Cloridrato De Metformina + Glibenclamida

NOVA QUIMICA FARMACÊUTICA S/A

Atualizado em 23/02/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

cloridrato de metformina1 + glibenclamida
“Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999”

APRESENTAÇÕES

cloridrato de metformina1 + glibenclamida 250 mg/1,25 mg, 500 mg/2,5 mg, 500 mg/5 mg ou 1.000 mg/5
mg: embalagens contendo 10, 30, 60, 100*, 200** ou 500** comprimidos revestidos.
*Embalagem Fracionável
**Embalagem Hospitalar

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido contém:

cloridrato de metformina1 250 mg
glibenclamida 1,25 mg

Excipientes: celulose microcristalina, povidona, croscarrmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose + macrogol + dióxido de titânio, talco, óxido de ferro amarelo.

cloridrato de metformina1 500 mg
glibenclamida 2,5 mg

Excipientes: celulose microcristalina, povidona, croscarrmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose + macrogol + dióxido de titânio, talco, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho.

cloridrato de metformina1 500 mg
glibenclamida 5 mg

Excipientes: celulose microcristalina, povidona, croscarrmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose + macrogol + dióxido de titânio, talco, óxido de ferro amarelo.

cloridrato de metformina1 1.000 mg
glibenclamida 5 mg

Excipientes: celulose microcristalina, povidona, croscarrmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose + macrogol + dióxido de titânio, talco.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

O cloridrato de metformina1 + glibenclamida 250 mg/1,25 mg é indicado como tratamento de primeira linha (inicial) em adultos com diabetes tipo 22, juntamente com dieta e exercícios, para melhorar o controle de açúcar3 no sangue4 não satisfatoriamente atingido somente com dieta e exercícios.
O cloridrato de metformina1 + glibenclamida 500 mg/2,5 mg, cloridrato de metformina1 + glibenclamida 500 mg/5 mg e cloridrato de metformina1 + glibenclamida 1.000 mg/5 mg são indicados como:

  • tratamento de segunda linha em adultos com diabetes tipo 22, quando não se obtém um controle de açúcar3 no sangue4 adequado com dieta, exercícios e tratamento inicial com um outro medicamento antidiabético (sulfonilureia ou metformina1).
  • em substituição ao tratamento anterior com medicamentos antidiabéticos à base de metformina1 e glibenclamida em adultos com açúcar3 no sangue4 estável e bem controlado.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O cloridrato de metformina1 + glibenclamida atua diminuindo os níveis de açúcar3 (glicose5) sanguíneo, em pacientes com diabetes tipo 22 (diabetes6 não insulino-dependente). É composto por dois agentes antidiabéticos, um pertencente à classe de medicamentos chamados biguanidas7 (cloridrato de metformina1), e o outro à classe das sulfonilureias8 (glibenclamida). A insulina9 é um hormônio10 produzido pelo pâncreas11 que permite que tecidos do corpo absorvam a glicose5 (açúcar3) do sangue4 e a usem para produzir energia ou armazená-la para uso posterior. Os pacientes com diabetes tipo 22 (ou seja, diabetes6 não insulino-dependente) não produzem insulina9 suficiente em seu pâncreas11 ou o seu corpo não responde adequadamente à insulina9 que produz. Isso provoca um aumento do nível da glicose5 no sangue4. O cloridrato de metformina1 + glibenclamida ajuda a reduzir a taxa de açúcar3 no sangue4 para níveis normais.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não deve tomar cloridrato de metformina1 + glibenclamida:
se tiver hipersensibilidade (alergia12) à metformina1, à glibenclamida (ou à outra sulfonilureia ou sulfonamidas) ou aos outros componentes da fórmula;

se sofrer de diabetes tipo 113 (insulino-dependente), ou se ocorrer perda grave do controle do diabetes6 chegando à pré-coma14 ou cetose (problema provocado por substâncias denominadas “corpos cetônicos” que se acumulam no sangue4 e que se pode notar pela respiração, que apresenta odor diferente, de fruta);

