Amoxicilina + Clavulanato de potássio

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

Amoxicilina + Clavulanato de potássio


Medicamento genérico Lei nº 9787, de 1999


Pó liófilo para solução injetável


Forma Farmacêutica e Apresentações da Amoxicilina + Clavulanato de Potássio

Pó liófilo para solução injetável, 1 g

Embalagens contendo 10 frascos-ampola

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Uso intravenoso


Composição da Amoxicilina + Clavulanato de Potássio

Cada frasco-ampola contém:

amoxicilina (sob a forma sódica) ....................................................................... 1 g*

clavulanato de potássio ............................................................................... 200 mg

 * Cada 1,0629 g de amoxicilina sódica, equivale à 1 g da amoxicilina base.


Cuidados de armazenamento

Conservar em temperatura ambiente (entre 15° C e 30°C). Proteger da umidade.


Prazo de validade

Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de amoxicilina + clavulanato de potássio é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.


NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características da Amoxicilina + Clavulanato de Potássio

A amoxicilina, quimicamente D-(-)-alfa-amino p. hidroxibenzil penicilina, é uma penicilina semi-sintética de amplo espectro de ação, derivada do núcleo básico da penicilina, o ácido 6-amino-penicilânico. O ácido clavulânico é uma substância produzida pela fermentação do Streptomyces clavuligerus que possui a propriedade especial de inativar de modo irreversível as enzimas beta-lactamases, permitindo, desta forma, que os microrganismos se tornem sensíveis à rápida ação bactericida da amoxicilina. Ambos os sais possuem propriedades farmacocinéticas muito equivalentes.

Tanto a amoxicilina como o clavulanato de potássio são bem absorvidos tanto pela via entérica como pela parenteral.

As concentrações séricas de amoxicilina alcançadas com o uso de amoxicilina + clavulanato de potássio são similares àquelas produzidas pela administração de doses equivalentes de amoxicilina isoladamente.

A meia-vida da amoxicilina após a administração de amoxicilina + clavulanato de potássio é de 1,3 horas e a do ácido clavulânico é de 1,0 hora.

Aproximadamente 60-70% de amoxicilina e 40-65% de ácido clavulânico são excretados, sem modificações, na urina1 durante as primeiras 6 horas após sua administração.

Nenhum dos componentes de amoxicilina + clavulanato de potássio tem ligações protéicas em grande número; o ácido clavulânico apresenta um percentual de ligações protéicas de aproximadamente 30%, enquanto que a amoxicilina, de 20%.

A amoxicilina, como a maioria das penicilinas, pode ser detectada no leite materno. Com relação ao ácido clavulânico, não existem dados disponíveis a esse respeito.

A amoxicilina se espalha rapidamente nos tecidos e fluídos intersticiais, com exceção do cérebro2 e seus fluídos. Os resultados de experimentos envolvendo a administração do ácido clavulânico, em animais sugere que esta substância, do mesmo modo que a amoxicilina, é bem distribuída pelos tecidos corporais.

Cada frasco-ampola de amoxicilina + clavulanato de potássio 1 g contém 1,26 mEq de potássio.

A amoxicilina é um antibiótico semi-sintético com um largo espectro de atividade bactericida, contra muitos microrganismos Gram-positivos e Gram-negativos. A amoxicilina é, todavia, suscetível à degradação por betalactamases e portanto o espectro de atividade não inclui microrganismos que produzem estas enzimas.

O ácido clavulânico é um beta-lactâmico, estruturalmente relacionado às penicilinas, que possui a capacidade de inativar uma gama de enzimas beta-lactaamases comumente encontradas em microrganismos resistentes à penicilinas e à cefalosporinas. Em particular, tem boa atividade contra o plasmídeo mediador das beta-lactamases clinicamente importante para a transferência de resistência à droga.

A formulação da amoxicilina com o ácido clavulânico protege a amoxicilina da degradação das enzimas betalactamases e estende de forma efetiva o espectro antibiótico da amoxicilina por incluir muitas bactérias normalmente resistentes à amoxicilina e outros antibióticos beta-lactâmicos. Assim amoxicilina + clavulanato de potássio possui propriedade única de antibiótico de amplo espectro e inibidor de beta-lactamase.

