CLIMENE

SCHERING

Atualizado em 08/12/2014

CLIMENE®    

Valerato de estradiol

Acetato de ciproterona

Uso adulto

Forma Farmacêutica de Climene

Drágeas1.

Composição de Climene

Cada drágea2 branca contém 2 mg de valerato de estradiol. Cada drágea2 rosada contém 2 mg de valerato de estradiol e 1 mg de acetato de ciproterona.

Informações à Paciente de Climene

O medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (15-30ºC) e protegido da umidade. O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não usar medicamento com prazo de validade vencido. Informar imediatamente ao seu médico se houver suspeita de gravidez3 durante o tratamento. Como esta não deve ocorrer durante o tratamento, recomenda-se o emprego de métodos contraceptivos não-hormonais, com exceção dos métodos de ritmo (Ogino-Knaus) e de temperatura. Em pacientes com suspeita de gravidez3, o tratamento só deve ser iniciado após afastada esta possibilidade. Durante o tratamento prolongado, consultar o médico em intervalos regulares, a cada seis meses aproximadamente, para submeter-se a exames de controle. Antes de iniciar o tratamento devem ser realizados exames clínico completo e ginecológico (Incluindo mamas4). Começar o tratamento no 5º dia do ciclo menstrual, observando-se que o 1º dia do ciclo corresponde ao 1º dia de sangramento menstrual. Se não estiver menstruando, ou se os ciclos menstruais forem muito irregulares, seguir a recomendação médica para início do tratamento. Cada embalagem de CLIMENE contém um disco calendário auto-adesivo, que deve ser fixado ao estojo, fazendo coincidir o dia da semana em que se inicia o tratamento com a drágea2 identificada (início), por exemplo, se a primeira drágea2 for tomada em uma segunda-feira, a drágea2 identificada (início) deve coincidir com o dia "Seg". Desta forma, cada drágea2 estará indicada com o dia da semana correspondente, facilitando assim o controle da ingestão diária. Começar pela drágea2 identificada (início) e tomar uma drágea2 diariamente, seguindo o sentido das setas do estojo-calendário, até o término do mesmo (21 dias). Ingerir as drágeas1 com pequena quantidade do líquido, sem mastigar, de preferência sempre à mesma hora do dia. É indiferente o horário do dia em que a drágea2 será tomada, mas uma vez escolhido o horário, de preferência após o café da manhã ou o jantar, deve-se mantê-lo aproximadamente constante. Após o término das 21 drágeas1, deve-se fazer uma pausa de 7 dias, durante a qual, cercada 2 a 4 dias após a ingestão da última drágea2, deverá ocorrer sangramento semelhante à menstruação5: Após este intervalo, salvo outra prescrição, reiniciar o tratamento com a primeira drágea2 do estojo seguinte no mesmo dia da semana que o anterior, independentemente do sangramento ter cessado ou não. Em caso de esquecimento, a drágea2 omitida deve ser ingerida com até 12 horas do tolerância do horário habitual. À medida que se prolonga o tratamento produz-se, com maior freqüência, a ausência de sangramento no intervalo de pausa. Se houver indícios para suspeitar de gravidez3, deve-se interromper a tomada até que esta possibilidade seja excluída. O tratamento não deve ser interrompido até o final do estojo-calendário, exceto por orientação médica. O aparecimento de sangramento genital, repetidamente, durante as três semanas em que se realiza o tratamento não é motivo para interrupção do mesmo sem que o médico seja consultado. Ocasionalmente podem ocorrer sensação de tensão nas mamas4, sangramento durante as três semanas de uso do produto, problemas do estômago6, náuseas7, alterações do peso e do desejo sexual. Em casos isolados podem ocorrer inchaço8, dores de cabaça e estados depressivos. Avisar imediatamente o médico, pois são motivos para interrupção do tratamento: aparecimento, pela primeira vez de dores de cabeça9 do tipo enxaqueca10 ou dores de cabeça9 com freqüência e intensidade não-habituais; perturbações repentinas dos sentidos (por exemplo, da visão11, da audição); dores ou inchaço8 não-habituais nas pernas; dores do tipo pontada ao respirar ou tosse sem motivo aparente; sensação de dor e aperto no tórax12; cirurgias já planejadas (6 semanas antes da data prevista); Imobilização forçada, como por exemplo em acidentes; aparecimento de icterícia13; apresentação de hepatite14; coceira no corpo todo; aumento de ataques epilépticos; aumento considerável da pressão arterial15; gravidez3.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Informar ao médico se estiver usando qualquer outro medicamento, pois há alguns que não devem ser usados concomitantemente com CLIMENE. O produto é contra-indicado na gravidez3, período de amamentação16, doença grave do fígado17, e em várias outras doenças, além do rato de que em alguns casos, como por exemplo diabetes18 a varizes19. CLIMENE deve ser usado sob cuidadosa supervisão médica. Desta forma, é importante notificar o médico sobre qualquer doença, atual ou anterior.

Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde20.

