Preço de Cloridrato de Fingolimode (Cápsula 0,5 mg) em Wilmington/SP: R$ 5917,65

Cloridrato de Fingolimode (Cápsula 0,5 mg)

EMS S/A

Atualizado em 30/06/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

cloridrato de fingolimode 
Cápsula 0,5 mg
Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999.

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Cápsula dura
Embalagem contendo 7, 14, 28, 56, 84 cápsulas. Embalagem fracionável contendo 100 cápsulas. Embalagem Hospitalar contendo 200 cápsulas.

USO ADULTO
USO ORAL

COMPOSIÇÃO:

Cada cápsula contém:

cloridrato de fingolimode (equivalente a 0,5 mg de fingolimode) 0,56 mg
excipiente q.s.p. 1 cápsula

Excipientes: manitol, estearato de magnésio. 

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

O cloridrato de fingolimode é um medicamento sob prescrição médica tomado por via oral, e é utilizado para tratar esclerose múltipla1 remitente recorrente.

O cloridrato de fingolimode não cura a esclerose múltipla1, mas ajuda a reduzir o número de recidivas2 que ocorrem e diminuir o acúmulo de problemas médicos devido à esclerose múltipla1 (progressão da doença).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O cloridrato de fingolimode pode alterar a forma que o sistema imune3 do corpo funciona e ajuda a combater ataques ao sistema imune3, afetando a habilidade de algumas células4 brancas sanguíneas de se moverem livremente no sangue5 e impedindo as células4 que causam inflamação6 de chegarem ao cérebro7. Isto reduz os danos nos nervos causados pela esclerose múltipla1. O cloridrato de fingolimode também pode ter um efeito direto e benéfico em certas células4 do cérebro7 (células4 neurais) envolvidas na reparação ou redução dos danos causados pela esclerose múltipla1.

Em estudos clínicos, cloridrato de fingolimode demonstrou reduzir o número de ataques (por pouco mais da metade) e como uma consequência, reduziu o número de recidivas2 graves e recidivas2 que devem ser tratadas no hospital, prolongando o tempo sem recidivas2 e diminuindo a progressão da doença (por cerca de um terço).

Se você tiver perguntas sobre como cloridrato de fingolimode funciona ou porque este medicamento foi indicado para você, pergunte ao seu médico.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não tome cloridrato de fingolimode:

Se você é alérgico (hipersensível) ao fingolimode ou a qualquer um dos excipientes de cloridrato de fingolimode listados na bula (vide “Composição”). Se você suspeitar ser alérgico, converse com seu médico sobre isso.

Se você teve ataque do coração8, angina9 instável, derrame10 ou suspeita de derrame10, ou alguns tipos de insuficiênciacardíaca nos últimos 6 meses.

Se você teve certos tipos de batimentos irregulares ou anormais do coração8 (arritmia11), incluindo pacientes com um problema chamado QT prolongado visto no ECG, pressão sanguínea não controlada ou problemas graves de respiração durante o sono (apneia12 do sono grave) antes de iniciar o tratamento com cloridrato de fingolimode.

Se você está tomando certos medicamentos que alteram o ritmo cardíaco.

Se você tem problemas graves no fígado13.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Siga as orientações do seu médico cuidadosamente. Elas podem diferir das informações gerais contidas nesta bula.

Advertências e precauções

Será solicitado que você faça um ECG (eletrocardiograma14) para verificar a saúde15 do seu coração8 antes que você inicie o tratamento com cloridrato de fingolimode e um segundo eletrocardiograma14, ao final do período de observação de 6 horas após você tomar a primeira dose de cloridrato de fingolimode. Sua frequência cardíaca e pressão arterial16 também serão verificadas a cada hora, por um profissional de saúde15, durante essas 6 horas do período de observação. No caso de um eletrocardiograma14 anormal ou diminuição da frequência cardíaca no final do período de observação de 6 horas, você pode ser observado por mais tempo e durante a noite, se necessário, por um profissional de saúde15. A mesma recomendação pode se aplicar se você iniciar o tratamento novamente após uma pausa da terapia com cloridrato de fingolimode, dependendo de quanto tempo for a pausa do tratamento e em quanto tempo você está reiniciando o tratamento.

