Preço de Alfaepoetina (Injetável 2000 UI/mL; 4000 UI/mL) em Fairfield/SP: R$ 0,00

Alfaepoetina (Injetável 2000 UI/mL; 4000 UI/mL)

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ

Atualizado em 17/06/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

alfaepoetina
Injetável 2000 UI/mL ou 4000 UI/mL

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Solução injetável
Cartucho com 10 ou 12 frascos-ampola de vidro incolor contendo 1 dose

VIA DE ADMINISTRAÇÃO
USO SUBCUTÂNEO1 OU INTRAVENOSO USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO:

Cada frasco-ampola 2000 UI contém:

alfaepoetina 2000 UI
veículo q.s.p. 1 mL

Excipientes: albumina2 humana, citrato de sódio, cloreto de sódio, ácido cítrico e polissorbato 20 em água para injeção3 (USP XXIII).


Cada frasco-ampola 4000 UI contém:

alfaepoetina 4000 UI
veículo q.s.p. 1 mL

Excipientes: albumina2 humana, citrato de sódio, cloreto de sódio, ácido cítrico e polissorbato 20 em água para injeção3 (USP XXIII).

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

A alfaepoetina está indicada:

  • no tratamento da anemia4 associada à insuficiência renal5 crônica, em pacientes em diálise6 ou em fase pré- diálise6;
  • no tratamento da anemia4 associada ao câncer7 não mielóide e secundária a quimioterapia8 mielossupressora para pacientes9 pediátricos.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A alfaepoetina estimula a divisão e a diferenciação de células da medula óssea10, aumentando a formação de glóbulos vermelhos.

O aumento da hemoglobina11 não é imediato, geralmente leva algumas semanas.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

O produto é contraindicado para pacientes9 com:

  • Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula do medicamento.
  • Pressão alta não controlada com medicamento.
  • Leucemia12 mielóide.
  • Gravidez13 e lactação14.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez13 ou lactação14 na vigência do tratamento.

Não está estabelecido o emprego seguro da Alfaepoetina durante a gravidez13 e a lactação14 e o médico deve fazer uma análise de risco versus benefício em cada caso antes de usá-lo.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESSE MEDICAMENTO?

A administração parenteral de qualquer produto biológico deve ser cuidadosa e devem ser tomadas as devidas precauções em caso de alergia15 ou reação inesperada.

Antes e durante o tratamento com o produto, deve-se avaliar o status de ferro corporal. Todos os pacientes requererão suplemento de ferro para uma eritropoiese16 efetiva.

Pacientes com Doença Renal17 Crônica

Hipertensão18: nos pacientes com doença renal17 crônica é muito importante o controle da pressão arterial19.

É recomendável que a dose de alfaepoetina seja diminuída se o nível de incremento de hematócrito20 exceder 4 pontos em qualquer período de 2 semanas.

Convulsões: Foi relatada uma convulsão21 em um paciente tratado com alfaepoetina. Nesses casos, recomenda-se que a dose do produto seja diminuída, caso o hematócrito20 aumente 4 pontos em um período de 2 semanas.

Eventos Trombóticos22: Durante a hemodiálise23, os pacientes em tratamento com alfaepoetina podem requerer um incremento de anticoagulantes24 para evitar o aumento de coagulação25 no dialisador.

Resposta diminuída ou retardada

Cerca de 95% dos pacientes com insuficiência renal5 crônica que foram tratados com a alfaepoetina responderam ao tratamento. Se for encontrado algum paciente que não responda ao tratamento, deve-se analisar o nível de reserva de ferro ou deve-se analisar outra possível etiologia26 para a anemia4.

