Bula do paciente Bula do profissional

Vonflux
(Bula do profissional de saúde)

ABBOTT LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA

Atualizado em 04/10/2022

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Vonflux
diosmina + hesperidina
Comprimidos 450 mg + 50 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Comprimido revestido
Embalagens com 10, 30 ou 60 comprimidos

VIA ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada comprimido de Vonflux contém:

diosmina 450 mg
hesperidina 50 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: crospovidona, celulose microcristalina, lactose1 monoidratada, copovidona, amido, dióxido desilício, talco, ácido esteárico.
Componentes de revestimento: hipromelose, dióxido de titânio, povidona, triacetina, corante amarelo crepúsculo, corante amarelo de quinolina laca de alumínio, corante vermelho allura, corante azul de indigotina, macrogol.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE2

INDICAÇÕES

Vonflux é indicado para o tratamento de:

  • Manifestações clínicas da insuficiência3 venosa crônica;
  • Sintomas4 funcionais da insuficiência3 doplexohemorroidário;
  • No período pré e pós-operatório de safenectomia para alívio dos sinais5 e sintomas4 resultantes desse procedimento;
  • Alívio dos sintomas4 pós hemorroidectomia;
  • Dor na Síndromeda Congestão Pélvica6.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Eficácia no tratamento das manifestações da insuficiência3 venosa crônica orgânica e funcional dos membros inferiores

Guillot et al (1988) observaram uma redução significativa (p<0.0001) no desconforto funcional, câimbras7, edema8 vespertino9, e circunferência de tornozelo10 e panturrilha11 em 170 pacientes que receberam 2 comprimidos de diosmina 450 mg/hesperidina 50 mg por um ano. Houve melhora progressiva entre os 2 e 12 meses de tratamento, embora com diminuição na progressão da melhora ao longo do tempo.

Jantet (2002) avaliou a performance da associação diosmina 450 mg + hesperidina 50 mg no estudo multicêntrico RELIEF (Reflux AssEssment and Quality of Life Improv Ement with micronized Flavonoids) que envolveu países da África, América, Ásia e Europa. A grande contribuição desta pesquisa foi avaliar dois grupos comparativos portadores de IVC, um com refluxo (mais sintomático12) e outro sem a condição, após diagnóstico13 por meio de doppler e fotopletismografia. O desenho da pesquisa foi prospectivo14 e acompanhou 5052 pacientes (n=4527 na população intention-to-treat) com CEAP classe 0 a 4 por dois anos; todos os pacientes receberam dois comprimidos da combinaçãodiosmina 450 mg/hesperidina 50 mgdiariamente por seis meses, sem mudanças em outras medidas de tratamento.

Os pacientes foram avaliados a cada dois meses quanto aos sintomas4 subjetivos; à dor, segundo a Escala Visual Analógica; ao edema8 pela mensuração da circunferência da perna; à evolução da doença, pela escala CEAP; e à qualidade de vida, por meio do questionário CIVIQ.

Durante o tratamento com diosmina 450 mg + hesperidina 50 mg os sintomas4 de dor, inchaço15 e câ imbras apresentaram melhora em ambos os grupos (p<0.012) e maior no grupo com refluxo. Os sintomas4 de peso nas pernas e edema8 melhoram igualmenteindependente da presença de refluxo. Amelhora progressiva e significativa dos sintomas4 se refletiu na mudança de classe na classificação CEAP, de C3 e C4 para C0 a C2 em ambos os grupos (p=0.0001).

A melhora sintomática16 foicontínua e persistiu por 6 meses após a suspensão domedicamento, o que comprova a açãosustentada do MPFF.

No indicador de qualidadede vida, foiobservada uma melhora nosparâmetros doquestionário CIVIQem paralelo à melhora clínica, após dois meses (progressãomédia de 8,5 no Global Index Score) e após 6 meses de tratamento (progressão adicional média de 4 no Global Index Score) (p>0.0125, exceto para dor). Belczak e colaboradores (2014) confirmaram a melhora dos indicadores de qualidade de vida após a utilização da associação diosmina/hesperidina em pacientes com IVC.

