Preço de Nimegon Met em Wilmington/SP: R$ 117,65

Nimegon Met

SCHERING-PLOUGH INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 15/04/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Nimegon® Met
fosfato de sitagliptina + cloridrato de metformina1
Comprimidos 50/500 mg, 50/850 mg e 50/1000 mg

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Comprimido revestido
Caixas com 28 ou 56 comprimidos

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada comprimido de Nimegon® Met 50/500 mg contém:

fosfato de sitagliptina (equivalente a 50 mg de sitagliptina como base livre) 64,25 mg
cloridrato de metformina1 500 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: Celulose microcristalina, povidona, laurilsulfato de sódio, estearilfumarato de sódio, álcool polivinílico, macrogol, talco, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro preto.


Cada comprimido de Nimegon® Met 50/850 mg contém:

fosfato de sitagliptina (equivalente a 50 mg de sitagliptina como base livre) 64,25 mg
cloridrato de metformina1 850 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: Celulose microcristalina, povidona, laurilsulfato de sódio, estearilfumarato de sódio, álcool polivinílico, macrogol, talco, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro preto.


Cada comprimido de Nimegon® Met 50/1000 mg contém:

fosfato de sitagliptina (equivalente a 50 mg de sitagliptina como base livre) 64,25 mg
cloridrato de metformina1 1000 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

 

Excipientes: Celulose microcristalina, povidona, laurilsulfato de sódio, estearilfumarato de sódio, álcool polivinílico, macrogol, talco, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro preto.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Seu médico prescreveu Nimegon® Met para ajudar a reduzir os seus níveis de açúcar2 no sangue3. Nimegon® Met deverá ser associado à dieta e a um programa de exercícios recomendados pelo seu médico.

O que é diabetes tipo 24?

O diabetes tipo 24 é uma condição na qual seu organismo não produz insulina5 em quantidade suficiente, e a insulina5 produzida não age tão bem como deveria. Seu organismo também pode produzir muito açúcar2. Quando isto ocorre, o açúcar2 (glicose6) no sangue3 aumenta e pode causar problemas de saúde7.

O principal objetivo do tratamento do diabetes8 é normalizar os níveis de açúcar2 no sangue3. A redução e o controle dos níveis de açúcar2 no sangue3 podem ajudar a prevenir ou retardar as complicações do diabetes9, como doença cardíaca, doença renal10, perda da visão11 e amputação12 de membros.

Níveis altos de açúcar2 no sangue3 podem ser reduzidos por meio de dieta e exercícios e com o uso de alguns medicamentos.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Nimegon® Met é um comprimido que contém dois medicamentos, o fosfato de sitagliptina e a metformina1, que diminuem o açúcar2 no sangue3. O fosfato de sitagliptina pertence a uma classe de medicamentos denominados inibidores da DPP-4 (inibidores da dipeptidil peptidase-4) e o cloridrato de metformina1 é um membro da classe das biguanidas13. Esses dois componentes atuam juntos para controlar os níveis de açúcar2 no sangue3 em pacientes com diabetes8 mellitus tipo 2. O diabetes tipo 24 era denominado diabetes8 mellitus não dependente de insulina5.

  • Nimegon® Met diminui os níveis de açúcar2 no sangue3 em pacientes com diabetes mellitus14 tipo 2.
  • Nimegon® Met ajuda a melhorar os níveis de insulina5 após uma refeição.
  • Nimegon® Met ajuda o organismo a responder melhor à insulina5.
  • Nimegon® Met diminui a quantidade de açúcar2 produzida pelo organismo.
  • É incomum que Nimegon® Met cause níveis baixos de açúcar2 no sangue3 (hipoglicemia15).

