Preço de Sutriptan em Woodbridge/SP: R$ 21,30

Sutriptan

ACTAVIS FARMACEUTICA LTDA.

Atualizado em 23/12/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Sutriptan®
succinato de sumatriptana

MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

APRESENTAÇÕES

Embalagens com 2 comprimidos revestidos de 50 ou 100 mg.

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido de SUTRIPTAN® 50 mg contém:

succinato de sumatriptana (equivalente a 50 mg de sumatriptana) 70 mg*
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, lactose1.

Cada comprimido revestido de SUTRIPTAN® 100 mg contém:

succinato de sumatriptana (equivalente a 100 mg de sumatriptana) 140 mg*
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, lactose1, óxido de ferro vermelho.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

SUTRIPTAN® comprimidos revestidos é indicado para o tratamento e alívio agudo2 das crises de enxaqueca3 já instaladas. Não use o medicamento para prevenir o aparecimento de crises de enxaqueca3 em pacientes adultos.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

SUTRIPTAN® contém sumatriptana, que pertence ao grupo de substâncias chamadas triptanas (também conhecidas como agonistas dos receptores 5-HT1).
Os sintomas4 de enxaqueca3 podem ser causados por uma dilatação ou inchaço5 dos vasos sanguíneos6 da cabeça7. Acredita-se que SUTRIPTAN® atue reduzindo a dilatação ou inchaço5, ajudando na redução da dor de cabeça7 e aliviando outros sintomas4 das crises de enxaqueca3, como náuseas8, vômitos9, sensibilidade à luz e ao som.
O tempo para início de ação de SUTRIPTAN® comprimidos revestidos é cerca de 30 minutos.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não use SUTRIPTAN® se você:

  • É alérgico à sumatriptana ou a qualquer outro componente da fórmula (ver “Composição”);
  • Tiver algum problema no coração10, como insuficiência cardíaca11 ou dores no peito12 (angina13), ou já teve um ataque cardíaco ou infarto14;
  • Tiver problemas de circulação15 nas pernas, que causam dores como cãibras quando você anda (doença vascular periférica16);
  • Teve um acidente vascular cerebral17 (AVC) ou um ataque isquêmico18 transitório (AIT);
  • Tiver enxaqueca3 do tipo basilar ou enxaqueca3 hemiplégica. Caso não tenha certeza se você tem um desses tipos de enxaqueca3, consulte seu médico.
  • Tiver doença isquêmica intestinal, caracterizada por inflamação19 e danos no intestino grosso20, causado por suprimento sanguíneo inadequado;
  • Tem pressão arterial21 elevada (pressão alta);
  • Tem graves problemas no fígado22.

Se você tem alguma doença nos rins23 ou no fígado22, consulte seu médico. Caso seu problema de rins23 ou fígado22 seja grave, SUTRIPTAN® pode não ser adequado para você.

Não use SUTRIPTAN®:

  • Com outros medicamentos para enxaqueca3, incluindo aqueles que contenham ergotamina ou medicamentos similares, tais como metisergida;
  • Com antidepressivos chamados IMAO24 (inibidores da monoaminoxidase25), ou se tiver tomado esses medicamentos nas últimas duas semanas.
  • Com outros medicamentos para enxaqueca3 contendo triptanas (por exemplo, naratriptana, zolmitriptana, rizatriptana), ou se tiver tomado esses medicamentos nas últimas 24 horas.

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que tiveram infarto do miocárdio26, doença cardíaca isquêmica (DCI), angina13 de Prinzmetal/vasoespasmo coronariano, doença vascular periférica16 ou que apresentem sinais27 ou sintomas4 compatíveis com DCI.
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com história de acidente vascular cerebral17 (AVC) ou de ataque isquêmico18 transitório (AIT).
Este medicamento é contraindicado para o uso por pacientes com doença isquêmica intestinal. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com hipertensão28 descompensada.
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência hepática29 grave.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento é de uso exclusivamente oral.
SUTRIPTAN® comprimidos revestidos só deve ser utilizado quando houver um diagnóstico30 claro de enxaqueca3. Use este medicamento conforme prescrição médica.
A administração concomitante de qualquer triptano/agonista31 do receptor 5-HT1 com SUTRIPTAN® não é recomendada.
O abuso de SUTRIPTAN® pode estar associado ao agravamento da dor. Caso seja esse o seu caso, procure seu médico, pois pode ser necessário suspender o tratamento.

