Preço de Galvus Met em Wilmington/SP: R$ 58,02

Galvus Met

NOVARTIS BIOCIENCIAS S.A

Atualizado em 28/10/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Galvus Met™
vildagliptina + cloridrato de metformina1
Comprimidos 50 mg/500 mg, 50 mg/850 mg ou 50 mg/1000 mg

APRESENTAÇÕES

Comprimidos revestidos 
Embalagens contendo 14 ou 56 comprimidos revestidos

VIA ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido de Galvus Met 50 mg/500 mg contém:

vildagliptina 50 mg
cloridrato de metformina1 500 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: hiprolose, estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, talco, óxido férrico amarelo e óxido férrico vermelho.


Cada comprimido de Galvus Met 50 mg/850 mg contém:

vildagliptina 50 mg
cloridrato de metformina1 850 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: hiprolose, estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, talco e óxido férrico amarelo.


Cada comprimido de Galvus Met 50 mg/1000 mg contém:

vildagliptina 50 mg
cloridrato de metformina1 1000 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: hiprolose, estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, talco e óxido férrico amarelo.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Galvus Met™ está disponível em comprimidos. Cada comprimido de Galvus Met™ contém duas substâncias ativas: a vildagliptina e o cloridrato de metformina1. Ambas as substâncias pertencem ao grupo de medicamentos conhecidos como “antidiabéticos orais”.

Há três concentrações disponíveis (vildagliptina/cloridrato de metformina1): 50 mg/500 mg, 50 mg/850 mg e 50 mg/1.000 mg.

Galvus Met™ é um medicamento utilizado para o tratamento do diabetes mellitus2 tipo 2. Ele ajuda a controlar o nível de açúcar3 no sangue4. Ele é prescrito junto com a dieta e o exercício em pacientes já tratados com vildagliptina e cloridrato de metformina1 em comprimidos separados ou para aqueles pacientes cujo diabetes mellitus2 tipo 2 não esteja adequadamente controlado com cloridrato de metformina1 ou vildagliptina em monoterapia, ou como primeiro tratamento para diabetes5 em pacientes quando esta não é adequadamente controlada apenas com dieta e exercício físico, desde que os pacientes apresentem hiperglicemia6 moderada a grave (HbA1c7 acima de 7,6%).

Galvus Met™ também é prescrito em combinação com sulfonilureia junto com a dieta e o exercício em pacientes inadequadamente controlados com metformina1 e sulfonilureia.

Galvus Met™ também é prescrito como complemento à insulina8 junto com a dieta e o exercício para melhorar o controle do açúcar3 no sangue4 (controle glicêmico) em pacientes nos quais uma dose estável de insulina8 e metformina1 sozinhas não fornecem o controle glicêmico adequado.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O diabetes mellitus2 tipo 2 desenvolve-se quando o corpo não produz quantidade suficiente de insulina8 ou se a insulina8 produzida pelo seu corpo não funciona adequadamente. Também pode se desenvolver se o corpo produz muito glucagon9.

A insulina8 é uma substância que ajuda a diminuir o nível sanguíneo de açúcar3, especialmente após a alimentação. O glucagon9 é uma substância que induz a produção de açúcar3 pelo fígado10 causando o aumento do nível de açúcar3 sanguíneo. Tanto o glucagon9 quanto a insulina8 são produzidos pelo pâncreas11.

Galvus Met™ atua fazendo o pâncreas11 produzir mais insulina8 e menos glucagon9 (efeito da vildagliptina) e também ajudando o corpo a utilizar melhor a insulina8 que produz (efeito do cloridrato de metformina1). Galvus Met™ ajuda a controlar os níveis sanguíneos de açúcar3.

É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercícios recomendados a você enquanto estiver sob tratamento com Galvus Met™.