Resposta Inadequada ou Resistência a Alfaepoetina

Caracteriza-se pela incapacidade de se atingir o objetivo do tratamento (hemoglobina11 entre 10 g/dl e 12 g/dl ou hematócrito20 entre 30% e 33%) a despeito de dose adequada de eritropoetina27 (até 300 U/Kg 2 ou 3x, por via subcutânea28, por pelo menos 4 a 6 semanas) em paciente com adequadas reservas de ferro. Pacientes com resposta inadequada devem ser avaliados para as seguintes possibilidades: deficiência absoluta ou funcional de ferro; doença infecciosa, inflamatória ou maligna (mieloma29 múltiplo, por exemplo); perda sangüínea (aguda ou crônica); doença hematológica associada como talassemia30, hemoglobinopatias31, anemia4 refratária ou outra doença mielodisplásica; deficiência de vitamina32 B12 ou de folato; hemólise33; intoxicação por alumínio; hiperparatireoidismo secundário; desnutrição34 importante; diálise6 inadequada.

Precauções

Alfaepoetina não deve ser usado:

  • após o prazo de validade do medicamento;
  • se o lacre estiver rompido;
  • se o líquido apresentar coloração ou partículas em suspensão;
  • se você souber ou achar que alfaepoetina pode ter sido acidentalmente congelado;
  • se houver uma falha no funcionamento da geladeira;
  • se você souber ou suspeitar que alfaepoetina tenha sido deixado à temperatura ambiente por mais de 60 minutos antes da injeção3.

Interações Medicamentosas

Embora alfaepoetina normalmente não reaja com outros medicamentos, informe seu médico se você estiver usando ou tenha recentemente usado alguma outra medicação.

Se você estiver tomando um fármaco35 (medicamento) conhecido por ciclosporina (para suprimir seu sistema imune36 após um transplante), seu médico deve solicitar testes sanguíneos especiais para verificar os níveis de ciclosporina enquanto você estiver utilizando alfaepoetina.

Alfaepoetina deve ser utilizada sozinha. Não deve ser misturada a outros líquidos para a injeção3.

Gravidez13 (Categoria C) e Lactação14

Alfaepoetina não é recomendado em pacientes cirúrgicas grávidas ou amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Não há contraindicação relativa a faixas etárias, porém a segurança e eficácia da alfaepoetina em pacientes pediátricos com menos de 1 mês de idade não está estabelecida. Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde37.

Este medicamento é contraindicado para uso por grávidas.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde37.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

O medicamento alfaepoetina deve ser conservado sob refrigeração entre 2–8°C ao abrigo da luz. Não deve ser congelado nem agitado. Após o uso, o frasco deve ser imediatamente descartado. As sobras não utilizadas também devem ser imediatamente descartadas.

O prazo de validade deste medicamento é de 24 meses a partir da data de fabricação. Devem ser seguidos os devidos cuidados de armazenamento.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

O medicamento alfaepoetina é uma solução transparente, estéril e livre de partículas visíveis.

Depois de aberto, este medicamento deve ser utilizado imediatamente. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Uso Subcutâneo1

Separe seringa38 e agulha apropriadas e descartáveis. Com a seringa38 aspire do frasco-ampola o conteúdo.

Deve ser feita assepsia39 do local da aplicação com álcool antes da administração do medicamento.

Após limpeza local, injete a quantidade adequada por via subcutânea28. Pode-se utilizar, por exemplo, a face40 anterior da coxa41, os braços ou a parede abdominal42 anterior. Portanto, no caso de volumes maiores, deve-se utilizar mais de um local de aplicação.

Não use alfaepoetina, se houver partículas em suspensão dentro do frasco-ampola ou da seringa38. Não agite a solução, pois isto pode inativar o medicamento.

Não congele o frasco-ampola ou a seringa38 preenchida.

Deve-se prestar atenção para que a dose correta seja administrada.

NÃO ADMINISTRE OUTRAS MEDICAÇÕES, SIMULTANEAMENTE, NA MESMA SERINGA38.

Apenas uma dose de alfaepoetina deve ser aplicada a partir de cada frasco-ampola ou seringa38 preenchida. O que sobrar deve ser jogado fora.

O medicamento deverá ser utilizado imediatamente após a abertura do frasco.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Não use o medicamento se o prazo de validade estiver vencido.

