Preço de Cetrotide em Wilmington/SP: R$ 301,98

Cetrotide

MERCK S/A

Atualizado em 14/02/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Cetrotide®
acetato de cetrorrelix
Injetável 0,25 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

liofilizado1 para solução injetável 
Embalagem contendo 1 frasco-ampola, 1 seringa2 preenchida com 1 ml de diluente, 1 agulha para injeção3 (calibre 20), 1 agulha hipodérmica para injeção subcutânea4 (calibre 27) e 2 lenços umedecidos em álcool

USO SUBCUTÂNEO5
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada frasco-ampola de Cetrotide® contém:

acetato de cetrorrelix (equivalente a 0,25 mg de cetrorrelix base) 0,26–0,27 mg
excipiente q.s.p. 1 frasco-ampola

Excipiente: manitol.
Diluente: água para injetáveis.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Cetrotide® é um medicamento utilizado para prevenção de uma ovulação6 prematura em pacientes submetidas a uma estimulação ovariana controlada, seguida de coleta de oocistos e de técnicas de reprodução7 assistida.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Cetrotide® é um dos medicamentos utilizados durante as “técnicas de reprodução7 assistida” para ajudar a paciente a engravidar. Ele impede a liberação imediata dos óvulos. Se os óvulos forem liberados antes do tempo (ovulação6 precoce), poderá não ser possível ao médico proceder à sua coleta. Cetrotide® contém uma substância chamada acetato de cetrorrelix. Este fármaco8 impede o organismo de liberar um óvulo9 dos ovários10 (ovulação6) durante o ciclo menstrual. Cetrotide® pertence a um grupo de medicamentos chamado “hormônios anti- liberação de gonadotrofinas”.

Cetrotide® bloqueia um hormônio11 natural existente no seu organismo denominado hormônio11 liberador do hormônio11 luteinizante (LHRH). O LHRH controla a produção de outro hormônio11, chamado hormônio11 luteinizante (LH). O LH estimula a ovulação6 durante o ciclo menstrual. Assim, o Cetrotide® interrompe a cadeia de eventos que conduz à liberação do óvulo9 dos ovários10. Quando os óvulos estão prontos para ser feita a coleta, é administrado outro medicamento que promoverá a liberação dos óvulos (indução da ovulação6).

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não utilize Cetrotide®

  • se tem alergia12 (hipersensibilidade) ao acetato de cetrorrelix, ao manitol ou a medicamentos semelhantes ao Cetrotide® (quaisquer outros hormônios peptídicos);
  • se estiver grávida ou amamentando
  • se já estiver na menopausa13;
  • se tem doença moderada ou grave do rim14 ou do fígado15.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Tome especial cuidado com Cetrotide® nas seguintes situações

Alergias

Antes de utilizar Cetrotide®, informe seu médico se tiver alguma alergia12 ativa ou se tiver tido quaisquer alergias no passado. O uso de Cetrotide® não é recomendado em mulheres com condições alérgicas graves.

Síndrome16 de hiperestimulação ovariana (OHSS)

Cetrotide® é utilizado conjuntamente com outros medicamentos para estimular os ovários10 a produzirem mais óvulos que estejam prontos para ser liberados. Durante a administração destes medicamentos ou após a administração, pode desenvolver-se uma síndrome16 de hiperestimulação ovariana (OHSS). Esta síndrome16 faz os folículos se desenvolverem de forma excessiva, tornando-se cistos de grandes dimensões. Para saber os possíveis sinais17 de alerta e informações sobre como proceder, consulte a seção “Quais os males que este medicamento pode me causar?”

Utilização do Cetrotide® durante mais do que um ciclo menstrual

A experiência de utilização de Cetrotide® durante mais do que um ciclo menstrual é reduzida. O seu médico deverá efetuar uma avaliação cuidadosa dos benefícios e dos riscos, caso seja necessário administrar Cetrotide® durante mais do que um ciclo menstrual.

Utilizando Cetrotide®com outros medicamentos

Informe seu médico ou farmacêutico se estiver tomando ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Estudos experimentais mostraram que interações com medicamentos metabolizados pelo fígado15 são improváveis. Contudo, não se pode excluir completamente a possibilidade de interação com medicamentos à base de gonadotrofinas ou que induzem a liberação de histamina18 em indivíduos suscetíveis.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde19.

