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Polaratuss

CIFARMA CIENTÍFICA FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 20/01/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

POLARATUSS®
maleato de dexclorfeniramina + sulfato de pseudoefedrina + guaifenesina
Solução oral
Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Solução oral
Embalagem contendo um frasco de 120 mL + copo-medida

USO ORAL
ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS

COMPOSIÇÃO:

Cada mL de POLARATUSS® contém:

maleato de dexclorfeniramina 0,4 mg
sulfato de pseudoefedrina 4 mg
guaifenesina 20 mg
veículo q.s.p. 1 mL

Excipientes: sacarose, sorbitol1, sacarina2 sódica, mentol, aroma de limão, aroma de groselha, álcool etílico, benzoato de sódio, propilenoglicol e água purificada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Ação do medicamento: POLARATUSS® combina a ação anti-histamínica (antialérgica) do maleato de dexclorfeniramina com as propriedades vasoconstritoras do sulfato de pseudoefedrina; a guaifenesina aumenta a eliminação das secreções do trato respiratório e facilita a expectoração3.

Indicações do medicamento: POLARATUSS® é indicado para o alívio das complicações associadas a processos alérgicos e manifestações alérgicas de doenças respiratórias.

Riscos do medicamento: POLARATUSS® não deve se utilizado em recém-nascidos e prematuros; em pacientes fazendo ou que fizeram tratamento no intervalo de 2 semanas com inibidores da enzima4 monoaminoxidase (IMAO5); em pacientes com hipertensão6 grave, coronariopatia grave ou hipertireoidismo7; em pacientes que já tiveram qualquer alergia8 ou reação anormal a algum dos componentes da fórmula, a compostos adrenérgicos9 ou outros com estrutura química semelhante.

Recomenda-se evitar atividades que exijam estado de alerta, como dirigir ou operar máquinas.

Este medicamento pode causar agitação, especialmente em crianças.

Não está estabelecido se o uso de POLARATUSS® pode acarretar riscos durante a gravidez10. Ainda não está determinado se este produto é excretado no leite materno; dessa forma, recomenda-se precaução no uso em mães que estão amamentando. A interferência da pseudoefedrina em relação ao desenvolvimento anormal do feto11 não está estabelecida devido às poucas informações clínicas, por isso, esta substância não deve ser utilizada indiscriminadamente durante a gravidez10, principalmente nos três primeiros meses.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez10 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe também se estiver amamentando.

A segurança e eficácia de POLARATUSS® em crianças menores de dois anos de idade não está estabelecida. Os anti-histamínicos podem causar tontura12, sedação13 e hipotensão14 em pacientes com mais de 60 anos. Esses pacientes também são sensíveis com simpatomiméticos.

Atenção: este medicamento contém açúcar15, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes16.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

POLARATUSS® deve ser usado com precaução em pacientes com glaucoma17 de ângulo estreito, úlcera péptica18 estenosante, obstrução intestinal, hipertrofia19 prostática ou obstrução de colo20 vesical21, doença cardiovascular, aumento da pressão intraocular22, hipertireoidismo7, diabetes16 mellitus ou angina23.

Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos de idade.

Outros depressores do SNC24 como tranquilizantes, sedativos e hipnóticos podem interagir com a dexclorfeniramina. Informe ao seu médico os medicamentos que esteja fazendo uso e os que usou recentemente. Durante o tratamento, o uso de qualquer outro medicamento somente deverá ser feito com o conhecimento do seu médico.

NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE25.

Modo de uso:

Aspecto físico: POLARATUSS® é uma solução transparente límpida.

Características organolépticas: POLARATUSS® apresenta sabor e odor de menta.

Adultos e crianças maiores de 12 anos: 5 ou 10 mL, 3 a 4 vezes por dia.

Crianças de 6 a 12 anos: 2,5 ou 5 mL, 3 a 4 vezes por dia.

Crianças de 2 a 6 anos: 1,25 ou 2,5 mL, 3 a 4 vezes por dia.