  • se estiver com problema de funcionamento do fígado15;
  • se estiver com problema de funcionamento grave dos rins16 (depuração de creatinina17 inferior a 30 ml/min ou Taxa de Filtração Glomerular estimada [TFGe] inferior a 30 ml/min/1,73m²);
  • se estiver com infecção18 grave (por exemplo, infecção18 das vias aéreas ou do trato urinário19);
  • se estiver desidratado (por exemplo, em função de uma diarreia20 grave e persistente, vômitos21 repetidos);
  • se estiver em tratamento para problemas cardíacos, tiver tido recentemente um ataque cardíaco, tiver problemas circulatórios graves ou dificuldades respiratórias;
  • se sofrer de porfíria (doença hereditária rara decorrente da deficiência de uma enzima22 que faz com que o corpo produza e excrete excesso de porfirina, componente utilizado na produção do pigmento do sangue4 que transporta o oxigênio);
  • se estiver utilizando miconazol (medicamento para o tratamento de determinadas micoses), mesmo em aplicação local;
  • se ingerir bebidas alcoólicas em excesso (todos os dias ou esporadicamente);
  • se estiver amamentando;
  • se tiver que ser submetido à cirurgia eletiva23 de grande porte ou a exame radiológico utilizando meio de contraste contendo iodo.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências e precauções
Cloridrato de metformina1 + glibenclamida pode provocar uma complicação muito rara, mas grave, chamada acidose24 lática25 (com elevada mortalidade26 caso não proceda a um traumatismo27 imediato), particularmente se os rins16 não estiverem funcionando normalmente. O risco de acidose24 láctica28 é aumentado também com diabetes6 não controlada, cetose, jejum prolongado ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, infecção18 grava, insuficiência hepática29 (do fígado15) e qualquer condição associada à hipóxia30 (quando uma área do corpo recebe menos oxigênio, tais como insuficiência cardíaca31 descompensada, infarto32 agudo33 do miocárdio34) ou o uso concomitante de medicamentos que possam causar acidose24 láctica28, como os NRTIs – Nucleosídeos Inibidores da Transcriptase Reversa (usados no tratamento da infecção18 pelo vírus35 HIV36).
A acidose24 láctica28 pode ocorrer devido à acumulação de metformina1. Foram relatados casos de acidose24 láctica28 em pacientes tratados com metformina1 , principalmente diabéticos com insuficiência renal37 aguada ou agravamento agudo33 da função renal38. Os pacientes ou cuidadores devem ser informados sobre o risco de acidose24 láctica28.
A acidose24 láctica28 pode ocorrer devido à acumulação de metformina1. Foram relatados casos de acidose24 láctica28 em pacientes tratados com metformina1 , principalmente diabéticos com insuficiência renal37 aguada ou agravamento agudo33 da função renal38. Os pacientes ou cuidadores devem ser informados sobre o risco de acidose24 láctica28.
Alguns medicamentos também podem comprometera função renal38 de forma aguda, aumentando o risco de acidose24 láctica28, por exemplo: anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo inibidores da ECA, antagonistas dos receptores de angiotensina II e diuréticos39, especialmente os diuréticos39 de alça. A utilização desses medicamentos em combinação com metformina1 deve ser feito com cutela e acompanhado de monitoramento rigoroso da função renal38. Os sintomas40 da acidose24 láctica28 são vômitos21, dores de barriga (dor abdominal), cãibras musculares, sensação geral de mal-estar com grande cansaço (astenia41), dificuldade em respirar (dispneia42 acidótica) e diminuição da temperatura do corpo (hipotermia43). Casso esses sintomas40 ocorram, você pode necessitar de tratamento imediato, uma vez que a acidose24 láctica28 pode levar ao como. Pare de tomar metformina1 imediatamente e informe o seu médico.

