Preço de Cymbalta em Wilmington/SP: R$ 212,98

Bula do paciente Bula do profissional

Cymbalta
(Bula do profissional de saúde)

ELI LILLY DO BRASIL LTDA

Atualizado em 03/09/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

CYMBALTA®
cloridrato de duloxetina

APRESENTAÇÕES

CYMBALTA 30 mg, cápsulas de liberação retardada, apresentado em caixas com 10 ou 30 cápsulas.
CYMBALTA 60 mg, cápsulas de liberação retardada, apresentado em caixa com 30 cápsulas.

EXCLUSIVAMENTE PARA USO ORAL
USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS

COMPOSIÇÃO‌

Cada cápsula contém: 33,7 mg de cloridrato de duloxetina equivalente a 30 mg de duloxetina ou 67,3 mg de cloridrato de duloxetina equivalente a 60 mg de duloxetina, ambos em microgrânulos de cobertura entérica, com a finalidade de evitar a degradação da droga no meio ácido do estômago1.
Excipientes: hidroxipropilmetilcelulose, sacarose, esferas de açúcar2, acetato succinato de hidroxipropilmetilcelulose, talco, dióxido de titânio e citrato de trietila.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE3

INDICAÇÕES‌

CYMBALTA é indicado para o tratamento da depressão. CYMBALTA é eficaz na manutenção da melhora clínica durante o tratamento contínuo, por até seis meses, em pacientes que apresentaram resposta ao tratamento inicial.

CYMBALTA é indicado para o tratamento de:

  • transtorno depressivo maior;
  • dor neuropática4 periférica diabética;
  • fibromialgia5 (FM) em pacientes com ou sem transtorno depressivo maior (TDM);
  • estados de dor crônica associados à dor lombar crônica;
  • estados de dor crônica associados à dor devido à osteoartrite6 de joelho em pacientes com idade superior a 40 anos e
  • transtorno de ansiedade generalizada.

Transtorno de ansiedade generalizada é definido pelo DSM-IV como ansiedade e preocupação excessivas, presentes na maioria dos dias, por pelo menos seis meses. A ansiedade e preocupação excessivas devem ser difíceis de controlar e devem causar prejuízo as suas funções diárias. Deve estar associado a três dos seis sintomas7 seguintes: inquietação ou sensação de estar com os nervos à flor da pele8, ficar facilmente cansado, dificuldade em concentrar-se ou sensações de “branco” na mente, irritabilidade, tensão muscular e perturbação do sono.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Transtorno depressivo maior
A eficácia de CYMBALTA no tratamento do transtorno depressivo maior (DSM-IV) foi estabelecida em quatro estudos randomizados, duplo-cegos, placebo9-controlados e com dose fixa em pacientes adultos em tratamento ambulatorial (18 a 83 anos). Em dois estudos, os pacientes foram randomizados para receber CYMBALTA 60 mg, uma vez ao dia (N=123 e N=128, respectivamente) ou placebo9 (N=122 e N=139, respectivamente), por 9 semanas. No terceiro estudo, os pacientes foram randomizados para receber CYMBALTA 20 ou 40 mg, duas vezes ao dia (N=86 e N=91, respectivamente) ou placebo9 (N=89), por 8 semanas. No quarto estudo, os pacientes foram randomizados para receber CYMBALTA 40 ou 60 mg, duas vezes ao dia (N=95 e N=93, respectivamente) ou placebo9 (N=93), por 8 semanas.

Em todos os estudos, CYMBALTA demonstrou superioridade sobre o placebo9 quanto à melhora na pontuação total da Escala de Hamilton de Avaliação da Depressão de 17 itens (HAMD-17).
A análise da relação entre o resultado do tratamento em pacientes de diferentes idades, sexo e raça, não sugeriram que estes parâmetros possam resultar em um padrão de resposta diferente nestes pacientes.

Dor neuropática4 periférica diabética
A eficácia de CYMBALTA no tratamento da dor neuropática4 associada à neuropatia periférica10 diabética (NPD) foi estabelecida em dois estudos randomizados, duplo-cegos, placebo9- controlados, com 12 semanas de duração e doses fixas, envolvendo pacientes adultos com diagnóstico11 de neuropatia periférica10 diabética há pelos menos 6 meses. Os dois estudos tiveram a participação de 791 pacientes, dos quais 592 (75%) completaram os estudos. Os pacientes participantes tinham diabetes mellitus12 tipo 1 ou 2, com diagnóstico11 de dor polineuropática sensório-motora distal13 e simétrica, há pelo menos 6 meses. Os pacientes tinham uma pontuação na dor ao início do estudo maior ou igual a 4 [escala de até 11 pontos, começando em zero (sem dor) até 10 (pior dor possível)]. Além de CYMBALTA, foi permitida uma dose de até 4 g por dia de paracetamol, de acordo com a dor. Os pacientes registraram suas dores todos os dias em um diário.

Os dois estudos compararam uma dose diária de CYMBALTA 60 mg/dia ou 120 mg/dia (60 mg, duas vezes ao dia) com placebo9. Além disso, o estudo 1 comparou também CYMBALTA 20 mg com placebo9. Um total de 457 pacientes (CYMBALTA N=342 e placebo9 N=115) participaram do estudo 1 e um total de 334 pacientes (CYMBALTA N=226 e placebo9 N=108) participaram do estudo 2. O tratamento com CYMBALTA 60 mg, uma ou duas vezes ao dia, diminuiu de forma estatisticamente significativa a pontuação média inicial da dor e aumentou a proporção de pacientes com uma redução de pelo menos 50% na pontuação média da dor, do início ao final do estudo. Alguns pacientes apresentaram uma diminuição da dor logo na primeira semana, a qual persistiu durante todo o estudo.

Fibromialgia5
A eficácia de CYMBALTA no tratamento de pacientes com fibromialgia5 foi estabelecida em dois estudos randomizados, duplo-cegos, placebo9-controlados, com doses fixas em pacientes adultos diagnosticados portadores de fibromialgia5 que preencheram os critérios da American College of Rheumatology (ACR) (pacientes com histórico de dor generalizada há 3 meses, em 11 ou mais dos 18 lugares estabelecidos no corpo). O estudo 1 teve 3 meses de duração e envolveu apenas pacientes do sexo feminino. O estudo 2 teve 6 meses de duração e envolveu pacientes dos sexos feminino e masculino. Aproximadamente 25% dos participantes tinham diagnóstico11 de comorbidade14 com transtorno depressivo maior (TDM). Os estudos 1 e 2 envolveram 874 pacientes, sendo que 541 (62%) completaram os estudos. Os pacientes tinham uma pontuação na dor de 6,5 numa escala de dor de 11 pontos, sendo 0 (sem dor) e 10 (a pior dor possível).

Os dois estudos compararam CYMBALTA 60 mg/dia (1 vez ao dia) ou 120 mg/dia (administrado em doses divididas no estudo 1 e em dose única no estudo 2) com placebo9. O estudo 2 também comparou CYMBALTA 20 mg com placebo9 durante os três primeiros meses de um estudo de seis meses. O estudo 1 contou com 354 pacientes (CYMBALTA N=234 e placebo9 N=120) e o estudo 2, com 520 pacientes (CYMBALTA N=376 e placebo9 N=144), sendo 5% homens e 95% mulheres. O tratamento com as dosagens de CYMBALTA de 60 mg ou 120 mg diários, resultou em uma melhora estatisticamente significativa na diminuição da dor, com redução de pelo menos 50% na pontuação do índice de dor. A redução foi observada tanto nos pacientes com TDM, quanto nos que não apresentavam esta patologia15. Pacientes que não completaram o estudo não tiveram melhora no índice de dor. Alguns pacientes declararam melhora já na primeira semana, e esta persistiu durante o estudo. Nenhum estudo demonstrou vantagem em dosagens maiores de 60 mg.

Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica
A eficácia de CYMBALTA no tratamento da dor lombar crônica foi estabelecida em dois estudos duplo-cegos, placebo9-controlados, randomizados, com duração de 13 semanas (estudo 1 e estudo 2), e um estudo com duração de 12 semanas (estudo 3). Os estudos 1 e 3 demonstraram a eficácia de CYMBALTA no tratamento da dor lombar crônica. Pacientes em todos os estudos não tinham sinais16 de radiculopatia ou estenose17 espinal.

O estudo 1 envolveu 236 pacientes adultos (CYMBALTA N=115 e placebo9 N=121), sendo que 182 (77%) completaram as 13 semanas de tratamento. Após sete semanas de tratamento, pacientes em uso de CYMBALTA que toleraram uma dose de 60 mg/dia ou com menos de 30% de redução média da dor, tiveram sua dose de CYMBALTA aumentada para 120 mg, uma vez ao dia, de modo duplo-cego, durante o restante do estudo. Os pacientes tinham uma pontuação média de 6 pontos em uma escala de dor de 0 (sem dor) a 10 (pior dor possível). Após 13 semanas de tratamento, pacientes em uso de CYMBALTA 60-120 mg diariamente, tiveram uma redução significativa da dor comparados ao grupo placebo9. A randomização foi feita com base no perfil de uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) pelos pacientes. As análises do subgrupo não apresentaram diferenças nos resultados do tratamento em função do uso de AINEs.

No estudo 2, 404 pacientes foram randomizados e receberam doses fixas correspondentes de CYMBALTA ou placebo9 diariamente (CYMBALTA 20 mg N=59, CYMBALTA 60 mg N=116, CYMBALTA 120 mg N=112 e placebo9 N=117) e 267 (66%) completaram as 13 semanas de estudo. Após 13 semanas de tratamento, nenhuma das três doses de CYMBALTA demonstrou diferenças estatisticamente significativas na redução da dor, comparadas com placebo9.

