Preço de Estradot em Houston/SP: R$ 87,27

Estradot

NOVARTIS BIOCIENCIAS S.A

Atualizado em 13/01/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Estradot®
estradiol
Adesivos transdérmicos 25 mcg, 50 mcg ou 100 mcg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Adesivo transdérmico
Embalagens contendo 8 sistemas adesivos transdérmicos

VIA TRANSDÉRMICA
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Descrição do sistema adesivo transdérmico de Estradot® 25,0 mcg:

tamanho do adesivo 2,5 cm2
conteúdo de estradiol hemi-hidratado 0,390 mg
taxa de liberação nominal in vivo 25,0 mcg estradiol/dia

Excipientes: adesivo acrílico, adesivo de silicone, álcool oleílico, dipropilenoglicol e povidona (matriz adesiva). Copolímero de acetato de etileno de vinila/polietileno, copolímero de cloreto de vinilidina/cloreto de vinila (camada de suporte)


Descrição do sistema adesivo transdérmico de Estradot® 50,0 mcg:

tamanho do adesivo 5,00 cm2
conteúdo de estradiol hemi-hidratado 0,780 mg
taxa de liberação nominal in vivo 50,0 mcg estradiol/dia

Excipientes: adesivo acrílico, adesivo de silicone, álcool oleílico, dipropilenoglicol e povidona (matriz adesiva). Copolímero de acetato de etileno de vinila/polietileno, copolímero de cloreto de vinilidina/cloreto de vinila (camada de suporte)


Descrição do sistema adesivo transdérmico de Estradot® 100,0 mcg:

tamanho do adesivo 10,00 cm2
conteúdo de estradiol hemi-hidratado 1,560 mg
taxa de liberação nominal in vivo 100,0 mcg estradiol/dia

Excipientes: adesivo acrílico, adesivo de silicone, álcool oleílico, dipropilenoglicol e povidona (matriz adesiva). Copolímero de acetato de etileno de vinila/polietileno, copolímero de cloreto de vinilidina/cloreto de vinila (camada de suporte)

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Estradot® é um sistema adesivo transdérmico que deve ser aplicado diretamente na pele1. Ele está disponível em três tamanhos, cada um deles contendo quantidades diferentes de estradiol: 25 mcg, 50 mcg ou 100 mcg – embalagens contendo 8 sistemas adesivos transdérmicos.

Estradot® é usado para terapia hormonal (TH) como segue:

Alívio dos sintomas2 da menopausa3: Estradot® é usado para aliviar o desconforto que você pode apresentar durante e após a menopausa3. A menopausa3 ocorre naturalmente em todas as mulheres, geralmente entre 45 e 55 anos. Também pode ocorrer em mulheres mais jovens que tiveram seus ovários4 cirurgicamente removidos. Após a menopausa3, seu corpo produz muito menos estrogênio do que antes. Isto pode causar sintomas2 desagradáveis como calor no rosto, pescoço5 e peito6, “fogachos” (ondas repentinas de calor e suor afetando todo o corpo), problemas para dormir, irritabilidade e depressão. Os estrogênios podem ser administrados para reduzir ou eliminar estes sintomas2.

Prevenção da osteoporose7: Após a idade de 40 anos, e especialmente após a menopausa3, algumas mulheres desenvolvem osteoporose7. É um afinamento dos ossos que os fazem mais fracos e mais prováveis de se quebrarem. Afeta os ossos da coluna vertebral8, quadril e pulso em particular. O risco de osteoporose7 é aumentado pela falta de estrogênios. Tomar estrogênios após a menopausa3 reduz a perda óssea e pode ajudar a prevenir a osteoporose7.

Seu médico discutirá os benefícios e os riscos de Estradot® e outras terapias alternativas antes do início do tratamento.

Estradot® não é usado para prevenção de doenças cardíacas. Estradot® não é um contraceptivo, e nem irá restabelecer a fertilidade.

Pergunte ao seu médico se você tem dúvidas sobre o funcionamento de Estradot® ou o motivo que este medicamento foi prescrito a você.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Estradot® contém estradiol (um hormônio9 estrogênico), e é um adesivo transdérmico. Quando Estradot® é aplicado na pele1, o adesivo libera pequenas quantidades de estradiol, que passam diretamente através da pele1 para a corrente sanguínea. O estradiol é idêntico ao hormônio9 natural produzido pelos ovários4 antes da menopausa3.

