Preço de Petivit-BC em Woodbridge/SP: R$ 32,65

Petivit-BC

BRASTERAPICA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 07/10/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Petivit-BC
cloridrato de ciproeptadina + associações
Xarope

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Xarope.
Embalagem contendo frasco com 240 mL + copo-medida

USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO:

Cada 5 mL (½ copo-medida) de Petivit-BC contém:

cloridrato de ciproeptadina 4 mg
cloridrato de tiamina (vitamina1 B1) 0,60 mg
riboflavina (vitamina1 B2) 0,75 mg
cloridrato de piridoxina (vitamina1 B6) 0,67 mg
niacinamida 6,67 mg
ácido ascórbico (vitamina1 C) 21,67 mg.
excipiente q.s.p. 5 mL

Excipientes: sacarina2 sódica, ácido cítrico, sacarose, benzoato de sódio, sorbitol3, propilenoglicol, essência de morango e água purificada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Petivit-BC® é indicado como estimulante do apetite, para pacientes4 com pouco apetite ou com maus hábitos alimentares. Para crescimento e ganho de peso, para prevenção de deficiências de vitaminas do Complexo B e da Vitamina1 C.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Ciproeptadina: um anti-histamínico H, possui também atividade antiserotoninérgica, tem fraca 1 atividade anticolinérgica e apresenta leves propriedades depressoras centrais. Seus diversos mecanismos de ação estão relacionados com o antagonismo competitivo com os mediadores químicos (histamina5, serotonina e acetilcolina6) pelos respectivos receptores. Usada na forma de cloridrato. Estimulante do apetite e supressor7 da cefaléia8 vascular9. É bem absorvida por via oral, tendo início de ação em 15 a 60 minutos e efeito máximo em uma a duas horas. Duração de ação de 8 horas. Sofre biotransformação hepática10 e parcialmente renal11. Excreção renal11 (40%) e pelas fezes (2 a 20%), principalmente na forma de metabólitos12.

Vitamina1 B1: a tiamina combina-se com o 1 trifosfato de adenosina (ATP13), formando assim pirofosfato de tiamina, que atua como coenzima da descarboxilação de alfa-cetoácidos e é essencial para o metabolismo14 de carboidratos. É utilizada na forma de nitrato ou cloridrato. A vitamina1 B1 é rapidamente absorvida do trato gastrintestinal, principalmente no duodeno15, exceto nas síndromes de má absorção; o álcool inibe sua absorção. A absorção máxima, por via oral, é de 8 a 15 mg por dia. Sofre biotransformação hepática10. Não produz efeitos tóxicos quando administrada por via oral e o excesso é excretado rapidamente pela urina16. É eliminada pela urina16, quase inteiramente (80% a 96%) como metabólitos12; o excesso é excretado nas formas íntegras e de metabólitos12, também pela urina16.

Vitamina1 B2: na mucosa intestinal17 é transformada em flavina mononucleotídeo (FMN) que, no fígado18 é convertido à flavina adenina dinucleotídeo (FAD). FMN e FAD atuam como coenzimas, que são necessárias para a respiração tecidual normal. A riboflavina participa também da ativação da piridoxina e conversão do triptofano em ácido nicotínico. Pode estar compreendida na manutenção da integridade dos eritrócitos19. É também chamada de riboflavina. É rapidamente absorvida do trato gastrintestinal, principalmente no duodeno15; o álcool inibe sua absorção intestinal. A Vitamina1 B2 (riboflavina) e seus metabólitos12 são distribuídos a todos os tecidos orgânicos e ao leite; pequena quantidade é absorvida no fígado18, baço20, rins21 e coração22. Sua ligação a proteínas23 é moderada (60%). Sofre biotransformação, dando flavina mononucleotídeo na mucosa intestinal;24 este, no fígado18, se converte em flavina adenina dinucleotídeo. A meia-vida, após a administração oral é de 66 a 84 minutos. É eliminada pela urina16, quase inteiramente como metabólitos12; o excesso é excretado, em grande parte na forma íntegra, pela urina16; pequena porção é excretada pelas fezes.

