Praluent

SANOFI-AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 31/03/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

PRALUENT™
alirocumabe

APRESENTAÇÕES

Caneta preenchida de uso único 75 mg/mL: embalagem com 1 ou 2.
Caneta preenchida de uso único 150 mg/mL: embalagem com 1.

USO SUBCUTÂNEO1
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

PRALUENT 75 mg/mL
Cada mL de PRALUENT solução para injeção subcutânea2 contém 75 mg de alirocumabe.

PRALUENT 150 mg/mL
Cada mL de PRALUENT solução para injeção subcutânea2 contém 150 mg de alirocumabe.

Excipientes: histidina, sacarose, polissorbato 20 e água para injetáveis.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

PRALUENT é indicado em adultos com hipercolesterolemia3 primária (familiar heterozigótica e não familiar) ou dislipidemia mista, como adjuvante à dieta:

  • em pacientes incapazes de atingir os níveis alvos predefinidos da lipoproteína de baixa densidade (LDL4-C) (colesterol5 ruim) com o máximo de dose de estatina (um medicamento comumente utilizado para tratar os níveis altos de colesterol5) tolerada,
  • em combinação à estatina ou à estatina associada a outras terapias hipolipemiantes ou, em pacientes intolerantes a estatina, seja como monoterapia ou em associação a outra terapia hipolipemiante (redutora do colesterol5).

O efeito de PRALUENT sobre a morbidade6 e mortalidade7 cardiovascular não foi determinado.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

PRALUENT promove a redução do nível de colesterol5 LDL4 (conhecido como “colesterol ruim”).
O alirocumabe, princípio ativo do PRALUENT, é um anticorpo8 monoclonal totalmente humano que bloqueia uma proteína conhecida como PCSK9 (proproteína convertase subtilisina quexina tipo 9), secretada pelas células9 do fígado10. O colesterol5 ruim é normalmente removido do seu corpo através de ligação aos receptores específicos em seu fígado10. A PCSK9 reduz o número desses receptores e isso faz com que o colesterol5 ruim aumente. Através do bloqueio da PCSK9, PRALUENT aumenta o número de receptores disponíveis para ajudar a remover o colesterol5 ruim e com isso promove a redução do colesterol5 ruim no sangue11.

Tempo médio de início de ação
Em estudos clínicos o efeito de alirocumabe na redução de lípides foi observado dentro de 15 dias após a primeira dose, alcançando o efeito máximo em aproximadamente 4 semanas.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

PRALUENT é contraindicado em pacientes alérgicos ao alirocumabe ou a qualquer outro componente.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

PRECAUÇÕES
Reações alérgicas gerais, incluindo prurido12 (coceira), assim como reações alérgicas raras e algumas vezes sérias tais como hipersensibilidade, eczema13 numular (manchas ovaladas avermelhadas na pele14), urticária15 (manchas elevadas e avermelhadas na pele14, de origem alérgica, provocando coceira) e vasculite16 de hipersensibilidade (inflamação17 dos vasos sanguíneos18) foram reportadas em estudos clínicos (vide “Quais os males que este medicamento pode causar?”). Se você desenvolver uma reação alérgica séria pare de usar PRALUENT e converse imediatamente com seu médico (vide “Quando não devo usar este medicamento?”).

Gravidez19
O uso de PRALUENT não é recomendado durante a gravidez19.
Não existem dados disponíveis sobre o uso de PRALUENT em mulheres grávidas. Assim como outros anticorpos20 IgG, espera-se que o alirocumabe atravesse a barreira placentária.
Para uso em terapia combinada21 com estatina: as estatinas são contraindicadas em mulheres grávidas. Por favor, consulte a respectiva bula atualizada.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez19.

Lactação22
Não se sabe se alirocumabe é excretado no leite materno.
PRALUENT não é recomendado durante a amamentação23. O seu médico deverá decidir se o tratamento com PRALUENT ou a amamentação23 deve ser descontinuada.
Para uso em terapia combinada21 com estatina: as estatinas são contraindicadas em mulheres que estão amamentando. Por favor, consulte a respectiva bula atualizada.