No caso de esquecimento de alguma dose, consulte o seu médico.

Siga as orientações do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas

A reação adversa mais frequente com o uso do produto é a sonolência. Outras reações desagradáveis podem ocorrer (hipotensão14, dificuldade de urinar, sudorese26, boca27 seca, nervosismo, náusea28, palpitações29, tremores, vertigens30 e dor de cabeça31). Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis durante o tratamento.

Conduta em caso de superdose: procure imediatamente o seu médico ou um hospital mais próximo, levando a embalagem do produto e, de preferência, sabendo a quantidade exata de medicamento que foi ingerida.

Cuidados de conservação

POLARATUSS® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz. POLARATUSS® possui prazo de validade de 36 meses a partir da data de fabricação, desde que observados os cuidados de conservação.

Não use o produto se o prazo de validade estiver vencido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

POLARATUSS® combina a ação anti-histamínica do maleato de dexclorfeniramina, as propriedades vasoconstritoras do sulfato de pseudoefedrina e as propriedades expectorantes da guaifenesina.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Não há dados disponíveis.

INDICAÇÕES

POLARATUSS® é indicado para o alívio das complicações associadas a processos alérgicos e manifestações alérgicas de doenças respiratórias.

CONTRAINDICAÇÕES

O uso de POLARATUSS® é contraindicado para recém-nascidos e prematuros; para pacientes32 em tratamento com inibidores da MAO33 ou no período de 2 semanas após sua descontinuação; para pacientes32 com hipertensão6 grave, coronariopatia grave ou hipertireoidismo7; para pacientes32 que apresentarem hipersensibilidade ou idiossincrasia a seus componentes, a compostos adrenérgicos9 ou outros com estrutura química semelhante.

POSOLOGIA

Adultos e crianças maiores de 12 anos: 5 ou 10 mL, 3 a 4 vezes por dia.

Crianças de 6 a 12 anos: 2,5 ou 5 mL, 3 a 4 vezes por dia.

Crianças de 2 a 6 anos: 1,25 ou 2,5 mL, 3 a 4 vezes por dia.

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS

POLARATUSS® deve ser usado com cautela em pacientes com histórico de glaucoma17 de ângulo estreito, úlcera péptica18 estenosante, obstrução piloro-duodenal, hipertrofia19 prostática ou obstrução de colo20 vesical21, doença cardiovascular, aumento da pressão intraocular22, hipertireoidismo7, diabetes16 mellitus ou angina23. Os pacientes fazendo uso de POLARATUSS® devem evitar dirigir veículos ou operar máquinas até a certificação de que o medicamento não causa sonolência. POLARATUSS® pode causar agitação, especialmente em crianças.

USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO

Uso durante a gravidez10 e a lactação34: Não há estudos adequados e bem controlados com o uso de maleato de dexclorfeniramina, pseudoefedrina ou guaifenesina em mulheres grávidas. Desta forma, a segurança do uso de POLARATUSS® durante a gravidez10 não está estabelecida. O maleato de dexclorfeniramina não deve ser usado no terceiro trimestre de gravidez10, pois os recém-nascidos e crianças prematuras podem apresentar graves reações aos anti histamínicos. Não se sabe se a droga é excretada no leite materno, portanto, deve haver precaução na administração a lactantes35.

Categoria C para gravidez10 segundo FDA.

Uso pediátrico: A segurança e eficácia do produto em crianças com menos de 2 anos de idade não está estabelecida.

