Butilbrometo de escopolamina

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 03/06/2015

Butilbrometo de escopolamina

Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999

Solução Injetável

Identificação do Produto do Butilbrometo de Escopolamina

Forma Farmacêutica e Apresentação do Butilbrometo de Escopolamina

Solução injetável: caixa com 50 ampolas de 1 ml.USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição do Butilbrometo de Escopolamina

Solução injetável
Cada ampola contém:
butilbrometo de escopolamina .................... 20 mg
Veículo: cloreto de sódio, ácido clorídrico1, água para injeção2.

Informações ao Paciente do Butilbrometo de Escopolamina

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:O butilbrometo de escopolamina é um medicamento antiespasmódico que destina-se ao tratamento de dores, cólicas3, espasmos4 e desconforto abdominais.
Este medicamento é utilizado no tratamento de espasmos4 das vias biliares5, do trato geniturinário, do trato gastrintestinal, em cólicas3 biliares e renais e em endoscopia6 gastrintestinal ou radiologia.

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30°C), protegido da luz e da umidade.

PRAZO DE VALIDADE:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

GRAVIDEZ7 E LACTAÇÃO8:
Durante a gravidez7 e o período de lactação8, o uso de butilbrometo de escopolamina depende de rigorosa indicação médica. Até o momento, a ampla experiência clínica com o produto não demonstrou evidências de efeitos nocivos durante a gravidez7 humana.
Mesmo assim devem ser observadas as precauções habituais a respeito do uso de medicamentos na gravidez7, sobretudo no primeiro trimestre. Ainda não foi estabelecida a segurança do uso durante o período de lactação8. Contudo, não foram relatadas reações
prejudiciais em recém-nascidos. Informe seu médico a ocorrência de gravidez7 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Quando do uso de doses altas e, sobretudo, na forma de solução injetável, podem ocorrer sensação de boca9 seca, palpitações10, reações alérgicas, retenção urinária11 e distúrbios visuais transitórios, o que deve ser lembrado ao conduzir veículos e lidar com máquinas.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
O butilbrometo de escopolamina pode aumentar a ação anticolinérgica (boca9 seca, prisão de ventre, entre outros) de medicamentos contra a depressão (antidepressivos tricíclicos),
anti-histamínicos, quinidina, amantadina e disopiramida. O uso concomitante de medicamentos antagonistas da dopamina12, como por exemplo, metoclopramida, pode resultar numa diminuição da atividade de ambos os fármacos no aparelho digestivo13. O
butilbrometo de escopolamina pode aumentar a ação sobre os batimentos do coração14 de beta-adrenérgicos15. Não tomar bebidas alcoólicas durante o tratamento com butilbrometo de escopolamina.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. O butilbrometo de escopolamina está contra-indicado em casos de glaucoma16 de ângulo fechado não tratado, hipertrofia17 prostática com retenção urinária11, estreitamentos no
trato gastrintestinal, taquicardia18, megacólon19, miastenia20 grave, diarréia21 aguda ou persistente em crianças e a pacientes com idade avançada especialmente sensíveis aos efeitos secundários dos anti-muscarínicos como secura na boca9 e retenção urinária11.
Devido a possíveis alterações na visão22, os pacientes não devem dirigir ou operar máquinas após a administração parenteral de butilbrometo de escopolamina, até que a visão22 tenha se normalizado.
Pode ocorrer elevação na pressão intra-ocular em pacientes com glaucoma16 de ângulo fechado não diagnosticado e, portanto, não tratado. Assim, os pacientes que sentirem dor ou apresentarem olhos23 vermelhos com perda de visão22 após a injeção2 de butilbrometo de
escopolamina, devem procurar urgentemente um oftalmologista24.
Casos de anafilaxia25, incluindo episódios de choque26, podem ser observados após a administração parenteral de butilbrometo de escopolamina.
Os pacientes que receberam butilbrometo de escopolamina injetável devem permanecer em observação.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE27.