O tempo estimado para início da ação farmacológica é de 4 horas após aplicação do adesivo transdérmico.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não use Estradot®:

  • Se você é alérgica (hipersensibilidade) ao Estradot® (estradiol) ou a qualquer um dos componentes do Estradot®, listados no início desta bula;
  • Se você tem ou teve recentemente ou se seu médico acha que você pode ter câncer10 de mama11 ou de endométrio12 (camada interna do útero13) ou qualquer outro tipo de câncer10 que é sensível a estrogênios;
  • Se você tem sangramento vaginal anormal que não tenha sido investigado;
  • Se você tem doença grave no fígado14;
  • Se você tem ou já teve coágulos nos vasos sanguíneos15 ou pulmões16. Isto pode causar inflamação17 dolorosa nas veias18 (tromboflebite19) ou obstruir um vaso sanguíneo da perna (trombose venosa profunda20), pulmões16 (embolismo21 pulmonar), ou outros órgãos;
  • Se você já teve infarto22 cardíaco ou derrame23 cerebral;
  • Se você tem uma alteração da pigmentação sanguínea chamada porfiria24. Esta condição afeta seu fígado14;
  • Se você está grávida ou planeja engravidar;
  • Se você está amamentando.

Se alguma dessas situações se aplica a você, informe ao seu médico e não use Estradot®. Se você acha que pode ser alérgica, fale com seu médico.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Siga todas as instruções do seu médico cuidadosamente. Elas podem diferir das informações gerais contidas nesta bula. Leia cuidadosamente esta bula antes de começar a usar Estradot®.

Monitoramento durante o tratamento com Estradot®

  • Seu médico examinará suas mamas25 e sua pélvis. Avise seu médico se você suspeitar de alguma anormalidade;
  • Se você tiver sangramento intenso ou continuar a ter sangramento ou spotting após alguns meses de tratamento, informe ao seu médico para que o tratamento seja reavaliado, se necessário;
  • Avise seu médico com antecedência sobre qualquer hospitalização ou cirurgia planejada. Se você necessitar ir a um hospital inesperadamente, avise ao médico que a atender que você está usando Estradot®. A terapia com Estradot® não deverá ser retomada até que você esteja se movimentando normalmente.

Peça ao seu médico ou farmacêutico para responder a quaisquer dúvidas que você possa vir a ter.

Tome cuidado especial com Estradot®

Antes de começar a usar Estradot®, você e seu médico discutirão seu histórico médico pessoal e familiar. Você também será submetida a exames físicos e ginecológicos.

Avise ao seu médico se você tem ou já teve alguma das condições a seguir

  • Câncer10 de mama11 (incluindo casos de câncer10 de mama11 em sua família);
  • Caroços nas mamas25;
  • Miomas ou outros tumores benignos;
  • Endometriose26 (distúrbio da pélvis causando períodos menstruais dolorosos);
  • Icterícia27 ou coceira durante a gravidez28 ou relacionada ao uso de estrogênios;
  • Problemas no coração29, rim30 ou fígado14;
  • Doença na vesícula biliar31;
  • Hipertensão arterial32;
  • Asma33;
  • Epilepsia34;
  • Diabetes35;
  • Enxaqueca36;
  • Surdez aguda (perda da audição resultante de um problema com os ossos do ouvido);
  • Hipotireoidismo37 (uma condição na qual a glândula38 tireoide39 não produz hormônio9 tireoidiano suficiente e para isto você é tratada com terapia de reposição hormonal da tireoide39);
  • Reações alérgicas graves;
  • Uma condição chamada angioedema40 hereditário ou episódios de rápido inchaço41 das mãos42, pés, face43, lábios, olhos44, língua45, garganta46 (obstrução das vias aéreas) ou do trato digestivo.

Se alguma destas situações se aplicar a você, informe ao seu médico antes de usar Estradot®. Seu médico poderá requerer especial cuidado se você apresentar ou já apresentou alguma dessas condições. Informe ao seu médico se você acha que seu risco de coágulos nos vasos sanguíneos15 é alto.

O risco é aumentado com a idade ou:

  • Se você ou alguém da sua família já teve obstrução de um vaso sanguíneo das pernas ou dos pulmões;47
  • Se você já teve lúpus48 eritematoso49 sistêmico50 (LES), uma doença no tecido conjuntivo51;
  • Se você está acima do peso;
  • Se você já teve vários abortos;
  • Se você tem varizes52.