Amoxicilina + clavulanato de potássio é bactericida para uma larga faixa de bactérias, incluindo:

 • Bactérias gram-positivas:

- Aeróbias: Staphylococcus aureus*, Staphylococcus coagulase negativos* (incluindo Staphylococcus epidermidis), Enterococcus faecalis, Streptococcus pneumoniae, Streptococcus pyogenes, Streptococcus viridans,

Corynebacterium spp, Bacillus anthracis e Listeria monocytogenes.

 - Anaeróbias: Clostridium spp, Peptococcus spp e Peptostreptococcus spp.



 Bactérias gram-negativas:

 - Aeróbias: Haemophilus influenzae, Moraxella catarrhalis* (Branhamella catarrhalis), Escherichia coli*, Klebsiella

spp*, Proteus mirabillis*, Proteus vulgaris*, Neisseria gonorrhoeae*, Neisseria meningitidis, Salmonella spp*, Shigella

spp*,Bordetella pertussis, Brucella spp, Vibrio cholerae e Pasteurella multocida.

- Anaeróbias: Bacteroides spp* (incluindo o B. fragillis).

 *Incluindo cepas3 produtoras de beta-lactamase, resistentes a ampicilina e amoxicilina.


- INDICAÇÕES

amoxicilina + clavulanato de potássio é indicado para tratamentos de curta duração de infecções4 bacterianas nos seguintes sítios:

 - Infecções4 do trato respiratório superior (incluindo ENT). Ex.: amigdalite, sinusite5 e otite média6.

 - Infecções4 do trato respiratório inferior. Ex.: bronquite aguda7 e crônica, pneumonia8 lobar e broncopneumonia9.

 - Infecções4 do trato genituritário. Ex.: cistite10, uretrite11, pielonefrites e infecções4 genitais femininas.

 - Infecções4 da pele12 e tecidos moles. Ex.: furúnculos, abscessos13, celulite14 e ferimentos infectados.

 - Infecções4 dos ossos e das articulações15. Ex.: osteomielite16.

 - Outras infecções4. Ex.: aborto séptico, sepse17 puerperal, sepse17 intra-abdominal, septicemia18, peritonite19, infecções4 pós-cirúrgicas.


Amoxicilina + clavulanato de potássio também é indicado para a profilaxia de infecções4 que podem ser associadas com procedimentos cirúrgicos de grande porte, tais como os gastrintestinais, pélvicos20, da cabeça21 e pescoço22, cardíacos, renais, restauração de articulações15 e do trato biliar23.

Embora amoxicilina + clavulanato de potássio seja indicado para as condições listadas anteriormente, infecções4 causadas por microrganismos suscetíveis a ampicilina também são sensíveis ao tratamento com este medicamento, devido ao conteúdo de amoxicilina. Assim, infecções4 mistas causadas por microrganismos sensíveis à ampicilina e microrganismos produtores de beta-lactamases sensíveis a amoxicilina + clavulanato de potássio, não devem exigir a adição de outro antibiótico.


Contra- Indicações da Amoxicilina + Clavulanato de Potássio

O USO DESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO EM CASO DE HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA A AMOXICILINA, AO CLAVULANATO DE POTÁSSIO E/OU A PENICILINA. É TAMBÉM CONTRA-INDICADO EM CASOS DE DISFUNÇÃO HEPÁTICA24 /ICTERÍCIA25 ASSOCIADAS A AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO OU A PENICILINA . DEVE SER DADA ATENÇÃO A POSSÍVEL SENSIBILIDADE CRUZADA COM OUTROS ANTIBIÓTICOS BETA -LACTÂMICOS, COMO CEFALOSPORINAS.


Precauções e Advertências da Amoxicilina + Clavulanato de Potássio

REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE (ANAFILACTÓIDES) SÉRIAS E OCASIONALMENTE FATAIS TÊM SIDO RELATADAS EM PACIENTES RECEBENDO TRATAMENTO COM DERIVADOS PENICILÂNICOS.

