Aldurazyme

SANOFI-AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 01/07/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Nome do produto: ALDURAZYME
Nome genérico: laronidase

APRESENTAÇÕES

Solução injetável, 2,9 mg/5 mL, um frasco-ampola acondicionado em cartucho de cartolina.

USO INTRAVENOSO
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO

Princípio ativo: cada mL de ALDURAZYME contém 0,58mg de laronidase. O volume extraível é de 5 mL, o que corresponde ao total de 2,9 mg por frasco (500 U).
Excipientes: cloreto de sódio, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, polissorbato 80 e água para injetáveis.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Solicitamos ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor informar ao seu médico.

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

ALDURAZYME é indicado a pacientes com Mucopolissacaridose I, nas diversas formas da doença: Hurler (grave), Hurler-Scheie (intermediária) e Scheie (menos grave).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Distúrbios no armazenamento de certas substâncias no organismo, chamadas mucopolissacarídeos, são causados pela deficiência de outra substância, chamada enzima1, a qual é requerida para a degradação dos mucopolissacarídeos.
A doença Mucopolissacaridose I (MPS I) é caracterizada pela deficiência de uma enzima1 específica, a alfa-L- iduronidase, que faz a degradação de mucopolissacarídeos específicos, chamados glicosaminoglicanos (GAG). A redução ou ausência da atividade de α-L-iduronidase produz acúmulo excessivo de GAG por meio do organismo, levando à disfunção de células2, tecidos e órgãos.
Laronidase, princípio ativo de ALDURAZYME, é utilizada para repor a deficiência da enzima1 α-L-iduronidase. Laronidase é absorvida pelas células2 dos pacientes com MPS I, aumentando a capacidade de degradação dos glicosaminoglicanos e, consequentemente, diminuindo os sintomas3 da doença, como redução do tamanho do fígado4 e melhora no caminhar.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não use ALDURAZYME se tiver sofrido qualquer reação alérgica5, com risco de morte, à laronidase ou a qualquer componente do medicamento. Verifique com o seu médico, antes de usar ALDURAZYME, se você tem alergia6 à substância laronidase ou a qualquer outro componente da fórmula.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências e precauções:
Seu quadro clínico deve ser minuciosamente avaliado, pois, caso você esteja com alguma doença aguda no momento da infusão, você terá maior possibilidade de apresentar reações adversas a ALDURAZYME.
É altamente recomendável que, aproximadamente 60 minutos antes da infusão, seu médico administre em você medicamentos como anti-histamínicos (que diminuem a alergia6) ou antipiréticos7 (que eliminam a febre8), para ajudar a prevenir eventos adversos.
Como em qualquer medicamento como ALDURAZYME, pacientes podem desenvolver anticorpos9 após o tratamento com terapia de reposição enzimática. Se desenvolver anticorpos9 contra laronidase, você terá risco maior de apresentar reações alérgicas. Pacientes com doença aguda no momento da infusão de ALDURAZYME aparentam ter maior risco de apresentar reações adversas associadas à infusão. Obstrução preexistente das vias áreas pode contribuir para reação anafilática10 grave de paciente que requereu ressuscitação e traqueotomia de emergência11. Utilizando ALDURAZYME você pode desenvolver reações de hipersensibilidade devido à infusão, podendo chegar a ser grave (reação anafilática10). Se você apresentou reação alérgica5 durante a administração de ALDURAZYME, seu médico poderá diminuir a velocidade da infusão, suspender temporariamente a infusão e/ou tratar os sintomas3 com outros medicamentos (anti- histamínicos, ibuprofeno, paracetamol e/ou corticoides) para ajudar a reduzir alguns dos eventos adversos.
Se reações alérgicas graves ou com risco de morte ocorrerem, a administração de ALDURAZYME deve ser interrompida imediatamente e um tratamento de emergência11 terá que ser fornecido. História prévia de MPS I relacionada à obstrução da passagem da respiração (vias áreas superiores) pode contribuir para a gravidade de algumas reações.
Seu médico avaliará os riscos e os benefícios em voltar a administrar ALDURAZYME no caso de você ter desenvolvido reação grave de hipersensibilidade ou reações com risco de vida. Cuidado extremo deve ser tomado com os equipamentos de ressuscitação disponíveis para tratamento de emergência11, caso ALDURAZYME seja readministrado.