POSOLOGIA

Pacientes com insuficiência renal5 crônica

Dose inicial

  • Via intravenosa: 40UI/kg três vezes por semana. Via subcutânea28: 20UI/kg três vezes por semana. Estas doses têm se mostrado efetivas e seguras para incrementar os níveis de hematócrito20 e para eliminar a dependência e a necessidade de transfusões. A dose da alfaepoetina deve ser diminuída quando o nível de hematócrito20 alcançar 36%.
  • A alfaepoetina pode ser administrada por via subcutânea28 ou intravenosa. Em pacientes em hemodiálise23 pode ser administrada em “bolo” intravenoso. A administração pode ser independente da diálise6, mas pode ser administrada na veia, ao final do procedimento de diálise6.

Ajuste de dose

  • Após o tratamento com a alfaepoetina deve-se esperar um período de 2 a 4 semanas para que as células43 progenitoras eritróides amadureçam e sejam liberadas para a circulação44 e que seja finalmente produzida a elevação dos níveis de hematócrito20. O ajuste de dose não deve ser realizado por mais de uma vez num mês, se não for clinicamente imprescindível.
  • Se o nível de hematócrito20 não incrementar em 5 ou 6 pontos no período de 8 semanas, a dose deve ser incrementada e avaliada de novo, depois de 2–4 semanas, e novamente pode-se voltar a incrementar depois de intervalos de 4–6 semanas.
  • Se o nível de hematócrito20 for elevado, alcançando 36%, a dose deve ser reduzida para que se mantenha no intervalo 33–36%. Se isso não for conseguido, recomenda-se suspender o tratamento, até que o hematócrito20 caia para o intervalo de 33–36%.

Dose de manutenção

  • Ainda que a dose de manutenção deva ser individualizada, a média de dose de manutenção pode ser de 60 UI/kg para pacientes9 em diálise6, três vezes por semana.

Pacientes pediátricos com câncer7 em tratamento quimioterápico

Dose inicial

  • 150 UI/kg, por via subcutânea28 ou intravenosa, três vezes por semana, ou 600UI/Kg por via intravenosa, uma vez por semana, até o término do tratamento quimioterápico (4 a 8 semanas).

Incremento de dose

  • Se o valor da hemoglobina11 não se elevar em ao menos 1,0 g/dL na quarta semana de tratamento, em relação ao valor de hemoglobina11 basal, a dose pode ser incrementada até 300UI/Kg, via subcutânea28, três vezes por semana, ou via intravenosa até 900UI/Kg.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

O esquecimento da administração do medicamento deve ser comunicado ao médico assistente. Não administrá-lo fora dos dias e horários preconizados ou concomitantes à próxima dose, exceto em caso de orientação médica.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Pacientes com insuficiência renal5 crônica.

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Hipertensão18; Convulsões

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Eventos trombóticos22

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): Aplasia pura de células43 vermelhas: é uma reação adversa muito rara, a frequência tem sido de 0,02–0,03 por 10.000 pacientes/ano. Os sintomas45 são tonteira, falta de ar e cansaço e podem ser devido à baixa produção de células43 vermelhas pela medula óssea46. O seu médico poderá identificar esta reação e tratá-la.

Tromboflebite47 migratória
Trombose48 microvascular
Embolia49 pulmonar
Trombose48 da artéria50 da retina51

Pacientes pediátricos com câncer7 em tratamento com quimioterapia8

Em um estudo clínico, fase IV, realizado em 157 pacientes com idade entre 1 e 18 anos, foram relatadas as seguintes reações adversas:

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Febre52; Dor óssea; Síndrome53 pseudo-gripal; Vômitos54

Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Dor e ardor55 no local da aplicação; Cefaleia56; Perda de Peso; Rash57 cutâneo58; Rinorreia59; Vermelhidão

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não foi determinada a quantidade máxima de alfaepoetina que pode ser administrada em dose simples ou múltipla.

