ZOLTEC

PFIZER

Atualizado em 09/12/2014

Identificação do Produto de Zoltec

Nome: Zoltec*

Nome genérico: fluconazol

Formas farmacêuticas e apresentações: cápsulas, pó para suspensão oral e solução para infusão intravenosa.

Zoltec* (fluconazol) 50 mg cápsulas: cartuchos com 8 cápsulas.Zoltec* (fluconazol) 100 mg cápsulas: cartuchos com 8 cápsulas.
Zoltec* (fluconazol) pó para suspensão oral 50 mg/5 ml: cartucho com 1 frasco com 7 doses (350 mg).
Zoltec* (fluconazol) infusão intravenosa: cartucho com frascos de solução para infusão de 100 ml (2 mg/ml).

                         
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

                         

Composição Completa de Zoltec

Cápsulas:

Cada cápsula de Zoltec* 50 mg contém 50 mg de fluconazol.
Cada cápsula de Zoltec* 100 mg contém 100 mg de fluconazol.
Cada cápsula de Zoltec* 200 mg contém 200 mg de fluconazol.

Excipientes utilizados: lactose1, amido de milho, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio e lauril sulfato de sódio.

Pó para Suspensão Oral:

Cada frasco de Zoltec* 50 mg/5 ml contém pó para suspensão oral equivalente a 350 mg de fluconazol. Após a reconstituição com água cada 5 ml (1 dose) de suspensão contém 50 mg de fluconazol. Este frasco contém 7 doses de Zoltec* (fluconazol).

Cada frasco de Zoltec* 200 mg/5 ml contém pó para suspensão oral equivalente a 1400 mg de fluconazol. Após a reconstituição com água cada 5 ml (1 dose) de suspensão contém 200 mg de fluconazol. Este frasco contém 7 doses de Zoltec* (fluconazol).

Excipientes: sacarose (2,88 g em 5 ml para a concentração de 50 mg/5 ml ou 2,73 g em 5 ml para a concentração de 200 mg/5 ml), sílica anidra coloidal, dióxido de titânio, goma xanthan, citrato de sódio diidratado, ácido cítrico anidro, benzoato de sódio e aroma natural de laranja.

                         

                        Solução para Infusão Intravenosa:

                        Cada ml de Zoltec* infusão intravenosa contém 2 mg de fluconazol.

                        Excipientes: cloreto de sódio e água para injetável.

                         
- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

As cápsulas e o pó para suspensão oral devem ser conservados em local seco, em temperatura ambiente (entre 15 e 30oC).

Zoltec* (fluconazol), nas formas cápsulas e pó para suspensão oral deve ser administrado por via oral, podendo ser tomado juntamente com as refeições.

Para reconstituir o pó para suspensão oral siga corretamente o folheto de instruções contido na embalagem do produto. Após a reconstituição do pó a suspensão deve ser mantida em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC) por no máximo 14 dias. Suspensão não utilizada até esta data deve ser descartada. A suspensão deve ser agitada antes de cada administração. A suspensão não deve ser congelada.

A solução para infusão intravenosa deve ser conservada em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). A infusão intravenosa não deve ser congelada.

Embora não tenham sido observadas incompatibilidades específicas, a mistura com qualquer outra droga antes da infusão não é recomendada.

O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com prazo de validade vencido.

O uso na gravidez2 não é recomendado, exceto no julgamento do médico, em pacientes com infecções3 fúngicas4 severas ou que apresentem risco de vida e nos quais os potenciais benefícios possam superar os possíveis riscos ao feto5.

Informar o médico da ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Zoltec* (fluconazol) é contra-indicado em mulheres que estejam amamentando.

Zoltec* (fluconazol) é contra-indicado em pacientes com conhecida sensibilidade à droga, a compostos azólicos ou a qualquer componente do produto. Informar ao médico qualquer reação alérgica6 ocorrida com uso anterior de medicamentos.

As reações adversas mais comuns incluem: náusea7, dor abdominal, diarréia8, flatulência e dor de cabeça9.

Informar o médico se erupção10 cutânea11 ocorrer.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE12.

Informações Técnicas de Zoltec

Propriedades Farmacodinâmicas de Zoltec

Fluconazol, um membro de uma nova classe de agentes antifúngicos triazólicos, é um inibidor potente e específico da síntese fúngica13 de esteróides.

