Preço de Triumeq em Wilmington/SP: R$ 4283,04

Triumeq

GLAXOSMITHKLINE BRASIL LTDA

Atualizado em 07/08/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Triumeq®
dolutegravir sódico + sulfato de abacavir + lamivudina

APRESENTAÇÃO

Triumeq® comprimidos revestidos, contendo 50 mg de dolutegravir, 600 mg de abacavir e 300 mg de lamivudina, é apresentado em embalagem com 30 unidades.

USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS (COM PESO SUPERIOR A 40 KG)

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido de Triumeq® contém:

dolutegravir (equivalentes a 52,6 mg de dolutegravir sódico) 50mg
abacavir (equivalentes a 702 mg de sulfato de abacavir) 600 mg
lamivudina 300 mg
excipientes*.q.s.p 1 comprimido revestido
* D-manitol, celulose microcristalina, povidona K29/32, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, água purificada, Opadry roxo® (álcool polivinílico, óxido de titânio, macrogol, talco, óxido de ferro preto, óxido de ferro vermelho).

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Triumeq® é indicado para o tratamento da infecção1 pelo HIV2 (Vírus3 da Imunodeficiência4 Humana) em adultos e em adolescentes acima dos 12 anos de idade e pesando mais de 40 kg, os quais nunca realizaram tratamento contra o HIV2 ou que estejam vivendo com o HIV2 sem resistência documentada ou clinicamente suspeita a quaisquer dos três agentes antirretrovirais do Triumeq® (dolutegravir, abacavir e lamivudina).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Triumeq® possui três substâncias ativas: dolutegravir, abacavir e lamivudina. O dolutegravir pertence ao grupo dos medicamentos antirretrovirais chamados inibidores da integrase (INIs). O abacavir e a lamivudina pertencem ao grupo dos medicamentos antirretrovirais chamados inibidores da transcriptase reversa análogos do nucleosídeo (ITRNs).

Triumeq® não cura a infecção1 pelo HIV2, ele reduz a quantidade do vírus3 no organismo, mantendo-a num nível baixo. Além disso, ele promove aumento na contagem das células5 CD4, tipo de glóbulo branco do sangue6 que exerce um importante papel na manutenção de um sistema imune7 (de defesa) saudável, ajudando a combater as infecções8.
Nem todos os pacientes respondem ao tratamento com Triumeq® da mesma forma, por isso seu médico irá monitorar a eficácia do seu tratamento.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Triumeq® é contraindicado para pacientes9 com hipersensibilidade (alergia10) conhecida ao dolutegravir, abacavir ou lamivudina, ou a algum dos componentes da formulação. Leia com cuidado as informações sobre hipersensibilidade descritas na seção Advertências e Precauções.
É contraindicada a administração de Triumeq® em combinação com a dofetilida ou pilsicainida, utilizadas no tratamento de algumas doenças cardíacas.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você precisa tomar Triumeq® todos os dias. Este medicamento ajuda a controlar sua infecção1 e retarda a progressão da doença, mas não cura a infecção1 por HIV2. Não deixe de visitar seu médico regularmente.

Reações de hipersensibilidade (alergia10)
Triumeq® contém abacavir e dolutegravir. Ambas as substâncias podem causar uma reação alérgica11 grave conhecida como reação de hipersensibilidade. (ver QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?).
Essas reações de hipersensibilidade têm sido observadas mais frequentemente em pacientes fazendo uso de abacavir.
Qualquer pessoa fazendo uso de Triumeq® pode desenvolver uma reação de hipersensibilidade, o que pode levar à morte se continuarem a tomar o medicamento.
Pessoas portadoras do alelo12 HLA-B*5701 são mais prováveis de desenvolver essa reação. No entanto, algumas pessoas podem desenvolver a reação mesmo que não tenham o gene. Seu médico deve solicitar testes para identificar um gene chamado HLA-B*5701 antes de iniciar o tratamento com Triumeq®.

O uso de Triumeq® não é recomendado em pacientes portadores do alelo12 HLA-B*5701.

