Preço de ALPRAZOLAM em Houston/SP: R$ 40,10

ALPRAZOLAM

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

ALPRAZOLAM


Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999


Comprimido


Forma Farmacêutica e Apresentações de Alprazolam

Comprimido 0,25, 0,5 ou 1,0 mg. Embalagens contendo 20 comprimidos.

USO ADULTO

Uso oral


Composição de Alprazolam

Cada comprimido contém:

Excipientes: Amido de milho, lactose1, celulose microcristalina, laurilsulfato de sódio, benzoato de sódio, croscarmelose sódica e estearato de magnésio.


Informações ao Paciente de Alprazolam

Ação esperada do medicamento
Alprazolam é um medicamento com ação no sistema nervoso central2 para o tratamento de estados de ansiedade, cujos sintomas3 podem variavelmente incluir ansiedade, tensão, medo, apreensão, intranquilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia e/ou hiperatividade neurovegetativa, resultando em manifestações somáticas variadas, ou para o tratamento dos estados de ansiedade associados com outras manifestações como a abstinência ao álcool, ou para o tratamento do transtorno do pânico com ou sem agorafobia4. Alprazolam não deve ser administrado a pacientes com sintomas3 psicóticos.


Cuidados de armazenamento

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz.


Prazo de validade

Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de alprazolam é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa. NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

Gravidez5 e lactação6

Alprazolam não deve ser utilizado durante a gravidez5 e lactação6. Informe ao seu médico se estiver planejando ter um filho ou a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o seu término. Este medicamento não deve ser utilizado por mães que estejam amamentando. Informe ao seu médico se está amamentando.


Cuidados de administração

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.


Interrupção do tratamento

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Somente o médico poderá avaliar a eficácia da terapia. A interrupção do tratamento pode ocasionar a não obtenção dos resultados esperados.

A redução posológica deve ser feita sob supervisão rigorosa e deve ser gradual.


Reações adversas

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: sedação7, sonolência, fadiga8, ataxia9/ falta de coordenação, tontura10 ou vertigem11 e fala pastosa.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.


Ingestão concomitante com outras substâncias

Bebidas alcoólicas não devem ser ingeridas durante o tratamento com benzodiazepínicos.


Contra-indicações e precauções

O uso deste medicamento é contra-indicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao alprazolam e/ou demais componentes da formulação ou a outros benzodiazepínicos, em pacientes com miastenia12 gravis e/ou glaucoma13 de ângulo estreito agudo14.

Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. Recomenda-se que a dose de Alprazolam seja limitada à menor dose eficaz. Portanto, não aumente a dose prescrita sem consultar seu médico, mesmo que você ache que o medicamento não está mais fazendo efeito.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas até que se tenha certeza de que não sinta sonolência ou tontura10 enquanto recebe o medicamento, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.


NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE15.

Informações Técnicas de Alprazolam

- CARACTERÍSTICAS

Alprazolam, de nome químico 8-cloro-1-metil-6-fenil-4H-s-triazolo-(4,3-alfa) (1,4) benzodiazepina, triazolo análogo da classe de 1,4-benzodiazepínicos que atuam no sistema nervoso central2. Estes fármacos presumivelmente exercem seus efeitos através da ligação com receptores estereoespecíficos em vários locais no sistema nervoso central2. Seu mecanismo de ação exato é desconhecido. Clinicamente, todos os benzodiazepínicos causam um efeito depressor, relacionado com a dose, que varia de um comprometimento leve de desempenho de tarefas à hipnose. Após a administração oral, o alprazolam é facilmente absorvido. Os picos de concentração plasmática ocorrem em uma a duas horas após a administração. Os picos de concentração são proporcionais às doses administradas; dentro do intervalo posológico de 0,5 mg a 3,0 mg, foram observados picos de 8,0 a 37 ng/mL. Com o uso de uma metodologia de ensaio especifico, foi observado que a meia-vida de eliminação plasmática média do alprazolam é de aproximadamente 11,2 horas em adultos saudáveis.

Os metabólitos16 predominantes são alfa-hidroxialprazolam e uma benzofenona derivada do alprazolam. A atividade biológica do alfa-hidroxialprazolam é aproximadamente metade da atividade biológica do alprazolam. O metabólito17 benzofenona é essencialmente inativo. Os níveis plasmáticos desses metabólitos16 são extremamente baixos, o que impede a descrição precisa da farmacocinética. Entretanto, suas meias-vidas parecem ter a mesma ordem de magnitude que a do alprazolam. O alprazolam e os seus metabólitos16 são excretados primariamente através da urina18. A capacidade do alprazolam de induzir os sistemas de enzimas hepáticas19 em humanos ainda não foi determinada. Entretanto, essa não é uma propriedade dos benzodiazepínicos em geral. Além disso, o alprazolam não afetou os níveis plasmáticos de protrombina20 ou varfarina em voluntários do sexo masculino que receberam a varfarina sódica por via oral.