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não deve tomar Nimegon® Met se:

  • tiver diabetes8 mellitus tipo 1;
  • tiver certos problemas nos rins16;
  • tiver insuficiência cardíaca congestiva17, uma doença cardíaca tratada com medicamentos;
  • for alérgico ao fosfato de sitagliptina, ao cloridrato de metformina1 ou a qualquer outro componente de Nimegon® Met (veja COMPOSIÇÃO);
  • apresentar acidose metabólica18 ou cetoacidose diabética19 (aumento de cetonas no sangue3 ou urina20);
  • se tiver recebido ou vá receber uma injeção21 de corante ou agente de contraste para exame radiológico. Converse com seu médico sobre quando parar e quando reiniciar seu tratamento.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você deve informar ao seu médico se você:

  • tem problemas nos rins16;
  • tem problemas no fígado22;
  • tem problemas cardíacos;
  • tem mais de 80 anos de idade. Pacientes com idade superior a 80 anos não devem tomar Nimegon® Met, a menos que a função dos seus rins16 seja verificada e esteja normal;
  • bebe muita bebida alcoólica (bebe contínua ou excessivamente durante curtos períodos);
  • está grávida ou pretende engravidar;
  • está amamentando;
  • tem ou teve alguma reação alérgica23 a sitagliptina, a metformina1, ou a Nimegon® Met;
  • está tomando qualquer medicamento obtido com receita médica;
  • está tomando medicamentos vendidos sem receita (de venda livre);
  • está tomando qualquer suplemento fitoterápico (medicamentos feitos a partir de plantas).

Casos de inflamação24 do pâncreas25 (pancreatite26) foram relatados em pacientes que recebiam Nimegon® Met. A pancreatite26 pode ser uma condição médica grave e potencialmente fatal. Pare de tomar Nimegon® Met e informe seu médico caso você apresente dor de estômago27 grave e persistente, acompanhada ou não de vômitos28, pois você pode estar com pancreatite26.

Casos de reações na pele29 denominadas penfigoide bolhoso, que podem exigir tratamento hospitalar, foram relatados entre os pacientes tratados com Nimegon® Met. Caso você desenvolva bolhas ou ruptura (erosão) na pele29, informe o seu médico. Ele poderá orientá-lo a parar de tomar Nimegon® Met.

Gravidez30 e amamentação31

Mulheres grávidas ou que pretendem engravidar devem consultar seu médico antes de tomar Nimegon® Met. O uso de Nimegon® Met não é recomendado durante a gravidez30. Ainda não se sabe se Nimegon® Met passa para o leite materno; por isso, você não deve usar Nimegon® Met se estiver amamentando ou se planeja amamentar. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em Crianças

Nimegon® Met não foi estudado em indivíduos com menos de 18 anos de idade.

Uso em Idosos

Devido à metformina1 que compõe o medicamento, Nimegon® Met deve ser usado com cautela em pacientes idosos. A seleção das doses deve ser feita com cautela, baseada no monitoramento cuidadoso e regular da função renal10.

Efeitos na habilidade de dirigir e usar máquinas

Não existem informações sugestivas de que Nimegon® Met afete sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

Interações medicamentosas

Nimegon® Met pode afetar a ação de outros medicamentos e alguns medicamentos podem afetar a ação de Nimegon® Met.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde7.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

  • Nimegon® Met 50 mg/500 mg: comprimido revestido, de cor rosa claro, com formato de cápsula, gravado “575” em uma face32.
  • Nimegon® Met 50 mg/850 mg: comprimido revestido, de cor rosa, com formato de cápsula, gravado “515” em uma face32.
  • Nimegon® Met 50 mg/1.000 mg: comprimido revestido, de cor vermelha, com formato de cápsula, gravado “577” em uma face32.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Uso oral

Dosagem

  • Tome Nimegon® Met exatamente como seu médico prescreveu. Seu médico lhe dirá quantos comprimidos de Nimegon® Met você deve tomar e com qual frequência.
  • Seu médico pode precisar aumentar a dose do medicamento para controlar o açúcar2 em seu sangue3.
  • Seu médico pode prescrever Nimegon® Met isoladamente ou junto com uma sulfonilureia, uma glitazona ou com insulina5 (medicamentos para reduzir o açúcar2 no sangue3).
  • Continue a tomar Nimegon® Met durante o tempo prescrito pelo seu médico. Assim, você continuará a controlar os níveis de açúcar2 no sangue3.