Verificar a condição de seu coração8 é particularmente importante se qualquer uma das seguintes condições se aplica a você. O seu médico pode decidir não utilizar cloridrato de fingolimode. Se o seu médico considerar que cloridrato de fingolimode é bom para você, ele (a) pode encaminhá-lo primeiro para um cardiologista17 (médico especializado em doenças do coração8). Você também pode ser monitorado durante a noite, por um profissional de saúde15, após tomar a primeira dose de cloridrato de fingolimode.

Informe seu médico antes de tomar cloridrato de fingolimode:

  • Se você tiver a frequência cardíaca irregular ou anormal, uma doença grave no coração8, pressão alta não controlada, histórico de derrame10 ou outra doença relacionada aos vasos sanguíneos18 no cérebro7, se quando você dorme é gravemente afetado por incapacidade de respirar (apneia12 do sono não tratada) e se você apresenta risco ou possui distúrbios do ritmo cardíaco (chamado prolongamento QTc ou eletrocardiograma14 anormal dos batimentos cardíacos). Seu médico pode decidir não utilizar cloridrato de fingolimode se você apresenta ou já apresentou uma dessas condições.
  • Se você estiver tomando medicamentos para batimentos cardíacos irregulares, tais como quinidina, procainamida, amiodarona ou sotalol. (vide “Tomando outros medicamentos”).
  • Se você sofre de frequência cardíaca baixa, se no início do tratamento com cloridrato de fingolimode você estiver tomando medicamentos que diminuem o ritmo cardíaco ou se você tiver histórico de perda súbita de consciência (desmaios). Seu médico pode decidir não utilizar cloridrato de fingolimode ou pode encaminhá-lo primeiro para um cardiologista17 para substituir por medicamentos que não diminuam ritmo cardíaco ou para decidir como você deve ser observado após tomar a primeira dose de cloridrato de fingolimode.
  • No início do tratamento, cloridrato de fingolimode pode causar a diminuição da frequência cardíaca. O cloridrato de fingolimode também pode causar batimentos cardíacos irregulares principalmente após a primeira dose. Os batimentos cardíacos irregulares geralmente retornam ao normal em menos de um dia. A frequência cardíaca baixa geralmente retorna ao normal dentro de um mês. Se a sua frequência cardíaca diminuir após a primeira dose, você pode sentir tonturas19, cansaço ou pode estar consciente do seu batimento cardíaco. Se a sua frequência cardíaca diminuir muito ou sua pressão arterial16 cair, você pode necessitar de tratamento imediato. Neste caso, você será monitorado durante a noite, por um profissional de saúde15 e o mesmo processo de observação ocorrido para sua primeira dose de cloridrato de fingolimode também será aplicável para a segunda dose.

Se alguma das condições abaixo se aplicar a você, informe seu médico antes de tomar cloridrato de fingolimode:

