EFEXOR XR

WYETH CONSUMER

Atualizado em 08/12/2014

Composição de Efexor Xr

cada cápsula contém respectivamente 75 mg e 150mg de venlafaxina. Excipientes: celulose microcristalina, etilcelulose, hidroxipropilmetilcelulose. Composição da cápsula: gelatina, óxido de ferro vermelho e amarelo e dióxido de titânio.

Posologia e Administração de Efexor Xr

a dose de Efexor XR usualmente recomendada é de 75 mg, uma vez ao dia. Se após 2 semanas for necessário melhorar a resposta clínica, a dose pode ser aumentada para 150 mg, uma vez ao dia. Se necessário, posteriormente a dose pode ser aumentada até 225 mg, uma vez ao dia. Os aumentos na dose devem ser feitos em intervalos de aproximadamente 2 semanas ou mais, mas não em menos de 4 dias. A dose recomendada está baseada em resultados de estudos clínicos, em que Efexor XR foi administrado geralmente uma vez ao dia, em doses de 75 a 225 mg. A atividade antidepressiva com a dose de 75 mg foi observada após 2 semanas de tratamento: é recomendável que Efexor XR seja administrado com alimentos. Efexor XR deve ser administrado uma vez ao dia, aproximadamente à mesma hora pela manhã ou à noite. Cada cápsula deve ser ingerida inteira com a ajuda de líquidos. Não divida, esmague, mastigue ou dissolva a cápsula em água. Pacientes mudando de venlafaxina comprimidos para Efexor XR: pacientes deprimidos que estão sendo tratados atualmente com doses terapêuticas de venlafaxina, podem mudar para Efexor XR na dose equivalente mais próxima (mg/dia), ou seja, 37,5 mg de venlafaxina duas vezes ao dia para 75 mg de Efexor XR uma vez ao dia. Contudo, ajustes de doses individuais podem ser necessários. Pacientes com insuficiência renal1 e/ou hepática2 devem receber doses menores de venlafaxina. Pode ser necessário iniciar o tratamento destes pacientes com venlafaxina em comprimidos. Pacientes com taxa de filtração glomerular (GFR) inferior a 30 ml/min devem ter sua dose reduzida em 50%. Pacientes com insuficiência hepática3 moderada devem ter sua dose reduzida em 50%. Maiores reduções na dosagem devem ser consideradas em pacientes com graus mais severos de insuficiência hepática3. Pacientes idosos: nenhum ajuste da posologia usual é recomendado para pacientes4 idosos somente em função da idade. Entretanto, como com qualquer outro antidepressivo, deve-se tomar cuidado no tratamento de idosos. Ao individualizar a posologia, precauções adicionais devem ser tomadas para aumentar a dose. Manutenção/continuação/tratamento em longo prazo: não há evidência clínica disponível para responder a questão de quanto tempo o paciente deverá continuar o tratamento com venlafaxina. Há concordância geral em que episódios agudos de depressão maior requerem vários meses ou mais de terapia farmacológica contínua. Não é conhecido se a dose de antidepressivo necessária para induzir remissão é idêntica àquela dose necessária para manter a eutimia. Efexor XR mostrou ser eficaz em tratamentos de longo prazo (até 1 ano). Interrupção do tratamento com venlafaxina: quando Efexor XR for administrado na dose igual ou superior a 150 mg/dia por mais de 1 semana e for interrompido, recomenda-se que a dosagem seja reduzida gradualmente para minimizar os riscos de sintomas5 da descontinuação. Pacientes que receberem Efexor XR por 6 semanas ou mais devem ter a dose reduzida gradualmente ao longo de uma semana. Superdosagem: o tratamento deve consistir daquelas medidas gerais empregadas na conduta de superdosagem com qualquer antidepressivo. Assegure via respiratória adequada, oxigenação e ventilação6. Recomenda-se monitorização do ritmo cardíaco e dos sinais vitais7. Medidas gerais de suporte e tratamento sintomático8 são recomendadas. Deve-se considerar o uso de carvão ativado, indução de vômitos9 ou lavagem gástrica10. Devido ao grande volume de distribuição da venlafaxina, diurese11 forçada, diálise12, hemoperfusão e exsanguitransfusão poderão ser úteis/benéficas. Não são conhecidos antídotos específicos para a venlafaxina. Na conduta da superdosagem considere a possibilidade de envolvimento de várias drogas. O médico deve considerar contato com um Centro de Controle de Intoxicações no tratamento de qualquer superdosagem. - Pacientes idosos: não foram observadas diferenças em termos de eficácia ou de segurança entre os pacientes idosos e os pacientes mais jovens, e também outros relatos de experimentação clínica não detectaram diferenças de resposta entre os pacientes mais velhos e os mais novos. Porém, uma maior sensibilidade de alguns dos indivíduos mais idosos não poderia ser descartada.