Efeitos na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
PRALUENT apresenta influência insignificante ou inexistente sobre a capacidade de dirigir ou operar máquinas.
Atenção diabéticos: PRALUENT contém açúcar24 (100 mg/mL de sacarose).

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Efeitos do alirocumabe sobre outros fármacos Uma vez que alirocumabe é um produto biológico, nenhum efeito farmacocinético de alirocumabe sobre outros fármacos é previsto. Em estudos clínicos onde alirocumabe foi administrado em combinação com atorvastatina ou rosuvastatina, não foi observada nenhuma alteração relevante nas concentrações da estatina durante administração repetida de alirocumabe, indicando que as enzimas do citocromo P450, principalmente CYP3A4 e CYP2C9, (sistema localizado no fígado10 e responsável pela metabolização de vários medicamentos) e proteínas25 transportadora tais como P-gp e OATP não foram afetadas pelo alirocumabe.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde26.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

PRALUENT deve ser mantido sob refrigeração (entre 2 e 8ºC). Não congelar. Proteger da luz.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes da administração, deixar PRALUENT atingir temperatura ambiente. PRALUENT deve ser utilizado o mais rápido possível após atingir temperatura ambiente. Quando deixar fora do refrigerador para o PRALUENT atingir a temperatura ambiente, não deixe próximo à uma fonte de calor ou exposto direto ao sol. O tempo fora da refrigeração não deve exceder 24 horas à 30°C.

Características físicas e organolépticas
PRALUENT é uma solução límpida, de incolor a amarelo pálido.

Todos os medicamentos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto à presença de material particulado e descoloração antes da administração. Se houver alteração na cor ou contiver material particulado visível, a solução não deve ser utilizada.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Administração
Você deve ler o Folheto de Instruções para Uso antes da administração de PRALUENT.
PRALUENT deve ser administrado como injeção subcutânea2 na coxa27, abdômen, região superior do braço utilizando a caneta preenchida de uso único.
Caso o seu médico tenha receitado 300 mg uma vez a cada 4 semanas, deve ser realizada a administração consecutiva de duas injeções de 150 mg de PRALUENT em 2 locais diferentes dentre os citados acima.
Recomenda-se que haja um rodízio no local da injeção28.
PRALUENT não deve ser injetado em áreas com lesões29 ou doenças de pele14 ativas tais como queimaduras solares, rash30 cutâneo31 (vermelhidão na pele14), inflamação17 ou infecções32 de pele14.
PRALUENT não deve ser injetado ao mesmo tempo com outros medicamentos injetáveis no mesmo local de injeção28. PRALUENT pode ser autoadministrado ou aplicado por outra pessoa, após receber orientações de um profissional de saúde26 sobre as técnicas apropriadas para injeção subcutânea2.
Após administração, descarte a caneta em um recipiente apropriado resistente à perfuração, conforme estabelecido pela legislação vigente e orientado por um médico, enfermeiro ou farmacêutico. O recipiente não dever ser reciclado. Mantenha sempre o recipiente fora do alcance das crianças.
A caneta preenchida de PRALUENT não dever ser reutilizada.
Solicite a orientação de seu médico sobre a técnica apropriada para injeção subcutânea2, incluindo técnica asséptica e como usar a caneta preenchida corretamente (vide folheto de Instruções para Uso).