Gravidez20 e amamentação21

Não utilize Cetrotide® se estiver grávida ou com suspeita de estar grávida, ou se estiver amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento

Direção de veículos e operação de máquinas

Não é esperado que a utilização de Cetrotide® afete sua capacidade de dirigir e de utilizar máquinas.

Uso em crianças e idosos

Cetrotide® não se destina à utilização em crianças e idosos.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar sob refrigeração (temperatura entre 2–8°C). Proteger da luz e umidade. A solução deve ser usada imediatamente após a preparação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

O frasco-ampola contém pó liofilizado1 branco. A seringa2 contém água como diluente. Não utilize Cetrotide® caso o pó branco contido no frasco tenha sua aparência alterada ou se a solução preparada após a adição do diluente não esteja incolor, límpida e sem partículas.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Utilize Cetrotide® sempre de acordo com as indicações do médico.

Cetrotide® deve ser aplicado somente sob a pele22 do abdome23 (injeção subcutânea4). Para reduzir a irritação cutânea24, aplique numa área diferente do abdome23 a cada dia.

Você mesma pode realizar a administração de Cetrotide®, após ser devidamente orientada pelo médico. A primeira aplicação deve ser feita sob supervisão médica. Se você for se auto- aplicar Cetrotide®, leia e siga atentamente o “Guia de instruções de uso”. O seu médico ou enfermeiro ensinarão como preparar e administrar o medicamento.

Aplique o conteúdo de um frasco-ampola (0,25 mg) uma vez por dia. É recomendável administrar o medicamento todos os dias, sempre à mesma hora, com um intervalo de 24 horas entre cada dose. Pode-se optar por administrar a injeção3 de manhã ou à noite.

  • Se administrar a injeção3 todos os dias de manhã: comece as injeções no dia 5 ou 6 do ciclo de tratamento. O seu médico irá informá-la a respeito da hora e data exatas. Utilize este medicamento até a manhã da indução da ovulação6 (o dia em que você receberá a injeção3 de um composto chamado hCG) ou até quando seu médico orientar.
    OU
  • Se administrar a injeção3 todos os dias à noite: comece as injeções deste medicamento no dia 5 do ciclo de tratamento. O seu médico irá informá-la a respeito da hora e data exatas. Utilize este medicamento até a noite da indução da ovulação6 (o dia em que você receberá a injeção3 de um composto chamado hCG) ou até quando seu médico orientar.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso tenha se esquecido de administrar Cetrotide®, aplique a dose com a maior brevidade possível e fale com o seu médico. Não administre uma dose dobrada para compensar a dose que se esqueceu de aplicar.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como os demais medicamentos, Cetrotide® pode causar efeitos indesejáveis, embora não se manifestem em todos os pacientes.

Reações alérgicas

Vermelhidão e pele22 quente, coceira (frequentemente nas virilhas ou axilas), áreas acompanhadas de vermelhidão, coceira e erupção25 na pele22 (urticária26), corrimento nasal, pulso acelerado ou irregular, inchaço27 da língua28 e garganta29, espirros, respiração ofegante, dificuldade séria em respirar ou tonturas30. Você pode estar apresentando uma possível reação alérgica31 grave e potencialmente fatal ao medicamento. Esta reação é incomum (afeta menos de 1% das mulheres).

Se sentir qualquer um dos efeitos secundários acima, pare de utilizar Cetrotide® e informe o seu médico imediatamente.

Síndrome16 de hiperestimulação ovariana (OHSS)

Esta síndrome16 pode acontecer devido à utilização ao mesmo tempo dos outros medicamentos que está usando para estimular os seus ovários10.

Dor no abdome23 inferior acompanhada de enjoos (náusea32) ou vômitos33 podem ser sintomas34 de uma síndrome16 de hiperestimulação ovariana (OHSS). Estes sintomas34 podem indicar que os seus ovários10 reagiram de forma excessiva ao tratamento e que durante o mesmo se desenvolveram cistos de grandes dimensões nos ovários10. Este efeito é incomum (afeta entre 1% e 10% das mulheres).

