Losartana Potássica (Comprimido 25 mg)

TORRENT DO BRASIL LTDA

Atualizado em 15/07/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

losartana potássica
Comprimido 25 mg
Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999.

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Comprimido revestido
Embalagem com 30 comprimidos

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada comprimido revestido contém:

losartana potássica 25 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: lactose1 monoidratada, amido, hiprolose, talco, estearato de magnésio, TRC coat A e óxido de ferro vermelho.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Seu médico receitou losartana potássica para tratar sua hipertensão2 (pressão alta) ou porque você tem uma doença conhecida como insuficiência cardíaca3 (enfraquecimento do coração4). Em pacientes com pressão alta e hipertrofia5 ventricular esquerda, a losartana potássica reduziu o risco de derrame6 (acidente vascular cerebral7) e de ataque cardíaco (infarto do miocárdio8) e ajudou esses pacientes a viverem mais (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Seu médico também pode ter receitado losartana potássica porque você tem diabetes tipo 29 e proteinúria10; nesse caso, a losartana potássica pode retardar a piora da doença renal11.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A losartana potássica age dilatando os vasos sanguíneos12 para ajudar o coração4 a bombear o sangue13 para todo o corpo com mais facilidade. Essa ação ajuda a reduzir a pressão alta. Em muitos pacientes com insuficiência cardíaca3, a losartana potássica irá auxiliar no melhor funcionamento do coração4. A losartana potássica também diminui o risco de doenças do coração4 e dos vasos sanguíneos12, como derrame6 (acidente vascular cerebral7), em pacientes com pressão alta e espessamento das paredes do ventrículo esquerdo do coração4 (hipertrofia5 ventricular esquerda). Além desses efeitos sobre a pressão arterial14, a losartana potássica também ajuda a proteger seus rins15 se você tiver diabetes tipo 29 (vide O que é diabetes tipo 29?) e proteinúria10 (perda de proteína na urina16 por comprometimento dos rins15).

INFORMAÇÕES AO PACIENTE COM PRESSÃO ALTA

O que é pressão arterial14?

A pressão gerada pelo seu coração4 ao bombear o sangue13 para todas as partes do corpo é chamada de pressão arterial14. Sem a pressão arterial14, o sangue13 não circularia pelo corpo. A pressão arterial14 normal faz parte da boa saúde17. Sua pressão arterial14 sofre alterações durante o transcorrer do dia, dependendo da atividade, do estresse e da excitação.

A leitura da pressão arterial14 é composta de dois números, por exemplo, 120/80 (cento e vinte por oitenta). O número mais alto mede a força quando seu coração4 está bombeando sangue13. O número mais baixo mede a força em repouso, entre os batimentos cardíacos.

O que é pressão alta (ou hipertensão2)?

Você tem pressão alta ou hipertensão2 quando sua pressão arterial14 permanece alta mesmo quando você está calmo(a) e relaxado(a). A pressão alta desenvolve-se quando os vasos sanguíneos12 se estreitam e dificultam o fluxo do sangue13.

Como saber se tenho pressão alta?

Em geral, a pressão alta não apresenta sintomas18. A única maneira de saber se você tem hipertensão2 é medindo sua pressão arterial14. Por isso você deve medir sua pressão arterial14 regularmente.

Por que a pressão alta (ou hipertensão2) deve ser tratada?

Se não for tratada, a pressão alta pode causar danos a órgãos essenciais para a vida, como o coração4 e os rins15. Você pode estar se sentindo bem e não apresentar sintomas18, mas a hipertensão2 pode causar derrame6 (acidente vascular cerebral7), ataque cardíaco (infarto do miocárdio8), insuficiência cardíaca3, insuficiência renal19 ou cegueira.

Como a pressão alta deve ser tratada?

Ao diagnosticar a hipertensão2 (pressão alta), seu médico pode recomendar mudanças em seu estilo de vida e também pode lhe receitar medicamentos para controlar a pressão arterial14. A pressão alta pode ser tratada e controlada com o uso de medicamentos, como losartana potássica.