SUTRIPTAN® pode causar eventos adversos sérios, incluindo ataque cardíaco e outros problemas no coração10 (ver item 8. “QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”). Problemas no coração10 podem levar ao óbito32.

Pare de tomar SUTRIPTAN® e solicite ajuda médica de emergência33 imediatamente se você apresentar os seguintes sintomas4 de ataque cardíaco:

  • Desconforto no centro do peito12 que dura mais que poucos minutos, ou que passa e volta;
  • Aperto forte, dor, pressão ou peso no peito12, garganta34, pescoço35 ou mandíbula36;
  • Dor ou desconforto em seus braços, costas37, pescoço35, mandíbula36 ou estômago38;
  • Falta de ar com ou sem desconforto no peito12;
  • Sensação de ansiedade e começar a suar frio;
  • Náuseas8 ou vômitos9;
  • Sensação de tontura39.

SUTRIPTAN® não é indicado para pessoas com fatores de risco para doenças cardíacas, a menos que um exame de coração10 seja feito e não apresente qualquer problema. Você tem um maior risco de doença cardíaca se:

  • Tem pressão sanguínea elevada;
  • Tem níveis elevados de colesterol40;
  • Fuma;
  • Está acima do peso;
  • Tem diabetes41;
  • Tem um forte histórico familiar de doença cardíaca;
  • É um homem com mais de 40;
  • É uma mulher que esteja na menopausa42.

Se qualquer um dos fatores acima se aplicar a você, pode significar que você tenha um risco aumentado de desenvolver uma doença cardíaca. Desta forma, converse com seu médico que sua função cardíaca deve ser avaliada antes do início do tratamento com SUTRIPTAN®.

Em casos muito raros, algumas pessoas desenvolveram graves condições cardíacas após o tratamento com succinato de umatriptana, mesmo que não tivessem sinais27 de doença cardíaca antes do início do tratamento.

SUTRIPTAN® não é recomendado para pessoas com mais de 65 anos ou com menos de 18 anos.

Antes de tomar SUTRIPTAN®, converse com seu médico sobre todas as suas condições médicas, incluindo se você:

  • Tem pressão sanguínea elevada;
  • Tem níveis elevados de colesterol40;
  • Tem diabetes41;
  • Fuma;
  • Está acima do peso;
  • Tem problemas cardíacos ou um forte histórico familiar de doença cardíaca ou acidente vascular cerebral17 (AVC);
  • Tem alguma doença nos rins23;
  • Tem alguma doença no fígado22;
  • Tenha tido epilepsia43 ou convulsões;
  • Se você tiver quaisquer outras condições que poderiam torná-lo mais provável de ter uma convulsão44 (por exemplo, uma lesão45 na cabeça7 ou alcoolismo);
  • Não está utilizando um método contraceptivo eficaz;
  • Ficar grávida durante o tratamento com SUTRIPTAN®;
  • Está amamentando ou planeja amamentar. SUTRIPTAN® passa pelo leite materno e pode prejudicar o bebê. Converse com seu médico sobre a melhor forma de alimentar o seu bebê se você tomar SUTRIPTAN®.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Crianças e Adolescentes: A eficácia e a segurança de succinato de sumatriptana em pacientes pediátricos (abaixo de 18 anos) não foram estabelecidas. O uso de SUTRIPTAN® em pacientes abaixo de 18 anos não é recomendado.

Idosos (acima de 65 anos): A experiência com a utilização da sumatriptana em pacientes maiores de 65 anos é limitada. O uso de SUTRIPTAN® em pacientes maiores de 65 anos não é recomendado.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
SUTRIPTAN® pode causar tontura39, fraqueza ou sonolência. Se você apresentar esses sintomas4, não é recomendado que você dirija veículos, opere máquinas ou realize atividades que necessitem atenção.