A OHSS pode tornar-se grave, resultando em ovários10 visivelmente aumentados, diminuição da produção de urina35, ganho de peso, dificuldades em respirar ou acumulação de líquido no estômago36 ou tórax37. Este efeito é incomum (afeta menos de 1% das mulheres).

Se sentir qualquer um dos efeitos secundários acima, informe o seu médico imediatamente.

Outros efeitos secundários

Comuns (afetam entre 1% e 10% das mulheres):

  • No local da injeção3 pode ocorrer irritação da pele22 leve e de curta duração, como vermelhidão (eritema38), coceira (prurido39) ou inchaço27 (edema40).

Incomuns (afetam menos de 1% das mulheres):

  • Enjoos (náusea32);
  • Dor de cabeça41.

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não são esperados quaisquer efeitos nocivos caso se administre acidentalmente uma dose deste medicamento superior ao recomendado. A administração de uma dose superior ao recomendado resultará num prolongamento da duração da ação. Normalmente não são necessárias medidas especiais no caso de uma dose excessiva.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS 1.0089.0369
Farmacêutico Responsável: Alexandre Canellas de Souza - CRF-RJ nº 23277

Fabricado por:
Baxter Oncology GmbH Halle – Alemanha
ou
Pierre Fabre Medicament Production, Idron - França.

Embalado por:
Ares Trading Uruguay S.A. Montevidéu – Uruguai

Importado por:
MERCK S.A.
CNPJ 33.069.212/0001-84
Estrada dos Bandeirantes, 1099
Rio de Janeiro – RJ CEP 22710-571
Indústria Brasileira


SAC 0800 727 7293
 

 

GUIA DE INSTRUÇÕES DE USO

Este guia informa como se deve misturar o pó e a água esterilizada (diluente) e, em seguida, como injetar o medicamento.

Antes de começar a utilizar este medicamento, primeiro leia atentamente todas estas instruções.

Este medicamento foi prescrito especialmente para você; portanto, não permita que outras pessoas o utilizem.

Utilize cada agulha, frasco-ampola e seringa2 apenas uma única vez.

ANTES DE ADMINISTRAR O MEDICAMENTO

1. Lave as suas mãos42

É importante que as suas mãos42 e todos os utensílios que você vai utilizar estejam os mais limpos possíveis.

2. Coloque tudo o que vai precisar sobre uma superfície limpa:

  • um frasco-ampola contendo o pó liofilizado1.
  • uma seringa2 preenchida com água estéril (diluente).
  • uma agulha com marcação amarela – para injetar a água esterilizada no frasco-ampola e para retirar o medicamento do frasco.
  • uma agulha com marcação cinza – para injetar o medicamento no seu abdome23.
  • dois lenços umedecidos em álcool.

MISTURANDO O PÓ E A ÁGUA PARA PREPARAR O SEU MEDICAMENTO

1. Remover a tampa plástica do frasco-ampola

  • Por baixo da tampa plástica existe uma tampa de borracha – não a retire do frasco.
  • Limpe o anel de alumínio e a tampa de borracha com o primeiro lenço umedecido em álcool.

2. Adicionar a água da seringa2 preenchida ao pó contido no frasco-ampola

  • Remova a agulha com marcação amarela da embalagem.
  • Remova a tampa de proteção da seringa2 preenchida e coloque a agulha amarela na seringa2. Remova a capa de proteção da agulha.
  • Pressione a agulha amarela no centro da tampa de borracha do frasco-ampola.
  • Injete a água no frasco-ampola, pressionando lentamente o êmbolo43 da seringa2 para baixo. Não utilize nenhum outro tipo de água.
  • Deixe a seringa2 na tampa de borracha.

3. Misturar o pó e a água no frasco-ampola

  • Segurando cuidadosamente o frasco e a seringa2, agite suavemente para misturar o pó e a água. Uma vez misturados, verifique se a solução está límpida e sem partículas.
  • Não agite, caso contrário ocorrerá a formação de bolhas no seu medicamento.