Seu médico pode lhe dizer qual é a pressão arterial14 ideal para você. Memorize esse valor e siga a recomendação médica para atingir a pressão arterial14 ideal para a sua saúde17.

Como a losartana potássica trata a pressão alta?

A losartana potássica reduz a pressão arterial14 bloqueando especificamente uma substância denominada angiotensina II. A angiotensina II normalmente estreita os vasos sanguíneos12 e o tratamento com losartana potássica faz com que eles relaxem. Embora seu médico possa lhe dizer se o medicamento está agindo por meio da medição da sua pressão arterial14, provavelmente você não notará diferenças ao tomar losartana potássica.

O que causa espessamento das paredes do ventrículo esquerdo do coração4 (hipertrofia5 ventricular esquerda)?

A pressão alta faz o coração4 trabalhar com mais esforço. Com o tempo, isso pode hipertrofiar o coração4.

Por que os pacientes com hipertrofia5 ventricular esquerda devem ser tratados?

A hipertrofia5 ventricular esquerda está associada a um aumento na probabilidade de derrame6 (acidente vascular cerebral7). A losartana potássica reduziu o risco de eventos cardiovasculares, como derrame6, em pacientes com pressão alta e hipertrofia5 do ventrículo esquerdo.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA3

O que é insuficiência cardíaca3?

A insuficiência cardíaca3 é uma doença em que o músculo do coração4 não consegue bombear o sangue13 tão forte como anteriormente.

Quais os sintomas18 da insuficiência cardíaca3?

Os pacientes nos estágios iniciais da insuficiência cardíaca3 podem não apresentar sintomas18.

Conforme a insuficiência cardíaca3 avança, os pacientes podem sentir falta de ar ou podem se sentir facilmente cansados após leve atividade física, como caminhar. Os líquidos podem se acumular em diferentes partes do corpo, frequentemente ao redor dos tornozelos e nos pés. A insuficiência cardíaca3 pode restringir as atividades diárias. A losartana potássica é um dos medicamentos disponíveis (em geral junto com um diurético20) para tratar essa doença.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE COM DIABETES TIPO 29 E PROTEINÚRIA10

O que é diabetes tipo 29?

O diabetes tipo 29 é um distúrbio da capacidade do organismo de converter alimentos em energia. Em pessoas com diabetes tipo 29, as células21 não respondem aos efeitos da insulina22 ou a insulina22 é produzida em quantidades muito pequenas. Nesses casos, a glicose23 (açúcar24) não consegue entrar nas células21 e a quantidade de açúcar24 no sangue13 aumenta, situação conhecida como hiperglicemia25 ou taxas elevadas de açúcar24 no sangue13.

Por que os pacientes com diabetes tipo 29 e proteinúria10 devem ser tratados?

A deterioração que caracteriza a doença renal11 relacionada ao diabetes26 ocorre nas unidades filtradoras de sangue13 do rim27 e nas áreas circundantes. A capacidade de filtração de sangue13 pelo rim27 fica reduzida e as proteínas28 do sangue13 são perdidas na urina16. A doença renal11 pode ser medida por exame de presença de proteínas28 na urina16. Conforme a doença avança, os rins15 perdem a capacidade de remover do sangue13 resíduos como a creatinina29 e a ureia30. A progressão da doença renal11 é medida por exames para verificar a presença desses resíduos no sangue13. Em pacientes com diabetes tipo 29 e proteinúria10, a losartana potássica diminuiu a piora da doença renal11 e a necessidade de diálise31 ou de transplante renal11.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não deve tomar losartana potássica se for alérgico a qualquer um de seus componentes (vide item COMPOSIÇÃO).

Você não deve tomar losartana potássica se você tem diabetes26 e está tomando um medicamento chamado alisquireno para reduzir a pressão arterial14.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Informe ao seu médico sobre quaisquer problemas de saúde17 que esteja apresentando ou tenha apresentado e sobre quaisquer tipos de alergia32. Informe ao seu médico se tiver apresentado recentemente episódios de vômito33 ou diarreia34 excessivos. É muito importante informar problemas dos rins15 ou do fígado35.