Precauções de Efexor Xr

geral: ativação da mania/hipomania. Como com qualquer antidepressivo, Efexor XR deve ser usado com cuidado em pacientes com histórico de comportamento maníaco. Pressão arterial13: o tratamento com venlafaxina foi associado com elevação da pressão arterial13. Foram observados aumentos médios na pressão diastólica14 supina da ordem de 1 mmHg em pacientes tratados com venlafaxina comparados com reduções de aproximadamente 1 mmHg em pacientes tratados com placebo15. Nos estudos com venlafaxina comprimidos, esses aumentos da pressão sanguínea foram dose-dependentes. De um modo geral pacientes tratados com doses até 200 mg/dia apresentaram elevações menos acentuadas, enquanto que num estudo de curto prazo, doses mais elevadas (300 a 375 mg/dia) estiveram associadas a aumentos médios na pressão arterial diastólica16 supina da ordem de 4 mmHg em torno da 4ª semana de tratamento, e de 7 mmHg em torno da 6ª semana. A existência de hipertensão arterial17 prévia, tratada ou não, não parece predispor estes pacientes para elevações adicionais da pressão arterial13 durante o tratamento com venlafaxina. Para pacientes4 tratados com doses maiores que 200 mg/dia é aconselhável monitorização rotineira da pressão arterial13. Para pacientes4 que apresentaram um aumento mantido da pressão arterial13 durante o tratamento com venlafaxina, interrupção ou redução da dose deverá ser considerada após uma avaliação de risco-benefício. Convulsões: Efexor XR, como com outros antidepressivos, deve ser administrado com cuidado a pacientes com história de convulsões e deverá ser descontinuado em pacientes que desenvolveram convulsões. Suicídio: a posssibilidade de uma tentativa de suicídio é inerente à depressão e pode persistir até que ocorra remissão significante. Um acompanhamento dos pacientes de alto risco deve ser feito no início do tratamento com a droga. O risco de tentativa de suicídio deve ser considerado em todos os pacientes deprimidos. Prescrições de Efexor XR devem ser feitas considerando a menor quantidade de cápsulas compatível com o controle adequado do paciente de forma a reduzir a possibilidade de superdosagem. Comportamento hipocondríaco: os médicos deveriam averiguar a existência de histórico de abuso de medicamentos nos seus pacientes e acompanhá-los de perto, e procurar por sinais18 de uso inadequado ou de abuso de Efexor XR, por exemplo, desenvolvimento de tolerância, aumento de dose ou de comportamento hipocondríaco. Uso em pacientes portadores de outras doenças: deve-se tomar as precauções devidas ao administrar Efexor XR a pacientes com doenças ou condições que possam afetar as respostas hemodinâmicas ou o metabolismo19. Infarto do miocárdio20/doença cardíaca instável: o uso de venlafaxina em pacientes com história recente de infarto do miocárdio20 ou doença cardíaca instável não foi suficientemente estudado. Hiponatremia21: casos de hiponatremia21 foram raramente relatados com antidepressivos, incluindo os inibidores seletivos da recaptação da serotonina, geralmente em pacientes idosos, e em pacientes em diureticoterapia ou hipovolêmicos. Raros casos de hiponatremia21 foram relatados com venlafaxina, geralmente em pacientes idosos, que foram resolvidos com a suspensão da droga. Interferência com desempenho cognitivo22 e motor: embora tenha sido demonstrado que a venlafaxina não afeta o desempenho psicomotor23, cognitivo24 ou comportamental em voluntários sadios, qualquer medicamento psicoativo pode prejudicar o julgamento, pensamento ou habilidades motoras, e os pacientes devem ser avisados quanto ao cuidado de operarem maquinaria pesada, incluindo automóveis, até que tenham certeza de que o tratamento com o medicamento não tenha determinado tais efeitos. Abuso e dependência: os médicos devem avaliar os pacientes quanto à história de abuso de droga e acompanhar tais pacientes rigorosamente, observando sinais18 de mal uso ou abuso de Efexor XR, por exemplo, no desenvolvimento de tolerância, aumento de dose, comportamento droga-dependente. Medicação concomitante: os pacientes devem ser avisados para que informem seu médico se estão tomando ou se planejam tomar qualquer remédio de receituário ou de venda livre, uma vez que existe potencial de interação. Álcool: embora não tenha sido demonstrado que a venlafaxina aumente o efeito do álcool em reduzir a