Se algum desses casos se aplicar a você, avise ao seu médico imediatamente.

Crianças e adolescentes

Estradot® não é indicado para crianças.

Gestantes e amamentação53

Não use Estradot® se você estiver grávida ou engravidar. O uso de Estradot® durante a gravidez28 pode ocasionar defeitos no feto54.

Não amamente enquanto estiver usando Estradot®.

Consulte seu médico ou farmacêutico antes de usar qualquer medicamento.

Estradot® não é um contraceptivo e não previne a gravidez28.

Se você estiver tomando anticoncepcionais, ou usando outro método contraceptivo hormonal, você precisará usar um método contraceptivo não hormonal durante a terapia com Estradot®. Seu médico discutirá os riscos potenciais com você.

Efeitos na habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas

Estradot® não demonstrou efeitos na habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas.

Ingestão concomitante com outras substâncias

Avise ao seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento. Lembre-se também de incluir aqueles não prescritos por um médico.

Isto inclui particularmente os seguintes: medicamentos ansiolíticos (por ex.: meprobamato), antiepilépticos (por ex.: carbamazepina, fenitoína e fenobarbital), fenilbutazona (um medicamento anti-inflamatório), antibióticos e outros medicamentos anti-infecciosos (por ex.: rifampicina, cetoconazol, eritromicina, rifabutina, nevirapina, efavirenz, ritonavir, nelfinavir) e medicamentos fitoterápicos (por ex.: Erva de São João).

Estes medicamentos podem ser afetados pelo Estradot®, ou vice-versa, eles podem afetar o bom funcionamento de Estradot®. Seu médico pode precisar ajustar a dose do seu tratamento.

Informe ao seu médico de que está em tratamento com Estradot® se você vai fazer exames de laboratório. Alguns exames laboratoriais, como testes de tolerância à glicose55 ou a função da tireoide39, podem ser afetados pelo tratamento com Estradot®.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde56.

Este medicamento causa malformação57 ao bebê durante a gravidez28.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30 °C). Estradot® não deve ser mantido na geladeira ou congelado.

Uma vez aberto, os adesivos não devem ser armazenados, devendo ser aplicados imediatamente após a remoção do sachê protetor. O adesivo não deve ser exposto à luz direta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas

Forma de retângulo arredondado. Um sistema transdérmico sensível à pressão com um suporte polimérico translúcido de um lado e com uma película protetora do outro. O sistema transdérmico está contido em um envelope termosselado(p apel/polietileno/folha metálica/polietileno).

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Siga cuidadosamente as orientações do seu médico. Não exceda a dose recomendada.

Como aplicar Estradot®

Cada sistema adesivo é embalado individualmente em um sachê protetor. Para abrir, rasgue o sachê no local identificado (não use tesouras para evitar danos ao adesivo) e remova o adesivo.

Tenha certeza de que você retirou o adesivo antigo antes de aplicar o novo.

Uma película transparente firme de proteção cobre o lado adesivo do sistema, ou seja, o lado que será colocado contra a sua pele1. Esta película deve ser removida antes de se aplicar o adesivo. Deixe o adesivo com a película protetora voltada para você.

Retire um dos lados da película protetora e a descarte. Tente evitar tocar na porção adesiva com os seus dedos.

Segure o sistema pela outra metade da película e aplique o lado adesivo em uma área seca do seu abdômen. Pressione o lado adesivo suavemente contra a pele1. Dobre o outro lado do sistema.

Segure a borda da película e retire-a do adesivo.

Pressione o sistema contra a pele1 com a palma de sua mão58 por cerca de 10 segundos.

Se assegure de que o adesivo está propriamente aderido à sua pele1 e passe os dedos nas bordas do adesivo para garantir maior contato.


Aplique o adesivo imediatamente após ter aberto o sachê e removido a película protetora.

Estradot® deverá ser usado continuamente até que seja hora de substituí-lo por um novo adesivo. Você deverá aplicar o adesivo em locais diferentes a cada troca para achar o local mais confortável para você e onde as roupas não entrem em atrito contra o adesivo.

Tomar banho, nadar, ou se exercitar não deverão afetar o adesivo se ele tiver sido aplicado corretamente. Se o adesivo cair, agite-o para remover a água, seque a pele1 e reaplique o adesivo novamente.

