NISULID GEL

ACHÈ

Atualizado em 09/12/2014

NISULID GEL

Nimesulida

USO EXTERNO   NÃO INGERIR

Apresentação de Nisulid Gel

Gel 2%: bisnaga com 40 g.USO ADULTO E/OU PEDIÁTRICO (acima de 12 anos)

Composição Completa de Nisulid Gel

Cada g de gel a 2% contém:
nimesulida .................... 20 mg
Excipientes: propilenoglicol, álcool isopropílico, óleo de rícino polioxil-
40-hidrogenado, carbômer, trolamina, metilparabeno, propilparabeno
e água.

Informações ao Paciente de Nisulid Gel

O que é e para que serve NISULID® (nimesulida) gel?NISULID® (nimesulida) gel é um antiinflamatório e analgésico1 indicado
para o tratamento local de inflamações2 e dores em geral.
Como o NISULID® (nimesulida) gel deve ser guardado?
Como todo medicamento, NISULID® (nimesulida) gel deve ser
guardado em sua embalagem original. Conservar em tempe ra tura
inferior à 25°C. Proteger da luz e umidade.
Qual o prazo de validade de NISULID® (nimesulida) gel?
O prazo de validade de NISULID® (nimesulida) gel é de 24 meses após
a data de fabricação impressa na embalagem do produto.
Ao utilizar o medicamento, confira sempre o prazo de validade. NUNCA
USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. Além
de não obter o efeito desejado, as substâncias podem estar alteradas
e causar prejuízo para a sua saúde3.
NISULID® (nimesulida) gel pode ser utilizado durante a gravidez4 e amamentação5?
O uso de NISULID® (nimesulida) gel não é recomendado para
gestantes e mulheres em fase de amamentação5, pois não há até o
momento evidências adequadas disponíveis para avaliar a sua
segurança.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez4 na vigência do tratamento
ou após o seu término.
Informe seu médico se está amamentando.
Como NISULID® (nimesulida) gel deve ser utilizado?
NISULID® (nimesulida) gel deve ser aplicado sobre o local afetado
duas vezes ao dia, massageando levemente até que a cor do
medicamento desapareça. Siga corretamente o modo de usar, caso os
sintomas6 não melhorem, entre em contato com seu médico. Nas
primeiras horas após a aplicação do NISULID® (nimesulida) gel,
recomenda-se não lavar o local.
NISULID® (nimesulida) gel é para uso externo e não deve ser
ingerido.
Lavar as mãos7 após o uso.
Siga a orientação do seu médico respeitando sempre os horários, as
doses e a duração do tratamento.
O tratamento com NISULID® (nimesulida) gel pode ser interrompido?
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Somente ele poderá avaliar a evolução do seu tratamento e decidir
quando e como este deverá ser interrompido.
Quais são as possíveis reações adversas com o uso de NISULID® (nimesulida) gel?
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Alguns
pacientes mais sensíveis ao medicamento podem apresentar reações
alérgicas no local da aplicação, como inchaço8, irritação e descamação9
da pele10. Em casos excepcio nais podem ocorrer reações alérgicas
como asma11.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NISULID® (nimesulida) gel pode ser utilizado com outros
medicamentos?
Nenhuma interação de NISULID® (nimesulida) gel e outros
medicamentos é conhecida ou esperada após aplicação tópica.
Quando NISULID® (nimesulida) gel não deve ser utilizado?
NISULID® (nimesulida) gel não deve ser utilizado em:
•  Pacientes alérgicos a qualquer componente da fórmula, ao ácido
acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios,
•  Superfícies onde a pele10 esteja rachada, aberta ou com infecção12 local;
•  Uso simultâneo com outros cremes tópicos;
•  Em crianças menores de 12 anos;
•  Mulheres grávidas ou em fase de amamentação5, a não ser sob
supervisão médica.
Quando o uso de NISULID® (nimesulida) gel requer cuidados especiais?
NISULID® (nimesulida) gel deve ser aplicado unicamente em
superfícies corporais intactas e saudáveis. Não usar o produto em
feridas, queimaduras, lesões13 abertas e infeccionadas ou outras
condições semelhantes.
Evitar o contato com os olhos14 e mucosas15. Em caso de contato acidental
com os olhos14, enxaguar imediatamente com água.
Após a aplicação tópica de NISULID® (nimesulida) gel não se deve
utilizar cremes umectantes, bronzeadores ou substâncias que
contenham álcool, pois existe a possibilidade de manchar a roupa.
Caso a roupa tenha contato com o produto, recomenda-se lavá-la com
água quente e sabão neutro.
Em caso de irritação local, deve-se suspender o tratamento.
NISULID® (nimesulida) gel é de uso externo e não deve ser ingerido.
Os efeitos adversos podem ser reduzidos utilizando-se a menor dose
eficaz durante o menor período possível.
Pacientes com sangramento gastrintestinal, úlcera péptica16 ativa ou
suspeita, disfunção hepática17 ou renal18 grave, problemas graves de
coagulação19 ou insuficiência cardíaca20 severa não-controlada devem ser
tratados com cautela.
Tratamento concomitante com antiinflamatórios não-esteroidais via oral
deve ser evitado.
Visto que com outros antiinflamatórios não-esteroidais tópicos pode
ocorrer sensação de queimação e excepcionalmente fotodermatite,
deve-se prestar uma atenção especial após o tratamento com
NISULID® (nimesulida) gel também.
Em caso de ingestão acidental do produto, que provid ências tomar?
Entre imediatamente em contato com seu médico, ou procure um
pronto-socorro informando a quantidade ingerida, horário da ingestão
e os sintomas6.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO,
PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE3.

