Preço de Iumi ES em Wilmington/SP: R$ 50,80

Iumi ES

LIBBS FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 15/04/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Iumi® ES
drospirenona + etinilestradiol
Comprimidos 3 mg + 0,02 mg

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Comprimido revestido
Embalagens contendo 1 ou 3 cartelas com 30 comprimidos

USO ORAL
USO ADULTO‌

COMPOSIÇÃO:

Cada comprimido de Iumi ES contém:

drospirenona 3 mg
etinilestradiol 0,02 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: povidona, lactose1 monoidratada, amido, croscarmelose sódica, corante amarelo quinolina laca nº10, estearato de magnésio, hipromelose e macrogol.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Iumi® ES é utilizado para prevenir a gravidez2. Este medicamento pode proporcionar também benefícios adicionais: melhora dos sintomas3 associados à retenção de líquido, como distensão abdominal (aumento do volume do abdômen), inchaço4 ou ganho de peso. Além disso, é utilizado para o tratamento da acne5 vulgaris moderada (espinha) em mulheres que buscam proteção contraceptiva.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Iumi® ES é um contraceptivo oral combinado (COC), com um regime estendido flexível baseado no contraceptivo convencional Iumi®. Por esta razão, o regime contínuo mínimo de ingestão dos comprimidos é de 24 dias e a duração máxima do período de pausa sem a ingestão de comprimidos é de 4 dias.

Cada comprimido revestido contém uma combinação de dois hormônios femininos: a drospirenona (progestógeno) e o etinilestradiol (estrogênio). Devido às pequenas concentrações destes hormônios, Iumi® ES é considerado um contraceptivo oral combinado de baixa dose.

Os hormônios contidos em Iumi® ES previnem a gravidez2 por meio de diversos mecanismos, sendo que os principais são inibição da ovulação6 e alterações no muco cervical (do colo uterino7).

Outras características não relacionadas com a prevenção da gravidez2

O sangramento menstrual ocorrerá quando for feita a pausa de 4 dias sem ingestão dos comprimidos, reduzindo assim a duração e a intensidade do sangramento. A cólica menstrual também pode se tornar menos intensa ou desaparecer completamente.

Além disso, há evidências de que alguns distúrbios graves ocorrem com menos frequência em usuárias de contraceptivos contendo 0,05 mg de etinilestradiol (“pílula de alta dose”), tais como: doença benigna da mama8, cistos ovarianos, infecções9 pélvicas10 (doença inflamatória pélvica11 ou DIP), gravidez ectópica12 (quando o feto13 se fixa fora do útero14) e câncer15 do endométrio16 (tecido17 de revestimento do útero14) e dos ovários18. Pode ser que estes resultados também se verifiquem para os contraceptivos orais de baixa dose. No entanto, até o momento somente foi confirmada a redução da ocorrência de casos de câncer15 ovariano e de endométrio16.

Um dos hormônios de Iumi® ES, a drospirenona, possui propriedades especiais que produzem efeitos benéficos, além da contracepção19: prevenção do ganho de peso e de outros sintomas3, como distensão abdominal e inchaço4, relacionados à retenção de líquido causada por hormônios presentes tanto em contraceptivos orais quanto em certos momentos do ciclo menstrual normal. Estas propriedades fazem da drospirenona um hormônio20 similar à progesterona (hormônio20 feminino que o corpo produz). A drospirenona também possui atividade antiandrogênica, que auxilia na redução da acne5 (espinhas) e do excesso de oleosidade da pele21 e dos cabelos.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não use contraceptivo oral combinado se você tem qualquer uma das condições descritas a seguir. Caso apresente qualquer uma destas condições, informe seu médico antes de iniciar o uso de Iumi® ES. Ele pode lhe recomendar o uso de outro contraceptivo oral ou de outro método contraceptivo (incluindo o não-hormonal).

  • História atual ou anterior de coágulo22 em uma veia da perna (trombose23), do pulmão24 (embolia25 pulmonar) ou outras partes do corpo;
  • História atual ou anterior de ataque cardíaco ou derrame26 cerebral, que é causado por um coágulo22 ou por rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro27;
  • História atual ou anterior de doenças que podem ser sinal28 indicativo de futuro ataque cardíaco (como angina29 pectoris, que causa uma intensa dor no peito30, podendo se irradiar para o braço esquerdo) ou de um derrame26 cerebral (como um episódio isquêmico31 transitório ou um pequeno derrame26 sem efeitos residuais);
  • Presença de alto risco para a formação de coágulos arteriais ou venosos (veja o item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?” - subitem “O contraceptivo e a trombose”, e consulte seu médico que irá decidir se você poderá utilizar Iumi® ES);
  • História atual ou anterior de certo tipo de enxaqueca32 acompanhada por sintomas3 neurológicos focais, tais como sintomas3 visuais, dificuldade para falar, fraqueza ou adormecimento em qualquer parte do corpo;
  • Diabetes33 mellitus com lesão34 de vasos sanguíneos35;
  • História atual ou anterior de doença do fígado36 (cujos sintomas3 podem ser amarelamento da pele21 ou coceira do corpo todo) e enquanto seu fígado36 ainda não voltou a funcionar normalmente;
  • Se você está tomando algum medicamento anti-viral que contém os ativos ou associações de ombitasvir, paritaprevir ou dasabuvir. Esses medicamentos anti-virais são utilizados para tratamento crônico37 (de longo tempo) de hepatite38 C (uma doença infecciosa que afeta o fígado36, causada pelo vírus39 da hepatite38 C);
  • História atual ou anterior de câncer15 que pode se desenvolver sob a influência de hormônios sexuais (por exemplo: câncer15 de mama8 ou dos órgãos genitais);
  • Mau funcionamento dos rins40 (insuficiência renal41 grave ou insuficiência renal41 aguda);
  • Presença ou antecedente de tumor42 no fígado36 (benigno ou maligno);
  • Ocorrência de qualquer sangramento vaginal sem explicação;
  • Confirmação ou suspeita de gravidez2;
  • Alergia43 (hipersensibilidade) a qualquer um dos componentes (ativos ou excipientes) de Iumi® ES. O que pode causar, por exemplo, coceira, erupção44 cutânea45 ou inchaço4.

Se qualquer um destes casos ocorrer pela primeira vez enquanto estiver tomando contraceptivo oral, descontinue o uso imediatamente e consulte seu médico. Neste período, outras medidas contraceptivas não-hormonais devem ser empregadas. Veja também o item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências e Precauções

É recomendável consultar o médico regularmente para que ele possa realizar os exames clínico geral e ginecológico de rotina e confirmar se o uso de Iumi® ES pode ser continuado.

Nesta bula estão descritas várias situações em que o uso do contraceptivo oral deve ser descontinuado ou em que pode haver diminuição da sua eficácia. Nestas situações, deve-se evitar relação sexual ou, então, utilizar adicionalmente métodos contraceptivos não-hormonais como, por exemplo, preservativo ou outro método de barreira. Não use os métodos da tabelinha (do ritmo ou Ogino-Knaus) ou da temperatura. Esses métodos podem falhar, pois os contraceptivos hormonais modificam as variações de temperatura e do muco cervical que ocorrem durante o ciclo menstrual normal. Iumi® ES, como todos os demais contraceptivos orais, não protege contra as infecções9 causadas pelo HIV46 (AIDS), nem contra qualquer outra doença sexualmente transmissível. O risco do uso de Iumi® ES no tratamento da acne5 só é justificável quando associado ao desejo do efeito contraceptivo, pois os benefícios no tratamento da acne5 isoladamente não superam os riscos de ocorrência de eventos tromboembólicos com o uso de COC.