Informações Técnicas de Climene

Ações de Climene

CLIMENE é uma associação estrógeno21-progestágeno muito eficaz na atenuação e eliminação rápida dos distúrbios do climatério22 ocasionados por déficit hormonal, tais como sensação de calor, tendência a sudorese23, distúrbios do sono, estados depressivos, irritabilidade, cefaléias24 e tontura25. Também exerce efeito favorável sobre a atrofia26 da pele27 e mucosas28 (especialmente na região urogenital29). CLIMENE também tem influência favorável na perda de massa óssea que acompanha a carência estrogênica. O acetato de ciproterona, progestágeno presente em CLIMENE tem propriedades antiandrogênicas e não interfere sobre o nível de lipoproteína sérica. Assim, o efeito favorável do estradiol sobre o metabolismo30 dos lipídios é exercido em toda sua extensão, o que é vantajoso para as alterações arterioescleróticas do sistema cardiovascular31. CLIMENE não está destinado à contracepção32.

Indicações de Climene

Terapia de reposição hormonal na sintomatologia climatérica, manifestações de involução da pele27 e do trato urogenital29, estados depressivos do climatério22, manifestações carenciais após ovariectomia em doenças não-carcinomatosas e prevenção da osteoporose33 pós-menopáusica.

Contra-Indicações de Climene

Gravidez3; lactação34; insuficiência hepática35 grave; antecedentes de icterícia13 ou prurido36 gestacional grave; tumor37 hepático existente ou antecedentes do mesmo; tumor37 de útero38, ovários39 ou mamas4, ou suspeita dos mesmos; endometriose40; processos tromboembólicos ou antecedentes dos mesmos; diabetes18 mellitus grave com alterações vasculares41; anemia42 de células43 falciformes; dislipidemias antecedentes de herpes gravídico; otosclerose44 com agravamento durante alguma gestação anterior.

Precauções de Climene

CLIMENE não se destina à contracepção32. Antes de iniciar o tratamento com CLIMENE devem ser realizados exames clínico completo e ginecológico (incluindo mamas4), e a possibilidade de gestação deve ser excluída. Durante o tratamento a paciente não deve engravidar. A contracepção32 deve ser realizada com métodos não-hormonais com exceção dos métodos de ritmo (Ogino-Knaus) e da temperatura. Durante tratamentos prolongados recomenda-se a realização de exames de controle em intervalos de aproximadamente seis meses. A medida que se prolonga o tratamento produz-se, com maior freqüência, a ausência de sangramento no intervalo de pausa. Se houver indícios para suspeitar da presença de gravidez3, deve-se interromper a tomada até que esta possibilidade seja excluída. Caso ocorra, repetidamente, sangramento durante as três semanas de uso de CLIMENE, a suspensão ou não do tratamento ficará a critério médico. Os efeitos benéficos da terapia com preparados estrogênicos foram comprovados cientificamente. A monoterapia com estrógenos no climatério22, em doses elevadas e por período prolongado, pode ocasionar hiperplasia endometrial45 e, nesse sentido, aumentar a incidência46 de carcinoma47 endometrial. Para prevenir a possível hiperplasia48, recomenda-se administração adicional de um progestágeno, tal como é feito no tratamento com CLIMENE. Desta forma ocorre, em geral, uma transformação e descamação49 do endométrio50 e sangramento semelhante à menstruação5. Pacientes com diabetes18, hipertensão arterial51, varizes19, otosclerose44, esclerose múltipla52, epilepsia53, porfiria54, tetania55, coréia menor56, antecedentes de flebite57, devem ser mantidas sob cuidadosa vigilância. Durante o tratamento com substâncias hormonais, tais como as contidas em CLIMENE, foram observadas, em casos raros, alterações hepáticas58 benignas e, mais raramente, alterações malignas que, em casos isolados, podem ocasionar hemorragias59 intra-abdominais com risco de vida para a paciente. Pode ser necessárias suspensão do medicamento quando ocorrerem queixas abdominais intensas, que não desapareçam rápida e espontaneamente. A medicação deve ser suspensa nos casos de ocorrência pela primeira vez de cefaléia60 semelhante a enxaqueca10, ou de cefaléias24 com freqüência e intensidade fora do habitual; perturbações repentinas da percepção; sinais61 precursores de tromboflebites62 ou tromboembolias; dor e sensação de constrição63 do tórax12, cirurgias programadas (com antecedência das semanas); imobilização forçada; aparecimento de icterícia13; hepatite14; prurido36 generalizado, aumento de crises epilépticas; acentuada elevação de pressão arterial15 e gravidez3.

Interações Medicamentosas de Climene

A eficácia de CLIMENE pode ser reduzida com a administração regular de barbitúricos, fenilbutazona, hidantoína, rifampicina e ampicilina. Também podem ocorrer modificações nas necessidades de hipoglicemiantes orais64 ou insulina65.

Reações Adversas de Climene

Durante o tratamento com CLIMENE podem ocorrer tensão mamária, sangramento de escape, distúrbios gástricos, náuseas7, alterações do peso e da libido66. Em casos isolados podem ocorrer edema67, cefaléias24 e estados depressivos. A medida que se prolonga o tratamento produz-se, com maior freqüência, a ausência de sangramento no intervalo de pausa.