Se você tiver alguma dúvida sobre o porquê desse medicamento ter sido indicado a você, pergunte ao seu médico.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não tome Galvus Met™:

  • Se você for alérgico (hipersensível) à vildagliptina, ao cloridrato de metformina1 ou a qualquer outro excipiente de Galvus Met™; Se você acha que pode ser alérgico, procure orientação de seu médico.
  • Se você tem a função renal12 gravemente reduzida. (Isto será decidido pelo seu médico);
  • Se você teve recentemente um ataque do coração13, tem insuficiência cardíaca14 ou tem problemas circulatórios graves, incluindo choque15 ou dificuldades respiratórias;
  • Se você tem ou teve complicações sérias com o seu diabetes5, como cetoacidose diabética16 (uma complicação do diabetes5 envolvendo perda rápida de peso, náusea17 ou vômito18) ou coma19 diabético;

Se alguns desses itens se aplicar a você, não tome Galvus Met™ e procure seu médico.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Siga cuidadosamente todas as instruções dadas a você pelo seu médico mesmo se forem diferentes das informações contidas nessa bula.

Tome cuidados especiais com Galvus Met™:

  • Galvus Met™ não é um substituto da insulina8. Você não deve, portanto, receber Galvus Met™ para o tratamento do diabetes mellitus2 tipo 1 (ou seja, quando seu corpo não produz insulina8) nem para o tratamento de uma condição chamada cetoacidose diabética16;
  • Se você sentir um ou mais dos seguintes sintomas20: frio e desconforto, dor muscular, sonolência, náusea17 ou vômito18 grave, dor abdominal, tontura21, batimento cardíaco irregular ou respiração acelerada. Muito raramente, pacientes tomando metformina1 (uma das substâncias ativas de Galvus Met™) podem desenvolver uma condição chamada acidose22 lática23 (muito ácido lático no sangue4). Isso é mais comum ocorrer em pacientes cujos rins24 não estão funcionando adequadamente;
  • Se você sentir náusea17, sudorese25, fraqueza, tontura21, tremor ou dor de cabeça26, (sinais27 de baixo nível de açúcar3 no sangue4) que poderia ocorrer devido à falta de alimento, exercício físico vigoroso sem ingestão de alimento ou pela ingestão excessiva de álcool (geralmente, não ocorre com o uso isolado de Galvus Met™);
  • Existe uma possibilidade de hipoglicemia28 quando o produto for administrado em combinação com sulfonilureia ou com insulina8.

Se você sentir algum desses sintomas20, pare de tomar Galvus Met™ e consulte um médico imediatamente.

  • Se você for submetido a uma operação sob anestesia29 geral, você deve parar de tomar Galvus Met™ por alguns dias, antes e depois do procedimento. Seu médico irá decidir quando você deve parar e quando você deve reiniciar o tratamento com Galvus Met™;
  • Se você for submetido a exames radiológicos com o uso de contraste (um tipo específico de exame radiológico envolvendo o uso de corante injetável), você deve parar o tratamento com Galvus Met™ antes ou no dia e nos próximos dias que se seguem à realização deste procedimento;
  • Se você toma álcool excessivamente, tanto todos os dias quanto somente esporadicamente;
  • Se você tem problemas no fígado10 ou rim30;
  • Se o seu nível de açúcar3 sanguíneo piorar repentinamente, se você apresentar testes sanguíneos anormais ou se sentir doente, contate seu médico;
  • Pare de tomar Galvus Met™ e entre em contato com seu médico se você apresentar dores de estomago31 fortes e persistentes, com ou sem vômito18, pois você pode estar com pancreatite32;

Não existem dados conclusivos de redução de riscos micro e macrovasculares com o produto.

Se qualquer uma das condições acima se aplicar a você, informe ao seu médico.

Monitorando seu tratamento com Galvus Met™

Seu médico deve assegurar que os seguintes testes sejam realizados:

  • Testar regularmente o açúcar3 no sangue4 e na urina33;
  • Verificar a função dos seus rins24:
    • No início do tratamento;
    • Ao menos uma vez ao ano enquanto você estiver em tratamento;
    • Mais frequentemente se você for idoso ou se a sua função renal12 começar a diminuir;
  • Verificar a função do seu fígado10:
    • No início do tratamento;
    • A cada 3 meses durante o primeiro ano de tratamento e regularmente após este período;
    • Se o médico solicitar a você para parar o tratamento por causa de problemas no fígado10, você não deverá iniciar o tratamento com Galvus Met™ novamente;
  • Teste sanguíneo pelo menos uma vez ao ano;
  • Pode-se realizar uma verificação dos níveis de vitamina34 B12 pelo menos a cada dois ou três anos.