  • Se você não tem nenhuma história de catapora20 ou não tenha sido vacinado contra o vírus21 varicela22 zoster23. O seu médico vai testar a condição dos seus anticorpos24 contra esse vírus21 e vacinar você se não tiver anticorpos24 suficientes para este vírus21. Neste caso, você vai começar o tratamento com cloridrato de fingolimode um mês após que o curso completo da vacinação for concluído.
  • Se você tem uma resposta imune reduzida (devido a doenças ou medicamentos que suprimem o sistema imune3 veja “Tomando outros medicamentos”). Você pode contrair infecções25 mais facilmente ou uma infecção26 que você já tem pode piorar. O cloridrato de fingolimode diminui a contagem de células4 brancas sanguíneas (particularmente a contagem de linfócitos). As células4 brancas sanguíneas combatem infecções25. Enquanto você estiver tomando cloridrato de fingolimode (e por até 2 meses após a descontinuação), você pode contrair infecções25 mais facilmente.
  • Se você apresentar alguma infecção26, fale com seu médico antes de tomar cloridrato de fingolimode. Qualquer infecção26 que você já tenha pode piorar. As infecções25 podem ser sérias e às vezes com riscos de vida. Antes de começar a tomar cloridrato de fingolimode, seu médico irá confirmar se você tem uma quantidade suficiente de células4 brancas no seu sangue5.
  • Se você planeja tomar uma vacina27. Você não deve tomar alguns tipos de vacina27 (chamadas “vacinas com vírus21 vivos atenuados”) durante e até 2 meses após o tratamento com cloridrato de fingolimode. (Vide “Tomando outros medicamentos”).
  • Se você tem ou teve distúrbios visuais ou outros sinais28 de inchaço29 na área da visão central30 posterior do olho31 (uma condição conhecida como edema macular32), inflamação6 ou infecção26 do olho31 (uveíte33) ou se você tem diabetes34. Seu médico pode querer que você se submeta a um exame nos olhos35 antes de iniciar cloridrato de fingolimode e em intervalos regulares após o início do tratamento com cloridrato de fingolimode. A mácula36 é uma pequena área da retina37 posterior do olho31 que permite que você veja formatos, cores e detalhes clara e nitidamente (visão central30). O cloridrato de fingolimode pode causar o inchaço29 da mácula36, uma condição conhecida como edema macular32. O inchaço29 geralmente acontece durante os primeiros 4 meses de tratamento com cloridrato de fingolimode. Sua probabilidade de desenvolver edema macular32 é maior se você tiver diabetes34 ou se você teve uma inflamação6 no olho31 chamada uveíte33. O edema macular32 pode causar alguns dos mesmos sintomas38 visuais que um ataque de esclerose múltipla1 (neurite39 ótica). Logo no início, pode não haver quaisquer sintomas38. Certifique-se de informar seu médico sobre quaisquer alterações na sua visão40. Seu médico pode querer que você se submeta a exames nos olhos35, particularmente se o centro da sua visão40 ficar embaçado ou tiver sombras, se você desenvolver um ponto cego no centro da sua visão40 ou se você tiver problemas para enxergar cores ou detalhes.
  • Se você tem problemas no fígado13. Você precisará de um exame de sangue5 para verificar a sua função do fígado13 antes de começar a tomar cloridrato de fingolimode. O cloridrato de fingolimode pode afetar sua função hepática41. Você provavelmente não irá notar quaisquer sintomas38, mas se você notar amarelamento da pele42 ou do branco dos olhos35, urina43 escura ou náusea44 e vômito45 inexplicados durante o tratamento, avise seu médico imediatamente. Seu médico pode solicitar exames de sangue5 para verificar sua função hepática41 e pode considerar a descontinuação do tratamento se o problema no seu fígado13 for sério.

Informe seu médico imediatamente se você tiver algum dos seguintes sintomas38 ou doenças durante seu tratamento com cloridrato de fingolimode porque pode ser grave:

  • Se você acredita que sua esclerose múltipla1 está piorando (por exemplo, fraqueza ou alterações visuais) ou se você notar quaisquer sintomas38 novos ou pouco habituais, estes podem ser os sintomas38 de uma doença cerebral rara causada por uma infecção26 e chamada leucoencefalopatia multifocal progressiva (LMP).
  • Se você acha que está com alguma infecção26, tem febre46, sente-se gripado, ou tem alguma dor de cabeça47 acompanhada de pescoço48 duro, sensibilidade a luz, náusea44 e/ou confusão (podem ser sintomas38 causados por uma infecção26 fúngica49 e podem ser sintomas38 de meningite50 criptocócica).
  • Uma condição denominada síndrome51 de encefalopatia52 posterior reversível foi raramente relatada em pacientes com esclerose múltipla1 tratados com cloridrato de fingolimode. Os sintomas38 podem incluir início repentino de dor de cabeça47 grave, confusão, convulsões e alterações visuais. Um tipo de câncer53 denominado de carcinoma54 basocelular (CBC) e outros neoplasmas55 cutâneos foram reportados em pacientes com esclerose múltipla1 tratados com cloridrato de fingolimode. Sintomas38 de CBC podem incluir nódulo56 na pele42 (e.x. nódulos perolados brilhantes), manchas ou feridas abertas que não cicatrizam dentro de semanas. Sintomas38 de outras neoplasias57 cutâneas58 podem incluir crescimento anormal ou alterações do tecido59 da pele42, como por exemplo, nevo60 melanócito (pequenas manchas marrons regulares na pele42, salientes ou não, são popularmente conhecidos por pintas e sinais28) que podem apresentar como uma alteração na cor, forma ou tamanho ao longo do tempo.

