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Apracur
(Bula do profissional de saúde)

COSMED INDUSTRIA DE COSMETICOS E MEDICAMENTOS S.A.

Atualizado em 14/01/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Apracur®
maleato de clorfeniramina + ácido ascórbico (vitamina1 c) + dipirona monoidratada
Comprimidos

APRESENTAÇÃO

Comprimido revestido
Embalagem contendo 150 comprimidos revestidos

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 10 ANOS

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido de Apracur® contém:

maleato de clorfeniramina 1 mg
ácido ascórbico 50 mg
dipirona monoidratada 100 mg
excipientes q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: lactose2, amido, goma arábica, povidona, talco, estearato de magnésio, dióxido de titânio, corante laca amarelo 5, macrogol e copolímero metacrilato.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE3

INDICAÇÕES

Apracur® é destinado ao tratamento dos sintomas4 da gripe5 e resfriado comum, cefaleias6, febre7, neuralgias, mialgias8 e dores reumáticas e distúrbios do estado geral decorrentes de alterações climáticas e de abuso de álcool ou nicotina. Condições que se beneficiem com o uso de analgésicos9, antipiréticos10, como afecções11 catarrais das vias aéreas superiores.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

A dipirona administrada via oral apresentou mais rápido efeito antipirético12 comparado ao paracetamol em pacientes com febre tifóide13 em um estudo controlado. A temperatura retal sofreu significativa redução com dipirona em comparação com o paracetamol, em 1 a 2,5 horas após a administração. Houve a tendência de maior duração do efeito com a dipirona (6 horas ou mais), porém, a temperatura retal pré-tratamento era significativamente maior no grupo tratado com dipirona, o que pode ter influenciado os resultados1.

Em um pequeno estudo duplo-cego14, dipirona administrada por via oral apresentou efeito antipirético12 superior quando comparada ao ácido acetilsalicílico, durante tratamento de febre7 decorrente de uma variedade de condições. A dipirona também apresentou eficácia sobre a febre7 semelhante à nimesulida 100mg (anti-inflamatório não-esteroidal) nesse estudo2.

A clorfeniramina, em estudo duplo-cego14, se apresentou eficaz na melhora dos sintomas4 associados à rinite15 alérgica, conjuntivite16, e de todos os sintomas4 de rinite15 alérgica sazonal, exceto congestão nasal. A dose usual de clorfeniramina é 4mg, de 2 a 4 vezes ao dia, contudo, doses elevadas de 12mg, duas vezes ao dia, também foram efetivas na melhora dos sintomas4 da rinite15 alérgica3-6.

Um alívio nos sintomas4 de resfriado comum (diminuição estatisticamente significativa na frequência e gravidade da coriza17 e espirros) foi relatado com o uso de clorfeniramina em comparação com o placebo18, se usado 4 vezes por dia durante uma semana. A eficácia da clorfeniramina no alívio dos sintomas4 do resfriado comum foi avaliada em um estudo multicêntrico, duplo-cego7-8.

Em ampla pesquisa de metanálise, a utilização de ácido ascórbico se justifica na prevenção de sintomas4 de resfriado comum, especialmente em pacientes expostos a exercício físico intenso, exposição ao frio ou ambos9. A utilização do ácido ascórbico, mesmo em altas doses tem se mostrado eficaz e seguro em inúmeras indicações, dada à sua importância no metabolismo19 normal dos indivíduos10.

Referências Bibliográficas:

  1. Dipyrone versus paracetamol: a double-blind study in typhoid fever. J Int Med Res. 1988; 16:225- 30.
  2. Reiner M, Massera E, Magni E. Nimesulide in the treatment of fever: a double-blind crossover clinical trial. J Int Med Res. 1984; 12:102-7.
  3. Harvey R, Comer C, Sanders B, et al. Model for outcomes assessment of antihistamine use for seasonal allergic rhinitis. J Allergy Clin Immunol. 1996;97:1233-41.
  4. McGuinness BW, Parkin JB. New long-acting formulation of chlorpheniramine maleate in hay fever. Br J Clin Pract. 1971; 25:139-41.
  5. Anon: General Practitioner Clinical Trials: A phenothiazine with antihistaminic properties. Practitioner. 1967;198:711.
  6. Gomez J, Gomez G. Hay fever and allergy in general practice: two antihistamine drugs compared. Br J Clin Pract. 1967; 21:401-3.
  7. Crutcher JE, Kantner TR. The effectiveness of antihistamines in the common cold. J Clin Pharmacol. 1981;21:9-15.
  8. Howard JC, Kantner TR, Lilienfield LS, et al: Effectiveness of antihistamines in the symptomatic management of the common cold. JAMA. 1979; 242:2414-7.
  9. Douglas R. Hemilia H. Chalker E. Treacy B. Vitamin C for preventing and treating the common cold. Cochrane Database Syst Rev 2007:CD000980.
  10. Deruelle, F, and Baron, B, THE JOURNAL OF ALTERNATIVE AND COMPLEMENTARY MEDICINE Volume 14, Number 10, 2008, pp. 1291-1298