Gravidez46 e lactação47
O uso de SUTRIPTAN® não é recomendado durante a gravidez46. Se você está grávida, ou pretende engravidar, não use SUTRIPTAN® sem consultar seu médico. Ele vai avaliar os benefícios esperados para você em comparação aos riscos do uso de SUTRIPTAN® para o feto48.
Os componentes de SUTRIPTAN® podem passar pelo leite materno. Por isso, não amamente seu bebê com seu leite por até 12 horas após fazer uso de SUTRIPTAN®. Caso você produza leite durante esse período, retire-o e descarte-o.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Interações medicamentosas

Informe o seu médico sobre todos os medicamentos que toma, incluindo os sob prescrição e medicamentos isentos de receita médica, vitaminas e suplementos de ervas. SUTRIPTAN® e alguns outros medicamentos podem interagir entre si, causando efeitos secundários graves.

Informe seu médico especialmente se tomar medicamentos antidepressivos chamados:

  • Inibidores Seletivos de Recaptação de Serotonina (ISRS);
  • Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina49 (IRSN);
  • Antidepressivos Tricíclicos (TCAs);
  • Inibidores da Monoaminoxidase25 (IMAO24).

Se você for alérgico a antibióticos chamados sulfonamidas.
Se assim for, você também pode ser alérgico a SUTRIPTAN®. Se você sabe que você é alérgico a um antibiótico, mas você não tem certeza se é uma sulfonamida, informe o seu médico ou farmacêutico antes de utilizar SUTRIPTAN®.

Medicamentos contendo outras triptanas
Informe ao seu médico ou farmacêutico se estiver tomando outros medicamentos para enxaqueca3 contendo triptanas (por exemplo, naratriptana, zolmitriptana, rizatriptana). Caso você tenha tomado algum desses medicamentos, você deve aguardar pelo menos 24 horas antes de iniciar o tratamento com SUTRIPTAN®.

Ergotamina
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver tomando ergotamina, um medicamento também usado para tratar a enxaqueca3, ou medicamentos similares, como metisergida. Caso você tenha tomado algum desses medicamentos, você deve aguardar pelo menos 24 horas antes de iniciar o tratamento com SUTRIPTAN®.
Pergunte ao seu médico ou farmacêutico para obter uma lista destes medicamentos se você não tem certeza.
Conheça os medicamentos que você toma. Mantenha uma lista deles para mostrar ao seu médico ou farmacêutico ao começar um tratamento com novo medicamento.

Inibidores da Monoaminoxidase25 (IMAO24), Inibidores Seletivos de Recaptação de Serotonina (ISRS) e Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina49 (IRSN)
Uma interação pode ocorrer entre a sumatriptana e IMAOs e a administração concomitante é contraindicada (ver item 3. “QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Houve raros relatos pós-comercialização descrevendo pacientes com síndrome serotoninérgica50 (incluindo estado mental alterado, instabilidade autonômica e anormalidades neuromusculares) após o uso de ISRSs e sumatriptana. Exemplos de IMAOs e ISRSs incluem citalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina e sertralina. Síndrome serotoninérgica50 também foi reportada após o tratamento concomitante com triptanas e IRSN (incluindo venlafaxina e duloxetina) (ver abaixo, em Síndrome Serotoninérgica50).

Síndrome Serotoninérgica50
O uso de SUTRIPTAN® com antidepressivos chamados Inibidores Seletivos de Recaptação de Serotonina (ISRS), Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina49 (IRSN) ou Antidepressivos Tricíclicos (por exemplo, imipramina e amitriptilina) utilizados no tratamento de depressão é contraindicado.
Tomar SUTRIPTAN® com esses medicamentos pode causar estado mental alterado, por exemplo, agitação, alucinações51, confusão, coma52; instabilidade autonômica, por exemplo, taquicardia53, baixa pressão arterial21, hipertermia, sudorese54, náuseas8, vômitos9 e diarreia55; anormalidades neuromusculares, por exemplo, hiper-reflexia, falta de coordenação (síndrome serotoninérgica50).
Se você não tiver certeza se está tomando um ISRS, IRSN ou antidepressivo tricíclico, verifique com seu médico ou farmacêutico. Entre em contato com seu médico imediatamente se você apresentar algum desses sintomas4.