Fluconazol é altamente específico para as enzimas dependentes do citocromo fúngico14 P450. Dose diária de 50 mg de fluconazol até 28 dias demonstrou não afetar as concentrações plasmáticas de testosterona nos homens ou as concentrações de esteróides em mulheres em idade reprodutiva.Fluconazol em doses de 200 a 400 mg diários não afeta de modo clinicamente significante os níveis de esteróides endógenos ou a resposta estimulada do hormônio15 adrenocorticotrófico (ACTH) em voluntários sadios do sexo masculino. Estudos de interação com antipirina indicam que fluconazol em dose única ou doses múltiplas de 50 mg não afeta o metabolismo16 da mesma.

Administração oral e intravenosa de fluconazol demonstrou atividade em uma variedade de modelos animais com infecção17 fúngica13. Foi demonstrada atividade contra micoses oportunistas, tais como infecções3 por Candida sp, incluindo candidíase18 sistêmica em animais imunocomprometidos; com Cryptococcus neoformans, incluindo infecções3 intracranianas; com Microsporum sp; e com Trichophyton sp. Fluconazol também se mostrou ativo em modelos animais de micoses endêmicas, incluindo infecções3 com Blastomyces dermatitides, com Coccidioides immitis, incluindo infecções3 intracranianas; e com Histoplasma capsulatum em animais normais ou imunodeprimidos.

                         

Propriedades Farmacocinéticas de Zoltec

As propriedades farmacocinéticas do fluconazol são similares após administração vias intravenosa e oral. Após administração oral o fluconazol é bem absorvido e os níveis plasmáticos e de biodisponibilidade sistêmica estão acima de 90% dos níveis obtidos após administração intravenosa.

A absorção oral não é afetada pela ingestão concomitante de alimentos. Em jejum, os picos de concentração plasmática ocorrem entre 0,5 e 1,5 hora após a dose, com meia-vida de eliminação plasmática de aproximadamente 30 horas. As concentrações plasmáticas são proporcionais à dose. Após 4-5 dias com doses únicas diárias são alcançados 90% dos níveis de equilíbrio ("steady state"). A administração de uma dose maciça (no primeiro dia) equivalente ao dobro da dose diária usual atinge níveis plasmáticos de aproximadamente 90% dos níveis de equilíbrio ("steady-state") no segundo dia. O volume aparente de distribuição aproxima-se do volume total corpóreo de água. A ligação a proteínas19 plasmáticas é baixa (11-12%).

Fluconazol apresenta boa penetração em todos os fluidos corpóreos estudados. Os níveis de fluconazol na saliva e escarro são similares aos níveis plasmáticos. Em pacientes com meningite20 fúngica13, os níveis de fluconazol no líquor21 são aproximadamente 80% dos níveis plasmáticos correspondentes.

Altas concentrações de fluconazol na pele22, acima das concentrações séricas, foram obtidas no extrato córneo, derme23, epiderme24, e suor écrino. Fluconazol se acumula no extrato córneo. Durante tratamento com dose de 50 mg diários, a concentração de fluconazol após 12 dias foi de 73mcg/g e 7 dias depois do término do tratamento a concentração foi de 5,8 mcg/g. Em tratamento com dose única semanal de 150 mg, a concentração de fluconazol no extrato córneo no sétimo dia foi de 23,4 mcg/g e sete dias após a segunda dose, a concentração ainda era de 7,1 mcg/g.

A principal via de excreção é a renal25, com aproximadamente 80% da dose administrada encontrada como droga inalterada na urina26. O clearance do fluconazol é proporcional ao clearance da creatinina27. Não há evidência de metabólitos28 circulantes.

A longa meia-vida de eliminação plasmática serve de suporte para a terapia de dose única diária.