Hipersensibilidade ao dolutegravir
Algumas pessoas tomando dolutegravir, uma das substâncias ativas do Triumeq®, tiveram reações alérgicas. Estas reações são incomuns e os sintomas13 incluem erupções cutâneas14, febre15, falta de energia, inchaço16, muitas vezes no rosto ou boca17 (angioedema18) causando dificuldade em respirar e dor nos músculos19 e articulações20. Procure seu médico assim que possível. Ele vai decidir se irá solicitar exames de sangue6 para avaliar a função do fígado21 e rins22 e poderá ainda solicitar a interrupção do tratamento.

Hipersensibilidade ao abacavir
As reações de hipersensibilidade ao abacavir foram bem caracterizadas nos estudos clínicos e durante acompanhamento durante comercialização. Os sintomas13 normalmente aparecem dentro das primeiras seis semanas de terapia (tempo médio de aparecimento de 11 dias), embora possam ocorrer a qualquer momento durante o tratamento com abacavir.

Quase todas as reações incluem febre15 e erupção23 cutânea24. Outros sintomas13 comuns incluem: enjoo, vômito25, diarreia26, dor abdominal (no estômago27), forte cansaço, dificuldade em respirar, tosse, dor de cabeça28, dor e desconforto dos músculos19. Os sintomas13 relacionados às reações de hipersensibilidade podem piorar com a continuação do tratamento e podem ser fatais. Estes normalmente cessam com a interrupção do tratamento.

Acidose29 lática30
Essa condição é causada pelo acúmulo de ácido lático no corpo e é mais provável de se desenvolver em pessoas que tenham doenças no fígado21, principalmente mulheres. A acidose29 lática30 é rara e, normalmente, quando ocorre, se desenvolve alguns meses após o tratamento. Caso apresente fraqueza generalizada, sonolência, náusea31, vômito25, perda de apetite, dor no estômago27 ou dificuldades para respirar, consulte seu médico. Ele pode recomendar a realização de exames para verificar sua condição.

Lipídeos séricos e glicose sanguínea32
Os níveis de gorduras e açúcar33 no sangue6 podem aumentar durante a terapia antirretroviral. O controle da doença e alterações no estilo de vida são também fatores contribuintes. Seu médico irá solicitar exames de sangue6 para monitorar esses níveis. Caso alguma alteração seja observada, ele irá recomendar o tratamento adequado.

Síndrome34 de reconstituição imune
Em alguns pacientes vivendo com HIV2 e com histórico de infecções8 oportunistas (infecções8 que podem ocorrer quando o sistema imunológico35 está enfraquecido), sinais36 e sintomas13 inflamatórios de infecções8 anteriores podem ocorrer logo após o início do tratamento antirretroviral. Acredita-se que estes sintomas13 ocorram devido à melhora da resposta imunológica, permitindo o combate às infecções8 que podem estar presentes sem sintomas13 evidentes. Se você notar qualquer sintoma37 de infecção1, por favor, informe ao seu médico imediatamente.
Caso você seja portador de hepatite38 B e/ou C, seu médico poderá recomendar exames de sangue6 para avaliar o funcionamento do seu fígado21.

Pacientes infectados pelo vírus3 da hepatite38 B (HBV)
Alguns pacientes com doença crônica causada pelo HBV podem apresentar hepatite38 recorrente quando o tratamento com lamivudina, uma das substâncias ativas do Triumeq®, é descontinuado. Isso pode gerar graves consequências para os pacientes que possuem doença não controlada no fígado21.
Caso você seja portador da hepatite38 B e o tratamento com Triumeq® for interrompido, seu médico poderá recomendar a realização de exames periódicos para verificar o funcionamento do seu fígado21.

Infecções8 oportunistas
Os pacientes em tratamento com Triumeq® ainda podem desenvolver infecções8 oportunistas (infecções8 que podem ocorrer quando o organismo está enfraquecido), devido a complicações da infecção1 pelo HIV2. Sinais36 e sintomas13 de inflamação39 podem se desenvolver, causados por antigas infecções8 que podem reaparecer ou doenças autoimunes40 (quando o sistema de defesa ataca os tecidos saudáveis do corpo). Os sintomas13 de uma doença autoimune41 podem se desenvolver vários meses após o início do tratamento antirretroviral e alguns sintomas13 incluem fraqueza ou dor nos músculos19, dor ou inchaço16 nas articulações20, fraqueza, palpitações42, tremores e hiperatividade. Portanto, o médico deverá acompanhar rigorosamente o seu tratamento.