Que precauções devo adotar?

Antes de iniciar o uso, converse com seu médico sobre os riscos e os benefícios de Iumi® ES. O uso de contraceptivo combinado requer cuidadosa supervisão médica nas condições descritas abaixo. Essas condições devem ser comunicadas ao médico antes do início do uso de Iumi® ES: fumo; diabetes33; excesso de peso; pressão alta; alteração na válvula cardíaca47 ou alteração do batimento cardíaco; inflamação48 das veias49 (flebite50 superficial); veias49 varicosas; qualquer familiar direto que já teve um coágulo22 [trombose23 nas pernas, pulmões51 (embolia25 pulmonar) ou qualquer outra parte do corpo]; ataque cardíaco ou derrame26 em familiar quando em idade jovem; enxaqueca32; epilepsia52 (veja item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?” – subitem “Iumi® ES e outros medicamentos”); aumento do nível sanguíneo de potássio (por exemplo: devido a problemas nos rins40) e, também, utilização de medicamentos diuréticos53 que podem aumentar o nível sanguíneo de potássio (pergunte ao seu médico se você não tem certeza); você ou algum familiar direto tem ou já apresentou níveis altos de colesterol54 ou triglicérides55 (um tipo de gordura56) no sangue57; algum familiar direto que tem ou já teve câncer15 de mama8; doença do fígado36 ou da vesícula biliar58; doença de Crohn59 ou colite60 ulcerativa (doença inflamatória crônica do intestino); lúpus61 eritematoso62 sistêmico63 (doença do sistema imunológico64); síndrome65 hemolítico-urêmica (alteração da coagulação66 sanguínea que causa insuficiência renal41); anemia falciforme67; condição que tenha ocorrido pela primeira vez, ou piorado, durante a gravidez2 ou uso prévio de hormônios sexuais como, por exemplo, perda de audição, um tipo de doença metabólica chamada porfiria68, um tipo de doença de pele21 chamada de herpes gestacional, um tipo de doença neurológica chamada de Coreia de Sydenham69; tem ou já apresentou manchas de

pigmentação marrom-amarelada da pele21, chamadas também de “manchas de gravidez” especialmente no rosto (cloasma70). Neste caso, evite a exposição excessiva ao sol ou à radiação ultravioleta; angioedema71 hereditário (estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar os seus sintomas3). Consulte seu médico imediatamente se você apresentar sintomas3 de angioedema71, tais como: inchaço4 do rosto, língua72 e/ou faringe73, dificuldade para engolir ou urticária74 com dificuldade para respirar. Se algum destes casos ocorrer pela primeira vez, reaparecer ou agravar- se enquanto você estiver tomando contraceptivo, fale com seu médico.

O contraceptivo e a trombose23

A trombose23 é a formação de um coágulo22 que pode interromper a passagem do sangue57 nos vasos. Algumas vezes, a trombose23 ocorre nas veias49 profundas das pernas (trombose venosa profunda75). O tromboembolismo76 venoso (TEV) pode se desenvolver se você estiver tomando ou não. Ele também pode ocorrer se você estiver grávida. O coágulo22 pode se soltar das veias49 onde foi formado e deslocar-se para as artérias77 pulmonares, causando a embolia25 pulmonar. Os coágulos sanguíneos também podem ocorrer raramente nos vasos sanguíneos35 do coração78 (causando ataque cardíaco). Os coágulos ou a ruptura de um vaso no cérebro27 podem causar o derrame26. Estudos de longa duração sugerem que pode existir uma ligação entre o uso de pílula (também chamada de contraceptivo oral combinado ou pílula combinada, pois contém dois diferentes tipos de hormônios femininos chamados estrogênios e progestógenos) e um risco aumentado de coágulos arteriais e venosos, embolia25, ataque cardíaco ou derrame26. A ocorrência destes eventos é rara. O risco de ocorrência de tromboembolismo76 venoso é mais elevado durante o primeiro ano de uso. Este aumento no risco está presente em usuárias que estão utilizando o contraceptivo combinado pela primeira vez ou que estão voltando a utilizar o mesmo contraceptivo combinado utilizado anteriormente ou outro contraceptivo combinado (após quatro semanas ou mais sem utilizar pílula). Dados de um grande estudo sugerem que o risco aumentado está presente principalmente nos três primeiros meses. O risco de ocorrência de tromboembolismo76 venoso em usuárias de pílulas contendo baixa dose de estrogênio (< 0,05 mg de etinilestradiol) é duas a três vezes maior que em não usuárias de contraceptivo combinado oral que não estejam grávidas e permanece menor do que o risco associado à gravidez2 e ao parto. Muito ocasionalmente, os eventos tromboembólicos arteriais ou venosos podem causar incapacidade grave permanente, podendo provocar risco para a vida da paciente ou podendo inclusive serem fatais. O tromboembolismo76 venoso se manifesta como trombose venosa profunda75 e/ou embolia25 pulmonar e pode ocorrer durante o uso de qualquer contraceptivo hormonal combinado. Em casos extremamente raros, os coágulos sanguíneos também podem ocorrer em outras partes do corpo incluindo fígado36, intestino, rins40, cérebro27 ou olhos79. Se ocorrer qualquer um dos eventos mencionados a seguir, interrompa o uso da pílula e contate seu médico imediatamente se notar sintomas3 de:

  • Trombose venosa profunda75, tais como: inchaço4 em uma perna ou ao longo de uma veia da perna, dor ou sensibilidade na perna que pode ser sentida apenas quando você estiver em pé ou andando, sensação aumentada de calor na perna afetada; vermelhidão ou descoloramento da pele21 da perna;
  • Embolia25 pulmonar, tais como: início repentino e inexplicável de falta de ar ou respiração curta; tosse de início repentino que pode levar a tosse com sangue57; dor aguda no peito30 que pode aumentar com a respiração profunda; sensação de ansiedade; tontura80 severa ou vertigem81; batimento cardíaco rápido ou irregular. Alguns destes sintomas3 (por exemplo: falta de ar, tosse) não são específicos e podem ser erroneamente interpretados como eventos mais comuns ou menos graves (por exemplo: infecções9 do trato respiratório);
  • Tromboembolismo76 arterial (vaso sanguíneo arterial bloqueado por um coágulo22 que se deslocou);
  • Derrame26, tais como: diminuição da sensibilidade ou da força motora afetando, de forma súbita, a face82, braço ou perna, especialmente em um lado do corpo; confusão súbita, dificuldade para falar ou compreender; dificuldade repentina para enxergar com um ou ambos os olhos79; dificuldade súbita para caminhar, tontura80, perda de equilíbrio ou de coordenação, dor de cabeça83 repentina, intensa ou prolongada, sem causa conhecida, perda de consciência ou desmaio, com ou sem convulsão84;
  • Coágulos bloqueando outros vasos arteriais, tais como: dor súbita, inchaço4 e ligeira coloração azul (cianose85) de uma extremidade (exemplo: mãos86, pés), abdômen agudo87;
  • Ataque cardíaco, tais como: dor, desconforto, pressão, peso, sensação de aperto ou estufamento no peito30, braço ou abaixo do esterno88; desconforto que se irradia para as costas89, mandíbula90, garganta91, braços, estômago92; saciedade, indigestão ou sensação de asfixia93, sudorese94, náuseas95, vômitos96 ou tontura80, fraqueza extrema, ansiedade ou falta de ar, batimentos cardíacos acelerados ou irregulares.
  • Seu médico irá verificar se, por exemplo, você possui um risco maior de desenvolver trombose23 devido à combinação de fatores de risco ou talvez um único fator de risco97 muito alto. No caso de uma combinação de fatores de risco, o risco pode ser mais alto que uma simples adição de dois fatores individuais. Se o risco for muito alto, seu médico não irá prescrever o uso da pílula (veja item “3. Quando não devo usar este medicamento?”). O risco de coágulo22 arterial ou venoso (por exemplo: trombose venosa profunda75, embolia25 pulmonar, ataque cardíaco) ou derrame26 aumenta:
  • Com a idade;
  • Se você estiver acima do peso;
  • Se qualquer familiar direto seu teve um coágulo22 [trombose23 nas pernas, no pulmão24 (embolia25 pulmonar) ou qualquer outra parte do corpo], ataque cardíaco ou derrame26 em idade jovem, ou se você ou qualquer familiar tiver ou suspeitar de predisposição hereditária que possa aumentar o risco de desenvolver coágulos. Neste caso você deve ser encaminhada a um especialista antes de decidir pelo uso de qualquer contraceptivo hormonal combinado. Certos fatores sanguíneos que podem sugerir tendência para trombose23 venosa ou arterial incluem resistência à proteína C ativada, hiper-homocisteinemia, deficiência de antitrombina III, proteína C e proteína S, anticorpos98 antifosfolipídios (anticorpos98 anticardiolipina, anticoagulante99 lúpico);
  • Com a imobilização prolongada [por exemplo: durante o uso de gessos ou talas em sua(s) perna(s)], cirurgia de grande porte, qualquer intervenção cirúrgica em membros inferiores ou trauma extenso. Informe seu médico. Nestas situações, é aconselhável descontinuar o uso da pílula (em casos de cirurgia programada você deve descontinuar o uso pelo menos quatro semanas de antecedência) e não reiniciá-lo até, pelo menos, duas semanas após a recuperação;
  • Tabagismo (o risco aumenta com o consumo elevado de cigarros e aumento da idade, especialmente em mulheres com idade superior a 35 anos). Descontinue o consumo de cigarros durante o uso de pílula, especialmente se tem mais de 35 anos de idade;
  • Se você ou alguém de sua família tem ou teve altos níveis sanguíneos de colesterol54 ou triglicérides55 (substâncias que indicam índice de gordura56 no sangue57);
  • Se você tem pressão alta. Se você desenvolver pressão alta durante o uso de pílula, seu médico poderá pedir que você descontinue o uso;
  • Se você tem enxaqueca32;
  • Se você tem distúrbio da válvula do coração78 ou certo tipo de distúrbio do ritmo cardíaco.

Imediatamente após o parto, as mulheres têm risco aumentado de formação de coágulos. Portanto, pergunte ao seu médico quando você poderá iniciar o uso de pílula combinada após o parto.

O contraceptivo e o câncer15

O câncer15 de mama8 é diagnosticado com uma frequência um pouco maior entre as usuárias dos contraceptivos orais combinados, mas não se sabe se esse aumento é devido ao uso do contraceptivo. Pode ser que esta diferença esteja associada à maior frequência com que as usuárias de contraceptivos orais consultam seus médicos. O risco de câncer15 de mama8 reduz gradualmente após a descontinuação do uso do contraceptivo hormonal combinado. É importante examinar as mamas100 regularmente e contatar o médico se você sentir qualquer caroço nas mamas100.

Em casos raros, foram observados tumores benignos de fígado36 e, mais raramente, tumores malignos de fígado36 nas usuárias de contraceptivos orais. Em casos isolados, esses tumores podem causar hemorragias101 internas com risco para a vida da paciente. Consulte imediatamente o seu médico, caso você sinta dor abdominal intensa. O fator de risco97 mais importante para o câncer15 cervical (câncer15 de colo uterino7) é a infecção102 persistente pelo Papiloma Vírus39 Humano (HPV). Alguns estudos indicaram que o uso prolongado de pílula pode contribuir para este risco aumentado, mas continua existindo a controvérsia sobre a extensão em que esta ocorrência possa ser atribuída a outros fatores como, por exemplo, a realização de exame cervical e o comportamento sexual, incluindo a utilização de contraceptivos de barreira. Os tumores mencionados acima podem provocar risco para a vida da paciente ou podem ser fatais.

Iumi® ES, a gravidez2 e a amamentação103

Você não deve usar Iumi® ES quando há suspeita ou confirmação de gravidez2. Você deve considerar a possibilidade de gravidez2, se você apresentar sintomas3 de gravidez2, principalmente se você não seguiu corretamente as recomendações, conforme item “6. Como devo usar este medicamento?”. Sinais104 de gravidez2 podem ser, por exemplo, ausência de sangramento durante os quatro dias de pausa, também enjoos matinais, vômitos96 ou inchaço4 das mamas100, embora nem todas as mulheres experimentem tais sintomas3 e estes também possam ter outras razões que não a gravidez2. O sangramento por privação durante a utilização de Iumi® ES normalmente não ocorre a cada quatro semanas, mas sim em uma frequência reduzida com intervalos de até 120 dias (dependendo de quando você decidir ter seu intervalo de 4 dias de pausa). Portanto, a ausência de sangramento por privação não pode ser sempre usada como um sinal28 de gravidez2 não esperada, pois esta é difícil de ser identificada. Embora seja pouco provável uma gravidez2, se Iumi® ES for ingerido conforme orientado, se por qualquer razão você suspeitar da possibilidade de estar grávida durante o uso de Iumi® ES, consulte seu médico o mais rápido possível e faça um teste de gravidez2.

Categoria X (Em estudos em animais e mulheres grávidas, o fármaco105 provocou anomalias fetais, havendo clara evidência de risco para o feto13, que é maior do que qualquer benefício possível para a paciente). Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento. De modo geral, o uso de Iumi® ES durante a amamentação103 não é recomendado. Se desejar usar contraceptivo oral durante a amamentação103, converse primeiramente com seu médico.

Iumi® ES e outros medicamentos

Sempre informe seu médico sobre quais medicamentos você está utilizando (veja item “6. Como devo usar este medicamento?” – subitem “O que devo fazer se não ocorrer o sangramento durante a pausa de 4 dias?”). Informe também a qualquer médico ou dentista, que lhe prescreva algum outro medicamento, que você toma Iumi® ES. Eles poderão te informar se é necessário utilizar algum método contraceptivo adicional (por exemplo: preservativos) e neste caso, por quanto tempo.