Eficácia no tratamento dos sintomas4 funcionais relacionados a insuficiência3 do plexo hemorroidário e pós hemorroidectomia

Em um estudo aberto, a combinação diosmina 450 mg/hesperidina 50 mg (seis comprimidos por dia durante 4 dias, e quatro comprimidos por dia durante 3 dias) foi administrada a 50 mulheres com doença hemorroidária aguda tratadas em média 8 semanas antes do parto. Foi obtido alívio sintomático12 em 66% (IC 95%, 79,1 -52,9) dos casos após o quarto dia de utilizaçã oalém de associar-se com menor incidência17 de recorrência18 no período pré-natal (95% IC 70-35.1, p < 0,001)l, não sendo observadas associações com complicações maternas ou fetais. (BUCKSHEE, 1997).

A associação diosmina/hesperidina foi significativamente mais eficaz do que placebo19 em um estudo randomizado20, duplo-cego em 100 pacientes com crise de hemorroida aguda. Os pacientes receberam 3 comprimidos de diosmina 450 mg/hesperidina 50 mg duas vezes por dia durante 4 dias, seguido por 2 comprimidos duas vezes por dia durante 3 dias, ou placebo19. Uma melhora global ocorreu no grupo tratado (p<0,001) e nenhum efeito adverso mais importante foi relatado (COSPITE, 1994).

Em estudo duplo-cego21, randomizado22, controlado por placebo19, 100 pacientes com crise aguda de hemorroidas23 foram avaliados quanto à evolução do sangramento no terceiro dia de tratamento com diosmina 450 mg + hesperidina 50 mg (6 comprimidos por dia por 4 dias, 4 comprimidos por dia por 3 dias, e 2 comprimidos por dia por 83 dias). Houve uma diminuição significativa do número de pacientes com sangramento no grupo tratado em relação ao grupo controle (p<0.01). Os pacientes que receberam diosmina 450 mg + hesperidina 50 mg apresentaram, em média, dois dias a menos de sangramento(p<0.01), e menos episódios de recaídas (p<0.05) (MISRAet al, 2000). Cento e doze pacientes foram randomizados em um estudo prospectivo14 pa ra receber MPFF 500 mg por uma sema na ou para controle após hemorroidectomia. A partir do segundo dia de pós-operatório houve redução significativa da dor (p=0.033) e no número de pacientes que necessitou de analgesia suplementar (p=0.022) no grupo que recebeu MPFF. Adicionalmente, a hospitalização foimais curta (p=0.001) e a satisfação do paciente foi superior (p=0.001) no mesmo grupo. Após uma semana os resultados persistiram favoráveis para os pacientes tratados em relação à dor e à necessidade de resgate na analgesia (COLAKet al., 2003).

Eficáciana síndrome24 da congestão pélvica6

Simsek et al 2006 realizaram estudo clínico duplo-cego, randomizado22 e controlado por placebo19 envolvendo 20 mulheres com diagnóstico13 de Síndrome24 Pélvica6 Congestiva. Um total de 10 mulheres recebeu a associação diosmina 450 mg/ hesperidina 50 mg na dose de dois comprimidos por dia por seis meses, e 10 mulheres receberam placebo19. Ao final do terceiro mês a intensidade e frequência da dor pélvica6 diminuíram; a redução foi significativa após seis meses (p<0.05).