Transmissão da infecção1
O tratamento com Triumeq® não demonstrou reduzir o risco de transmissão do HIV2 por contato sexual ou transfusão43 de sangue6. Você deve continuar a tomar as devidas precauções para prevenir a transmissão, como utilizar preservativos e não compartilhar agulhas.

Infarto do miocárdio44 (ataque cardíaco)
Alguns estudos mostram que pacientes tomando abacavir, uma das substâncias ativas do Triumeq®, possuem um pequeno aumento do risco de terem um ataque cardíaco. Como precaução, fale com o seu médico se você possui problemas cardíacos, se fuma, ou se possui outras doenças que podem aumentar o risco de desenvolvimento de doenças cardíacas, como pressão alta ou diabetes45. Não pare de tomar Triumeq® a não ser que seu médico recomende.

Gravidez46 e lactação47
Não existem estudos satisfatórios sobre o uso de Triumeq® em gestantes. Se você está grávida, ou planejando ficar grávida, por favor, informe seu médico antes de usar este medicamento.
Triumeq® só deve ser usado durante a gravidez46 se o benefício esperado justificar o risco potencial para o feto48.
Caso você tenha possibilidade de engravidar durante o tratamento com Triumeq®, você deve usar um método de contracepção49 adequado para evitar a gravidez46.
Tem sido observado um pequeno aumento temporário nos níveis de uma substância chamada lactato50 no sangue6 de bebês51 e crianças expostas aos ITRNs durante a gravidez46 ou parto. Além disso, existem alguns relatos raros de doenças que afetam o sistema nervoso52, como atraso no desenvolvimento e convulsões. De forma geral, em crianças cujas mães utilizaram ITRNs durante a gravidez46, o benefício da redução da chance de infecção1 pelo HIV2 é maior que o risco de sofrimento com esses efeitos colaterais53.
É recomendado que, quando possível, mulheres vivendo com HIV2 não amamentem seus filhos, para evitar a transmissão do vírus3. Em situações em que o uso de fórmulas infantis não é possível e a amamentação54 durante o tratamento antirretroviral for considerada, procure orientações com seu médico.
Uma pequena quantidade dos componentes de Triumeq® pode passar para o leite durante a amamentação54. Por isso, informe seu médico caso esteja amamentando ou pensando em amamentar.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez46.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Não existem estudos para investigar o efeito do Triumeq® sobre o desempenho para dirigir ou capacidade de operar máquinas. Entretanto, o uso de Triumeq® pode provocar tontura55 e redução da atenção, por isso não dirija ou opere máquinas se você apresentar os sintomas13 descritos. Seu médico levará em conta sua condição clínica e o perfil de reações adversas de Triumeq® para avaliar sua capacidade de executar tarefas que exijam julgamentos, habilidades cognitivas ou motoras.

Populações especiais
Ver Populações Especiais em COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Interações Medicamentosas e com Alimentos
Certos medicamentos interagem com Triumeq®, e pode ser que você não possa usá-los ou tenha que usá-los com cuidado, enquanto estiver em tratamento com Triumeq®. São exemplos:

  • alguns medicamentos usados no tratamento da AIDS: etravirina, efavirenz, nevirapina, atazanavir, atazanavir/ritonavir, tipranavir/ritonavir, fosamprenavir/ritonavir, nelfinavir, lopinavir/ritonavir, darunavir/ritonavir, tenofovir, tipranavir/ritonavir, daclastavir, lopinavir/ritonavir + etravirina, darunavir/ritonavir + etravirina e entricitabina;
  • medicamentos utilizados para tratar doenças cardíacas: dofetilida e pilsicainida;
  • alguns medicamentos usados para tratar convulsões (anticonvulsivantes), como fenitoína e fenobarbital alguns medicamentos usados para tratar convulsões (anticonvulsivantes) e distúrbio bipolar, como oxcarbamazepina e carbamazepina;
  • Erva-de-São João (Hypericum perforatum), um medicamento fitoterápico para o tratamento de depressão;
  • medicamentos utilizados no tratamento da indigestão e azia56, como antiácidos57. Não tome um antiácido58 durante 6 horas antes de tomar Triumeq® ou em até 2 horas após Triumeq®;
  • suplementos alimentares que contêm cálcio ou ferro. Tome Triumeq® duas horas antes ou seis horas depois desses suplementos. Quando acompanhado de alimentos, Triumeq® pode ser administrado ao mesmo tempo que esses produtos;
  • metformina59, utilizada no tratamento de diabetes45;
  • alguns medicamentos usados para tratar infecções8 bacterianas e tuberculose60, como rifampicina;
  • alguns anticoncepcionais, como etinil estradiol e norgestimato ;
  • medicamentos anestésicos, como a metadona;
  • alguns antibióticos, usados para tratar alguns tipos de pneumonia61 por Pneumocystis jiroveci
  • (frequentemente referenciada como PCP) e toxoplasmose62, como trimetroprima/sulfametoxazol;
  • medicamentos que contenham sorbitol63 (normalmente líquidos) que sejam usados regularmente.

Por isso, se você toma ou tomou recentemente algum outro medicamento, informe isso a seu médico. Fale inclusive sobre os que você usa sem prescrição médica. Ele irá rever suas medicações para ter certeza de que você não utiliza algo que não poderia utilizar enquanto está em tratamento com Triumeq®. Se você precisa de alguma dessas medicações e não há um substituto disponível, discuta isso com seu médico.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde64.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de armazenamento
Mantenha o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15 °C e 30 °C) e proteja da umidade. Manter o frasco bem fechado. Não remover o dessecante.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, válido por 30 dias.

Aspectos físicos / Características organolépticas
Comprimidos roxos, biconvexos, ovais, revestidos e gravados em relevo com ‘572 Tr?’ de um lado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Modo de uso
A terapia com Triumeq® deve ser iniciada por um médico com experiência no tratamento da infecção1 por HIV2.
Triumeq® deve ser tomado com água, acompanhado ou não de alimentos.
Se você possui menos de 40 Kg não deve tomar Triumeq®, pois não é possível ajustar a dose de cada componente deste medicamento ao seu peso. Neste caso, seu médico deverá prescrever os componentes separadamente.
Não tome medicamentos utilizados no tratamento da indigestão e azia56, como antiácidos57 durante 6 horas antes de tomar Triumeq® ou em até 2 horas após Triumeq®.
Tome Triumeq® duas horas antes ou seis horas depois de suplementos alimentares que contêm cálcio ou ferro. Quando acompanhado de alimentos, Triumeq® pode ser administrado ao mesmo tempo que esses produtos.

Posologia
Adultos e adolescentes
A dose de Triumeq® utilizada em adultos e adolescentes acima de 12 anos, pesando mais de 40 Kg, é de um comprimido uma vez ao dia (a cada 24 horas).

Populações especiais
Crianças

Não há dados suficientes sobre a segurança e a eficácia para recomendação de uma dose de Triumeq® a crianças com menos de 12 anos ou menos de 40 kg.

Idosos
Os dados disponíveis sobre o uso de Triumeq® em pacientes a partir de 65 anos são limitados. No entanto, não existem evidências de que os pacientes idosos necessitem de uma dose diferente da administrada a adultos mais jovens.

Comprometimento renal65 (nos rins22)
Pode ser necessário um ajuste de dose da lamivudina, uma das substâncias ativas de Triumeq®. Por isso, caso você tenha alguma doença renal65, converse com seu médico antes e durante o tratamento com este medicamento.

Comprometimento hepático (no fígado21)
Pode ser necessário uma redução da dose do abacavir, uma das substâncias ativas de Triumeq®. Como não é possível um ajuste de dose para Triumeq®, seu médico irá lhe orientar a respeito de alterações no tratamento, quando necessário. Triumeq® não é recomendado para pacientes9 com comprometimento hepático moderado e grave.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você esquecer de tomar Triumeq® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver em até quatro horas do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome uma dose em dobro para compensar doses esquecidas.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todo medicamento, Triumeq® pode provocar efeitos indesejáveis, embora nem todas as pessoas tenham essas reações. Durante o tratamento da infecção1 pelo vírus3 da imunodeficiência4 humana (HIV2), é difícil determinar se as reações adversas estão relacionadas ao uso de Triumeq®, aos outros medicamentos utilizados ou à própria doença. Por isso, é muito importante comunicar ao médico sobre qualquer mudança em sua saúde64.
Algumas reações adversas só podem ser observadas através de exames de sangue6 e podem não aparecer imediatamente após o início do tratamento com Triumeq®. Seu médico irá recomendar exames de sangue6 e, se achar necessário, interromper o tratamento.