O uso de alguns medicamentos pode exercer uma influência nos níveis sanguíneos dos contraceptivos orais, podendo reduzir a eficácia destes produtos ou causar sangramentos inesperados. Estes incluem medicamentos usados para o tratamento de:

  • Epilepsia52 (por exemplo: primidona, fenitoína, barbitúricos, carbamazepina, oxcarbazepina, topiramato, felbamato);
  • Tuberculose106 (por exemplo: rifampicina);
  • HIV46 e Hepatite38 C (também chamados de inibidores das proteases e inibidores não-nucleosídios da transcriptase reversa - por exemplo: indinavir, atazanavir, etravirina, boceprevir, combinação de ombitasvir/paritaprevir/ritonavir com ou sem dasabuvir) ou diminuído (por exemplo: nelfinavir, ritonavir, darunavir/ritonavir, fosamprenavir/ritonavir, lopinavir/ritonavir, tipranavir/ritonavir, nevirapina);
  • Infecções9 fúngicas107 (griseofulvina, antifúngicos azólicos, por exemplo, itraconazol, voriconazol, fluconazol, cetoconazol);
  • Infecções9 bacterianas (antibióticos macrolídios, por exemplo, claritromicina, eritromicina);
  • Determinadas doenças cardíacas, pressão sanguínea alta (bloqueadores dos canais de cálcio, por exemplo, verapamil, diltiazem);
  • Artrites, artroses (etoricoxibe);
  • Medicamentos que contenham Erva de São João (Hypericum perforatum - usada principalmente para o tratamento de estados depressivos);
  • Suco de toronja (grapefruit).

Iumi® ES pode interferir na eficácia de outros medicamentos como, por exemplo:

  • ciclosporina;
  • lamotrigina;
  • melatonina;
  • midazolam;
  • teofilina;
  • tizanidina.

Existe a possibilidade teórica de ocorrer aumento de potássio no sangue57 em usuárias de Iumi® ES que tomem, ao mesmo tempo, outros medicamentos que podem aumentar os níveis de potássio no sangue57. Tais medicamentos incluem antagonistas dos receptores de angiotensina II (por exemplo: losartana, candesartana), diuréticos53 (medicamentos que estimulam a eliminação de urina108 - por exemplo: amilorida, triantereno), que podem aumentar o nível de potássio no sangue57 e antagonistas da aldosterona (por exemplo: espironolactona, eplerenona). Entretanto, em estudos realizados com mulheres que usam drospirenona (combinada com estradiol) junto com um inibidor da enzima109 conversora de angiotensina (maleato de enalapril - medicamento para pressão arterial110) ou indometacina (medicamento para combater inflamações111 e a dor), observou-se que não houve diferença significativa nos níveis sanguíneos de potássio.

Alterações em exames laboratoriais

O uso dos hormônios presentes nos contraceptivos pode influenciar nos resultados de certos exames laboratoriais [dosagens hormonais séricas (FSH - hormônio20 folículo112 estimulante), LH (hormônio20 luteinizante), estradiol, progesterona, testosterona, SDHEA (sulfato de deidroepiandrosterona), SHBG (globulina113 ligadora de hormônios sexuais), parâmetros metabólicos, hemostáticos, carboidratos e hormonais]. Converse com seu médico. Informe ao laboratório que você está usando Iumi® ES.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Não foram conduzidos estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Também informe a qualquer outro médico ou dentista, que venha a lhe prescrever outro medicamento, que você está tomando Iumi® ES. Pode ser necessário o uso adicional de outro método contraceptivo e, neste caso, seu médico lhe dirá por quanto tempo deverá usá-lo.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde114.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Este medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Os comprimidos são revestidos, circulares, biconvexos, sem sulco e de cor amarela.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Como usar Iumi® ES?

Os contraceptivos orais são utilizados para prevenir a gravidez2. Quando utilizados corretamente e sem que nenhum comprimido seja esquecido, ou outro fator como vômito115 dentro de 3 a 4 horas após a ingestão de um comprimido ou diarreia116 intensa, bem como interações medicamentosas, a chance de ocorrer gravidez2 é de aproximadamente 1,0% (uma gestação a cada 100 mulheres por ano de uso). A chance de ocorrer gravidez2 aumenta a cada comprimido esquecido por você durante um ciclo menstrual ou quando o contraceptivo oral é usado incorretamente. Siga rigorosamente o procedimento indicado, pois o não cumprimento pode ocasionar falhas na obtenção dos resultados.

Tome um comprimido por dia, aproximadamente à mesma hora, com água se necessário. Tome os comprimidos por pelo menos 24 dias sem fazer pausa. Entre os dias 25 e 120, você pode decidir quando fará o intervalo de pausa de 4 dias. O intervalo de pausa (sem ingestão de comprimidos) não poderá ser maior que 4 dias. O intervalo de pausa de 4 dias deve ser realizado no máximo após 120 dias de ingestão contínua de comprimidos.

Após cada intervalo de 4 dias sem a ingestão de comprimidos, inicia-se um novo ciclo de tomada de comprimidos por no mínimo 24 dias até no máximo 120 dias.

Durante o intervalo de 4 dias sem a ingestão de comprimidos, geralmente ocorre sangramento e este pode não haver cessado antes do início da tomada do próximo comprimido revestido, sem que isso demonstre um comprometimento da eficácia.

Caso ocorra gotejamento e/ou sangramento de escape contínuos (três dias consecutivos) durante os dias 25 a 120, é aconselhável fazer o intervalo de 4 dias de pausa (sem ingestão de comprimidos). Isso reduzirá o número total de dias com sangramento.

Para auxiliar a usuária no uso do regime flexível recomendamos que a usuária baixe gratuitamente o aplicativo Iumi® ES que está disponível para download nas principais lojas de aplicativos.

A cartela de Iumi® ES contém 30 comprimidos revestidos, dispostos em sequência numérica. Comece pelo comprimido de número 1, que está ao lado da palavra “Início”, e continue ingerindo um comprimido diariamente, seguindo a direção das setas. Tome um comprimido por dia, aproximadamente à mesma hora, com água se necessário. Dentro do cartucho do medicamento há um calendário-adesivo com 7 tiras adesivas mostrando os dias da semana (como na figura abaixo). Retire a tira que corresponde ao dia do seu início de uso ou dia de retorno após o intervalo de pausa de 4 dias e cole no blister no espaço indicado para a mesma.

Calendário Adesivo: (Retire a tira adesiva correspondente ao dia de início de uso ou dia de retorno após o intervalo de pausa e cole no blíster)

Para a primeira cartela de cada ciclo, retire a tira que começa com o dia da semana correspondente ao dia de seu início de uso da cartela e cole no local indicado no blister. Inicie a tomada dos comprimidos pelo comprimido indicado com número 1. Siga a direção das setas, até que tenha tomado pelo menos 24 comprimidos (fase obrigatória) ou, no máximo, 120 comprimidos (correspondente a 4 cartelas de Iumi® ES). Realize uma pausa de 4 dias. Inicie um novo ciclo de tomada de comprimidos no quinto dia, independentemente de ter cessado ou não o sangramento. Para isso, caso esteja com uma cartela de Iumi® ES em uso, retire a tira que contenha o dia da semana correspondente ao dia de retorno após a pausa, exatamente na posição do comprimido que irá tomar e cole no blister em cima da tira anterior.

Vide exemplo a seguir:

Caso você tenha iniciado a tomada dos comprimidos em uma segunda-feira e decida fazer o intervalo de pausa após 46 dias de ingestão contínua dos comprimidos (lembre-se que são necessários pelo menos 24 dias de ingestão contínua dos comprimidos para realizar o intervalo de 4 dias de pausa), você estará fazendo uso de sua segunda cartela de Iumi® ES quando retornar da pausa e já terá tomado 16 comprimidos desta segunda cartela.

Neste exemplo você deverá seguir as seguintes orientações para utilização do calendário adesivo:

1ª Cartela: Início de uso do Iumi® ES em uma segunda-feira. Retire a tira que indica a segunda-feira na posição do comprimido de número 1 (ou seja, começa com segunda-feira) e cole no local indicado no blister. Inicie a tomada dos comprimidos pelo comprimido de número 1 e continue tomando os comprimidos seguindo a direção das setas.