ESTAS REAÇÕES SÃO MAIS PASSÍVEIS DE OCORREREM EM INDIVÍDUOS COM HISTÓRIA DE HIPERSENSIBILIDADE À PENICILINA E/OU UMA HISTÓRIA DE SENSIBILIDADE A MÚLTIPLOS ALÉRGENOS26. TÊM SIDO RELATADOS CASOS DE PACIENTES COM HISTÓRIA DE HIPERSENSIBILIDADE À PENICILINA E QUE TIVERAM GRAVES REAÇÕES QUANDO TRATADOS COM CEFALOSPORINAS . ANTES DE INICIAR UM TRATAMENTO COM UM DERIVADO PENICILÂNICO , DEVE SER REALIZADA UMA CRITERIOSA E MINUCIOSA PESQUISA DO PASSADO ALÉRGICO DO PACIENTE QUANTO A REAÇÕES ÀS PENICILINAS, CEFALOSPORINAS OU A OUTROS ALÉRGENOS26. CASO OCORRA UMA REAÇÃO ALÉRGICA27, AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO DEVE SER IMEDIATAMENTE DESCONTINUADO E UMA TERAPIA ADEQUADA DEVE SER INSTITUÍDA . REAÇÕES ANAFILACTÓIDES GRAVES REQUEREM TRATAMENTO DE EMERGÊNCIA28 COM EPINEFRINA. OXIGÊNIO, ESTERÓIDES INTRAVENOSOS E ASSISTÊNCIA RESPIRATÓRIA, INCLUSIVE

INTUBAÇÃO PODE SER INSTITUÍDA SE INDICADA . EMBORA AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO POSSUA A CARACTERÍSTICA DE BAIXA TOXICIDADE29 DO GRUPO DE ANTIBIÓTICOS PENICILÂNICOS, UM

ACOMPANHAMENTO PERIÓDICO DAS FUNÇÕES ORGÂNICAS, INCLUINDO FUNÇÕES RENAL30, HEPÁTICA24 E HEMATOPOI ÉTICA, É RECOMENDADO DURANTE TRATAMENTO PROLONGADO . O USO PROLONGADO TAMBÉM PODE OCASIONALMENTE RESULTAR EM CRESCIMENTO EXCESSIVO DE ORGANISMOS NÃO SUSCEPTÍVEIS. UM GRANDE NÚMERO DE PACIENTES COM MONONUCLEOSE31 QUE RECEBEM AMPICILINA DESENVOLVE RASHCUTÂNEO . ENTÃO , OS ANTIBI ÓTICOS DESTA CLASSE NÃO DEVEM SER ADMINISTRADOS A PACIENTES COM MONONUCLEOSE31 . A POSSIBILIDADE DE SUPERINFECÇÃO32 POR FUNGOS OU BACTÉRIAS DEVE SER CONSIDERADA DURANTE O TRATAMENTO . SE A SUPERINFECÇÃO32 OCORRER (USUALMENTE ENVOLVENDO PSEUDOMONAS OU CANDIDA), A DROGA DEVE SER DESCONTINUADA E/OU A TERAPIA APROPRIADA INSTITUÍDA .

DURANTE A ADMINISTRAÇÃO DE ALTAS DOSES DE AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO, DEVE-SE MANTER UMA INGESTÃO ADEQUADA DE LÍQUIDOS E ELIMINAÇÃO DE URINA1, A FIM DE MINIMIZAR A POSSIBILIDADE DE CRISTALURIA . QUANDO PRESENTE EM ALTAS CONCENTRAÇÕES NA URINA1 A TEMPERATURA AMBIENTE, A AMOXICILINA PODE PRECIPITAR NOS CATETERES DA BEXIGA33. DEVE-SE MANTER UMA VERIFICAÇÃO REGULAR DA POTÊNCIA.

SE A ADMINISTRAÇÃO PARENTERAL DE ALTAS DOSES FOR NECESSÁRIA, O TEOR DE SÓDIO TEM QUE SER CONSIDERADO PARA PACIENTES34 EM DIETA COM RESTRIÇÃO DE SAL.

USO DURANTE A GRAVIDEZ35 E LACTAÇÃO36

ESTUDOS DE REPRODUÇÃO37 EM ANIMAIS (CAMUNDONGOS E RATOS) COM AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO ADMINISTRADO VIA ORAL E PARENTERAL NÃO DEMONSTRARAM EFEITO TERATOGÊNICO38.

A EXPERIÊNCIA COM O USO DE AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO DURANTE A GRAVIDEZ35 É LIMITADA. PORTANTO, DEVE-SE EVITAR O USO DE AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO NA GRAVIDEZ35, ESPECIALMENTE DURANTE O PRIMEIRO TRIMESTRE, A MENOS QUE SEU USO SE JÁ CONSIDERADO ESSENCIAL PELO MÉDICO.

AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO PODE SER ADMINISTRADO DURANTE A LACTAÇÃO36. COM EXCEÇÃO DO RISCO DE SENSIBILIZAÇÃO, ASSOCIADO À EXCREÇÃO DE PEQUENAS QUANTIDADES NO LEITE MATERNO, NÃO EXISTEM EFEITOS NOCIVOS À CRIANÇA.


USO EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA39 E/OU RENAL30

MUDANÇAS NA FUNÇÃO HEPÁTICA24 FORAM OBSERVADAS EM ALGUNS PACIENTES QUE ESTAVAM RECEBENDO AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO, PORTANTO RECOMENDA-SE CAUTELA AO ADMINISTRAR ESTE MEDICAMENTO A PACIENTES COM EVIDÊNCIAS DE DISFUNÇÃO HEPÁTICA24 GRAVE. ICTERÍCIA25 COLESTÁTICA, QUE PODE SER GRAVE, MAS GERALMENTE REVERSÍVEL, FOI RARAMENTE REPORTADA. OS SINAIS40 PODEM NÃO SER APARENTES POR ATÉ 6 SEMANAS APÓS A INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO . A INSUFICIÊNCIA RENAL41 NÃO RETARDA A EXCREÇÃO NEM DO CLAVULANATO NEM DA AMOXICILINA. CONTUDO, EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL41 MODERADA OU GRAVE, A DOSE DE AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO DEVE SER AJUSTADA (VIDE “POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO ”). O CLAVULANATO DE POTÁSSIO EQUIVALE A 100 MG OU 200 MG DE ÁCIDO CLAVULÂNICO E CONTÉM 0,63 MMOL OU 1,26 MMOL DE POTÁSSIO, RESPECTIVAMENTE.


EFEITOS SOBRE A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS

NÃO HÁ EVIDÊNCIAS DE QUE AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO DIMINUA A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS.


Interações Medicamentosas da Amoxicilina + Clavulanato de Potássio

A PROBENECIDA RETARDA EXCREÇÃO RENAL30 DA AMOXICILINA . O SEU USO CONCOMITANTE COM AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO PODE RESULTAR EM UM AUMENTO DO NÍVEL DE AMOXICILINA NO SANGUE42, MAS NÃO DO ÁCIDO CLAVUL ÂNICO, PORTANTO , NÃO É RECOMENDADO.

A ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE ALOPURINOL E AMPICILINA AUMENTA CONSIDERAVELMENTE A INCIDÊNCIA43 DE RASH44 EM PACIENTES RECEBENDO AMBAS AS DROGAS SE COMPARADOS A PACIENTES RECEBENDO SOMENTE AMPICILINA . NÃO SE SABE SE ESTA POTENCIALIZA ÇÃO DO EFEITO DA AMPICILINA É DEVIDO AO ALOPURINOL OU A HIPERURICEMIA PRESENTE NESTES PACIENTES . NAÕ HÁ DADOS SOBRE A ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO E ALOPURINOL.

A INGESTÃO DE ÁLCOOL DEVE SER EVITADA DURANTE E POR VÁRIOS DIAS APÓS O TRATAMENTO COM AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO.

AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO NÃO DEVE SER ADMINISTRADO CONCOMITANTEMENTE AO DISSULFIRAM.

O PROLONGAMENTO DOS TEMPOS DE SANGRAMENTO E DE PROTOMBINA FOI RELATADO EM ALGUNS PACIENTES QUE ESTAVAM RECEBENDO AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO. AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO DEVE SER USADO COM CAUTELA EM PACIENTES SOB TRATAMENTO COM ANTICOAGULANTES45 .

DA MESMA FORMA QUE OUTROS ANTIBIÓTICOS DE AMPLO ESPECTRO , AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO PODE REDUZIRA A EFICÁCIA DOS CONTRACEPTIVOS ORAIS. AS PACIENTES DEVEM SER AVISADAS QUANTO A ESTE FATO .


Reações Adversas da Amoxicilina + Clavulanato de Potássio

AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO É GERALMENTE BEM TOLERADO . A MAIORIA DAS REAÇÕES ADVERSAS OBSERVADAS EM ESTUDOS CLÍNICOS É DE NATUREZA TRANSITÓRIA E LEVE E MENOS DE 3% DOS PACIENTES DESCONTINUARAM O TRATAMENTO EM FUNÇÃO DESSAS REAÇÕES, DECORRENTES DO USO DO MEDICAMENTO . AS MAIS FREQÜENTES REAÇÕES RELATADAS FORAM: DIARRÉIA46, COLITE47 PSEUDOMEMBRANOSA , CANDIDÍASE48 , INDIGESTÃO , NÁUSEA49 , VÔMITO50 , RASH44 CUTÂNEO51 , URTICÁRIA52 E VAGINITE53 . A NÁUSEA49, APESAR DE RARA, É MAIS FREQÜENTEMENTE ASSOCIADA A ALTAS DOSES POR VIA ORAL.

