Preço de Actemra SC em Woodbridge/SP: R$ 0,00

Actemra SC

PRODUTOS ROCHE QUÍMICOS E FARMACÊUTICOS S.A.

Atualizado em 24/03/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Actemra® SC
tocilizumabe
Injetável 162 mg/0,9 mL

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Solução injetável para administração subcutânea1 162 mg/0,9 mL
Caixa com 4 seringas preenchidas de uso único com dispositivo de segurança da agulha. 

VIA SUBCUTÂNEA1
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada 0,9 mL de Actemra® SC contém:

tocilizumabe 162 mg
veículo q.s.p. 0,9 mL

Excipientes: polissorbato 80, L-arginina, cloridrato de L-arginina, L-metionina, L-histidina, cloridrato de L-histidina mono-hidratada e água para injetáveis.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Actemra® SC em associação com metotrexato (MTX) é indicado no tratamento da artrite reumatoide2 (AR) grave, ativa e progressiva em pacientes adultos não tratados previamente com MTX. Neste grupo de pacientes, Actemra® SC pode ser usado em monoterapia em caso de intolerância a MTX ou quando o uso continuado de MTX é inapropriado.

Actemra® SC é indicado para o tratamento de artrite reumatoide2 ativa, moderada a grave em pacientes adultos, quando tratamento anterior adequado com, pelo menos, um medicamento antirreumático modificador da doença (DMARD) não tenha trazido os benefícios esperados:

  • Após falha de esquema combinado com DMARDs convencionais, incluindo, necessariamente, o metotrexato, utilizados nas doses e pelo tempo indicados na bula de cada agente específico; ou
  • Após falha do agente anti-TNF, utilizado na dose e pelo tempo indicados na bula de cada agente específico.

Neste grupo de pacientes, Actemra® SC pode ser usado isoladamente ou em combinação com metotrexato (MTX) e/ou outros DMARDs.

Actemra® SC está indicado para o tratamento de arterite de células gigantes3 (ACG) em pacientes adultos.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Actemra® SC faz parte dos novos medicamentos antirreumáticos biológicos modificadores da doença (DMARDs). É considerado um DMARD biológico, porque organismos vivos estão envolvidos na sua produção, o que não ocorre com DMARDs sintéticos, como o metotrexato, por exemplo.

Actemra® SC é um anticorpo4 (substância que ajuda na defesa do organismo) humanizado que bloqueia a ação da interleucina 6 (IL-6), uma proteína que promove a inflamação5 crônica na AR. Em pacientes com AR, observam-se níveis elevados de IL-6 na articulação6, e seus níveis no sangue7 correlacionam-se bem com a atividade da doença.

Tocilizumabe (TCZ) neutraliza a ação da IL-6, o que resulta em melhora significativa e clinicamente superior quando comparado ao tratamento com DMARDs tradicionais (como o metotrexato [MTX] e outros) em populações estudadas com AR ativa moderada a grave.

A eficácia de Actemra® SC subcutâneo8 foi avaliada em um estudo que incluiu pacientes com artrite reumatoide2 ativa que não haviam respondido bem a outros tratamentos. O estudo avaliou se havia diferença na proporção de pacientes que obtiveram melhora na semana 24 de estudo em tratamento com Actemra® intravenoso ou subcutâneo8. Esse estudo demonstrou que Actemra® SC foi equivalente a Actemra® IV, de acordo com a avaliação de diversos tipos de respostas dos pacientes. Foi também realizado estudo para verificar se Actemra® SC poderia inibir a progressão radiográfica em pacientes com artrite reumatoide2 moderada a severa. Os resultados foram compatíveis com os obtidos com Actemra® IV, isto é, os pacientes com Actemra® SC apresentaram progressão muito menor em 24 semanas que os pacientes tratados com placebo9.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Actemra® SC é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade (alergia10) conhecida a tocilizumabe ou aos componentes da fórmula.

O tratamento com Actemra® SC não deve ser iniciado em pacientes com infecções11 graves ativas.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento deverá ser prescrito por médicos com experiência no tratamento da AR que tenham conhecimento suficiente sobre o produto.

A substituição por qualquer outro medicamento biológico requer o consentimento do médico prescritor.

Geral

Infecções11Foram relatadas infecções11 sérias e, em alguns casos, fatais em pacientes em tratamento com agentes imunossupressores que incluem tocilizumabe.

Pacientes com infecções11 ativas (em que o agente causal esteja presente e se multiplicando) não devem iniciar tratamento com Actemra® SC, e sua administração deve ser interrompida se o paciente desenvolver infecção12 grave, até que seja resolvida. Informe a seu médico se você tem história de infecções11 recorrentes ou alguma condição subjacente (por exemplo, diverticulite13inflamação5 do intestino delgado14 ou grosso ou diabetes15) que possa predispô-lo(a) a infecções11.