Vitamina1 B6: nos eritrócitos19 a piridoxina é convertida ao fosfato de piridoxal e, em proporção menor, fosfato de piridoxamina, que atuam como coenzimas para diversas funções metabólicas que afetam a utilização de proteínas23, lipídeos e carboidratos. No metabolismo14 de proteínas23, participa da conversão de triptofano a ácido nicotínico ou serotonina; e desaminação, descarboxilação, transaminação e transulfuração de aminoácidos. No metabolismo14 de carboidratos, é responsável pela degradação do glicogênio25 a glicose26-1-fosfato. Participa também da síntese do ácido amibutírico (GABA27) dentro do sistema nervoso central28 e síntese do heme, bem como da conversão do oxalato a glicina. Como antídoto29, a piridoxina aumenta a excreção de certos fármacos (isoniazida, por exemplo) que atuam como seus antagonistas. É também chamada de piridoxina. É rapidamente absorvida do trato gastrintestinal, principalmente no jejuno30; exceto em síndromes de má absorção. A piridoxina não se liga às proteínas23 plasmáticas; o fosfato de piridoxal liga-se totalmente às proteínas23 plasmáticas. Armazena-se no fígado18, principalmente, com quantidades menores nos músculos31 e no cérebro32. Sofre biotransformação hepática10, degradando-se a ácido 4-piridóxido. A meia-vida é de 15 a 20 dias. É eliminada pela urina16, quase que inteiramente como metabólitos12; o excesso, que não é aproveitado, é excretado pela urina16, grandemente na forma íntegra. Niacinamida: não apresenta atividade anti-hiperlipidêmica. Tampouco é vasodilatadora. A niacinamida é componente de duas coenzimas: niacinamida adenina dinucleotídeo (NAD) e niacinamida adenina dinucleotídeo fosfato (NADP). Estas coenzimas são necessárias para a respiração tecidual, glicogenólise33 e metabolismo14 de lipídeos, aminoácidos, proteínas23 e purinas. Corresponde à amina do ácido nicotínico. É usada no organismo como fonte de ácido nicotínico.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Petivit-BC® é contraindicado para pessoas diabéticas, ou com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

O produto é contraindicado na presença de glaucoma34 do ângulo fechado ou aberto, predisposição à retenção urinária35 e nos pacientes portadores de úlcera péptica36 estenosante ou obstrução piloroduodenal, hipertrofia37 prostática ou, obstrução do colo38 vesical39.

Sendo o cloridrato de ciproeptadina uma substância anticolinérgica, apesar desse efeito ser mínimo na posologia recomendada, o produto é contraindicado na presença de glaucoma34 do ângulo fechado ou aberto, predisposição à retenção urinária35 e nos pacientes portadores de úlcera péptica36 estenosante ou obstrução piloro-duodenal, hipertrofia37 prostática ou, obstrução do colo38 vesical39.

É também contraindicado o tratamento concomitante com inibidores da monoaminoxidase40.

Não deve ser administrado a pacientes debilitados ou em ataque agudo41 de asma42.

Qualquer substância anti-histamínica não deve ser usada por lactantes43 de recém-nascidos prematuros.

Por conter AÇÚCAR44 em sua formulação, Petivit-BC não deve ser utilizado por pacientes que tenham diabetes45.

Por conter vitamina1 C na formulação de Petivit-BC , deverá ser avaliada a relação risco-benefício em pacientes com hiperoxalúria, cálculos renais, hemocromatose46, anemia sideroblástica47, talassemia48 e anemia49 depranócita.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Por seu efeito antimuscarínico, pode inibir a secreção salivar, o que contribui para o desenvolvimento de cáries50, doença periodontal51, candidíase52 oral e mal-estar.

Nos casos de grave perda de apetite, devem ser pesquisadas as causas, para excluir a possibilidade de outras doenças graves.