Informações Técnicas de Nisulid Gel

Características de Nisulid Gel

Farmacodinâmica:A nimesulida (4' -nitro-2' -fenoximetanosulfonanilida) é um fármaco21
Antiinflamatório Não-esteróide (AINE) que pertence à classe das
sulfonanilidas com efeitos antiinflamatório, analgé sico e antipirético22.
A nimesulida é um inibidor seletivo da enzima23 da síntese de
prostaglandinas24, a cicloxigenase. Adicionalmente a nimesulida tem um
efeito scavenging ativo nos radicais livres de oxigênio, inibe a liberação
dos metabólitos25 de oxigênio dos neutrófilos26 ativados, reduz a liberação
de histamina27 dos mastócitos28, inibe a produção do fator de ativação de
plaquetas29 e também bloqueia a atividade de certas metaloproteinases.

Farmacocinética:
Quando a nimesulida gel é aplicada topicamente, as con cen trações
plasmáticas de nimesulida são muito baixas em compa ração com
aquelas alcançadas após a administração oral. Após uma única
aplicação de 200 mg de nimesulida, na forma gel, o maior nível
plasmático encontrado foi de 9,77 ng/ml, após 24 horas. Não foi
detectado vestígio do metabólito30 principal, 4-hidroxi-nimesulida.
Embora a absorção sistêmica seja reduzida após a aplicação tópica
de NISULID® (nimesulida) gel, a nimesulida tem uma boa e rápida
absorção pela pele10. A quantidade de nimesulida absorvida pela pele10 é
proporcional ao tempo de contato e à área de aplicação, dependendo
também da dose tópica total e da hidratação da pele10. A nimesulida é
metabolizada no fígado31 e o seu principal metabólito30, hidroxinimesulida,
também é farma cologicamente ativo. Sua eliminação é predomi nan -
temente renal18 (65%), não dando origem a fenômenos de acúmulo
mesmo após administrações repetidas. Sua meia-vida de eliminação é
de 274,97 minutos para o gel a 2%.
A biodisponibilidade da forma gel em relação à forma oral é de 20%
para o gel a 2%. Esta baixa biodisponibilidade permite obter um ótimo
efeito local, sem a incidência32 de efeitos sistêmicos33.
As concentrações plasmáticas que podem ser alcançadas ao combinar
NISULID® (nimesulida) gel com dosagem de 100 mg de nimesulida
por via oral, se mantêm dentro da faixa terapêutica34.
NISULID® (nimesulida) gel exerce um controle eficaz sobre os efeitos
nocivos das oxidases produzidas pelos neutrófilos26 nos sítios de
inflamação35, permitindo o ajuste individual da dose e a redução da dose
de antiinflamatório que se administra por via oral.
NISULID® (nimesulida) gel alivia a dor, diminui o edema36 e reduz o
tempo de recuperação da área afetada.
Dados pré-clínicos de segurança.
Foram testados a tolerância local e o potencial de irritação e
sensibilização da nimesulida gel em vários reconhecidos modelos em
animais. Os resultados destes estudos indicam que a nimesulida gel é
bem tolerada.