Uso em pacientes idosos: Os anti-histamínicos podem causar tontura12, sedação13 e hipotensão14 em pacientes com mais de 60 anos. Esses pacientes também são mais susceptíveis ao desenvolvimento de reações adversas a simpatomiméticos.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Os inibidores da MAO33 prolongam e intensificam a ação dos anti-histamínicos; pode ocorrer hipotensão14 grave. O uso concomitante de anti-histamínicos com álcool, antidepressivos tricíclicos, barbitúricos e outros depressores do SNC24 podem potencializar o efeito sedativo da dexclorfeniramina. Os anti-histamínicos podem inibir a atividade dos anticoagulantes36 orais. Anti- histamínicos devem ser descontinuados aproximadamente 48 horas antes da realização de exames dermatológicos (exame de pele37), uma vez que podem impedir ou reduzir reações que seriam positivas para indicadores de reatividade dérmica. A coadministração de medicamentos contendo pseudoefedrina e inibidores da MAO33 têm sido associadas com reações hipertensivas, incluindo crise hipertensiva. Dessa forma, POLARATUSS® não deve ser administrado a pacientes tratados com um inibidor da MAO33 ou no período de duas semanas da descontinuação de tal tratamento devido ao risco de se precipitar uma grave crise hipertensiva. A pseudoefedrina não deve ser associada a bloqueadores ganglionares que potencializa reações de drogas simpatomiméticas; não deve ser associado a agentes bloqueadores adrenérgicos9, uma vez que antagoniza a ação hipotensiva destes agentes. Poderá ocorrer aumento da atividade do marca-passo38 ectópico39 quando a pseudoefedrina for associada a digitálicos. Os antiácidos40 aumentam a absorção da pseudoefedrina, enquanto ocaol im a reduz. Interações com testes laboratoriais: a adição in vitro de pseudoefedrina ao soro41 contendo isoenzima cardíaca MB da fosfoquinase creatina sérica inibe a atividade da enzima4 progressivamente. A guaifenesina tem demonstrado produzir uma interferência na cor de certos parâmetros laboratoriais clínicos de ácido 5- hidroxiindolacético (5-HIAA) e ácido vanilmandélico (VMA).

REAÇÕES ADVERSAS

O médico deve estar alerta quanto a possibilidade de qualquer efeito adverso associado com medicamentos anti-histamínicos e simpatomiméticos. Sonolência leve a moderada é o efeito adverso mais frequente do maleato de dexclorfeniramina. Outros possíveis efeitos adversos dos anti- histamínicos incluem reações cardiovasculares, hematológicas, neurológicas, gastrointestinais, genitourinárias e respiratórias. Efeitos adversos gerais como urticária42, rash43 medicamentoso, choque anafilático44, fotossensibilidade, transpiração45 excessiva, frio, ressecamento da boca27, nariz46 e garganta47 têm sido relatados. Reações adversas simpatomiméticas incluem depressão do SNC24, inquietação, ansiedade, medo, tensão, insônia, tremores, convulsões, fraqueza, vertigem48, tontura12, dor de cabeça31, rubor, palidez, dificuldade respiratória, sudorese26, náuseas49, vômito50, anorexia51, espasmos52 musculares, poliúria53, disúria54, espasmo55 do esfíncter56 vesical21 e retenção urinária57. Os efeitos cardiovasculares associados aos simpatomiméticos incluem hipertensão6, palpitações29, taquicardia58, arritmias59, dor anginal, mal-estar precordial60 e colapso61 cardiovascular. Não há relatos de reações adversas graves com guaifenesina. Náuseas49, distúrbios gastrointestinais e sonolência têm sido relatados com pouca frequência.

SUPERDOSE

Na ocorrência de superdosagem, o tratamento de emergência62 deve ser iniciado imediatamente. A dose letal de dexclorfeniramina estimada no homem é de 2,5 a 5,0 mg/kg.

Sinais63 e sintomas64: os efeitos da superdose anti-histamínica podem variar desde depressão do sistema nervoso central65 (sedação13, apneia66, redução do estado de alerta mental e colapso61 cardiovascular) até estímulo (insônia, alucinações67, tremores ou convulsões) até óbito68. Outros sinais63 e sintomas64 podem ser tontura12, zumbidos, ataxia69, turvação visual e hipotensão14. O estímulo ocorre com mais frequência em crianças, assim como os sinais63 e sintomas64 do tipo atropínico (boca27 seca, pupilas fixas e dilatadas, vermelhidão, hipertermia e sintomas64 gastrointestinais). Em altas doses, os simpatomiméticos podem causar vertigem48, dor de cabeça31, náusea28, vômito50, sudorese26, sede, taquicardia58, dor precordial60, palpitações29, dificuldade para urinar, fraqueza e tensão muscular, ansiedade, inquietação e insônia. Muitos pacientes podem sofrer psicose70 tóxica com delírios e alucinações67. Algumas podem desenvolver arritmias59 cardíacas, colapso61 circulatório, convulsões, coma71 e falência respiratória.

