Preço de Menjugate Pó liófilo injetável em São Paulo/SP: R$ 265,58

Menjugate Pó liófilo injetável

GLAXOSMITHKLINE BRASIL LTDA

Atualizado em 01/09/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Menjugate®
vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada)

APRESENTAÇÕES

Cartucho com 01 frasco-ampola (vidro tipo I), com vedação de borracha bromobutírica, contendo uma dose da vacina1 liofilizada2, acompanhado de 01 seringa3 (vidro tipo I) com êmbolo4 (de borracha bromobutírica) e tampa (de borracha clorobutírica ou estireno-butadieno), preenchida com 0,6 ml de diluente com hidróxido de alumínio.

USO INTRAMUSCULAR.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 MESES DE IDADE

COMPOSIÇÃO

Uma dose (0,5 ml da vacina1 reconstituída) contém:

Oligossacarídeo meningocócico C 10 mcg
Conjugado com proteína CRM197 de Corynebacterium diphtheriae 12,5 a 25,0 mcg
Adsorvido em Hidróxido de alumínio 0,3 a 0,4 mg de Al3+

Excipientes: manitol, fosfato de sódio monobásico mono-hidratado, fosfato de sódio dibásico hepta-hidratado, cloreto de sódio e água para injetáveis.
Esta vacina1 não contém conservante.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

A vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) é utilizada para prevenir as doenças provocadas pela bactéria5 Neisseria meningitidis do sorogrupo C. Esta bactéria5 pode causar infecções6 graves, às vezes fatais, como a meningite7 e a sepse8 (infecção9 generalizada).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) atua estimulando o organismo para criar uma proteção (anticorpos10) contra a bactéria5 Neisseria meningitidis do sorogrupo C, causadora da meningite7 C.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Esta vacina1 não deve ser utilizada por indivíduos que apresentaram reação alérgica11 às substâncias ativas ou a qualquer outro ingrediente da vacina1.
Também não deve ser utilizada por indivíduos que tenham apresentado reação alérgica11 após a administração de qualquer vacina1 contendo toxóide diftérico em sua composição.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Antes da administração da vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada - CRM197), deve-se perguntar aos pais ou responsável a história clínica do paciente e da sua família e as condições de saúde12 do paciente.

O seu médico ou profissional de saúde12 habilitado não administrará a vacina1 nos seguintes casos:
- Se, no passado, você apresentou reações alérgicas às substâncias ativas ou qualquer outro ingrediente desta vacina1
- Se, no passado, você apresentou reações alérgicas ao toxóide diftérico (uma substância usada em outras vacinas)

Aconselha-se avaliar com o médico se a vacina1 deve ser administrada nos seguintes casos:
- Se você, do sexo feminino, estiver grávida ou pensando em engravidar ou, ainda, estiver amamentando.
- Se você for hemofílico ou apresentar outros problemas que impeçam uma correta coagulação13 do sangue14, ou estiver tomando medicamentos que possam influenciar na coagulação13 do sangue14.
- Se o seu sistema imunológico15 é deficiente, ou se você interrompeu recentemente ou ainda está recebendo um tratamento com doses elevadas de corticosteroide ou com medicamentos quimioterápicos (para tratamento de câncer16) ou, ainda, medicamentos que afetem o sistema imunológico15.
- Se o seu baço17 foi removido ou se o seu médico lhe disse que o seu baço17 não funciona bem.
- Se você estiver com alguma doença febril ou doença infecciosa. Neste caso, a vacinação com a vacina1 meningocócica C (conjugada) deve ser adiada, particularmente para que os sinais18 e sintomas19 não sejam erroneamente confundidos com possíveis efeitos adversos da vacina1. Entretanto, uma infecção9 menor (resfriado, por exemplo) não é um motivo para adiar a vacinação.
- Se a sua idade for superior a 65 anos.
- Se você apresentar uma doença renal20 chamada “síndrome nefrótica” (doença em que grande quantidade de proteína está presente na urina21).