Foi realizado um estudo comparando as concentrações na saliva e no plasma29 de fluconazol após dose única de 100 mg administrados na forma de suspensão oral (realizando bochecho e mantendo na boca30 por 2 minutos antes de ingerir) ou na forma de cápsula. A concentração máxima de fluconazol na saliva após administração da suspensão foi observada 5 minutos após a ingestão e foi 182 vezes maior do que a concentração máxima na saliva obtida após administração da cápsula, que ocorreu 4 horas após a ingestão. Após cerca de 4 horas, as concentrações de fluconazol na saliva foram similares. A AUC (área sob a curva) média na saliva foi significativamente maior após a administração da suspensão quando comparada com a cápsula. Não houve diferença significativa na taxa de eliminação da saliva ou nos parâmetros farmacocinéticos do plasma29 para as duas formulações.

                         
Dados de Segurança pré-clinicos:

Carcinogênese:

Fluconazol não apresentou nenhuma evidência de potencial carcinogênico em camundongos e ratos tratados por 24 meses com doses orais de 2,5; 5 ou 10 mg/kg/dia (aproximadamente 2 - 7 vezes maiores que a dose humana recomendada). Ratos machos tratados com 5 e 10 mg/kg/dia apresentaram um aumento na incidência31 de adenomas hepatocelulares.

                         

Mutagênese:

Fluconazol, com ou sem ativação metabólica, apresentou resultado negativo em testes para mutagenicidade em 4 cepas32 de S. typhimurium, e no sistema do linfoma33 L5178Y de camundongos. Estudos citogenéticos in vivo (células da medula óssea34 de murinos, seguido de administração oral de fluconazol) e in vitro (linfócitos humanos expostos a 1.000 mcg/ml de fluconazol) não demostraram evidências de mutações cromossômicas.

Fertilidade:

Fluconazol não afetou a fertilidade de ratos machos ou fêmeas tratados oralmente com doses diárias de 5; 10 ou 20 mg/kg ou doses parenterais de 5, 25 ou 75 mg/kg, embora o início do trabalho de parto foi levemente retardado com doses orais de 20 mg/kg. Em estudo perinatal intravenoso com ratos e doses de 5, 20 e 40 mg/kg, distocia e prolongamento do parto foram observados em algumas fêmeas com dose de 20 mg/kg (aproximadamente 5 - 15 vezes maior que a dose humana recomendada) e 40 mg/kg, mas não com 5 mg/kg. Os distúrbios no parto foram refletidos por um leve aumento no número de filhotes natimortos e redução da sobrevivência35 neonatal nestes níveis de dose. Os efeitos no parto em ratos se mostraram consistentes com a propriedade espécie específica de diminuir o estrógeno36, produzida por altas doses de fluconazol.
Esta modificação hormonal não foi observada em mulheres tratadas com fluconazol (vide Propriedades Farmacodinâmicas).

Indicações de Zoltec

O tratamento pode ser iniciado antes que os resultados dos testes de cultura ou outros testes laboratoriais sejam conhecidos. Entretanto, assim que estes resultados forem disponíveis, o tratamento antiinfeccioso deve ser ajustado adequadamente.

Zoltec* (fluconazol) é indicado no tratamento das seguintes condições:

1. Criptococose, incluindo meningite20 criptocócica e infecções3 em outros locais, como por exemplo pulmonares e cutâneas37. Podem ser tratados pacientes sadios e pacientes com AIDS, em transplantes de órgãos ou outras causas de imunossupressão38. Zoltec* (fluconazol) pode ser usado como terapia de manutenção para prevenir recidiva39 de doença criptocócica em pacientes com AIDS.

2. Candidíase18 sistêmica incluindo candidemia, candidíase18 disseminada e outras formas de infecção17 invasiva por Candida, incluindo infecções3 do peritônio40, endocárdio41, olhos42, e tratos pulmonar e urinário. Podem ser tratados pacientes com doenças malignas, pacientes em unidades de terapia intensiva43, pacientes recebendo terapia citotóxica ou imunossupressiva ou com outros fatores que predisponham infecções3 por Candida.

                         3. Candidíase18 de mucosa44, incluindo orofaríngea45, esofágica, infecções3 broncopulmonares não-invasivas, candidúria, candidíase18 mucocutânea e candidíase18 oral atrófica46 crônica (lesão47 bucal associada a dentaduras). Podem ser tratados pacientes sadios e pacientes com função imunocomprometida. Prevenção de recidiva39 de candidíase18 orofaríngea45 em pacientes com AIDS.