Tome cuidado com o uso de cloridrato de metformina1 + glibenclamida se:
sentir sintomas40 de níveis baixos de açúcar3 no sangue4 (hipoglicemia44). Os sinais45 de aviso podem ocorrer de repente, incluindo suores frios, pele46 pálida e fria, tonturas47, dores de cabeça48, batimentos cardíacos rápidos, mal-estar, fome excessiva, alterações temporárias na visão49, sonolência, cansaço e fraqueza incomuns, nervosismo ou tremores, sensação de ansiedade, sensação de confusão, dificuldade na concentração. Se sentir quaisquer destes sintomas40, procure ingerir algum alimento com teor alto de açúcar3 (mel, doces, biscoitos, sucos de fruta) e pare imediatamente de tomar este medicamento, informando logo o médico, pois pode haver necessidade de hospitalização para melhor controle dos níveis de açúcar3 no sangue4. Depois, descanse. Avise sua família e amigos de que o devem virar de lado e chamar ajuda médica imediatamente no caso de você ficar inconsciente. Alimentos e bebidas não devem ser administrados quando se está inconsciente devido ao risco de sufocação. Um nível baixo de açúcar3 no sangue4 pode ocorrer se: comer muito pouco ou pular uma refeição; a sua dieta contiver níveis insuficientes ou desequilibrados de açúcar3; ingerir bebidas alcoólicas; fizer mais exercício do que o habitual; tiver problemas hepáticos, renais ou determinados problemas hormonais; a dosagem do seu medicamento estiver muito alta; for uma pessoa idosa; tomar determinados medicamentos juntamente com cloridrato de metformina1 + glibenclamida.
Sofrer de alguma doença infecciosa tal como gripe50, infecção18 das vias aéreas ou infecção18 do trato urinário19.

A taxa de filtração gromerular (TGF) deve ser monitorada antes de iniciar o tratamento e também regularmente durante o tratamento (ver “Como devo usar este medicamento?”). Metformina1 é contraindicada para pacientes51 com taxa de filtração glomerular <30 mL/min e deve ser temporariamente descontinuada na presença de condições que alteram a função renal38.
Mantenha sua dieta e faça exercícios regularmente enquanto tomar este medicamento. Consulte o seu médico regularmente para verificar os seus níveis de açúcar3 no sangue4 e a sua função renal38.
Não dirija veículos ou opere máquinas se tiver a visão49 turva (isto pode acontecer no início do tratamento devido a um nível mais baixo de açúcar3 no sangue4) ou se sentir que os sintomas40 de níveis baixos de açúcar3 no sangue4 começam a aparecer.
Os comprimidos de cloridrato de metformina1 + glibenclamida contêm lactose52. Caso possua intolerância a certos açúcares, entre em contato com seu médico antes de tomar esse medicamento. Se você for portador de uma doença hereditária (deficiência de G6PD) na qual os seus glóbulos vermelhos não produzem quantidade suficiente da enzima22 G6PD, o uso de cloridrato de metformina1 + glibenclamida poderá provocar uma destruição rápida dos glóbulos vermelhos (anemia hemolítica53). Se tiver essa doença informe o seu médico, uma vez que cloridrato de metformina1 + glibenclamida poderá não ser indicado para você.
Metformina1 deve ser descontinuada antes ou no momento do procedimento com administração de contraste à base de iodo, e só deve ser reiniciada após pelo menos 48 horas do exame, desde que a função renal38 tenha sido reavaliada e verificada como estável.
Em pacientes com insuficiência cardíaca31 crônica estável, metformina1 deve ser utilizada com monitoramento regular das funções cardíaca e renal38. Para pacientes51 com insuficiência cardíaca31 instável ou aguda, metformina1 é contraindicada.
Metfotmina deve ser descontinuada 48 antes de cirurgias sob anestesia54 geral, raquidiana ou peridural55. A terapia só pode ser reiniciada após 48 horas da cirurgia ou reinício da alimentação e desde que a função renal38 tenha sido reavaliada e considerada estável.

