Preço de RANIDIN em Woodbridge/SP: R$ 24,03

RANIDIN

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

RANIDIN
Ranitidina
Cloridrato
Comprimido Revestido / Solução Injetável

- Formas Farmacêuticas e Apresentações
Comprimido revestido 300 mg: caixa com 8 comprimidos revestidos
Comprimido revestido 150 mg: caixa com 20 comprimidos revestidos
Solução Injetável: caixa com 5 ou 50 ampolas de 2 ml.

USO ADULTO

- Composição:
Comprimido Revestido
Cada comprimido revestido de 150mg contém:
Ranitidina    150mg
(na forma de cloridrato).
Excipientes: croscarmelose sódica, polividona, lactose1, celulose microcristalina, estearato de magnésio, silicato de magnésio, sacarose, dióxido de titânio, macrogol, goma arábica.
Cada comprimido revestido de 300mg contém:
Ranitidina    300mg
(na forma de cloridrato).
Excipientes: croscarmelose sódica, polividona, lactose1, celulose microcristalina, estearato de magnésio, silicato de magnésio, sacarose, dióxido de titânio, macrogol, goma arábica.
Solução Injetável
Cada ampola de 2 ml contém:
Ranitidina    50 mg
(na forma de cloridrato).
Veículo: fosfato de potássio, fosfato de sódio, fenol, água para injeção2.

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento:
Alívio dos sintomas3 relacionados à úlcera péptica4 do estômago5 ou duodeno6, esofagite de refluxo7 e dispepsia8, tais como: dor, queimação e desconforto na parte superior do abdômem (epigástrico) ou mesmo no caso de afecção9 do esôfago10 com cicatrização completa da lesão11. O alívio dos sintomas3 costuma ocorrer logo após as primeiras doses do medicamento. A cicatrização da úlcera12 verifica-se dentro de 4 semanas de tratamento, no entanto, o tempo de tratamento deve ser determinado pelo seu médico.
Cuidados de conservação:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da luz e da umidade.
Prazo de validade:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.
GRAVIDEZ13 E LACTAÇÃO14:
Informe seu médico a ocorrência de gravidez13 na vigência do tratamento ou após o seu  término. Informe ao médico se está amamentando.

Cuidados de administração:
Os comprimidos devem ser tomados sempre com volume adequado de água e jamais mastigados. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: inchaço15 em volta dos olhos16, espasmo17 brônquico, dor de cabeça18, erupção19 cutânea20, tontura21. Esta última, relatada em pacientes gravemente enfermos e idosos.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE  DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
A ingestão do medicamento imediatamente antes ou após os alimentos não prejudica a sua absorção.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não de ve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.
O uso da Ranitidina, bem como de outros antiulcerosos, pode ocultar sintomas3 associados ao câncer22 do estômago5 e assim retardar o diagnóstico23 e o tratamento adequado da doença. Por essa razão, quando houver suspeita de úlcera gástrica24, o médico deve excluir a possibilidade de malignidade antes de iniciar o tratamento com estes medicamentos.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE25.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características de Ranidin

RANIDIN é um antagonista26 H2 específico, de ação rápida e relativamente duradoura. Uma única dose de 150 mg suprime eficientemente a secreção de ácido do estômago5 por doze horas. Inibe a secreção basal e estimulada de ácido, reduzindo tanto o volume quanto o conteúdo de ácido e pepsina da secreção gástrica.A absorção da Ranitidina após administração oral é rápida, sendo as concentrações plasmáticas máximas atingidas, geralmente, dentro de duas horas da administração. A absorção não é significativamente comprometida por alimento ou antiácidos27. A meia-vida  de eliminação  da Ranitidina é de aproximadamente duas horas. A droga é excretada por via renal28, principalmente sob a forma livre ( não conjugada) e, em menor quantidade, sob a forma de metabólitos29. Seu principal metabólito30 é um N-óxido, havendo pequenas quantidades  de S-óxido e D-metil-ranitidina. A taxa de excreção urinária da Ranitidina livre e seus metabólitos29, em 24 horas, é de 40 %, quando a droga é administrada  por via oral.

