Preço de Cutenox em Wilmington/SP: R$ 59,02

Cutenox

MYLAN LABORATORIOS LTDA

Atualizado em 14/02/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Cutenox®
enoxaparina sódica
Injetável 20 mg; 40 mg; 60 mg ou 80 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

solução injetável
Seringas preenchidas com ou sem sistema de segurança nas seguintes dosagens

USO SUBCUTÂNEO1 OU INTRAVENOSO
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada seringa2 de Cutenox® 20 mg contém:

enoxaparina sódica 20 mg
veículo q.s.p. 0,2 mL

Excipientes: água para injetáveis.


Cada seringa2 de Cutenox® 40 mg contém:

enoxaparina sódica 40 mg
veículo q.s.p. 0,2 mL

Excipientes: água para injetáveis.


Cada seringa2 de Cutenox® 60 mg contém:

enoxaparina sódica 60 mg
veículo q.s.p. 0,2 mL

Excipientes: água para injetáveis.


Cada seringa2 de Cutenox® 80 mg contém:

enoxaparina sódica 80 mg
veículo q.s.p. 0,2 mL

Excipientes: água para injetáveis.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Cutenox® é um medicamento que previne ou trata as doenças tromboembólicas, isto é, doenças em que o sangue3 coagula dentro das veias4 ou artérias5, quando deveria manter-se fluido.

Situações como hospitalização prolongada ou diminuição da atividade física, associadas a fatores de risco, podem facilitar episódios de trombose6 venosa em membros inferiores ou de tromboembolia pulmonar.

Além disso, a trombose6 secundária aos eventos decorrentes de síndromes coronarianas agudas, isto é, angina7 instável ou alguns tipos de infarto8 agudo9 do miocárdio10, podem ser minimizados pelo uso de enoxaparina.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A enoxaparina sódica atua na prevenção da formação de coágulos no sangue3.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Cutenox® não deve ser usado em pacientes alérgicos à enoxaparina, heparina e seus derivados. Assim como em casos de hemorragia11 ativa de grande porte e condições com alto risco de hemorragia11 incontrolável, incluindo acidente vascular cerebral12 hemorrágico13 recente.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Recomenda-se cuidado na utilização de Cutenox® em pacientes com insuficiência hepática14 (no fígado15), alterações da coagulação16, história de úlcera péptica17 (estômago18), acidente vascular cerebral12 (AVC) hemorrágico13 recente, hipertensão arterial19 grave sem tratamento (pressão alta), retinopatia diabética20 (visão21 dificultada causada por diabetes22) e cirurgia recente no cérebro23 ou nos olhos24.

Não é recomendada a utilização de Cutenox® com medicamentos que afetam a hemostase (equilíbrio sanguíneo), tais como:

  • Salicilatos sistêmicos25, ácido acetilsalicílico e outros AINES (anti-inflamatórios não esteroidais), incluindo o cetorolaco;
  • Dextran 40, ticlopidina e clopidogrel;
  • Glicocorticoides sistêmicos25;
  • Agentes trombolíticos e anticoagulantes26;
  • Outros agentes antiplaquetários, incluindo os antagonistas de glicoproteína IIb/IIIa.

Em casos de indicação do uso de qualquer uma destas associações, deve-se utilizar Cutenox® sob monitoramento clínico e laboratorial apropriados.

Informe ao médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde27.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Cutenox® deve ser conservado dentro da embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15–30°C) e protegido da luz.

Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação. Não utilize Cutenox® caso haja sinais28 de violação da embalagem externa.

Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Características físicas e organolépticas do produto

Cutenox® apresenta-se como uma solução límpida que pode variar de incolor a levemente amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Cutenox® só deve ser administrado por via subcutânea29 ou intravenosa, nunca por via intramuscular. Antes de administrar Cutenox® confira a embalagem com a prescrição.

A seringa2 já está pronta para uso. Observe que existe uma pequena bolha30 de gás dentro da seringa2. Este gás é inerte e não se deve retirar esta bolha30 de gás da seringa2.

Cutenox® deverá ser administrado, de preferência, com o paciente deitado. O local ideal para a injeção subcutânea31 é no tecido32 celular subcutâneo1 do abdômen, alternando-se, a cada aplicação, o lado direito com o esquerdo.

Preparo do local da injeção33: deve-se proceder a limpeza do local de aplicação com algodão hidrófilo ou gaze embebidos em antisséptico34 (álcool 70%, por exemplo). A injeção subcutânea31 consiste na introdução da agulha verticalmente em todo o seu comprimento, na espessura de uma prega cutânea35 feita entre os dedos polegar e indicador.