Posologia de Climene

Uma drágea2 diária, durante 21 dias, seguidos de um intervalo de 7 dias. As drágeas1 devem ser ingeridas com pequena quantidade de líquido, sem mastigar, e de preferência logo após o café da manhã ou do jantar. Iniciar o tratamento no 5º dia do ciclo menstrual. Se a paciente esquecer de tomar a drágea2 no horário habitual, deve ingeri-la no período das 12 horas subseqüentes.

Apresentação de Climene

Cartucho com estojo-calendário com 21 drágeas1 (11 brancas e 10 rosadas).

Informações detalhadas encontram-se à disposição da classe médica.

SCHERING DO BRASIL, Química e Farmacêutica Ltda.

CLIMENE - Laboratório

SCHERING
Rua Cancioneiro de Évora, 255/339/383
São Paulo/SP - CEP: 04708-010
Tel: 0800-7021241
Site: http://www.schering.com.br/

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
2 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
5 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
6 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
7 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
8 Inchaço: Inchação, edema.
9 Cabeça:
10 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
11 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
12 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
13 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
14 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
15 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
16 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
17 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
18 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
19 Varizes: Dilatação anormal de uma veia. Podem ser dolorosas ou causar problemas estéticos quando são superficiais como nas pernas. Podem também ser sede de trombose, devido à estase sangüínea.
20 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
21 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
22 Climatério: Conjunto de mudanças adaptativas que são produzidas na mulher como conseqüência do declínio da função ovariana na menopausa. Consiste em aumento de peso, “calores” freqüentes, alterações da distribuição dos pêlos corporais, dispareunia.
23 Sudorese: Suor excessivo
24 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
25 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
26 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
27 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
28 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
29 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
30 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
31 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
32 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
33 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
34 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
35 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
36 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
37 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
38 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
39 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
40 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
41 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
42 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
43 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
44 Otosclerose: Crescimento ósseo anormal no ouvido médio que causa perda auditiva. É um distúrbio hereditário que envolve o crescimento de um osso esponjoso no ouvido médio. Este crescimento impede a vibração do estribo em reposta às ondas sonoras, causando perda auditiva progressiva do tipo condutiva. É a causa mais freqüente de perda auditiva do ouvido médio em adultos jovens, é mais freqüente em mulheres entre 15 e 30 anos.
45 Hiperplasia endometrial: Caracterizada por alterações biomorfológicas do endométrio (estroma e glândulas), que variam desde um estado fisiológico exacerbado até o carcinoma “in situ”. É o resultado de uma estimulação estrogênica persistente na ausência ou insuficiência de estímulo progestínico.O fator prognóstico mais importante nas pacientes afetadas é a atipia celular: cerca de 20% das pacientes com hiperplasia atípica evoluem para câncer invasivo.
46 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
47 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
48 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
49 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
50 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
51 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
52 Esclerose múltipla: Doença degenerativa que afeta o sistema nervoso, produzida pela alteração na camada de mielina. Caracteriza-se por alterações sensitivas e de motilidade que evoluem através do tempo produzindo dano neurológico progressivo.
53 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
54 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
55 Tetania: Espasmos e contraturas dos músculos das mãos e pés, e menos freqüentemente dos músculos da face, da laringe (cordas vocais) e da coluna vertebral. Inicialmente, são indolores; mas tendem a tornar-se cada vez mais dolorosos. É um sintoma de alterações bioquímicas do corpo humano e não deve ser confundida com o tétano, que é uma infecção. A causa mais comum é a hipocalcemia (nível baixo de cálcio no sangue). Outras causas incluem hipocalemia (nível baixo de potássio no sangue), hiperpnéia (frequência respiratória anormalmente profunda e rápida, levando a baixos níveis de dióxido de carbono), ou mais raramente de hipoparatiroidismo (atividade diminuída das glândulas paratiróides). Recentemente, considera-se que a hipomagnesemia (nível baixo de magnésio no sangue) é também um dos fatores causais desta situação clínica.
56 Coréia menor: Coréia, palavra derivada do grego que significa dançar, consiste em movimentos involuntários, ora em repouso, ora perturbando o movimento voluntário, arrítmicos, assimétricos, bruscos, breves e sem propósito. A coréia de Sydenham, também conhecida como coréia menor ou coréia reumática, é um dos principais indicadores diagnósticos de febre reumática. Ela afeta predominantemente crianças entre 5 e 15 anos, com maior freqüência no sexo feminino.
57 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
58 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
59 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
60 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
61 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
62 Tromboflebites: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
63 Constrição: 1. Ação ou efeito de constringir, mesmo que constrangimento (ato ou efeito de reduzir). 2. Pressão circular que faz diminuir o diâmetro de um objeto; estreitamento. 3. Em medicina, é o estreitamento patológico de qualquer canal ou esfíncter; estenose.
64 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
65 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
66 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
67 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.

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