Tomando outros medicamentos

Avise seu médico se você toma ou tomou recentemente algum dos medicamentos abaixo:

  • Medicamentos para batimentos cardíacos irregulares, tais como: quinidina, procainamida, amiodarona ou sotalol. Seu médico poderá optar por não usar cloridrato de fingolimode se você toma estes medicamentos devido a um possível efeito aditivo dos batimentos cardíacos irregulares.
  • Medicamentos que diminuem os batimentos cardíacos tais como, atenolol (chamados betabloqueadores), como verapamil, diltiazem ou ivabradina (chamados bloqueadores do canal de cálcio) ou outros como digoxina. Seu médico pode decidir não utilizar cloridrato de fingolimode ou pode encaminhá-lo primeiro a um cardiologista17 para alterar os seus medicamentos devido a um possível efeito aditivo na diminuição dos batimentos cardíacos nos primeiros dias que você começar cloridrato de fingolimode.
  • Medicamentos que suprimem ou modulam o sistema imune3, incluindo outros medicamentos usados para tratar esclerose múltipla1, tais como beta-interferona, acetato de glatirâmer, natalizumabe, mitoxantrona, dimetil fumarato, teriflunomida, alemtuzumabe ou corticosteroides, devido a um possível efeito aditivo no sistema imune3.
  • Vacinas. Se você precisar tomar uma vacina27, consulte o seu médico antes. Durante um período de até 2 meses após o tratamento com cloridrato de fingolimode, a administração de algumas vacinas contendo vírus21 vivos (vacinas de vírus21 vivos atenuados) pode resultar na infecção26 na qual a vacinação deveria prevenir, enquanto outras podem não funcionar bem.

Avise seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento, incluindo os medicamentos isentos de prescrição médica.

Tomando cloridrato de fingolimode com alimentos ou bebidas

Você pode tomar cloridrato de fingolimode com ou sem alimentos.

Populações especiais

Idosos (acima de 65 anos de idade): Experiências com cloridrato de fingolimode em idosos são limitadas. Converse com seu médico se você tiver quaisquer preocupações.

Crianças e adolescentes (abaixo de 18 anos de idade): O cloridrato de fingolimode não é indicado para uso em crianças e adolescentes uma vez que não foi estudado em pacientes com esclerose múltipla1 abaixo de 18 anos.

Gravidez61 e Lactação62

Você deve evitar engravidar enquanto estiver tomando cloridrato de fingolimode ou dentro de dois meses após a descontinuação, por causa do risco de prejudicar o feto63. Fale com seu médico sobre os riscos associados, e sobre métodos confiáveis para o controle da gravidez61 que você deverá utilizar durante o tratamento e por 2 meses após a descontinuação do tratamento.

Avise seu médico se você está grávida, acha que está grávida ou se está tentando engravidar.

Se você engravidar enquanto estiver tomando cloridrato de fingolimode avise seu médico imediatamente. Você e seu médico irão decidir o que for melhor para você e para o bebê.

Você não deverá amamentar enquanto estiver tomando cloridrato de fingolimode. O cloridrato de fingolimode pode passar para o leite materno e existe um risco de efeitos adversos sérios para o lactente64.

Fale com seu médico antes de amamentar enquanto estiver tomando cloridrato de fingolimode.