Em tratamentos prolongados, manter sob vigilância a contagem de células53 sang&uumL;íneas.

Populações especiais

Pediatria: em crianças, é mais provável que se produzam efeitos antimuscarínicos e estimulantes do SNC54. Para crianças menores de 2 anos, não há esquema posológico estabelecido. Em crianças pequenas Petivit-BC pode às vezes provocar excitação.

Gravidez55 e Lactação56

Na gravidez55 ou idade prolífera da mulher, a administração de qualquer medicamento requer cuidados especiais para evitar os possíveis riscos para mãe e filho. Pode inibir a lactação56, portanto a relação risco-benefício deverá ser avaliada durante a lactação56.

Embora não haja evidência de efeitos prejudiciais, não foi estabelecida a segurança no feto57 com altas doses de vitamina1 C.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez55 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.

Interações Medicamentosas

As seguintes interações medicamentosas são possíveis de ocorrer:

Interações com vitamina1 B2: pacientes que tiverem fazendo uso de antidepressivos tricíclicos ou fenotiazínicos podem ter necessidade aumentada de vitamina1 B2.

Interações com vitamina1 B6: A probenecida diminui a absorção gastrintestinal da vitamina1 B6. A vitamina1 B6 pode reduzir os níveis séricos da fenitoína e fenobarbital. Pode também reverter os efeitos antinparkinsonianos da levodopa; o mesmo não ocorre com a associação carbidopa-levodopa, cloranfenicol, ciclofosfamida, ciclosporina, clorambucila, corticotrofina, mercaptopurina, isoniazida ou penicilina podem causar anemia49 ou nefrite58 periférica por sua ação antagônica à piridoxina. Estrogênios ou anticoncepcionais podem aumentar as necessidades de piridoxina.

Interações com ciproeptadina: potencializam os efeitos depressores sobre o SNC54 de antidepressivos tricíclicos: álcool, maprotilina. Aumentam os efeitos antimuscarínicos pelo uso simultâneo de haloperidol, ipratrópio, fenotiazinas ou procainamida com ciproeptadina. Não se recomenda o uso junto com inibidores da MAO59, pois pode prolongar e intensificar os efeitos antimuscarínicos e depressores do SNC54 dos anti-histamínicos.

Interações com vitamina1 C: o uso simultâneo de barbitúricos ou primidona pode aumentar a excreção de ácido ascórbico na urina16. O uso crônico60 ou em doses elevadas com dissulfiram pode interferir na interação dissulfiram-álcool. A acidificação da urina16 produzida pelo uso de grandes doses de ácido ascórbico pode acelerar a excreção renal11 de mexitelina. A prescrição conjunta com salicilatos aumenta a excreção urinária de ácido ascórbico.

Interação Alimentar: O álcool inibe a absorção da vitamina1 B1 e inibe também a absorção intestinal da vitamina1 B2.

Deverá ser evitado o uso de álcool ou outros depressores do SNC54 (Sistema Nervoso Central28).

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

Efeitos na habilidade de dirigir e usar máquinas

Os pacientes devem ter cuidado se ocorrer sonolência. Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade pode estar prejudicada.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conservar em temperatura ambiente (15–30°C).

Proteger da luz e umidade, em sua embalagem original para uma boa conservação. Guardado nestas condições, o produto se manterá próprio para o consumo pelo prazo de validade de 24 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem externa.

Confira sempre o prazo de validade na embalagem externa do produto antes de adquiri-lo. Não tome nem utilize medicamento cujo prazo de validade esteja vencido, além de não produzir o efeito desejado pode ser perigoso para a saúde61.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Administrar a posologia recomendada de Petivit-BC® em uma só tomada à noite ao deitar ou em doses fracionadas, de meia a uma hora antes das refeições, de acordo com as necessidades e resposta do paciente.

Posologia

Crianças de 2 a 6 anos: 7,5 mL ao deitar ou 2,5 mL de 2 a 3 vezes ao dia.