- Indicações:
RANIDIN está indicado para o tratamento da úlcera duodenal31, úlcera gástrica24 benigna, úlcera12 pós-operatória, esofagite de refluxo7, Síndrome de Zollinger-Ellison32, na dispepsia8 episódica caracterizada por dor (epigástrica ou retroesternal) a qual é relacionada às refeições ou durante o sono, mas não associada as condições anteriores. Como também nas seguintes condições, onde é desejável a redução da secreção gástrica e a produção de ácido: profilaxia da hemorragia33 gastrointestinal conseqüente da úlcera12 de estresse em pacientes gravemente enfermos, profilaxia da hemorragia33 recorrente em pacientes com úlceras34 hemorrágicas35 e na prevenção da síndrome36 de aspiração ácida (Síndrome de Mendelson37).
RANIDIN tem sido usado em pacientes submetidos a transplantes renais.

Contra-Indicações de Ranidin

O uso de RANIDIN está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à Ranitidina.

Precauções e Advertências de Ranidin

Gerais: O tratamento com antagonistas H2 da histamina38 pode mascarar sintomas3 associados com carcinoma39 do estômago5 e, por essa razão, retardar o diagnóstico23 da doença. Conseqüentemente, quando houver suspeita de úlcera gástrica24, a possibilidade de malignidade deve ser excluída antes de ser instituída a terapia com RANIDIN. A Ranitidina é excretada via renal28, assim sendo, os níveis plasmáticos da droga são aumentados em pacientes com grave insuficiência renal40, por isso, recomenda-se que a posologia de RANIDIN em tais pacientes seja de 150 mg à noite, por quatro a oito semanas.A mesma dose deve ser usada para tratamento de manutenção, quando se julgar necessário. Caso a úlcera12 não tenha cicatrizado após o tratamento, a posologia padrão de 150 mg duas vezes ao dia deve ser instituída, seguida, se necessário for, pelo tratamento de manutenção de 150 mg à noite.  
As doses terapêuticas administradas a pacientes obstétricos em trabalho de parto, ou que iriam se submeter a cesariana, não apresentaram qualquer efeito adverso durante o trabalho de parto ou subseqüente período neonatal.
Gravidez13: estudos realizados em animais não demonstraram qualquer efeito teratogênico41, porém deve-se avaliar o benefício em relação ao risco potencial para o feto42.
Amamentação43: Em razão da passagem de Ranidin para o leite materno, seu uso em lactentes44 pode provocar agitação nos recém-nascidos, sendo necessária a troca de medicamento ou parar com amamentação43 durante o tratamento, portanto o risco/benefício devem ser avaliados.
Pediatria: A segurança e a eficácia do uso do produto em crianças ainda não foram estabelecidas.

- Interações Medicamentosas:
A Ranitidina, nos níveis sangüíneos produzidos nas doses recomendadas, não inibe o citocromo hepático P450 relacionado ao sistema oxigenase de função mista. Conseqüentemente, a Ranitidina não potencializa as ações das drogas, que são inativadas por este sistema enzimático, como por exemplo, a lidocaína, fenitoína, propranolol, diazepam, teofilina e Varfarina.
Quando altas doses (2g) de sucralfato são administradas concomitantemente com Ranitidina, a absorção desta pode ser reduzida. Este efeito não é observado caso o sucralfato seja tomado após um intervalo de 2 horas. O uso simultâneo com cetoconazol pode resultar em redução da absorção do cetoconazol. Os pacientes devem usar a Ranitidina 2 horas após o uso do cetoconazol.

Interferência em Exames Laboratoriais de Ranidin

As concentrações séricas de creatinina45, gama-glutamil transpeptidase e transaminase podem ficar aumentadas.

Reações Adversas/Colaterais de Ranidin

Têm sido reportados os eventos abaixo em ensaios clínicos46 ou tratamento de rotina com Ranitidina (a relação destes eventos com a terapêutica47 com a Ranitidina não foi estabelecida em muitos casos):

.Podem ocorrer alterações transitórias e reversíveis nos testes de função hepática48. Há relatos ocasionais de hepatite49 reversível (hepatocelular, hepato-canalicular ou mista) com ou sem icterícia50.