Procure imediatamente seu médico caso apareça qualquer sinal16 / sintoma17 sugestivo de infecção12 para garantir a detecção rápida de infecções11 potencialmente graves e instituição de tratamento apropriado.

Complicações da diverticulite13 (divertículos são sacos que surgem na parede do intestino grosso18): foram relatados eventos de perfuração diverticular como complicação de diverticulite13 em pacientes tratados com Actemra®. Tocilizumabe deve ser usado com cautela em pacientes com histórico de úlceras19 intestinais ou doença diverticular. Pacientes que apresentam sintomas20 potencialmente indicativos de complicações de doença diverticular, tais como dor abdominal, devem ser avaliados prontamente para que haja identificação precoce de perfuração gastrintestinal.

Tuberculose21: embora os estudos clínicos não tenham demonstrado risco aumentado de tuberculose21, não se pode descartar a possibilidade de reativação da tuberculose21. Portanto, médicos e seus pacientes com histórico de infecção12 por tuberculose21 devem estar atentos quanto à manifestação de sintomas20 da doença e realizar periodicamente radiografia de tórax22. Todos os pacientes devem ser avaliados para infecção12 latente por tuberculose21 antes do início da terapia com tocilizumabe. Pacientes com tuberculose21 latente devem ser tratados com terapia antimicobacteriana padrão antes do início do tratamento com tocilizumabe.

Vacinas

Vacinas vivas e / ou vivas atenuadas não devem ser administradas a pacientes que estão em tratamento com Actemra® SC.

Não existem dados sobre a transmissão secundária de infecções11 de pessoas que receberam vacinas vivas para pacientes23 em uso de Actemra®.

Em um estudo aberto randomizado24, pacientes adultos com AR tratados com tocilizumabe e MTX conseguiram produzir resposta às vacinas contra pneumonia25 [vacina26 antipneumocócica 23-valente (polissacarídea)] e tétano27 (toxoide tetânico), comparáveis com a resposta de pacientes tratados apenas com MTX.

Recomenda-se que todos os pacientes, particularmente pacientes pediátricos e idosos, se possível, sejam vacinados de acordo com as recomendações atuais, antes do início do tratamento com Actemra® SC. O intervalo de administração entre vacinas vivas e a terapia com Actemra® deve estar de acordo com as recomendações de vacinação relativas a agentes que alteram a função do sistema imunológico28 (conhecidos como imunossupressores).

Reações de hipersensibilidade

Reações graves de hipersensibilidade (inclusive anafilaxias – reação alérgica29 grave) foram relatadas em associação a tocilizumabe. As reações de hipersensibilidade clinicamente significativas que necessitaram de interrupção permanente de Actemra® foram tratadas com sucesso com corticosteroides injetáveis (medicamentos que podem ser utilizados em casos de alergia10), epinefrina e outras medicações sintomáticas.

Na fase de pós-comercialização, eventos de hipersensibilidade grave e anafilaxia30 ocorreram em pacientes tratados com uma variedade de doses de tocilizumabe, com ou sem terapias concomitantes, pré-medicações e/ou reação de hipersensibilidade prévia.

Se ocorrer uma reação anafilática31 ou outra reação de hipersensibilidade séria, interrompa imediatamente a administração e procure seu médico.

Doença hepática32 ativa e insuficiência hepática33

Informe ao seu médico se você possui alguma doença ativa no fígado34 ou insuficiência hepática33.

Reativação viral

Reativação viral (por exemplo, vírus35 da hepatite36 B) tem sido relatada com terapias biológicas para artrite reumatoide2. Em estudos clínicos com tocilizumabe, os pacientes recrutados com resultados positivos para o vírus35 da hepatite36 foram excluídos do estudo.

Distúrbios desmielinizantes37

Os médicos devem estar vigilantes quanto a sintomas20 potencialmente indicativos de início de distúrbios de desmielinização central. O potencial para a desmielinização central com Actemra® é desconhecido até o momento, mas esclerose múltipla38 e polineuropatia desmielinizante39 inflamatória crônica foram relatadas raramente em estudos clínicos para artrite reumatoide2.

Risco cardiovascular

Pacientes com artrite reumatoide2 tem um risco elevado de doenças cardiovasculares40 e devem ter os fatores de risco (como hipertensão41 e hiperlipidemia42) acompanhados e controlados como parte do seguimento de rotina.

Exames laboratoriais

Neutropenia43 (diminuição do número de um dos tipos de glóbulos brancos no sangue7) O tratamento com tocilizumabe associa-se a maior incidência44 de neutropenia43.

No entanto, não se observou associação entre neutropenia43 relacionada ao tratamento de infecções11 sérias nos estudos clínicos.

Deve-se ter cuidado ao considerar a introdução de tratamento com tocilizumabe em pacientes com neutropenia43. O tratamento não é recomendado quando o número absoluto de glóbulos brancos (neutrófilos45) estiver abaixo de 500/mm3 (0,5 x 109/L). Na AR e ACG, a contagem de neutrófilos45 deve ser monitorada de quatro a oito semanas após o início do tratamento e regularmente após esse período.