Triumeq® pode causar uma reação alérgica11 grave, conhecida como reação de hipersensibilidade. É muito importante que você leia e entenda as informações sobre esta grave reação.

Reações de Hipersensibilidade
Triumeq® contém abacavir e dolutegravir, substâncias ativas que podem causar uma reação alérgica11 grave conhecida como reação de hipersensibilidade.

Pacientes de risco
Qualquer paciente fazendo uso de Triumeq® pode desenvolver uma reação de hipersensibilidade ao abacavir. Pacientes que tem um gene chamado HLA-B*5701 possuem maior probabilidade de desenvolver essa reação. No entanto, quem não tem o gene também pode desenvolver. Seu médico deve solicitar testes para identificar esse gene antes do início do tratamento com Triumeq®. Caso você saiba que possui esse gente, informe seu médico antes do início do tratamento com este medicamento.

Sintomas13
Os sintomas13 mais comuns são febre15 e erupção23 cutânea24. Outros sintomas13 comuns incluem: enjoo, vômito25, diarreia26, dor abdominal (no estômago27), forte cansaço, dificuldade em respirar, tosse, dor de cabeça28, dor e desconforto dos músculos19.
Sintomas13 menos comuns incluem dor nas articulações20, inchaço16 no pescoço66, problemas respiratórios graves e dor de garganta67. Ocasionalmente, podem ocorrer inflamações68 nos olhos69 (conjuntivite70), feridas na boca17, pressão sanguínea baixa e formigamento ou fraqueza nas mãos71 ou pés.

A continuação do tratamento com Triumeq® pode piorar os sintomas13 e pode ser um risco à vida.

Quando as reações podem acontecer?
Reações de hipersensibilidade podem iniciar em qualquer momento durante o tratamento com Triumeq®, mas é mais provável de ocorrer nas primeiras seis semanas de tratamento.

ENTRE EM CONTATO COM SEU MÉDICO IMEDIATAMENTE SE:

Você apresentar alguma erupção23 na pele72 OU
Você apresentar um ou mais sintomas13 de pelo menos DOIS dos seguintes grupos:

  • Febre15
  • Falta de ar, dor de garganta67 ou tosse
  • Náusea31 ou vômito25 ou diarreia26 ou dor abdominal
  • Cansaço forte ou dor ou mal-estar geral

Seu médico pode recomendar a interrupção do tratamento com Triumeq®. Se você parar de tomar Triumeq®
Se você parou de tomar Triumeq® devido a uma reação de hipersensibilidade, você NUNCA MAIS DEVERÁ TOMAR Triumeq® ou qualquer outro medicamento que contenha abacavir, porque, em algumas horas poderá sofrer redução da pressão arterial73, o que talvez ponha sua vida em risco e até cause morte. Você também não deve tomar nenhum outro medicamento que contenha dolutegravir.
Se você parou de tomar por qualquer motivo, especialmente por acreditar que teve algum desses sintomas13 ou teve alguma outra doença, converse com seu médico antes de retomar o tratamento. Ele irá confirmar se os seus sintomas13 estão relacionados à reação de hipersensibilidade. Se o médico confirmar que ocorreu uma hipersensibilidade, ele irá recomendar que você nunca mais tome Triumeq® ou qualquer outro medicamento que contenha abacavir. Ele também informará para nunca mais tomar um medicamento que contenha dolutegravir. É muito importante que você siga as recomendações do seu médico.
Ocasionalmente, podem ocorrer em pessoas que reiniciaram o tratamento com abacavir e que apresentaram pelo menos um dos sintomas13 descritos no Cartão de Alerta, disponível na embalagem do produto, antes da interrupção do tratamento.
Muito raramente, ocorreram em pessoas que reiniciaram o tratamento com abacavir, sem terem apresentado sintomas13 antes da interrupção do tratamento.
Se após a avaliação do seu médico, existir a possibilidade de reiniciar o tratamento com Triumeq®, isto deve ser feito em condições em que o paciente tenha acesso a atendimento médico, caso necessário.
Caso você seja hipersensível ao Triumeq®, devolva todos os comprimidos restantes ao médico, farmácia ou hospital para o correto descarte. Pergunte ao seu farmacêutico.
A embalagem de Triumeq® contém um Cartão de Alerta para auxiliar você e o seu médico sobre as reações de hipersensibilidade. Tenha sempre com você o Cartão de Alerta, enquanto estiver fazendo uso de Triumeq®.

