Preço de Lyxumia em São Paulo/SP: R$ 447,91

Lyxumia

SANOFI-AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 25/05/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENO

LYXUMIA®
lixisenatida

APRESENTAÇÕES

Solução injetável
LYXUMIA 20 mcg: 2 canetas preenchidas descartáveis de 3 mL de solução (0,1 mg/mL) com 14 doses de lixisenatida.
LYXUMIA 10 mcg + 20 mcg (kit para tratamento inicial): embalagem com 1 caneta preenchida descartável de 3 mL de solução (0,05 mg/mL) com 14 doses de lixisenatida + 1 caneta preenchida descartável de 3 mL de solução (0,1 mg/mL) com 14 doses de lixisenatida.

USO SUBCUTÂNEO1
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

LYXUMIA 10 mcg:
Cada dose (0,2 mL) contém 10 microgramas de lixisenatida (0,05 mg/mL).
Excipientes: glicerol, acetato de sódio tri-hidratado, metionina, metacresol, ácido clorídrico2, hidróxido de sódio e água para injetáveis.

LYXUMIA 20 mcg:
Cada dose (0,2 mL) contém 20 microgramas de lixisenatida (0,1 mg/mL).
Excipientes: glicerol, acetato de sódio tri-hidratado, metionina, metacresol, ácido clorídrico2, hidróxido de sódio e água para injetáveis.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

LYXUMIA é indicado para o tratamento de adultos com diabetes mellitus3 tipo 2 para controle do nível de açúcar4 no sangue5 em pacientes que não estão controlados com o tratamento em combinação com antidiabéticos orais6, tais como metformina7 e sulfonilureia, ou o uso da combinação destes medicamentos.
Em combinação com insulina8 basal sozinha ou usada em conjunto com a metformina7 ou com sulfonilureia.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A lixisenatida é um medicamento que age no receptor do GLP-1. O GLP-1 é um hormônio9 endógeno que potencializa a secreção da insulina8 pelas células10 beta do pâncreas11.
A lixisenatida estimula a secreção de insulina8 quando a glicose12 no sangue5 está aumentada.
A lixisenatida reduz a velocidade da passagem do alimento pelo estômago13. O efeito sobre a velocidade da passagem de alimento pelo estômago13 pode também contribuir na redução de peso.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

LYXUMIA é contraindicado se você tem alergia14 conhecida à lixisenatida ou a qualquer outro componente da formulação.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

ADVERTÊNCIAS

Uso em diabetes tipo 115
Você não deve utilizar LYXUMIA se for portador de diabetes mellitus3 tipo 1 ou se apresentar cetoacidose diabética16.

Risco de pancreatite17 (inflamação18 do pâncreas11)
O uso de medicamentos da classe denominada agonista19 do receptor de peptídeo semelhante ao glucagon20 (GLP-1) tem sido associado ao risco de desenvolvimento de pancreatite17 aguda. Informe seu médico se você apresentar sintomas21 de pancreatite17 aguda, como dor abdominal severa e persistente, pois neste caso, o tratamento com LYXUMIA deverá ser descontinuado. Caso haja confirmação de pancreatite17 aguda, o tratamento com LYXUMIA não deve ser reiniciado. Este medicamento deve ser usado com cautela em pacientes com histórico de pancreatite17.

PRECAUÇÕES

Uso em pacientes com gastroparesia22 (retardo do esvaziamento gástrico) severa 
LYXUMIA não é recomendado para pacientes23 com doença gastrintestinal severa e/ou gastroparesia22 severa.

Risco de hipoglicemia24 (diminuição da taxa de açúcar4 no sangue5)
Se você está usando LYXUMIA com sulfonilureia (glimepirida25 ou glibenclamida) ou com a combinação de insulina8 basal e sulfonilureia pode ocorrer aumento do risco de hipoglicemia24. Neste caso, converse com seu médico que irá verificar sobre a necessidade de redução da dose de sulfonilureia ou de insulina8 basal.