Trombocitopenia46 (redução do número de plaquetas47, células48 responsáveis pela coagulação49 do sangue7)

O tratamento com tocilizumabe associa-se à redução do número de plaquetas47.

No entanto, não se observou associação entre redução do número de plaquetas47 relacionada ao tratamento e casos graves de sangramento nos estudos clínicos.

Deve-se ter cautela ao considerar a introdução de tratamento com tocilizumabe em pacientes com número reduzido de plaquetas47. O tratamento não é recomendado a pacientes com número de plaquetas47 inferior a 50.000/mm3 (50 x 103/µL).

Na AR e ACG, a contagem de plaquetas47 deve ser monitorada de quatro a oito semanas após o início do tratamento e regularmente após esse período.

Elevação das transaminases hepáticas50 (substâncias existentes no fígado34, responsáveis pela sua função)

Nos estudos clínicos, foi observada elevação leve a moderada das transaminases hepáticas50 associada ao tratamento com tocilizumabe, sem progressão para danos no fígado34. Os aumentos nas transaminases hepáticas50 foram mais frequentemente observados quando medicamentos com potencial hepatotóxico (que são tóxicos para o fígado34, tais como metrotexato) foram administrados concomitantemente com tocilizumabe.

Deve-se ter cuidado ao considerar a introdução de tratamento com tocilizumabe em pacientes com elevação das transaminases ALT ou AST. O tratamento não é recomendado a pacientes com ALT ou AST acima de 5 x o limite superior da normalidade (LSN) (TGP ou TGO > 5 x LSN).

Na AR e ACG, as transaminases devem ser monitoradas de quatro a oito semanas após o início do tratamento e regularmente após esse período.

Parâmetros lipídicos (quantidade de gordura51)

Foram observadas elevações nos níveis de lipídios, tais como colesterol52, triglicérides53 e / ou lipoproteína de baixa densidade LDL54 popularmente conhecido como mau colesterol52.

Em pacientes tratados com tocilizumabe, os níveis de lipídios devem ser monitorados de quatro a oito semanas após o início do tratamento com tocilizumabe. Os pacientes devem ser tratados de acordo com os protocolos clínicos locais para o tratamento de hiperlipidemia42.

Gravidez55 e amamentação56

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não existem dados adequados sobre o uso de Actemra® SC em gestantes. Um estudo em macacos não demonstrou risco potencial de dismorfogênese (malformações57), mas demonstrou número maior de aborto espontâneo / óbito58 com dose elevada. A relevância desses dados para humanos é desconhecida.

Actemra® SC só deve ser usado se os potenciais benefícios clínicos provenientes de seu uso para a mãe excederem os potenciais riscos à saúde59 do feto60.

Não se sabe se tocilizumabe é excretado no leite materno. Embora alguns tipos de anticorpos61 passem para o leite humano, a absorção de tocilizumabe pela criança por meio do aleitamento é improvável, por causa da rápida desintegração dessas proteínas62 no estômago63. A decisão em se manter / interromper o aleitamento materno64 ou manter / interromper a terapia com Actemra® SC deve ser adotada levando em consideração o benefício do aleitamento materno64 para a criança e o benefício da terapia com tocilizumabe para a paciente.

Advertências para populações especiais

Pacientes com doença nos rins65 (insuficiência66 dos rins65), doença no fígado34 (insuficiência66 do fígado34), crianças e idosos: vide item “6. Como devo usar este medicamento? – Instruções especiais de administração”.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas

Não foram realizados estudos específicos sobre os efeitos de Actemra® SC na capacidade de dirigir e operar máquinas. No entanto, não existem evidências, a partir dos dados disponíveis, de que tocilizumabe afete a capacidade de dirigir e operar máquinas.

Abuso e dependência

Não foram realizados estudos sobre efeitos potenciais de dependência causados por tocilizumabe. No entanto, não existem evidências de que o tratamento com tocilizumabe resulte em dependência ou abuso.

Até o momento não há informações de que tocilizumabe possa causar doping. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.

Principais interações medicamentosas

O metotrexato, anti-inflamatórios gerais (não esteroidais) e corticosteroides não influenciaram a farmacocinética (etapas de transformação do medicamento dentro do organismo, desde sua ingestão até eliminação) de tocilizumabe em pacientes com AR.

Em pacientes com ACG, não foi observado efeito acumulativo da dose de corticosteroide sobre a exposição a tocilizumabe.

Não há experiência do uso de tocilizumabe em combinação com outros antagonistas de TNF ou outros tratamentos biológicos em pacientes com artrite reumatoide2. O uso de Actemra® SC com outros agentes biológicos não é recomendado.