.Em alguns poucos pacientes ocorreram alterações reversíveis na contagem das células51 sangüíneas (leucopenia52 e trombocitopenia53), relatando também casos de agranulocitose54 ou de pancitopenia55, algumas vezes com hipoplasia56, ou aplasia de medula óssea57. Reações de hipersensibilidade (urticária58, edema angioneurótico59, broncoespasmo60, hipotensão61) têm sido raramente  observadas após administração parenteral ou oral de Ranitidina. Estas reações têm ocorrido ocasionalmente após uma única dose. Também têm sido reportados raros casos de bradicardia62 e bloqueio atrioventricular, como ocorre com outros antagonistas dos receptores H2.

. Numa proporção muito pequena de pacientes tem-se observado cefaléia63, tontura21 e confusão mental reversível, esta predominantemente em pacientes gravemente enfermos e muito idosos.Houve referência de uns poucos casos de visão64 borrada reversível, sugestiva de distúrbio na acomodação visual. Não houve evidência clinicamente significativa de interferência com a função endócrina ou gonadal. Existem uns poucos relatos de sintomas3 mamários em homens sob tratamento com Ranitidina.
Há raras referências de erupção19 cutânea20 e artralgia65.

Posologia de Ranidin

Comprimidos revestidos:
A dose usual é 150 mg, duas vezes ao dia, pela manhã e à noite. Alternativamente, os pacientes com úlcera duodenal31 ou gástrica podem ser tratados com 1 comprimido de 300 mg à noite ao deitar. Não é necessário correlacionar a dose com a hora das refeições. Na maioria dos casos de úlcera duodenal31, úlcera gástrica24 benigna e úlcera12 pós-operatória, a cicatrização ocorre em 4 semanas. Naqueles pacientes em que a úlcera12 não cicatriza completamente nesse período, um prolongamento da terapia por mais 4 semanas, geralmente fará com que isso ocorra. Recomenda-se tratamento de manutenção com posologia reduzida de 1 comprimido de 150 mg ao deitar, para pacientes66 cujas úlceras34 responderam bem à terapia em curto prazo, particularmente aqueles com história de úlcera12 recorrente. No controle da esofagite de refluxo7, o esquema posológico recomendado é de 150 mg, duas vezes ao dia, ou 1 comprimido de 300 mg à noite ao deitar, por até 8 semanas. Em pacientes com Síndrome de Zollinger-Ellison32, a dose inicial é  de  
150 mg, três vezes ao dia, podendo a mesma ser aumentada quando necessária. Pacientes com esta  síndrome36 receberam doses crescentes de até 6 gramas por dia, as quais foram bem toleradas. Para pacientes66 com dispepsia8 episódica crônica, o tratamento recomendado é de 1 comprimido de 150 mg, duas vezes ao dia, até 6 semanas. Qualquer paciente que não responda à terapia ou com recidiva67 neste tempo, deve ser investigado. Nos pacientes com possibilidade de desenvolver síndrome36 de aspiração ácida, pode ser administrada uma dose de 150 mg, duas horas antes da indução da anestesia68 e de preferência, também uma outra de 150 mg na noite anterior.
Em pacientes obstétricos, no começo do trabalho de parto, pode ser administrada uma dose de 150 mg, seguida de 150 mg a cada  6 horas. Como o  esvaziamento gástrico e a absorção de medicamentos estão retardados durante o trabalho de parto, numa situação de anestesia68 geral de emergência69, além do RANIDIN recomenda-se administrar um antiácido70 que não forme partículas (por exemplo, citrato de sódio), antes da indução da anestesia68. Devem ser tomadas também precauções usuais para evitar a aspiração de ácido.
Solução injetável:
Intravenosa lenta (durante 2 minutos): 50 mg (1 ampola), diluídos para um volume de 10 ml (ver compatibilidade), cada  6-8 horas.
Infusão intravenosa: a razão de 25 mg durante 1 ou 2 horas, podendo  conforme a necessidade, ser repetida a intervalos de 6-8 horas.
Injeção intramuscular71 de 50 mg (1 ampola cada 6-8 horas)
Soluções parenterais compatíveis: Cloreto de sódio 0,9%, glicose72 a 5%, bicarbonato de sódio a 4,2% e solução de Hartmann.
As soluções diluídas de Ranidin não utilizadas dentro de 24 horas devem ser descartadas.
Para a prevenção da hemorragia33, no caso de úlcera12 de estresse em pacientes graves ou para profilaxia de sangramento em pacientes com úlcera péptica4, deve-se persistir com a administração parenteral até que seja possível alimentação oral, continuar, se necessário, com o medicamento por via oral.
Nos pacientes propensos a desenvolver síndrome36 de aspiração ácida, aconselha-se a administração de 1 ampola (50mg) via intramuscular ou intravenosa lenta, 40 a 60 minutos antes da indução da anestesia68.