In vitro, a ligação do alprazolam às proteínas21 séricas humanas é de 80%.

Foram relatadas alterações na absorção, distribuição, metabolismo22 e excreção dos benzodiazepínicos em uma variedade de doenças, incluindo alcoolismo, insuficiência hepática23 e insuficiência renal24.

Também foram demonstradas alterações em pacientes geriátricos. Devido à sua semelhança com outros benzodiazepínicos, presume-se que o alprazolam atravesse a placenta e seja excretado pelo leite materno.

Carcinogênese e mutagenicidade: Não foram observadas evidências de potencial carcinogênico nos estudos de bioensaio de 2 anos do alprazolam em ratos que receberam doses de até 30 mg/kg/dia (150 vezes mais elevada que a dose diária máxima de 10 mg/dia recomendada para seres humanos) e em camundongos que receberam doses de até 10 mg/kg/dia (50 vezes mais elevada que a dose diária máxima recomendada para seres humanos).

O alprazolam não foi mutagênico no teste de micronúcleo em ratos em doses de até 100 mg/kg, que é uma dose 500 vezes mais elevada que a dose diária máxima de 10 mg/dia recomendada para humanos. O alprazolam também não foi mutagênico in vitro no ensaio de eluição alcalina/lesão25 de DNA ou ensaio de AMES. O alprazolam não produziu comprometimento de fertilidade em ratos em doses de até 5 mg/kg/dia, que são 25 vezes mais elevadas que a dose diária máxima de 10 mg/dia recomendada em humanos.


Indicações de Alprazolam

Alprazolam é indicado no tratamento de estados de ansiedade.

Alprazolam não deve ser administrado a pacientes com sintomas3 psicóticos.

Os sintomas3 de ansiedade podem variavelmente incluir ansiedade, tensão, medo, apreensão, intranquilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia e/ou hiperatividade neurovegetativa, resultando em manifestações somáticas variadas. Alprazolam também é indicado no tratamento dos estados de ansiedade associados com outras manifestações como a abstinência ao álcool.

Alprazolam também está indicado no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia4. A sua principal característica é crise de pânico não esperada, um ataque súbito de apreensão intensa, medo ou terror.

Contra- Indicações de Alprazolam

O USO DESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO EM CASO DE HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA AO ALPRAZOLAM E/OU DEMAIS COMPONENTES DA FORMULAÇÃO, OU A OUTROS BENZODIAZEPÍNICOS E EM PACIENTES PORTADORES DE MIASTENIA12 GRAVIS.

ALPRAZOLAM PODE SER USADO EM PACIENTES COM GLAUCOMA13 DE ÂNGULO ABERTO QUE ESTÃO RECEBENDO UM TRATAMENTO APROPRIADO, MAS ESTÁ CONTRA-INDICADO EM PACIENTES COM GLAUCOMA13 DE ÂNGULO ESTREITO AGUDO14.


Precauções e Advertências de Alprazolam

SE ALPRAZOLAM FOR COMBINADO COM OUTROS AGENTES PSICOTRÓPICOS26 OU ANTICONVULSIVANTES, DEVE-SE CONSIDERAR CUIDADOSAMENTE A FARMACOLOGIA27 DOS AGENTES A SEREM EMPREGADOS, PARTICULARMENTE, TRATANDO-SE DE AGENTES QUE POSSAM POTENCIALIZAR A AÇÃO DOS BENZODIAZEPÍNICOS (VIDE ITEM “INTERACOES MEDICAMENTOSAS”).

COMO COM OUTROS AGENTES PSICOTRÓPICOS26, DEVE-SE OBSERVAR AS MESMAS PRECAUÇÕES HABITUAIS NO QUE SE REFERE À ADMINISTRAÇÃO DA DROGA E QUANTIDADE PRESCRITA EM PACIENTES GRAVEMENTE DEPRIMIDOS OU PACIENTES NOS QUAIS PLANOS OU IDÉIAS SUICIDAS MASCARADAS SÃO PRESUMIDOS.

A EFICIÊNCIA DE ALPRAZOLAM DEMONSTRADA POR ESTUDO CLIíNICO SISTEMÁTICO FOI LIMITADA A QUATRO MESES DE DURAÇÃO PARA O TRATAMENTO DA ANSIEDADE E QUATRO A DEZ SEMANAS PARA O TRATAMENTO DO TRANSTORNO DO PÂNICO, ENTRETANTO, OS PACIENTES COM O TRANSTORNO DO PÂNICO FORAM TRATADOS EM UM ESTUDO ABERTO POR ATÉ OITO MESES SEM PERDA APARENTE DO BENEFÍCIO. O MÉDICO DEVE PERIODICAMENTE REAVALIAR A UTILIDADE DO MEDICAMENTO PARA O PACIENTE INDIVIDUAL.