capacidade mental e motora, os pacientes devem ser avisados a evitar o uso do álcool durante o tratamento com venlafaxina. Reações alérgicas: pacientes devem ser orientados a comunicar o médico caso apresentem ôrash", urticária25 ou fenômenos alérgicos relacionados. - Gravidez26: não existem estudos adequados e bem comparados com testemunhas de venlafaxina em mulheres grávidas. A venlafaxina não deve ser usada na gravidez26, a menos que os benefícios esperados superem o risco potencial. As pacientes deveriam ser avisadas para informar seu médico se ficarem grávidas ou se pretenderem engravidar durante o tratamento. - Lactação27: não se sabe se a venlafaxina ou seus metabólitos28 são excretados no leite humano. O uso da venlafaxina em mulheres nutrizes29 não pode, pois, ser recomendado. Uso em crianças: a segurança e a eficácia em indivíduos com menos de 18 anos não tem sido averiguada. Uso geriátrico: não foram observadas diferenças em termos de eficácia ou de segurança entre os pacientes idosos e os pacientes mais jovens, e também outros relatos de experimentação clínica não detectaram diferenças de resposta entre os pacientes mais velhos e os mais novos. Porém, uma maior sensibilidade de alguns dos indivíduos mais idosos não poderia ser descartada. Advertências: potencial de interação com inibidores da monoaminoxidase30: foram relatados efeitos adversos, alguns sérios, quando o tratamento com venlafaxina foi iniciado logo após a descontinuação de um inibidor da monoaminoxidase (IMAO31) e quando um IMAO31 foi iniciado logo após a descontinuação de venlafaxina. As reações incluiram: tremor, espasmos32 musculares, sudorese33, náusea34, vômito35, eritema36, tontura37, hipertermia com quadro semelhante à síndrome38 neuroléptica maligna, convulsões e morte. Em pacientes recebendo antidepressivos com propriedades farmacológicas semelhantes às da venlafaxina em combinação com um IMAO31 também foram relatadas reações graves e algumas vezes fatais. Com um inibidor seletivo da recaptação de serotonina, estas reações incluiram hipertermia, rigidez, espasmo39 ou contração muscular, instabilidade autonômica com possíveis alterações rápidas dos sinais vitais7, e confusão mental incluindo extrema agitação levando a delírio40 e coma41. Alguns casos apresentaram quadro semelhante à síndrome38 neuroléptica maligna. Hipertemia severa e convulsões, algumas vezes fatais, têm sido relatadas com tratamento concomitante de antidepressivos tricíclicos e IMAOs. Estas reações também foram relatadas em pacientes logo após interrupção destas drogas e que iniciaram tratamento com IMAO31. Os efeitos do uso concomitante de venlafaxina e IMAO31 não têm sido avaliados em humanos ou animais. Conseqüentemente, pelo fato da venlafaxina inibir tanto a recaptação de norepinefrina e serotonina, recomenda-se que a venlafaxina não seja usada em combinação a um IMAO31, ou no mínimo por 14 dias após suspensão do tratamento com um IMAO31. Baseado na meia-vida da venlafaxina, recomenda-se aguardar pelo menos 7 dias entre a suspensão da venlafaxina e o início de tratamento com um IMAO31. - Interações medicamentosas: como com todas as drogas, existe a possibilidade de interação por vários mecanismos. Inibidores da monoaminoxidase30: o uso concomitante de Efexor XR em pacientes em tratamento com inibidores da MAO42 é contra-indicado. Álcool: uma dose única de etanol (0,5 g/kg) não teve efeito na farmacocinética da venlafaxina ou do ODV quando a venlafaxina foi administrada na dose de 150 mg/dia em 15 indivíduos saudáveis do sexo masculino. A administração da venlafaxina em regime estável não potencializou os efeitos psicomotores e psicométricos causados pelo etanol nesses mesmos indivíduos quando não estavam recebendo venlafaxina. Cimetidina: a cimetidina inibiu aparentemente a formação de metabólitos28 menores, inativos, através da inibição da CYP3A3/4. Conseqüentemente, é de se esperar apenas um leve incremento da atividade farmacológica geral da venlafaxina, com mais o ODV, e não deveria ser necessário um ajuste de dosagem para a maioria dos adultos normais. Porém, no caso de pacientes com hipertensão43 anterior ao tratamento e para pacientes4 idosos ou para pacientes4 com disfunção hepática2, a interação derivante do uso concomitante da venlafaxina e da cimetidina não é conhecido e poderia potencialmente ser mais