No estudo 3, 401 pacientes foram randomizados e receberam doses fixas de 60 mg de CYMBALTA ou placebo9 diariamente (CYMBALTA N=198 e placebo9 N=203) e 303 (76%) completaram o estudo. Os pacientes tinham uma pontuação média de 6 pontos em uma escala de dor de 0 (sem dor) a 10 (pior dor possível). Após 12 semanas de tratamento, pacientes em uso de CYMBALTA 60 mg, uma vez ao dia, demonstraram diferenças significativas na redução da dor, comparadas com placebo9.

Estados de dor crônica associados à dor devido à osteoartrite6 de joelho
A eficácia de CYMBALTA no tratamento de dor devido à osteoartrite6 de joelho foi avaliada em dois estudos clínicos duplo-cegos, randomizados, placebo9-controlados e com duração de 13 semanas (estudo 1 e estudo 2). Todos os pacientes em ambos os estudos preenchiam os critérios clínicos e radiográficos da American College of Rheumatology (ACR) para a classificação da osteoartrite6 idiopática18 do joelho. A randomização foi feita com base no perfil de uso de anti- inflamatórios não esteroidais (AINEs) pelos pacientes.

Os pacientes tratados com CYMBALTA, nos dois estudos, iniciaram o tratamento com 30 mg de CYMBALTA, uma vez ao dia, durante uma semana. Após uma semana, aumentou-se a dose de CYMBALTA para 60 mg, uma vez ao dia. Após sete semanas de tratamento com CYMBALTA 60 mg, uma vez ao dia, no estudo 1, os pacientes que toleraram CYMBALTA 60 mg/dia e com redução da dor menor que 30% passaram a receber 120 mg.

Já no estudo 2, todos os pacientes (independente da resposta ao tratamento após sete semanas) foram re-randomizados a continuar recebendo 60 mg de CYMBALTA, uma vez ao dia ou a aumentarem a dose para 120 mg, uma vez ao dia, no restante do estudo. Os pacientes tratados com placebo9 em ambos os estudos receberam placebo9 durante todo o estudo. Nos dois estudos, as análises de eficácia foram realizadas com dados de pacientes que receberam CYMBALTA 60 mg e 120 mg, uma vez ao dia, por 13 semanas e comparados a grupos de pacientes que receberam placebo9 durante todo o tratamento.

O estudo 1 envolveu 256 pacientes (CYMBALTA N=128 e placebo9 N=128), tendo 204 (80%) completado o estudo. Os pacientes tinham uma pontuação média de 6 pontos em uma escala de dor de 0 (sem dor) a 10 (pior dor possível). Após 13 semanas de tratamento, pacientes tomando CYMBALTA tiveram redução significativa da dor. As análises do subgrupo não apresentaram diferenças nos resultados do tratamento em função do uso de AINEs.

O estudo 2 envolveu 231 pacientes (CYMBALTA N=111 e placebo9 N=120) e 173 (75%) completaram o estudo. Os pacientes tinham uma pontuação média de 6 pontos em uma escala de dor de 0 (sem dor) a 10 (pior dor possível). Após 13 semanas de tratamento, os pacientes tomando CYMBALTA não mostraram redução significativa da dor.

Transtorno de ansiedade generalizada
A eficácia de CYMBALTA no tratamento do transtorno de ansiedade generalizada (TAG) foi estabelecida em um estudo randomizado19, duplo-cego, placebo9-controlado, com doses fixas, e em dois estudos randomizados, duplo-cegos, placebo9-controlados com doses flexíveis, em pacientes adultos entre 18 e 83 anos de idade que preencheram os critérios do DSM-IV para TAG.

Em um dos estudos de dose flexível e no estudo de dose fixa, a dose inicial foi de 60 mg, sendo possível diminuir a dose inicial para 30 mg, uma vez ao dia por razões de tolerabilidade, antes de aumentá-la novamente para 60 mg, uma vez ao dia. Quinze por cento dos pacientes tiveram a dose diminuída. O outro estudo de dose flexível teve uma dose inicial de 30 mg, uma vez ao dia por 1 semana antes de aumentar a dose para 60 mg, uma vez ao dia.

Os dois estudos de dose flexível envolveram titulações de dose com CYMBALTA entre 60 mg ao dia e 120 mg uma vez ao dia (N=168 e N=162), comparadas ao placebo9 (N=159 e N=161) por um período de tratamento de 10 semanas. A dose média para os pacientes que completaram o estudo foi de 104,75 mg/dia. O estudo de dose fixa avaliou doses de CYMBALTA 60 mg, uma vez ao dia (N=168) e 120 mg uma vez ao dia (N=170), comparadas ao placebo9 (N=175), por um período de tratamento de 9 semanas. Embora uma dose de 120 mg/dia tenha sido eficaz, não há evidências de que doses superiores a 60 mg/dia confiram benefícios adicionais.

Nos três estudos, CYMBALTA demonstrou superioridade sobre o placebo9, conforme avaliado na melhora da pontuação total da Escala de Ansiedade de Hamilton (HAM-A) e pela pontuação de Prejuízo Funcional Global da Escala de Incapacidade de Sheehan (SDS). A escala SDS é uma escala amplamente utilizada e bem validada, que mede a extensão em que os sintomas7 emocionais perturbam o funcionamento do paciente em três domínios da vida: trabalho/escola, vida social/atividades de lazer e vida familiar/responsabilidades domésticas.

As análises dos subgrupos não indicaram qualquer diferença nos resultados do tratamento em função de idade ou sexo.

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Descrição: CYMBALTA, cloridrato de duloxetina, é um inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina20 (IRSN). É apresentado em forma de cápsulas de liberação retardada para administração oral. Seu nome químico é (+)-(S)-N-metil-?-(1-naftaleniloxi)-2-cloridrato de tiofenopropanamina. A fórmula empírica é C18H19NOS•HCl, que corresponde a um peso molecular de 333,88. É um sólido branco a branco levemente acastanhado e levemente solúvel em água.

Propriedades farmacológicas
Mecanismo de ação: o mecanismo de ação presumido de CYMBALTA no tratamento da depressão está ligado à inibição da recaptação neuronal de serotonina e de noradrenalina20, resultando em um aumento na neurotransmissão destas substâncias no sistema nervoso central21. Acredita-se que a ação de inibição da dor proporcionada por CYMBALTA seja resultado da potenciação das vias descendentes inibitórias de dor no sistema nervoso central21.

CYMBALTA é um inibidor potente da recaptação de serotonina e de noradrenalina20, apresentando afinidade fraca pelos transportadores que promovem a recaptação de dopamina22.
Além disso, tem baixa ou nenhuma afinidade por receptores dopaminérgicos, histaminérgicos, colinérgicos e adrenérgicos23. Em estudos pré-clínicos, CYMBALTA aumentou os níveis extracelulares de serotonina e de noradrenalina20, de forma dose-dependente, em várias áreas do cérebro24 de animais.

Estudos neuroquímicos e comportamentais em animais mostraram um aumento da neurotransmissão tanto de serotonina quanto de noradrenalina20 no sistema nervoso central21.
CYMBALTA também normalizou o limiar de dor em diversos modelos pré-clínicos de dor inflamatória e dor neuropática4, além de atenuar o comportamento da dor em um modelo de dor persistente.

Farmacocinética
Absorção: em humanos, CYMBALTA é bem absorvido quando administrado por via oral e sua concentração plasmática máxima (Cmáx) ocorre 6 horas após sua administração. Quando administrado com alimento, o pico de concentração é atingido em 6 a 10 horas, ocorrendo também uma discreta diminuição na absorção (aproximadamente 11%). Observa-se um atraso de 3 horas na absorção e um aumento de um terço no clearance aparente da duloxetina após uma dose vespertina, quando comparada à dose matinal.

Distribuição: o volume de distribuição aparente de CYMBALTA é de aproximadamente 1.640 litros. A duloxetina encontra-se altamente ligada (> 90%) às proteínas25 plasmáticas, principalmente à albumina26 e à glicoproteína ?1-ácida. A ligação proteica não é afetada pelas insuficiências renal27 ou hepática28.

Metabolismo29: CYMBALTA é extensivamente metabolizado e seus metabólitos30 são excretados principalmente na urina31. As principais vias de biotransformação da duloxetina envolvem a oxidação do anel naftil, seguida por conjugação e posterior oxidação. Tanto CYP2D6 quanto CYP1A2 catalisam a formação dos dois principais metabólitos30 da duloxetina, o conjugado glucuronídeo da 4-hidróxi duloxetina e o sulfato conjugado da 5-hidróxi-6-metóxi duloxetina. Os metabólitos30 circulantes não são farmacologicamente ativos.

Excreção: a meia-vida de eliminação da duloxetina é de 12,1 horas e o clearance plasmático é de 101 L/h. A maior parte da duloxetina (70%) é eliminada na urina31 na forma de metabólitos30 e aproximadamente 20% é eliminada nas fezes.

Farmacocinética em populações especiais
Sexo: embora tenham sido identificadas diferenças farmacocinéticas entre homens e mulheres (clearance plasmático mais baixo em mulheres), a magnitude das alterações não é suficiente para justificar um ajuste de dose baseado apenas no sexo.

Idade: embora tenham sido identificadas diferenças farmacocinéticas entre mulheres de meia-idade e idosas (? 65 anos) [AUC (área sob a curva) é mais alta e a meia-vida é mais longa em mulheres idosas], a magnitude das alterações não é suficiente para justificar um ajuste de dose baseado apenas na idade (ver POSOLOGIA).

