KOLLAGENASE C/ CLORANF.-1bis.50gr

CRISTALIA

Atualizado em 09/12/2014

KOLLAGENASE C/ CLORANF.-1bis.50gr

KOLLAGENASE
Colagenase com Cloranfenicol

Forma Farmacêutica de Kollagenase C/ Cloranf.-1Bis.50Gr

Pomada

Apresentação de Kollagenase C/ Cloranf.-1Bis.50Gr

Embalagem com 1 bisnaga com 10 g
Embalagens com 1 e 10 bisnagas com 30 g
Embalagem com 1 bisnaga com 15 g + espátula
Embalagem com 1 bisnaga com 50 g + espátula
USO ADULTO

Composição de Kollagenase C/ Cloranf.-1Bis.50Gr

Cada grama1 de pomada contém:Colagenase (DCB 0341.01-0) .................... 0,6 UI
Cloranfenicol (DCB 0296.01-5).................... 0,01 g
Veículo q.s.p. .................... 1,0 g
(Veículo: vaselina líquida, vaselina sólida)

Informações ao Paciente de Kollagenase C/ Cloranf.-1Bis.50Gr

Kollagenase + Cloranfenicol promove limpeza suave e rápida de feridas sem sangramento e odor, facilitando a cicatrização. A limpeza completa da lesão2 ocorre num período de 1 a 14 dias, sendo que na maioria dos casos a ação da pomada torna-se evidente nos primeiros seis dias de tratamento.
Conservar o produto em temperatura ambiente controlada, entre 15 e 25ºC. Fechar a bisnaga após o uso. Seu prazo de validade é de 24 meses após a data de fabricação, sendo que após este prazo, o produto pode não apresentar mais efeitos terapêuticos. Não use medicamento vencido.
A pomada de Kollagenase + Cloranfenicol deve ser usada de acordo com a orientação médica e somente ele deverá recomendar sua interrupção. Seguir todas as orientações de utilização do produto, respeitando sempre os horários e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
No caso de surgirem reações desagradáveis tais como: ardência, dor, irritação e vermelhidão, o médico deve ser imediatamente comunicado.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Durante o tratamento com Kollagenase + Cloranfenicol não usar outros produtos tópicos, pois podem prejudicar a eficácia da pomada.
NÃO USE REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE3.

Informações Técnicas de Kollagenase C/ Cloranf.-1Bis.50Gr

A Kollagenase + Cloranfenicol é uma preparação proteolítica enzimática obtida a partir de culturas do Clostridium histolyticum, que após purificação cromatográfica, apresenta-se constituída por uma série de peptidases, das quais o componente principal é a colagenase (EC 3.4.24.3). Kollagenase + Cloranfenicol Pomada é uma associação de Colagenase com Cloranfenicol, sendo usada como agente desbridante em lesões4 superficiais, promovendo a limpeza enzimática das áreas lesadas e retirando ou dissolvendo, enzimaticamente, necroses e crostas. Sua ação é ótima em condições fisiológicas5 de pH e temperatura.O Cloranfenicol, antibiótico de amplo espectro, é utilizado na formulação para combater as infecções6 bacterianas locais que, secundariamente, podem estar presentes, agindo eficazmente contra bactérias Gram-positivas e Gram-negativas.

Indicações de Kollagenase C/ Cloranf.-1Bis.50Gr

Kollagenase + Cloranfenicol está indicada para limpeza de lesões4, independentemente de sua origem e localização: em ulcerações7 e necroses (úlcera8 varicosa, úlcera8 por decúbito9, gangrenas das extremidades, especialmente gangrena10 diabética, congelamentos); em lesões4 de difícil cura (lesões4 pós-operatórias, por irradiação e por acidentes); antes de transplantes cutâneos.
Quando aplicado intravaginalmente elimina o tecido11 necrosado em casos de cervicites, vaginites e pós-operatórios sobre o colo uterino12 e mucosa13 vaginal.

Contra-Indicações de Kollagenase C/ Cloranf.-1Bis.50Gr

Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Precauções de Kollagenase C/ Cloranf.-1Bis.50Gr

Com a finalidade de evitar a possibilidade de reinfecção recomenda-se observar higiene pessoal rigorosa durante a utilização da Colagenase + Cloranfenicol.
Antes da aplicação, deve-se fazer a limpeza do local com solução fisiológica14 estéril, removendo-se todo o material necrosado e exsudatos15, que impedem a cicatrização. A ação da enzima16 depende da limpeza do local da aplicação.
O uso prolongado de antibióticos pode, em alguns casos, resultar no desenvolvimento de microorganismos não susceptíveis, inclusive fungos. caso isto ocorra, descontinuar o tratamento e tomar as medidas adequadas.
Gravidez17 e Amamentação18: Não há relatos de problemas em humanos.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
O emprego adicional de outros preparados de aplicação tópica pode diminuir a eficácia terapêutica19 da Kollagenase + Cloranfenicol.
A enzima16 colagenase é afetada por detergentes, hexaclorofeno e por metais pesados, como o mercúrio e prata, os quais podem estar presentes em preparações usadas como anti-sépticos. Quando se suspeita que estas substâncias tenham sido usadas, deve-se limpar o local várias vezes com solução salina fisiológica14 estéril.
A colagenase é compatível com água oxigenada, solução de Dakin ou salina fisiológica14 estéril.