Uso pediátrico
Não foi estabelecida a segurança e eficácia em pacientes pediátricos. O cloridrato de metformina1 + glibenclamida destina-se somente para uso em adultos.

Pacientes idosos
Idades de 65 anos e acima tem sido identificadas como um fator de risco56 para hipoglicemia44 em pacientes tratados com sulfonilureias8. Hipoglicemia44 pode ser de difícil reconhecimento em idosos. Em pacientes com 65 ou mais, as doses iniciais e de manutenção da glibenclamida devem ser cuidadosamente ajustadas para reduzir o risco de hipoglicemia44. O tratamento deve ser iniciado com a dose mais baixa disponível e aumentada gradualmente, se necessário.
Recomenda-se que esses pacientes não recebam a dose máxima de cloridrato de metformina1 + glibenclamida a fim de evitar o risco de hipoglicemia44. É necessária avaliação regular da função renal38.

Pacientes debilitados, e desnutridos
Recomenda-se que esses pacientes não recebam a dose máxima de cloridrato de metformina1 + glibenclamida a fim de evitar o risco de hipoglicemia44. É necessária avaliação regular da função renal38.

Gravidez57 e amamentação58
Informe seu médico se estiver grávida, com suspeita de gravidez57 ou se planeja engravidar. Durante a gravidez57, o diabetes6 deve ser tratado com insulina9. Se descobrir que está grávida durante tratamento com cloridrato de metformina1 + glibenclamida consulte o seu médico para que este possa alterar o seu tratamento. O cloridrato de metformina1 + glibenclamida é contraindicado durante a amamentação58. Não tome cloridrato de metformina1 + glibenclamida se estiver amamentando ou se tiver intenção de amamentar.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações medicamentosas
Durante tratamento com cloridrato de metformina1 + glibenclamida você não deve fazer uso dos seguintes medicamentos:

  • miconazol (mesmo para aplicação local);
  • meios de contraste contendo iodo.

Podem ser necessárias precauções especiais se tomar cloridrato de metformina1 + glibenclamida e qualquer dos seguintes medicamentos ao mesmo tempo:

  • Inibidores da enzima22 de conversão da angiotensina (como captopril e enalapril): inibidores da ECA podem reduzir os níveis de glicose sanguínea59. Caso necessário, ajustar a dose de cloridrato de metformina1 + glibenclamida durante tratamento com inibidor da ECA e após sua descontinuação;
  • diuréticos39 (especialmente os de alça), que podem aumentar o risco de acidose24 lática25 (recomendam-se exames regulares dos rins16);
  • betabloqueadores, clonidina, reserpina, guanetidina ou medicamentos simpaticomiméticos, que podem ocultar os sintomas40 de aviso de uma hipoglicemia44, sendo que a maioria dos betabloqueadores não cardiosseletivos aumentam a incidência60 e a gravidade da hipoglicemia44 (recomenda-se o autoacompanhamento da glicose sanguínea59, especialmente no início do tratamento);
  • bosentana, que aumenta o risco de problemas no fígado15, sendo que o efeito hipoglicêmico da glibenclamida também pode ser reduzido (recomenda-se evitar essa associação);
  • agonistas beta-2, que aumentam os níveis de açúcar3 no sangue4 (recomenda-se o autoacompanhamento da glicose sanguínea59 e considerar-se o tratamento com insulina9);
  • corticosteroides e tetracosactida, que aumentam os níveis de açúcar3 no sangue4 (recomenda-se o autoacompanhamento da glicose sanguínea59 e considerar-se o ajuste da dose de cloridrato de metformina1 + glibenclamida durante e após o tratamento);
  • fenilbutazona, que aumenta o efeito hipoglicêmico da glibenclamida (se esta associação não puder ser evitada, recomenda-se o autoacompanhamento da glicose sanguínea59 e considerar-se o ajuste da dose de cloridrato de metformina1 + glibenclamida).
  • fluconazol, que aumenta o risco de hipoglicemia44 (se esta associação não puder ser evitada, recomendase o autoacompanhamento da glicose sanguínea59 e considerar-se o ajuste da dose de cloridrato de metformina1 + glibenclamida durante e após o tratamento);
  • clorpromazina e danazol, que podem aumentar o nível de açúcar3 no sangue4 (se estas associações não puderem ser evitadas, recomenda-se o autoacompanhamento da glicose sanguínea59 e considerar-se o ajuste da dose de cloridrato de metformina1 + glibenclamida durante e após o tratamento);
  • desmopressina, que pode ter seu efeito antidiurético reduzido pelo cloridrato de metformina1 + glibenclamida;
  • ciprofloxacino, um antibiótico que pode aumentar a ação hipoglicemiante61 da glibenclamida.
  • sequestrantes dos ácidos biliares (medicamentos utilizados para reduzir a quantidade de colesterol62 no sangue4).
  • transportadores de cátions orgânicos, que incluem diferentes tipos de medicamentos (verapamil, rifampicina cimetidina, dolutegravir, crizotinibe, olaparibe, daclatasvir, vandetanibe, etc).