Quando estiver tomando sol, certifique-se que o adesivo está coberto pela roupa. Quando estiver nadando, você pode usar o adesivo por baixo de suas roupas de banho.

Nunca aplique um adesivo na pele1 suada ou logo após um banho quente. Aguarde até que a pele1 esteja completamente seca e fresca.

Se o adesivo cair, reaplique o mesmo adesivo em um local diferente da pele1 (vide “Onde aplicar Estradot®”). Certifique- se que o local que você escolheu está limpo, seco e livre de hidratantes e/ou loções. Se o adesivo não colar completamente em sua pele1, use um novo adesivo. Independente de quando isso ocorrer continue trocando o adesivo no mesmo dia que você escolhera anteriormente.

Como começar o tratamento com Estradot®

Seu médico dirá a você qual adesivo de Estradot® será mais adequado ao seu tratamento. O tratamento deve ser iniciado com a menor dose. Durante o tratamento seu médico poderá ajustar a dose de acordo com suas necessidades pessoais.

Quando começar a usar Estradot®

Se você não fez histerectomia59 (operação para remover o útero13), seu médico dará a você, em adição ao adesivo, comprimidos contendo outro hormônio9 chamado progesterona. Isto é para inibir os efeitos do estrogênio na camada interna do útero13. Seu médico explicará como tomar estes comprimidos.

Onde aplicar Estradot®

Aplicar o adesivo na parte inferior do abdômen, abaixo da altura da cintura. Evite aplicar Estradot® na altura da cintura, uma vez que as roupas podem causar atrito contra o adesivo fazendo com que ele caia.

Atenção: Estradot® não deve ser aplicado nas mamas25.

Quando trocar o adesivo (de acordo com seu esquema de 3 a 4 dias), aplique o novo adesivo em local diferente. Espere pelo menos uma semana antes de aplicar o novo adesivo na área usada para o adesivo anterior. O adesivo não deve ser exposto à luz solar direta.

Antes de aplicar Estradot®, certifique-se que sua pele1 está:

  • Limpa, seca e fresca;
  • Sem qualquer tipo de talco, óleo, hidratante ou loções;
  • Sem cortes e/ou irritações.

Quando aplicar Estradot®

O adesivo de Estradot® deverá ser substituído duas vezes por semana. É recomendável que o adesivo seja substituído nos mesmos dias da semana (por ex.: todas as Segundas e Quintas-feiras) toda semana. Escolha dois dias que você provavelmente vá se lembrar. A sua embalagem de Estradot® contém um calendário no verso para ajudá-la a lembrar-se do dia da troca. Marque os dois dias da semana que você planeja seguir e sempre troque o adesivo nestes dois dias que você marcou.

Quando remover seu adesivo antigo, remova-o cuidadosamente e dobre-o ao meio com o lado adesivo para dentro. Jogue-o fora cuidadosamente, certificando-se que ele está fora do alcance de crianças, uma vez que ele ainda contém um pouco do medicamento. Se qualquer cola do adesivo ficar em sua pele1, permita que a pele1 fique seca por 15 minutos. Você pode então remover a cola residual friccionando delicadamente um creme à base de óleo ou loção na área em questão. Aplique o novo adesivo em um local diferente, limpo e seco da pele1. O mesmo local da pele1 não deverá ser usado novamente por ao menos uma semana após a remoção de um adesivo.

Por quanto tempo você deve usar Estradot®

O tratamento com Estradot® deverá ser continuado apenas enquanto for necessário.

Geralmente, você usará Estradot® durante vários meses ou mais. Isto a ajudará a controlar os sintomas2 e a prevenir a perda da massa óssea, ocorridos após a menopausa3.

Periodicamente, você e o seu médico deverão discutir os possíveis riscos e benefícios associados à terapia hormonal (TH) e decidir se você ainda precisa do tratamento.

Mulheres que fazem TH podem elevar os riscos de desenvolvimento de coágulos sanguíneos, câncer10 de mama11, câncer10 de útero13, doenças cardíacas, derrame23, ou provável demência60 (redução da memória ou habilidade mental).

Se você não fez histerectomia59 (uma operação para remover o útero13), seu médico dará a você, em adição ao adesivo, outro hormônio9 chamado progesterona para reduzir o risco de câncer10 de útero13. A redução do sangramento pode ocorrer no final no tratamento com a progesterona. Avise seu médico se seu ciclo menstrual está irregular e/ou com sangramento intenso.