forte. Portanto, deve-se proceder com cautela com esse tipo de paciente. O acompanhamento clínico é recomendado quando o Efexor XR é administrado com a cimetidina. Diazepam: a administração da venlafaxina não afetou os efeitos psicomotores e psicométricos causados pelo diazepam. Lítio: a venlafaxina não teve qualquer efeito na farmacocinética do lítio. Drogas que inibem as isoenzimas do citocromo P\dn4 450: inibidores da CYP2D6: estudos in vitro e in vivo indicam que a venlafaxina é metabolizada no seu metabólito44 ativo ODV pela CYP2D6, isoenzima responsável pelo polimorfismo genético observado no metabolismo19 de muitos antidepressivos. Conseqüentemente, existe um potencial de interação medicamentosa entre drogas que inibem o metabolismo19 mediado pela CYP2D6 e venlafaxina. Interações medicamentosas que reduzem o metabolismo19 de venlafaxina para ODV (veja abaixo discussão sobre imipramina) aumentam potencialmente as concentrações plasmáticas de venlafaxina e diminuem as concentrações do metabólito44 ativo. Entretanto, embora a imipramina tenha inibido parcialmente o metabolismo19 da venlafaxina via CYP2D6, causando maiores concentrações plasmáticas de venlafaxina e menores concentrações de ODV, a concentração total de compostos ativos (venlafaxina e ODV) não ficou afetada. Além disso, em um estudo clínico com metabolizadores fracos e fortes da CYP2D6, a concentração total dos componentes ativos (venlafaxina e ODV) foi parecida nos dois grupos de metabolizadores. Portanto, não se prevê um ajuste de dosagem quando a venlafaxina for administrada em conjunto com um inibidor da CYP2D6. Inibidores da CYP3A3/4: estudos in vitro indicam que a venlafaxina é provavelmente metabolizada pela CYP3A3/4 dando lugar a um metabólito44 menor e menos ativo, a N-desmetilvenlafaxina. Devido ao fato que a CYP3A3/4 representa tipicamente uma via metabólica mais curta em comparação com a CYP2D6 no metabolismo19 da ventalafaxina, a possibilidade de uma interação que seja clinicamente significante entre drogas que inibem o metabolismo19 via CYP3A3/4 e a venlafaxina é pequeno. O uso concomitante da venlafaxina com um tratamento com drogas que inibem potencialmente tanto a CYP2D6 quanto a CYP3A4, principais enzimas que metabolizam a venlafaxina, não tem sido estudado. Portanto, deve-se proceder com cuidado caso a terapia de um paciente vier a incluir a venlafaxina e qualquer agente(s) que causa enérgica inibição simultânea desses dois sistemas enzimáticos. Drogas metabolizadas por isoenzimas do citocromo P\dn4 450: estudos in vitro indicam que a venlafaxina é um inibidor relativamente fraco da CYP2D6, e que a venlafaxina não inibe CYP1A2, CYP2C9, e CYP3A4. Alguns destes achados foram confirmados com estudos clínicos de interações medicamentosas entre venlafaxina e imipramina (CYP2D6) e diazepam (CYP2C9 e CYP3A4). Portanto, não é esperada interação de venlafaxina com outras drogas metabolizadas por estas isoenzimas. Imipramina: venlafaxina não afetou a 2-hidroxilação da imipramina mediada por CYP2D6 ou seu metabólito44 ativo, a desipramina, o que indica que a venlafaxina não inibe a isoenzima CYP2D6. Contudo, a depuração renal45 de 2-hidroxidesipramina foi reduzida com a co-administração de venlafaxina. A imipramina inibiu parcialmente a formação de ODV mediada por CYP2D6. Contudo, a concentração total dos componentes ativos (venlafaxina e ODV) não foi afetada pela co-administração de imipramina, e não foi necessário ajuste de dose. Drogas que atuam no SNC46: o risco no uso da venlafaxina em conjunto com outras drogas que atuam no Sistema Nervoso Central47 não tem sido avaliado de forma sistemática, à exceção do caso daquelas drogas que atuam no SNC46 citadas acima. Conseqüentemente, deve-se proceder com cuidado se houver necessidade de administração concomitante de venlafaxina com tais drogas. Agentes anti-hipertensivos/hipoglicemiantes48: avaliação retrospectiva do estudo de eventos em pacientes recebendo venlafaxina concomitantemente com agentes anti-hipertensivos ou hipoglicemiantes48 em estudos clínicos não forneceu nenhuma evidência sugerindo incompatibilidade entre o tratamento com venlafaxina e o tratamento com anti-hipertensivos ou hipoglicemiantes48. Terapia eletroconvulsiva: não existem dados clínicos estabelecendo o benefício de combinar terapia eletroconvulsiva com venlafaxina.