Gravidez36 e Lactação37

O uso de losartana potássica não é recomendado enquanto você estiver grávida ou amamentando. A losartana potássica pode causar danos ou a morte do feto38. Converse com seu médico sobre outras maneiras para diminuir sua pressão sanguínea se você pretende engravidar. Se você engravidar enquanto toma losartana potássica informe seu médico imediatamente.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez36.

Populações especiais

Uso Pediátrico: não existe experiência com o uso de losartana potássica em crianças, portanto, a losartana potássica não deve ser administrada a crianças.

Idosos: a losartana potássica age igualmente bem e também é bem tolerado pela maioria dos pacientes adultos mais jovens e mais idosos. A maioria dos pacientes mais idosos requer a mesma dose que os pacientes mais jovens.

Uso em Pacientes de Raça Negra com Pressão Alta e Hipertrofia5 do Ventrículo Esquerdo: em um estudo que envolveu pacientes com pressão alta e hipertrofia5 do ventrículo esquerdo, losartana potássica diminuiu o risco de derrame6 e ataque cardíaco e ajudou os pacientes a viverem mais. No entanto, esse estudo também mostrou que esses benefícios, quando comparados aos benefícios de outro medicamento para hipertensão2 denominado atenolol, não se aplicam aos pacientes de raça negra.

Efeitos na habilidade de dirigir e usar máquinas

Quase todos os pacientes podem realizar essas atividades, porém você deve evitar atividades que exijam muita atenção (por exemplo, dirigir ou operar máquinas perigosas) até saber como você reage ao medicamento.

Interações medicamentosas

Em geral, a losartana potássica não interage com alimentos ou outros medicamentos que você possa estar tomando. Entretanto, seu médico deve ser informado sobre todos os medicamentos que você toma ou pretende tomar, incluindo os que são vendidos sem receita. É importante informar ao seu médico se estiver tomando suplementos de potássio, medicamentos poupadores de potássio ou substitutos do sal da dieta que contêm potássio. Também informe ao seu médico se você estiver tomando certos medicamentos para dor, artrite39, antibióticos, antifúngicos, anti-inflamatórios outros medicamentos para pressão alta ou lítio (uma droga usada para o tratamento de certos tipos de depressão).

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde17.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar em temperatura ambiente (15–30°C). Proteger da umidade.

Número do lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Comprimido revestido de coloração rosa, redondo, biconvexo e sulcado em um dos lados.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

A losartana potássica pode ser tomada com ou sem alimentos. Para maior comodidade e para se lembrar com mais facilidade, tente tomar losartana potássica no mesmo horário todos os dias. Tome losartana potássica diariamente, exatamente conforme a orientação de seu médico. Seu médico irá decidir a dose adequada de losartana potássica, dependendo do seu estado de saúde17 e dos outros medicamentos que você estiver tomando. É importante que continue tomando a losartana potássica pelo tempo que o médico lhe receitar, para manter a pressão arterial14 controlada.

Dosagem

Pressão Alta: a dose usual de losartana potássica para a maioria dos pacientes com pressão alta é de 50 mg uma vez ao dia para controlar a pressão durante um período de 24 horas.

A dose usual de losartana potássica para pacientes40 com pressão alta e hipertrofia5 do ventrículo esquerdo é de 50 mg uma vez ao dia. O efeito anti-hipertensivo máximo é alcançado 3 a 6 semanas após o início do tratamento. Essa dose pode ser aumentada para 100 mg uma vez ao dia.

Para pacientes40 com redução do volume de sangue13 nos vasos sanguíneos12 (por exemplo, pacientes tratados com diuréticos41), deve ser considerada uma dose inicial de 25 mg uma vez ao dia.

Não há necessidade de ajustar a dosagem inicial para pacientes40 idosos ou pacientes com insuficiência renal19, inclusive para pacientes40 sob diálise31. Deve ser considerada uma dose mais baixa para pacientes40 com histórico de insuficiência hepática42.