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Apracur® possui propriedades analgésicas, antipiréticas e anti-histamínicas. A dipirona é um analgésico20 antipirético12, cujo mecanismo de ação parece ser ao mesmo tempo central e periférico.

O maleato de clorfeniramina é um anti-histamínico, impede o efeito da histamina21 e o de substâncias histaminóides que são liberadas nos casos de infecções22 gripais, pela desintegração de substâncias proteicas em consequência do metabolismo19 perturbado pela irrigação sanguínea insuficiente, por influência de temperaturas baixas, bem como metabólitos23 bacterianos que agem como alérgenos24.

O maleato de clorfeniramina possui um acentuado efeito antialérgico, impermeabiliza as paredes celulares e capilares25 e diminui edemas26 de mucosas27.

O ácido ascórbico toma parte nos processos de oxidação e redução das células28. Estimula a respiração celular e a maturação dos eritrócitos29. Um teor alto de ácido ascórbico incentiva as reações de defesa. As necessidades de ácido ascórbico são aumentadas nas doenças infecciosas.

CONTRAINDICAÇÕES

O produto é contraindicado para pacientes30 que apresentarem casos anteriores de hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula, graves perturbações da função renal31, deficiência genética da glicose32 6–fosfato-desidrogenase, porfiria33 hepática34 aguda, granulocitopenia, hipertensão arterial35, tireotoxicose, alterações orgânicas cardíacas graves e dos vasos sanguíneos36, arritmias37 cardíacas, glaucoma38 de ângulo fechado, obstrução do ducto biliar, hipertrofia39 prostática benigna, durante ataques agudos de asma40, úlcera péptica41 estenosante, obstrução piloroduodenal.

Evitar uso em recém-nascidos e prematuros devido à possibilidade de associação com síndrome42 da morte súbita infantil.

Apracur® é contraindicado para menores de 10 anos.

Este medicamento é contraindicado em caso de suspeita de dengue43, pois pode aumentar o risco de sangramentos.

Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes que tenham úlcera gástrica44.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma40 brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

O tratamento com este medicamento não deve se prolongar por mais de 7 dias, devido ao aumento do risco de ocorrência de graves efeitos renais, cardiovasculares e gastrintestinais.

A administração do produto deve ser cuidadosa em pacientes portadores de doenças crônicas. Nestes casos deve ser administrado com rigorosa supervisão médica.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Apracur®.

Gravidez45 e Lactação46

Risco de uso na gravidez45: Categoria C.

O uso durante o terceiro trimestre de gestação: não foram realizados estudos em animais nem em mulheres grávidas sobre o uso deste medicamento. A prescrição deste medicamento depende da avaliação do risco/benefício para o paciente.

Este produto não deverá ser utilizado durante o terceiro trimestre de gestação porque recém- nascidos e prematuros poderão apresentar reações severas aos anti-histamínicos.

A clorfeniramina é excretada no leite materno. Anti-histamínicos podem reduzir concentrações séricas da prolactina47 materna quando administradas antes de amamentação48 estabelecida.

O uso deste medicamento no período da lactação46 depende da avaliação do risco/benefício. Quando utilizado, pode ser necessária monitorização clínica e/ou laboratorial do lactente49.

Este medicamento inibe a produção de leite humano. Devem ser apresentadas alternativas para o tratamento ou para a alimentação do bebê.

Apracur® é um medicamento classificado na categoria C de risco na gravidez45.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Deverão ser tomados cuidados especiais nos pacientes idosos, geralmente mais sensíveis aos medicamentos.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Interações medicamento-medicamento

Os efeitos sedativos da clorfeniramina podem ser potencializados se houver administração concomitante com álcool ou medicamentos sedativos. Ainda não foram totalmente relacionadas as interações do produto com outras drogas e/ou medicamentos, porém, na ingestão de Apracur® com os medicamentos isoniazida, anticoagulantes50 cumarínicos, antidiabéticos do tipo sulfonilureia, narcóticos ou álcool, há a possibilidade de interação medicamentosa.