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES:
Esta vacina1 é eficaz apenas contra o sorogrupo C da Neisseria meningitidis; portanto, não é eficaz contra os outros tipos da mesma bactéria5.
A vacina1 não é eficaz contra outras causas de meningite7 ou sepse8 (infecção9 generalizada).
Uma completa proteção contra a infecção9 meningocócica do sorogrupo C não pode ser garantida. Não existem dados disponíveis sobre a aplicabilidade da vacina1 para o controle de surtos pós-exposição.
Além disso, apesar de a vacina1 conter a proteína diftérica CRM197, a vacina1 não é eficaz contra a difteria22. Isto significa que o paciente deve receber outras vacinas para proteger contra a difteria22, quando indicado ou recomendado pelo médico.

A vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) não foi avaliada especificamente em pacientes infectados com o vírus23 HIV24 (vírus23 da AIDS) ou com problemas nos mecanismos de defesa do organismo. Pacientes com desequilíbrio no seu sistema imunológico15 (defesas do organismo), como indivíduos com infecção9 por HIV24, deficiência de complemento e aqueles que tiveram seu baço17 removido ou não funcionando, podem desenvolver alguma proteção contra a meningite7 ao receber esta vacina1, mas o grau de proteção atingido é desconhecido.

A vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) não provoca a meningite7 C. No caso de dor na região posterior da cabeça25, rigidez de nuca, fotofobia26 (intolerância à luz), sonolência, manchas vermelhas ou roxas que não desaparecem ao se comprimir a pele27, contate imediatamente o seu médico ou serviço de emergência28 para excluir outras causas.

Antes da administração de qualquer vacina1, a pessoa que for aplicá-la deve tomar todas as precauções conhecidas para a prevenção de alergia29 e outras reações. Como todas as vacinas injetáveis, supervisão e tratamento médico adequado devem estar disponíveis caso ocorra um evento anafilático raro após à administração da vacina1.
Quanto ao uso da apresentação com a seringa3 contendo diluente, deve-se considerar que a tampa da seringa3 contém 10% de látex de borracha natural. Embora o risco de desenvolver reações alérgicas ao látex seja muito pequeno, os profissionais da saúde12 são encorajados a considerar o risco-benefício antes de administrar a vacina1 em pacientes com histórico conhecido de hipersensibilidade ao látex.

A vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) não foi avaliada em indivíduos com trombocitopenia30 (diminuição das plaquetas31 no sangue14) ou alterações hemorrágicas32. Nos indivíduos com risco de hemorragia33 após injeções intramusculares, é necessário avaliar a relação risco-benefício.
Não existem informações sobre o uso dessa vacina1 em adultos com idade igual ou superior a 65 anos. A vacina1 não deve ser injetada por via intravenosa, subcutânea34 ou intradérmica.

PRECAUÇÕES PARA O USO DURANTE A GRAVIDEZ35 E AMAMENTAÇÃO36:
Não existem dados sobre o uso da vacina1 em mulheres grávidas. A vacina1 não deve ser administrada durante a gravidez35 a não ser que haja risco de contrair a doença meningocócica do grupo C. Neste caso, a relação risco-benefício deve ser avaliada.
Não há estudos da administração da vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada - CRM197) em mulheres que estão amamentando. A relação risco-benefício deve ser levada em consideração, antes de se decidir se a imunização37 deve ser feita durante a amamentação36.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou amamentando sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

EFEITOS NA HABILIDADE DE DIRIGIR OU OPERAR MÁQUINAS:
Não foram realizados estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas. Tontura38 tem sido raramente relatada após a vacinação. Isso pode afetar temporariamente a capacidade de dirigir ou operar máquinas.
Este medicamento pode causar tonturas39. Evite dirigir veículos e/ou operar máquinas.

USO DE OUTROS MEDICAMENTOS E VACINAS:
A vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas, porém qualquer outra vacina1 injetável que for administrada deve ser aplicada em local diferente do que foi injetada a vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada).