2ª Cartela: Neste exemplo, você terá terminado de tomar os 30 comprimidos da primeira cartela (sem pausa) em uma terça-feira e deverá iniciar a tomada dos comprimidos da segunda cartela na quarta-feira (sem intervalo de pausa entre as cartelas). Desta forma, deverá retirar a tira do calendário adesivo que contenha a quarta-feira correspondente a posição do comprimido de número 1 e colar no local indicado no novo blister. Inicie a tomada dos comprimidos da segunda cartela pelo comprimido marcado com número 1 e siga a direção das setas.

Neste exemplo, você terá tomado os comprimidos até o comprimido de número 16, quando então decidiu fazer a pausa de 4 dias.

Após a pausa de 4 dias, você deverá reiniciar o uso de Iumi® ES no quinto dia, que, neste exemplo, irá corresponder a uma terça-feira. Desta forma, deverá retirar a fita do calendário adesivo que contenha a terça-feira exatamente na posição correspondente ao próximo comprimido a ser tomado. Neste caso, o comprimido de número 17 e colar no blister, em cima da tira colada anteriormente.

Siga então a tomada dos comprimidos na ordem das setas até que tenha tomado pelo menos mais 24 comprimidos consecutivos (fase obrigatória) ou até quando desejar fazer a próxima pausa de 4 dias em, no máximo, 120 dias de tomada contínua dos comprimidos.

Para auxiliar a usuária no uso do regime flexível recomendamos que a usuária baixe gratuitamente o aplicativo Iumi® ES que está disponível para download nas principais lojas de aplicativos.

Início do uso de Iumi® ES

Quando nenhum outro contraceptivo hormonal foi utilizado no mês anterior: Inicie o uso de Iumi® ES no primeiro dia de menstruação117, isto é, no primeiro dia de sangramento e continue tomando os comprimidos conforme descrito no subitem “Como usar Iumi® ES?”. Se você seguir essa recomendação, a ação contraceptiva de Iumi® ES inicia-se imediatamente. Não é necessário utilizar adicionalmente outro método contraceptivo. Mudando de outro contraceptivo oral combinado, anel vaginal ou adesivo transdérmico (contraceptivo) para Iumi® ES: Comece a tomar Iumi® ES no dia seguinte após o intervalo de pausa do contraceptivo que estava sendo utilizado. Se o contraceptivo que você estava usando apresentar comprimidos inativos, ou seja, sem princípio ativo, inicie a tomada dos comprimidos de Iumi® ES no dia seguinte após ter tomado o último comprimido inativo do contraceptivo anterior. Caso não saiba diferenciar os comprimidos ativos dos inativos, pergunte ao seu médico. Se estiver mudando de anel vaginal ou adesivo transdérmico, você deve começar o uso de Iumi® ES após a retirada do último anel ou adesivo do ciclo ou, no máximo, no dia previsto para a próxima aplicação. Se seguir essas instruções, não será necessário utilizar adicionalmente outro método contraceptivo. Mudando da minipílula (contraceptivo contendo somente progestógeno) para Iumi® ES: Nesse caso, você deve parar de usar a minipílula e começar a tomar Iumi® ES no dia seguinte, no mesmo horário. Junto com Iumi® ES, utilize um método contraceptivo de barreira (por exemplo: preservativo) caso você tenha relação sexual nos 7 primeiros dias de uso de Iumi® ES.

Mudando de contraceptivo injetável, de implante118 ou do sistema intrauterino (SIU) com liberação de progestógeno para Iumi® ES: Inicie o uso de Iumi® ES na data prevista para a próxima injeção119 ou no dia de extração (retirada) do implante118 ou do SIU. Adicionalmente, utilize um método contraceptivo de barreira (por exemplo: preservativo), caso tenha relação sexual nos 7 primeiros dias de uso de Iumi® ES.

Iumi® ES e o aborto: Consulte seu médico.

Iumi® ES e o pós-parto: No pós-parto, seu médico poderá aconselhá-la a esperar por um ciclo menstrual normal antes de iniciar o uso de Iumi® ES. Às vezes, você pode antecipar o uso de Iumi® ES com o consentimento do médico. Se tiver relações sexuais após o parto e antes de iniciar o uso de Iumi® ES, assegure-se de que não esteja grávida ou aguarde o próximo período menstrual.

Se você pretende iniciar o uso de Iumi® ES após o parto e estiver amamentando, fale primeiramente com seu médico.

Pergunte ao seu médico o que fazer se você não tem certeza de quando iniciar o uso.

Informações adicionais para populações especiais

Crianças e adolescentes: Não foram conduzidos estudos clínicos para investigar a eficácia contraceptiva e a segurança do uso de Iumi® ES em crianças e adolescentes menores de 18 anos.

Pacientes idosas: Iumi® ES não é indicado para uso após a menopausa120.

Pacientes com insuficiência hepática121: Iumi® ES é contraindicado em mulheres com doença hepática122 grave. Veja itens “3. Quando não devo usar este medicamento?” e “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”. Pacientes com insuficiência renal41: Iumi® ES é contraindicado em mulheres com insuficiência renal41 grave ou insuficiência renal41 aguda. Veja itens “3. Quando não devo usar este medicamento?” e “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.

O que devo fazer em caso de distúrbios gastrintestinais (no estômago92 e nos intestinos123), como vômito115 ou diarreia116 intensa?

Se ocorrer vômito115 ou diarreia116 intensa, as substâncias ativas do comprimido podem não ter sido absorvidas completamente e medidas contraceptivas adicionais devem ser adotadas (por exemplo: uso de preservativo). Se ocorrer vômito115 no período de 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é como se tivesse esquecido de tomá-lo. Portanto, siga o mesmo procedimento indicado no item “7. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?”. Se ocorrer diarreia116 intensa, consulte seu médico, que irá te orientar sobre como proceder.

O que devo fazer em caso de sangramento inesperado?

O regime flexível de Iumi® ES permite o planejamento do sangramento por privação durante a fase flexível entre os dias 25 e 120 do ciclo de ingestão de comprimidos. Como ocorre com todos contraceptivos orais, pode surgir, durante os primeiros meses de uso, sangramento intermenstrual (gotejamento ou sangramento de escape), isto é, sangramento fora da época esperada, mesmo durante a fase fixa do ciclo de ingestão entre os dias 1 e 24. Neste caso, você pode usar absorventes higiênicos. Continue a tomar os comprimidos normalmente, pois, em geral, o sangramento intermenstrual cessa espontaneamente, uma vez que seu corpo tenha se adaptado ao contraceptivo oral (este tempo pode variar de usuária para usuária). Caso ocorra gotejamento e/ou sangramento de escape contínuos (três dias consecutivos) durante os dias 25 a 120, é aconselhável fazer o intervalo de 4 dias de pausa (sem ingestão de comprimidos). Isso reduzirá o número total de dias com sangramento. Caso o sangramento não cesse, se torne mais intenso ou reinicie, consulte o seu médico.

O que devo fazer se não ocorrer o sangramento durante a pausa de 4 dias?