Gravidez26 e amamentação27
Gravidez26

Não há dados sobre o uso de LYXUMIA em mulheres grávidas. O risco potencial em humanos é desconhecido.
LYXUMIA não deve ser utilizado durante a gravidez26 e recomenda-se utilizar insulina8 basal. Informe seu médico se você deseja engravidar ou se estiver grávida, pois neste caso, o tratamento com LYXUMIA deverá ser descontinuado.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Amamentação27
Não é conhecido se LYXUMIA passa para o leite materno. Portanto, não use LYXUMIA se você estiver amamentando.

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Não há estudos realizados dos efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Quando usado em combinação com sulfonilureia ou insulina8 basal, você deve tomar precauções para evitar diminuição da taxa de açúcar4 no sangue5 ao dirigir veículos e operar máquinas.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

A demora no esvaziamento gástrico com a lixisenatida pode influenciar na absorção de medicamentos administrados pela via oral. Se você está tomando medicamentos pela via oral, o seu médico poderá orientá-lo a tomar estes medicamentos pelo menos 1 hora antes ou 11 horas depois da aplicação de lixisenatida.
Não é necessário ajuste de dose caso você esteja tomando os seguintes medicamentos: paracetamol; contraceptivos orais; atorvastatina; varfarina; digoxina; ramipril.
Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde28.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Antes do primeiro uso, LYXUMIA deve ser conservado em sua embalagem original sob refrigeração (temperatura entre 2ºC e 8ºC). Proteger da luz. Não congelar.
Após o primeiro uso, LYXUMIA deve ser mantido em temperatura abaixo de 30ºC. A tampa da caneta deve ser recolocada na caneta após cada uso para proteger da luz.
A caneta não deve ser armazenada com a agulha.
A caneta dever ser descartada 14 dias após o primeiro uso.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento
LYXUMIA é uma solução límpida, incolor e livre de partículas visíveis.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você deve verificar a aparência de LYXUMIA antes de cada uso. Você deve usar somente se a solução estiver límpida, incolor e livre de partículas visíveis.
A dose inicial é de 10 mcg (µg) de LYXUMIA uma vez ao dia durante 14 dias.

Após, a dose de LYXUMIA deve ser aumentada para 20 mcg (µg), uma vez ao dia, como dose de manutenção. Quando LYXUMIA é associado a um tratamento com metformina7, a dose atual de metformina7 pode ser mantida.
Quando LYXUMIA é associado a um tratamento com sulfonilureia ou com uma combinação de sulfonilureia e insulina8 basal, deve-se considerar uma redução na dose da sulfonilureia ou da insulina8 basal, para diminuir o risco de hipoglicemia24. (vide PRECAUÇÕES).

O uso de LYXUMIA não requer monitoramento específico da taxa de açúcar4 no sangue5. Entretanto, quando em uso combinado com sulfonilureia ou insulina8 basal, pode ser necessário o monitoramento da taxa de açúcar4 no sangue5 para ajustes na dose de sulfonilureia ou de insulina8 basal.

Administração
Você deve aplicar LYXUMIA uma vez ao dia dentro de uma hora antes de qualquer refeição ou do dia (café da manhã, almoço ou jantar). É preferível que a injeção29 de LYXUMIA seja aplicada antes da mesma refeição todos os dias, após a escolha da refeição mais conveniente.
Se a dose de LYXUMIA for esquecida, esta deve ser administrada dentro de uma hora antes da próxima refeição. Você deve aplicar LYXUMIA por via subcutânea30 (na pele31) no abdômen, braço ou coxa32. LYXUMIA não deve ser administrado pela via intravenosa (na veia) ou intramuscular (no músculo).
Acoplar uma agulha nova antes de cada aplicação. As agulhas nunca devem ser reutilizadas. Leia atentamente o manual de instruções antes de utilizar a caneta LYXUMIA.
Não há estudos dos efeitos de LYXUMIA administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via subcutânea30.

