Perlatte

EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.

Atualizado em 06/01/2020

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

Perlatte
lactase
Comprimidos

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Comprimido

USO ORAL

COMPOSIÇÃO

enzima1 lactase 9.000 unidades FFC*
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: estabilizantes celulose microcristalina, polivinilpirrolidona insolúvel e croscarmelose sódica, antiumectante dióxido de silício.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

O que é Perlatte?

Perlatte é a enzima1 lactase na concentração de 9.000 FCC* por comprimido.

O que é a lactase?

A lactase é uma enzima1 presente em nosso organismo e responsável pela quebra da lactose2 em dois açúcares simples: glucose e galactose3, para que possam ser absorvidos1,2. Portanto, é essencial para a digestão4 do leite e de seus derivados. A deficiência primária de lactase (conhecida como não-persistência de lactase ou hipolactasia primária) é uma condição que afeta 60 a 70% da população mundial, variando conforme a etnia3,4 .

Muitos indivíduos com deficiência primária de lactase desenvolverão intolerância à lactose23,4, que é uma síndrome5 clínica caracterizada por desconforto gástrico como náuseas6, inchaço7, borborigmo, dor abdominal e diarreia8 após o consumo de alimentos que contêm lactose2 (leite e derivados)1,2,5,6.

Porque tomar lactase?

Estudos indicam que o consumo da lactase exógena promove a adequada hidrólise da lactose2, com redução do desconforto gastrointestinal7–11, possibilitando o consumo de laticínios8,9 em indivíduos intolerantes ou com restrições ao consumo de lactose2.

Como Perlatte deve ser consumido?

Consumir 1 comprimido antes da ingestão de produtos de origem láctea ou consumir conforme orientação do Médico ou Nutricionista9.

Recomendações de uso

A finalidade de uso do produto Lactase em comprimidos é suplementar a deficiência da enzima1 lactase, auxiliando a digestão4 da lactose2 presente em produtos lácteos.

O produto fornece 9.000 unidades FCC* da enzima1 lactase na porção recomendada e deverá ser ingerido concomitantemente a produtos de origem láctea.

Importante: o uso de Perlatte se dá sob demanda, ou seja, para indivíduos com deficiência da enzima1 lactase, sempre que houver a ingestão da lactose2.

Quais são os ingredientes de Perlatte?

Lactase de Aspergillus oryzae, estabilizantes celulose microcristalina, polivinilpirrolidona insolúvel e croscarmelose sódica, antiumectante dióxido de silício. NÃO CONTÉM GLÚTEN10

INFORMAÇÃO NUTRICIONAL 

Porção 320 mg (1 comprimido): Não contém quantidade significativa de valor energético, carboidratos, proteínas11, gorduras totais, gorduras saturadas12, gorduras trans13, fibra alimentar e sódio.

Valores Diários com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Há alguma restrição de uso para o Perlatte?

Não deve ser consumido por diabéticos e indivíduos com galactosemia14.

Consumir sob orientação do médico ou nutricionista9.

Como Perlatte deve ser armazenado?

Mantenha este produto em sua embalagem original, em local fresco e seco e ao abrigo da luz e umidade.