4. Prevenção de infecções3 fúngicas4 em pacientes com doenças malignas e que estão predispostos a tais infecções3 devido a quimioterapia48 citotóxica ou radioterapia49.

Contra-Indicações de Zoltec

Zoltec* (fluconazol) é contra-indicado em pacientes com conhecida sensibilidade à droga, compostos azólicos ou a qualquer componente de produto.

                         

Advertências de Zoltec

Em raros casos, assim como com outros azólicos, anafilaxia50 tem sido relatada com o uso de fluconazol.

Alguns pacientes têm desenvolvido raramente reações cutâneas37 esfoliativas, tais como Síndrome51 de Stevens-Johnsons e necrólise epidérmica tóxica52, durante o tratamento com fluconazol.Pacientes com AIDS são mais predispostos a desenvolver reações cutâneas37 severas a diversas drogas. Caso pacientes sob tratamento de infecções3 fúngicas4 superficiais desenvolvam rash53 que seja considerado como atribuível ao fluconazol, o medicamento deve ser descontinuado e terapia posterior com este agente deve ser desconsiderada. Pacientes com infecções3 fúngicas4 sistêmicas/invasivas que desenvolveram rash53 devem ser monitorizados, sendo que fluconazol deve ser descontinuado se ocorrerem lesões54 bolhosas ou eritemas55 multiformes.

Fluconazol tem sido associado com raros casos de toxicidade56 hepática57 incluindo fatalidades, inicialmente em pacientes com enfermidade de base severas. Em casos de hepatotoxicidade58 associada ao fluconazol, não foi observada qualquer relação com a dose total diária, duração do tratamento, sexo ou idade do paciente. A hepatotoxicidade58 causada pelo fluconazol tem sido geralmente reversível com a descontinuação do tratamento. Pacientes que apresentam testes de função hepática57 anormais durante o tratamento com fluconazol devem ser monitorados para verificar o desenvolvimento de danos hepáticos mais graves. Fluconazol deve ser descontinuado se houver o aparecimento de sinais59 clínicos ou sintomas60 relacionados ao desenvolvimento de danos hepáticos que possam ser atribuídos ao fluconazol.

                         

Precauções de Zoltec

Uso durante a Gravidez2:

Zoltec* (fluconazol) tem sido pouco usado durante a gravidez2 em humanos. Efeitos adversos fetais foram observados em animais apenas com altos níveis de dose associados à toxicidade56 materna. Estes resultados não são considerados relevantes para o fluconazol empregado em doses terapêuticas. Entretanto, o uso durante a gravidez2 deverá ser evitado, exceto em pacientes com infecções3 fúngicas4 severas ou com potencial de risco de vida e nos quais os potenciais benefícios possam superar os possíveis riscos ao feto5.

Uso durante a Lactação61:

Fluconazol é encontrado no leite materno em concentrações similares às do plasma29, e desta maneira seu uso em mulheres lactantes62 não é recomendado.

Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas:

A experiência tem mostrado que é improvável o comprometimento da habilidade para dirigir ou manejar máquinas com o uso do Zoltec* (fluconazol).

                         

Interações Medicamentosas de Zoltec

Anticoagulantes63: Em um estudo de interação, fluconazol aumentou o tempo de protrombina64 após administração de varfarina em voluntários sadios do sexo masculino. Embora a alteração tenha sido pequena (12%) recomenda-se cuidadosa monitorização do tempo de protrombina64 em pacientes que estejam recebendo anticoagulantes63 cumarínicos.

Sulfoniluréias65: Fluconazol demonstrou prolongar a meia-vida plasmática de sulfoniluréias65 orais (clorpropamida66, glibenclamida, glipizídeos e tolbutamida) quando administrado concomitantemente às mesmas em voluntários sadios. Fluconazol e sulfoniluréias65 orais podem ser co-administrados a pacientes diabéticos, porém a possibilidade de episódios de hipoglicemia67 deve ser considerada.

Hidroclorotiazida: Em um estudo de interação farmacocinética, a co-administração de doses múltiplas de hidroclorotiazida em voluntários sadios que estavam recebendo fluconazol aumentou a concentração plasmática desta última droga em 40%. Esta alteração não deverá requerer mudança do regime de dosagem de fluconazol em pacientes que estejam recebendo também diuréticos68, porém o prescritor deve ter em mente essas considerações.