Tomando Galvus Met™ durante a refeição

É recomendado que você tome seus comprimidos de Galvus Met™ com ou logo após as refeições. Isso reduzirá as chances de sentir desconforto no estômago31.

Galvus Met™ e idosos

O seu médico verificará a eficácia dos seus rins24. Você pode precisar de exames mais frequentes se tiver problemas renais.

Galvus Met™ e crianças/adolescentes

Não há informações disponíveis sobre o uso de Galvus Met™ em crianças e adolescentes (com idade menor de 18 anos). O uso de Galvus Met™ nesses pacientes não é, portanto, recomendado.

Gravidez35 e Lactação36

Avise o seu médico se você está grávida, se você acha que está grávida ou se você está planejando ficar grávida. Seu médico discutirá com você o risco potencial de tomar Galvus Met™ durante a gravidez35.

Peça auxílio ao seu médico antes de tomar qualquer medicamento durante a gravidez35.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não amamente durante o tratamento com Galvus Met™.

Peça auxílio ao seu médico antes de tomar qualquer medicamento durante a amamentação37.

Dirigindo e operando máquinas

Se você sentir tontura21 enquanto estiver tomando Galvus Met™, não dirija veículos e/ou utilize qualquer ferramenta ou opere máquinas até que você se sinta normal.

Tomando outros medicamentos

Avise ao seu médico se você está tomando ou tomou qualquer outro medicamento recentemente, incluindo aqueles que foram obtidos sem prescrição, pois eles podem interagir com Galvus Met™. Isso é particularmente importante com os seguintes medicamentos:

  • certos medicamentos utilizados para tratar infecções38 (p.ex.: vancomicina, trimetoprima);
  • certos medicamentos utilizados para tratar inflamações39 (p.ex.: corticosteroides);
  • certos medicamentos utilizados para tratar pressão alta (p.ex.: amilorida, triantereno, nifedipino, enalapril, losartana, diuréticos40);
  • certos medicamentos utilizados para tratar batimentos cardíacos irregulares (p.ex.: digoxina, quinidina);
  • certos medicamentos utilizados para reduzir a dor (p.ex.: morfina, diclofenaco);
  • certos medicamentos utilizados para tratar distúrbios no estômago31 (p.ex.: cimetidina, ranitidina);
  • certos medicamentos utilizados para tratar alguns distúrbios psiquiátricos (p.ex.: fenotiazina);
  • certos medicamentos utilizados para tratar distúrbios da tireoide41;
  • contraceptivos orais, certos medicamentos utilizados para reduzir os sintomas20 de mulheres na menopausa42 ou osteoporose43 (p.ex.: estrogênio).

Se você precisar de injeção44 intravascular45 de meio de contraste iodados, por exemplo, no contexto de um exame radiológico, você deve parar de tomar Galvus Met™ antes ou no momento da injeção44. Seu médico irá decidir quando você deve parar e quando você deve reiniciar o tratamento com Galvus Met™.

A hipoglicemia28 pode ser difícil de reconhecer em idosos e em pessoas tomando fármacos betabloqueadores adrenérgicos46.

Não beba álcool excessivamente ou tome medicamentos que contenham álcool enquanto estiver tomando Galvus Met™.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use este medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde47.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Mantenha Galvus Met™ em temperatura ambiente (entre 15 e 30 °C). Proteger da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico

  • Galvus Met™ de 50 mg/500 mg é amarelo claro e oval.
  • Galvus Met™ de 50 mg/850 mg é amarelo e oval.
  • Galvus Met™ de 50 mg/1.000 mg é amarelo escuro e oval.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Sempre tome este medicamento exatamente como seu médico disse a você. Verifique com seu médico se você não tiver certeza.

Não exceda a dose recomendada que foi prescrita pelo seu médico.

Quando e como tomar Galvus Met™

Galvus Met™ deve ser tomado pela manhã e/ou à noite. É recomendável que você tome seus comprimidos com ou logo após as refeições. Isso reduzirá as chances de você sentir desconforto no estômago31.

Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com um copo de água.

Quanto tomar

Seu médico falará exatamente quantos comprimidos de Galvus Met™ tomar.

A dose usual é um ou dois comprimidos de Galvus Met™ ao dia. Não exceder dois comprimidos ao dia. Dependendo da sua resposta ao tratamento, seu médico poderá sugerir uma dose maior ou menor.