As vacinas são:
- Vacina1 poliomielite40 1, 2, 3 (atenuada ou inativada);
- Vacinas difteria22 e tétano41, sozinhas ou em combinação com pertussis de célula42 inteira ou acelular;
Vacina1 Haemophilus influenzae tipo b (conjugada);
Vacina1 hepatite43 B administrada sozinha ou ao mesmo tempo que vacinas combinadas contendo difteria22, tétano41, Haemophilus influenzae tipo b, poliomielite40 1, 2, 3 inativada e pertussis acelular;
Vacina1 combinada sarampo44, rubéola45 e caxumba46 (SRC);
Vacina1 pneumocócica 7-valente;

Estas outras vacinas devem ser administradas nas idades normalmente recomendadas.
Não misturar a vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) com outras vacinas na mesma seringa3.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde12.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

A vacina1 deve ser armazenada e transportada sob refrigeração (temperatura entre 2o C e 8o C), protegida da luz. Não congelar.
A vacina1 tem validade de 36 meses a partir da data de fabricação, se armazenada sob refrigeração na temperatura recomendada (entre 2°C e 8°C).
Os dois componentes, frasco-ampola com o pó liófilo e a seringa3 contendo o diluente do produto, podem ter diferentes datas de validade. A embalagem externa apresenta o prazo de validade mais próximo entre estas duas datas, e deve ser respeitado. A embalagem e TODO o seu conteúdo devem ser descartados quando a data de validade impressa no exterior da embalagem estiver expirada.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

A vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) é composta por um frasco-ampola e uma seringa3.
O frasco contendo um pó liofilizado47 branco a esbranquiçado e seringa3 contendo uma suspensão branca opalescente (diluente).
Após a reconstituição, a vacina1 é uma suspensão levemente opaca, incolor ou amarelo claro e livre de partículas estranhas visíveis.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

A vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) deve ser reconstituída (preparada) antes da sua administração, da seguinte forma:
Os componentes da vacina1 devem ser inspecionados visualmente antes e após a reconstituição.
Agitar suavemente a seringa3 contendo o hidróxido de alumínio como diluente. Retirar a tampa da seringa3 e adaptar uma agulha adequada (21G, 1½ polegadas (40mm) de comprimento).
Usar todo o conteúdo da seringa3 (0,6 ml de suspensão) para reconstituir o pó liófilo (conjugado meningocócico C -CRM197), presente no frasco-ampola da vacina1.
Agitar suavemente o frasco-ampola reconstituído até a vacina1 ser dissolvida (isto irá garantir que o antígeno48 esteja ligado ao adjuvante). Tendo o cuidado de não retirar o êmbolo4 totalmente para fora do corpo da seringa3, aspirar a totalidade do conteúdo do frasco-ampola para dentro da seringa3. É normal que uma pequena quantidade de líquido residual permaneça no frasco após a retirada da dose. Antes da injeção49, mudar a agulha por uma adequada para a administração. Assegure-se de que não há bolhas de ar na seringa3 antes de injetar a vacina1.
Após a reconstituição, a vacina1 é uma suspensão levemente opaca, incolor ou amarelo claro e livre de partículas estranhas visíveis.

Caso observe qualquer material particulado estranho e/ou alteração do aspecto físico, descartar a vacina1. Após a reconstituição, a vacina1 pode ser utilizada imediatamente.
Todos os produtos não utilizados ou material residual devem ser descartados, de acordo com a legislação local.

POSOLOGIA E VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
A vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) deve ser administrada por um médico ou profissional de saúde12 habilitado.
Para crianças de 2 meses de idade até 12 meses de idade, devem ser administradas duas doses da vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada), cada uma com 0,5 ml, com um intervalo de, pelo menos, dois meses entre as doses.
Para crianças de 12 meses ou mais, adolescentes e adultos recomenda-se a administração de uma única dose (0,5 ml).

IMPORTANTE: Se a criança recebeu a vacinação completa (duas doses) até os 12 meses de idade, é recomendável que, quando ela for maior, receba outra dose da vacina1, ou seja, receba uma dose de reforço. Esta dose extra é necessária para manter a imunidade50 da criança contra a bactéria5 chamada Neisseria meningitidis do grupo C. O seu médico deverá lhe dizer quando a dose de reforço deverá ser administrada.

A necessidade de uma dose de reforço em crianças vacinadas após os 12 meses ou adolescentes e adultos (que tenham recebido uma única dose) não foi determinada.
A vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) é composta por um frasco-ampola e uma seringa3. O frasco contém um pó liofilizado47 branco a esbranquiçado e a seringa3 contém uma suspensão branca opalescente (diluente).