Posologia
A dose inicial habitual recomendada de PRALUENT é de 75 mg, administrado por via subcutânea33, uma vez a cada duas semanas. Os pacientes com maior necessidade de redução do LDL4-C (> 60%) podem iniciar o tratamento com 150 mg, uma vez a cada 2 semanas, ou 300 mg uma vez a cada 4 semanas (mensalmente), administrado por via subcutânea33.
Se uma redução adicional de LDL4-C for necessária em pacientes tratados com 75 mg a cada duas semanas ou 300 mg a cada 4 semanas (mensalmente), a posologia pode ser ajustada para o máximo de 150 mg a cada duas semanas.
O seu médico irá individualizar a dose com base nas suas características, tal como nível de LDL4-C (colesterol5 ruim) basal, no objetivo do tratamento e na resposta ao tratamento. Os níveis de lípides podem ser avaliados 4 a 8 semanas após o início do tratamento ou sua titulação e a dose ajustada de acordo. Caso você esteja utilizando PRALUENT 300 mg a cada 4 semanas, o seu médico pode avaliar o nível de LDL4-C imediatamente antes da próxima dose programada, uma vez que para alguns pacientes o LDL4-C pode variar consideravelmente entre doses neste regime.
PRALUENT deve ser administrado somente pela via subcutânea33.

Populações Especiais
Pacientes pediátricos

A segurança e eficácia em pacientes pediátricos não foram estabelecidas.

Pacientes idosos
Não é necessário ajuste de dose em pacientes idosos.

Insuficiência hepática34 (redução da função do fígado10)
Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática34 leve a moderada. Não há dados disponíveis em pacientes com insuficiência hepática34 severa.

Insuficiência renal35 (redução da função dos rins36)
Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal35 leve a moderada. Não há dados disponíveis em pacientes com insuficiência renal35 severa.

Peso corpóreo
Não é necessário ajuste de dose em pacientes com base no peso corpóreo.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se uma dose for esquecida, você deve administrar a injeção28 o mais rápido possível e depois voltar o tratamento conforme receitado pelo seu médico.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:
Reação muito comum (≥ 10%).
Reação comum (≥ 1 e < 10%).
Reação incomum (≥ 0,1 e < 1%).
Reação rara (≥ 0,01 e < 0,1%).
Reação muito rara (< 0,01%).
Reação desconhecida (não pode ser estimada pelos dados disponíveis).

Os dados de segurança descritos a seguir refletem a exposição ao alirocumabe em 3340 pacientes (3451 pacientes-anos de exposição), a maioria com risco cardiovascular alto ou muito alto, tratados com alirocumabe na dose de 75 mg e/ou 150 mg administrados por via subcutânea33 uma vez a cada duas semanas, por uma duração de tratamento de até 18 meses (incluindo 2408 pacientes expostos ao alirocumabe por pelo menos 52 semanas e 639 pacientes expostos ao alirocumabe por pelo menos 76 semanas). Os dados de segurança são baseados na análise conjunta dos resultados de nove estudos controlados com placebo37 (quatro estudos de fase 2 e cinco estudos de fase 3, todos em pacientes recebendo estatina basal) e cinco estudos de fase 3 controlados por ezetimiba (com três estudos em pacientes recebendo estatina basal).
As reações adversas mais comuns (≥ 1% dos pacientes tratados com PRALUENT) foram reações no local da injeção28, sinais38 e sintomas39 no trato respiratório superior e prurido12 (coceira).
As reações adversas mais comuns que levaram a descontinuação do tratamento em pacientes tratados com PRALUENT foram reações no local da injeção28.
Não foram observadas diferenças nos perfis de segurança entre as duas doses (75 mg e 150 mg uma vez a cada duas semanas) utilizadas no programa de estudo fase clínicos.
Em estudos controlados, 1158 pacientes (34,7 %) tratados com PRALUENT tinham idade igual ou superior a 65 anos e 241 pacientes (7,2 %) tinham idade igual ou superior a 75 anos. Não foram observadas diferenças significativas na segurança e eficácia com o aumento da idade.