Seu médico prescreverá Galvus Met™ sozinho ou em combinação com outro antidiabético, dependendo de sua condição.

Por quanto tempo tomar Galvus Met™

Continue tomando Galvus Met™ todos os dias por quanto tempo o seu médico disser para fazê-lo. Você pode continuar nesse tratamento por um longo período de tempo. O seu médico monitorará regularmente sua condição para verificar se o tratamento está surtindo o efeito desejável.

Se o médico solicitar a você para parar seu tratamento por causa de problemas no fígado10, você não deverá iniciar o tratamento com Galvus Met™ novamente.

Se você tiver dúvida sobre quanto tempo tomar Galvus Met™, fale com o seu médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

É recomendado tomar seu medicamento no mesmo horário todos os dias. Se você se esquecer de tomar Galvus Met™, tome-o assim que se lembrar e tome a sua próxima dose no horário usual. Entretanto, se está quase no horário da próxima dose, não tome a dose esquecida. Não tome uma dose dobrada para compensar o comprimido esquecido.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todos os medicamentos, pacientes tratados com Galvus Met™ poderá ter alguns efeitos adversos, embora nem todos apresentem.

Algumas reações adversas podem ser graves

Você deve parar de tomar Galvus Met™ e ir ao seu médico imediatamente se você sentir os seguintes sintomas20:

  • Frio, desconforto, dor muscular, sonolência, náusea17 ou vômito18 grave, dor abdominal, perda de peso inexplicável, tontura21, batimento cardíaco irregular ou respiração ofegante (sintomas20 de acidose22 lática23). Se isso ocorrer, você deve parar de tomar Galvus Met™ e contatar imediatamente seu médico ou hospital mais próximo, acidose22 lática23 pode ocasionar coma19;
  • Rosto, língua48 ou garganta49 inchados, dificuldade de engolir, dificuldade de respiração, início repentino de lesões50 de pele51 ou urticária52 (sintomas20 de reações alérgicas graves chamadas “angioedema”);
  • Pele51 e/ou olhos53 amarelados, náusea17, perda de apetite, urina33 escura (possíveis sintomas20 de problemas hepáticos);
  • Dor de forte intensidade na região do estômago31 (possível sintoma54 de inflamação55 no pâncreas11);
  • Dor de cabeça26, sonolência, fraqueza, tontura21, confusão, irritabilidade, fome, batimento cardíaco acelerado, sudorese25, sensação nervosa (possíveis sintomas20 de baixo nível de açúcar3 no sangue4 conhecido como hipoglicemia28).

Se você sentir qualquer um desses sintomas20, fale com o seu médico imediatamente.

Algumas reações adversas são muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Náusea17, vômito18, diarreia56, dor abdominal, perda de apetite.

Se alguma dessas condições afetar você gravemente, informe ao seu médico.

Algumas reações adversas são comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Tontura21, dor de cabeça26, tremor, gosto metálico na boca57.

Se alguma dessas condições afetar você gravemente, fale com o seu médico.

Algumas reações adversas são incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Constipação58, mãos59, tornozelos ou pés inchados (edema60).

Se algum dessas condições afetar você gravemente, informe ao seu médico.

Algumas reações adversas são muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Vermelhidão na pele51, coceira, diminuição no nível sanguíneo de vitamina34 B12, resultados anormais em alguns testes hepáticos.

Se alguma dessas condições afetar você gravemente, fale com o seu médico.

Outras reações adversas

Alguns pacientes apresentaram as seguintes reações adversas enquanto tomavam Galvus Met™ e insulina8:

Reações adversas comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça26, calafrios61, náusea17, azia62, diminuição da glicose63 no sangue4.

Reações adversas incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia56, flatulência.

Alguns pacientes apresentaram as seguintes reações adversas enquanto tomavam Galvus Met™ com sulfonilureia:

  • Comum: tontura21, tremor, fraqueza, baixo nível de glicose63 (açúcar3) no sangue4, sudorese25 excessiva.

Alguns pacientes apresentaram outras reações adversas enquanto tomavam Galvus Met™ sozinho ou em combinação com outra medicação antidiabética.

  • Prurido64, áreas de descamação65 da pele51 ou bolhas, dor nas articulações66.