Eficáciano alívio dos sinais5 e sintomas4 pós-operatórias de safenectomias

Pokrovsky et al (2008) avaliaram 245 pacientes submetidos à safenectomia, em um estudo aberto, multicêntrico, não randomizado22, que comparou a intensidade da dor pós-operatória (avaliada por Escala Analógica Visual), o tamanho do hematoma25 pós-operatório, e a qualidade de vida no pós-operatório (avaliada pelo questionário CIVIQ). Os pacientes foram divididos em dois grupos: um recebeu a combinação diosmina/hesperidina (1000 mg/dia) por 14 dias antes e 30 dias após a cirurgia, e o outro placebo19. A dor, o hematoma25, a sensação de peso nas pernas e a fadiga26 foram significativamente menos frequentes no grupo medicado em relação ao grupo controle, após 7 dias da cirurgia (todos com p<0.05). Não houve diferença nos scores de qualidade de vida. Eventos adversos menores (irritação gástrica) surgiram em 4 casos que receberam a medicação, e cessaram espontaneamente.

Referências bibliográficas:

  • BELCZAK, S. Q. et al. Veno-active drugs for chronic venous disease: A randomized, double-blind, placebo19-controlled parallel-design trial. Phlebology, v. 29, n. 7, p. 454–460, 2014.
  • BUCKSHEE, K.; TAKKAR, D.; AGGARWAL, N. Micronized flavonoid therapy in internal hemorrhoids of pregnancy. International Journalof Gynecology & Obstetrics, v. 57, n. 2, p. 145-151, 1997.
  • COLAK, Tahsin et al. Micronized flavonoids in pain control after hemorrhoidectomy: a prospective randomized controlled study. Surgery today, v. 33, n. 11, p. 828-832, 2003.
  • COSPITE, M. Double-blind, placebo19-controlled evaluation of clinical activity and safety of Daflon 500 mgin the treatmen tof acute hemorrhoids. Angiology, v. 45, 1994.
  • GUILLOT, B. et al. A long-term treatment with a venotropic drug. Results on efficacy and safety of Daflon 500 mg in chronic venous insufficiency. International angiology: a Journal of the International Union of Angiology, v. 8, n. 4 Suppl, p. 67-71, 1988.
  • JANTET, G. Chronic venous insufficiency: worldwide results of the RELIEF study. Angiology, v. 53, n. 3, p. 245-256, 2002
  • MISRA, M. C.; PARSHAD, R. Randomized clinical trial of micronized flavonoids in the early control of bleeding from acute internal haemorrhoids. British Journalof Surgery, v. 87, n. 7, p. 868-872, 2000.
  • POKROVSKY, A. V. et al. Stripping of the great saphenous vein under micronized purified flavonoid fraction (MPFF) protection (results of the Russianmulticenter controlledtrial DEFANCE). Phlebolymphology, v.15, n. 2, p. 45-51, 2008.
  • SIMSEK, M.; BURAK, F.; TASKIN, O. Effects of micronized purified flavonoid fraction (Daflon) on pelvic pain in women with laparoscopically diagnosed pelvic congestion syndrome: a randomized crossover trial. Clinical and experimental obstetrics & gynecology, v. 34, n. 2, p. 96-98, 2006.

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Absorção

A diosmina é rapidamente transformada pela flora intestinal e absorvida como diosmetina, sua forma aglicona; a forma inalterada de diosmina não parece ser absorvida. Aproximadamente metade de uma dose oral de 500 mg de MPFF marcada foi absorvida em até 48 horas após a administração em voluntários saudáveis. Flavonoides são pouco solúveis em água. A micronização é uma técnica muito bem estabelecida que permite se obter um maior controle do processo de dissolução e uma maior absorção dos princípios ativos no trato gastrointestinal e, portanto, reduz as variações farmacocinéticas interindividuais. (Jantet G., 2002, p.245-256)

A micronização da diosmina aumenta significativamente a sua absorção intestinal (p=0,0004) em comparação à diosmina não micronizada (57,9 vs 32,7%) durante o período de 0 a 168 horas pós administração. (Lyseng- Williamson et al., 2003, p. 71-100)

Distribuição

A diosmetina, uma vez absorvida, apresenta um período de rápida distribuição seguido de um período de eliminação mais lenta. O pico da concentração plasmática em humanos ocorre 1 hora após a ingestão, e a concentração plasmática começa a diminuir lentamente após 2 horas. O volume médio de distribuição de uma dose de 10 mg/kg de diosmina não micronizada foi 62 L. Estudos em animais demonstraram que diosmetina marcada e/ou seus metabólitos27 são amplamente distribuídos pelo corpo.