Em caso de suspeita de síndrome serotoninérgica50, o uso de SUTRIPTAN® deve ser descontinuado.

Se você for fazer um exame de sangue56 para saber como está seu fígado22, avise seu médico, pois o uso de SUTRIPTAN® pode alterar os resultados.
Não são conhecidas interações relevantes com alimentos.
Este medicamento contém LACTOSE1.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde57.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Mantenha o produto em sua embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspectos físicos
SUTRIPTAN® 50 mg: comprimidos revestidos de cor branca.
SUTRIPTAN® 100 mg: comprimidos revestidos de cor rosa.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Modo de uso
Uso oral.
Você deve engolir o comprimido inteiro com água, tão logo os sintomas4 de sua enxaqueca3 apareçam, embora você possa usá-lo a qualquer momento durante a crise.
SUTRIPTAN® só deve ser usado após o aparecimento da crise de enxaqueca3. Não use SUTRIPTAN® para tentar prevenir o aparecimento da enxaqueca3.
Não use medicamentos que contenham ergotamina e diidroergotamina até seis horas após ter usado SUTRIPTAN®. Se você não tem certeza a respeito dos medicamentos que está tomando, consulte seu médico.
Não use SUTRIPTAN® até pelo menos 24 horas depois de ter usado qualquer medicamento que contenha ergotamina e diidroergotamina.
A dose recomendada de SUTRIPTAN® não deve ser excedida.

Posologia
Adultos:
A dose recomendada de SUTRIPTAN® comprimidos revestidos para adultos é de 50 mg. Você deve engolir o comprimido inteiro com água, tão logo os sintomas4 de sua enxaqueca3 apareçam, embora você possa usá-lo a qualquer momento durante a crise de enxaqueca3. Algumas pessoas podem precisar de uma dose de 100 mg. Seu médico escolherá a melhor dose para o seu caso.
Não tome mais comprimidos de SUTRIPTAN® se a primeira dose não aliviar seus sintomas4. Você pode tomar sua medicação usual para dores de cabeça7, desde que não contenham ergotamina ou diidroergotamina.
Você pode tomar uma segunda dose de SUTRIPTAN® em um intervalo mínimo de duas horas entre as doses, caso a primeira dose tenha aliviado os sintomas4 de sua enxaqueca3, mas os sintomas4 tenham voltado.
Não ultrapasse a dose total de 200 mg (dois comprimidos revestidos de 100 mg ou quatro comprimidos revestidos de 50 mg) no intervalo de 24 horas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todo medicamento, SUTRIPTAN® pode causar reações adversas.
Algumas pessoas podem ser alérgicas a determinadas medicações. Se você sentir algum dos seguintes sintomas4 logo após usar SUTRIPTAN®, PARE de usar este medicamento e avise seu médico imediatamente: falta de ar repentina ou aperto no peito12; inchaço5 nas pálpebras58, face59 ou lábios; convulsão44; erupções cutâneas60 em qualquer parte do corpo; dor abdominal ou sangramento retal.

Dados de estudos clínicos
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): tonteira, sonolência; aumentos transitórios da pressão sanguínea, aparecendo logo após o tratamento; rubor (vermelhidão da face59 por um curto período de tempo); dificuldade para respirar; sensação de náusea61 ou vômito62; sensação de calor ou frio; sensação de peso ou pressão em qualquer parte do corpo, incluindo peito12 e garganta34; sensação de fraqueza e cansaço (normalmente temporários e de intensidade leve a moderada); dor ou sensação de dormência63.

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): pequenas alterações nos testes para avaliar a função do fígado22 foram observadas ocasionalmente.