Crianças de 7 a 14 anos: 15 mL ao deitar ou 5 mL de 2 a 3 vezes ao dia.

Crianças acima de 14 anos e adultos: 15 mL ao deitar ou 5 mL de 2 a 3 vezes ao dia.

Posologia diária máxima:

Crianças de 2 a 6 anos: 8 mg de ciproeptadina.

Crianças de 7 a 14 anos: 12 mg de ciproeptadina.

Crianças acima de 14 anos e adultos: geralmente a posologia diária de 12 mg de ciproeptadina são suficientes.

Populações especiais

Pacientes Idosos: Pacientes idosos devem seguir as orientações gerais descritas na bula. Em pacientes de idade avançada, é mais provável que se produzam efeitos antimuscarínicos e estimulantes do SNC54 (Sistema Nervoso Central28). Administrar com cuidado a pacientes idosos, pois estes são mais sujeitos a tontura62, sedação63 e hipertensão64. Em pacientes de idade avançada é mais comum que apareçam confusão, sonolência, enjôos e secura na boca65, nariz66 ou garganta67, com o uso da ciproeptadina. A dose recomendada para homens e mulheres acima de 51 anos de vitamina1 C é 61 mg/dia.

Cada ½ copo medida (5 mL) corresponde a 4 mg de ciproeptadina.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

A ciproeptadina, em pacientes de idade avançada é mais comum que cause confusão, sonolência, enjôos e secura na boca65, nariz66 ou garganta67.

Em crianças podem ocorrer pesadelos, excitação não habitual, nervosismo e irritabilidade.

Podem surgir cansaço ou debilidades não habituais, micção68 dificultada ou dolorosa, taquicardia69, erupção70 cutânea71.

A vitamina1 B6 pode causar neuropatia72 sensorial ou síndromes neuropáticas quando tomada em doses de 50 mg, a 2 vezes por dia por tempo prolongado, progredindo desde andar vacilante e pés entorpecidos até adormecimento e desajeitamento das mãos73; este quadro é reversível.

A vitamina1 B2 pode causar possíveis sintomas74 de excessos não relevantes que incluem coceiras, entorpecimentos, sensação de ardência, diplopia75, vertigem76, zumbido, urticária77 e fotossensibilidade.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Superdosagem: A vitamina1 B1 (Tiamina) não produz efeitos tóxicos quando administrada por via 1 oral e o excesso é excretado rapidamente pela urina16. Ingestão excessiva de niacinamida ocasiona rubor facial e do pescoço78, urticária77, erupções cutâneas79 e distúrbios gastrintestinais. Conduta na superdosagem: deve-se promover a indução do vômito80. Se o vômito80 não ocorrer naturalmente o paciente deve ser induzido com o uso de ipeca. Se o paciente mesmo assim não vomitar então deve ser feita uma lavagem gástrica81.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE


Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas74 procure orientação médica.

MS n.º 1.0038.0038.001-0
Responsável Técnico: Dr.ª Márcia Rosângela da Silva CRF-SP n.º 55.733