Fumantes: a biodisponibilidade de CYMBALTA parece ser cerca de um terço mais baixa em fumantes do que em não-fumantes. No entanto, não há necessidade de ajuste na dose para fumantes.

Insuficiência renal32: análises farmacocinéticas populacionais sugerem que insuficiência renal32 de leve a moderada (clearance de creatinina33 estimado de 30-80 mL/min) não tem interferência significativa sobre o clearance da duloxetina. Pacientes com insuficiência renal32 em fase terminal, recebendo diálise34 intermitente35, tiveram os valores de Cmáx e AUC da duloxetina duas vezes mais altos comparados com indivíduos sadios. A meia-vida de eliminação foi similar em todos os grupos.
Assim, CYMBALTA não é recomendado para pacientes36 com insuficiência renal32 em fase terminal (necessitando de diálise34) ou com insuficiência renal32 grave (clearance de creatinina33 < 30 mL/min). Entretanto, em situações em que houver uma avaliação médica criteriosa e os benefícios do tratamento com CYMBALTA justificarem os potenciais riscos para pacientes36 com insuficiência renal32 clinicamente significativa, uma dose mais baixa de CYMBALTA deverá ser considerada (ver POSOLOGIA).

Insuficiência hepática37: nos pacientes com cirrose38, a meia-vida e o clearance da duloxetina são aproximadamente 15% menores do que em indivíduos saudáveis. Não é recomendada a administração de CYMBALTA em pacientes com insuficiência hepática37 crônica ou cirrose38. Entretanto, em situações em que houver uma avaliação médica criteriosa e os benefícios do tratamento com CYMBALTA justificarem os potenciais riscos para pacientes36 com insuficiência hepática37 clinicamente significativa, uma dose mais baixa de CYMBALTA deverá ser considerada (ver POSOLOGIA).

CONTRAINDICAÇÕES

CYMBALTA é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida à duloxetina ou a qualquer um dos seus excipientes. CYMBALTA não deve ser administrado concomitantemente com inibidores da monoaminoxidase39 (IMAO40) e deve ser administrado, no mínimo, 14 dias após a interrupção do tratamento com um IMAO40. Com base na meia-vida da duloxetina, deve-se aguardar, no mínimo, 5 dias após a interrupção do tratamento com CYMBALTA, antes de se iniciar o tratamento com um IMAO40.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Suicídio: a possibilidade de uma tentativa de suicídio é inerente ao transtorno depressivo maior e a outros transtornos psiquiátricos e pode persistir até que ocorra uma remissão significativa dos sintomas7 depressivos. Deve ser feito acompanhamento estreito de pacientes com alto risco, no início do tratamento com a droga. Como com quaisquer outros medicamentos com ação farmacológica similar [inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) ou inibidores da recaptação da serotonina e noradrenalina20 (IRSN)], casos isolados de ideação e comportamentos suicidas foram relatados durante o tratamento com CYMBALTA ou logo após sua interrupção.

Embora não tenha sido estabelecida relação causal de CYMBALTA em induzir alguns efeitos, na análise de alguns estudos agrupados de antidepressivos em transtornos psiquiátricos, observou-se um aumento no risco de pensamentos e/ou comportamentos suicidas em pacientes pediátricos e adultos jovens (< 25 anos de idade), em comparação com o grupo placebo9. Os médicos devem incentivar seus pacientes a relatar, a qualquer momento, quaisquer tipos de pensamentos ou sentimentos aflitivos.

Ativação de mania / hipomania: da mesma forma que com outras drogas similares com atividade no sistema nervoso central21 (SNC41), CYMBALTA deve ser usado com cuidado em pacientes com histórico de mania.

Convulsões: da mesma forma que com outras drogas similares com atividade no SNC41, CYMBALTA deve ser usado com cuidado em pacientes com histórico de convulsão42.

Midríase43: foi relatada midríase43 com o uso de CYMBALTA. Portanto, deve-se tomar cuidado ao se prescrever CYMBALTA para pacientes36 com aumento da pressão intraocular44 ou para aqueles com risco de glaucoma45 de ângulo fechado.

Insuficiência renal32 ou hepática28: foram descritas concentrações plasmáticas elevadas de CYMBALTA em pacientes com insuficiência renal32 grave (clearance de creatinina33 < 30 mL/min) ou com insuficiência hepática37 grave. Entretanto, em situações em que houver uma avaliação médica criteriosa e os benefícios do tratamento com CYMBALTA justificarem os potenciais riscos para esses grupos de pacientes, uma dose mais baixa de CYMBALTA deverá ser considerada (ver CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS e POSOLOGIA). Elevação das enzimas hepáticas46: elevações nas enzimas hepáticas46 foram vistas em alguns pacientes tratados com CYMBALTA em estudos clínicos. Estas foram geralmente transitórias e autolimitadas ou resolvidas com a descontinuação de CYMBALTA. Elevações graves das enzimas hepáticas46 (acima de dez vezes o limite superior do normal) ou dano hepático com um padrão colestático ou misto foram raramente relatadas, em alguns casos associadas com uso excessivo de álcool ou doença hepática28 preexistente. Portanto, CYMBALTA deve ser usado com cautela em pacientes que façam uso considerável de álcool ou que tenham evidência de doença hepática28 preexistente.

Aumento da pressão sanguínea: CYMBALTA está associado ao aumento da pressão sanguínea em alguns pacientes. Em pacientes com hipertensão47 conhecida e/ou outra doença cardíaca, recomenda-se o monitoramento da pressão arterial48 como apropriado.

Hiponatremia49: casos de hiponatremia49 (índice sérico de sódio menor que 110 mmol/L50) foram relatados muito raramente. A maioria dos casos ocorreu em pacientes idosos, especialmente quando houve histórico recente de alterações no balanço hídrico, ou pré-disposição a ela.
Hiponatremia49 pode estar presente sem sinais16 ou sintomas7 específicos (como tontura51, fraqueza, náusea52, vômito53, confusão mental, sonolência e letargia54). Sinais16 e sintomas7 associados a casos graves incluíram episódios de síncopes55, quedas e convulsão42.

Sangramento anormal: CYMBALTA, assim como outros inibidores seletivos e não seletivos da recaptação de serotonina e noradrenalina20, pode aumentar o risco de sangramentos, incluindo sangramentos gastrointestinais. Por isso, deve-se ter cuidado ao se administrar CYMBALTA em pacientes que façam uso de anticoagulantes56 e/ou substâncias que afetem a coagulação57 (por exemplo: Aspirina® e anti-inflamatórios não esteroidais - AINEs) e em pacientes que tenham tendência a sangramentos.

Carcinogênese, mutagênese e danos à fertilidade
Carcinogênese: CYMBALTA foi administrado na dieta de ratos e camundongos por 2 anos. Em ratos, não causou qualquer aumento na incidência58 de neoplasias59 esperadas ou não usuais ou diminuição na latência60 para qualquer tipo de tumor61. Em camundongos fêmeas recebendo CYMBALTA, houve um aumento da incidência58 de adenoma62 hepatocelular e de carcinomas, somente em dose mais alta (144 mg/Kg/dia). No entanto, considerou-se que estas alterações eram secundárias à indução de enzimas hepáticas46, levando à hipertrofia63 centrolobular e vacuolização. É desconhecida a relevância destas informações obtidas em estudos com camundongos, em humanos.

Mutagênese: em uma bateria de testes de genotoxicidade in vitro e in vivo, CYMBALTA não demonstrou nenhum potencial mutagênico.

Danos à fertilidade: o desempenho reprodutivo não foi afetado em ratos recebendo 45 mg/Kg/dia de CYMBALTA por via oral. Em ratas recebendo 45 mg/Kg/dia de CYMBALTA por via oral, foi demonstrada toxicidade64 reprodutiva manifestada por uma diminuição no consumo de alimentos e no peso corporal materno, interrupção do ciclo de estro, diminuição na sobrevivência65 da ninhada e nos índices de nascidos vivos e retardo no crescimento da ninhada. Em um estudo de fertilidade em fêmeas, o nível sem efeito observável (NOEL) para toxicidade64 materna, toxicidade64 reprodutiva e toxicidade64 relativa ao desenvolvimento foi de 10 mg/Kg/dia. Gravidez66 (categoria C): não houve estudos bem-controlados e adequados em mulheres grávidas. Devido ao fato dos estudos de reprodução67 animal nem sempre predizerem a resposta em humanos, este medicamento deve ser usado em gestantes somente se o benefício potencial justificar o risco para o feto68. Sintomas7 de descontinuação (por exemplo: hipotonia69, tremor, nervosismo, dificuldade de alimentação, desconforto respiratório e convulsões) podem ocorrer no recém-nascido caso a mãe use CYMBALTA próximo ao parto. A maioria dos casos ocorreu no nascimento ou poucos dias após.

Não houve evidência de teratogenicidade em estudos em animais.

Lactação70: a duloxetina é excretada no leite materno. A dose infantil diária estimada, baseada em mg/Kg, é de aproximadamente 0,14% da dose materna. Devido à segurança de CYMBALTA em crianças ser desconhecida, não é recomendável amamentar durante o tratamento com CYMBALTA.