Ao introduzir ou interromper tratamento com tocilizumabe em pacientes tratados com atorvastatina, bloqueadores dos canais de cálcio, teofilina, varfarina, fenitoína, ciclosporina ou benzodiazepínicos, deve-se monitorar as doses desses medicamentos, pois podem requerer ajuste, a fim de manter o efeito terapêutico.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde59.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Actemra® SC seringa67 preenchida deve ser armazenado no refrigerador, em temperatura entre 2 e 8°C. O produto não deve ser congelado. Mantenha o produto no cartucho para proteger da luz.

Após removido do refrigerador, Actemra® SC deve ser administrado dentro de 8 horas e não deve ser mantido a temperatura maior que 30°C.

Actemra® SC não deve ser usado depois do prazo de validade mostrado na seringa67 preenchida e na embalagem.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Actemra® SC é um líquido amarelado e não contém conservantes.

Não use se o medicamento estiver turvo ou contiver partículas ou se apresentar qualquer cor exceto incolor a amarelada ou se alguma parte da seringa67 preenchida parecer danificada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Descarte de seringas / perfurocortantes

É indispensável obedecer rigorosamente às normas de uso e descarte da seringa67 preenchida:

  • seringas nunca podem ser reutilizadas;
  • coloque todas as seringas usadas em um recipiente para perfurocortantes (recipiente à prova de furos);
  • mantenha esse recipiente fora do alcance das crianças;
  • evite colocar os recipientes de perfurocortantes no lixo doméstico;
  • descarte o recipiente inteiro de acordo com a legislação local ou conforme orientação do seu profissional da saúde59.

Os pacientes devem ter um recipiente resistente para descartar todas as seringas usadas.

Descarte de medicamento não utilizado / com prazo de validade vencido

A liberação de produtos farmacêuticos no meio ambiente deve ser reduzida ao máximo. Os medicamentos não podem ser desprezados no esgoto doméstico e deve-se evitar desprezá-los no lixo doméstico. Use os “sistemas de coleta”, se disponíveis na sua região.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Dose

Artrite reumatoide2A dose recomendada de Actemra® SC a pacientes adultos com AR é de 162 mg, administrada uma vez por semana em injeção subcutânea68. Actemra® SC pode ser usado isoladamente ou associado com metotrexato ou outras DMARDs sintéticos.

Arterite de Células Gigantes3A dose recomendada de tocilizumabe para pacientes23 adultos com ACG é de 162 mg administrada uma vez por semana em injeção subcutânea68 em combinação com um tratamento com redução gradual de dose de glicocorticoides. Tocilizumabe pode ser usado isoladamente depois da descontinuação dos glicocorticoides. Caso os sintomas20 da ACG reapareçam durante o tratamento com tocilizumabe, seu médico poderá considerar a reintrodução e / ou aumento gradual da dose dos glicocorticoides concomitantes.

Geral: Informações limitadas estão disponíveis sobre a substituição de Actemra® intravenoso por Actemra® SC em dose fixa.

Pacientes que estiverem trocando a terapia intravenosa (IV) pela terapia subcutânea1 (SC) de Actemra® devem substituir a próxima dose IV programada pela primeira injeção69 SC, sob supervisão de profissional da saúde59 qualificado.

As formulações subcutâneas de Actemra® SC não podem ser aplicadas por via intravenosa.

Para que você possa utilizar Actemra® SC em casa, é necessário que esteja seguro(a) sobre a aplicação do medicamento e sempre atento(a) em relação a possíveis reações alérgicas, que devem ser informadas imediatamente a um profissional da saúde59, antes da aplicação da dose seguinte. Você também deve saber onde buscar atendimento imediato se surgirem sintomas20 de uma reação alérgica29 grave.

Se seus exames laboratoriais mostrarem alterações do fígado34, do número de glóbulos brancos ou de plaquetas47 no sangue7, o seu médico precisará ajustar a dose de Actemra® SC de acordo com esquemas estabelecidos ou até mesmo suspender a medicação até que o resultado do exame volte para níveis aceitáveis.

Instruções especiais de administração

Crianças: a segurança e a eficácia de tocilizumabe SC não foram estabelecidas em pacientes menores de 18 anos.

Idosos: não é necessário ajuste de dose em pacientes com idade superior a 65 anos.

Insuficiência66 dos rins65: não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência66 leve ou moderada dos rins65. Actemra® SC não foi estudado em pacientes com insuficiência66 grave dos rins65.

Insuficiência66 do fígado34: a segurança e eficácia de tocilizumabe não foram estudadas em pacientes com insuficiência66 do fígado34.

Modo de uso

A formulação subcutânea1 de Actemra® SC é aplicada usando a seringa67 preenchida com dispositivo de segurança da agulha. A primeira injeção69 precisa ser realizada sob a supervisão de um profissional da saúde59. Você deverá ser instruído(a) por seu médico quanto à técnica correta de autoaplicação. Não aplique o medicamento até que você tenha segurança de que compreendeu corretamente as instruções. Os locais recomendados para aplicação da injeção69 (abdome70, coxa71 e parte superior do braço) devem ser rodiziados, e nunca se deve aplicar o medicamento em pintas, verrugas, cicatrizes72 ou áreas de pele73 dolorosas, com manchas roxas, vermelhas ou com alguma lesão74.