Registrado por:
Brasterápica Indústria Farmacêutica Ltda

Rua Professora Gina Lima Silvestre, 84 - Atibaia/SP

CNPJ n.º 46.179.008/0001-68

Indústria Brasileira

Fabricado por: Brasterápica Indústria Farmacêutica Ltda

Rua Olegário Cunha Lobo, 25 - Atibaia/SP

www.brasterapica.com.br

VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA

 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
2 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
3 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
4 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
5 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
6 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
7 Supressor: 1. Que ou o que suprime. 2. Em genética, é o gene que torna o fenótipo idêntico àquele determinado pelo alelo não mutante (diz-se de mutação).
8 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
9 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
10 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
11 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
12 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
13 ATP: Adenosina Trifosfato (ATP) é nucleotídeo responsável pelo armazenamento de energia. Ela é composta pela adenina (base azotada), uma ribose (açúcar com cinco carbonos) e três grupos de fosfato conectados em cadeia. A energia é armazenada nas ligações entre os fosfatos. O ATP armazena energia proveniente da respiração celular e da fotossíntese, para consumo imediato, não podendo ser estocada. A energia pode ser utilizada em diversos processos biológicos, tais como o transporte ativo de moléculas, síntese e secreção de substâncias, locomoção e divisão celular, dentre outros.
14 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
15 Duodeno: Parte inicial do intestino delgado que se estende do piloro até o jejuno.
16 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
17 Mucosa Intestinal: Revestimento dos INTESTINOS, consistindo em um EPITÉLIO interior, uma LÂMINA PRÓPRIA média, e uma MUSCULARIS MUCOSAE exterior. No INTESTINO DELGADO, a mucosa é caracterizada por várias dobras e muitas células absortivas (ENTERÓCITOS) com MICROVILOSIDADES.
18 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
19 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
20 Baço:
21 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
22 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
23 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
24 Mucosa Intestinal;: Revestimento dos INTESTINOS, consistindo em um EPITÉLIO interior, uma LÂMINA PRÓPRIA média, e uma MUSCULARIS MUCOSAE exterior. No INTESTINO DELGADO, a mucosa é caracterizada por várias dobras e muitas células absortivas (ENTERÓCITOS) com MICROVILOSIDADES.
25 Glicogênio: Polissacarídeo formado a partir de moléculas de glicose, utilizado como reserva energética e abundante nas células hepáticas e musculares.
26 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
27 GABA: GABA ou Ácido gama-aminobutírico é o neurotransmissor inibitório mais comum no sistema nervoso central.
28 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
29 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
30 Jejuno: Porção intermediária do INTESTINO DELGADO, entre o DUODENO e o ÍLEO. Representa cerca de 2/5 da porção restante do intestino delgado após o duodeno.
31 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
32 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
33 Glicogenólise: Consiste na conversão de glicogênio em glicose, realizada no fígado, geralmente entre as refeições.
34 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
35 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
36 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
37 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
38 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
39 Vesical: Relativo à ou próprio da bexiga.
40 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
41 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
42 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
43 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
44 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
45 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
46 Hemocromatose: Distúrbio metabólico caracterizado pela deposição de ferro nos tecidos em virtude de seu excesso no organismo. Os locais em que o ferro mais se deposite são fígado, pâncreas, coração e hipófise.
47 Anemia sideroblástica: Anemia que ocorre quando há incapacidade de maturação das hemácias, apesar de número aumentado de precursores na medula óssea. A produção de hemoglobina está reduzida pela incapacidade de incorporação do heme à protoporfirina para formar hemoglobina, ocorrendo acúmulo de ferro. A avaliação da medula óssea mostra hiperplasia eritróide, aumento do ferro medular e sideroblastos (células com acúmulo de ferro nas mitocôndrias circundando o núcleo).
48 Talassemia: Anemia mediterrânea ou talassemia. Tipo de anemia hereditária, de transmissão recessiva, causada pela redução ou ausência da síntese da cadeia de hemoglobina, uma proteína situada no interior do glóbulos vermelhos e que tem a função de transportar o oxigênio. É classificada dentro das hemoglobinopatias. Afeta principalmente populações da Itália e da Grécia (e seus descendentes), banhadas pelo Mar Mediterrâneo.
49 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
50 Cáries: Destruição do esmalte dental produzida pela proliferação de bactérias na cavidade oral.
51 Periodontal: Relativo ao ou próprio do tecido em torno dos dentes, o periodonto. O periodonto é o tecido conjuntivo que fixa o dente no alvéolo.
52 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
53 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
54 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
55 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
56 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
57 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
58 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
59 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
60 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
61 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
62 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
63 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
64 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
65 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
66 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
67 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
68 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
69 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
70 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
71 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
72 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
73 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
74 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
75 Diplopia: Visão dupla.
76 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
77 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
78 Pescoço:
79 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
80 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
81 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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