É recomendado que você seja monitorado periodicamente e, no caso de eventos adversos graves, por meio de exame de sangue12, para verificação de anticorpos9. Não se tem conhecimento se estes anticorpos9 podem impedir o efeito do ALDURAZYME, e os níveis de anticorpos9 podem diminuir com o tempo.

Tenha cuidado ao dirigir ou operar máquinas. Não foram feitos estudos para verificar se ALDURAZYME interfere na habilidade para realizar essas tarefas.

Uso em idosos: não é conhecido se pacientes com idade superior a 65 anos reagem ao medicamento da mesma forma que pacientes mais jovens.
Uso em crianças: o uso de laronidase não foi estudado em pacientes com cinco anos de idade e mais jovens. Portanto, a segurança e a eficácia nessa faixa etária ainda não estão estabelecidas.

ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DO CIRURGIÃO-DENTISTA.

Não há experiência do uso de ALDURAZYME em mulheres grávidas. Não se sabe se este medicamento é secretado no leite humano. Converse com seu médico se estiver amamentando ou irá iniciar a amamentação13 durante o uso de ALDURAZYME.

Interações medicamentosas:
Não foram realizados estudos formais de interação medicamentosa e interação com plantas medicinais. Informe o seu médico se você estiver usando quaisquer outros medicamentos ou plantas medicinais, devido ao risco potencial de interferência com laronidase.
Interações com alimentos e bebidas são improváveis. Não foram realizados estudos formais de interação com alimento.
Não foram realizados estudos formais de interação medicamento – substância química (álcool e nicotina).
Não foram realizados estudos formais de interação medicamento – exame laboratorial e não laboratorial.
Não foram realizados estudos formais de interação medicamentos – doenças.
ALDURAZYME não deve ser misturado com outros medicamentos na mesma infusão.

Até o momento não há informações de que ALDURAZYME (laronidase) possa causar doping. Em caso de dúvida, consulte o seu médico.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde14.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conserve ALDURAZYME sob refrigeração, entre 2 a 8 ºC. NÃO CONGELAR.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Soluções diluídas de ALDURAZYME devem ser utilizadas imediatamente. ALDURAZYME não contém conservante. Se não for possível usar imediatamente, a solução diluída pode ser armazenada por até 36 horas após preparação, entre 2 a 8 ºC. Não é recomendado armazenar a solução diluída em temperatura ambiente.

ALDURAZYME é uma solução intravenosa (para ser injetada na veia), estéril, apirogênica (não contém substâncias produzidas por bactérias), incolor a amarelo-claro, transparente a levemente opalescente e que deve ser diluída antes da administração.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

ALDURAZYME é administrado por meio de gotejamento na veia (infusão intravenosa).
ALDURAZYME deve ser utilizado apenas sob supervisão de um médico experiente no tratamento de MPS I e onde haja equipamentos de reanimação prontos para controlar emergências médicas.

Preparação para Infusão de ALDURAZYME

  • Seu médico determinará o número de frascos a serem diluídos, com base no seu peso corporal.
  • Aproximadamente 20 minutos antes de usar, ele deverá remover os frascos do refrigerador para permitir que atinjam a temperatura ambiente.
  • Antes da diluição, cada frasco será inspecionado visualmente para verificar se há ciscos e alteração na cor. Os frascos não devem ser utilizados se estas alterações forem observadas.
  • Seu médico irá determinar o volume de solução a ser infundido baseado no seu peso corporal.
  • Seu médico deve retirar e descartar um volume de cloreto de sódio 0,9% da bolsa de infusão igual ao total de volume de ALDURAZYME que ele adicionar.
  • Seu médico acrescentará o volume combinado de ALDURAZYME a solução de cloreto de sódio 0,9% para realizar a infusão. E deverá misturar a solução para infusão gentilmente, sem agitar.
  • Seu médico só deverá utilizar a solução se esta parecer límpida e incolor, sem ciscos.