O perfil de segurança nos pacientes tratados com a posologia de 300 mg a cada 4 semanas (mensalmente) foi similar ao perfil de segurança descrito nos programas de estudo clínico que usaram a posologia a cada duas semanas, com exceção de uma maior taxa de reações no local da injeção28. Reações no local da injeção28 foram reportadas em uma frequência de 16,6% no grupo com a dose de 300 mg a cada 4 semanas e 7,9% no grupo recebendo placebo37. A taxa de descontinuação devido as reações no local da injeção28 foi de 0,7% no grupo recebendo 300 mg a cada 4 semanas e 0% no braço placebo37.

Lista de eventos adversos
As seguintes reações adversas foram relatadas em pacientes tratados com PRALUENT nos estudos clínicos:

Distúrbios do sistema imune40
Rara: hipersensibilidade (alergia41) e vasculite16 de hipersensibilidade.

Distúrbios respiratórias, torácicas e do mediastino42
Comum: sinais38 e sintomas39 no trato respiratório superior*.
* incluindo principalmente dor orofaríngea43, coriza44 e espirros.

Distúrbios de pele e tecido subcutâneo45
Comum: prurido12.
Rara: urticária15 e eczema13 numular.

Distúrbios gerais e condições no local da administração
Comum: reações no local da injeção28*.
Incluindo eritema46/vermelhidão, coceira, edema47 (inchaço48), dor/sensibilidade.

Frequência das reações adversas comuns reportadas com o uso de Praluent, em relação ao controle, no conjunto dos estudos controlados

Reações adversas

Praluent (n=3340)

Controle (n=1894)

Reações no local da injeção28*

6,1%

4,1%

Prurido12

1,0%

0,4%

Sinais38 e sintomas39 no trato respiratório superior**

1,7%

0,8%

* Incluindo eritema46/vermelhidão, coceira, edema47, dor/sensibilidade
** Incluindo principalmente dor orofaríngea43, coriza44 e espirros

Descrição de Reações Adversas Selecionadas
Reações no local da injeção28
Reações no local da injeção28, incluindo eritema46/vermelhidão, coceira, edema47 e dor/sensibilidade foram reportados por 6,1 % dos pacientes tratados com alirocumabe versus 4,1 % no grupo controle. A maioria das reações no local da injeção28 foram transitórias e de intensidade leve. A taxa de descontinuação devido as reações no local da injeção28 foi comparável entre os dois grupos (0,2 % no grupo recebendo alirocumabe vs 0,3 % no grupo controle).

Reações alérgicas gerais
Reações alérgicas gerais foram relatadas mais frequentemente no grupo alirocumabe do que no grupo controle, principalmente devido à diferença na incidência49 de prurido12. Os casos observados de prurido12 foram tipicamente leves e transitórios. Além disso, reações alérgicas raras e algumas vezes sérias, tais como hipersensibilidade, eczema13 numular, urticária15 e vasculite16 de hipersensibilidade foram reportadas em estudos clínicos controlados (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?” – “Precauções”).

Anormalidades nas Enzimas Hepáticas50 (do fígado10)
Distúrbios relacionados com o fígado10 (principalmente relacionados com anormalidades nas enzimas do fígado10) foram relatados em 2,5% dos pacientes tratados com PRALUENT e 1,8% dos pacientes tratados com placebo37, levando a descontinuação do tratamento em 0,4% e 0,2% dos pacientes, respectivamente. Aumento nas transaminases séricas (enzimas que aumentam no sangue11 por causa de lesão51 no fígado10) maior que 3 vezes o limite superior do normal ocorreu em 1,7% dos pacientes tratados com PRALUENT e 1,4% dos pacientes tratados com placebo37.