A INCIDÊNCIA43 DE REAÇÕES ADVERSAS , PARTICULARMENTE DIARRÉIA46 , AUMENTOU EM FUNÇÃO DO AUMENTO DA DOSE RECOMENDADA DA AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO. OUTRAS REAÇÕES RELATADAS COM MENOS FREQÜÊNCIA INCLUEM DESCONFORTO ABDOMINAL , FLATULÊNCIA E CEFALÉIA54, FLEBITE55 NO LOCAL DA INJEÇÃO56 TAMBÉM FOI RELATADA .

AS SEGUINTES REAÇÕES ADVERSAS TÊM SIDO RELATADAS COM O USO DE ANTIBIÓTICOS PENICILÂNICOS:

 - GASTRINTESTINAIS: DIARRÉIA46, NÁUSEA49, VÔMITO50, INDIGESTÃO, GASTRITE57, ESTOMATITE58, GLOSSITE59, ENTEROCOLITE, LÍNGUA60 SABURROSA E CANDIDÍASE48 INTESTINAL.

COLITE47 ASSOCIADA AO ANTIBIÓTICO (INCLUINDO COLITE47 PSEUDOMEMBRANOSA E COLITE47 HEMORRÁGICA61 ) TÊM SIDO RELATADAS RARAMENTE.


 - REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE: EDEMA ANGIONEURÓTICO62, ANAFILAXIA63, SÍNDROME64 SEMELHANTE A DOENÇA DO SORO65 (URTICÁRIA52 OU RASH44 CUTÂNEO51 ACOMPANHADO DE ARTRITE66, ARTRALGIA67, MIALGIA68 E FREQUENTEMENTE FEBRE69) E VASCULITE70 DE HIPERSENSIBILIDADE .

RASH44 ERITEMATOSO71 E URTICÁRIA52 OCORREM ALGUMAS VEZES. RARAMENTE ERITEMA72 MUITIFORME, SÍNDROME DE STEVENS-JOHNSON73, NECRÓLISE EPIDÉRMICA TÓXICA74 E DERMATITE75 ESFOLIATIVA TÊM SIDO RELATADAS. O TRATAMENTO DEVE SER DESCONTINUADO SE UMA DESSAS REAÇÕES OCORRER. ESTAS REAÇÕES PODEM SER CONTROLADAS COM ANTI-HISTAMÍNICOS E, SE NECESSÁRIO, CORTICOSTERÓIDES SISTÊMICOS76.

RASHES ERITREMATOSOS TÊM SIDO ASSOCIADOS A FEBRE69 GLANDULAR EM PACIENTES RECEBENDO AMOXICILINA.

AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO DEVE SER EVITADO SE EXISTIR SUSPEITA DE FEBRE69 GLANDULAR. RARAMENTE PODE OCORRER NEFRITE77 INTERSTICIAL78.


 - HEPÁTICAS79: UM AUMENTO MODERADO NO SGOT, SGPT, TGO E/OU TGA FOI DETECTADO EM PACIENTES TRATADOS COM ESTA CLASSE DE ANTIBIÓTICOS, INCLUINDO AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO. A SIGNIFICÂNCIA DESSES ACHADOS É DESCONHECIDA, DA MESMA FORMA QUE COM OUTRAS PENICILINAS E CEFALOSPORINAS, DISFUNÇÕES HEPÁTICAS79 RARAMENTE TÊM SIDO RELATADAS, COM A PREDOMINÂNCIA DE EFEITOS COLESTÁTICO E HEPATOCELULAR OU AMBOS. ESTES SINAIS40/SINTOMAS80 PODEM APARECER DURANTE OU AP ÓS O TRATAMENTO E DESAPARECER COMPLETAMENTE APÓS A INTERRUPÇÃO DA MEDICAÇÃO.