Técnica de injeção subcutânea31

Seringas sem Sistema de Segurança

  1. Injetar lentamente o conteúdo da seringa2.
  2. Mantenha a prega cutânea35 até o final da injeção33.
  3. Ao final, faça discreta compressão sem massagear.
  4. Após o uso, qualquer produto remanescente na seringa2 deverá ser descartado.

Seringas com Sistema de Segurança

  1. Injetar lentamente o conteúdo da seringa2.
  2. Mantenha a prega cutânea35 até o término da aplicação, ao final faça discreta compressão sem massagear.
  3. Após a administração da solução e remoção da seringa2 do local de injeção33, mantenha o dedo sobre o êmbolo36, empurrando- o com firmeza para que seja ativado o sistema de segurança. Sempre que o conteúdo da seringa2 não for totalmente utilizado este procedimento deve ser realizado com cuidado, evitando que alguém seja atingido pela solução remanescente.
  4. A capa protetora automaticamente cobrirá a agulha e um "clique" será ouvido para confirmar a ativação do sistema de segurança. Em seguida, descarte a seringa2 de forma adequada.

O sistema de segurança só pode ser ativado quando a seringa2 for esvaziada, sua ativação deve ser feita somente após retirar a agulha da pele37. Não substitua a proteção da agulha após a injeção33.

Siga orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

POSOLOGIA

Profilaxia da trombose venosa profunda38 e recidivas39 e na profilaxia do tromboembolismo40 pulmonar:

Administração por via subcutânea29

Pacientes cirúrgicos: em pacientes que apresentam risco moderado, a profilaxia do tromboembolismo40 é obtida com injeção33 única diária de Cutenox® 20 mg (0,2 mL – correspondendo a 2.000 U.I. anti-Xa). A primeira injeção33 deverá ser efetuada, em média, duas horas antes da intervenção cirúrgica exceto em anestesia41 por bloqueio espinhal, quando se recomenda o início da profilaxia 2 horas após a retirada do cateter.

Em pacientes com alto risco de tromboembolismo40, em particular em pacientes cirúrgicos, a profilaxia do tromboembolismo40 é obtida com injeção33 única diária de Cutenox® 40 mg (0,4 mL – correspondendo a 4.000 U.I. anti-Xa). A primeira injeção33 deve ser aplicada 12 horas antes da intervenção. Em caso de anestesia41 espinhal/peridural42, a punção só deve ser realizada 10 – 12 horas após a administração de Cutenox®. Caso se opte por iniciar a profilaxia após intervenção, a primeira dose de Cutenox® deve ser administrada 2 horas após a remoção do cateter.

A duração do tratamento depende da persistência do risco tromboembólico, em geral, até a recuperação completa da capacidade de locomoção do paciente (em média, 7 a 10 dias após a intervenção). A administração única diária de Cutenox® 40 mg por mais 3 semanas além da profilaxia inicial (em geral, após a alta hospitalar), comprovou eficácia em pacientes submetidos à cirurgia ortopédica.

Pacientes clínicos: a dose recomendada para pacientes43 clínicos é de 40 mg de enoxaparina sódica, uma vez ao dia, administrada por via subcutânea29. A duração do tratamento deve ser de, no mínimo, 6 dias, devendo ser continuado até a recuperação da capacidade de locomoção total do paciente, por um período máximo de 14 dias.

Prevenção da coagulação16 do circuito extracorpóreo durante a hemodiálise44:

Administração por via intravenosa.

A dose recomendada é de 1 mg/Kg de Cutenox® injetada na linha arterial do circuito, no início da sessão de hemodiálise44. O efeito desta dose geralmente é suficiente para uma sessão com duração de 4 horas. No caso de aparecimento de anéis de fibrina45 ou de uma sessão mais longa que o normal, deve-se administrar dose complementar de 0,5 a 1,0 mg/Kg de Cutenox®. Em pacientes sob risco hemorrágico13, a dose deve ser reduzida para 0,5 mg/Kg quando o acesso vascular46 for duplo ou 0,75 mg/Kg quando o acesso vascular46 for simples.

Tratamento da trombose venosa profunda38

A posologia de Cutenox® recomendada para o tratamento da trombose venosa profunda38 é de 1,5 mg/kg, uma vez ao dia ou 1 mg/kg, duas vezes ao dia, administrada por via subcutânea29. Para pacientes43 com tromboembolismo40 complicado, recomenda- se a dose de 1mg/kg, duas vezes ao dia.

A enoxaparina sódica é geralmente prescrita por um período médio de 10 dias.

A terapia anticoagulante47 oral deve ser iniciada quando apropriado e o tratamento com Cutenox® deve ser mantido até o início do efeito terapêutico do anticoagulante47 oral, medido através do tempo de protrombina48 ou do RNI (2 a 3).