RECOMENDA-SE QUE A DOSE SEJA LIMITADA À MENOR DOSE EFICAZ, PARA EVITAR O DESENVOLVIMENTO DE ATAXIA9 OU HIPERSEDAÇÃO, QUE PODE SER UM PROBLEMA PARTICULAR EM PACIENTES IDOSOS OU DEBILITADOS (VIDE ITEM “POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO”). AS PRECAUÇÕES HABITUAIS NO TRATAMENTO DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL24 OU HEPÁTICA28 OU COMPROMETIMENTO DA FUNÇÃO PULMONAR DEVEM SER OBSERVADAS. FOI OBSERVADA UMA VELOCIDADE DE ELIMINAÇÃO SISTÊMICA REDUZIDA DO ALPRAZOLAM (POR EXEMPLO, MEIA VIDA PLASMÁTICA AUMENTADA) EM PACIENTES COM HEPATOPATIA ALCOÓLICA E PACIENTES OBESOS TRATADOS COM ALPRAZOLAM (VIDE ITEM “INFORMAÇÕES TÉCNICAS”).

FORAM RELATADOS EPISÓDIOS DE HIPOMANIA E MANIA EM ASSOCIAÇÃO COM O USO DE ALPRAZOLAM EM PACIENTES COM DEPRESSÃO. PODEM OCORRER REAÇÕES QUANDO SE REDUZ A DOSE RÁPIDA OU ABRUPTAMENTE POR QUALQUER RAZÃO. ISSO INCLUI A REDUÇÃO POSOLÓGICA PLANEJADA, MAS TAMBÉM A REDUÇÃO POSOLÓGICA INADVERTIDA (POR EXEMPLO, O PACIENTE ESQUECE-SE DE TOMAR O MEDICAMENTO, O PACIENTE É HOSPITALIZADO, ETC.). POR ESSA RAZÃO, A DOSE DE ALPRAZOLAM DEVE SER REDUZIDA OU SUSPENSA GRADUALMENTE (VIDE ITEM “POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO”). FORAM RELATADOS DESDE DISFORIA29 LEVE E INSÔNIA, ATÉ UMA SÍNDROME30 MAIOR QUE PODE INCLUIR CÃIBRAS MUSCULARES E CÓLICAS31 ABDOMINAIS, VÔMITOS32, SUDORESE33, TREMOR E CONVULSÕES DE ABSTINÊNCIA EM ASSOCIAÇÃO COM A INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO COM ALPRAZOLAM.

PARA DESCONTINUAR O TRATAMENTO EM PACIENTES QUE UTILIZAM ALPRAZOLAM, A DOSE DEVE SER REDUZIDA LENTAMENTE DE ACORDO COM A BOA PRÁTICA MÉDICA. SUGERE-SE QUE A DOSE DIÁRIA DE ALPRAZOLAM SEJA DIMINUÍDA ATÉ, NO MÁXIMO, 0,5 MG A CADA 3 DIAS, OU DE FORMA MAIS GRADUAL.

NA MAIORIA DOS CASOS FOI RELATADA APENAS UMA CRISE CONVULSIVA; ENTRETANTO, TAMBÉM FORAM RELATADAS MÚLTIPLAS CRISES CONVULSIVAS E ESTADO DE MAL EPILÉTICO. COMUMENTE, O TRATAMENTO DE MAL EPILÉTICO DE QUALQUER ETIOLOGIA34 ENVOLVE O USO DE BENZODIAZEPÍNICOS INTRAVENOSOS, EM COMBINAÇÃO COM FENITOÍNA OU BARBITÚRICOS, MANUTENÇÃO DA PERMEABILIDADE35 DAS VIAS AÉREAS E HIDRATAÇÃO ADEQUADA. ALPRAZOLAM NÃO É ÚTIL NO TRATAMENTO DE PACIENTES PSICÓTICOS E NÃO DEVE SER EMPREGADO COMO SUBSTITUTO DO TRATAMENTO ADEQUADO PARA PSICOSE36.

EM VIRTUDE DE EFEITOS DEPRESSORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL2, OS PACIENTES DEVEM SER ADVERTIDOS PARA NÃO INGERIREM SIMULTANEAMENTE BEBIDAS ALCOÓLICAS E OUTRAS DROGAS DEPRESSORAS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL2 DURANTE O TRATAMENTO COM ALPRAZOLAM.