Trabalho de parto e no parto: o efeito de CYMBALTA sobre o trabalho de parto e no parto em humanos é desconhecido. CYMBALTA deve ser usado durante o trabalho de parto e no parto somente se o benefício justificar o risco potencial para o feto68.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou amamentando sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeitos não teratogênicos71: recém-nascidos expostos a ISRS ou IRSN no final do 3º trimestre desenvolveram complicações, exigindo hospitalização prolongada, suporte respiratório e alimentação via sonda. Tais complicações podem surgir imediatamente após o parto. Na conclusão dos relatórios clínicos, foram descritos: dificuldade respiratória, cianose72, apneia73, convulsões, temperatura instável, dificuldade de alimentação, vômito53, hipoglicemia74, hipotonia69, hipertonia75, hiper-reflexia, tremor, nervosismo, irritabilidade e choro constante. Estas características são consistentes com os efeitos tóxicos diretos de ISRS e IRSN ou possivelmente com uma síndrome76 de interrupção de drogas. Em alguns casos, o quadro clínico é consistente com uma síndrome serotoninérgica77. O médico deve considerar cuidadosamente a relação entre riscos e benefícios do tratamento com CYMBALTA em gestantes no 3º trimestre.

Efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas: embora estudos clínicos controlados com CYMBALTA não tenham demonstrado qualquer prejuízo do desempenho psicomotor78, memória ou função cognitiva79, seu uso pode estar associado à sedação80 e tontura51. Portanto, pacientes que estiverem sob tratamento com CYMBALTA devem ter cuidado ao operar máquinas perigosas, incluindo automóveis.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Avaliação de pacientes quanto ao transtorno bipolar: um episódio de depressão maior pode ser indicação de um transtorno bipolar. Embora não haja estudos clínicos estabelecidos sobre o assunto, acredita-se que o tratamento de tais episódios com um antidepressivo isolado possa aumentar a probabilidade de antecipação de um evento maníaco/misto em pacientes com risco para desenvolverem o transtorno bipolar. Não se sabe se os sintomas7 de ansiedade, agitação, ataques de pânico, insônia, irritabilidade, hostilidade, agressividade, impulsividade, acatisia81 (agitação psicomotora82), hipomania, mania e alterações anormais no comportamento, representam uma conversão para o transtorno bipolar. Entretanto, antes de iniciar o tratamento com um antidepressivo, os pacientes com sintomas7 para depressão devem ser adequadamente avaliados para determinar se os mesmos possuem risco para o transtorno bipolar, sendo que essa avaliação deve incluir um histórico detalhado do paciente, histórico familiar de suicídio, transtorno bipolar e depressão.

Deve-se observar que CYMBALTA não está aprovado para o tratamento de depressão bipolar.

Síndrome serotoninérgica77: o desenvolvimento de uma síndrome serotoninérgica77 com potencial risco de vida ao paciente pode ocorrer com o uso de inibidores seletivos de recaptação de serotonina e com inibidores de recaptação de serotonina e noradrenalina20, incluindo o tratamento com CYMBALTA, em particular com o uso concomitante de drogas serotoninérgicas (incluindo triptanos) e com drogas que prejudicam o metabolismo29 da serotonina (incluindo IMAOs).

Os sintomas7 da síndrome serotoninérgica77 podem incluir alterações no estado mental do paciente (por exemplo: agitação, alucinações83, delírio84 e coma85), instabilidade autonômica (por exemplo: taquicardia86, pressão sanguínea instável, tontura51, sudorese87, rubor e hipertermia), sintomas7 neuromusculares (por exemplo: tremor, rigidez, mioclonia88, hiper-reflexia e falta de coordenação), convulsões e/ou sintomas7 gastrointestinais (por exemplo: náusea52, vômito53 e diarreia89).

Portanto, aconselha-se cautela quando CYMBALTA for coadministrado com outras drogas que possam afetar o sistema de neurotransmissores serotoninérgicos, tais como triptanos, linezolida, lítio, tramadol ou Erva de São João (Hypericum perforatum). Não é recomendado o uso concomitante de CYMBALTA com outros inibidores seletivos de recaptação de serotonina (por exemplo: fluoxetina e paroxetina), inibidores da recaptação da serotonina e da noradrenalina20 ou triptofano.

Houve raros relatos pós-lançamento de síndrome serotoninérgica77 com o uso de inibidores seletivos da recaptação de serotonina e um triptano. Se o tratamento concomitante de CYMBALTA com uma outra droga serotoninérgica for clinicamente indicado, aconselha-se a observação cuidadosa do paciente, particularmente durante o início do tratamento e aumentos na dose (ver INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).

Uso pediátrico: CYMBALTA não é indicado para uso em pacientes menores de 18 anos.

Uso geriátrico: embora tenham sido identificadas diferenças farmacocinéticas entre mulheres de meia-idade e idosas (? 65 anos) [AUC (área sob a curva) é mais alta e a meia-vida é mais longa em mulheres idosas], a magnitude das alterações não é suficiente para justificar um ajuste de dose baseado apenas na idade (ver POSOLOGIA).

Atenção diabéticos: este medicamento contém SACAROSE.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Inibidores da monoaminoxidase39 (IMAO40): houve relatos de reações graves, as vezes fatais, em pacientes recebendo um inibidor da recaptação de serotonina em combinação com um IMAO40.
Estes relatos incluíam os seguintes sintomas7: hipertermia, rigidez, mioclonia88, instabilidade autonômica com possíveis flutuações rápidas dos sinais vitais90 e alterações do estado mental, incluindo agitação extrema, progredindo para delírio84 e coma85. Estas reações também foram relatadas em pacientes que haviam suspendido há pouco tempo um inibidor de recaptação de serotonina antes de iniciar um IMAO40. Alguns pacientes apresentaram quadro semelhante  síndrome76 neuroléptica maligna. Os efeitos do uso combinado de CYMBALTA e IMAOs não foram avaliados em humanos ou em animais. No entanto, em razão de CYMBALTA ser um inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina20, recomenda-se que não seja usado em combinação com um IMAO40 ou dentro de, no mínimo, 14 dias após a suspensão do tratamento com um IMAO40. Com base na meia-vida da duloxetina, devem-se passar, no mínimo, cinco dias da interrupção de CYMBALTA até o início de um tratamento com um IMAO40 (ver CONTRAINDICAÇÕES).

Antidepressivos tricíclicos (ATC): deve-se ter cuidado com a administração simultânea de antidepressivos tricíclicos (ATC) e duloxetina, pois esta pode inibir o metabolismo29 dos ATC.
Pode haver a necessidade de redução da dose e monitoramento das concentrações plasmáticas do ATC, caso o mesmo seja administrado simultaneamente a duloxetina.

Drogas metabolizadas pela CYP1A2: em um estudo clínico, a farmacocinética da teofilina, um substrato da CYP1A2, não foi afetada de forma significativa pela coadministração com CYMBALTA (60 mg, duas vezes ao dia). Estes resultados sugerem que é improvável que CYMBALTA cause um efeito clinicamente significativo no metabolismo29 de substratos da CYP1A2.

Inibidores da CYP1A2: devido ao fato da CYP1A2 estar envolvida com o metabolismo29 da duloxetina, o uso concomitante de CYMBALTA com inibidores potentes da CYP1A2 provavelmente resultará em concentrações mais altas da duloxetina. A fluvoxamina (100 mg, uma vez ao dia), um potente inibidor da CYP1A2, reduziu o clearance plasmático aparente da duloxetina em cerca de 77%. Aconselha-se cautela ao se administrar CYMBALTA com inibidores da CYP1A2 (por exemplo: alguns antibióticos à base de quinolona) e, nesse caso, uma dose mais baixa de CYMBALTA deve ser usada.

Drogas metabolizadas pela CYP2D6: CYMBALTA é um inibidor moderado da CYP2D6. Quando administrado na dose de 60 mg, duas vezes ao dia em associação a uma dose única de desipramina, um substrato da CYP2D6, CYMBALTA aumentou em três vezes a AUC da desipramina. A coadministração de CYMBALTA (40 mg, duas vezes ao dia) aumentou em 71% o estado de equilíbrio da AUC da tolterodina (2 mg, duas vezes ao dia), mas não afetou a farmacocinética do metabólito91 5-hidroxil. Portanto, deve-se ter cuidado quando se administrar CYMBALTA com medicamentos predominantemente metabolizados pela CYP2D6 e com índice terapêutico estreito.

Inibidores da CYP2D6: o uso concomitante de CYMBALTA com inibidores potentes da CYP2D6 pode resultar em concentrações mais altas de duloxetina, já que a CYP2D6 está envolvida em seu metabolismo29. A paroxetina (20 mg, uma vez ao dia) diminuiu em cerca de 37% o clearance plasmático aparente da duloxetina. Aconselha-se cuidado ao se administrar CYMBALTA com inibidores da CYP2D6 (por exemplo: ISRS).

Drogas metabolizadas pela CYP3A: resultados de estudos in vitro demonstram que CYMBALTA não inibe ou induz a atividade catalítica da CYP3A. Desta forma, não se espera um aumento ou diminuição no metabolismo29 de substratos da CYP3A (por exemplo: contraceptivos orais ou outras drogas esteroidais) associado ao tratamento com CYMBALTA. No entanto, estudos clínicos ainda não foram realizados para avaliar este parâmetro.

Drogas metabolizadas pela CYP2C9: resultados de estudos in vitro demonstram que a duloxetina não inibe a atividade enzimática da CYP2C9. Em um estudo clínico, a farmacocinética da S-varfarina, um substrato da CYP2C9, não foi significativamente afetada pela duloxetina.

Álcool: quando CYMBALTA e o álcool foram administrados em tempos diferentes, de forma que seus picos de concentração coincidissem, notou-se que CYMBALTA não aumentou o prejuízo das habilidades mental e motora causado pelo álcool. No banco de dados de estudos clínicos com CYMBALTA, três pacientes tratados com CYMBALTA tiveram lesões92 hepáticas93 manifestadas através da elevação de ALT e bilirrubina94 total, com evidência de obstrução. Em todos estes casos, foi descrito uso concomitante significativo de álcool, o que pode ter contribuído para as anormalidades constatadas.