As reações adversas a seguir foram identificadas em estudos clínicos realizados com Triumeq®:

Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça28; náusea31 (enjoo); diarreia26.

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dificuldade para dormir; sonhos anormais; depressão; ansiedade; tontura55; flatulência (excesso de gases); dor na parte superior do abdômen; dor abdominal e desconforto abdominal; erupção23 cutânea24 (manchas vermelhas na pele72); coceira; alergia10 ao medicamento (ver em O que devo saber antes de usar este medicamento?); perda de apetite; dor de cabeça28; enjoo; vômito25; diarreia26; febre15; sonolência; cansaço; mal-estar.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipersensibilidade (alergia10) (ver O que devo saber antes de usar este medicamento?); Síndrome34 da reconstituição imunológica (resposta exagerada do organismo contra uma infecção1) (ver O que devo saber antes de usar este medicamento?); hepatite38 (inflamação39 do fígado21); neutropenia74 (redução das células brancas do sangue75); anemia76 (redução das células5 vermelhas do sangue6); trombocitopenia77 (redução das células5 responsáveis pela coagulação78 do sangue6); elevações transitórias no nível de algumas substâncias do fígado21; ideias suicidas ou tentativas de suicídio (particularmente em pacientes com histórico de depressão pré-existente ou doenças psiquiátricas).

Alterações bioquímicas laboratoriais (em exames de sangue6)
Algumas alterações podem aparecer nos exames bioquímicos: aumento da bilirrubina79 (uma substância produzida pelo fígado21) no sangue6 e aumento nos níveis de enzimas produzidas pelo fígado21, como a creatinofosfoquinase e creatina.

População pediátrica
De acordo com os dados disponíveis sobre crianças e adolescentes (de 12 até menos de 18 anos), não houve outros tipos de reações adversas além das observadas na população adulta.

Dados pós-comercialização
Foram identificadas algumas reações adversas para dolutegravir, abacavir, lamivudina e dolutegravir/abacavir/lamivudina após a comercialização destes medicamentos:

dolutegravir
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor nas articulações20 e nos músculos19 e ganho de peso.

abacavir:
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hiperlactatemia (aumento de lactato50 no sangue6); erupção23 cutânea24 (manchas vermelhas na pele72), sem sintomas13 sistêmicos80.

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): acúmulo de ácido lático no corpo (ver O que devo saber antes de usar este medicamento?); inflamação39 do pâncreas81, mas sua relação causal com abacavir é incerta.

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): eritema multiforme82 (inflamação39 da pele72, com formação de bolhas e lesões83 vermelhas); síndrome de Stevens-Johnson84 (lesões83 espalhadas na pele72, com descamação85 e formação de bolhas) e necrólise epidérmica tóxica86 (descamação85 da pele72 em mais de 30% da superfície corporal).

lamivudina:
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hiperlactatemia (aumento de lactato50 no sangue6); queda de cabelo87; dor nas articulações20; problemas musculares.

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): acúmulo de ácido lático no corpo (ver em O que devo saber antes de usar este medicamento?); aumentos da amilase sérica, uma enzima88 do organismo; inflamação39 do pâncreas81, embora uma relação causal com lamivudina seja incerta; rabdomiólise89 (destruição muscular).