Dados pós-comercialização
Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações alérgicas, variando de hipersensibilidade cutânea64 à anafilaxia65, que são reações alérgicas graves e generalizadas; convulsões; tremores; movimentos descontrolados; distúrbios visuais, como visão66 tremida, reduzida, dupla, perda de visão66 e, em alguns casos, alterações permanentes (embora esses distúrbios possam ocorrer devido à crise de enxaqueca3); batimentos do coração10 mais lentos ou mais rápidos que o normal, ou sensação de batimentos cardíacos irregulares ou fortes; palidez nos dedos dos pés e das mãos67 (fenômeno de Raynaud68); pressão sanguínea baixa; colite69 isquêmica.
Se algum destes sintomas4 ocorrer, você não precisa parar de tomar o medicamento, mas avise seu médico na próxima consulta.
Entretanto, caso você apresente uma coloração roxa persistente dos pés e das mãos67, pare de tomar o medicamento e avise seu médico imediatamente.
Se você experimentar uma dessas reações ou qualquer reação adversa não descrita nesta bula, por favor, informe seu médico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

As doses acima de 400 mg por via oral não estiveram associadas a efeitos colaterais70 diferentes dos já mencionados.
Se você acidentalmente exceder a dose máxima diária permitida, contate seu médico imediatamente. Leve a embalagem e a bula com você, para que ele possa identificar o que está tomando.

Em caso de uso de uma grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

 

Reg. MS nº 1.0492.0219
Farm. Resp.: Luis Carlos de Oliveira - CRF-RJ nº 7796

Fabricado por:
Arrow Pharm (Malta) Ltd.
Birzebbugia - Malta.

Importado por:
Actavis Farmacêutica Ltda.
Rua Barão de Petrópolis, 311 - Rio de Janeiro - RJ
CEP 20251-061 - CNPJ 33.150.764/0001-12
Indústria Brasileira

Comercializado por:
Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
Extrema - MG Indústria Brasileira

 

SAC 0800 9708180


 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
3 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Inchaço: Inchação, edema.
6 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
7 Cabeça:
8 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
9 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
10 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
11 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
12 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
13 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
14 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
15 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
16 Doença vascular periférica: Doença dos grandes vasos dos braços, pernas e pés. Pode ocorrer quando os principais vasos dessas áreas são bloqueados e não recebem sangue suficiente. Os sinais são: dor e cicatrização lenta de lesões nessas áreas.
17 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
18 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
19 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
20 Intestino grosso: O intestino grosso é dividido em 4 partes principais: ceco (cecum), cólon (ascendente, transverso, descendente e sigmoide), reto e ânus. Ele tem um papel importante na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal), de alguns nutrientes e certas vitaminas. Mede cerca de 1,5 m de comprimento.
21 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
22 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
23 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
24 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
25 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
26 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
27 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
28 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
29 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
30 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
31 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
32 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
33 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
34 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
35 Pescoço:
36 Mandíbula: O maior (e o mais forte) osso da FACE; constitui o maxilar inferior, que sustenta os dentes inferiores. Sinônimos: Forame Mandibular; Forame Mentoniano; Sulco Miloióideo; Maxilar Inferior
37 Costas:
38 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
39 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
40 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
41 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
42 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
43 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
44 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
45 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
46 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
47 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
48 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
49 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
50 Síndrome serotoninérgica: Síndrome serotoninérgica ou síndrome da serotonina é caracterizada por uma tríade de alterações do estado mental (ansiedade, agitação, confusão mental, hipomania, alucinações e coma), das funções motoras (englobando tremores, mioclonias, hipertonia, hiperreflexia e incoordenação) e do sistema nervoso autônomo (febre, sudorese, náuseas, vômitos, diarreia e hipertensão). Ela pode ter causas diversas, mas na maioria das vezes ocorre por uma má interação medicamentosa, quando dois ou mais medicamentos que elevam a neurotransmissão serotoninérgica por meio de distintos mecanismos são utilizados concomitantemente ou em overdose.
51 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
52 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
53 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
54 Sudorese: Suor excessivo
55 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
56 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
57 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
58 Pálpebras:
59 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
60 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
61 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
62 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
63 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
64 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
65 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
66 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
67 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
68 Fenômeno de Raynaud: O fenômeno de Raynaud (ou Raynaud secundário) ocorre subsequentemente a um grande grupo de doenças, como artrite, vasculite, esclerodermia, dentre outras. Esta forma de Raynaud pode progredir para necrose e gangrena dos dedos.
69 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
70 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.

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