Antiácidos95 e antagonistas H2: CYMBALTA tem um revestimento entérico que resiste à dissolução no estômago1 até alcançar um segmento do trato gastrointestinal onde o pH excede 5,5. Em condições extremamente ácidas, CYMBALTA, desprotegido pelo revestimento entérico, pode sofrer uma hidrólise, formando naftol. É aconselhável cuidado ao se administrar CYMBALTA para pacientes36 que possam apresentar retardo no esvaziamento gástrico (por exemplo: alguns pacientes diabéticos). Medicamentos que aumentam o pH gastrointestinal podem promover uma liberação precoce de duloxetina. Entretanto, a coadministração de CYMBALTA com antiácidos95 que contenham alumínio ou magnésio (51 mEq) ou de CYMBALTA com famotidina não causou efeito significativo nas taxas ou na quantidade absorvida de duloxetina após a administração de uma dosagem de 40 mg. Não há informações se a administração concomitante de inibidores da bomba de prótons afeta a absorção de CYMBALTA.

Fitoterápicos: a ocorrência de eventos indesejáveis pode ser mais comum durante o uso concomitante de CYMBALTA com preparações fitoterápicas que contenham a Erva de São João (Hypericum perforatum) (ver ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES).

Drogas do SNC41: devido aos efeitos primários de CYMBALTA serem sobre o SNC41, deve-se tomar cuidado quando o mesmo for usado em combinação com outras drogas que agem no SNC41. O uso concomitante de outras drogas com atividade serotoninérgica (por exemplo: ISRS e IRSN, triptanos ou tramadol) podem resultar numa síndrome serotoninérgica77 (ver ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES).

Drogas com altas taxas de ligação a proteínas25 plasmáticas: a duloxetina encontra-se altamente ligada a proteínas25 plasmáticas (> 90%). Portanto, a administração de CYMBALTA a pacientes tomando outra droga que esteja altamente ligada a proteínas25 plasmáticas pode causar aumento das concentrações livres da outra droga.

Lorazepam: sob condições de estado de equilíbrio, CYMBALTA não teve nenhum efeito sobre a cinética96 do lorazepam e o lorazepam não teve nenhum efeito sobre a cinética96 de CYMBALTA.

Triptanos: houve raros relatos pós-lançamento de síndrome serotoninérgica77 com o uso de inibidores seletivos da recaptação de serotonina e um triptano. Se o tratamento concomitante de CYMBALTA com um triptano for clinicamente indicado, aconselha-se a observação cuidadosa do paciente, particularmente durante o início do tratamento e aumentos na dose (ver ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES).

Exames laboratoriais e não laboratoriais: em estudos clínicos para o tratamento da dor neuropática4 periférica diabética, observou-se um pequeno aumento na glicemia de jejum97 e no colesterol98 total dos pacientes que usaram CYMBALTA. Já em estudos clínicos para transtorno depressivo maior, observou-se pequenos aumentos médios nos exames para dosagem de TGP (ALT), TGO (AST), CK (CPK) e fosfatase alcalina99. Foram obtidos eletrocardiogramas de pacientes tratados com CYMBALTA e de pacientes tratados com placebo9 em estudos clínicos de até 13 semanas. Não foram observadas diferenças clinicamente significativas nos intervalos QTC, QT, PR e QRS entre os pacientes tratados com CYMBALTA e aqueles tratados com placebo9.

Nicotina: a biodisponibilidade de CYMBALTA parece ser cerca de um terço mais baixa em fumantes do que em não-fumantes. No entanto, não há necessidade de ajuste na dose para fumantes.

Alimentos: CYMBALTA pode ser administrado independentemente das refeições.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

CYMBALTA deve ser armazenado à temperatura ambiente (15 a 30ºC), mantido em sua embalagem até o momento do uso, protegido do calor, luz e da umidade. O produto tem validade de 24 meses, quando conservado dessa forma.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

CYMBALTA 30 mg apresenta-se na forma de cápsula, com tampa azul, contendo gravação “9543” em tinta verde e corpo branco com gravação “30 mg” em tinta reativa verde.
CYMBALTA 60 mg apresenta-se na forma de cápsula, com tampa azul, contendo gravação “9542” em tinta branca e corpo verde com gravação “60 mg” em tinta reativa branca.

Antes de usar, observe o medicamento.

Todo medicamento deve se mantido fora do alcance das crianças.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Modo de uso: CYMBALTA deve ser administrado por via oral, independentemente das refeições.
Não administrar mais que a quantidade total de CYMBALTA recomendada para períodos de 24 horas. Caso o paciente se esqueça de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que lembrar.

Entretanto, se for quase a hora da próxima dose, o paciente deverá pular a dose esquecida e tomar imediatamente a dose planejada.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Tratamento inicial
Transtorno depressivo maior

O tratamento com CYMBALTA deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. 
Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia.
Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg por dia, administrada em duas tomadas diárias. Não há evidências de que doses acima de 60 mg confiram benefícios adicionais. A segurança de doses acima de 120 mg não foi adequadamente avaliada.

Dor neuropática4 periférica diabética
O tratamento com CYMBALTA deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia.
Não há evidência de que doses acima de 60 mg confiram benefícios adicionais significativos e a dose mais alta é claramente bem menos tolerada. Para pacientes36 cuja tolerabilidade seja uma preocupação, uma dose inicial mais baixa pode ser considerada.

Fibromialgia5
O tratamento com CYMBALTA deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia.
Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia.
Não há evidência que doses maiores que 60 mg/dia confiram benefícios adicionais, mesmo em pacientes que não respondem a uma dose de 60 mg, e doses mais altas estão associadas a uma taxa maior de reações adversas.

Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e a dor devido à osteoartrite6 de joelho

O tratamento com CYMBALTA deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia.
Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia.

Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg ao dia.

Transtorno de ansiedade generalizada
O tratamento com CYMBALTA deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia.
Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Embora tenha sido mostrado que uma dose diária de 120 mg é eficaz, não há evidências de que doses superiores a 60 mg/dia confiram benefícios adicionais. No entanto, nos casos em que a decisão tomada seja de aumentar a dose acima de 60 mg, uma vez ao dia, o aumento da dose deve ser em incrementos de 30 mg, uma vez ao dia. A segurança de doses acima de 120 mg, uma vez ao dia não foi adequadamente avaliada.

Tratamento prolongado / manutenção / continuação Transtorno depressivo maior‌
É consenso que os episódios agudos do transtorno depressivo maior necessitam de uma terapia farmacológica de manutenção, geralmente por vários meses ou mais longa.
CYMBALTA deve ser administrado em uma dose total de 60 mg, uma vez ao dia. Os pacientes devem ser periodicamente reavaliados para determinar a necessidade da manutenção do tratamento com CYMBALTA e a dosagem apropriada para tal.

Dor neuropática4 periférica diabética
A eficácia de CYMBALTA deve ser avaliada individualmente, já que a progressão da dor neuropática4 periférica diabética é bastante variável e o controle da dor é empírico. A eficácia de CYMBALTA não foi avaliada sistematicamente em estudos placebo9-controlados por períodos superiores a 12 semanas.

Fibromialgia5
A fibromialgia5 é reconhecida como uma condição crônica. A eficácia de CYMBALTA no tratamento da fibromialgia5 foi demonstrada em estudos placebo9-controlados por até 3 meses. A eficácia de CYMBALTA não foi demonstrada em estudos mais longos; entretanto, o tratamento contínuo deve ser baseado na resposta individual do paciente.
Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e a dor devido à osteoartrite6 de joelho
A eficácia de CYMBALTA não foi estabelecida em estudos placebo9-controlados além de 13 semanas.

Transtorno de ansiedade generalizada (TAG)
É comumente aceito que o transtorno de ansiedade generalizada requer terapias farmacológicas por vários meses ou até tratamentos mais longos. A manutenção da eficácia do tratamento do TAG foi estabelecida com o uso de CYMBALTA como monoterapia. CYMBALTA deve ser administrado numa dose de 60-120 mg, uma vez ao dia. Os pacientes devem ter acompanhamento médico periódico, para assim avaliar se a terapia deve continuar e em qual dosagem.

Interrupção do tratamento
Foram relatados sintomas7 associados à interrupção do tratamento com CYMBALTA, tais como náusea52, tontura51, dor de cabeça100, fadiga101, parestesia102, vômito53, irritabilidade, pesadelos, insônia, diarreia89, ansiedade, hiperidrose103, vertigem104, sonolência e mialgia105. Os pacientes devem ser monitorados em relação a estes sintomas7 quando se optar pela interrupção do tratamento.
Quando o tratamento com CYMBALTA precisar ser interrompido é recomendável que se faça uma redução gradual de sua dose (devendo ser reduzida pela metade ou administrada em dias alternados) por um período, de no mínimo, 2 semanas antes da interrupção completa do tratamento. O regime ideal a ser seguido deverá levar em consideração as características individuais, tais como a duração do tratamento, dose no momento da interrupção, dentre outros. Se após a diminuição da dose de CYMBALTA, ou sua suspensão, surgirem sintomas7 intoleráveis, deve-se considerar retornar à dose de CYMBALTA usada antes dos sintomas7 serem descritos. Posteriormente, a interrupção poderá ser novamente instituída, mas com uma diminuição mais gradual da dose.

Populações especiais
Dose para pacientes36 com insuficiência renal32: CYMBALTA não é recomendado para pacientes36 com insuficiência renal32 em fase terminal (necessitando de diálise34) ou com insuficiência renal32 grave (clearance de creatinina33 < 30 mL/min). Entretanto, em situações em que houver uma avaliação médica criteriosa e os benefícios do tratamento com CYMBALTA justificarem os potenciais riscos para pacientes36 com insuficiência renal32 clinicamente significativa, recomenda-se uma dose inicial de 30 mg de CYMBALTA, administrada uma vez ao dia (ver CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS e ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES).