Evite bebidas alcoólicas e medicamentos que contenham álcool em sua fórmula. Pode ocorrer intolerância ao álcool. O álcool pode aumentar determinados efeitos secundários, tais como a acidose24 lática25 e baixos níveis de açúcar3 no sangue4.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde63.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Manter à temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e manter em lugar seco.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento
250 mg/1,25 mg: comprimido revestido na cor amarela, oblongo, biconvexo e liso.
500 mg/2,5 mg: comprimido revestido na cor salmão, oblongo, biconvexo e liso.
500 mg/5 mg: comprimido revestido na cor amarela, oblongo, biconvexo e liso.
1000 mg/5 mg: comprimido revestido na cor branca, oblongo, biconvexo e liso

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Engula cada comprimido inteiro com um copo de água. Tome os comprimidos com uma refeição. A posologia deve ser ajustada de acordo com os seus hábitos alimentares. No entanto, toda tomada deverá ser seguida por uma refeição com níveis de carboidratos suficientes para prevenir uma baixa demasiada dos níveis de açúcar3 no sangue4 (hipoglicemia44).

Evite bebidas alcoólicas quando for tomar cloridrato de metformina1 + glibenclamida.
Tome os comprimidos de cloridrato de metformina1 + glibenclamida:

  • uma vez por dia, de manhã (no café da manhã) se tomar 1 comprimido por dia;
  • duas vezes por dia, de manhã (no café) e à noite (no jantar) se tomar 2 ou 4 comprimidos por dia;
  • três vezes por dia, de manhã (no café), ao meio-dia (no almoço) e à noite (no jantar) se tomar 3 comprimidos por dia

Doses iniciais

  • Tratamento de segunda linha: A dose inicial é de 1 comprimido de cloridrato de metformina1 + glibenclamida 500 mg/2,5 mg ou cloridrato de metformina1 + glibenclamida 500 mg/5 mg uma vez ao dia. Para evitar hipoglicemia44, a dose inicial não deve exceder as doses diárias que vinham sendo tomadas de metformina1 e glibenclamida (ou de outra sulfonilureia).
  • Em substituição ao tratamento anterior com medicamentos antidiabéticos à base de metformina1 e glibenclamida: a dose inicial não deve exceder as doses diárias que vinham sendo tomadas de metformina1 e glibenclamida (ou de outra sulfonilureia).

Aumento de dose
Um aumento gradual na dose pode ajudar na tolerância gastrointestinal e a evitar a ocorrência de hipoglicemia44.

  • Tratamento de segunda linha: o aumento da dose não deve exceder ao equivalente a 500 mg de cloridrato de metformina1 e 5 mg de glibenclamida por dia a cada 2 semanas ou mais, até o alcance da dose mínima eficaz para um controle adequado da glicemia64.
  • Em substituição ao tratamento anterior com medicamentos antidiabéticos à base de metformina1 e glibenclamida: o aumento da dose não deve exceder ao equivalente a 500 mg de cloridrato de metformina1 e 5 mg de glibenclamida por dia a cada 2 semanas ou mais, até o alcance da dose mínima eficaz para um controle adequado da glicemia64. É necessário acompanhamento cuidadoso para sinais45 e sintomas40 de hipoglicemia44.