Como administrar Actemra® SC em seringa67 preenchida de uso único com dispositivo de segurança da agulha:

Primeiro passo: verifique visualmente a seringa67

  • Retire da geladeira a caixa que contém a seringa67 e abra a caixa. Não toque o gatilho da seringa67, pois isso pode danificá-la.
  • Remova a seringa67 da caixa e examine-a visualmente, bem como o medicamento nela contido. Isso é importante para garantir que a seringa67 e o medicamento estejam em condições seguras de uso.
  • Verifique a data de validade na caixa e na seringa67 (Vide Fig. A) para garantir que não esteja vencida. Não utilize a seringa67 caso a data de validade tenha expirado. Isso é importante para garantir que a seringa67 e o medicamento estejam em condições seguras de uso.

Data de validade na seringa67

Data de validade na caixa

Descarte a seringa67 e não a utilize caso:

  • o medicamento esteja turvo;
  • o medicamento apresente partículas;
  • o medicamento apresente qualquer coloração além de incolor a amarelado;
  • qualquer parte da seringa67 tenha aparência danificada.


Segundo passo: deixe que a seringa67 atinja a temperatura ambiente

  • Não remova a tampa da agulha antes do quinto passo.
  • Coloque a seringa67 em uma superfície plana limpa e deixe que ela atinja a temperatura ambiente por 25 a 30 minutos. Não permitir que a seringa67 atinja a temperatura ambiente pode resultar em desconforto na injeção69 e pode ser difícil pressionar o êmbolo75. Não aqueça a seringa67 de nenhuma outra maneira.


Terceiro passo: limpe suas mãos76.

  • Lave suas mãos76 com água e sabão.


Quarto passo: escolha e prepare um local de injeção69

  • Os locais de injeção69 recomendados são na frente e no meio de suas coxas77, e na parte inferior do seu abdome70, abaixo do umbigo78, com exceção da área de cinco centímetros diretamente ao redor do umbigo78. (Vide Fig. B)
  • Caso um cuidador esteja administrando a injeção69, a área externa da parte superior dos braços também pode ser utilizada. (Vide Fig. B)

    (Locais de injeção69 em destaque)
  • Você deve usar um local diferente cada vez que for administrar uma injeção69 em você mesmo, pelo menos três centímetros da área que você utilizou na última injeção69. Não injete em áreas que possam causar incômodo por um cinto ou faixa abdominal.
  • Não injete em verrugas, cicatrizes72, hematomas79 ou áreas onde a pele73 estiver sensível, avermelhada, endurecida ou não intacta.
  • Limpe a área de injeção69 escolhida utilizando um lenço umedecido com álcool, para reduzir o risco de infecções11.
  • Permita que a pele73 seque por, aproximadamente, 10 segundos.
  • Certifique-se de não tocar a área limpa, antes da injeção69. Não abane ou sopre a área limpa.


Quinto passo: remova a tampa da agulha

  • Não segure a seringa67 pelo êmbolo75 enquanto estiver retirando a tampa da agulha.
  • Segure o revestimento da agulha da seringa67 firmemente com uma das mãos76 e puxe a tampa da agulha com a outra mão80. (Vide Fig. D).
  • Não toque na agulha nem deixe que ela toque em qualquer superfície.
  • É possível que você veja uma gota81 de líquido na ponta da agulha. Isso é normal.
  • Descarte a tampa da agulha em um recipiente apropriado para objetos pontiagudos ou cortantes.

OBSERVAÇÃO: uma vez que a tampa da agulha tiver sido removida, a seringa67 deve ser utilizada imediatamente.

  • Caso não seja usada dentro de 5 minutos, a seringa67 deve ser descartada em um recipiente apropriado para objetos pontiagudos ou cortantes e uma nova seringa67 deve ser utilizada.
  • Nunca recoloque a tampa da agulha após sua remoção.


Sexto passo: administre a injeção69

  • Segure a seringa67 confortavelmente em sua mão80.
  • Para assegurar-se de que a agulha pode ser inserida corretamente sob a pele73, belisque uma prega de pele73 na área de injeção69 limpa com sua mão80 livre. Beliscar a pele73 é importante para garantir que você está injetando sob a pele73 (no tecido adiposo82), e não mais profundamente (no músculo). Injeção69 no músculo pode resultar em uma injeção69 desconfortável.
  • Não segure ou empurre o êmbolo75 enquanto estiver inserindo a agulha na pele73.
  • Insira a agulha até o fim na prega de pele73 em um ângulo entre 45° e 90° com um movimento rápido e firme. 

É importante escolher o ângulo correto para garantir que o medicamento seja injetado sob a pele73; do contrário, a injeção69 pode ser dolorosa e o medicamento pode não funcionar.