Se alguma dessas condições afetar você gravemente, fale com o seu médico.

Se você notar qualquer outra reação adversa não mencionada nessa bula, por favor, informe ao seu médico.

Atenção: este produto é um medicamento que possui uma nova indicação terapêutica67 e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Se você tomar acidentalmente muitos comprimidos de Galvus Met™ ou se outra pessoa tomar o seu medicamento, fale com o seu médico imediatamente. Você pode precisar de cuidados médicos. Se possível, mostre ao médico a embalagem.

Sinais27 e sintomas20

vildagliptina

Em voluntários sadios (7 de 14 voluntários por grupo de tratamento), a vildagliptina foi administrada em doses únicas diárias de 25, 50, 100, 200, 400 e 600 mg por até 10 dias consecutivos. Doses de até 200 mg foram bem toleradas. Com 400 mg/dia, houve três casos de dor muscular e casos isolados de alteração de sensibilidade leve e transitória, febre68, inchaço69 e aumento transitório nos níveis de lipase (2x ULN) que é uma enzima70 pancreática. Com 600 mg, um voluntário apresentou inchaço69 nos pés e mãos59 e aumento excessivo nos níveis de creatinina71 fosfoquinase (CPK) uma enzima70 muscular, acompanhado pela elevação da aspartato aminotransferase (AST) uma enzima70 hepática72, proteína C- reativa e mioglobina. Nesse grupo, três voluntários adicionais apresentaram inchaço69 de ambos os pés, acompanhado de alteração de sensibilidade em dois casos. Todos os sintomas20 e anormalidades laboratoriais foram resolvidos após a descontinuação do fármaco73 estudado.

A vildagliptina não é removida por diálise74, entretanto, o principal metabólito75 de hidrólise (LAY151) pode ser removido por hemodiálise76.

cloridrato de metformina1

A superdose com o cloridrato de metformina1 tem ocorrido, incluindo a ingestão de quantidades maiores que 50 gramas. A hipoglicemia28 foi reportada em aproximadamente 10% dos casos, mas não foi estabelecida associação causal com o cloridrato de metformina1. A acidose22 lática23 foi relatada em aproximadamente 32% dos casos de superdose com o cloridrato de metformina1. O cloridrato de metformina1 é removido por diálise74 com uma depuração de até 170 mL/min sob boas condições hemodinâmicas. Dessa forma, a hemodiálise76 pode ser útil para a remoção do fármaco73 acumulado do paciente no qual se suspeita de superdose de cloridrato de metformina1.

No caso de superdose, deve-se iniciar um tratamento de suporte apropriado de acordo com os sinais27 e sintomas20 clínicos do paciente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS – 1.0068.1059
Farm. Resp.: Flavia Regina Pegorer – CRF-SP 18.150

Importado por:
Novartis Biociências S.A.
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - São Paulo – SP
CNPJ: 56.994.502/0001-30
Indústria Brasileira

Fabricado por:
Novartis Pharma Stein AG, Stein, Suíça ou Novartis Pharma Produktions GmbH, Wehr, Alemanha (vide cartucho).

Embalado por:
Novartis Pharma Stein AG, Stein, Suíça ou Konapharma AG, Pratteln, Suíça ou Novartis Pharma Produktions GmbH, Wehr, Alemanha (vide cartucho).


SAC 0800 888 3003

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
2 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
3 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
4 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
5 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
6 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
7 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
8 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
9 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
10 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
11 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
12 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
13 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
14 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
15 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
16 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
17 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
18 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
19 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
22 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
23 Lática: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; láctica.
24 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
25 Sudorese: Suor excessivo
26 Cabeça:
27 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
28 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
29 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
30 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
31 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
32 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
33 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
34 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
35 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
36 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
37 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
38 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
39 Inflamações: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc. Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
40 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
41 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
42 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
43 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
44 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
45 Intravascular: Relativo ao interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
46 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
47 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
48 Língua:
49 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
50 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
51 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
52 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
53 Olhos:
54 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
55 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
56 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
57 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
58 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
59 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
60 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
61 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
62 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
63 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
64 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
65 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
66 Articulações:
67 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
68 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
69 Inchaço: Inchação, edema.
70 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
71 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
72 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
73 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
74 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
75 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
76 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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