Reações Adversas de Efexor Xr

náusea34, tonturas49, sonolência, secura da boca50, insônia e anorexia51, mudança nos sinais vitais7, mudanças no apetite e peso, mudanças laboratoriais, mudanças no ECG. Adaptação a certas ocorrências adversas: a ocorrência de muitos dos fatos adversos está relacionada à dosagem. Os efeitos colaterais52 normalmente diminuem em intensidade e freqüência com uma terapia continuada. Efeitos da interrupção do tratamento: os sintomas5 relatados incluíram cansaço, náusea34 e tonturas49 e um episódio de comportamento hipomaníaco, tonturas49, secura da boca50, insônia, náusea34, nervosismo e sudorese33. Efeitos relacionados com a interrupção do tratamento são notórios no caso dos antidepressivos. Recomenda-se, pois, que a dosagem de Efexor XR seja gradualmente diminuída com monitoramento do paciente (ver Posologia).

Contra-Indicações de Efexor Xr

hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos componentes de Efexor XR. Uso concomitante em pacientes recebendo inibidores da monoaminoxidase30.

Indicações de Efexor Xr

tratamento de todos os tipos de depressão, incluindo depressão associada à ansiedade.

Apresentação de Efexor Xr

cartucho com 14 cápsulas de liberação controlada de 75 mg e 150 mg.


EFEXOR XR - Laboratório

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Complementos

1 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
2 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
3 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
4 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
6 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
7 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
8 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
9 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
10 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
11 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
12 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
13 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
14 Pressão Diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
15 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
16 Pressão arterial diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
17 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
18 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
19 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
20 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
21 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
22 Desempenho cognitivo: Desempenho dos processos de aprendizagem e de aquisição de conhecimento através da percepção.
23 Psicomotor: Próprio ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
24 Cognitivo: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
25 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
26 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
27 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
28 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
29 Nutrizes: Mulheres que amamentam; amas de leite; que alimentam.
30 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
31 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
32 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
33 Sudorese: Suor excessivo
34 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
35 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
36 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
37 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
38 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
39 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
40 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
41 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
42 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
43 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
44 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
45 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
46 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
47 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
48 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
49 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
50 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
51 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
52 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.

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