Mulheres tomando estrogênios em monoterapia ou em combinação com progesterona, podem apresentar um risco aumentado de câncer10 de ovário61 que pode aparecer dentro de 5 anos de uso e diminuir lentamente ao longo do tempo após a descontinuação.

Converse com seu médico sobre estes riscos e benefícios, levando em conta seu estado de saúde56 atual.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser cortado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você esquecer-se de trocar o adesivo, substitua-o com outro adesivo assim que você se lembrar. Não importando quando isso acontecer volte ao esquema habitual, mantendo o dia especificado de troca do adesivo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todos os medicamentos, pessoas utilizando Estradot® podem apresentar algumas reações adversas, embora nem todas as pessoas apresentem.

Algumas reações adversas podem ser sérias:

  • Sinais62 de reações alérgicas graves podem incluir pressão no peito6, erupção63 cutânea64, prurido65, inchaço41 ou urticária66, falta de ar ou dificuldade para respirar, chiado ou tosse, delírio67, tontura68, alterações nos níveis de consciência, hipotensão69 com ou sem coceira generalizada, vermelhidão na pele1, inchaço41 na face43, garganta46, lábios, língua45, pele1 e edema70 periorbital;
  • Sinais62 de icterícia27: amarelamento dos olhos44 ou pele1, escurecimento da urina71, coceira na pele1;
  • Sinais62 ou sintomas2 de coágulos: dor nas panturrilhas72, coxas73 ou peito6, encurtamento repentino da respiração, tosse com sangue74, tontura68;
  • Sinais62 ou sintomas2 de um infarto22: dor no peito6, tontura68, náuseas75, encurtamento da respiração, pulso irregular;
  • Sinais62 ou sintomas2 de derrame23: desmaios, formigamento ou fraqueza dos braços e pernas, dor de cabeça76, tontura68 ou confusão mental, distúrbios visuais, dificuldade para engolir, fala vagarosa e perda da fala.

Se você apresentar algum destes sintomas2, pare de utilizar este medicamento e avise ao seu médico imediatamente.

Algumas reações adversas são muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Mamas25 inchadas ou doloridas;
  • Coceira no local do adesivo, dor e vermelhidão da pele1 após remoção do adesivo (sinais62 de reação no local da aplicação que incluem sangramento, hematomas77, queimação, desconforto, secura, pele1 fervente, edema70, eritema78, inflamação17, irritação, dor, pequenas saliências sólidas na pele1, erupção63 cutânea64, descoloração da pele1, pigmentação da pele1, inchaço41, urticária66 e bolhas).

Se alguma destas afetar você gravemente, avise ao seu médico.

Algumas reações adversas são comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Depressão;
  • Cefaleia79;
  • Enxaqueca36;
  • Tontura68;
  • Náuseas75;
  • Inchaço41 ou desconforto abdominal;
  • Dor (como dor nas extremidades, dor abdominal e dor nas costas80);
  • Sangramento vaginal ou spotting;
  • Alterações no corrimento vaginal;
  • Aumento das mamas25;
  • Mudanças no peso;
  • Inchaço41 das pernas, tornozelos, dedos ou abdômen devido à retenção de líquido (edema70).

Se alguma destas acima se aplicar a você e for grave, avise ao seu médico.

Algumas reações adversas são incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Protuberância ou uma massa na mama11 (possíveis sinais62 de câncer10 de mama11);
  • Vômitos81;
  • Perda de cabelos;
  • Excesso de pelos;
  • Candidíase82 vaginal (infecção83 vaginal fúngica84 com coceira intensa, corrimento vaginal);
  • Mudanças no interesse sexual;
  • Miomas (crescimento benigno no útero13).

Se algum dos sintomas2 acima se aplicar a você e for grave, avise ao seu médico.

Algumas reações adversas são de frequência desconhecida:

  • Nervosismo;
  • Mudanças rápidas de humor;
  • Aumento da pressão arterial85;
  • Diarreia86;
  • Distúrbio na vesícula biliar31 (tendência de formar cálculos biliares);
  • Mudanças na cor da pele1;
  • Sangramento vaginal forte e irregular ou spotting constante (possíveis sinais62 de hiperplasia endometrial87);
  • Reação alérgica88 (coceira, erupção63 cutânea64);
  • Urticária66;
  • Escurecimento da pele1, principalmente na face43 ou abdômen (cloasma89);
  • Cólicas90 menstruais;
  • Corrimento nas mamas25;
  • Caroços nas mamas25 (não cancerosos).