Consulte seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento, se você estiver grávida ou amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeitos na habilidade de dirigir e usar máquinas

Seu médico dirá se sua doença permite que você dirija veículos ou opere máquinas com segurança. Não se espera que cloridrato de fingolimode afete na sua habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use este medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde15.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de armazenamento

Manter à temperatura ambiente 15–30°C. Proteger da luz e manter em lugar seco.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Cápsula de gelatina dura na cor branca no corpo e branca na tampa, contendo granulado na cor branca.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Siga as instruções do seu médico cuidadosamente. Não exceda a dose recomendada.

Quanto cloridrato de fingolimode tomar

A dose é de uma cápsula ao dia (0,5 mg de fingolimode).

Como e quando tomar cloridrato de fingolimode

Tome cloridrato de fingolimode uma vez ao dia com meio copo de água. O cloridrato de fingolimode pode ser tomado com ou sem alimentos.

Tomar cloridrato de fingolimode no mesmo horário todos os dias poderá ajudar você a se lembrar de quando tomar seu medicamento.

Por quanto tempo tomar cloridrato de fingolimode

Não pare de tomar cloridrato de fingolimode ou mude sua dose sem falar com seu médico.

Se você tiver dúvidas sobre por quanto tempo tomar cloridrato de fingolimode, fale com seu médico ou farmacêutico.

Se você parar de tomar cloridrato de fingolimode

Não pare de tomar cloridrato de fingolimode ou mude sua dose sem falar com seu médico.

O cloridrato de fingolimode ficará no seu corpo por até 2 meses após a interrupção. Sua contagem de células4 brancas sanguíneas (contagem linfocítica) também poderá ficar baixa durante este período de tempo e os efeitos descritos nesta bula ainda podem ocorrer.

Se você for mulher, vide item ““4. O que devo saber antes de usar este medicamento?  Gravidez61 e Lactação”.

Se você parar de tomar cloridrato de fingolimode por 1 dia ou mais durante seu primeiro mês de tratamento, ou se você parar mais que duas semanas após seu primeiro mês de tratamento com cloridrato de fingolimode, os efeitos iniciais na sua frenquência cardíaca podem ocorrer novamente. Quando você reiniciar o tratamento com cloridrato de fingolimode, seu médico pode decidir monitorar sua frequência cardíaca, pressão sanguínea a cada hora, realizar eletrocardiogramas ou manter você sob monitoramento durante a noite.

A dose máxima recomendada de cloridrato de fingolimode é de uma cápsula de 0,5 mg ao dia.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você esquecer uma dose, tome a próxima dose conforme planejado. Não tome uma dose dobrada para compensar a dose esquecida.

Se você estiver tomando cloridrato de fingolimode há menos de 2 semanas e esqueceu de tomar a dose por um dia, entre em contato com seu médico imediatamente. Seu médico pode decidir colocá-lo em observação no período até a próxima dose.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Assim como todos os medicamentos, pacientes em tratamento com cloridrato de fingolimode podem apresentar efeitos adversos, embora nem todos os apresentem.

Alguns efeitos adversos podem ser sérios ou se tornarem sérios

Comum (pode afetar até 1 em cada 10 pessoas): 

  • Bronquite com sintomas38 como tosse com catarro, dor no peito65 e febre46.
  • Gastroenterite66 com sintomas38 como vômitos67, náuseas68, diarreia69 e febre46.
  • Infecções25 por herpes zoster23 podem se apresentar com sintomas38 como bolhas, ardor70, coceira ou dor na pele42, tipicamente na parte superior do corpo ou no rosto. Outros sintomas38 podem ser febre46
  • e fraqueza, nos estágios iniciais da infecção26, seguidas de entorpecimento coceira ou manchas vermelhas com dor intensa.
  • Frequência cardíaca baixa (bradicardia71).
  • Um tipo de câncer53 de pele42 denominado carcinoma54 basocelular (CBC), que frequentemente se apresenta como nódulos perolados, embora também possa assumir outras formas.