Se você tiver tomado todos os comprimidos corretamente e não ocorreu vômito115, diarreia116 intensa ou uso concomitante de outros medicamentos, é pouco provável que esteja grávida. Continue tomando Iumi® ES normalmente. Se você tomou os comprimidos de forma incorreta, ou se você tomou corretamente, mas o sangramento esperado não ocorreu duas vezes seguidas, você pode estar grávida. Consulte imediatamente seu médico. Não continue a usar os comprimidos até que você tenha certeza de que não está grávida. Durante este período, utilize medidas contraceptivas não-hormonais. O sangramento por privação programado pode não ocorrer entre os intervalos mensais quando você está usando Iumi® ES. Portanto, a ausência do sangramento por privação não pode ser usada como um sinal28 de uma gravidez2 não planejada pois esta pode ser difícil de ser identificada. Tal fato é particularmente importante para mulheres que estejam usando outro medicamento, pois alguns medicamentos podem ser prejudiciais ao feto13. Embora seja pouco provável uma gravidez2 se você estiver usando Iumi® ES continuamente, se por qualquer razão você achar que pode estar grávida consulte seu médico e faça um teste de gravidez2.

Quando posso interromper o uso de Iumi® ES?

Você pode parar o uso de Iumi® ES a qualquer momento. Porém, não pare de tomá-lo sem o conhecimento do seu médico. Se você não quer engravidar ou se você não pode engravidar por estar tomando algum medicamento que possa ser prejudicial ao desenvolvimento fetal, consulte o seu médico para que ele possa indicar outro método contraceptivo. Se você desejar engravidar, recomenda-se que você espere por um ciclo menstrual natural. Converse com seu médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Regras básicas:

São necessários 7 dias de tomada contínua dos comprimidos para obter proteção contraceptiva;

A tomada dos comprimidos nunca pode ser interrompida por mais de 7 dias (observar que o intervalo recomendado sem a ingestão de pílulas é de 4 dias).

Dependendo do dia do ciclo no qual UM comprimido foi esquecido, você pode precisar utilizar método contraceptivo adicional, por exemplo, método de barreira, como preservativo. Em caso de dúvida, consulte seu médico.

Siga as instruções a seguir:

Se houver um atraso de menos de 24 horas do horário habitual, a proteção contraceptiva de Iumi® ES é mantida. Tome o comprimido que você esqueceu assim que lembrar e continue tomando os comprimidos no horário habitual.

Se houver um atraso de mais de 24 horas do horário habitual, a proteção contraceptiva de Iumi® ES pode ficar reduzida, especialmente se o esquecimento da tomada ocorrer no começo do ciclo, diretamente antes ou depois da pausa de 4 dias sem ingestão dos comprimidos.

Se você esquecer de tomar 1 comprimido entre o 1º e o 7º dia: Se você se esqueceu de iniciar a tomada de seu primeiro comprimido (quando você está iniciando o uso de Iumi® ES ou após a pausa de 4 dias), ou se você esqueceu de tomar um comprimido durante os 7 primeiros dias do ciclo, tome o comprimido que você esqueceu, assim que lembrar (inclui-se a possibilidade de tomar dois comprimidos de uma só vez) e continue a tomar os próximos comprimidos no horário habitual. Utilize método contraceptivo adicional (método de barreira – por exemplo: preservativo) durante os próximos 7 dias. Se você teve relação sexual nos 7 dias anteriores ao esquecimento da tomada do comprimido, há possibilidade de engravidar. Comunique o fato imediatamente ao seu médico, antes de continuar tomando os comprimidos.

Se você esquecer de tomar 1 comprimido entre o 8º e o 24º dia: Tome o comprimido que você esqueceu assim que lembrar (mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos de uma só vez) e continue a tomar os próximos comprimidos no horário habitual. A proteção contraceptiva de Iumi® ES está mantida. Não é necessário utilizar outro método contraceptivo adicional.

Se você esquecer de tomar 1 comprimido entre o 25º e o 120º dia: Escolha uma das duas opções abaixo, sem a necessidade de utilizar outro método contraceptivo adicional:

  1. Tome o comprimido que você esqueceu assim que lembrar (mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos de uma só vez) e continue a tomar os próximos comprimidos no horário habitual até que você tenha tomado pelo menos 7 comprimidos sucessivamente sem interrupção;
    OU
  2. Interrompa o uso dos comprimidos, faça uma pausa de 4 dias (contando inclusive o dia no qual esqueceu de tomar o comprimido) e inicie um novo ciclo de ingestão de comprimidos de Iumi® ES.

Mais de 1 comprimido esquecido: Consulte seu médico. Se não ocorrer sangramento por privação hormonal (semelhante à menstruação117) no intervalo de pausa de 4 dias, pode ser que esteja grávida. Consulte seu médico antes de continuar com a tomada dos comprimidos.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como ocorre com todos os medicamentos, Iumi® ES pode causar reações indesejáveis, no entanto estas reações não se manifestam em todas as usuárias.

Reações adversas graves: As reações adversas graves associadas ao uso do contraceptivo, assim como os sintomas3 relacionados, são: tromboembolismo76 venoso e arterial (formação de coágulo22 que pode interromper a passagem do sangue57 nos vasos), câncer15 de mama8 e hiperplasia124 nodular focal (lesão34 hepática122 benigna), e estão descritas nos itens “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?” - subitens “O contraceptivo e a trombose” e “O contraceptivo e o câncer”. Leia estes itens com atenção e não deixe de conversar com o seu médico em caso de dúvidas.

As seguintes reações adversas foram relatadas nos estudos com medicamento contendo etinilestradiol 0,02 mg e drospirenona 3 mg.

Reações adversas comuns (pode afetar entre 1 e 10 em 100 usuárias): náuseas95 (enjoo), dor de cabeça83, enxaqueca32, diminuição da libido125 (diminuição do desejo sexual), dor nas mamas100, dismenorreia126 (cólica), mastalgia127 (dor/sensibilidade nas mamas100), aumento de peso, acne5 (espinha).

Reações adversas incomuns (pode afetar entre 1 e 10 em 1.000 usuárias): dor na parte inferior do abdômen, distensão abdominal (aumento do volume do abdômen), vômito115, dor abdominal, diarreia116, dor na parte superior do abdômen, dispepsia128 (má digestão129), desconforto abdominal, dor gastrointestinal (dor de estômago92 e barriga), fadiga130 (sensação de cansaço), dor nas costas89, edema131 periférico (inchaço4 nas extremidades do corpo), mal-estar, candidíase132 vulvo-vaginal (espécie mais comum de fungo133 que pode habitar a vagina134), infecção102 por fungos, infecção102 micótica vulvo-vaginal (infecção102 por fungos na vulva135 e vagina134), cistite136 (inflamação48 na bexiga137), infecção102 vaginal, teste positivo em amostra de tecido17 viral (HPV positivo), espasmos138 musculares (cãibras musculares), mialgia139 (dor muscular), tontura80, enxaqueca32 sem aura (enxaqueca32 comum), alteração de humor, depressão, irritabilidade, oscilação de humor, afeta o labirinto140 (uma região do ouvido interno141 responsável pela audição e equilíbrio), ansiedade, dor pélvica142 (dor localizada na parte inferior do abdômen), metrorragia143 (sangramento intermenstrual), hemorragia vaginal144 (sangramento vaginal), menorragia145 (sangramento menstrual intenso prolongado), aumento da mama8, corrimento vaginal, displasia146 cervical [alterações anormais na camada de células147 externa da cérvix uterina148 (colo do útero149)], desconforto nas mamas100, inchaço4 das mamas100, secura vaginal (ressecamento vulvo-vaginal), massa mamária, hemorragia150 pós-coito (sangramento após relação sexual), desconforto vulvo-vaginal (incomodo da vulva135 e vagina134), galactorreia151 (secreção láctea das mamas100), alopecia152 (calvície153), cloasma70 (manchas na pele21 de pigmento marrom dourado, chamadas “manchas da gravidez”), urticária74, vermelhidão, aumento de triglicérides55 no sangue57 (um tipo de gordura56), aumento do apetite, aumento de colesterol54 sanguíneo, diminuição de apetite.