O seu médico irá informar como tomar cloridrato de metformina1 + glibenclamida se você tiver que administrá-lo em combinação com medicamento utilizado para baixar o colesterol62 (sequestrante de ácidos biliares). O cloridrato de metformina1 + glibenclamida deve ser tomado pelo menos 4 horas antes do medicamento utilizado para baixar o colesterol62 (sequestrante de ácidos biliares).

Dose máxima
A dose máxima é de 2.000mg/20mg por dia.

Pacientes idosos
A dose deve ser ajustada dependendo das condições de funcionamento dos rins16.

Pacientes com insuficiência renal37
O cloridrato de metformina1 + glibenclamida pode ser empregado em pacientes com insuficiência renal37 moderada estágio 3 (depuração de creatinina17 entre 30 e 59 ml/min ou Taxa de Filtração Glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59 ml/min/1,73 m²) somente na ausência de outras condições que possam aumentar o risco de acidose24 láctica28 e com os seguintes ajustes na posologia: a dose inicial recomendada é de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina1 ao dia. A dose máxima diária recomendada é de 1.000 mg.

A função renal38 deve ser rigorosamente monitorada

  • a cada 3-6 meses em pacientes com depuração de creatinina17 entre 45 e 59 mL/min ou TFGe entre 45 e 59 mL/mon/1,73 m2
  • e a cada 3 meses em pacientes com depuração de creatinina17 entre 30 e 44 mL/min ou TGFe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m2 

Não é recomendável iniciar tratamento com cloridrato de metformina1 + glibenclabina em pacientes com depuração de creatinina17 entre 30 e 44 mL/min ou TGFe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m2 , porém cloridrato de metformina1 + glibenclamida pode ser mantido em pacientes já sob tratamento, dede que a dose máxima diária de metformina1 não seja superior a 1.000 mg. Caso a depuração de creatinina17 ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45 mL/mon ou 45 mL/min/1,73 m 2 respectivamente , devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina1.
Caso a depuração de creatinina17 ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30 ml/min ou 30ml/min/1,73 m² respectivamente, o uso de cloridrato de metformina1 + glibenclamida deve ser interrompido imediatamente

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não tome uma dose dobrada para compensar uma dose que se esqueceu de tomar. Tome a dose seguinte na hora habitual.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todos os medicamentos, cloridrato de metformina1 + glibenclamida pode causar algumas reações

desagradáveis; no entanto, estas não ocorrem em todas as pessoas. Caso você tenha uma reação alérgica65, deve parar de tomar o medicamento.

Podem ocorrer as seguintes reações desagradáveis descritas a seguir:

No início do tratamento, cloridrato de metformina1 + glibenclamida pode provocar alterações da visão49 devido a um nível mais baixo de açúcar3 no sangue4; contudo, esta reação costuma desaparecer após algum tempo.

Hipoglicemia44 (níveis baixos de açúcar3 no sangue4:): ver Advertências e precauções.

Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): distúrbios do estômago66 e do intestino, como náuseas67, vômitos21, diarreia20, dores de barriga e perda do apetite. Estas reações ocorrem mais frequentemente após o início do tratamento e regridem espontaneamente na maioria das vezes. Distribuir as doses durante o dia e tomar os comprimidos com uma refeição pode ajudar.

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): alterações do paladar68.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): níveis anormais de ureia69 e de creatinina17 no sangue4, que demonstram alterações no modo como os rins16 estão funcionando. Pode ocorrer uma crise de determinadas formas de porfíria (porfíria hepática70 ou porfíria cutânea71).