Tratamento: considerar as medidas padrões para remoção de qualquer droga que não foi absorvida pelo estômago72, tais como adsorção por carvão vegetal ativado administrado sob a forma de suspensão em água. A administração de lavagem gástrica73 deve ser considerada. Os agentes de escolha para a lavagem são as soluções salinas isotônicas e meio-isotônicas. Os agentes catárticos salinos atraem água para os intestinos74 por osmose75 e, portanto, podem ser valiosos por sua ação diluente rápida do conteúdo intestinal76. A diálise77 tem pouco valor na intoxicação com anti-histamínicos. Após administrar-se o tratamento de emergência62, o paciente deverá permanecer sob observação clínica. O tratamento dos sinais63 e sintomas64 da superdose são sintomáticos e de suporte. Estimulantes (agentes analépticos) não devem ser usados. Podem ser usados vasopressores para tratar a hipotensão14. Barbitúricos de curta ação, diazepam e paraldeído podem ser administrados para controlar crises convulsivas. A hiperpirexia, especialmente em crianças, pode ser tratada com cobertores hipotérmicos. A apneia66 é tratada com medidas ventilatórias.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Reg. MS.: 1.1560.0146
Farm. Resp.: Drª. Michele Caldeira Landim CRF/GO: 5122

CIFARMA - Científica Farmacêutica Ltda.
Rod. BR 153 - Km 5,5 - Jardim Guanabara - CEP: 74675-090
Goiânia - GO - CNPJ: 17.562.075/0001-69 - Indústria Brasileira

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
2 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
3 Expectoração: Ato ou efeito de expectorar. Em patologia, é a expulsão, por meio da tosse, de secreções provenientes da traqueia, brônquios e pulmões; escarro.
4 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
5 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
6 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
7 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
8 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
9 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
10 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
11 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
12 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
13 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
14 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
15 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
16 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
17 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
18 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
19 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
20 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
21 Vesical: Relativo à ou próprio da bexiga.
22 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
23 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
24 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
25 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
26 Sudorese: Suor excessivo
27 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
28 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
29 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
30 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
31 Cabeça:
32 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
33 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
34 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
35 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
36 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
37 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
38 Marca-passo: Dispositivo implantado no peito ou no abdômen com o por objetivo de regular os batimentos cardíacos.
39 Ectópico: Relativo à ectopia, ou seja, à posição anômala de um órgão.
40 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
41 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
42 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
43 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
44 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
45 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
46 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
47 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
48 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
49 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
50 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
52 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
53 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
54 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
55 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
56 Esfíncter: Estrutura muscular que contorna um orifício ou canal natural, permitindo sua abertura ou fechamento, podendo ser constituído de fibras musculares lisas e/ou estriadas.
57 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
58 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
59 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
60 Precordial: Relativo ao ou próprio do precórdio, que é a região acima do estômago ou do coração, especialmente a região torácica anterior esquerda; anticárdio, fossa epigástrica.
61 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
62 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
63 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
64 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
65 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
66 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
67 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
68 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
69 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
70 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
71 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
72 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
73 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
74 Intestinos: Seção do canal alimentar que vai do ESTÔMAGO até o CANAL ANAL. Inclui o INTESTINO GROSSO e o INTESTINO DELGADO.
75 Osmose: Fluxo do solvente de uma solução pouco concentrada, em direção a outra mais concentrada, que se dá através de uma membrana semipermeável.
76 Conteúdo Intestinal: Conteúdo compreendido em todo ou qualquer segmento do TRATO GASTROINTESTINAL
77 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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