Reações adversas raras (pode afetar entre 1 e 10 em cada 10.000 usuárias): colecistite154 aguda (inflamação48 da vesícula biliar58), hiperplasia124 nodular focal (lesão34 hepática122 benigna), eventos tromboembólicos venosos e arteriais*.

*Frequência estimada a partir de estudos epidemiológicos envolvendo um grupo de usuárias de contraceptivos orais combinados. A frequência foi próxima ao limite da classificação “muito rara”. O termo “Eventos tromboembólicos arterial e venoso” abrange: qualquer bloqueio ou coágulo22 em uma veia periférica profunda, coágulos que percorrem o sistema venoso155 do sangue57 (por exemplo: no pulmão24 é conhecido como embolia25 pulmonar ou como infarto156 pulmonar), ataque cardíaco causado por coágulos, derrame26 causado por um bloqueio do fornecimento de sangue57 para o cérebro27 ou no cérebro27.

Descrição das reações adversas selecionadas

As reações adversas com baixa frequência ou com início tardio dos sintomas3 relatadas no grupo de usuárias de contraceptivo oral combinado estão listadas abaixo, veja também itens “3. Quando não devo usar este medicamento?” e “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.

Tumores

  • A frequência de diagnósticos de câncer15 de mama8 é ligeiramente maior em usuárias de contraceptivo oral. Como o câncer15 de mama8 é raro em mulheres abaixo de 40 anos, o aumento do risco é pequeno em relação ao risco geral de câncer15 de mama8. A causalidade com uso de COC é desconhecida;
  • Tumores no fígado36 (benigno e maligno).

Outras condições**

  • Eritema nodoso157 (uma condição de pele21 caracterizada por nódulos vermelhos dolorosos), eritema multiforme158 (uma condição da pele21 caracterizada por manchas vermelhas que coçam ou por manchas inchadas na pele21);
  • Mulheres com hipertrigliceridemia (aumento de gordura56 no sangue57 resultando em um risco aumentado de pancreatite159 quando em uso dos COCs);
  • Hipertensão160 (pressão alta);
  • Ocorrência ou piora de condições para as quais a associação com o uso de COC não é conclusiva: icterícia161 (pigmentação amarelada da pele21) e/ou prurido162 relacionado à colestase163 (fluxo biliar bloqueado); formação de cálculos biliares, uma condição metabólica chamada de porfiria68, lúpus61 eritematoso62 sistêmico63 (uma doença crônica autoimune164), síndrome65 hemolítico-urêmica (uma doença de coagulação66 sanguínea), uma condição neurológica chamada Coreia de Sydenham69, herpes gestacional (um tipo de condição de pele21 que ocorre durante a gravidez2), otosclerose165 – relacionada à perda de audição;
  • Em mulheres com angioedema71 hereditário (caracterizado por inchaço4 repentino, por exemplo, dos olhos79, boca166, garganta91, etc), estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar sintomas3 de angioedema71;
  • Distúrbios das funções do fígado36;
  • Alterações na tolerância à glicose167 ou efeitos sobre a resistência periférica168 à insulina169;
  • Doença de Crohn59, colite60 ulcerativa;
  • Cloasma70;
  • Hipersensibilidade (incluindo sintomas3 como rash170 cutâneo171 da pele21, urticária74).

**Considerando que as reações adversas descritas neste subitem são derivadas de relatos espontâneos de pós- comercialização, não é possível calcular a frequência das reações, uma vez que estas são relatadas voluntariamente a partir de uma população de tamanho desconhecido.

Interações

O uso de alguns medicamentos pode afetar a ação dos contraceptivos orais, reduzindo a eficácia destes produtos ou pode causar sangramentos inesperados (por exemplo: medicamentos que contenham Erva de São João ou medicamentos usados para o tratamento da epilepsia52, para as infecções9 de tuberculose106 e de HIV46 e de outras infecções9), veja subitem “Iumi® ES e outros medicamentos” no item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.

Atenção: este produto é um medicamento que possui uma nova posologia e modo de usar e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Em especial se essas reações forem graves ou persistentes, ou se houver mudança no seu estado de saúde114 que possa estar relacionada ao uso de Iumi® ES.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não há relatos de efeitos graves prejudiciais da superdose de Iumi® ES. Caso você tome vários comprimidos de Iumi® ES de uma vez, podem ocorrer enjoos ou vômitos96 ou sangramento vaginal. Até mesmo meninas que não tenham menstruado ainda e tenham tomado esse medicamento por acidente podem apresentar este sangramento.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS nº: 1.0033.0154
Farmacêutica Responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF-SP nº 25.125

Registrado por:
Libbs Farmacêutica Ltda.
Rua Josef Kryss, 250 – São Paulo – SP
CNPJ: 61.230.314/0001-75

Fabricado por:
Libbs Farmacêutica Ltda.
Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu das Artes – SP
Indústria Brasileira

 


