Argix

ATIVUS FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 12/02/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Argix
aspartato de arginina
Comprimidos 500 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Comprimido revestido
Caixa com 60 comprimidos 

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada comprimido de Argix contém:

aspartato de arginina 500 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: povidona, lactose1 monoidratada, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício, estearato de magnésio, amido, lauril sulfato de sódio, celulose microcristalina, opadry (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante lacca alumínio amarelo n°6, álcool etílico e água destilada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Argix é indicado para suplementação2 com aminoácido.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O aspartato de arginina está diretamente relacionado à síntese proteica.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Argix está contraindicado a pacientes com hipersensibilidade à arginina ou a qualquer outro componente da fórmula.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Até o momento não são conhecidas alterações no efeito do medicamento quando ingerido concomitantemente com alimentos ou álcool.

Em pacientes tratados com diuréticos3 poupadores de potássio (espironolactona, amilorida, triamterene) e em pacientes com disfunção hepática4 ou renal5 ou com diabetes6, o uso de arginina pode provocar hipercalemia7 (excesso de potássio no sangue8).

Como a arginina pode aumentar a atividade de alguns hormônios no organismo, há a possibilidade de muitas interações. O uso de estrógenos pode aumentar os efeitos da arginina sobre a secreção do hormônio9 de crescimento, glucagon10 e insulina11. Em contrapartida, o uso de progesterona pode diminuir a capacidade de resposta da arginina sobre a secreção do hormônio9 do crescimento. A arginina deve ser usada com cautela juntamente com nitroglicerina ou sildenafila pelo risco de hipotensão12. Outros efeitos secundários, tais como: dor de cabeça13 e rubor. Como a arginina pode causar acidez estomacal, ela pode reduzir a eficácia de medicamentos que bloqueiam o ácido estomacal, como a ranitidina ou omeprazol. Alguns anti-inflamatórios (aspirina, ibuprofeno e naproxeno), também podem aumentar o risco de hemorragia14 se forem utilizados com arginina.

Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico. Não ingerir doses maiores do que as recomendadas.

Gravidez15 e lactação16

Como todo medicamento, Argix só deve ser utilizado durante a gravidez15 ou lactação16, quando os benefícios esperados superarem os possíveis riscos.

Pacientes idosos

Não existem cuidados ou recomendações especiais referentes ao uso de aspartato de arginina por pacientes idosos.

Crianças

Este medicamento é contraindicado para crianças menores de 12 anos.

Restrições a grupo de risco17

Argix deve ser utilizado com cautela em paciente com doença renal5 ou anúria18, doença hepática4 ou diabetes6.

Atenção diabéticos, contém LACTOSE1.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde19.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar o medicamento em sua embalagem original. Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15–30°C).

Proteger da umidade. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.

Argix 500mg encontra-se na forma de comprimidos revestidos, bicôncavos, de cor laranja oblongo.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utiliza-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Posologia

Ingerir, por via oral, 2 comprimidos uma a três vezes ao dia, preferencialmente próximo às refeições. Ingerir os comprimidos com quantidade suficiente de líquido.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca ultrapasse a posologia diária recomendada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

A arginina pode liberar histamina20 na pele21. A arginina pode causar hipercalemia7 (excesso de potássio no sangue8) em pacientes com disfunção hepática4 ou renal5 ou com diabetes6. Cólicas22 abdominais e inchaço23 podem ocorrer em pacientes com fibrose cística24 e nesses pacientes também foi observada significativa perda de peso. Desconforto estomacal, incluindo náuseas25, cólicas22, ou um aumento do número de evacuações podem ocorrer. Outros potenciais efeitos colaterais26 incluem diminuição da pressão arterial27 e alterações em eletrólitos28 no sangue8. Exemplos: aumento de potássio, ureia29 sanguínea e creatinina30, e diminuição de cloreto, sódio e fosfato. Pessoas com doenças hepáticas31 ou renais podem ser especialmente sensíveis a essas complicações e devem evitar o uso de arginina, exceto sob supervisão médica.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Até o presente momento, não foi relatado nenhum sintoma32 decorrente de superdosagem.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Registro M.S: 1.1861.0271
Responsável Técnico: Dr. Carlos A. de O. Ferrari CRF/SP: 39.554

Registrado por:
Ativus Farmacêutica Ltda.
Rua Emílio Mallet, 317 • Sala 1005 • Tatuapé
CEP: 03.320-000 • São Paulo-SP • CNPJ: 64.088.172/0001-41
Indústria Brasileira

Fabricado por:
Ativus Farmacêutica Ltda.
Rua Fonte Mécia, 2.050 • Caixa Postal 489• CEP: 13.273-900 • Valinhos-SP
CNPJ: 64.088.172/0003-03
Indústria Brasileira

Embalado (emb. secundária) e Comercializado por:
Myralis Indústria Farmacêutica Ltda.
Rua Rogélia Gallardo Alonso, 650 • Caixa Postal 011 • CEP: 13.860-000 • Aguaí -SP
CNPJ: 17.440.261/0001-25
Indústria Brasileira


SAC 0800 771 20 10

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
3 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
4 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
5 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
6 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
7 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
8 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
9 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
10 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
11 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
12 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
13 Cabeça:
14 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
15 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
16 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
17 Grupo de risco: Em medicina, um grupo de risco corresponde a uma população sujeita a determinados fatores ou características, que a tornam mais susceptível a ter ou adquirir determinada doença.
18 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
19 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
20 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
21 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
22 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
23 Inchaço: Inchação, edema.
24 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
25 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
26 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
27 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
28 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
29 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
30 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
31 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
32 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.

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