Indicações de Nisulid Gel

NISULID® (nimesulida) gel é indicado em processos inflamatórios de
tendões37, ligamentos38, músculos39 e articulações40 devido a traumatismos
como: torções, contusões e distensões.
NISULID® (nimesulida) gel é indicado como apoio no tratamento de
osteoartrite41 e artrite reumatóide42.

Contra-Indicações de Nisulid Gel

Hipersensibilidade conhecida aos componentes do produto.Uso em pacientes alérgicos ao ácido acetilsalicílico ou a outros
fármacos antiinflamatórios não-esteroidais.
Uso em superfícies onde a pele10 esteja rachada ou aberta ou com
infecção12 local.
Uso simultâneo com outros cremes tópicos.
Uso em crianças menores de 12 anos.

Uso na Gravidez4 e Lactação43 de Nisulid Gel

Atualmente não se tem estudos do uso de NISULID® (nimesulida)
gel em mulheres grávidas, portanto, como para os demais
antiinflamatórios não-esteroidais, o uso durante a gravidez4 não é
recomendado.
Até o momento não há informação disponível sobre a excreção da
nimesulida no leite materno, portanto, esta não deve ser
administrada a lactantes44.

Precauções e Advertências de Nisulid Gel

NISULID® (nimesulida) gel deve ser aplicado unicamente emsuperfícies corporais intactas e saudáveis (ausência de feridas e
lesões13 abertas). Evitar o contato com os olhos14 e mucosas15. Em caso
de contato acidental com os olhos14 e mucosas15, lavar imediatamente
com água.
NISULID® (nimesulida) gel é para uso externo e não deve ser
ingerido.
Os efeitos adversos podem ser reduzidos utilizando-se a menor
dose eficaz durante o menor período possível.
Visto que a absorção sistêmica de NISULID® (nimesulida) gel é
insignificante, eventos adversos sistêmicos33 são improváveis.
Entretanto, pacientes com sangramento gastrintestinal, úlcera45
péptica ativa ou suspeita, disfunção hepática17 ou renal18 grave,
problemas graves de coagulação19 ou insuficiência cardíaca20 severa
não-controlada devem ser tratados com cautela.
Tratamento concomitante com antiinflamatórios não-esteroidais
via oral deve ser evitado.
Visto que com outros antiinflamatórios não-esteroidais tópicos
pode ocorrer sensação de queimação e exce pci o nalmente foto -
dermatite46, deve-se prestar uma atenção especial após o tratamento
com NISULID® (nimesulida) gel também.
Após a aplicação tópica de NISULID® (nimesulida) gel não se deve
utilizar cremes umectantes, bronzeadores ou substâncias que
contenham álcool, pois existe a pos sibilidade de se manchar a
roupa. Caso isto ocorra lave a roupa com água quente.
Não foram relatadas até o momento evidências tera togênicas com
o uso de NISULID® (nimesulida) gel; nem foi detectada a sua
excreção no leite materno, porém seu emprego não é aconselhado
durante os períodos de gravidez4 e lactação43.

Interações Medicamentosas de Nisulid Gel

Nenhuma interação de NISULID® (nimesulida) gel e outros
medicamentos é conhecida ou esperada após aplicação tópica.

Reações Adversas de Nisulid Gel

A probabilidade de ocorrer efeitos secundários sistêmicos33 com ouso tópico47 de NISULID® (nimesulida) gel é mínima.
Reações locais: ocasionalmente podem ocorrer prurido48, eritema49,
edema36, pápulas50, vesículas51 ou descamação9 da pele10.
Reações sistêmicas: em casos excepcionais podem ocorrer
reações de hipersensibilidade como asma11, angioedema52 ou
exantema53 generalizado.
Em estudos clínicos num limitado número de pacientes, foram
relatadas reações locais moderadas (prurido48 e eritema49). Reações
de sensibilidade não foram observadas nos estudos clínicos.