Informações Técnicas do Butilbrometo de Escopolamina

Características do Butilbrometo de Escopolamina

O butilbrometo de escopolamina exerce atividade espasmolítica sobre a musculatura lisa dos tratos gastrintestinal e geniturinário e das vias biliares5. O butilbrometo de escopolamina pertence aos compostos de amônio quaternário, não atravessando a barreirahematoencefálica, e deste modo, não produzindo efeitos colaterais28 anticolinérgicos sobre o Sistema Nervoso Central29. A ação anticolinérgica periférica resulta de uma ação bloqueadora
sobre os gânglios30 intramurais das vísceras ocas, assim como de uma atividade antimuscarínica.
Após a administração endovenosa, o butilbrometo de escopolamina é rapidamente distribuído para os tecidos (t½ alfa = 4 min, t½ beta = 29 min). O volume de distribuição é de 128 litros (correspondentes a aproximadamente 1,7 l/kg). A meia-vida da fase final de eliminação (t½ gama) é de cerca de 5 horas. A depuração total é de 1,2 l/min.

Aproximadamente metade da depuração é renal31.

Os metabólitos32 principais encontrados na urina33 ligam-se fracamente ao receptor muscarínico.

Em rato, as concentrações mais altas de butilbrometo de escopolamina foram encontradas nos tecidos do trato gastrintestinal, no fígado34 e nos rins35.

O butilbrometo de escopolamina não atravessa a barreira hematoencefálica.
A ligação do butilbrometo de escopolamina com as proteínas36 plasmática é baixa.

Resultados de eficácia
Em estudo conduzido para avaliar o efeito analgésico37 de 20 mg endovenosos de butilbrometo de escopolamina em cólica biliar, foram avaliados 32 pacientes (26 mulheres e 6 homens, com idade média de 47 anos, variando entre 38-55 anos) alocados aleatoriamente para butilbrometo de escopolamina ou tenoxicam. A intensidade da dor foi avaliada em escala de 5 pontos. Os resultados, no grupo de butilbrometo de escopolamina, foram: 7 (43,24%)
dos 16 pacientes tiveram melhora significante da dor na avaliação de 30 minutos e outros 3 pacientes (18,75%) aos 60 minutos. Em acompanhamento de 24 horas, 4 (25%) pacientes tiveram que recorrer a medicação de resgate (petidina) e desenvolveram colecistite38. Os autores concluem que ambos os tratamentos foram rápidos no alívio da dor abdominal de origem biliar.

Em estudo que envolveu 104 pacientes, ao todo, sofrendo de dor em cólica classificada como severa ou excruciante devido a cálculo39 das vias urinárias altas confirmado, 33 pacientes foram alocados aleatoriamente para receber butilbrometo de escopolamina injetável (20 mg e.v.) em estudo multicêntrico, com observador cego, randomizado40 em oito centros na Alemanha. Foi utilizada a escala visual analógica (EVA) para medir a intensidade da dor. O
SIDP (início de ação) para butilbrometo de escopolamina foi de 16,22 + 15,4 minutos.
Eventos adversos foram relatados em 4 pacientes do grupo butilbrometo de escopolamina.

Indicações do Butilbrometo de Escopolamina

Espasmos4 agudos dos tratos gastrintestinal e geniturinário e vias biliares5, assim como cólicas3 biliares e renais. Como medida auxiliar nos procedimentos diagnósticos, nos quais o espasmo41 pode constituir um problema; por exemplo, em endoscopia6 gastrintestinal e
radiologia.

Contra-Indicações do Butilbrometo de Escopolamina

O butilbrometo de escopolamina é contra-indicado em pacientes comhipersensibilidade conhecida ao butilbrometo de escopolamina, ou a
qualquer outro componente da fórmula.