Dose para pacientes36 com insuficiência hepática37: não é recomendada a administração de CYMBALTA em pacientes com insuficiência hepática37. Entretanto, em situações em que houver uma avaliação médica criteriosa e os benefícios do tratamento com CYMBALTA justificarem os potenciais riscos para pacientes36 com insuficiência hepática37 clinicamente significativa (principalmente com relação a pacientes com cirrose38), uma dose mais baixa e menos frequente de CYMBALTA deverá ser considerada (ver CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS e ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES).

Dose para pacientes36 idosos: para transtorno da ansiedade generalizada, o tratamento com CYMBALTA deve iniciar com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante duas semanas, antes de aumentar a dose para 60 mg. Consequentemente, pacientes podem se beneficiar de doses acima de 60 mg, uma vez ao dia. A dose máxima estudada é de 120 mg por dia. Para todas as outras indicações, nenhum ajuste de dose é recomendado para pacientes36 idosos.

Dose para pacientes36 pediátricos: CYMBALTA não é indicado para uso em pacientes menores de 18 anos.

REAÇÕES ADVERSAS

Durante os estudos para o tratamento do transtorno depressivo maior, os seguintes eventos adversos foram descritos com o uso de CYMBALTA (N=3.779):

Reação muito comum (> 10%): boca106 seca, náusea52 e dor de cabeça100.

Reação comum (> 1% e < 10%): palpitação107, zumbido no ouvido108, visão109 borrada, constipação110, diarreia89, vômito53, dispepsia111, dor abdominal3, flatulência, fadiga5, queda6, diminuição de peso, aumento da pressão sanguínea7, diminuição do apetite9, rigidez muscular10, dor musculoesquelética11, espasmo112 muscular, tontura51, sonolência12, tremor, parestesia13, insônia14, alteração do orgasmo15, diminuição da libido16, ansiedade, agitação17, sonhos anormais19, alteração da frequência urinária, distúrbio da ejaculação20, disfunção erétil, retardo na ejaculação113, dor orofaríngea114, bocejo, hiperidrose103, suores noturnos, prurido115 e rubor21.

Reação incomum (> 0,1% e < 1%): taquicardia86, vertigem104, dor de ouvido, midríase43, distúrbio visual, ressecamento ocular, eructação116, gastroenterite117, gastrite118, hemorragia119 gastrointestinal4, disfagia120, sensação de anormalidade, sensação de frio, sensação de calor, mal-estar, sede, calafrio121, laringite122, achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas hepáticas8, aumento de peso, contração muscular, distúrbio de atenção, letargia54, disgeusia, mioclonia88, baixa qualidade do sono, distúrbios do sono, bruxismo, desorientação18, apatia123, noctúria, hesitação urinária, retenção urinária124, disúria125, diminuição do fluxo urinário, dor testicular, disfunção sexual, distúrbio menstrual, reação de fotossensibilidade, suor frio, dermatite126 de contato, maior tendência à contusão127, extremidades frias e hipotensão128 ortostática.

Reação rara (> 0,01% e < 0,1%): hipotireoidismo129, estomatite130, halitose131, distúrbio da marcha, aumento do colesterol98 sanguíneo, desidratação132, discinesia, odor urinário anormal, poliúria133, sintomas7 da menopausa134 e constrição135 da orofaringe136.
Durante os estudos para o tratamento da dor neuropática4 periférica diabética, os seguintes eventos adversos foram relatados com o uso de CYMBALTA (N=906):

Reação muito comum (> 10%): náusea52, fadiga5, diminuição do apetite9, tontura51, dor de cabeça100 e sonolência12.

Reação comum (> 1% e < 10%): palpitações137, vertigem104, visão109 borrada, constipação110, boca106 seca, diarreia89, vômito53, dispepsia111, dor abdominal3, quedas6, diminuição de peso, aumento da pressão sanguínea7, achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas hepáticas8, dor musculoesquelética11, espasmo112 muscular, letargia54, tremor, disgeusia, parestesia13, insônia14, agitação17, disúria125, alteração da frequência urinária, distúrbios da ejaculação20, disfunção erétil, dor orofaríngea114, hiperidrose103, prurido115 e rubor21.

Reação incomum (> 0,1% e < 1%): taquicardia86, dor de ouvido, zumbido no ouvido108, distúrbio visual, flatulência, eructação116, gastroenterite117, gastrite118, hemorragia119 gastrointestinal4, estomatite130, disfagia120, sensação de anormalidade, sensação de frio, sensação de calor, mal-estar, sede, calafrio121, distúrbio da marcha, laringite122, aumento de peso, aumento do colesterol98 sanguíneo, desidratação132, rigidez muscular10, contração muscular, distúrbio de atenção, discinesia, baixa qualidade do sono, alteração do orgasmo15, diminuição da libido16, ansiedade, distúrbio do sono, desorientação18, sonhos anormais19, noctúria, hesitação urinária, retenção urinária124, poliúria133, diminuição do fluxo urinário, retardo na ejaculação113, dor testicular, disfunção sexual, bocejo, constrição135 da orofaringe136, suores noturnos, reação de fotossensibilidade, suor frio, maior tendência à contusão127 e extremidades frias.

Eventos não relatados: hipotireoidismo129, midríase43, ressecamento ocular, halitose131, mioclonia88, bruxismo, apatia123, odor urinário anormal, sintomas7 da menopausa134, distúrbio menstrual, dermatite126 de contato e hipotensão128 ortostática.
Durante os estudos para o tratamento da fibromialgia5, os seguintes eventos adversos foram relatados com o uso de CYMBALTA (N=1.294):

Reação muito comum (> 10%): constipação110, boca106 seca, náusea52, diarreia89, fadiga5, tontura51, dor de cabeça100, sonolência12 e insônia14.

Reação comum (> 1% e < 10%): palpitação107, visão109 borrada, vômito53, dispepsia111, dor abdominal3, flatulência, quedas6, sede, calafrios138, diminuição ou aumento de peso, aumento da pressão sanguínea7, diminuição do apetite9, rigidez muscular10, dor musculoesquelética11, espasmo112 muscular, distúrbio de atenção, letargia54, tremor, disgeusia, parestesia13, alteração do orgasmo15, diminuição da libido16, ansiedade, distúrbio do sono, agitação17, bruxismo, sonhos anormais19, alteração da frequência urinária, distúrbios da ejaculação20, disfunção erétil, dor orofaríngea114, bocejo, hiperidrose103, suores noturnos, prurido115 e rubor21.

Reação incomum (> 0,1% e < 1%): taquicardia86, vertigem104, dor de ouvido, zumbido no ouvido108, hipotireoidismo129, midríase43, distúrbio visual, ressecamento ocular, eructação116, gastroenterite117, gastrite118, hemorragia119 gastrointestinal4, estomatite130, disfagia120, sensação de anormalidade, sensação de frio, sensação de calor, mal-estar, laringite122, achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas hepáticas8, contração muscular, discinesia, baixa qualidade do sono, desorientação18, apatia123, noctúria, hesitação urinária, retenção urinária124, disúria125, poliúria133, disfunção sexual, distúrbio menstrual, constrição135 da orofaringe136, reação de fotossensibilidade, suor frio, dermatite126 de contato, maior tendência à contusão127 e extremidades frias.

Reação rara (> 0,01% e < 0,1%): halitose131, distúrbio da marcha, desidratação132 e odor urinário anormal.
Eventos não relatados: aumento do colesterol98 sanguíneo, mioclonia88, diminuição do fluxo urinário, retardo na ejaculação113, dor testicular, sintomas7 de menopausa134 e hipotensão128 ortostática.
Durante os estudos para o tratamento dos estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e a dor devido à osteoartrite6 de joelho2, os seguintes eventos adversos foram descritos com o uso de CYMBALTA (N=1.103):

Reação muito comum (> 10%): náusea52.

Reação comum (> 1% e < 10%): vertigem104, visão109 borrada, constipação110, boca106 seca, diarreia89, vômito53, dispepsia111, dor abdominal3, flatulência, fadiga5, aumento da pressão sanguínea7, achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas hepáticas8, diminuição do apetite9, dor musculoesquelética11, tontura51, dor de cabeça100, sonolência12, disgeusia, parestesia13, insônia14, diminuição da libido16, ansiedade, distúrbio de ejaculação20, disfunção erétil, retardo na ejaculação113, hiperidrose103 e rubor21.

Reação incomum (> 0,1% e < 1%): palpitações137, taquicardia86, zumbido no ouvido108, midríase43, distúrbio visual, eructação116, gastroenterite117, gastrite118, hemorragia119 gastrointestinal4, halitose131, quedas6, sensação de anormalidade, sede, calafrio121, aumento ou diminuição de peso, rigidez muscular10, contração muscular, espasmo112 muscular, distúrbio da atenção, letargia54, tremor, baixa qualidade do sono, alteração do orgasmo15, distúrbio do sono, agitação17, desorientação18, apatia123, sonhos anormais19, noctúria, hesitação urinária, retenção urinária124, disúria125, diminuição do fluxo urinário, alteração da frequência urinária, dor testicular, disfunção sexual, dor orofaríngea114, bocejo, suores noturnos, dermatite126 de contato, prurido115 e maior tendência à contusão127.