ALDURAZYME deve ser utilizado somente pela via intravenosa.

Posologia e Administração:
A posologia recomendada de ALDURAZYME é de 0,58 mg/kg de peso corporal, administrado uma vez por semana, devendo a infusão ser finalizada em aproximadamente de três a quatro horas. Se você tem peso corporal menor ou igual a 20 kg, receberá o volume total de 100 mL. Se seu peso corporal for acima de 20 kg, você receberá o volume total de 250 mL. A velocidade inicial de infusão é de 10 mcg/kg/h, que poderá ser aumentada gradativamente a cada 15 minutos durante a primeira hora, conforme tolerado, até que a velocidade de infusão máxima de 200 mcg/kg/h seja atingida e mantida para o restante da infusão (de duas a três horas).
Não foi realizado estudo formal com ALDURAZYME em pacientes com disfunção renal15.
Seu médico saberá informar a duração do tratamento com ALDURAZYME.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você esquecer uma dose do medicamento, por favor, converse com seu médico. A próxima dose não será dobrada para compensar a dose perdida ou parcialmente administrada.
Em caso de dúvida, procure orientação do farmacêutico, do seu médico ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todos os medicamentos, ALDURAZYME pode causar efeitos colaterais16, embora não ocorram em todas as pessoas. Nos estudos clínicos, os eventos adversos mais frequentemente reportados ocorreram durante ou no dia da infusão. Se você sentir quaisquer efeitos colaterais16 graves ou efeitos colaterais16 não mencionados, informe ao seu médico imediatamente.

Nos estudos clínicos, os seguintes eventos adversos relacionados à administração de ALDURAZYME foram relatados. A maior parte deles foi associada à infusão e de intensidade leve a moderada.

Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que usam este medicamento):

  • Distúrbios gerais e condições do local de administração: Febre8
  • Infecções17 e infestações: Infecção18 respiratória (infecção18 do trato respiratório superior).
  • Músculos19, ossos e tecido conjuntivo20: Dor nas juntas (artralgia21) e calafrios22.
  • Sistema nervoso23: Dor de cabeça24, reflexos nervosos exagerados (hiperreflexia25) e sensação anormal de dormência26 (parestesia27).
  • Pele e tecido subcutâneo28: Inchaço29 da face30 e passagem respiratória (vias aéreas) e erupção31 da pele32.
  • Estômago33 e intestinos34: Enjoo (náusea35).
  • Sistema circulatório36: Rubor e dificuldade de se obter acesso venoso.

Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Distúrbio ocular: Opacidade do olho37 (aspecto esbranquiçado da córnea38).
  • Distúrbios gerais e condições do local de administração: Dor no local da injeção39.
  • Coração40: Aumento do batimento cardíaco (taquicardia41).
  • Fígado4 e sistema biliar: Nível aumentado no sangue12 da substância chamada bilirrubina42 (hiperbilirrubinemia).
  • Plaquetas43, sangramento e coagulação44: Diminuição do número de plaquetas43 no sangue12 (trombocitopenia45).
  • Pele32 e tecidos subcutâneos: Coceira generalizada (prurido46) e erupção31 cutânea47 (urticária48).
  • Estômago33 e intestinos34: Vômito49, dor de estômago33 e diarreia50.
  • Sistema circulatório36: Pressão baixa, pressão alta e diminuição de oxigênio no sangue12.

As reações adversas associadas à infusões mais frequentemente relatadas nos estudos clínicos foram: erupção31 da pele32, rubor, dor de cabeça24, febre8, dor de estômago33, diarreia50, enjoo, vômitos51, calafrios22, pressão alta, diminuição da saturação de oxigênio e aumento do batimento cardíaco (taquicardia41). Em geral, as reações provenientes de relatos de pós- comercialização foram de natureza similar às observadas em estudos clínicos.