Biotransformação

A diosmetina é rápida e extensivamente degradada em ácidos fenólicos ou seus derivados conjugados com glicina, os quais são eliminados na urina28; a diosmina e a diosmetina não metabolizadas são excretadas pelas fezes. O metabólito29 predominante, o ácido 3-hidroxi-fenilpropiónico, é eliminado principalmente na sua forma conjugada. Outros metabólitos27 encontrados em pequenas proporções ácido 3-hidroxi-4-metoxibenzóico, o ácido 3-metoxi-4- hidroxifenilacético e o ácido 3,4-diidroxibenzóico. Porém, é possível que metabólitos27 ainda não identificados também possam ser responsáveis pela atividade farmacológica da diosmina.

Eliminação

A eliminação de diosmina micronizada é relativamente rápida: 34% da dose é excretada durante as primeiras 24 horas e 86% durante as primeiras 48 horas. As formas não metabolizadas de diosmina e diosmetina não são excretadas na urina28, e a excreção cumulativa da dose nas fezes e urina28 é de 100% (109 +/-23% 0-168 horas). A diosmina não modificada nas fezes corresponde à diosmina não absorvida, como indicado pela baixa excreção pelas vias biliares30 de ratos de diosmina marcada. A meia vida de eliminação é de 11 horas.

CONTRAINDICAÇÕES

Vonflux não deve ser utilizado em pacientes alérgicos à diosmina, hesperidina ou a qualquer componente da formulação.

Este medicamento é contraindicado para uso em crianças.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

A administração de Vonflux para o tratamento sintomático12 de crise hemorroidária aguda não substitui o tratamento específico e seu uso deve ser por um curto tempo. Caso os sintomas4 não regridam rapidamente ou se agravem, o médico deverá ser avisado.

Populações especiais

Idosos: A posologia para o uso de Vonflux em idosos é a mesma utilizada para pacientes31 com menos de 65 anos.

Crianças: Vonflux nãose destina aouso em crianças e adolescentes (com idade inferior a 18 anos).

Não há até o momento, dados sobre o uso de Vonflux em portadores de insuficiência hepática32 ou renal33. Caso você tenha ou esteja em tratamento por doenças que afetam os rins34 e o fígado35, avise seu médico antes de iniciar o tratamento com este medicamento.

Gravidez36 e Lactação37

Se você está grávida ou amamentando, pensa que pode estar grávida ou planeja engravidar, fale com seu médico ou farmacêutico antes de tomar este medicamento.

Categoria C – Não há estudos adequados em mulheres. Em experiências animais ocorreram alguns efeitos colaterais38 no feto39, mas o benefício do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez36.

Lactação37: Em razão da ausência de dados extensos sobre a passagem deste medicamentopara o leite materno, a amamentação40 nãoé recomendadadurante o tratamento.

Fertilidade: Estudos de toxicidade41 reprodutiva não mostraram efeito na fertilidade de ratos do sexo feminino e masculino.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas

Nenhum efeito na capacidade de dirigir e operar máquinas foi constatado.

Informações importantes sobre um dos componentes do medicamento

Atenção: contém LACTOSE1.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Não há relatos de interações medicamentosas com as substâncias presentes em Vonflux.

Interações com alimentos: não há referências a restrições do uso do produto junto com alimentos.

Interações com testes laboratoriais: Não há informações sobre alterações de exames laboratoriais pelas substâncias presentes em Vonflux.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Cuidados de conservação

Este medicamentodeve ser mantido em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (15–30°C). Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade de 24 meses, a partir da data de fabricação impressa na embalagem externa.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento como prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Vonflux é um comprimido revestido, biconvexo, liso e laranja pálido

Antes de usar, observe o aspectodo medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Vonflux deve ser utilizado apenas sob orientação médica.