Fenitoína: A administração concomitante de fluconazol e fenitoína pode aumentar os níveis desta última droga para um grau clinicamente significante. Se necessário administrar ambas as drogas concomitantemente, os níveis de fenitoína deverão ser monitorizados e a sua dose ajustada para manter os níveis terapêuticos.

Contraceptivos orais: Dois estudos de farmacocinética com um contraceptivo oral combinado foram realizados utilizando doses múltiplas de fluconazol. Não foram observados efeitos relevantes nos níveis de hormônio15 no estudo com doses diárias de 50 mg de fluconazol, enquanto que em doses diárias de 200 mg as AUCs (área sob a curva) de etinil-estradiol e levonorgestrel foram aumentadas em 40% e 24% respectivamente. Assim é improvável que o uso de doses múltiplas de fluconazol nestas doses possa ter efeito na eficácia do contraceptivo oral combinado.

Rifampicina: A administração de fluconazol concomitantemente com a rifampicina resultou em uma redução de 25% na AUC (área sob a curva) e 20% na meia-vida de fluconazol. Em pacientes que estejam recebendo terapia concomitante a rifampicina um aumento da dose de fluconazol deve ser considerado.

Ciclosporina: Em um estudo de farmacocinética realizado em pacientes com transplante renal25, fluconazol em doses diárias de 200 mg mostrou aumentar lentamente as concentrações de ciclosporina. Entretanto, em um outro estudo com doses múltiplas de 100 mg diários de fluconazol, o mesmo não afetou os níveis de ciclosporina em pacientes com transplante de medula óssea69. Recomenda-se, portanto, uma monitorização das concentrações de ciclosporina em pacientes que estejam recebendo fluconazol.

Teofilina: Em um estudo de interação placebo70 controlado, a administração de 200 mg diários de fluconazol durante 14 dias resultou numa redução de 18% na média da taxa do clearance plasmático de teofilina. Pacientes que estejam recebendo altas doses de teofilina, ou que estejam sob risco elevado de toxicidade56 à teofilina, deverão ser observados quanto aos sinais59 de toxicidade56 à mesma enquanto estiverem recebendo fluconazol. Se houver aparecimento de sinais59 de toxicidade56 mudança na terapia deverá ser instituída.

Terfenadina: Devido à ocorrência de sérias disrritmias em pacientes recebendo outros antifúngicos azólicos em associação com terfenadina, foram realizados estudos de interação que demonstraram que nenhuma interação clinicamente significante está presente. Embora estes eventos não foram observados em pacientes recebendo fluconazol, a co-administração de fluconazol e terfenadina deve ser cuidadosamente monitorizada.

Zidovudina: Dois estudos cinéticos resultaram em aumento dos níveis de zidovudinaprovavelmente causado pela diminuição da conversão da zidovudina em seu principal metabólito71.
Um estudo determinou os níveis de zidovudina em pacientes aidéticos antes e depois da administração de 200 mg diários de fluconazol por 15 dias. Houve um aumento significativo na AUC (área sob a curva) de zidovudina (20%). Um outro estudo randomizado72, em dois períodos e cruzado com dois grupos de tratamento avaliou os níveis de zidovudina em pacientes infectados pelo HIV73. Em duas ocasiões, com intervalo de 21 dias, os pacientes receberam 200 mg de zidovudina a cada 8 horas com ou sem 400 mg diários de fluconazol por 7 dias. A AUC (área sob a curva) de zidovudina aumentou significativamente (74%) durante co-administração com fluconazol. Os pacientes recebendo esta combinação devem ser monitorizados devido ao desenvolvimento de reações adversas relacionadas à zidovudina.

Estudos de interações têm demonstrado que quando fluconazol oral é administrado
concomitantemente com alimentos, cimetidina, antiácidos74, ou após irradiação corporal total devida a transplante de medula óssea69, não ocorre alteração clinicamente significante na absorção deste agente.

Os médicos deverão considerar que embora estudos de interações medicamentosas com outras drogas não tenham sido realizados, tais interações poderão ocorrer.