  • Então mantenha a seringa67 na posição e solte a prega de pele73.
  • Injete lentamente todo o medicamento empurrando suavemente o êmbolo75 até o fim (vide Fig. F). Você deve pressionar o êmbolo75 até o final para garantir que esteja recebendo a dose completa do medicamento e para garantir que o gatilho esteja completamente afastado para o lado. Se o êmbolo75 não estiver completamente pressionado, o revestimento da agulha não se estenderá para cobrir a agulha quando ela for removida. Caso a agulha não esteja coberta, proceda com cautela e coloque a seringa67 em um recipiente apropriado para objetos pontiagudos, para evitar ferimentos com a agulha.
  • Uma vez que o êmbolo75 estiver totalmente pressionado, continue pressionando-o para ter certeza de que todo o medicamento foi injetado antes de retirar a agulha da pele73.
  • Continue pressionando o êmbolo75 enquanto você retira a agulha da pele73 no mesmo ângulo que o de inserção. (Vide Fig. G).
  • Uma vez que a agulha tiver sido removida completamente da pele73, você pode liberar o êmbolo75, permitindo que o revestimento da agulha a proteja. (Vide Fig. H)
  • Caso você veja gotas de sangue7 no local da injeção69, você pode pressionar uma bola de algodão ou gaze estéril sobre o local da injeção69 por, aproximadamente, 10 segundos.
  • Não esfregue o local da injeção69.

Sétimo passo: descarte a seringa67

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

É muito importante o uso de Actemra® SC exatamente como prescrito por seu médico. Mantenha o controle de sua próxima dose.

Se você perder a sua dose semanal no prazo de sete dias, não aplique-a assim que se lembrar. Aguarde até o próximo dia programado.

Se você estiver utilizando Actemra® SC em semanas alternadas (em caso de modicações de dose sugeridas pelo seu médico) e perder a sua dose quinzenal no prazo de sete dias, aplique uma dose assim que se lembrar e aplique a sua próxima dose no dia regular previsto.

Se você perder a sua dose semanal ou quinzenal por mais que sete dias ou não tiver certeza de quando utilizar Actemra® SC, contate o seu médico.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Estudos clínicos

O perfil de segurança nesta seção foi baseada em 4458 pacientes expostos a tocilizumabe em estudos clínicos; a maior parte desses pacientes estava participando de estudos sobre AR (n = 4009), enquanto que o restante da experiência vem de estudos sobre pAIJ (n = 188), sAIJ (n = 112) e ACG (n = 149). O perfil de segurança de tocilizumabe nessas indicações continua semelhante e não diferenciada.

Artrite reumatoide2

A segurança de tocilizumabe subcutâneo8 na AR foi avaliada no estudo (SC-I). O estudo comparou a eficácia e segurança de tocilizumabe 162 mg administrado por via subcutânea1 semanalmente versus 8 mg/kg de tocilizumabe administrado por via intravenosa, em 1.262 indivíduos adultos com AR. Todos os pacientes do estudo receberam DMARD(s) não biológicos. A segurança e a imunogenicidade observadas para tocilizumabe administrado por via SC foi consistente com o perfil de segurança conhecido de tocilizumabe administrado por via IV, e nenhuma nova ou inesperada reação adversa foi observada. A maior frequência de reação no local da aplicação foi observada para Actemra® SC.

Arterite de Células Gigantes3

A segurança de tocilizumabe subcutâneo8 foi estuada em um estudo Fase III (WA28119) incluindo 251 pacientes com ACG. A duração total em pacientes anos na população total exposta foi de 138,5 pacientes anos durante a fase de 12 meses duplo-cega controlada com placebo9 do estudo. O perfil de segurança total observado nos grupos de tratamento com tocilizumabe foi compatível com o perfil de segurança conhecido de tocilizumabe. A taxa de eventos de infecção12 / infecção12 grave foi equilibrada entre os grupos de tocilizumabe semanal (200,2/9,7 eventos por 100 pacientes-anos) versus placebo9 mais 26 semanas de redução gradual de prednisona (156,0/4,2 eventos por 100 pacientes-anos) e placebo9 mais 52 semanas de redução gradual (210,2/12,5 eventos por 100 pacientes-anos).

Reações no local de aplicação

Nos estudos de Actemra® SC, as reações no local de aplicação (que incluem vermelhidão, prurido83, dor e hematoma84) foram leves a moderadas em gravidade. A maioria foi resolvida, sem nenhum tratamento, e nenhuma necessitou suspensão da medicação.

Imunogenicidade

No SC-I, 625 pacientes tratados com 162 mg de tocilizumabe semanalmente foram testados quanto à presença de anticorpos61 antitocilizumabe nos estudos controlados de 6 meses. Cinco pacientes (0,8%) desenvolveram anticorpos61 antitocilizumabe positivos; desses, todos desenvolveram anticorpos61 neutralizantes.