O butilbrometo de escopolamina injetável não deve ser administrado em casos de glaucoma16 de ângulo fechado não tratado, hipertrofia17 prostática com retenção urinária11, estenoses42 mecânicas no trato gastrintestinal, taquicardia18, megacólon19 e miastenia20 grave.

O butilbrometo de escopolamina não é indicado na diarréia21 aguda ou
persistente da criança.

O produto é contra-indicado em pacientes com idade avançada,
especialmente sensíveis aos efeitos secundários dos antimuscarínicos, como secura da boca9 e retenção urinária11.

Precauções e Advertências do Butilbrometo de Escopolamina

Gerais: devido a possíveis transtornos de acomodação visual, os pacientes não devem dirigir ou operar máquinas após a administração parenteral de butilbrometo de escopolamina, até que a visão22 se tenha normalizado. A elevação na pressão intra-ocular pode ser produzida pela administração de agentes anticolinérgicos,
tais como butilbrometo de escopolamina, em pacientes com glaucoma16 de ângulo fechado não diagnosticado e, portanto, não tratado. Assim, os pacientes que sentirem dor ou apresentarem olhos23 vermelhos com perda de visão22 após a injeção2 de butilbrometo de escopolamina, devem procurar urgentemente um oftalmologista24.

Casos de anafilaxia25, incluindo episódios de choque26, podem ser observados após administração parenteral de butilbrometo de escopolamina. Assim como com todas as drogas que causem tais reações, os pacientes que receberem butilbrometo de escopolamina injetável devem permanecer sob observação.

Gravidez7: sabe-se que a escopolamina atravessa a barreira placentária, porém até o momento, a ampla experiência clínica com o produto não demonstrou evidências de efeitos nocivos durante a gravidez7 humana. Estudos pré-clínicos em ratos e coelhos não demonstraram efeitos embriotóxicos ou teratogênicos43. Mesmo
assim, devem ser observadas precauções habituais a respeito do uso de medicamentos na gravidez7, sobretudo no primeiro trimestre.
Amamentação44: ainda não foi estabelecida a segurança do uso do produto durante o período de lactação8. Contudo, não foram relatadas reações adversas em recémnascidos.

Interações Medicamentosas do Butilbrometo de Escopolamina

O butilbrometo de escopolamina pode intensificar a ação anticolinérgica de antidepressivos tricíclicos, anti-histamínicos, quinidina, amantadina e disopiramida. O uso concomitante de antagonistas da dopamina12, como, por exemplo, metoclopramida, pode resultar numa diminuição da atividade de ambos os fármacos no trato gastrintestinal. O butilbrometo de escopolamina pode aumentar a ação taquicárdica dos agentes beta-adrenérgicos15.

Reações Adversas/Colaterais do Butilbrometo de Escopolamina

Podem ocorrer efeitos colaterais28 anticolinérgicos, incluindo sensação de secura da boca9, disidrose, transtornos da acomodação visual, taquicardia18, vertigem45 e, potencialmente, retenção urinária11. Em geral, estes efeitos são leves, desaparecendo espontaneamente. Foram reportados casos raros de vertigem45, pressão baixa, vermelhidão cutânea46.

Muito raramente foram relatados casos de reações de hipersensibilidade incluindo reações cutâneas47, dispnéia48, reações anafilactóides e choque anafilático49.

Posologia do Butilbrometo de Escopolamina

Adultos e adolescentes acima de 12 anos: 1 a 2 ampolas (20 a 40 mg) podem ser administradas vagarosamente por via endovenosa, intramuscular ou subcutânea50, várias vezes ao dia. Não exceder a dose diária de 5 ampolas (100 mg).

Lactentes51 e crianças: em casos graves, 0,3 - 0,6 mg/kg de peso corpóreo, administradas vagarosamente por vias endovenosa, intramuscular ou subcutânea50, várias vezes ao dia. Não exceder a dose máxima diária de 1,5 mg/kg de peso corpóreo.