Um estudo clínico de 26 semanas foi conduzido em 33 pacientes com MPS I para avaliar a ação do medicamento no organismo (farmacodinâmica) e a segurança da dose aprovada de 0,58 mg/kg (100 U/kg) uma vez por semana e 3 diferentes regimes posológicos de ALDURAZYME: 1,2 mg/kg (200 U/kg) uma vez por semana, 1,2 mg/kg (200 U/kg) uma vez a cada duas semanas e 1,8 mg/kg (300 U/kg) a cada duas semanas. O grupo recebendo a dose aprovada teve o menor número de pacientes que apresentaram Reações Adversas ao Fármaco52 e Reações Relacionadas à Infusão, embora o número de pacientes com estas Reações Adversas tenha sido similar, de maneira geral, entre os grupos recebendo diferentes regimes posológicos. Em geral, o tipo de Reação Relacionada à Infusão foi similar àquela observada em outros estudos clínicos.

Desde que ALDURAZYME foi lançado no mercado, os eventos adversos observados foram: tosse, falta de ar (dispneia53), menos oxigênio no sangue12 (diminuição da saturação de oxigênio / hipóxia54), respiração rápida (taquipneia55), coloração azul da pele32 (cianose56) e manifestações de inchaço29 da pele32, como inchaço29 da face30 (edema57 de face30) e da passagem da respiração (vias aéreas/ edema57 de laringe58).

Outras reações à infusão reportadas durante o uso do medicamento incluem: palidez, cansaço (fadiga59), pele32 avermelhada (eritema60), inchaço29 de mãos61 e/ou pés, sensação de frio e calor.

Imunogenicidade
Uma vez que ALDURAZYME é administrado na veia (via intravenosa), alguns pacientes tiveram reações no local onde o medicamento foi aplicado. Houve pequeno número de relatos de vazamento da droga injetável, do local da injeção39 para a área circunjacente (em volta) abaixo da pele32. No entanto, não houve relatos de que esse vazamento causou danos graves a essa área.
Pequeno número de pacientes teve reação alérgica5 grave, a qual, em alguns casos, foi considerada como risco de morte. Sinais62 e sintomas3 de possíveis reações alérgicas graves incluem inchaço29 da face30, urticária48, estreitamento da passagem da respiração (vias aéreas) e interrupção da respiração.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não houve relatos de superdose com ALDURAZYME. Doses de até 1,8 mg/kg foram testadas nos estudos clínicos.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

 

MS: 1.1300.1188
Farm. Resp.: Silvia Regina Brollo - CRF -SP 9.815

Registrado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 - São Paulo - SP
CNPJ 02.685.377/0001-57

Fabricado por:
Jubilant Hollister Stier Laboratories LLC
Spokane, WA, EUA
ou
Vetter Pharma-Fertigung GmbH. & CO.KG
Langenargen, Alemanha

Embalado por:
Genzyme Corporation
Northborough, MA, EUA

Importado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 - Suzano - SP
CNPJ 02.685.377/0008-23
Indústria Brasileira

 

SAC 0800 77 123 73


 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
2 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
5 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
6 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
7 Antipiréticos: Medicamentos que reduzem a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, eles não vão afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
8 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
9 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
10 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
11 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
12 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
13 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
14 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
15 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
16 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
17 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
18 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
19 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
20 Tecido conjuntivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
21 Artralgia: Dor em uma articulação.
22 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
23 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
24 Cabeça:
25 Hiperreflexia: Definida como reflexos muito ativos ou responsivos em excesso. Suas causas mais comuns são lesão na medula espinal e casos de hipocalcemia.
26 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
27 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
28 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
29 Inchaço: Inchação, edema.
30 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
31 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
32 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
33 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
34 Intestinos: Seção do canal alimentar que vai do ESTÔMAGO até o CANAL ANAL. Inclui o INTESTINO GROSSO e o INTESTINO DELGADO.
35 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
36 Sistema circulatório: O sistema circulatório ou cardiovascular é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
37 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
38 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
39 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
40 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
41 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
42 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
43 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
44 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
45 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
46 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
47 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
48 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
49 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
50 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
51 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
52 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
53 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
54 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
55 Taquipneia: Aceleração do ritmo respiratório.
56 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
57 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
58 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
59 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
60 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
61 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
62 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.

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