4. Encher novamente a seringa2 com o medicamento a partir do frasco-ampola

  • Virar o frasco-ampola de cabeça41 para baixo.
  • Puxe o êmbolo43 para trás para retirar o medicamento do frasco, aspirando para dentro da seringa2.
  • Se ficar alguma solução no frasco-ampola, puxe a agulha amarela para trás até que a abertura da agulha esteja bem próxima do interior da tampa de borracha. Se você olhar pela lateral através do espaço na tampa de borracha, poderá controlar o movimento da agulha e do líquido.
  • Certifique-se de que aspirou todo o conteúdo do frasco-ampola.
  • Coloque a capa de proteção de volta na agulha amarela. Solte a agulha amarela da seringa2 e deite a seringa2.

PREPARAR O LOCAL DA INJEÇÃO3 E APLICAR O SEU MEDICAMENTO

1. Remover as bolhas de ar

  • Retire a agulha com marcação cinza da embalagem. Coloque a agulha cinza na seringa2 e remova a capa de proteção da agulha.
  • Segure a seringa2 com a agulha cinza virada para cima e verifique se existem bolhas de ar.
  • Para remover as bolhas de ar, bata de leve na seringa2 até que todo o ar vá para a parte superior – em seguida, pressione lentamente o êmbolo43 até que todas as bolhas de ar
  • tenham sido expelidas.
  • Não toque na agulha cinza e não deixe que essa agulha toque em qualquer superfície.

2. Limpar o local de injeção3

  • Escolha um local para a injeção3 na parte inferior do abdome23, de preferência em volta do umbigo44. Para reduzir a irritação cutânea24, selecione uma área diferente do abdome23 a cada dia.
  • Limpe a pele22 do local de aplicação da injeção3 com o segundo lenço umedecido em álcool, utilizando movimentos circulares.

3. Introduzir a agulha na pele22

  • Segure a seringa2 com uma mão45, como se estivesse segurando uma caneta.
  • Com a outra mão45 faça suavemente uma prega na pele22, segurando-a firmemente.
  • Com cuidado, introduza a agulha cinza completamente na pele22 num ângulo de aproximadamente 45 a 90º. Em seguida, solte a pele22.

4. Injetar o medicamento

  • Puxe o êmbolo43 da seringa2 cuidadosamente para trás. Se surgir sangue46, proceda conforme a descrição da etapa 5, abaixo.
  • Se não surgir sangue46, pressione lentamente o êmbolo43 para injetar o medicamento.
  • Quando a seringa2 estiver vazia, retire a agulha no mesmo ângulo no qual ela foi introduzida.
  • Utilize o segundo lenço umedecido com álcool para comprimir de forma suave o local de aplicação da injeção3.

5. Se surgir sangue46:

  • Retire lentamente a agulha cinza no mesmo ângulo no qual ela foi introduzida.
  • Utilize o segundo lenço umedecido com álcool para comprimir de forma suave o local de injeção3,
  • Despeje a solução restante na pia e siga a etapa 6 abaixo.
  • Lave as mãos42 e inicie novamente o procedimento com um novo frasco-ampola e uma nova seringa2 preenchida.

6. Eliminação

  • Utilize cada agulha, frasco-ampola e seringa2 apenas uma vez.
  • Coloque as capas nas agulhas para evitar ferimentos quando forem jogadas fora.
  • Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar de forma segura as agulhas, o frasco-ampola e a seringa2 que foram utilizados.
Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
3 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
4 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
5 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
6 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
7 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
8 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
9 Óvulo: Célula germinativa feminina (haplóide e madura) expelida pelo OVÁRIO durante a OVULAÇÃO.
10 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
11 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
12 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
13 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
14 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
15 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
16 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
17 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
18 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
19 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
20 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
21 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
22 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
23 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
24 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
25 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
26 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
27 Inchaço: Inchação, edema.
28 Língua:
29 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
30 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
31 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
32 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
33 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
34 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
35 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
36 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
37 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
38 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
39 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
40 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
41 Cabeça:
42 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
43 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
44 Umbigo: Depressão no centro da PAREDE ABDOMINAL, marcando o ponto onde o CORDÃO UMBILICAL entrava no feto. OMPHALO- (navel)
45 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
46 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.

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