Superdosagem do Butilbrometo de Escopolamina

Deve-se procurar auxílio médico imediatamente. Em caso de superdosagem, podem ocorrer sintomas52 anticolinérgicos como, retenção urinária11, boca9 seca, taquicardia18, sonolência, distúrbios visuais, disidrose e, potencialmente, retenção urinária11.
No tratamento da superdosagem, fármacos parassimpatomiméticos devem ser administrados se necessário. Em pacientes com glaucoma16, o oftalmologista24 deve ser consultado
urgentemente.

Complicações cardiovasculares devem ser tratadas conforme os princípios terapêuticos habituais. Em caso de parada respiratória, instituir intubação e respiração artificial53. Quando houver retenção urinária11, efetuar cateterismo54. Adicionalmente, quando necessário, instituir medidas de suporte apropriadas.

Pacientes Idosos do Butilbrometo de Escopolamina

O produto é contra-indicado em pacientes com idade avançada especialmente sensíveis aos efeitos secundários dos antimuscarínicos, como secura da boca9 e retenção urinária11.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Número do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho

Registro MS   1.0497.1328
Farm. Resp.: Ishii Massayuki
CRF-SP n° 4863

Fabricado por:
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Estrada Velha do Aeroporto, 105 - Pouso Alegre - MG
CEP 37550-000 SAC 0800 11 1559
CNPJ 60.665.981/0005-41 - Indústria Brasileira

UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90 - Embu-Guaçu - SP
CEP 06900-000 SAC 0800 11 1559
CNPJ 60.665.981/0001-18 - Indústria Brasileira

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Butilbrometo de escopolamina - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Complementos

1 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
4 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
5 Vias biliares: Conjunto de condutos orgânicos que conectam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno. Sua função é conduzir a bile produzida no fígado, para ser armazenada na vesícula biliar e posteriormente ser liberada no duodeno.
6 Endoscopia: Método no qual se visualiza o interior de órgãos e cavidades corporais por meio de um instrumento óptico iluminado.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
9 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
10 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
11 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
12 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
13 Aparelho digestivo: O aparelho digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
14 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
15 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
16 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
17 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
18 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
19 Megacólon: Dilatação anormal do intestino grosso, produzida por defeitos congênitos (megacólon congênito ou doença de Hischprung) ou adquiridos (megacólon tóxico, hipotireoidismo, doença de Chagas, etc.) Associa-se à constipação persistente e episódios de obstrução intestinal.
20 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
21 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
22 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
23 Olhos:
24 Oftalmologista: Médico especializado em diagnosticar e tratar as doenças que acometem os olhos. Podem prescrever óculos de grau e lentes de contato.
25 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
26 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
27 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
28 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
29 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
30 Gânglios: 1. Na anatomia geral, são corpos arredondados de tamanho e estrutura variáveis; nodos, nódulos. 2. Em patologia, são pequenos tumores císticos localizados em uma bainha tendinosa ou em uma cápsula articular, especialmente nas mãos, punhos e pés.
31 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
32 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
33 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
34 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
35 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
36 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
37 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
38 Colecistite: Inflamação aguda da vesícula biliar. Os sintomas mais freqüentes são febre, dor na região abdominal superior direita (hipocôndrio direito), náuseas, vômitos, etc. Seu tratamento é cirúrgico.
39 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
40 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
41 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
42 Estenoses: Estreitamentos patológicos de um conduto, canal ou orifício.
43 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
44 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
45 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
46 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
47 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
48 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
49 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
50 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
51 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
52 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
53 Respiração artificial: Tipo de apoio à função respiratória que utiliza um instrumento eletromecânico (respirador artificial), capaz de insuflar de forma cíclica volumes pré-determinados de ar com alta concentração de oxigênio através dos brônquios.
54 Cateterismo: Exame invasivo de artérias ou estruturas tubulares (uretra, ureteres, etc.), utilizando um dispositivo interno, capaz de injetar substâncias de contraste ou realizar procedimentos corretivos.

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