TAQUIFILAXIA E DEPENDÊNCIA FÍSICA/EMOCIONAL PODEM OCORRER COM BENZODIAZEPÍNICOS, INCLUINDO ALPRAZOLAM. PARTICULARMENTE, OS BENZODIAZEPÍNICOS DEVEM SER PRESCRITOS COM CAUTELA A PACIENTES COM PROPENSÃO AO ABUSO DE DROGAS (EX. ALCOÓLATRAS E VICIADOS EM DROGAS), DEVIDO À PREDISPOSIÇÃO À TAQUIFILAXIA E DEPENDÊNCIA.

ANALISOU-SE A DESCONTINUIDADE DO TRATAMENTO EM UM ESTUDO CONTROLADO, PÓS COMERCIALIZAÇÃO, EM PACIENTES COM O TRANSTORNO DO PÂNICO. OBSERVOU-SE QUE A DURAÇÃO DO TRATAMENTO (TRÊS MESES COMPARADOS A SEIS MESES) NÃO INTERFERIU NA CAPACIDADE DE REDUÇÃO DA DOSE ATÉ ZERO. EM CONTRAPARTIDA, OS PACIENTES TRATADOS COM DOSES DE ALPRAZOLAM SUPERIORES A 4 MG/ DIA DEMONSTRARAM MAIOR DIFICULDADE NA REDUÇÃO ATÉ A DOSE ZERO DO QUE AQUELES TRATADOS COM DOSES INFERIORES A 4 MG/DIA. TRANSTORNOS DE PÂNICO TÊM SIDO ASSOCIADOS COM DISTÚRBIOS DEPRESSIVOS MAIORES PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS E RELATOS AUMENTADOS DE SUICÍDIO ENTRE OS PACIENTES NÃO-TRATADOS. PORTANTO, AS MESMAS PRECAUÇÕES DEVEM SER TOMADAS QUANDO DO USO DE DOSES MAIORES DE ALPRAZOLAM EM PACIENTES SOB TRATAMENTO DO TRANSTORNO DO PÂNICO ASSIM COMO EM PACIENTES DEPRIMIDOS EM TRATAMENTO COM FÁRMACOS PSICOTRÓPICOS26 OU PACIENTES NOS QUAIS PLANOS OU IDÉIAS SUICIDAS MASCARADAS SÃO PRESUMIDOS.

USO DURANTE A GRAVIDEZ5 E LACTAÇÃO6

OS BENZODIAZEPÍNICOS POTENCIALMENTE PODEM CAUSAR MALFORMAÇÕES37 CONGÊNITAS38 QUANDO ADMINISTRADOS A GESTANTES, O QUE NÃO PODE SER QUANTIFICADO PARA O ALPRAZOLAM. SE O ALPRAZOLAM FOR UTILIZADO DURANTE A GESTAÇÃO OU SE A PACIENTE FICAR GRÁVIDA DURANTE O TRATAMENTO COM ESSA DROGA, A PACIENTE DEVE SER INFORMADA DO RISCO POTENCIAL PARA O FETO39. AS PACIENTES DEVEM SER ADVERTIDAS DE QUE, SE ELAS ENGRAVIDAREM DURANTE O TRATAMENTO OU PRETENDEREM ENGRAVIDAR, ELAS DEVEM DISCUTIR COM SEU MÉDICO A POSSIBILIDADE DE INTERROMPER A ADMINISTRAÇÃO DA DROGA. DEVE SE CONSIDERAR A POSSIBILIDADE DA PACIENTE POTENCIALMENTE FÉRTIL ESTAR GRÁVIDA NA ÉPOCA DA INSTITUIÇÃO DA TERAPIA.

SABE-SE QUE OS BENZODIAZEPÍNICOS SÃO EXCRETADOS NO LEITE MATERNO HUMANO. COMO REGRA GERAL, MULHERES QUE USAM ALPRAZOLAM NÃO DEVEM AMAMENTAR.


USO PEDIÁTRICO

A SEGURANÇA E A EFICÁCIA DE ALPRAZOLAM EM INDIVÍDUOS COM MENOS DE 18 ANOS DE IDADE NÃO FORAM ESTABELECIDAS.


USO EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA23 E/OU RENAL40

AS PRECAUÇÕES HABITUAIS NO TRATAMENTO DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL24 OU HEPÁTICA28 DEVEM SER OBSERVADAS. O ALPRAZOLAM POSSUI UM EFEITO URICOSÚRICO FRACO. EMBORA TENHA SIDO RELATADO QUE OUTROS MEDICAMENTOS COM EFEITO URICOSÚRICO FRACO CAUSEM INSUFICIÊNCIA RENAL24 AGUDA, NÃO FORAM RELATADOS CASOS DE INSUFICIÊNCIA RENAL24 AGUDA ATRIBUÍVEIS AO TRATAMENTO COM ALPRAZOLAM.