Reação rara (> 0,01% e < 0,1%): dor de ouvido, estomatite130, disfagia120, mal-estar, aumento do colesterol98 sanguíneo, desidratação132, discinesia, bruxismo, odor urinário anormal, poliúria133, reação de fotossensibilidade, suor frio, extremidades frias e hipotensão128 ortostática.
Eventos não relatados: hipotireoidismo129, ressecamento ocular, sensação de calor, sensação de frio, distúrbio da marcha, laringite122, mioclonia88, sintomas7 da menopausa134, distúrbio menstrual e constrição135 da orofaringe136.

Durante os estudos para o tratamento do transtorno de ansiedade generalizada, os seguintes eventos adversos foram relatados com o uso de CYMBALTA (N=1.018):

Reação muito comum (> 10%): boca106 seca, náusea52, fadiga5, tontura51, dor de cabeça100 e sonolência12.

Reação comum (> 1% e < 10%): palpitações137, zumbido no ouvido108, visão109 borrada, midríase43, constipação110, diarreia89, vômito53, dispepsia111, dor abdominal3, achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas hepáticas8, diminuição de apetite9, dor musculoesquelética11, tremor, parestesia13, insônia14, alteração do orgasmo15, diminuição da libido16, ansiedade, agitação17, bruxismo, sonhos anormais19, hesitação urinária, disúria125, alteração da frequência urinária, distúrbio da ejaculação20, disfunção erétil, retardo na ejaculação113, bocejo, hiperidrose103 e rubor21. Reação incomum (> 0,1% e < 1%): taquicardia86, vertigem104, distúrbio visual, ressecamento ocular, flatulência, gastroenterite117, disfagia120, sensação de anormalidade, sensação de frio, mal- estar, calafrio121, aumento ou diminuição de peso, aumento da pressão sanguínea7, rigidez muscular10, contração muscular, espasmo112 muscular, distúrbio de atenção, letargia54, disgeusia, discinesia, distúrbio do sono, apatia123, poliúria133, dor testicular, disfunção sexual, dor orofaríngea114, constrição135 da orofaringe136, suores noturnos, prurido115 e extremidades frias.

Reação rara (> 0,01% e < 0,1%): dor de ouvido, gastrite118, halitose131, sensação de calor, sede, laringite122, desidratação132, mioclonia88, desorientação18, odor urinário anormal, retenção urinária124, suor frio, dermatite126 de contato e hipotensão128 ortostática.
Eventos não relatados: hipotireoidismo129, eructação116, hemorragia119 gastrointestinal4, estomatite130, quedas6, distúrbio da marcha, aumento do colesterol98 sanguíneo, baixa qualidade do sono, noctúria, diminuição do fluxo urinário, sintomas7 da menopausa134, distúrbio menstrual, reação de fotossensibilidade e maior tendência à contusão127.

A seguir são descritos os eventos adversos provenientes de estudos clínicos com CYMBALTA para todas as indicações1 (N=12.722):

Reação muito comum (> 10%): boca106 seca, náusea52 e dor de cabeça100.

Reação comum (> 1% e < 10%): palpitações137, visão109 borrada, constipação110, diarreia89, vômito53, dispepsia111, dor abdominal3, flatulência, fadiga5, diminuição de peso, aumento da pressão sanguínea7, diminuição do apetite9, dor musculoesquelética11, espasmo112 muscular, tontura51, letargia54, sonolência12, tremor, disgeusia, parestesia13, insônia14, alteração do orgasmo15, diminuição da libido16, ansiedade, distúrbio do sono, agitação17, sonhos anormais19, alteração da frequência urinária, distúrbio de ejaculação20, disfunção erétil, retardo na ejaculação113, dor orofaríngea114, bocejo, hiperidrose103, prurido115 e rubor21.

Reação incomum (> 0,1% e < 1%): taquicardia86, vertigem104, dor de ouvido, zumbido no ouvido108, midríase43, distúrbio visual, ressecamento ocular, eructação116, gastroenterite117, gastrite118, hemorragia119 gastrointestinal4, halitose131, disfagia120, quedas6, sensação de anormalidade, sensação de frio, sensação de calor, mal-estar, sede, calafrio121, laringite122, achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas hepáticas8, aumento de peso, desidratação132, rigidez muscular10, contração muscular, distúrbio da atenção, discinesia, baixa qualidade do sono, bruxismo, desorientação18, apatia123, noctúria, hesitação urinária, retenção urinária124, disúria125, poliúria133, diminuição do fluxo urinário, dor testicular, disfunção sexual, sintomas7 da menopausa134, constrição135 da orofaringe136, suores noturnos, reação de fotossensibilidade, suor frio, dermatite126 de contato, maior tendência à contusão127, extremidades frias e hipotensão128 ortostática.

Reação rara (> 0,01% e < 0,1%): hipotireoidismo129, estomatite130, distúrbio da marcha, aumento do colesterol98 sanguíneo, mioclonia88, odor urinário anormal e distúrbio menstrual.

Legenda:

  1. Esta categoria contém dados agrupados de estudos placebo9-controlados. Estes incluem estudos para indicações aprovadas e para outras condições que estão sendo estudadas.
  2. Inclui estudos para dor lombar crônica e estudos para osteoartrite6.
  3. Inclui dor abdominal na região superior, dor abdominal na região inferior, sensibilidade abdominal, desconforto abdominal e dor gastrointestinal.
  4. Também inclui diarreia89 hemorrágica139, hemorragia119 gastrointestinal inferior, hematêmese140, hematoquezia141, hemorragia119 hemorroidal, melena142, hemorragia119 retal e úlcera143.
  5. Também inclui astenia144.
  6. Quedas foram mais comuns em pacientes idosos (≥ 65 anos).
  7. Inclui aumento da pressão sanguínea sistólica, aumento da pressão sanguínea diastólica, hipertensão47 sistólica, hipertensão47 diastólica, crise hipertensiva, hipertensão47 essencial e hipertensão47.
  8. Inclui aumento da alanina aminotransferase, aumento da enzima145 hepática28, aumento da aspartato aminotransferase, teste de função hepática28 anormal, aumento da gama-glutamiltransferase, aumento da fosfatase alcalina99 sanguínea, enzima145 hepática28 anormal e aumento da bilirrubina94 sanguínea.
  9. Inclui anorexia146. Listado previamente sob anorexia146 e diminuição do apetite.
  10. Inclui rigidez musculoesquelética.
  11. Inclui mialgia105 e dor no pescoço147.
  12. Também inclui hipersonia e sedação80.
  13. Inclui hipoestesia148, hipoestesia148 facial, hipoestesia148 genital e parestesia102 oral.
  14. Também inclui insônia moderada, insônia terminal e insônia inicial.
  15. Também inclui anorgasmia149.
  16. Também inclui perda da libido150.
  17. Também inclui sensação de tremor, nervosismo, cansaço, tensão e hiperatividade psicomotora82.
  18. Inclui estado de confusão.
  19. Inclui pesadelos.
  20. Também inclui falha na ejaculação113.
  21. Também inclui fogachos.

Alterações laboratoriais: em estudos clínicos placebo9-controlados, o tratamento com CYMBALTA foi associado com pequenos aumentos médios nos valores de TGP (ALT), TGO (AST), CK (CPK) e fosfatase alcalina99. Adicionalmente, o tratamento com CYMBALTA foi associado à alterações pouco frequentes, discretas e transitórias nos exames descritos acima e potássio quando comparados ao placebo9.

Controle da glicemia151: em três estudos clínicos de CYMBALTA no tratamento da dor neuropática4 periférica diabética, a duração média da história de diabetes152 nos pacientes era de aproximadamente 12 anos, a glicemia151 basal média em jejum foi de 176 mg/dL153 e a hemoglobina glicada154 HbA1c155 basal média foi de 7,81%. Nas 12 semanas de tratamento da fase aguda desses estudos, foi observado um pequeno aumento da glicemia de jejum97 em pacientes tratados com CYMBALTA. A hemoglobina glicada154 HbA1c155 foi estável em pacientes tratados com CYMBALTA e pacientes tratados com placebo9. Na fase de extensão desses estudos, que durou até 52 semanas, houve um aumento na HbA1c155 no grupo tratado com CYMBALTA e no grupo de tratamento de rotina, mas o aumento médio foi 0,3% maior no grupo tratado com CYMBALTA. Também houve um pequeno aumento na glicemia151 em jejum e no colesterol98 total em pacientes tratados com CYMBALTA, enquanto seus testes laboratoriais mostraram uma pequena diminuição no grupo de rotina.
Sintomas7 da descontinuação foram relatados quando a duloxetina foi interrompida. Nos estudos clínicos, a maioria dos sintomas7 normalmente relatados após a descontinuação abrupta ou gradual da duloxetina incluíram tontura51, náusea52, dor de cabeça100, parestesia102, fadiga101, vômito53, irritabilidade, pesadelos, insônia, diarreia89, ansiedade, hiperidrose103, vertigem104, sonolência e mialgia105.

A seguinte lista de eventos indesejáveis (reações adversas) é baseada em relatos espontâneos

pós-lançamento e correspondem à frequência de relatos fornecidos:

Reação rara (> 0,01% e < 0,1%): alucinações83, retenção urinária124 e erupção156 cutânea157.