Porém, doses superiores a 1500UI/kg três vezes por semana podem produzir policitemia60 (aumento excessivo do número de glóbulos vermelhos) se o hematócrito20 (a percentagem ocupada pelos glóbulos vermelhos no volume total de sangue61) não for monitorado cuidadosamente e as doses não forem ajustadas.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
 

Registro no M.S. nº 1.1063.0110
Responsável Técnico: Maria da Luz F. Leal CRF /RJ Nº 3726.

Registrado por:
Fundação Oswaldo Cruz
Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos / Bio-Manguinhos
Av. Brasil, 4365 – Rio de Janeiro – RJ
CEP: 21040–900
CNPJ: 33.781.055/0001–35
Indústria Brasileira

Fabricado por:
Centro de Inmunología Molecular - CIM
Calle 216, esq. a 15, Siboney, Playa, Ciudad de La Habana - Cuba

Envasado e embalado por:
Fundação Oswaldo Cruz
Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos / Bio-Manguinhos Rio de Janeiro – RJ


SAC 0800 0210310

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
2 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
3 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
4 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
5 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
6 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
7 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
8 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
9 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
10 Células da Medula Óssea: Células contidas na medula óssea, incluindo células adiposas (ver ADIPÓCITOS), CÉLULAS ESTROMAIS, MEGACARIÓCITOS e os precurssores imediatos da maioria das células sangüíneas.
11 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
12 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
13 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
14 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
15 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
16 Eritropoiese: Formação de hemácias.
17 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
18 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
19 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
20 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
21 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
22 Trombóticos: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
23 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
24 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
25 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
26 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
27 Eritropoetina: É uma glicoproteína que controla a eritropoiese, ou seja, a produção de células vermelhas do sangue.
28 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
29 Mieloma: Variedade de câncer que afeta os linfócitos tipo B, encarregados de produzir imunoglobulinas. Caracteriza-se pelo surgimento de dores ósseas, freqüentemente a nível vertebral, anemia, insuficiência renal e um estado de imunodeficiência crônica.
30 Talassemia: Anemia mediterrânea ou talassemia. Tipo de anemia hereditária, de transmissão recessiva, causada pela redução ou ausência da síntese da cadeia de hemoglobina, uma proteína situada no interior do glóbulos vermelhos e que tem a função de transportar o oxigênio. É classificada dentro das hemoglobinopatias. Afeta principalmente populações da Itália e da Grécia (e seus descendentes), banhadas pelo Mar Mediterrâneo.
31 Hemoglobinopatias: Doenças genéticas que resultam de uma alteração na estrutura das cadeias de globinas em uma molécula de hemoglobina. As hemoglobinopatias mais comuns são as doenças falciformes e a talassemia.
32 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
33 Hemólise: Alteração fisiológica ou patológica, com dissolução ou destruição dos glóbulos vermelhos do sangue causando liberação de hemoglobina. É também conhecida por hematólise, eritrocitólise ou eritrólise. Pode ser produzida por algumas anemias congênitas ou adquiridas, como consequência de doenças imunológicas, etc.
34 Desnutrição: Estado carencial produzido por ingestão insuficiente de calorias, proteínas ou ambos. Manifesta-se por distúrbios do desenvolvimento (na infância), atrofia de tecidos músculo-esqueléticos e caquexia.
35 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
36 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
37 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
38 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
39 Assepsia: É o conjunto de medidas que utilizamos para impedir a penetração de micro-organismos em um ambiente que logicamente não os tem. Logo um ambiente asséptico é aquele que está livre de infecção.
40 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
41 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
42 Parede Abdominal: Margem externa do ABDOME que se estende da cavidade torácica osteocartilaginosa até a PELVE. Embora sua maior parte seja muscular, a parede abdominal consiste em pelo menos sete camadas Músculos Abdominais;
43 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
44 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
45 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
46 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
47 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
48 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
49 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
50 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
51 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
52 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
53 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
54 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
55 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
56 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
57 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
58 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
59 Rinorreia: Escoamento abundante de fluido pelo nariz, com ausência de fenômeno inflamatório.
60 Policitemia: Alteração sanguínea caracterizada por grande aumento da quantidade de hemácias circulantes.
61 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.

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