CUIDADOS NA ADMINISTRAÇÃO:
A vacina1 deve ser aplicada por via intramuscular profunda, preferencialmente na parte anterolateral da coxa51, em crianças menores de 24 meses de idade, e no músculo deltoide52, em crianças mais velhas, adolescentes e adultos.
O seu médico ou profissional de saúde12 deve ter cuidado para não injetar a vacina1 em um vaso sanguíneo e deve assegurar que a vacina1 será injetada dentro do músculo.
Recomenda-se para a administração da vacina1 a utilização de uma agulha, cujo tamanho deve ser escolhido de acordo com o local de aplicação, idade, espessura da camada subcutânea34 e distância entre a pele27 e as estruturas ósseas subjacentes.

De modo geral, em crianças menores de 2 anos de idade, utilizam-se agulhas que variam entre 16 mm, 20 mm a 25 mm na região vasto lateral e, em crianças maiores de 2 anos de idade, adolescentes e adultos, o tamanho da agulha a ser utilizada na região do deltoide52, pode ser de 16 mm, 20 mm, 25 mm a 30 mm de comprimento. O calibre das agulhas pode variar de 5,5 a 7,0 mm.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico, seu médico ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Informe ao seu médico caso observe que você ou seu filho esteja apresentando algum efeito colateral53 à vacina1.
Como ocorre com outros medicamentos, a vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada) pode provocar algumas reações indesejáveis em certas pessoas. Se você ou seu filho tiver alguma reação anormal, informe seu médico ou profissional de saúde12.

Podem ocorrer reações alérgicas graves em uma proporção inferior a uma pessoa a cada dez mil que recebem esta vacina1. Ao primeiro sintoma54 que possa ser decorrente de uma reação alérgica11 grave (conforme abaixo), você deve procurar um serviço médico de emergência28 (pronto-socorro) o mais rápido possível, pois estes casos podem ser graves.

Os sintomas19 de uma reação alérgica11 grave podem incluir: inchaço55 da boca56, garganta57 e lábios (que podem provocar dificuldade para engolir), dificuldade de respirar, com sibilância ou tosse, erupções, inchaços nas mãos58, pés e tornozelos. Pode ocorrer perda da consciência e queda acentuada da pressão sanguínea. Estas reações são muito raras e, às vezes, manifestam-se imediatamente ou logo após a administração da injeção49, desaparecendo geralmente muito rapidamente após tratamento adequado. Se uma reação alérgica11 grave ocorrer, contate imediatamente seu médico ou serviço de emergência28, pois cuidados médicos urgentes podem ser necessários.

Outras reações alérgicas podem ocorrer alguns dias após a administração da vacina1. Estas reações consistem em erupções na pele27, algumas vezes com coceira, manchas roxas, erupções com bolhas de água que podem causar feridas na boca56 e ao redor dos órgãos genitais.

Outras reações podem ocorrer, divididas nas seguintes categorias:
Muito comuns: ocorrem em mais de 1 indivíduo a cada 10 recebendo a vacina1.
Comuns: ocorrem entre 1 a cada 10 e 1 a cada 100 indivíduos recebendo a vacina1.
Incomuns: ocorem entre 1 a cada 100 e 1 a cada 1000 indivíduos recebendo a vacina1.
Raros: ocorrem entre 1 a cada 1000 e 1 a cada 10.000 indivíduos recebendo a vacina1.
Muito raros: ocorrem em menos de 1 a cada 10.000 indivíduos recebendo a vacina1.

Reações adversas observadas em estudos clínicos:
As reações adversas mais comuns relatadas nos estudos clínicos foram:

Reação muito comum (ocorre em 1 ou mais pessoas entre 10 que utilizam esta vacina1) observada durante os ensaios clínicos59:
Todas as faixas etárias

Reações no local da aplicação (vermelhidão, inchaço55 e sensibilidade/dor).

Bebês60 (primeiro ano de vida) e crianças pequenas (segundo ano de vida)
Diarreia61, perda de apetite, vômitos62 (bebês60), irritabilidade, sonolência, dificuldade de dormir.

Crianças mais velhas e adultos
Náusea63 (adultos), mialgia64 (dores musculares), artralgia65 (dores nas juntas), mal-estar, dor de cabeça25 (crianças do curso secundário).