Incomum (pode afetar até 1 em cada 100 pessoas)

  • Pneumonia72 com sintomas38 como febre46, tosse, dificuldade de respirar
  • Edema macular32 (inchaço29 na área de visão central30 da retina37 posterior do olho31) com sintomas38 como sombras e pontos cegos no centro da visão40, visão40 borrada, dificuldade em ver cores e detalhes.
  • Melanoma73, um tipo de câncer53 de pele42 usualmente desenvolvido a partir de um nevo60 melanócito.
  • Os possíveis sinais28 e sintomas38 incluem nevos74 melanócitos75 que podem mudar de tamanho, forma, elevação ou cor ao longo do tempo, ou novos nevos74. Os nevos74 podem coçar, sangrar ou ulcerar.
  • Crises convulsivas.

Raras (pode afetar até 1 em cada 1.000 pessoas)

  • Uma condição denominada Síndrome51 de Encefalopatia52 Posterior Reversível. Os sintomas38 podem incluir início repentino de dor de cabeça47 grave, confusão, convulsões e alterações na visão40.

Muito raro (pode afetar até 1 em cada 10.000)

  • Tumor76 relacionado com a infecção26 pelo vírus21 do herpes humano 8 (sarcoma de Kaposi77).
  • Casos isolados: Irregularidade grave no batimento cardíaco, que é temporária e volta ao normal durante o período de observação de 6 horas.

Frequência desconhecida (frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis)

  • Reações alérgicas, incluindo sintomas38 de erupção78 cutânea79 ou coceira (urticária80), inchaço29 dos lábios, língua81 ou face82, que são mais prováveis de ocorrer no dia do início do tratamento com cloridrato de fingolimode.
  • Doença cerebral rara causada por uma infecção26 e chamada leucoencefalopatia multifocal progressiva (LMP). Os sintomas38 de LMP podem ser semelhantes aos da esclerose múltipla1 (por exemplo, fraqueza ou alterações visuais).
  • Infecções25 criptocócicas (um tipo de infecção26 fúngica49), incluindo meningite50 criptocócica com sintomas38 de dor de cabeça47 acompanhados por rigidez da nuca, sensibilidade à luz, náusea44 e confusão.

Se você apresentar quaisquer destes sintomas38, avise seu médico imediatamente.

Outros efeitos adversos possíveis

Muito comum (pode afetar mais de 1 em cada 10 pessoas)

  • Infecção26 pelo vírus21 da gripe83 com sintomas38 como cansaço, calafrios84, dor de garganta85, dor nas articulações86 ou músculos87, febre46;
  • Sensação de pressão ou dor nas bochechas e na testa (sinusite88);
  • Dor de cabeça47;
  • Diarreia69;
  • Dor nas costas89;
  • Exames de sangue5 mostrando níveis mais altos de enzimas do fígado13;
  • Tosse.

Comum (pode afetar até 1 em cada 10 pessoas)

  • Infecção26 fúngica49 da pele42 (tinea versicolor);
  • Tontura90;
  • Formigamento ou dormência91
  • Dor de cabeça47 severa sempre acompanhada de náusea44, vômitos67 e sensibilidade à luz (enxaqueca92);
  • Fraqueza;
  • Coceira, vermelhidão, queimadura cutânea79 (eczema93);
  • Perda de cabelo94;
  • Coceira na pele42;
  • Perda de peso;
  • Níveis aumentados de gordura95 (triglicérides96) no sangue5;
  • Falta de ar;
  • Resultados anormais no teste de função pulmonar após um mês de tratamento, mantendo-se estável depois disso e reversível após a descontinuação do tratamento;
  • Depressão;
  • Dor no olho31;
  • Visão40 borrada (veja também a informação sobre edema97 de mácula36 acima e em “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”);
  • Hipertensão98. O cloridrato de fingolimode pode causar um leve aumento da pressão sanguínea;
  • Nível baixo de células sanguíneas99 brancas (linfopenia e leucopenia100).

Frequência desconhecida (frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis)

  • Náusea44.

Se qualquer um destes sintomas38 afetar você gravemente, avise seu médico.