EFEITOS SOBRE A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS

EM VIRTUDE DE EFEITOS DEPRESSORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL2, OS PACIENTES EM TRATAMENTO COM ALPRAZOLAM DEVEM SER ADVERTIDOS PARA NÃO SE ENVOLVEREM EM OCUPAÇÕES DE RISCO OU ATIVIDADES QUE REQUEREM UM ALERTA MENTAL COMPLETO, COMO OPERAR MÁQUINAS OU CONDUZIR VEÍCULOS MOTORIZADOS, ATÉ QUE SE TENHA CERTEZA DE QUE NÃO SINTAM SONOLÊNCIA OU TONTURA10 ENQUANTO RECEBEM O MEDICAMENTO.


Interações Medicamentosas de Alprazolam

OS BENZODIAZEPÍNICOS, INCLUINDO O ALPRAZOLAM, PRODUZEM EFEITOS DEPRESSORES ADITIVOS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL2, QUANDO ADMINISTRADOS CONCOMITANTEMENTE COM OUTROS MEDICAMENTOS PSICOTRÓPICOS26, ANTICONVULSIONANTES, ANTI-HISTAMÍNICOS, ETANOL E OUTRAS DROGAS QUE PRODUZEM DEPRESSÃO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL2. FOI RELATADO QUE AS CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICAS DE IMIPRAMINA E DESIPRAMINA NO ESTADO DE EQUILÍBRIO DINÂMICO AUMENTAM 31% E 20%, RESPECTIVAMENTE, QUANDO ALPRZOLAM É ADMINISTRADO CONCOMITANTEMENTE EM DOSES DE ATÉ 4 MG/DIA. O SIGNIFICADO CLÍNICO DESSAS ALTERAÇÕES NÃO É CONHECIDO.

PODEM OCORRER INTERAÇÕES FARMACOCINÉTICAS QUANDO ALPRAZOLAM É ADMINISTRADO COM DROGAS QUE INTERFEREM NO SEU METABOLISMO22. COMPOSTOS QUE INIBEM DETERMINADAS ENZIMAS HEPÁTICAS19 (PARTICULARMENTE O CITOCROMO P450 3A4) PODEM AUMENTAR A CONCENTRAÇÃO DE ALPRAZOLAM E AUMENTAR SUA ATIVIDADE. DADOS OBTIDOS A PARTIR DE ESTUDOS CLÍNICOS COM ALPRAZOLAM E COM FÁRMACOS METABOLIZADOS SIMILARMENTE AO ALPRAZOLAM E DE ESTUDOS IN VITRO MOSTRAM GRAUS DE VARIAÇÃO E POSSIBILIDADE DE INTERAÇÃO COM ALPRAZOLAM PARA UMA QUANTIDADE DE FÁRMACOS.

BASEANDO-SE NO GRAU DE INTERAÇÃO E NO TIPO DE DADOS DISPONÍVEIS, RECOMENDA-SE O SEGUINTE: A CO-ADMINISTRAÇÃO DE ALPRAZOLAM COM CETOCONAZOL, ITRACONAZOL E OUTROS ANTIFÚNGICOS DA CLASSE DOS AZÓIS NÃO É RECOMENDADA. ACONSELHASE CAUTELA E CONSIDERAÇÃO DE REDUÇÃO DE DOSE QUANDO ALPRAZOLAM É CO-ADMINISTRADO COM NEFAZODONA, FLUVOXAMINA E CIMETIDINA. TAMBÉM RECOMENDA-SE CAUTELA QUANDO ALPRAZOLAM É CO-ADMINISTRADO COM FLUOXETINA, PROPOXIFENO, ANTICONCEPCIONAIS ORAIS, SERTRALINA, PAROXETINA, DILTIAZEM, ISONIAZIDA OU ANTIBIÓTICOS MACROLÍDEOS COMO ERITROMICINA E TROLEANDOMICINA. OS DADOS DOS ESTUDOS IN VITRO DE OUTROS BENZODIAZEPÍNICOS QUE NÃO O ALPRAZOLAM SUGEREM UMA POSSÍVEL INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA COM OS SEGUINTES AGENTES: ERGOTAMINA, CICLOSPORINA, AMIODARONA, NICARDIPINA E NIFEDIPINA. RECOMENDA-SE CAUTELA DURANTE A ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE QUALQUER DESSAS DROGAS COM ALPRAZOLAM.