Tratamento da angina7 instável e infarto do miocárdio49 sem onda Q

A posologia de Cutenox® recomendada é de 1 mg/kg a cada 12 horas, por via subcutânea29, administrada concomitantemente com ácido acetilsalicílico (100 a 325 mg, uma vez ao dia). Nestes pacientes, o tratamento com Cutenox® deve ser prescrito por no mínimo 2 dias, e mantido até estabilização clínica. A duração normal do tratamento é de 2 a 8 dias.

Populações especiais

Idosos: não é necessário realizar ajuste posológico em idosos tratados com doses diárias de até 60 mg. Devido à ausência de dados farmacocinéticos com doses maiores, a enoxaparina sódica deve ser utilizada com cautela neste grupo de pacientes.

Crianças: a segurança e eficácia da enoxaparina sódica em crianças ainda não foram estabelecidas.

Insuficiência renal50: não é necessário realizar ajuste posológico em pacientes com insuficiência renal50 tratados com doses diárias de até 60 mg. Devido à ausência de dados farmacocinéticos com doses maiores, a enoxaparina sódica deve ser utilizada com cautela neste grupo de pacientes.

Insuficiência hepática14: devido à ausência de estudos clínicos, recomenda-se cautela em pacientes com insuficiência hepática14.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico ou cirurgião dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Reações desagradáveis: informe ao médico o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer reações locais incluindo dor, hematomas51 (acúmulo de sangue3 nos tecidos logo abaixo da pele37, causando uma mancha arroxeada) e irritação local leve após a administração subcutânea29 de enoxaparina sódica. Raramente observa-se no local de aplicação da enoxaparina sódica a presença de nódulos endurecidos, que desaparecem após alguns dias e não devem ser motivo de interrupção do tratamento. Foram relatados casos excepcionais de necrose52 (morte de tecidos) subcutânea29 no local de administração de heparina e heparinas de baixo peso molecular.

Reações alérgicas cutâneas53 consistindo em erupções bolhosas ou sistêmicas incluindo reações anafilactóides (reação alérgica54 grave e potencialmente fatal). Em alguns casos, pode ser necessária a interrupção do tratamento.

Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

A superdosagem acidental após a administração intravenosa, extracorporal ou subcutânea29 de Cutenox® pode causar complicações hemorrágicas55.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Registro MS - 1.8830.0021
Farmacêutico Responsável: Marcia Yoshie Hacimoto CRF- RJ nº 13.349

Fabricado por:
Gland Pharma Limited
Hyderabad – 500 043, ÍNDIA. Mfg. Lic. N°.103/AP/RR/97/F/R

Importado por:
Mylan Laboratórios Ltda.
Estrada Dr. Lourival Martins Beda, 1118. Donana - Campos dos Goytacazes – RJ
CEP: 28110-000
CNPJ: 11.643.096/0001-22


SAC 0800 020 0817

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
2 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
3 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
4 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
5 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
6 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
7 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
8 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
9 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
10 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
11 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
12 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
13 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
14 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
15 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
16 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
17 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
18 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
19 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
20 Retinopatia diabética: Dano causado aos pequenos vasos da retina dos diabéticos. Pode levar à perda da visão. Retinopatia não proliferativa ou retinopatia background Caracterizada por alterações intra-retinianas associadas ao aumento da permeabilidade capilar e à oclusão vascular que pode ou não ocorrer. São encontrados microaneurismas, edema macular e exsudatos duros (extravasamento de lipoproteínas). Também chamada de retinopatia simples.
21 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
22 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
23 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
24 Olhos:
25 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
26 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
27 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
28 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
29 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
30 Bolha: 1. Erupção cutânea globosa entre as camadas superficiais da epiderme, cheia de serosidade, líquido claro, pus ou sangue, causada por inflamação, queimadura, atrito, efeito de certas enfermidades, etc. Deve ter mais de 0,5 cm. Quando tem um tamanho menor devem ser chamadas de “vesículas”. 2. Bola ou glóbulo cheio de gás, ar ou vapor que se forma (ou se formou) em alguma substância líquida ou pastosa, especialmente ao ser agitada ou por ebulição ou fermentação. 3. Saliência oca em uma superfície.
31 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
32 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
33 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
34 Antisséptico: Que ou o que impede a contaminação e combate a infecção.
35 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
36 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
37 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
38 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
39 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
40 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
41 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
42 Peridural: Mesmo que epidural. Localizado entre a dura-máter e a vértebra (diz-se do espaço do canal raquidiano). Na anatomia geral e na anestesiologia, é o que se localiza ou que se faz em torno da dura-máter.
43 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
44 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
45 Fibrina: Proteína formada no plasma a partir da ação da trombina sobre o fibrinogênio. Ela é o principal componente dos coágulos sanguíneos.
46 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
47 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
48 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
49 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
50 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
51 Hematomas: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
52 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
53 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
54 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
55 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.

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