Imunogenicidade/anticorpos20 antidroga (ACAD)
Como acontece com todas as terapias proteicas, existe um potencial para imunogenicidade (formação de anticorpo8 antidroga).
Nos estudos de fase 3, 4,8 % dos pacientes tratados com alirocumabe 75 mg e/ou 150 mg a cada duas semanas apresentaram uma reposta ACAD após o início do tratamento quando comparado com 0,6 % no grupo controle (placebo37 ou ezetimiba). A maioria destes pacientes exibiu respostas ACAD transitórias, de baixa titulação e sem atividade neutralizante. Comparando com os pacientes que foram ACAD negativos, os pacientes com status ACAD positivo não exibiram qualquer diferença na exposição, eficácia ou segurança ao alirocumabe, com exceção de taxas maiores de reações no local da injeção28 (10,2 % nos pacientes ACAD positivos vs 5,9 % nos pacientes ACAD negativos). Apenas 1,2 % dos pacientes apresentaram anticorpos20 neutralizantes (ACN), todos no grupo recebendo alirocumabe. A maioria destes pacientes teve apenas uma amostra neutralizante positiva. Apenas 10 pacientes (0,3 %) tiveram duas ou mais amostras ACN positivas. As consequências em longo prazo da continuação do tratamento com PRALUENT na presença de ACN persistentes são desconhecidas.

No estudo com a administração a cada 4 semanas, 4,7% dos pacientes tratados com alirocumabe 300 mg a cada 4 semanas/150 mg a cada 2 semanas apresentaram uma resposta ACAD em comparação com 2,6% dos pacientes tratados com placebo37. Neste estudo, os pacientes tratados com alirocumabe e que desenvolveram ACAD tiveram uma menor incidência49 de reações no local da injeção28 em comparação com pacientes que não desenvolveram ACAD (8,6% vs 16,2%). 0,4% dos pacientes tratados com alirocumabe 300 mg a cada 4 semanas/150 mg a cada 2 semanas desenvolveram anticorpos20 neutralizantes (ACN) em pelo menos uma ocasião sem perda de eficácia observada; Nenhum ACN foi observado nos pacientes tratados com o controle.

Experiência de pós-comercialização
As seguintes reações adversas foram relatadas durante o uso de PRALUENT após sua aprovação. As reações adversas são derivadas de relatos espontâneos e, portanto, a frequência é “desconhecida” (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).

Distúrbios gerais e condições no local da administração
Síndrome52 gripal

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Em estudos clínicos controlados, nenhuma questão de segurança foi identificada com uma dosagem mais frequente do que o esquema posológico recomendado de uma vez a cada duas semanas. Contudo, se você utilizar mais PRALUENT do que deveria, informe prontamente seu médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

 

MS – 1.1300.1160
Farm. Resp.: Silvia Regina Brollo – CRF-SP n° 9.815

Registrado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP
CNPJ 02.685.377/0001-57

Fabricado por:
Regeneron Pharmaceuticals, Inc.
81 Columbia Turnpike Rensselaer – New York
12144 – Estados Unidos

Envasado por:
Sanofi Winthrop Industrie
Boulevard Industriel
Zone Industrielle 76580
Le Trait – França

Embalado por:
Sanofi-Aventis Deutschland GmbH
Brüningstrasse 50, Industriepark Höchst, 65926
Frankfurt am Main – Alemanha
Ou
Embalado por:
Genzyme Ireland Limited
Ida Industrial Park, Old Kilmeaden Road,
Waterford – Irlanda

Importado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP
CNPJ 02.685.377/0008-23
Indústria Brasileira

 

SAC 0800 703 0014

 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
2 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
3 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
4 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
5 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
6 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
7 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
8 Anticorpo: Proteína circulante liberada pelos linfócitos em reação à presença no organismo de uma substância estranha (antígeno).
9 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
10 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
11 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
12 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
13 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
14 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
15 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
16 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
17 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
18 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
19 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
20 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
21 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
22 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
23 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
24 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
25 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
26 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
27 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
28 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
29 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
30 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
31 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
32 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
33 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
34 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
35 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
36 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
37 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
38 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
39 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
40 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
41 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
42 Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
43 Orofaríngea: Relativo à orofaringe.
44 Coriza: Inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo.
45 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
46 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
47 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
48 Inchaço: Inchação, edema.
49 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
50 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
51 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
52 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.

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