Se você notar qualquer outro efeito adverso não mencionado nesta bula, por favor, informe seu médico ou farmacêutico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Se você tiver tomado muitas cápsulas de cloridrato de fingolimode de uma só vez ou se você tiver tomado a primeira dose de cloridrato de fingolimode por engano, entre em contato com seu médico imediatamente.

O seu médico pode decidir observá-lo, medindo a pressão arterial16 e frequência cardíaca a cada hora, realizar ECGs e ele pode decidir monitorá-lo durante a noite.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Registro M.S. nº. 1.0235.1172.
Farm. Resp.: Drª Telma Elaine Spina CRF-SP nº 22.234

EMS S/A
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro Chácara Assay
CEP 13.186-901 - Hortolândia / SP CNPJ nº. 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira


SAC 0800 191914

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Esclerose múltipla: Doença degenerativa que afeta o sistema nervoso, produzida pela alteração na camada de mielina. Caracteriza-se por alterações sensitivas e de motilidade que evoluem através do tempo produzindo dano neurológico progressivo.
2 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
3 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
4 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
5 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
6 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
7 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
8 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
9 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
10 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
11 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
12 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
13 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
14 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
15 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
16 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
17 Cardiologista: Médico especializado em tratar pessoas com problemas cardíacos.
18 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
19 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
20 Catapora: Doença infecciosa aguda, comum na infância, também chamada de varicela. Ela é provocada por vírus e caracterizada por febre e erupção maculopapular rápida, seguida de erupção de vesículas eritematosas muito pruriginosas.
21 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
22 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
23 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
24 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
25 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
26 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
27 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
28 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
29 Inchaço: Inchação, edema.
30 Visão central: Visão central é aquela na qual a imagem cai no centro da retina, em uma área chamada mácula. Esta visão é cheia de detalhes.
31 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
32 Edema macular: Inchaço na mácula.
33 Uveíte: Uveíte é uma inflamação intraocular que compromete total ou parcialmente a íris, o corpo ciliar e a coroide (o conjunto dos três forma a úvea), com envolvimento frequente do vítreo, retina e vasos sanguíneos.
34 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
35 Olhos:
36 Mácula: Mácula ou mancha é uma lesão plana, não palpável, constituída por uma alteração circunscrita da cor da pele.
37 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
38 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
39 Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
40 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
41 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
42 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
43 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
44 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
45 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
46 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
47 Cabeça:
48 Pescoço:
49 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
50 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
51 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
52 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
53 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
54 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
55 Neoplasmas: Tumor ou massa anormal de tecido decorrente do crescimento anormal ou divisão de células incontrolada e progressiva.
56 Nódulo: Lesão de consistência sólida, maior do que 0,5cm de diâmetro, saliente na hipoderme. Em geral não produz alteração na epiderme que a recobre.
57 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
58 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
59 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
60 Nevo: Popularmente conhecido como “pinta“ ou sinal de nascença“. É uma mancha na pele que pode ser uma lesão plana ou elevada, pigmentada (de cor marrom, cinza, azul ou preto) ou não e pode apresentar potencial de malignização dependendo do tipo.
61 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
62 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
63 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
64 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
65 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
66 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
67 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
68 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
69 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
70 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
71 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
72 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
73 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
74 Nevos: Popularmente conhecidos como “pintas“ ou sinais de nascença“. São manchas na pele que podem ser uma lesão plana ou elevada, pigmentada (de cor marrom, cinza, azul ou preto) ou não e podem apresentar potencial de malignização dependendo do tipo.
75 Melanócitos: Células da pele que produzem o pigmento melanina.
76 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
77 Sarcoma de Kaposi: Câncer originado de células do tecido vascular, freqüentemente associado à AIDS. Manifesta-se por lesões vermelho-violáceas em diferentes territórios cutâneos e mucosos.
78 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
79 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
80 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
81 Língua:
82 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
83 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
84 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
85 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
86 Articulações:
87 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
88 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
89 Costas:
90 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
91 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
92 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
93 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
94 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
95 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
96 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
97 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
98 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
99 Células Sanguíneas: Células encontradas no líquido corpóreo circulando por toda parte do SISTEMA CARDIOVASCULAR.
100 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.

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