INTERAÇÕES COM TESTES LABORATORIAIS

EMBORA TENHAM SIDO RELATADAS OCASIONALMENTE INTERAÇÕES ENTRE OS BENZODIAZEPÍNICOS E OS TESTES LABORATORIAIS EMPREGADOS COMUMENTE, NÃO EXISTE NENHUM PADRÃO PARA UMA DROGA OU TESTE ESPECÍFICO.


Reações Adversas de Alprazolam

OS EFEITOS COLATERAIS41 DE ALPRAZOLAM, SE PRESENTES, GERALMENTE SÃO OBSERVADOS NO INíCIO DO TRATAMENTO E HABITUALMENTE DESAPARECEM COM A CONTINUIDADE DO TRATAMENTO OU DIMINUIÇÃO DA DOSE. AS REAÇÕES ADVERSAS MAIS COMUNS RELATADAS POR PACIENTES TRATADOS PARA A ANSIEDADE FORAM SONOLÊNCIA E TONTURA10/VERTIGEM11. AS REAÇÕES ADVERSAS MENOS COMUNS FORAM VISÃO42 TURVA, CEFALÉIA43, DEPRESSÃO, INSÔNIA, NERVOSISMO/ANSIEDADE, CONFUSÃO, SÍNCOPE44, ACATISIA45, TREMOR, RIGIDEZ, ALTERAÇÃO DO PESO, COMPROMETIMENTO DA MEMÓRIA/AMNÉSIA46, FALTA DE COORDENAÇÃO, SINTOMAS3 GASTRINTESTINAIS VARIADOS

(BOCA47 SECA, OBSTIPAÇÃO48, DIARRÉIA49, NÁUSEAS50/VÔMITOS32, SALIVAÇÃO AUMENTADA), TAQUICARDIA51/PALPITAÇÕES52, DERMATITE53/ALERGIA54, CONGESTÃO NASAL E MANIFESTAÇÕES AUTONÔMICAS. ADICIONALMENTE, OS SEGUINTES EVENTOS ADVERSOS FORAM RELATADOS EM ASSOCIAÇÃO AO USO DE BENZODIAZEPÍNICOS ANSIOLÍTICOS INCLUINDO ALPRAZOLAM: ESTIMULAÇÃO, AGITAÇÃO, ALUCINAÇÕES55, DISTONIA56, IRRITABILIDADE, DIFICULDADE DE CONCENTRAÇÃO, ANOREXIA57, FADIGA8, CRISES CONVULSIVAS, SEDAÇÃO7, FALA PASTOSA, ICTERÍCIA58, FRAQUEZA MUSCULOESQUELÉTICA, PRURIDO59, DIPLOPIA60, DISARTRIA61, ALTERAÇÕES DA LIBIDO62, IRREGULARIDADES MENSTRUAIS, INCONTINÊNCIA63 E RETENÇÃO URINÁRIA64 E FUNÇÃO HEPÁTICA28 ANORMAL. RARAMENTE, RELATOU-SE AUMENTO DA PRESSÃO INTRA-OCULAR.

AS REAÇÕES ADVERSAS MAIS COMUNS EM PACIENTES COM TRANSTORNO DO PÂNICO AVALIADAS DURANTE ESTUDOS CLÍNICOS, QUE FORAM MAIS FREQUENTEMENTE OBSERVADAS DO QUE COM PLACEBO65, FORAM SEDAÇÃO7/SONOLÊNCIA/FADIGA8, ATAXIA9/FALTA DE COORDENAÇÃO E FALA PASTOSA, AS REAÇÕES ADVERSAS MENOS COMUNS FORAM HUMOR ALTERADO, SINTOMAS3 GASTRINTESTINAIS, DERMATITE53, PROBLEMAS DE MEMÓRIA, DISFUNÇÃO SEXUAL, COMPROMETIMENTO INTELECTUAL E CONFUSÃO. TAMBÉM FORAM RELATADOS TONTURA10, INSÔNIA, CEFALÉIA43, DISTÚRBIO COGNITIVO66, DISARTRIA61, ANSIEDADE, MOVIMENTO INVOLUNTÁRIO ANORMAL, DIMINUIÇÃO OU AUMENTO OU ALTERAÇÃO (NÃO-ESPECIFICADA) DA LIBIDO62, DEPRESSÃO, CONTRAÇÃO MUSCULAR, FRAQUEZA, DISTÚRBIOS DO TÔNUS MUSCULAR67, SÍNCOPE44,

ACATISIA45, DESINIBIÇÃO, PARESTESIA68, LOQUACIDADE, DISTÚRBIOS VASOMOTORES, SENSAÇÃO DE DESREALIZAÇÃO, ANORMALIDADES DOS SONHOS, MEDO, SENSAÇÃO