Você pode precisar parar de tomar Nimegon® Met por um curto período. Peça instruções ao seu médico se você:

  • tiver um distúrbio que possa estar associado com desidratação33 (grande perda de líquidos do organismo), como alguma doença que cause vômitos28, diarreia34 ou febre35 ou se você bebe muito menos líquidos do que seria desejável;
  • planeja ser submetido a uma cirurgia;
  • recebeu ou vai receber uma injeção21 de corante ou agente de contraste para exame radiológico.

Como usar

Tome Nimegon® Met durante as refeições, para diminuir a possibilidade de distúrbios estomacais.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se esquecer uma dose, tome-a assim que lembrar. Caso não se lembre até o horário da próxima dose, pule a dose esquecida e continue tomando a dose usual. Não tome uma dose de Nimegon® Met em dobro.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Em casos raros, a metformina1, um dos componentes de Nimegon® Met, pode causar um efeito adverso grave, chamado acidose36 láctica37. A acidose36 láctica37 é uma emergência38 médica que pode causar a morte e deve ser tratada em ambiente hospitalar. A acidose36 láctica37 é causada pela produção excessiva de ácido láctico em seu organismo.

Pare de tomar Nimegon® Met se apresentar os seguintes sintomas39 de acidose36 láctica37:

  • muita fraqueza ou cansaço;
  • dor muscular incomum (anormal);
  • dificuldade para respirar;
  • dor de estômago27 com náuseas40 e vômitos28 ou diarreia34;
  • frio, especialmente nos braços e pernas;
  • tonturas41 ou desmaios;
  • frequência cardíaca lenta ou irregular;
  • alteração repentina do seu quadro clínico.

A probabilidade de acidose36 láctica37 é ainda maior se você:

  • tiver problemas nos rins16;
  • tiver insuficiência cardíaca congestiva17 que exija tratamento com medicamentos;
  • beber muito álcool (frequente ou excessivamente durante curtos períodos);
  • estiver desidratado (tiver perdido grande quantidade de líquidos do organismo), o que pode acontecer se você tiver alguma doença que cause febre35, vômitos28 ou diarreia34 e também se você transpirar muito ao praticar exercícios, por exemplo, e não ingerir líquidos em quantidade suficiente;
  • tiver sido submetido a certos exames radiológicos que utilizem injeção21 de corantes ou agentes de contraste;
  • tiver sido submetido a uma cirurgia;
  • tiver sofrido um ataque cardíaco (infarto42), infecção43 grave ou derrame44 (acidente vascular cerebral45);
  • tiver 80 anos de idade ou mais e sua função renal10 não tiver sido examinada.

Os eventos adversos comuns em pacientes que receberam apenas metformina1 incluem náuseas40, vômitos28 e diarreia34. Essas reações adversas ocorrem mais frequentemente no início do tratamento e desaparecem espontaneamente na maioria dos casos.

As reações adversas comuns em pacientes que tomam apenas sitagliptina incluem coriza46 e dor de garganta47, infecção43 do trato respiratório superior e dor de cabeça48.

As reações adversas observadas nos estudos clínicos com a combinação de sitagliptina com metformina1 (fármacos de Nimegon® Met) foram geralmente semelhantes às da metformina1 isoladamente. A administração de Nimegon® Met com as refeições pode ajudar a reduzir as reações adversas estomacais. No entanto, se você apresentar algum problema estomacal incomum e/ou inesperado, converse com seu médico. Problemas estomacais que se desenvolvem mais tarde durante o tratamento podem indicar algo mais grave.

Quando Nimegon® Met é utilizado com uma sulfonilureia ou insulina5, podem ocorrer baixos níveis de açúcar2 no sangue3 (hipoglicemia15) devido à sulfonilureia ou insulina5. Doses menores da sulfonilureia ou insulina5 podem ser necessárias. Além disso, quando Nimegon® Met é utilizado com uma sulfonilureia, pode ocorrer constipação49 (prisão de ventre).