SAC 0800 0135044

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Inchaço: Inchação, edema.
5 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
6 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
7 Colo Uterino: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
8 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
9 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
10 Pélvicas: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
11 Doença inflamatória pélvica: Infecção aguda que compromete o trato genital feminino (ovários, trompas de Falópio, útero). Manifesta-se por dor, febre e descarga purulenta pela vagina.
12 Gravidez ectópica: Implantação do produto da fecundação fora da cavidade uterina (trompas, peritôneo, etc.).
13 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
14 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
15 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
16 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
17 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
18 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
19 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
20 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
21 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
22 Coágulo: 1. Em fisiologia, é uma massa semissólida de sangue ou de linfa. 2. Substância ou produto que promove a coagulação do leite.
23 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
24 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
25 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
26 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
27 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
28 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
29 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
30 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
31 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
32 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
33 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
34 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
35 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
36 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
37 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
38 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
39 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
40 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
41 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
42 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
43 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
44 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
45 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
46 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
47 Válvula cardíaca: Estrutura normal que separa as cavidades e grandes vasos cardíacos, assegurando que o fluxo de sangue produza-se apenas em um sentido. Pode ser sede de doenças infecciosas (endocardite bacteriana) ou auto-imunes (endocardite reumática).
48 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
49 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
50 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
51 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
52 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
53 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
54 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
55 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
56 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
57 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
58 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
59 Doença de Crohn: Doença inflamatória crônica do intestino que acomete geralmente o íleo e o cólon, embora possa afetar qualquer outra parte do intestino. A doença cursa com períodos de remissão sintomática e outros de agravamento. Na maioria dos casos, a doença de Crohn é de intensidade moderada e se torna bem controlada pela medicação, tornando possível uma vida razoavelmente normal para seu portador. A causa da doença de Crohn ainda não é totalmente conhecida. Os sintomas mais comuns são: dor abdominal, diarreia, perda de peso, febre moderada, sensação de distensão abdominal, perda de apetite e de peso.
60 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
61 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
62 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
63 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
64 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
65 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
66 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
67 Anemia falciforme: Doença hereditária que causa a má formação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de gases nos indivíduos que possuem a doença. É comum na África, na Europa Mediterrânea, no Oriente Médio e em certas regiões da Índia.
68 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
69 Coréia de Sydenham: Coréia, palavra derivada do grego que significa dançar, consiste em movimentos involuntários, ora em repouso, ora perturbando o movimento voluntário, arrítmicos, assimétricos, bruscos, breves e sem propósito. A coréia de Sydenham, também conhecida como coréia menor ou coréia reumática, é um dos principais indicadores diagnósticos de febre reumática. Ela afeta predominantemente crianças entre 5 e 15 anos, com maior freqüência no sexo feminino.
70 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
71 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
72 Língua:
73 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
74 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
75 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
76 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
77 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
78 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
79 Olhos:
80 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
81 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
82 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
83 Cabeça:
84 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
85 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
86 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
87 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
88 Esterno: Osso longo e achatado, situado na parte vertebral do tórax dos vertebrados (com exceção dos peixes), e que no homem se articula com as primeiras sete costelas e com a clavícula. Ele é composto de três partes: corpo, manúbrio e apêndice xifoide. Nos artrópodes, é uma placa quitinosa ventral do tórax.
89 Costas:
90 Mandíbula: O maior (e o mais forte) osso da FACE; constitui o maxilar inferior, que sustenta os dentes inferiores. Sinônimos: Forame Mandibular; Forame Mentoniano; Sulco Miloióideo; Maxilar Inferior
91 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
92 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
93 Asfixia: 1. Dificuldade ou impossibilidade de respirar, que pode levar à anóxia. Ela pode ser causada por estrangulamento, afogamento, inalação de gases tóxicos, obstruções mecânicas ou infecciosas das vias aéreas superiores, etc. 2. No sentido figurado, significa sujeição à tirania; opressão e/ou cobrança de posições morais ou sociais que dão origem à privação de certas liberdades.
94 Sudorese: Suor excessivo
95 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
96 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
97 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
98 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
99 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
100 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
101 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
102 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
103 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
104 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
105 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
106 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
107 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
108 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
109 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
110 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
111 Inflamações: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc. Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
112 Folículo: 1. Bolsa, cavidade em forma de saco. 2. Fruto simples, seco e unicarpelar, cuja deiscência se dá pela sutura que pode conter uma ou mais sementes (Ex.: fruto da magnólia).
113 Globulina: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
114 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
115 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
116 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
117 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
118 Implante: 1. Em cirurgia e odontologia é o material retirado do próprio indivíduo, de outrem ou artificialmente elaborado que é inserido ou enxertado em uma estrutura orgânica, de modo a fazer parte integrante dela. 2. Na medicina, é qualquer material natural ou artificial inserido ou enxertado no organismo. 3. Em patologia, é uma célula ou fragmento de tecido, especialmente de tumores, que migra para outro local do organismo, com subsequente crescimento.
119 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
120 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
121 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
122 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
123 Intestinos: Seção do canal alimentar que vai do ESTÔMAGO até o CANAL ANAL. Inclui o INTESTINO GROSSO e o INTESTINO DELGADO.
124 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
125 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
126 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
127 Mastalgia: Dor nas mamas. Costuma ser um distúrbio benigno em mulheres jovens devido a um desequilíbrio hormonal durante o ciclo menstrual. Mas, pode ter outras causas.
128 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
129 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
130 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
131 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
132 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
133 Fungo: Microorganismo muito simples de distribuição universal que pode colonizar uma superfície corporal e, em certas ocasiões, produzir doenças no ser humano. Como exemplos de fungos temos a Candida albicans, que pode produzir infecções superficiais e profundas, os fungos do grupo dos dermatófitos que causam lesões de pele e unhas, o Aspergillus flavus, que coloniza em alimentos como o amendoim e secreta uma toxina cancerígena, entre outros.
134 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
135 Vulva: Genitália externa da mulher, compreendendo o CLITÓRIS, os lábios, o vestíbulo e suas glândulas.
136 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
137 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
138 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
139 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
140 Labirinto: 1. Vasta construção de passagens ou corredores que se entrecruzam de tal maneira que é difícil encontrar um meio ou um caminho de saída. 2. Anatomia: conjunto de canais e cavidades entre o tímpano e o canal auditivo, essencial para manter o equilíbrio físico do corpo. 3. Sentido figurado: coisa complicada, confusa, de difícil solução. Emaranhado, imbróglio.
141 Ouvido interno: Atualmente denominado orelha interna está localizado na porção petrosa do osso temporal, recebe terminações nervosas do nervo coclear e vestibular, sendo parte essencial dos órgãos da audição e equilíbrio. É constituído de três estruturas: labirinto membranoso (endolinfático), labirinto ósseo (perilinfático) e cápsula ótica.
142 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
143 Metrorragia: Hemorragia uterina produzida fora do período menstrual. Pode ser sinal de menopausa. Em certas ocasiões é produzida pela presença de tumor uterino ou nos ovários.
144 Hemorragia vaginal: Hemorragia vaginal anormal é a perda de sangue por via vaginal fora do período menstrual ou que surge em grandes quantidades (durante mais de sete dias). É preciso considerar a situação menstrual da mulher: se ela tem menstruações normais, irregulares, com falhas, se é muito jovem, se está perto da menopausa ou se já está na menopausa.
145 Menorragia: Também chamada de hipermenorréia, é a menstruação anormalmente longa e intensa em intervalos regulares. As causas podem ser: coagulação sangüínea anormal, desregulação hormonal do ciclo menstrual ou desordens do revestimento endometrial do útero. Dependendo da causa, a menorragia pode estar associada à menstruação dolorosa (dismenorréia).
146 Displasia: Desenvolvimento ou crescimento anormal de um tecido ou órgão.
147 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
148 Cérvix Uterina: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
149 Colo do útero: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
150 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
151 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
152 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
153 Calvície: Também chamada de alopécia androgenética é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, sendo que a herança genética pode vir do lado paterno ou materno. É resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona). Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, e é transformada em diidrotestosterona (DHT). É a DHT que vai agir sobre os folículos pilosos promovendo a sua diminuição progressiva. O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície.
154 Colecistite: Inflamação aguda da vesícula biliar. Os sintomas mais freqüentes são febre, dor na região abdominal superior direita (hipocôndrio direito), náuseas, vômitos, etc. Seu tratamento é cirúrgico.
155 Sistema venoso: O sistema venoso possui a propriedade de variação da sua complacência, para permitir o retorno de um variável volume sanguíneo ao coração e a manutenção de uma reserva deste volume.
156 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
157 Eritema nodoso: Erupção eritematosa comumente associada a reações a medicamentos ou infecções e caracterizada por nódulos inflamatórios que são geralmente dolorosos, múltiplos e bilaterais. Esses nódulos são localizados predominantemente nas pernas, podendo também estar nas coxas e antebraços. Eles sofrem alterações de coloração características terminando em áreas tipo equimose temporárias. Regride em 3 a 6 semanas, em média, sem cicatriz ou atrofia.
158 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
159 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
160 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
161 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
162 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
163 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
164 Autoimune: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
165 Otosclerose: Crescimento ósseo anormal no ouvido médio que causa perda auditiva. É um distúrbio hereditário que envolve o crescimento de um osso esponjoso no ouvido médio. Este crescimento impede a vibração do estribo em reposta às ondas sonoras, causando perda auditiva progressiva do tipo condutiva. É a causa mais freqüente de perda auditiva do ouvido médio em adultos jovens, é mais freqüente em mulheres entre 15 e 30 anos.
166 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
167 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
168 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
169 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
170 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
171 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.

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