, foram observadas alterações nos resultados dos testes das funções hematológica

e renal59 e anormalidades hepáticas92 (vide "ADVERTÊNCIAS") durante o tratamento com

fluconazol e agentes comparativos; entretanto o significado clínico e a relação com o

tratamento são incertos.

3. Relatos pós-comercialização.

4. Incluindo neutropenia93, agranulocitose94, trombocitopenia95.

5. Incluindo angioedema96, edema97 facial, prurido98, urticária99.


Posologia de Fluconal



1. Para dermatomicoses6, incluindo tinha do corpo, do pé, crural e infecções2 por Candida.

2. Nos casos de Tinea pedis pode ser necessário um tratamento de até 6 semanas.

3. O tratamento deve ser continuado até que a unha infectada esteja totalmente substituída

pelo crescimento. A substituição das unhas das mãos100 pode levar de 3 a 6 meses e a dos

pés de 6 a 12 meses. Entretanto, a velocidade de crescimento das unhas10 está sujeita a

uma grande variação individual e de acordo com a idade. Após um tratamento eficaz de

longa duração de infecções2 crônicas, as unhas10 podem, ocasionalmente, permanecer

deformadas.

4. A duração do tratamento deve ser individualizada, mas varia de 4 a 12 meses. Algumas

pacientes podem necessitar de um regime de dose mais freqüente.



Uso em Idosos : Não é recomendada a dose única de FLUCONAL® 150 mg para os pacientes

acima de 60 anos de idade, exceto sob supervisão médica. Quando não houver evidências de

insuficiência renal65, deve ser adotada a dose usual recomendada.



Uso em Insuficiência renal65 : O fluconazol é excretado predominantemente na urina22 na forma

inalterada. Não são necessários ajustes na terapia com dose única ou com dose única semanal

deste fármaco64. Em pacientes com insuficiência renal65 que utilizarão doses múltiplas de fluconazol ,

pode ser adotada dose inicial de 50 mg a 400 mg. Após a dose inicial, a dose diária (de acordo

com a indicação) deve estar baseada na tabela a seguir:




Dose Omitida

Caso o paciente esqueça de tomar FLUCONAL® no horário estabelecido, ele deverá fazê-lo

assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de administração da próxima dose, a

dose esquecida deverá ser desconsiderada. Neste caso, o paciente não deve utilizar dose

duplicada para compensar a dose esquecida. O esquecimento da dose pode comprometer a

eficácia do tratamento.


Superdosagem de Fluconal

Foram relatados casos de superdose com fluconazol . Em um dos casos, um paciente de 42 anos

infectado com o vírus101 da imunodeficiência102 humana apresentou alucinações103 e exibiu um

comportamento paranóico após a ingestão relatada de 8.200 mg de fluconazol . O paciente foi

hospitalizado e sua condição resolvida em 48 horas.

No caso de superdose deve ser adotado tratamento sintomático104, incluindo se necessário, medidas

de suporte e lavagem gástrica105. O fluconazol é amplamente excretado na urina22 e a diurese106 forçada

deverá aumentar sua taxa de eliminação. Uma sessão de hemodiálise107 de 3 horas diminui os

níveis plasmáticos em aproximadamente 50%.


Pacientes Idosos de Fluconal


FLUCONAL® pode ser usado em pacientes acima de 60 anos de idade, desde que observadas

as contra-indicações, precauções, interações medicamentosas, reações adversas e posologia

deste medicamento.



TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

MS n°: 1.0033.0052

Farmacêutica Responsável:

Cíntia Delphino de Andrade CRF-SP n° 25.125



LIBBS FARMACÊUTICA LTDA.

Rua Raul Pompéia, 1071.

São Paulo – SP CEP 05025-011

CNPJ: 61.230.314/0001-75



UNIDADE EMBU: Rua Alberto Correia Francfort, 88.

Embu – SP CEP 06807-461

CNPJ: 61.230.314/0005-07

INDÚSTRIA BRASILEIRA



Lote, Fabricação e Validade: vide cartucho.


FLUCONAL - Laboratório

LIBBS
Rua Raul Pompéia, 1103
São Paulo/SP - CEP: 05025-011
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Fax: (11 )864-6150
Email: libbs@libbs.com.br
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08000-135044

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
4 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
5 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
6 Dermatomicoses: Doença de pele com dermatite localizada, infectocontagiosa, de caráter crônico, causada pela invasão da pele e pelos por fungos, conhecidos como dermatófitos. Ela é caracterizada por descamação e perda de pelos. Também conhecida por “tinha“, dermatofitose ou tricofitose.
7 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
8 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
9 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
10 Unhas: São anexos cutâneos formados por células corneificadas (queratina) que formam lâminas de consistência endurecida. Esta consistência dura, confere proteção à extremidade dos dedos das mãos e dos pés. As unhas têm também função estética. Apresentam crescimento contínuo e recebem estímulos hormonais e nutricionais diversos.
11 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
12 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
13 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
14 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
15 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
16 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
17 Inchaço: Inchação, edema.
18 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
19 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
20 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
21 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
22 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
23 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
24 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
25 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
26 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
27 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
28 Olhos:
29 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
30 Cabeça:
31 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
32 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
33 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
34 Glipizida: Medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Estimula a secreção de insulina ligando-se a um receptor específico na célula beta do pâncreas que determina fechamento dos canais de potássio (K+) dependentes de ATP (adenosina-trifosfato), resultando em despolarização da célula. Pertence à classe das sulfoniluréias.
35 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
36 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
37 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
38 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
39 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
40 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
41 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
42 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
43 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
44 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
45 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
46 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
47 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
48 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
49 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
50 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
51 Fúngico: Relativo à ou produzido por fungo.
52 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
53 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
54 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
55 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
56 Líquor: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
57 Derme: Camada interna das duas principais camadas da pele. A derme é formada por tecido conjuntivo, vasos sanguíneos, glândulas sebáceas e sudoríparas, nervos, folículos pilosos e outras estruturas. É constituída por uma fina camada superior que é a derme papilar e uma camada mais grossa, mais baixa, que é a derme reticular.
58 Epiderme: Camada superior ou externa das duas camadas principais da pele.
59 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
60 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
61 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
62 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
63 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
64 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
65 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
66 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
67 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
68 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
69 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
70 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
71 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
72 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
73 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
74 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
75 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
76 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
77 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
78 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
79 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
80 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
81 Hemorrágicos: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
82 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
83 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
84 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
85 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
86 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
87 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
88 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
89 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
90 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
91 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
92 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
93 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
94 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
95 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
96 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
97 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
98 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
99 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
100 Unhas das Mãos: Lâminas córneas e finas que cobrem a superfície dorsal das falanges distais dos dedos das mãos e dos dedos dos pés dos primatas.
101 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
102 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
103 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
104 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
105 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
106 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
107 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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