Um total de 1.454 pacientes expostos a tocilizumabe SC foi testado para anticorpos61 antitocilizumabe, 13 pacientes (0,9%) desenvolveram anticorpos61 antitocilizumabe positivos, e, desses, 12 pacientes (0,8%) desenvolveram anticorpos61 neutralizantes antitocilizumabe.

Nenhuma correlação entre o desenvolvimento de anticorpos61 e resposta clínica ou eventos adversos foi observada.

Os principais efeitos colaterais85 ocorridos durante o tratamento com tocilizumabe foram:

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento): infecções11 de vias aéreas superiores.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento): celulite86 (inflamação5 dos tecidos abaixo da pele73), pneumonia25, herpes simples oral (tipo de erupção87 com vesículas88 causada por vírus35), herpes-zóster (reativação do vírus35 da varicela89 em uma raiz nervosa, provocando dor geralmente intensa e vesículas88 na pele73 da região correspondente àquele nervo, popularmente conhecido como “cobreiro”), dor na região da barriga, ulcerações90 na boca91 (aftas), gastrite92, erupções (nome genérico para lesões93 de pele73, geralmente avermelhadas), coceira, urticária94 (erupção87 cutânea95, com coceira, caracterizada por placas96 salientes), dor de cabeça97, tonturas98, aumento de enzimas do fígado34, aumento da pressão sanguínea, leucopenia99 e neutropenia43 (redução dos glóbulos brancos no sangue7), aumento de colesterol52, aumento de peso, edema100 periférico, reações alérgicas, reações no local da aplicação, tosse, falta de ar e conjuntivite101.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam esse medicamento): diverticulite13 (inflamação5 do intestino delgado14 ou grosso), estomatite102 (aftas), úlcera gástrica103, aumento da bilirrubina104 total (pigmento produzido pelo fígado34 a partir da hemoglobina105 e que pode se acumular em casos de lesão74 do próprio fígado34 ou das vias biliares106 por onde é eliminado), aumento de triglicérides53 (tipo de gordura51 dosada no sangue7), nefrotilíase (condição na qual um ou mais cálculos estão presentes na pélvis ou nos cálices do rim107 ou no ureter108), hipotireoidismo109 (diminuição da função da tireoide110).

Artrite reumatoide2 inicial – não tratado previamente com metotrexato

O perfil de segurança global observado nos pacientes com artrite reumatoide2 inicial, moderada a grave, que não haviam recebido tratamento prévio com MTX e agentes biológicos e que foram tratados com Actemra®, foi consistente com o perfil de segurança conhecido para tocilizumabe.

Alterações laboratoriais

As alterações em exames laboratoriais encontradas nos estudos clínicos referem-se a alterações de células sanguíneas111 (número baixo de plaquetas47 e de neutrófilos45), do figado34 (elevação de enzimas do fígado34) e dos parâmetros lipídicos (elevação de colesterol52 total, LDL54, HDL112, triglicérides53). Seu médico avaliará as possíveis alterações laboratoriais.

Pós-comercialização

O perfil de segurança no período pós-comercialização da formulação intravenosa é consistente com os dados dos estudos clínicos, com exceção de relatos de anafilaxia30 fatal durante o tratamento com tocilizumabe intravenoso. Síndrome de Stevens-Johnson113 (tipo de reação alérgica29, com descamação114 da pele73 e mucosas115 e formação de bolhas) tem sido relatada durante o tratamento com a formulação intravenosa de tocilizumabe.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica116 no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Os dados disponíveis sobre superdose com Actemra® SC são limitados. Um caso de superdose acidental foi relatado em um paciente com mieloma117 múltiplo (câncer118 de um dos tipos de células48 do sangue7, os plasmócitos, em que podem ocorrer também lesões93 nos ossos) que recebeu uma dose única de 40 mg/kg IV. Apesar da dose elevada, não foram observados efeitos colaterais85.

Não foram observados efeitos colaterais85 graves ao medicamento em voluntários saudáveis que receberam dose única de até 28 mg/kg IV. Nesses indivíduos, observou-se queda do número de glóbulos brancos, que foi limitante da dose.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS - 1.0100.0655
Farm. Resp.: Tatiana Tsiomis Díaz - CRF-RJ nº 6942

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Vetter Pharma-Fertigung GmbH & Co. KG, Ravensburg, Alemanha

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F. Hoffmann-La Roche Ltd., Kaiseraugst, Suíça

Importado por:
Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.
Est. dos Bandeirantes, 2.020 – CEP 22775-109 – Rio de Janeiro – RJ
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SAC 0800 7720 289