Reação muito rara (< 0,01%): arritmia158 supraventricular, zumbido no ouvido108 após interrupção do tratamento, síndrome76 de secreção inapropriada de hormônio159 antidiurético, glaucoma45, colite160 microscópica, hepatite161, icterícia162, reação anafilática163, hipersensibilidade, aumento da alanina aminotransferase, aumento da fosfatase alcalina99, aumento da aspartato aminotransferase, aumento da bilirrubina94, hiponatremia49, hiperglicemia164 (relatada especialmente em pacientes diabéticos), trismo, distúrbios extrapiramidais, parestesia102 (incluindo sensação de choque165 elétrico) devido à descontinuação do tratamento, síndrome76 das pernas inquietas, síndrome serotoninérgica77, convulsões, convulsões após a descontinuação do tratamento, mania, agressão e raiva166 (particularmente no início do tratamento ou após a descontinuação do tratamento), sangramento ginecológico, galactorreia167, hiperprolactinemia, edema angioneurótico168, contusão127, vasculite169 cutânea157 (algumas vezes com envolvimento sistêmico170), equimose171, síndrome de Stevens-Johnson172, urticária173, hipotensão128 ortostática e síncope174 (especialmente no início do tratamento) e crises hipertensivas.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

SUPERDOSE

Experiência em humanos: nos estudos clínicos foram relatados casos de ingestão aguda acima de 3.000 mg de duloxetina administrada isoladamente ou em combinação com outras drogas.
Não foi relatado nenhum caso com êxito letal. No entanto, em experiências pós-lançamento, casos fatais foram relatados para doses agudas, primariamente com superdoses misturadas, mas também com duloxetina isolada, para doses baixas como de aproximadamente 1.000 mg. Sinais16 e sintomas7 de superdose (duloxetina isolada ou com drogas misturadas) incluem sonolência, coma85, síndrome serotoninérgica77, convulsões, vômito53 e taquicardia86.

Experiência em animais: nos estudos em animais, os principais sinais16 de toxicidade64 com superdose estavam relacionados a manifestações dos sistemas nervoso central e gastrointestinal, incluindo tremores, convulsões crônicas, ataxia175, vômito53 e diminuição do apetite.

Tratamento da superdose: não há antídoto176 específico para CYMBALTA. Porém, se a síndrome serotoninérgica77 persistir, um tratamento específico (tal como ciproeptadina e/ou controle de temperatura) pode ser considerado. No caso de superdose aguda, o tratamento deve consistir daquelas medidas gerais empregadas no manejo da superdose com qualquer droga. São recomendados o estabelecimento de ventilação177 e oxigenação das vias aéreas adequadas e monitoramento dos sinais vitais90 e cardíacos, junto com medidas de suporte e sintomáticas apropriadas. Indução de vômito53 não é recomendada. Lavagem gástrica178 pode ser indicada se realizada logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. Carvão ativado pode ser útil para diminuir a absorção. Diurese179 forçada, diálise34, hemoperfusão, suporte dialítico e transfusão180 provavelmente não serão benéficas, uma vez que CYMBALTA tem grande volume de distribuição.

No tratamento da superdose, considerar a possibilidade do envolvimento de múltiplas drogas. Cuidado específico envolve os pacientes que estão tomando ou tomaram recentemente CYMBALTA e possam ter ingerido quantidade excessiva de um antidepressivo tricíclico. Neste caso, o acúmulo do antidepressivo tricíclico e/ou dos seus metabólitos30 ativos pode aumentar a possibilidade de sequelas181 clinicamente significativas e estender o tempo necessário de observação clínica cuidadosa (ver INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

Venda sob prescrição médica.
Só pode ser vendido com retenção da receita.

 

REGISTRO MS - 1.1260.0164
Farm. Resp.: Márcia A. Preda - CRF-SP nº 19189

Fabricado por:
LILLY DEL CARIBE, INC. - Carolina - Porto Rico

Embalado e Registrado por:
ELI LILLY DO BRASIL LTDA.
Av. Morumbi, 8264 - São Paulo, SP
CNPJ 43.940.618/0001-44
Indústria Brasileira

 

SAC 0800 701 0444

 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
2 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Neuropática: Referente à neuropatia, que é doença do sistema nervoso.
5 Fibromialgia:
6 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
7 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
8 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
9 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
10 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
11 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
12 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
13 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
14 Comorbidade: Coexistência de transtornos ou doenças.
15 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
16 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
17 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
18 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
19 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
20 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
21 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
22 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
23 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
24 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
25 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
26 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
27 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
28 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
29 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
30 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
31 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
32 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
33 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
34 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
35 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
36 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
37 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
38 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
39 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
40 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
41 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
42 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
43 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
44 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
45 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
46 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
47 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
48 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
49 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
50 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
51 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
52 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
53 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
54 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
55 Síncopes: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
56 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
57 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
58 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
59 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
60 Latência: 1. Estado, caráter daquilo que se acha latente, oculto. 2. Por extensão de sentido, é o período durante o qual algo se elabora, antes de assumir existência efetiva. 3. Em medicina, é o intervalo entre o começo de um estímulo e o início de uma reação associada a este estímulo; tempo de reação. 4. Em psicanálise, é o período (dos quatro ou cinco anos até o início da adolescência) durante o qual o interesse sexual é sublimado; período de latência.
61 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
62 Adenoma: Tumor do epitélio glandular de características benignas.
63 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
64 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
65 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
66 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
67 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
68 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
69 Hipotonia: 1. Em biologia, é a condição da solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra. 2. Em fisiologia, é a redução ou perda do tono muscular ou a redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular, nas artérias, etc.)
70 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
71 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
72 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
73 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
74 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
75 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
76 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
77 Síndrome serotoninérgica: Síndrome serotoninérgica ou síndrome da serotonina é caracterizada por uma tríade de alterações do estado mental (ansiedade, agitação, confusão mental, hipomania, alucinações e coma), das funções motoras (englobando tremores, mioclonias, hipertonia, hiperreflexia e incoordenação) e do sistema nervoso autônomo (febre, sudorese, náuseas, vômitos, diarreia e hipertensão). Ela pode ter causas diversas, mas na maioria das vezes ocorre por uma má interação medicamentosa, quando dois ou mais medicamentos que elevam a neurotransmissão serotoninérgica por meio de distintos mecanismos são utilizados concomitantemente ou em overdose.
78 Psicomotor: Próprio ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
79 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
80 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
81 Acatisia: Síndrome caracterizada por sentimentos de inquietação interna que se manifesta por incapacidade de se manter quieta. É frequentemente causada por medicamentos neurolépticos.
82 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
83 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
84 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
85 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
86 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
87 Sudorese: Suor excessivo
88 Mioclonia: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
89 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
90 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
91 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
92 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
93 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
94 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
95 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
96 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
97 Glicemia de jejum: Teste que checa os níveis de glicose após um período de jejum de 8 a 12 horas (frequentemente dura uma noite). Este teste é usado para diagnosticar o pré-diabetes e o diabetes. Também pode ser usado para monitorar pessoas com diabetes.
98 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
99 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
100 Cabeça:
101 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
102 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
103 Hiperidrose: Excesso de suor, que costuma acometer axilas, palmas das mãos e plantas dos pés.
104 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
105 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
106 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
107 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
108 Zumbido no ouvido: Pode ser descrito como um som parecido com campainhas no ouvido ou outros barulhos dentro da cabeça que são percebidos na ausência de qualquer fonte de barulho externa.
109 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
110 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
111 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
112 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
113 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
114 Orofaríngea: Relativo à orofaringe.
115 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
116 Eructação: Ato de eructar, arroto.
117 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
118 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
119 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
120 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
121 Calafrio: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
122 Laringite: Inflamação da mucosa que recobre a laringe. É muito freqüente durante os meses frios, e é produzida por uma infecção viral. Apresenta-se com dor, alterações da fonação (disfonia), tosse e febre.
123 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
124 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
125 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
126 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
127 Contusão: Lesão associada a um traumatismo que pode produzir desvitalização de tecidos profundos.
128 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
129 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
130 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
131 Halitose: Halitose ou mau hálito é a exalação de odores desagradáveis oriundos da cavidade bucal ou estômago através da respiração, sendo que em 90% dos casos, a saburra lingual é a causa do problema.
132 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
133 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
134 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
135 Constrição: 1. Ação ou efeito de constringir, mesmo que constrangimento (ato ou efeito de reduzir). 2. Pressão circular que faz diminuir o diâmetro de um objeto; estreitamento. 3. Em medicina, é o estreitamento patológico de qualquer canal ou esfíncter; estenose.
136 Orofaringe: Parte mediana da faringe, entre a boca e a rinofaringe.
137 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
138 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
139 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
140 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
141 Hematoquezia: Presença de sangue de cor vermelha escura nas fezes. Geralmente está associada à hemorragia no aparelho digestivo.
142 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
143 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
144 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
145 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
146 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
147 Pescoço:
148 Hipoestesia: Perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo.
149 Anorgasmia: Ausência de orgasmo ou incapacidade para obtê-lo.
150 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
151 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
152 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
153 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
154 Hemoglobina glicada: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
155 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
156 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
157 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
158 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
159 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
160 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
161 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
162 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
163 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
164 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
165 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
166 Raiva: 1. Doença infecciosa freqüentemente mortal, transmitida ao homem através da mordida de animais domésticos e selvagens infectados e que produz uma paralisia progressiva juntamente com um aumento de sensibilidade perante estímulos visuais ou sonoros mínimos. 2. Fúria, ódio.
167 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
168 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
169 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
170 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
171 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
172 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
173 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
174 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
175 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
176 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
177 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
178 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
179 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
180 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
181 Sequelas: 1. Na medicina, é a anomalia consequente a uma moléstia, da qual deriva direta ou indiretamente. 2. Ato ou efeito de seguir. 3. Grupo de pessoas que seguem o interesse de alguém; bando. 4. Efeito de uma causa; consequência, resultado. 5. Ato ou efeito de dar seguimento a algo que foi iniciado; sequência, continuação. 6. Sequência ou cadeia de fatos, coisas, objetos; série, sucessão. 7. Possibilidade de acompanhar a coisa onerada nas mãos de qualquer detentor e exercer sobre ela as prerrogativas de seu direito.

Tem alguma dúvida sobre Cymbalta?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.