DE CALOR, CONGESTÃO NASAL, TAQUICARDIA51, DOR TORÁCICA, HIPERVENTILAÇÃO,

INFECÇÃO69 DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES, VISÃO42 TURVA, ZUMBIDOS, CÃIBRAS E RIGIDEZ MUSCULAR, SUDORESE33, EXANTEMA70, APETITE AUMENTADO OU DIMINUÍDO, GANHO OU PERDA DE PESO, DIFICULDADES DE MICÇÃO71, DISTÚRBIOS MENSTRUAIS, EDEMA72, INCONTINÊNCIA63, INFECÇÃO69, CRISES CONVULSIVAS DESPERSONALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES DO PALADAR73, DIPLOPIA60, BILIRRUBINA74 ELEVADA, ENZIMAS HEPÁTICAS19 ELEVADAS E ICTERÍCIA58. COMO OCORRE COM OUTROS BENZODIAZEPÍNICOS, RARAMENTE FORAM RELATADOS DIFICULDADES DE CONCENTRAÇÃO, CONFUSÃO, ALUCINAÇÕES55, ESTIMULAÇÃO E EFEITOS ADVERSOS COMPORTAMENTAIS COMO IRRITABILIDADE, AGITAÇÃO, RAIVA75 E COMPORTAMENTO AGRESSIVO OU HOSTIL. EM MUITOS DOS RELATOS DE CASOS ESPONTÂNEOS DE EFEITOS COMPORTAMENTAIS ADVERSOS, OS PACIENTES ESTAVAM RECEBENDO OUTRAS DROGAS DE AÇÃO NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL2 CONCOMITANTEMENTE E/OU TINHAM DOENÇAS PSIQUIÁTRICAS SUBJACENTES.

SE OCORRER ALGUM DESSES EVENTOS ADVERSOS, A ADMINISTRAÇÃO DE ALPRAZOLAM DEVE SER INTERROMPIDA. RELATOS PUBLICADOS ISOLADOS QUE ENVOLVERAM NÚMEROS PEQUENOS DE PACIENTES SUGERIRAM QUE OS PACIENTES QUE APRESENTAM UM DISTÚRBIO DE PERSONALIDADE LIMÍTROFE, HISTÓRIA DE COMPORTAMENTO VIOLENTO OU AGRESSIVO PREGRESSO OU ABUSO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS OU OUTRAS SUBSTÂNCIAS PODEM SER PACIENTES DE RISCO PARA ESSES EVENTOS. FORAM RELATADOS CASOS DE IRRITABILIDADE, HOSTILIDADE E PENSAMENTOS INVASIVOS DURANTE A INTERRUPÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO DE ALPRAZOLAM EM PACIENTES COM DISTÚRBIO DE ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO.

Posologia e Administração de Alprazolam

A dose ótima de alprazolam deve ser individualizada com base na gravidade dos sintomas3 e na resposta individual do paciente. A dose habitual (vide quadro a seguir) é suficiente para as necessidades da maioria dos pacientes. Nos poucos pacientes que requeiram doses mais elevadas, estas deverão ser aumentadas com cautela, a fim de evitar reações adversas. Quando for necessário o aumento da dosagem diária, deve-se incrementar inicialmente a dose noturna. Em

geral, os pacientes que não tenham sido previamente tratados com medicamentos psicotrópicos26 necessitarão de doses menores que aqueles previamente tratados com tranquilizantes menores, antidepressivos ou hipnóticos ou aqueles que tiveram antecedente de alcoolismo crônico76.

Recomenda-se usar a menor dose eficaz para os pacientes idosos ou debilitados para evitar sedação7 excessiva ou ataxia9.

* Se ocorrerem efeitos colaterais41, a dose deve ser diminuída.


Superdosagem de Alprazolam

As manifestações de superdosagem do alprazolam incluem sonolência, confusão, comprometimento da coordenação, reflexos reduzidos e coma77. Foi relatada a ocorrência de morte em associação com doses excessivas de alprazolam, assim como com outros benzodiazepínicos.

Além disso, foram relatadas mortes em pacientes que receberam doses excessivas de uma combinação de um benzodiazepínico isolado, incluindo o alprazolam, e álcool; os níveis de álcool observados em alguns desses casos foram inferiores aos associados habitualmente com relatos de fatalidade induzidas por álcool.

Tratamento geral da superdosagem: Os relatos de superdosagem de alprazolam são limitados. Como em todos os casos de superdosagem, a respiração, o pulso e a pressão arterial78 devem ser monitorados. Devem ser instituídas medidas gerais de suporte, juntamente com lavagem gástrica79 imediata. Devem ser administrados líquidos intravenosos e a permeabilidade35 das vias aéreas deve ser mantida.