Insuficiência Cardíaca3: a dose inicial de losartana potássica para pacientes40 com insuficiência cardíaca3 é de 12,5 mg uma vez ao dia. Essa dose pode ser aumentada gradualmente (isto é, 12,5 mg/dia, 25 mg/dia, 50 mg/dia) até que a dose ideal seja atingida. A dose usual de losartana potássica para tratamento prolongado é de 50 mg uma vez ao dia.

Proteção renal11 em pacientes com Diabetes Tipo 29 e Proteinúria10: a dose usual de losartana potássica para a maioria dos pacientes é de 50 mg uma vez ao dia. Essa dose pode ser aumentada para 100 mg uma vez ao dia. A losartana potássica pode ser administrada com outros agentes anti-hipertensivos (por exemplo: diuréticos41, bloqueadores do canal de cálcio, alfa ou betabloqueadores e agentes de ação central) e também com insulina22 e outros agentes hipoglicemiantes43 comumente utilizados (por exemplo: sufunilureias, glitazonas e inibidores da glucosidase.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento pode ser partido.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você deixou de tomar uma dose, deverá tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora habitual e sem duplicar a dose.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião- dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Qualquer medicamento pode apresentar efeitos não esperados ou indesejáveis, denominados efeitos adversos. Alguns pacientes podem apresentar tontura44, fadiga45, atordoamento, erupções cutâneas46, urticária47, alteração de paladar48, vômitos49 ou aumento da sensibilidade da pele50 ao sol. Seu médico tem uma lista mais completa dos efeitos adversos. Informe ao seu médico imediatamente se você apresentar esses sintomas18 ou outros sintomas18 incomuns.

Alguns pacientes, especialmente pacientes com diabetes tipo 29 e proteinúria10, também podem apresentar aumento dos níveis de potássio no sangue13. Informe ao seu médico se você apresentar doença renal11 e diabetes tipo 29 e proteinúria10 e/ou estiver tomando suplementos de potássio, medicamentos poupadores de potássio ou substitutos do sal da dieta que contenham potássio.

Se você apresentar reação alérgica51 com inchaço52 da face53, dos lábios, da garganta54 e/ou da língua55 que possa dificultar sua respiração ou capacidade de engolir, pare de tomar losartana potássica e procure seu médico imediatamente.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Em caso de superdose, avise ao seu médico imediatamente para que ele possa prestar atendimento de urgência56. Os sintomas18 mais prováveis de superdose são pressão arterial14 baixa e ritmo cardíaco acelerado, mas também podem ocorrer batimentos cardíacos mais lentos.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS - 1.0525.0063
Farmacêutica Responsável: Dra. Ana Carolina P. Forti - CRF-SP n° 47.244

Fabricado por:
Torrent Pharmaceuticals Ltd.
Indrad-Índia

ou

Fabricado por:
Torrent Pharmaceuticals Ltd.
Baddi-Índia

ou

Fabricado por:
Torrent Pharmaceuticals Ltd.
Baddi-Índia

Embalado por:
Torrent Pharmaceuticals Ltd.
Indrad- Índia

Importado por:
Torrent do Brasil Ltda.
Av. Tamboré, 1180 - Módulos A4, A5 e A6
Barueri - SP
CNPJ 33.078.528/0001-32


SAC 0800 7708818

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
3 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
4 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
5 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
6 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
7 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
8 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
9 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
10 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
11 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
12 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
13 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
14 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
15 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
16 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
17 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
18 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
19 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
20 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
21 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
22 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
23 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
24 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
25 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
26 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
27 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
28 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
29 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
30 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
31 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
32 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
33 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
34 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
35 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
36 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
37 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
38 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
39 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
40 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
41 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
42 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
43 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
44 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
45 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
46 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
47 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
48 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
49 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
50 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
51 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
52 Inchaço: Inchação, edema.
53 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
54 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
55 Língua:
56 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.

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