Interações medicamento-doença

Doença cardiovascular, aumento de pressão intraocular51, hiperplasia52 prostática, obstrução urinária, doenças respiratórias e disfunção na tireóide.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Cuidados de conservação

Evitar calor excessivo (temperatura superior a 40°C). Proteger da luz e da umidade.

Prazo de validade: 24 meses.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Apracur® apresenta - se como um comprimido circular com revestimento amarelo, biconvexo e liso. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

USO ORAL

Adultos e crianças maiores de 14 anos: 1 a 2 comprimidos revestidos, 3 vezes ao dia.

Crianças de 10 a 14 anos: 1 comprimido revestido, 2 a 3 vezes ao dia.

Essa posologia pode ser modificada a critério médico. Convém tomar o último comprimido revestido do dia, no mínimo, 2 horas antes de dormir.

A dose máxima diária de Apracur® não deve exceder a dose recomendada, ou seja, 6 comprimidos revestidos para adultos e crianças maiores de 14 anos e 3 comprimidos revestidos para crianças de 10 a 14 anos.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

REAÇÕES ADVERSAS

Ao classificar a frequência das reações, utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Sistema Nervoso Central53: sonolência leve a moderada.
  • Respiratório: espessamento das secreções brônquicas.
  • Vertigem54.

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Sistema Nervoso Central53: cefaleia55, excitabilidade, fadiga56, nervosismo, confusão.
  • Gastrintestinal: náuseas57, xerostomia58, diarreia59, dor abdominal, aumento de apetite, ganho de peso.
  • Urinário: retenção urinária60.
  • Neuromuscular: artralgia61, fraqueza.
  • Ocular: diplopia62.
  • Renal31: poliúria63.
  • Respiratório: faringite64.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Sob dosagem elevada, tratamento prolongado ou em caso de hipersensibilidade contra um dos componentes da fórmula, poderão surgir as seguintes reações: mal-estar gastrintestinal, lesões65 renais, agranulocitose66, anemia hemolítica67, carcinogenicidade, principalmente em fumantes, precipitação em ataques de porfiria33, sonolência e vertigem54.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA ou à Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

SUPERDOSE

Na eventual superdosagem acidental, imediatamente suspender a medicação e procurar assistência médica.

Em caso de intoxicação ligue 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas4 procure orientação médica.
 

Registro M.S. nº 1.7817.0774
Farm. Responsável: Luciana Lopes da Costa - CRF-GO nº 2.757.

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Avenida Ceci, nº 282, Módulo I - Tamboré - Barueri - SP - CEP 06460-120
C.N.P.J.: 61.082.426/0002-07 – Indústria Brasileira

Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4 - DAIA - Anápolis - GO - CEP 75132-020


SAC 0800 97 99 900

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
6 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
7 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
8 Mialgias: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
9 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
10 Antipiréticos: Medicamentos que reduzem a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, eles não vão afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
11 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
12 Antipirético: Medicamento que reduz a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, ele não vai afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
13 Febre tifóide: Infecção produzida por uma bactéria chamada Salmonella tiphy, adquirida através de alimentos contaminados e caracterizada por febre persistente, aumento do tamanho dos tecidos linfáticos (baço, gânglios linfáticos, etc.) e erupções cutâneas. Sem tratamento adequado pode ser muito grave.
14 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
15 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
16 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
17 Coriza: Inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo.
18 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
19 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
20 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
21 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
22 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
23 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
24 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
25 Capilares: Minúsculos vasos que conectam as arteríolas e vênulas.
26 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
27 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
28 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
29 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
30 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
31 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
32 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
33 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
34 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
35 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
36 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
37 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
38 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
39 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
40 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
41 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
42 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
43 Dengue: Infecção viral aguda transmitida para o ser humano através da picada do mosquito Aedes aegypti, freqüente em regiões de clima quente. Caracteriza-se por apresentar febre, cefaléia, dores musculares e articulares e uma erupção cutânea característica. Existe uma variedade de dengue que é potencialmente fatal, chamada dengue hemorrágica.
44 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
45 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
46 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
47 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
48 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
49 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
50 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
51 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
52 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
53 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
54 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
55 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
56 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
57 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
58 Xerostomia: Ressecamento da boca provocado em geral pela secreção insuficiente de saliva pelas glândulas salivares. É ocasionado como efeito colateral de algumas drogas (anticolinérgicos) ou por diversos transtornos locais ou gerais.
59 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
60 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
61 Artralgia: Dor em uma articulação.
62 Diplopia: Visão dupla.
63 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
64 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
65 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
66 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
67 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.

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