HEPATITE81 E ICTERÍCIA25 COLESTÁTICA FORAM RARAMENTE RELATADAS COM AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO. ENTRETANTO, ESTAS PODEM SER GRAVES E CONTINUAR POR VÁRIOS MESES. TÊM OCORRIDO PREDOMINANTEMENTE EM ADULTOS OU IDOSOS E COM FREQÜÊNCIA LIGEIRAMENTE MAIOR EM HOMENS.

OS SINAIS40 E SINTOMAS80 PODEM OCORRER DURANTE O TRATAMENTO, MAS SÃO MAIS FREQUENTEMENTE RELATADOS APÓS O TÉRMINO DO TRATAMENTO COM UMA DEMORA DE ATÉ SEIS SEMANAS. OS EVENTOS HEPÁTICOS SÃO GERALMENTE REVERSÍVEIS. ENTRETANTO, EM CIRCUNSTÂNCIAS EXTREMAMENTE RARAS, HOUVE RELATOS DE MORTES. EVENTOS HEPÁTICOS TÊM SIDO RELATADOS PREDOMINANTEMENTE EM HOMENS E PACIENTES IDOSOS E PODEM SER ASSOCIADOS COM TRATAMENTO PROLONGADO. ESTES FORAM QUASE SEMPRE CASOS ASSOCIADOS A DOENÇAS LATENTES GRAVES OU MEDICAÇÕES CONCOMITANTES.


 - SISTEMA HEMATOLÓGICO: TROMBOCITOPENIA82 REVERSÍVEL E ANEMIA HEMOLÍTICA83, PÚRPURA84 TROMBOCITOPÊNICA, EOSINOFILIA85, LEUCOPENIA86 REVERSÍVEL (INCLUINDO NEUTROPENIA87 OU AGRANULOCITOSE88 ) FORAM RELATADAS RARAMENTE . ESTAS REAÇÕES SÃO NORMALMENTE REVERSÍVEIS COM A INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO E SÃO TIDAS COMO FENÔMENOS DE HIPERSENSIBILIDADE. UMA BRANDA TROMBOCITOSE89 FOI VERIFICADA EM MENOS DE 1% DOS PACIENTES TRATADOS COM AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO.


 - SISTEMA NERVOSO CENTRAL90: HIPERATIVIDADE REVERSÍVEL, AGITAÇÃO, ANSIEDADE, INSÔNIA, CONFUSÃO MENTA, MODIFICAÇÕES NO COMPORTAMENTO E/OU VERTIGEM91, CEFALÉIA54 E CONVULSÕES, FORAM RARAMENTE RELATADAS. AS CONVULSÕES PODEM OCORRER EM PACIENTES COM FUNÇÃO RENAL30 COMPROMETIDA OU NAQUELES PACIENTES RECEBENDO ALTAS DOSES.


 - REAÇÕES LOCAIS: TROMBO92 FLEBITES NOS LOCAIS DA ADMINISTRAÇÃO INTRAVENOSA FORAM


Posologia da Amoxicilina + Clavulanato de Potássio

 - Posologia para o tratamento de infeção:

Adultos e crianças acima de 12 anos:

Dose usual: 1 g de 8 em 8 horas. Em infecções4 mais graves, aumentar a freqüência para intervalos de 6 horas.

Crianças de 3 meses a 12 anos: 30 mg/kg* de amoxicilina + clavulanato de potássio de 8 em 8 horas. Em infecções4 mais graves, aumentar a freqüência para intervalos de 6 em 6 horas.

Crianças de 0 a 3 meses: 30 mg/kg* de amoxicilina + clavulanato de potássio a cada 12 horas em crianças prematura e recém-nascidas durante o período perinatal, aumentando para intervalos de 8 em 8 horas posteriormente.

 * Cada 30 mg de amoxicilina + clavulanato de potássio fornece 5 mg de ácido clavulânico e 25 mg de amoxicilina.


 - Posologia para profilaxia cirúrgica:

Adultos

A profilaxia cirúrgica com amoxicilina + clavulanato de potássio deve ter como objetivo proteger o paciente durante o período de risco de infecções4. Desta forma, procedimentos que durem menos de uma hora podem ser cobertos em adultos por 1,0 g de amoxicilina + clavulanato de potássio administrado na indução da anestesia93. Cirurgias mais longas requerem doses subseqüentes de 1,0 g de amoxicilina + clavulanato de potássio (até 4 doses em 24 horas).

Estas doses são geralmente administradas em intervalos de 0, 8, 16 e 24 horas. Este esquema posológico pode ser continuado por vários dias se o procedimento tiver aumentado significantemente o risco de infecções4.