Reação comum (ocorre em 1 a 10 entre 100 pessoas que receberam a vacina1) observada durante os ensaios clínicos59:
Todas as faixas etárias

Febre66 ≥ 38,0°C.

Bebês60 (primeiro ano de vida) e crianças pequenas (segundo ano de vida)
Vômito67 (crianças pequenas), choro.

Crianças e adultos
Dor de cabeça25 (crianças do curso primário).

Os efeitos adversos mais comuns relatados durante o ensaio clínico duraram, geralmente, de um a dois dias e não foram graves. Vermelhidão, inchaço55 e sensibilidade/dor no local da aplicação foram reações adversas muito comuns em todas as faixas etárias (de 2 meses de idade em diante); no entanto, na maioria das vezes nenhum cuidado médico foi necessário. Vermelhidão ou inchaço55 de pelo menos 3 cm e sensibilidade causando desconforto com o movimento foram raramente observadas por mais de 48 horas.

Febre66 foi uma reação adversa comum em todos os grupos etários, mas foi raramente grave.
Choro e vômitos62 (crianças no segundo ano de vida) foram comuns após a vacinação em lactentes68 e crianças pequenas. Irritabilidade, sonolência, dificuldade para dormir, perda de apetite, vômitos62 (bebês60) e diarreia61 foram muito comuns após a vacinação.
Dor de cabeça25 foi um sintoma54 muito comum em crianças de 11 a 16 anos de idade, e comum em crianças de 4 a 11 anos de idade.
Náuseas69 e dores musculares e nas juntas são sintomas19 muito comuns em adultos. Sonolência foi relatada em crianças mais jovens.

Reações adversas relatadas na vigilância pós-comercialização (para todas as faixas etárias)
Reação muito rara (ocorre em menos de 1 a cada 10.000 que recebem esta vacina1):
Outros efeitos adversos foram muito raramente relatados em diferentes faixas etárias durante os programas de vacinação de rotina: gânglios70 inchados, tonturas39, desmaios, torpor71, sensação de formigamento, picadas ou agulhadas, perda de tônus muscular72, distúrbios visuais e sensibilidade à luz, geralmente acompanhados de dor de cabeça25 e tontura38, e inchaço55 extensivo do membro vacinado.

Foram relatados casos muito raros de convulsões após a administração da vacina1 adsorvida meningocócica C (conjugada). Geralmente, os indivíduos se recuperaram rapidamente. É possível que algumas das crises convulsivas relatadas tenham sido desmaios. As convulsões em lactentes68 e crianças pequenas geralmente estavam associadas à febre66 alta. A maioria das pessoas afetadas teve uma recuperação rápida.

Houve relatos muito raros de recaída de uma doença renal20 chamada síndrome nefrótica73 após a vacinação com este tipo de vacina1.
Em bebês60 muito prematuros (de 28 semanas de gestação ou menos), intervalos mais longos do que os normais entre as respirações podem ocorrer por 2-3 dias após a vacinação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso da vacina1. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Uma vez que esta vacina1 será aplicada por um médico ou profissional da saúde12 e vem em apresentação unitária (dose única), é muito pouco provável que você (ou seu filho) receba dosagem superior à recomendada. Se você tiver qualquer preocupação sobre a quantidade de vacina1 aplicada em você (ou no seu filho), converse com seu médico/profissional de saúde12.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

 

MS: 1.0107.0320
Farm. Resp.: Edinilson da Silva Oliveira - CRF-RJ Nº 18875

Fabricado por:
GSK Vaccines GmbH, Marburg
Alemanha Embalado por: GSK Vaccines S.r.l.
Bellaria-Rosia, Itália.

Registrado e Importado por:
GlaxoSmithKline Brasil Ltda.
Estrada dos Bandeirantes, 8464 – Rio de Janeiro – RJ
CNPJ: 33.247.743/0001-10

 