Populações especiais
Crianças: a segurança e a eficácia de LYXUMIA em pacientes com menos de 18 anos não foi bem estabelecida.
Idosos: nenhum ajuste de dose baseado na idade é requerido.
Insuficiência33 do fígado34: não é necessário ajuste de dose para pacientes23 com insuficiência33 do fígado34.
Insuficiência33 dos rins35: nenhum ajuste de dose é necessário caso você tenha insuficiência33 dos rins35 leve (depuração de creatinina36: 50-80 mL/min) e moderada (depuração de creatinina36: 30-50 mL/min). Não há experiência de tratamento em pacientes com insuficiência33 dos rins35 severa (depuração de creatinina36 < 30 mL/min) ou em estágio final de doença renal37 e, portanto, não se recomenda o uso de LYXUMIA nesta população de pacientes.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você esquecer-se de aplicar uma dose de LYXUMIA, esta deve ser aplicada dentro de uma hora antes da próxima refeição.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sintomas21 de nível de açúcar4 baixo no sangue5 (quando o tratamento inclui sulfonilureia e/ou insulina8 basal), dor de cabeça38, enjôo, diarreia39 e vômito40.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): influenza41, infecção42 no trato respiratório superior, tontura43, má digestão44, dor nas costas45 e reações no local da injeção29.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações alérgicas (tais como, reação anafilática46, inchaço47 em região subcutânea30 ou em mucosas48 de origem alérgica e urticária49).

Mais de 2600 pacientes receberam LYXUMIA de forma isolada ou em associação com a metformina7, sulfonilureia (com ou sem metformina7) ou insulina8 basal (com ou sem metformina7, ou com ou sem sulfonilureia) em 8 grandes estudos de fase

III controlados por ativo ou placebo50-controlados.
As reações adversas mais frequentemente relatadas durante os estudos clínicos foram náuseas51 e vômito40. Estas reações foram em sua maioria leve e transitórias.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Sinais52 e sintomas21
Se você utilizar LYXUMIA em uma dose maior do que a indicada, pode ocorrer um aumento de eventos gastrintestinais (tais como, enjôo, diarreia39, etc).

Tratamento
Em caso de superdose, dever ser iniciado tratamento de suporte de acordo com os sinais52 e sintomas21 clínicos do paciente e a dose de LYXUMIA deve ser reduzida para dose prescrita.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

 

MS 1.1300.1143
Farm. Resp.: Silvia Regina Brollo CRF-SP n° 9.815

Registrado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP
CNPJ 02.685.377/0001-57

Fabricado por:
Sanofi-Aventis Deutschland GmbH
Brüningstrasse 50, Industriepark Höchst 65926
Frankfurt am Main
Alemanha

Importado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 - Suzano - SP
CNPJ 02.685.377/0008-23
Ou
Kit para tratamento inicial: Registrado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP
CNPJ 02.685.377/0001-57

Fabricado por:
Sanofi-Aventis Deutschland GmbH
Brüningstrasse 50, Industriepark Höchst 65926
Frankfurt am Main
Alemanha

Embalado e importado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 - Suzano - SP
CNPJ 02.685.377/0008-23
Indústria Brasileira

 

SAC 0800 703 0014


 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
2 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
3 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
4 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
5 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
6 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
7 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
8 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
9 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
10 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
11 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
12 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
13 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
14 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
15 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
16 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
17 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
18 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
19 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
20 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
21 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
22 Gastroparesia: Tipo de neuropatia que afeta o estômago. A digestão dos alimentos pode ser incompleta ou retardada, resultando em náuseas, vômitos ou sensação de plenitude gástrica, tornando o controle glicêmico difícil.
23 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
24 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
25 Glimepirida: Medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Estimula a secreção de insulina ligando-se a um receptor específico na célula-beta do pâncreas que determina fechamento dos canais de potássio (K+) dependentes de ATP (adenosinatrifosfato), resultando em despolarização da célula. Pertence à classe das sulfoniluréias.
26 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
27 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
28 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
29 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
30 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
31 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
32 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
33 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
34 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
35 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
36 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
37 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
38 Cabeça:
39 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
40 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
41 Influenza: Doença infecciosa, aguda, de origem viral que acomete o trato respiratório, ocorrendo em epidemias ou pandemias e frequentemente se complicando pela associação com outras infecções bacterianas.
42 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
43 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
44 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
45 Costas:
46 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
47 Inchaço: Inchação, edema.
48 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
49 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
50 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
51 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
52 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.

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