- REAÇÕES ADVERSAS
As reações adversas são mínimas e extremamente raras, mas há relatos esporádicos de ardência, dor, irritação, eczema20, rubor, reações de hipersensibilidade e hiperemia21 local, sobretudo se o produto for usado fora da área da lesão2.
Pode haver reação de hipersensibilidade ao cloranfenicol. Discrasias sangüíneas22, incluindo anemia23 aplástica, que são raras, podem ocorrer com o uso de cloranfenicol tópico24.

Posologia de Kollagenase C/ Cloranf.-1Bis.50Gr

A finalidade principal com o uso de Kollagenase + Cloranfenicol é a limpeza enzimática de lesões4 superficiais. Para se obter sucesso no tratamento, observar o seguinte:
1. Uso Tópico24
Remove-se primeiramente todo o material necrosado. Limpa-se a lesão2 com solução fisiológica14, não secando totalmente, pois a enzima16 tem sua ação enzimática aumentada na presença de umidade.
Aplicar a Kollagenase + Cloranfenicol uniformemente, com espessura de cerca de 2 mm.
Nas necroses crostadas para obter-se um melhor efeito, recomenda-se abrir um corte no centro e em alguns casos nas margens, seguido da aplicação da pomada, tanto por baixo da crosta como por cima.
O material necrótico completamente seco ou duro deve ser amolecido antes da aplicação da pomada, por meio de compressas úmidas. Após a aplicação da pomada, cobrir a lesão2 com gaze e umedecê-la com água destilada ou solução de cloreto de sódio 0,9%.
O curativo deve ser trocado diariamente e a ação pode ser aumentada repetindo-se a aplicação duas vezes ao dia.
A cada troca de curativo deve ser removido todo o material necrótico desprendido, com auxílio de pinça, espátula ou por lavagem, tendo o cuidado de não utilizar detergentes, sabões ou solução anti-séptica (álcool iodado, mercúrio cromo, etc.), pois estes produtos inativam a ação da Colagenase.
2. Uso Intravaginal
a) Cervicite25 e Vaginite26 Discretas:- aproximadamente 5 g introduzidas na vagina27 todas as noites ao deitar. O tratamento deverá continuar até acabar o conteúdo de uma bisnaga de 30 g (cerca de 6 aplicações).
b) Cervicite25 e Vaginite26 Graves:- o tratamento deve ser iniciado por ocasião da primeira consulta do paciente ao médico, pela aplicação intravaginal do conteúdo de toda bisnaga, tamponando-se depois o canal vaginal. O tampão de algodão deve ser retirado no dia seguinte. Outras aplicações poderão ser feitas espaçadamente a critério médico.
SUPERDOSAGEM
Em caso de superdosagem, o médico deve ser imediatamente comunicado a fim de instituir a terapêutica19 adequada. A ação da enzima16 pode ser interrompida pela aplicação do líquido de Burrow.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

N.º do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide bisnaga/caixa
Reg. MS N.º 1.0298.0026
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061

SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918

Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14   Itapira - SP
CNPJ. N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira

REVISADO EM 21/09/01



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CRISTALIA
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Complementos

1 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
2 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
5 Fisiológicas: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
6 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
7 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
8 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
9 Decúbito: 1. Atitude do corpo em repouso em um plano horizontal. 2. Na história da medicina, é o momento em que o paciente é levado a deitar-se devido à doença.
10 Gangrena: Morte de um tecido do organismo. Na maioria dos casos é causada por ausência de fluxo sangüíneo ou infecção. Pode levar à amputação do local acometido.
11 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
12 Colo Uterino: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
13 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
14 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
15 Exsudatos: Líquido com alto teor de proteínas séricas e leucócitos, produzido como reação a danos nos tecidos e vasos sanguíneos.
16 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
17 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
18 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
19 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
20 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
21 Hiperemia: Congestão sanguínea em qualquer órgão ou parte do corpo.
22 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
23 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
24 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
25 Cervicite: Inflamação infecciosa do colo uterino.Pode não apresentar sintomas ou pode manifestar-se por dor no baixo ventre, secreção vaginal purulenta, dor ou “pontadas” associadas ao coito (dispareunia).
26 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
27 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original

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