                         

Reações Adversas de Zoltec

Zoltec* (fluconazol) é geralmente bem tolerado. As reações adversas mais comumente associadas ao Zoltec* (fluconazol) têm sido aquelas relacionadas ao trato gastrintestinal. Estão incluídas náusea7, dor abdominal, diarréia8 e flatulência. Após os sintomas60 gastrintestinais o segundo efeito colateral75 mais comumente observado tem sido exantema76. Dor de cabeça9 tem sido associada ao uso de fluconazol.

Em alguns pacientes, particularmente aqueles com enfermidades de bases severas, tais como AIDS e câncer77, foram observadas alterações nos resultados dos testes das funções hematológica e renal25 e anormalidades hepáticas78 durante o tratamento com fluconazol e agentes comparativos; entretanto o significado clínico e a relação ao tratamento são incertos. Distúrbios esfoliativos da pele22, convulsões, leucopenia79, trombocitopenia80 e alopecia81 têm ocorrido sob condições onde uma associação de causa é incerta (Vide "Advertências").

Em raros casos, assim como com outros azólicos, anafilaxia50 tem sido relatada com o uso de fluconazol.

Posologia de Zoltec

A dose diária de Zoltec* (fluconazol) deve ser baseada na natureza e severidade da infecção17 fúngica13. A terapia com fluconazol nos casos de infecções3 que necessitem de um tratamento com doses múltiplas deverá ser mantida até que parâmetros clínicos ou testes laboratoriais indiquem que a infecção17 fúngica13 ativa esteja controlada. Um período inadequado de tratamento poderá levar a recorrência82 da infecção17 ativa. Pacientes com AIDS e meningite20 criptocócica ou candidíase18 orofaríngea45 recorrente requerem usualmente terapia de manutenção para a prevenção de recidivas83.

                         A dose de Zoltec* (fluconazol) utilizada para profilaxia deve ser ajustada conforme o grau de neutropenia84. O ajuste da dose deve ser necessariamente estabelecido pelo médico, levando-se em consideração o grau de neutropenia84.

                         
Adultos:

1. Para meningite20 criptocócica e infecções3 por criptococos em outros locais, a dose usual é de 400 mg no primeiro dia seguida de 200-400 mg em dose única diária. A duração do tratamento em infecções3 criptocócicas dependerá da resposta clínica e micológica, porém para a meningite20 criptocócica é de no mínimo 6 a 8 semanas.

2. Para prevenção de recidivas83 de meningite20 por criptococos em pacientes com AIDS, depois que o paciente receber a terapia primária completa, Zoltec* (fluconazol) pode ser administrado diariamente em doses diárias de 200 mg por período indefinido.

3. Para candidemia, candidíase18 disseminada ou outras infecções3 invasivas por Candida, a dose usual é de 400 mg no primeiro dia seguida de 200 mg diariamente. Dependendo da resposta clínica, a dose pode ser aumentada para 400 mg diários. A duração do tratamento é baseada na resposta clínica.

4. Para candidíase18 orofaríngea45 a dose usual é de 50 a 100 mg em dose única diária durante 7 a 14 dias. Quando necessário o tratamento pode ser continuado por períodos mais longos em pacientes com função imune seriamente comprometida. Para candidíase18 oral atrófica46 associada a dentaduras a dose usual é de 50 mg em dose única diária durante 14 dias, administrada concomitantemente a medidas anti-sépticas locais para dentaduras. Para outras infecções3 por Candida nas mucosas85 (exceto candidíase18 vaginal), como por exemplo esofagite86, infecções3 broncopulmonares não invasivas e candidúria, a dose usual eficaz é de 50 mg diários, administrada durante 14 a 30 dias.

Para a prevenção de reincidência87 de candidíase18 orofaríngea45 em pacientes com AIDS, depois que o paciente terminar a terapia primária, fluconazol pode ser administrado em dose única semanal de 150 mg.

5. A dose recomendada de fluconazol para prevenção de candidíase18 é de 50 a 400 mg em dose única diária, baseada no risco do paciente de desenvolver infecção17 fúngica13. Para pacientes88 com alto risco de desenvolver infecção17 sistêmica, por exemplo, pacientes que apresentarão neutropenia84 profunda ou prolongada, a dose recomendada é de 400 mg em dose única diária. A administração deve começar alguns dias antes do início estimado da neutropenia84 e continuar por 7 dias depois que a contagem de neutrófilos89 atingir valores maiores que 1.000 células90/mm3.