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): redução no número de glóbulos brancos no sangue4, o que aumenta a probabilidade de infecções72; redução das plaquetas73 sanguíneas que aumenta o risco de hemorragias74; reações da pele46 incluindo coceira, urticária75 e erupção76 cutânea71.

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): acidose24 lática25 (ver Advertências e precauções); redução grave do número de glóbulos brancos (agranulocitose77), anemia78 devido a uma destruição extensa dos glóbulos vermelhos (anemia hemolítica53), carência ou número insuficiente de células sanguíneas79 novas produzidas pela medula óssea80 (aplasia da medula óssea80) e redução muito grave do número de células sanguíneas79 (pancitopenia81), que pode tornar a pele46 pálida, provocar fraqueza ou falta de ar, aumentar o risco de hemorragias74 ou aumentar a probabilidade de infecções72); alterações nos exames da função do fígado15 ou inflamação82 do fígado15 (hepatite83, que pode provocar cansaço, perda de apetite, perda de peso, com ou sem amarelecimento da pele46 ou do branco dos olhos84), neste caso, deve suspender-se o uso de cloridrato de metformina1 + glibenclamida; sensibilidade cutânea71 excessiva ao sol, reações alérgicas graves da pele46 ou dos vasos sanguíneos85; intolerância ao álcool (com sintomas40 tais como uma sensação geral de desconforto, vermelhidão da face86, batimentos cardíacos rápidos); níveis baixos de sódio, que podem provocar cansaço e confusão, convulsões musculares, ataques ou coma14; níveis baixos de vitamina87 B12 no sangue4. Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país (1.000 mg/5 mg) e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Se você tomar mais comprimidos de cloridrato de metformina1 + glibenclamida do que deveria poderá desenvolver acidose24 lática25 ou níveis baixos de açúcar3 no sangue4 (ver Advertências e precauções).
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 7226001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

 

Reg. MS: nº 1.2675.0298
Farm.Resp.:Dra. Ana Paula Cross Neumann CRF - SP nº 33.512

Registrado por:
NOVA QUÍMICA FARMACÊUTICA LTDA
Avenida Ceci, 820 Bairro: Tamboré
Barueri – SP/ CEP: 06460-120
CNPJ: 72.593.791/0001-11
INDÚSTRIA BRASILEIRA

Fabricado por:
EMS S/A
Hortolândia/SP

 

SAC 0800 0262274


 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
2 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
3 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
4 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
5 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
6 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
7 Biguanidas: Classe de medicamento oral usado para tratar diabetes tipo 2. Diminui a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e por ajudar o corpo a responder melhor à insulina. Aumenta a sensibilidade da insulina nos tecidos periféricos, principalmente no fígado.
8 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
9 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
10 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
11 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
12 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
13 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
14 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
15 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
16 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
17 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
18 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
19 Trato Urinário:
20 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
21 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
22 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
23 Eletiva: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
24 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
25 Lática: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; láctica.
26 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
27 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
28 Láctica: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; lática.
29 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
30 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
31 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
32 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
33 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
34 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
35 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
36 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
37 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
38 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
39 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
40 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
41 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
42 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
43 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.
44 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
45 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
46 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
47 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
48 Cabeça:
49 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
50 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
51 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
52 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
53 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
54 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
55 Peridural: Mesmo que epidural. Localizado entre a dura-máter e a vértebra (diz-se do espaço do canal raquidiano). Na anatomia geral e na anestesiologia, é o que se localiza ou que se faz em torno da dura-máter.
56 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
57 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
58 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
59 Glicose sanguínea: Também chamada de açúcar no sangue, é o principal açúcar encontrado no sangue e a principal fonte de energia para o organismo.
60 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
61 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
62 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
63 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
64 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
65 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
66 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
67 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
68 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
69 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
70 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
71 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
72 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
73 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
74 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
75 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
76 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
77 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
78 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
79 Células Sanguíneas: Células encontradas no líquido corpóreo circulando por toda parte do SISTEMA CARDIOVASCULAR.
80 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
81 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
82 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
83 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
84 Olhos:
85 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
86 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
87 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.

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