SAC 0800 701 22 33


 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
2 Liofilizada: Submetida à liofilização, ou seja, à desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas.
3 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
4 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
5 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
6 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
7 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
8 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
9 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
10 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
11 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
12 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
13 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
14 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
15 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
16 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
17 Baço:
18 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
19 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
20 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
21 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
22 Difteria: Doença infecto-contagiosa que afeta as vias respiratórias superiores, caracterizada pela produção de uma falsa membrana na garganta como resultado da ação de uma toxina bacteriana. Este microorganismo é denominado Corinebacterium difteriae, e é capaz de produzir doença neurológica e cardíaca também.Atualmente, está disponível uma vacina eficiente (a tríplice ou DPT) para esta doença, que tem tornado-se rara.
23 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
24 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
25 Cabeça:
26 Fotofobia: Dor ocular ou cefaléia produzida perante estímulos visuais. É um sintoma freqüente na meningite, hemorragia subaracnóidea, enxaqueca, etc.
27 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
28 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
29 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
30 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
31 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
32 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
33 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
34 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
35 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
36 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
37 Imunização: Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).
38 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
39 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
40 Poliomielite: Doença viral que afeta as raízes anteriores dos nervos motores, produzindo paralisia especialmente em crianças pequenas e adolescentes. Sua incidência tem diminuído muito graças ao descobrimento de uma vacina altamente eficaz (Sabin), e de seu uso difundido no mundo inteiro.
41 Tétano: Toxinfecção produzida por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Esta, ao infectar uma ferida cutânea, produz uma toxina (tetanospasmina) altamente nociva para o sistema nervoso que produz espasmos e paralisia dos nervos afetados. Pode ser fatal. Existe vacina contra o tétano (antitetânica) que deve ser tomada sempre que acontecer um traumatismo em que se suspeita da contaminação por esta bactéria. Se a contaminação for confirmada, ou se a pessoa nunca recebeu uma dose da vacina anteriormente, pode ser necessário administrar anticorpos exógenos (de soro de cavalo) contra esta toxina.
42 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
43 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
44 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
45 Rubéola: Doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da rubéola. Resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, aumento dos gânglios do pescoço, manchas avermelhadas na pele, 70% das mulheres apresentam artralgia e artrite. Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Durante a gravidez, a infecção pelo vírus da rubéola pode resultar em aborto, parto prematuro e mal-formações congênitas.
46 Caxumba: Também conhecida como parotidite. É uma doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da caxumba, resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, dor no corpo, perda de apetite, fadiga e dor de cabeça. Cerca de 30 a 40% dos indivíduos infectados apresentam dor e aumento uni ou bilateral das glândulas salivares (mais comumente, das parótidas). Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Em alguns casos pode complicar causando meningite, encefalite, surdez, orquite, ooferite, miocardite ou pancreatite.
47 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
48 Antígeno: 1. Partícula ou molécula capaz de deflagrar a produção de anticorpo específico. 2. Substância que, introduzida no organismo, provoca a formação de anticorpo.
49 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
50 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
51 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
52 Deltoide: 1. Que apresenta a forma triangular de um delta (“letra do alfabeto grego”). 2. Em botânica, diz-se do que é ovado e com os dois lados e a base retilíneos, ou quase, assemelhando-se a um triângulo (diz-se de folha). 3. Em geometria, quadrilátero não convexo, com dois pares de lados adjacentes iguais. 4. Em anatomia, o deltoide é um músculo em forma de triângulo, que cobre a cintura escápulo-umeral e a estrutura do ombro.
53 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
54 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
55 Inchaço: Inchação, edema.
56 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
57 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
58 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
59 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
60 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
61 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
62 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
63 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
64 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
65 Artralgia: Dor em uma articulação.
66 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
67 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
68 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
69 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
70 Gânglios: 1. Na anatomia geral, são corpos arredondados de tamanho e estrutura variáveis; nodos, nódulos. 2. Em patologia, são pequenos tumores císticos localizados em uma bainha tendinosa ou em uma cápsula articular, especialmente nas mãos, punhos e pés.
71 Torpor: 1. Sentimento de mal-estar caracterizado pela diminuição da sensibilidade e do movimento; entorpecimento, estupor, insensibilidade. 2. Indiferença ou apatia moral; indolência, prostração. 3. Na medicina, ausência de reação a estímulos de intensidade normal.
72 Tônus muscular: Estado de tensão elástica (contração ligeira) que o músculo apresenta em repouso e que lhe permite iniciar a contração imediatamente depois de receber o impulso dos centros nervosos. Num estado de relaxamento completo (sem tônus), o músculo levaria mais tempo para iniciar a contração.
73 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.

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