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): aplasia eritrocitária pura (anemia76); parestesia90 (formigamento ou dormência91 nas mãos71 e pés); neuropatia periférica92 (formigamento, dormência91 ou fraqueza de braços e pernas), embora uma relação causal com o tratamento seja incerta.

dolutegravir/abacavir/lamivudina:
Reações raras (>1/10000 e <1/1000): falência do fígado21. Os sintomas13 podem incluir: amarelamento da pele72 e da área branca dos olhos69 ou urina93 escura incomum.

Avise seu médico imediatamente se você apresentar um ou mais desses sintomas13. Eles podem persistir mesmo depois que você interromper o uso de Triumeq®.
Se um ou mais dos sintomas13 listados nesta bula se agravar ou se você observar algum sintoma37 que não tenha sido relacionado aqui, informe seu médico ou farmacêutico.
Atenção: este produto é um medicamento novo, e embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Sinais36 e sintomas13
A experiência atual com a superdosagem de Triumeq® é limitada.
A experiência com doses únicas maiores de dolutegravir (até 250 mg em indivíduos saudáveis) não mostrou sinais36 nem sintomas13 específicos, exceto aqueles citados como reações adversas.
Não foram identificados sinais36 ou sintomas13 específicos para abacavir ou lamivudina, exceto aqueles já citados como reações adversas.

Tratamento
Não há tratamento específico para superdosagem com Triumeq®. Em caso de superdosagem, o tratamento com Triumeq® deve ser suspenso até a resolução dos sintomas13. Procedimentos adicionais devem ser realizados conforme indicação de seu médico.
Se acidentalmente você tomar medicamento demais, procure seu médico ou farmacêutico para obter orientações. Se possível, mostre a embalagem de Triumeq®.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
ATENÇÃO - O USO INCORRETO CAUSA RESISTÊNCIA DO VÍRUS3 DA AIDS E FALHA NO TRATAMENTO.

 

M.S: 1.0107.0326
Farm. Resp.: Edinilson da Silva Oliveira CRF-RJ N°: 18875

Fabricado por:
Glaxo Operations UK Limited
Priory Street, Ware, Hertfordshire, SG12 0DJ, Inglaterra

Embalado por:
Glaxo Wellcome S.A.
Avenida de Extremadura 3, 09400
Aranda de Duero (Burgos) - Espanha

Registrado e Importado por:
GlaxoSmithKline Brasil Ltda.
Estrada dos Bandeirantes, 8464 – Rio de Janeiro – RJ
CNPJ: 33.247.743/0001-10

 

SAC 0800 701 22 33
 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
3 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
4 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
5 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
6 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
7 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
8 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
9 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
10 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
11 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
12 Alelo: 1. Que ocupa os mesmos loci (locais) nos cromossomos (diz-se de gene). 2. Em genética, é cada uma das formas que um gene pode apresentar e que determina características diferentes.
13 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
14 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
15 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
16 Inchaço: Inchação, edema.
17 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
18 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
19 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
20 Articulações:
21 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
22 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
23 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
24 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
25 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
26 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
27 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
28 Cabeça:
29 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
30 Lática: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; láctica.
31 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
32 Glicose sanguínea: Também chamada de açúcar no sangue, é o principal açúcar encontrado no sangue e a principal fonte de energia para o organismo.
33 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
34 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
35 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
36 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
37 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
38 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
39 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
40 Autoimunes: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
41 Autoimune: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
42 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
43 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
44 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
45 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
46 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
47 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
48 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
49 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
50 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
51 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
52 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
53 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
54 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
55 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
56 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
57 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
58 Antiácido: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
59 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
60 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
61 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
62 Toxoplasmose: Infecção produzida por um parasita unicelular denominado Toxoplasma gondii. Este parasita cumpre um primeiro ciclo no interior do tubo digestivo de certos animais domésticos como o gato. A infecção é produzida ao ingerir alimentos contaminados e pode ocasionar graves transtornos durante a gestação e em pessoas imunossuprimidas.
63 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
64 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
65 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
66 Pescoço:
67 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
68 Inflamações: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc. Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
69 Olhos:
70 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
71 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
72 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
73 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
74 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
75 Células Brancas do Sangue: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS).
76 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
77 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
78 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
79 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
80 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
81 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
82 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
83 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
84 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
85 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
86 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
87 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
88 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
89 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
90 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
91 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
92 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
93 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.

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