Superdosagem de Ranidin

RANIDIN tem ação muito específica e por essa razão não se espera que ocorram problemas particulares após superdosagem com o produto.Deve ser administrada adequada terapia sintomática73 e de suporte. Se for necessário, a droga deve ser removida do plasma74 por hemodiálise75.
Este produto é um novo medicamento. Embora as pesquisas realizadas tenham indicado eficiência e segurança quando corretamente indicado, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis, ainda não descritas ou conhecidas. Em caso de suspeita de reação adversa, o médico responsável deve ser notificado.

Pacientes Idosos de Ranidin

Em ensaios clínicos46, as taxas de cicatrização de úlceras34 em pacientes com 65 anos ou mais não se mostraram diferentes das observadas em pacientes mais jovens. Além disso, não houve diferença na incidência76 de efeitos adversos.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

RANIDIN - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
5 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
6 Duodeno: Parte inicial do intestino delgado que se estende do piloro até o jejuno.
7 Esofagite de refluxo: É uma inflamação na mucosa do esôfago (camada que reveste o esôfago) causada pelo refluxo (retorno) do conteúdo gástrico ao esôfago. Se não tratada pode causar danos, desde o estreitamento (estenose) do esôfago - o que irá causar dificuldades na deglutição dos alimentos - até o câncer. Portadores de hérnia do hiato (projeção do estômago para o tórax), obesos, sedentários, fumantes, etilistas, pessoas tensas ou ansiosas têm maior predisposição à esofagite de refluxo.
8 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
9 Afecção: Qualquer alteração patológica do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
10 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
11 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
12 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
13 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
14 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
15 Inchaço: Inchação, edema.
16 Olhos:
17 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
18 Cabeça:
19 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
20 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
21 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
22 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
23 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
24 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
25 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
26 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
27 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
28 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
29 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
30 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
31 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
32 Síndrome de Zollinger-Ellison: Doença caracterizada pelo aumento de produção de gastrina devido à presença de gastrinoma. O gastrinoma (tumor produtor de gastrina) está localizado na maioria das vezes no pâncreas. A hipersecreção de gastrina produz úlceras pépticas, má digestão, esofagite, duodenojejunite e/ou diarréia. Em 20% dos casos está relacionada com neoplasia endócrina múltipla tipo I (NEM I), que acompanha-se na maioria das vezes de hiperparatireiodismo (80%) e em alguns raros casos de insulinomas, glucagomas, VIPomas ou outros tumores.
33 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
34 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
35 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
36 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
37 Síndrome de Mendelson: Síndrome da aspiração ácida, pneumonite por broncoaspiração ou Síndrome de Mendelson é uma pneumonite química. Refere-se à lesão pulmonar aguda causada por aspiração de substâncias tóxicas às vias aéreas inferiores.
38 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
39 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
40 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
41 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
42 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
43 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
44 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
45 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
46 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
47 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
48 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
49 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
50 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
51 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
52 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
53 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
54 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
55 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
56 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
57 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
58 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
59 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
60 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
61 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
62 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
63 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
64 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
65 Artralgia: Dor em uma articulação.
66 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
67 Recidiva: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
68 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
69 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
70 Antiácido: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
71 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
72 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
73 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
74 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
75 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
76 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.

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