                         
Crianças:

Assim como em infecções3 similares em adultos, a duração do tratamento é baseada na resposta clínica e micológica. A dose diária máxima para adultos não deve ser excedida em crianças.

Fluconazol deve ser administrado como dose única diária.

A dose recomendada de fluconazol para candidíase18 de mucosa44 é de 3 mg/kg diariamente. Uma dose de ataque de 6 mg/kg pode ser utilizada no primeiro dia para alcançar os níveis de steady state mais rapidamente.

Para o tratamento de candidíase18 sistêmica e infecções3 criptocócicas, a dose recomendada é de 6 - 12 mg/kg/dia, dependendo da gravidade da infecção17.

Para a prevenção de infecções3 fúngicas4 em pacientes imunocomprometidos considerados de risco como consequência de neutropenia84 após quimioterapia48 citotóxica ou radioterapia49 a dose deve ser de 3 - 12 mg/kg/dia, dependendo da extensão e da duração da neutropenia84 induzida (vide item "Posologia" em adultos).

Para crianças com insuficiência renal91, a dose diária normal deve ser reduzida dependendo do grau do comprometimento renal25, de acordo com as orientações para adultos.

                         
Crianças com menos de 4 semanas de idade:

Os neonatos92 excretam fluconazol lentamente. Nas duas primeiras semanas de vida, a mesma dose em mg/kg recomendada para crianças mais velhas pode ser adotada, mas administrada a cada 72 horas. Durante a 2a - 4a semana de vida, a mesma dose deve ser administrada a cada 48 horas.
                         

Idosos:

Quando não houver evidência de insuficiência renal91, a dose normal recomendada deve ser adotada. Em pacientes com insuficiência renal91 (clearance de creatinina27 <= 50 ml/min.), a posologia deverá ser ajustada conforme descrita a seguir.

Pacientes com Insuficiência Renal91:

Zoltec*(fluconazol) é excretado predominantemente de forma inalterada na urina26. Em pacientes com insuficiência renal91 que utilizarão doses múltiplas de fluconazol, uma dose inicial de 50 mg a 400 mg deve ser adotada. Após a dose inicial, a dose diária (de acordo com a indicação) deve estar baseada na tabela a seguir:

                         Clearance de creatinina27
                        (ml/min) Porcentagem de dose recomendada
                        > 50 100%
                        21 - 50 50%
                        11 - 20 25%
                        pacientes recebendo diálise93 regularmente uma dose após cada sessão de diálise93

                         

Conduta na Superdosagem de Zoltec

Foi relatado um caso de superdosagem com fluconazol. Um paciente de 42 anos infectado com o vírus94 da imunodeficiência95 humana apresentou alucinações96 e exibiu um comportamento paranóico após ingestão relatada de 8.200 mg de fluconazol. O paciente foi hospitalizado e sua condição foi resolvida em 48 horas.

Quando ocorrer superdosagem o tratamento sintomático97 poderá ser adotado, incluindo, se necessário, medidas de suporte e lavagem gástrica98. O fluconazol é amplamente excretado na urina26; a diurese99 forçada deverá aumentar a taxa de eliminação. Uma sessão de hemodiálise100 de 3 horas diminui os níveis plasmáticos em aproximadamente 50%.

                         

Instruções Para Administração de Zoltec

Zoltec* (fluconazol) pode ser administrado tanto por via oral como por infusão intravenosa. As formas cápsulas e pó para suspensão oral podem ser tomadas juntamente com as refeições.

Para reconstituir o pó para suspensão oral siga corretamente o folheto de instruções contido na embalagem do produto. Após a reconstituição do pó a suspensão deve ser mantida em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC) por no máximo 14 dias. Suspensão não utilizada até esta data deve ser descartada. A suspensão deve ser agitada antes de cada administração. A suspensão não deve ser congelada.