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
2 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
3 Células Gigantes: Massas multinucleares produzidas pela fusão de muitas células; freqüentemente associadas com infecções virais. Na AIDS, há indução destas células quando o envelope glicoproteico do vírus HIV liga-se ao antígeno CD4 de células T4 vizinhas não infectadas. O sincício resultante leva à morte celular explicando então o efeito citopático do vírus.
4 Anticorpo: Proteína circulante liberada pelos linfócitos em reação à presença no organismo de uma substância estranha (antígeno).
5 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
6 Articulação: 1. Ponto de contato, de junção de duas partes do corpo ou de dois ou mais ossos. 2. Ponto de conexão entre dois órgãos ou segmentos de um mesmo órgão ou estrutura, que geralmente dá flexibilidade e facilita a separação das partes. 3. Ato ou efeito de articular-se. 4. Conjunto dos movimentos dos órgãos fonadores (articuladores) para a produção dos sons da linguagem.
7 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
8 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
9 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
10 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
11 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
12 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
13 Diverticulite: Inflamação aguda da parede de um divertículo colônico. Produz dor no quadrante afetado (em geral o inferior esquerdo), febre, etc.Necessita de tratamento com antibióticos por via endovenosa e raramente o tratamento é cirúrgico.
14 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
15 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
16 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
17 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
18 Intestino grosso: O intestino grosso é dividido em 4 partes principais: ceco (cecum), cólon (ascendente, transverso, descendente e sigmoide), reto e ânus. Ele tem um papel importante na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal), de alguns nutrientes e certas vitaminas. Mede cerca de 1,5 m de comprimento.
19 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
22 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
23 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
24 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
25 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
26 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
27 Tétano: Toxinfecção produzida por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Esta, ao infectar uma ferida cutânea, produz uma toxina (tetanospasmina) altamente nociva para o sistema nervoso que produz espasmos e paralisia dos nervos afetados. Pode ser fatal. Existe vacina contra o tétano (antitetânica) que deve ser tomada sempre que acontecer um traumatismo em que se suspeita da contaminação por esta bactéria. Se a contaminação for confirmada, ou se a pessoa nunca recebeu uma dose da vacina anteriormente, pode ser necessário administrar anticorpos exógenos (de soro de cavalo) contra esta toxina.
28 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
29 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
30 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
31 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
32 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
33 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
34 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
35 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
36 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
37 Desmielinizantes: Que remove ou destrói a bainha de mielina de nervo ou trato nervoso.
38 Esclerose múltipla: Doença degenerativa que afeta o sistema nervoso, produzida pela alteração na camada de mielina. Caracteriza-se por alterações sensitivas e de motilidade que evoluem através do tempo produzindo dano neurológico progressivo.
39 Desmielinizante: Que remove ou destrói a bainha de mielina de nervo ou trato nervoso.
40 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
41 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
42 Hiperlipidemia: Condição em que os níveis de gorduras e colesterol estão mais altos que o normal.
43 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
44 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
45 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
46 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
47 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
48 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
49 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
50 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
51 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
52 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
53 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
54 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
55 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
56 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
57 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
58 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
59 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
60 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
61 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
62 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
63 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
64 Aleitamento Materno: Compreende todas as formas do lactente receber leite humano ou materno e o movimento social para a promoção, proteção e apoio à esta cultura. Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
65 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
66 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
67 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
68 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
69 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
70 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
71 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
72 Cicatrizes: Formação de um novo tecido durante o processo de cicatrização de um ferimento.
73 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
74 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
75 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
76 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
77 Coxas: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
78 Umbigo: Depressão no centro da PAREDE ABDOMINAL, marcando o ponto onde o CORDÃO UMBILICAL entrava no feto. OMPHALO- (navel)
79 Hematomas: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
80 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
81 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
82 Tecido Adiposo: Tecido conjuntivo especializado composto por células gordurosas (ADIPÓCITOS). É o local de armazenamento de GORDURAS, geralmente na forma de TRIGLICERÍDEOS. Em mamíferos, existem dois tipos de tecido adiposo, a GORDURA BRANCA e a GORDURA MARROM. Suas distribuições relativas variam em diferentes espécies sendo que a maioria do tecido adiposo compreende o do tipo branco.
83 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
84 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
85 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
86 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
87 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
88 Vesículas: Lesões papulares preenchidas com líquido claro.
89 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
90 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
91 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
92 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
93 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
94 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
95 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
96 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
97 Cabeça:
98 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
99 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
100 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
101 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
102 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
103 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
104 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
105 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
106 Vias biliares: Conjunto de condutos orgânicos que conectam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno. Sua função é conduzir a bile produzida no fígado, para ser armazenada na vesícula biliar e posteriormente ser liberada no duodeno.
107 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
108 Ureter: Estrutura tubular que transporta a urina dos rins até a bexiga.
109 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
110 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
111 Células Sanguíneas: Células encontradas no líquido corpóreo circulando por toda parte do SISTEMA CARDIOVASCULAR.
112 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
113 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
114 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
115 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
116 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
117 Mieloma: Variedade de câncer que afeta os linfócitos tipo B, encarregados de produzir imunoglobulinas. Caracteriza-se pelo surgimento de dores ósseas, freqüentemente a nível vertebral, anemia, insuficiência renal e um estado de imunodeficiência crônica.
118 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).

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