Quando a combinação de sitagliptina com metformina1 (fármacos de Nimegon® Met) foi utilizada em combinação com rosiglitazona, uma glitazona, as seguintes reações adversas foram relatadas: cefaleia50, baixos níveis de açúcar2 no sangue3 (hipoglicemia15), diarreia34, infecção43 respiratória superior, náuseas40, tosse, infecção43 fúngica51 cutânea52, inchaço53 das mãos54 ou pernas e vômitos28.

Reações adversas adicionais foram relatadas com o uso da combinação de sitagliptina com metformina1 (fármacos de Nimegon® Met) ou de sitagliptina, um dos medicamentos de Nimegon® Met. Essas reações adversas foram relatadas quando a combinação de sitagliptina com metformina1 ou sitagliptina foram usados sozinhos e/ou junto com outros medicamentos para o diabetes8:

  • Reações alérgicas, que podem ser graves, incluindo erupção55 cutânea52, urticária56 e inchaço53 da face32, lábios, língua57 e garganta47 que pode causar dificuldade para respirar ou engolir. Se você apresentar uma reação alérgica23, pare de tomar Nimegon® Met e procure seu médico imediatamente. Ele poderá lhe receitar um medicamento para tratar a reação alérgica23 e um medicamento diferente para o diabetes8;
  • Inflamação24 do pâncreas25;
  • Problemas renais (algumas vezes com necessidade de diálise58);
  • Constipação49 (prisão de ventre);
  • Vômitos28;
  • Dor nas articulações59;
  • Dores musculares;
  • Dor no braço ou perna;
  • Dor nas costas60;
  • Coceira;
  • Bolhas na pele29.

Outras reações adversas não listadas acima também podem ocorrer em alguns pacientes.

Informe a seu médico caso desenvolva alguma reação adversa incomum ou se alguma outra reação adversa não desaparecer ou piorar.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica61 no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Se você tomar mais do que a dose prescrita de Nimegon® Met, entre em contato com seu médico imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS 1.0171.0203
Farm. Resp.: Marcos C. Borgheti - CRF-SP nº 15.615

Registrado por:
Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda.
Rua João Alfredo, 353 - São Paulo/SP
CNPJ: 03.560.974/0001-18 - Indústria Brasileira

Fabricado por:
Patheon Puerto Rico, Inc. Manatí, Porto Rico, EUA

Importado e embalado por:
Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda. Campinas/SP

Comercializado por:
SUPERA RX Medicamentos Ltda.
Rua Guará S/N, Quadra 04/05/06 Galpão 08 Aparecida de Goiânia - GO


SAC 0800 78 1818

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
2 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
3 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
4 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
5 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
6 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
7 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
8 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
9 Complicações do diabetes: São os efeitos prejudiciais do diabetes no organismo, tais como: danos aos olhos, coração, vasos sangüíneos, sistema nervoso, dentes e gengivas, pés, pele e rins. Os estudos mostram que aqueles que mantêm os níveis de glicose do sangue, a pressão arterial e o colesterol próximos aos níveis normais podem ajudar a impedir ou postergar estes problemas.
10 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
11 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
12 Amputação: 1. Em cirurgia, é a remoção cirúrgica de um membro ou segmento de membro, de parte saliente (por exemplo, da mama) ou do reto e/ou ânus. 2. Em odontologia, é a remoção cirúrgica da raiz de um dente ou da polpa. 3. No sentido figurado, significa diminuição, restrição, corte.
13 Biguanidas: Classe de medicamento oral usado para tratar diabetes tipo 2. Diminui a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e por ajudar o corpo a responder melhor à insulina. Aumenta a sensibilidade da insulina nos tecidos periféricos, principalmente no fígado.
14 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
15 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
16 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
17 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
18 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
19 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
20 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
21 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
22 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
23 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
24 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
25 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
26 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
27 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
28 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
29 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
30 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
31 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
32 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
33 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
34 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
35 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
36 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
37 Láctica: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; lática.
38 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
39 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
40 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
41 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
42 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
43 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
44 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
45 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
46 Coriza: Inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo.
47 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
48 Cabeça:
49 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
50 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
51 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
52 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
53 Inchaço: Inchação, edema.
54 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
55 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
56 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
57 Língua:
58 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
59 Articulações:
60 Costas:
61 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.

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