Se ocorrer hipotensão80, ela pode ser tratada com vasopressores. A diálise81 tem um valor limitado. Como em todos os casos de superdosagem intencional de qualquer droga, deve-se ter em mente que múltiplos agentes podem ter sido ingeridos.

O flumazenil, um antagonista82 específico dos receptores de benzodiazepínicos, está indicado na reversão completa ou parcial dos efeitos sedativos dos benzodiazepínicos e pode ser usado em situações em que a superdosagem de benzodiazepínicos foi confirmada ou é presumida. Antes da administração do flumazenil, devem ser instituídas as medidas necessárias para assegurar a permeabilidade35 das vias aéreas, a ventilação83 e um acesso intravenoso. O flumazenil destina-se a ser usado como um adjuvante do tratamento apropriado da superdosagem de benzodiazepínicos e não como um substituto. Os pacientes tratados com flumazenil devem ser monitorados para diagnosticar nova sedação7, depressão respiratória e outros efeitos residuais dos benzodiazepínicos durante um período apropriado após o tratamento. O médico deve estar ciente do risco de crise convulsiva em associação com o tratamento com flumazenil, particularmente nos pacientes que recebem, durante períodos prolongados, benzodiazepínicos e na superdosagem de antidepressivos

cíclicos.

Pacientes Idosos de Alprazolam

Recomenda-se que a dose seja limitada à menor dose eficaz para evitar o desenvolvimento de ataxia9 ou hipersedação que pode ser um problema particular em pacientes idosos, especialmente sensíveis aos efeitos dos benzodiazepínicos.

Aos pacientes idosos se aplicam todas as demais recomendações descritas anteriormente.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA.


N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.

Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.

MS - 1.0043.0041 - Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró - CRF-SP 19.258


EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA

Av. Ver. José Diniz, 3.465 - São Paulo - SP

CNPJ 61.190.096/0001-92

Indústria Brasileira


ALPRAZOLAM - Laboratório

EUROFARMA
Av. Ver. José Diniz, 3465 - Campo Belo
São Paulo/SP - CEP: 04603-003
Tel: 0800-704-3876
Email: euroatende@eurofarma.com.br
Site: http://www.eurofarma.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "EUROFARMA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Agorafobia: Estado de medo mórbido de se achar sozinho em grandes espaços abertos ou de atravessar lugares públicos. Também conhecida como cenofobia.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
8 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
9 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
10 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
11 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
12 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
13 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
14 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
15 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
16 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
17 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
18 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
19 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
20 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
21 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
22 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
23 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
24 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
25 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
26 Psicotrópicos: Que ou o que atua quimicamente sobre o psiquismo, a atividade mental, o comportamento, a percepção, etc. (diz-se de medicamento, droga, substância, etc.). Alguns psicotrópicos têm efeito sedativo, calmante ou antidepressivo; outros, especialmente se usados indevidamente, podem causar perturbações psíquicas.
27 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
28 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
29 Disforia: Estado caracterizado por ansiedade, depressão e inquietude.
30 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
31 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
32 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
33 Sudorese: Suor excessivo
34 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
35 Permeabilidade: Qualidade dos corpos que deixam passar através de seus poros outros corpos (fluidos, líquidos, gases, etc.).
36 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
37 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
38 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
39 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
40 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
41 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
42 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
43 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
44 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
45 Acatisia: Síndrome caracterizada por sentimentos de inquietação interna que se manifesta por incapacidade de se manter quieta. É frequentemente causada por medicamentos neurolépticos.
46 Amnésia: Perda parcial ou total da memória.
47 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
48 Obstipação: Prisão de ventre ou constipação rebelde.
49 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
50 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
51 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
52 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
53 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
54 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
55 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
56 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
57 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
58 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
59 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
60 Diplopia: Visão dupla.
61 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
62 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
63 Incontinência: Perda do controle da bexiga ou do intestino, perda acidental de urina ou fezes.
64 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
65 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
66 Cognitivo: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
67 Tônus muscular: Estado de tensão elástica (contração ligeira) que o músculo apresenta em repouso e que lhe permite iniciar a contração imediatamente depois de receber o impulso dos centros nervosos. Num estado de relaxamento completo (sem tônus), o músculo levaria mais tempo para iniciar a contração.
68 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
69 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
70 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
71 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
72 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
73 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
74 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
75 Raiva: 1. Doença infecciosa freqüentemente mortal, transmitida ao homem através da mordida de animais domésticos e selvagens infectados e que produz uma paralisia progressiva juntamente com um aumento de sensibilidade perante estímulos visuais ou sonoros mínimos. 2. Fúria, ódio.
76 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
77 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
78 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
79 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
80 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
81 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
82 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
83 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.

Tem alguma dúvida sobre ALPRAZOLAM?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.