Referências Bibliográficas

  1. Misselwitz B, Pohl D, Frühauf H, Fried M, Vavricka SR, Fox M. Lactose2 malabsorption and intolerance: pathogenesis, diagnosis and treatment. United European gastroenterology journal 2013; 1: 151–9.
  2. Di Rienzo T, D’Angelo G, D’Aversa F, et al. Lactose2 intolerance: from diagnosis to correct management. European review for medical and pharmacological sciences 2013; 17 Suppl 2: 18–25.
  3. Malterre T. Digestive and nutritional considerations in celiac disease: could supplementation help? Alternative medicine review: a journal of clinical therapeutic 2009; 14: 247–57.
  4. Carter SL, Attel S. The diagnosis and management of patients with lactose2-intolerance. The Nurse practitioner 2013; 38: 23–8.
  5. Mattar R, Mazo DF de C. Intolerância à lactose2: mudança de paradigmas com a biologia molecular. Revista da Associação Médica Brasileira 2010; 56: 230–6.
  6. Montalto M, Curigliano V, Santoro L, et al. Management and treatment of lactose2 malabsorption. World journal of gastroenterology: WJG 2006; 12: 187– 91.
  7. Lami F, Callegari C, Tatali M, et al. Efficacy of addition of exogenous lactase to milk in adult lactase deficiency. The American journal of gastroenterology 1988; 83: 1145–9.
  8. Rosado JL, Solomons NW, Lisker R, Bourges H. Enzyme replacement therapy for primary adult lactase deficiency. Effective reduction of lactose2 malabsorption and milk intolerance by direct addition of beta-galactosidase to milk at mealtime. Gastroenterology 1984; 87: 1072–82.
  9. Rosado JL, Morales M, Pasquetti A. Lactose2 digestion and clinical tolerance to milk, lactoseprehydrolyzed milk and enzyme-added milk: a study in undernourished continuously enteral-fed patients. JPEN Journal of parenteral and enteral nutrition; 13: 157–61.
  10. Montalto M, Nucera G, Santoro L, et al. Effect of exogenous betagalactosidase in patients with lactose2 malabsorption and intolerance: a crossover double-blind placebo15-controlled study. European journal of clinical nutrition 2005; 59: 489–93.
  11. Solomons NW, Guerrero AM, Torun B. Dietary manipulation of postprandial colonic lactose2 fermentation: II. Addition of exogenous, microbial betagalactosidases at mealtime. The American journal of clinical nutrition 1985; 41: 209–21.
  12. Mattar R, Mazo DFC. Intolerância à lactose2: mudança de paradigmas com a biologia molecular. Rev Assoc Med Bras 2010; 56(2): 230-6.

??????????????* 1 unidade FCC é definida como a quantidade da enzima1 que libera o-nitrofenol a uma taxa de 1 mol/min, sob as condições estabelecidas pelo Food Chemicals Codex (FCC).

DIZERES LEGAIS

Reg. MS n° 6.6034.0013

Registrado por:
Eurofarma Laboratórios S.A.
CNPJ 61.190.096/0001-92

Fabricado e Distribuído por:
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Rod. Pres. Castello Branco, Km 35,6 – Itapevi/SP
CNPJ: 61.190.096/0008-69
Indústria Brasileira


SAC 0800 704 3876

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Galactose: 1. Produção de leite pela glândula mamária. 2. Monossacarídeo usualmente encontrado em oligossacarídeos de origem vegetal e animal e em polissacarídeos, usado em síntese orgânica e, em medicina, no auxílio ao diagnóstico da função hepática.
4 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
5 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
6 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
7 Inchaço: Inchação, edema.
8 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
9 Nutricionista: Especialista em nutricionismo, ou seja, especialista no estudo das necessidades alimentares dos seres humanos e animais, e dos problemas relativos à nutrição.
10 Glúten: Substância viscosa, extraída de cereais, depois de eliminado o amido. É uma proteína composta pela mistura das proteínas gliadina e glutenina.
11 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
12 Gorduras saturadas: Elas são encontradas principalmente em produtos de origem animal. Em temperatura ambiente, apresentam-se em estado sólido. Estão nas carnes vermelhas e brancas (principalmente gordura da carne e pele das aves e peixes), leite e seus derivados integrais (manteiga, creme de leite, iogurte, nata) e azeite de dendê.
13 Gorduras trans: Tipo específico de gordura formada por um processo de hidrogenação natural (ocorrido no rúmen de animais) ou industrial. Esta hidrogenação industrial transforma óleos vegetais líquidos em gordura sólida à temperatura ambiente e são utilizadas para melhorar a consistência dos alimentos e também aumentar a vida de prateleira de alguns produtos. Mas o consumo excessivo de alimentos ricos em gorduras trans pode causar aumento do colesterol total e do colesterol ruim (LDL-colesterol) e também redução dos níveis de colesterol bom (HDL-colesterol).
14 Galactosemia: Doença hereditária que afeta o metabolismo da galactose (“produção”).
15 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.

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