A via de administração é oral.

A posologia usual é de 2 comprimidos revestidos ao dia: um pela manhã e outro à noite, de preferência durante as refeições.

Posologia

Nas crises hemorroidárias, a dose pode ser aumentada seguindo o seguinte esquema semanal:

  • 4 dias iniciais - ingerir 2 comprimidos por vez em três tomadas divididas ao longo do dia.
  • 3 dias finais – tomar 2 comprimidos por vez em duas tomadas divididas ao longo do dia.

O uso de Vonflux por via de administração não recomendada pode acarretar riscos de reações desagradáveis e falta de efeito clínico.

Este medicamento não deve ser partido, abertoou mastigado.

REAÇÕES ADVERSAS

Os seguintes eventosadversos foram reportados e estãoclassificados usandoa seguinte frequência: muitocomuns (>1/10), comuns (>1/100 e <1/10), reação incomum (>1/1.000 e <1/100), reação rara (>1/10.000 e < 1/1.000), reação muito rara (< 1/10.000) e reações com frequência desconhecida (não pode ser estimada pelos dados disponíveis).

Alterações no sistema nervoso42:

  • Raras (>1/10.000 e < 1/1.000): tontura43, dor de cabeça44, mal-estar.

Alterações gastrointestinais:

  • Comuns (>1/100 e <1/10): diarréia45, dispepsia46, náuseas47, vômitos48
  • Incomuns (>1/1.000 e <1/100): colite49
  • Frequência desconhecida (não pode ser estimada pelos dados disponíveis): dor abdominal.

Alterações na pele50 e no tecido subcutâneo51:

  • Raras (>1/10.000 e < 1/1.000): erupção52, prurido53 e urticária54.
  • Frequência desconhecida: edema8 de face55 isolada, lábios e pálpebras56. Excepcionalmente edema8 de Quincke.

Em casos de eventos adversos, notifique à empresa e ao Sistema VigiMed, disponível no Portalda Anvisa.

SUPERDOSE

Não são conhecidos relatos desuperdosagem de Vonflux.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS: 1.0553.0386
Farm. Resp.: Graziela Fiorini Soares - CRF-RJ nº 7475

Registrado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo - SP
CNPJ 56.998.701/0001-16

Fabricado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro – Brasil
Indústria Brasileira


SAC 0800 703 1050

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
6 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
7 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
8 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
9 Vespertino: Relativo, pertencente a ou próprio do período da tarde. Que ocorre à tarde.
10 Tornozelo: A região do membro inferior entre o PÉ e a PERNA.
11 Panturrilha: 1. Proeminência muscular, situada na face posterossuperior da perna, formada especialmente pelos músculos gastrocnêmio e sóleo; sura, barriga da perna. 2. Por extensão de sentido, enchimento usado por baixo das meias, para melhorar a aparência das pernas.
12 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
13 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
14 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
15 Inchaço: Inchação, edema.
16 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
17 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
18 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
19 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
20 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
21 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
22 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
23 Hemorróidas: Dilatações anormais das veias superficiais que se encontram na última porção do intestino grosso, reto e região perianal. Pode produzir sangramento junto com a defecação e dor.
24 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
25 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
26 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
27 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
28 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
29 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
30 Vias biliares: Conjunto de condutos orgânicos que conectam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno. Sua função é conduzir a bile produzida no fígado, para ser armazenada na vesícula biliar e posteriormente ser liberada no duodeno.
31 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
32 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
33 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
34 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
35 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
36 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
37 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
38 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
39 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
40 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
41 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
42 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
43 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
44 Cabeça:
45 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
46 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
47 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
48 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
49 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
50 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
51 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
52 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
53 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
54 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
55 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
56 Pálpebras:

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.