Alterações de Exames Laboratoriais de Nisulid Gel

Não há relatos até o momento.

Posologia de Nisulid Gel

Adultos: NISULID® (nimesulida) gel 2% deve ser aplicado localmentesobre a pele10 duas a três vezes ao dia. Uma fina camada do gel deve ser
espalhado uniformemente sobre a zona afetada até que a cor do
medicamento desapareça.
Duração do tratamento: 7 a 15 dias. Caso os sintomas6 não melhorem,
entre em contato com seu médico.
Nas primeiras horas após a aplicação do NISULID® (nime su lida) gel,
recomenda-se não lavar o local.
Uso em Crianças: Ainda não foram estabelecidas as reco mendações
posológicas e indicações para o uso de NISULID® (nimesulida) gel
para crianças menores de 12 anos.

Superdosagem de Nisulid Gel

Intoxicação com nimesulida, como resultado de aplicação tópica de
NISULID® (nimesulida) gel não é esperada, principalmente porque os
maiores níveis plasmáticos de nimesulida após a aplicação de
NISULID® (nimesulida) gel estão muito abaixo daqueles encontrados
após a administração sistêmica de nimesulida.

Pacientes Idosos de Nisulid Gel

Não há até o momento estudos adequados relacionando a idade com
o uso do produto.

MS - 1.0573.0359

Farmacêutico Responsável:
Dr. Wilson R. Farias CRF-SP nº 9555
Sob licença de Helsinn Healthcare   Suíça

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Via Dutra, km 222,2 - Guarulhos - SP
CNPJ 60.659.463/0001-91   Indústria Brasileira
Número de lote, data de fabricação e prazo de validade: vide
embalagem externa.

SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR NÃO DESAPA RE CEN -
DO OS SINTOMAS6 PROCURE ORIEN TA ÇÃO MÉDICA.

Central de Atendimento a Clientes
0800 701 6900
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NISULID GEL - Laboratório

ACHÈ
RODOVIA PRES DUTRA KM 222, 2
GUARULHOS/SP - CEP: 07034-904
Tel: 11 6440-8418
Email: ache@ache.com.br
Site: http://www.ache.com.br

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Complementos

1 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
2 Inflamações: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc. Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
7 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
8 Inchaço: Inchação, edema.
9 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
10 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
11 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
12 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
13 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
14 Olhos:
15 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
16 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
17 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
18 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
19 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
20 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
21 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
22 Antipirético: Medicamento que reduz a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, ele não vai afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
23 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
24 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
25 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
26 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
27 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
28 Mastócitos: Células granulares que são encontradas em quase todos os tecidos, muito abundantes na pele e no trato gastrointestinal. Como os BASÓFILOS, os mastócitos contêm grandes quantidades de HISTAMINA e HEPARINA. Ao contrário dos basófilos, os mastócitos permanecem normalmente nos tecidos e não circulam no sangue. Os mastócitos, provenientes das células-tronco da medula óssea, são regulados pelo FATOR DE CÉLULA-TRONCO.
29 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
30 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
31 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
32 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
33 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
34 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
35 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
36 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
37 Tendões: Tecidos fibrosos pelos quais um músculo se prende a um osso.
38 Ligamentos: 1. Ato ou efeito de ligar(-se). Tudo o que serve para ligar ou unir. 2. Junção ou relação entre coisas ou pessoas; ligação, conexão, união, vínculo. 3. Na anatomia geral, é um feixe fibroso que liga entre si os ossos articulados ou mantém os órgãos nas respectivas posições. É uma expansão fibrosa ou aponeurótica de aparência ligamentosa. Ou também uma prega de peritônio que serve de apoio a qualquer das vísceras abdominais. 4. Vestígio de artéria fetal ou outra estrutura que perdeu sua luz original.
39 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
40 Articulações:
41 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
42 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
43 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
44 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
45 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
46 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
47 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
48 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
49 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
50 Pápulas: Lesões firmes e elevadas, com bordas nítidas e diâmetro que varia de 1 a 5 milímetros (até 1 centímetro, segundo alguns autores).
51 Vesículas: Lesões papulares preenchidas com líquido claro.
52 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
53 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.

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