Se alguma destas afetar você gravemente, avise ao seu médico.

Outras reações adversas que foram associadas ao tratamento de TH:

  • Piora da porfiria24 (condição que afeta o fígado14);
  • Crescimento anormal do tumor91 relacionado com estrogênios, por exemplo, câncer10 do revestimento do útero13 (câncer10 endometrial);
  • Redução da memória e da habilidade mental;
  • Movimentos espasmódicos incontroláveis (coreia: dança de São Vito);
  • Olhos44 secos;
  • Desconforto ao usar lentes de contato;
  • Manchas roxas na pele1 (púrpura92);
  • Escurecimento da pele1, particularmente na face43 e no abdômen (melasma93).

Se você notar quaisquer outras reações adversas não mencionadas nesta bula, por favor, informe ao seu médico ou farmacêutico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Por causa da sua forma de administração, é pouco provável que você use mais Estradot® que o necessário. Se isto acontecer, informe seu médico imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS - 1.0068.0895
Farm. Resp.: Flavia Regina Pegorer - CRF-SP 18.150

Importado por:
Novartis Biociências S.A.
Av. Prof. Vicente Rao, 90
São Paulo – SP
CNPJ:56.994.502/0001-30
Indústria Brasileira

Fabricado por:
Noven Pharmaceuticals Inc, S.A., Miami, Flórida, EUA.


SAC 0800 888 3003

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
4 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
5 Pescoço:
6 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
7 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
8 Coluna vertebral:
9 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
10 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
11 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
12 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
13 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
14 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
15 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
16 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
17 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
18 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
19 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
20 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
21 Embolismo: É o mesmo que embolia, mas é um termo menos usado. Significa obstrução de um vaso, frequentemente uma artéria, pela migração de um corpo estranho (chamado de êmbolo) levado pela corrente sanguínea.
22 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
23 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
24 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
25 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
26 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
27 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
28 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
29 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
30 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
31 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
32 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
33 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
34 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
35 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
36 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
37 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
38 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
39 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
40 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
41 Inchaço: Inchação, edema.
42 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
43 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
44 Olhos:
45 Língua:
46 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
47 Pulmões;: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
48 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
49 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
50 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
51 Tecido conjuntivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
52 Varizes: Dilatação anormal de uma veia. Podem ser dolorosas ou causar problemas estéticos quando são superficiais como nas pernas. Podem também ser sede de trombose, devido à estase sangüínea.
53 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
54 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
55 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
56 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
57 Malformação: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
58 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
59 Histerectomia: Cirurgia através da qual se extrai o útero. Pode ser realizada mediante a presença de tumores ou hemorragias incontroláveis por outras formas. Quando se acrescenta à retirada dos ovários e trompas de Falópio (tubas uterinas) a esta cirurgia, denomina-se anexo-histerectomia.
60 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
61 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
62 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
63 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
64 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
65 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
66 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
67 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
68 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
69 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
70 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
71 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
72 Panturrilhas: 1. Proeminência muscular, situada na face posterossuperior da perna, formada especialmente pelos músculos gastrocnêmio e sóleo; sura, barriga da perna. 2. Por extensão de sentido, enchimento usado por baixo das meias, para melhorar a aparência das pernas.
73 Coxas: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
74 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
75 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
76 Cabeça:
77 Hematomas: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
78 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
79 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
80 Costas:
81 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
82 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
83 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
84 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
85 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
86 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
87 Hiperplasia endometrial: Caracterizada por alterações biomorfológicas do endométrio (estroma e glândulas), que variam desde um estado fisiológico exacerbado até o carcinoma “in situ”. É o resultado de uma estimulação estrogênica persistente na ausência ou insuficiência de estímulo progestínico.O fator prognóstico mais importante nas pacientes afetadas é a atipia celular: cerca de 20% das pacientes com hiperplasia atípica evoluem para câncer invasivo.
88 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
89 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
90 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
91 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
92 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
93 Melasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez ou ao uso de anticoncepcionais hormonais (pílula) e tem como fator desencadeante a exposição da pele ao sol. Quando estas manchas ocorrem durante a gravidez, recebem a denominação de cloasma gravídico. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o surgimento do melasma.

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