A infusão intravenosa deve ser administrada a uma velocidade que não exceda 10 ml/minuto, sendo que a escolha da via de administração depende do estado clínico do paciente. Ao passar da via intravenosa para a oral, ou vice-versa, não há necessidade de mudar a posologia diária.
Zoltec* (fluconazol), infusão intravenosa, é preparado em solução de cloreto de sódio 0,9%, sendo que cada 200 mg (frasco de 100 ml) contém 15 mmol de Na + e Cl- . Uma vez que Zoltec* (fluconazol) é disponível como solução salina diluída, a velocidade de administração da infusão deve ser considerada em pacientes que requeiram restrição de sódio ou líquidos. Zoltec* (fluconazol) infusão intravenosa é compatível com a administração dos seguintes fluidos:

                        a) Glicose101 20%;
                        b) Solução de Ringer;
                        c) Solução de Hartmann;
                        d) Cloreto de potássio em glicose101;
                        e) Bicarbonato de sódio 4,2%;
                        f) Aminofusina;
                        g) Solução salina.

Embora não tenham sido observadas incompatibilidades específicas, a mistura com qualquer outra droga antes da infusão não é recomendada.

                        A infusão intravenosa não deve ser congelada.

ZOLTEC - Laboratório

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
4 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
5 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
6 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
7 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
8 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
9 Cabeça:
10 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
11 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
12 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
13 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
14 Fúngico: Relativo à ou produzido por fungo.
15 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
16 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
17 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
18 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
19 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
20 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
21 Líquor: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
22 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
23 Derme: Camada interna das duas principais camadas da pele. A derme é formada por tecido conjuntivo, vasos sanguíneos, glândulas sebáceas e sudoríparas, nervos, folículos pilosos e outras estruturas. É constituída por uma fina camada superior que é a derme papilar e uma camada mais grossa, mais baixa, que é a derme reticular.
24 Epiderme: Camada superior ou externa das duas camadas principais da pele.
25 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
26 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
27 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
28 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
29 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
30 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
31 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
32 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
33 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
34 Células da Medula Óssea: Células contidas na medula óssea, incluindo células adiposas (ver ADIPÓCITOS), CÉLULAS ESTROMAIS, MEGACARIÓCITOS e os precurssores imediatos da maioria das células sangüíneas.
35 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
36 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
37 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
38 Imunossupressão: Supressão das reações imunitárias do organismo, induzida por medicamentos (corticosteroides, ciclosporina A, etc.) ou agentes imunoterápicos (anticorpos monoclonais, por exemplo); que é utilizada em alergias, doenças autoimunes, etc. A imunossupressão é impropriamente tomada por alguns como sinônimo de imunodepressão.
39 Recidiva: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
40 Peritônio: Membrana serosa que recobre as paredes do abdome e a superfície dos órgãos digestivos.
41 Endocárdio: Camada mais interna do coração. É formada de células endoteliais.
42 Olhos:
43 Terapia intensiva: Tratamento para diabetes no qual os níveis de glicose são mantidos o mais próximo do normal possível através de injeções freqüentes ou uso de bomba de insulina, planejamento das refeições, ajuste em medicamentos hipoglicemiantes e exercícios baseados nos resultados de testes de glicose além de contatos freqüentes entre o diabético e o profissional de saúde.
44 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
45 Orofaríngea: Relativo à orofaringe.
46 Atrófica: Relativa à atrofia, atrofiada. Que atrofia; que mingua, atrofiador, atrofiante. Que se torna mais debilitada e menos intensa.
47 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
48 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
49 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
50 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
51 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
52 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
53 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
54 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
55 Eritemas: Vermelhidões da pele, difusas ou salpicadas, que desaparecem à pressão.
56 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
57 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
58 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
59 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
60 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
61 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
62 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
63 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
64 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
65 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
66 Clorpropamida: Medicação de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia ajudando o pâncreas a produzir mais insulina e o corpo a usar melhor a insulina produzida. Pertence à classe dos medicamentos chamada sulfoniluréias.
67 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
68 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
69 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
70 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
71 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
72 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
73 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
74 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
75 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
76 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
77 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
78 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
79 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
80 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
81 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
82 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
83 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
84 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
85 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
86 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
87 Reincidência: 1. Ato ou efeito de reincidir ou repetir. 2. Obstinação, insistência, teimosia.
88 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
89 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
90 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
91 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
92 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
93 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
94 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
95 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
96 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
97 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
98 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
99 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
100 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
101 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
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