Sinais40 clínicos claros de infecção94 na cirurgia vão requerer um curso normal da terapia intravenosa com amoxicilina + clavulanato de potássio no pós-operatório.


 - Posologia para insuficiência renal41:

Adultos


Crianças:

Reduções similares na dose podem ser feitas para crianças.


 - Posologia para insuficiência hepática39:

Para pacientes34 com insuficiência hepática39, a definição da posologia deve ser feita com cautela, avaliando-se a função hepática24 a intervalos regulares.


ADMINISTRAÇÃO

amoxicilina + clavulanato de potássio pode ser administrado tanto por injeção56 intravenosa quanto por infusão intermitente95. Não é adequado para administração intramuscular.

amoxicilina + clavulanato de potássio 1 g: Para reconstituir, dissolva em 20 mL de água para injeção56 (volume final 20,9 mL).

Uma coloração rósea transitória pode aparecer durante a reconstituição. As soluções reconstituídas são normalmente de cor esbranquiçada a amarelada.


INJEÇÃO56 INTRAVENOSA:

A estabilidade de amoxicilina + clavulanato de potássio depende da concentração, assim, amoxicilina + clavulanato de potássio deve ser usado imediatamente após a reconstituição e administrado por injeção56 intravenosa lenta por um período de 3-4 minutos. amoxicilina + clavulanato de potássio deve ser usado em um período de 20 minutos após a reconstituição. Não congele. A solução pode ser injetada diretamente na veia ou através de equipo.


INFUSÃO INTRAVENOSA:

Como alternativa, pode-se preparar infusão de amoxicilina + clavulanato de potássio com água para injeção56 ou injeção56 intravenosa de cloreto de sódio (0,9%p/v). Acrescentar imediatamente o conteúdo do frasco-ampola de amoxicilina + clavulanato de potássio 500 mg reconstituído a 50 mL com fluído para infusão ou o conteúdo do frasco-ampola de amoxicilina + clavulanato de potássio 1 g reconstituído a 100 mL com fluído para infusão. A infusão deve ser administrada durante um período de 30-40 minutos. As solução assim reconstituídas, para infusão, quando misturadas com água estéril para injeção56 ou solução estéril de cloreto de sódio (0,9%) permanecem estáveis por até 4 horas se mantidas à temperatura à 25°C.

Quaisquer soluções residuais de antibiótico devem ser descartadas.

amoxicilina + clavulanato de potássio não deve ser misturado a derivados do sangue42, outros fluidos proteináceos tais como proteínas96 hidrolisadas ou emulsões de lipídio intravenosas.

Se amoxicilina + clavulanato de potássio for prescrito juntamente com um aminoglicosídeo, os antibióticos não devem ser misturados na seringa97, nem no frasco de fluido intravenoso ou através de equipo, pois uma perda de atividade do aminoglicosídeo pode ocorrer sob tais condições.

O tratamento não deve ser prolongado além de 14 dias sem revisão.


ESTABILIDADE E COMPATIBILIDADE

As infusões intravenosas de amoxicilina + clavulanato de potássio podem ser administradas em diferentes fluidos intravenosos. Concentrações satisfatórias do antibiótico são mantidas a 5°C e a temperatura a 25°C no volume recomendado dos seguintes fluidos para infusão. Se reconstituídas e mantidas a temperatura ambiente, as infusões devem ser administradas dentro dos prazos estabelecidos.


Fluidos para infusão intravenosa                                                          Período de estabilidade a 25°C

Água para injeção56...................................................................................................................4 horas

Infusão intravenosa de Cloreto de sódio (0,9% p/v)...............................................................4 horas

Infusão intravenosa de Lactato98 de sódio................................................................................4 horas

Infusão intravenosa de Cloreto de sódio composto (solução de Ringer)...............................3 horas

Infusão intravenosa de Lactato98 de sódio composto (solução de Ringer-Lactato98; solução de Hartmann)............................................................................................................................ 3 horas

Infusão intravenosa de Cloreto de sódio e cloreto de potássio.............................................3 horas


As soluções reconstituídas não devem ser congeladas.

amoxicilina + clavulanato de potássio é menos estável em infusões contendo glicose99, dextran ou bicarbonato. A solução reconstituída não deve, portanto, a ser adicionada a tais infusões, mas pode ser injetada no tubo gotejador durante um período de 3 a 4 minutos.

Para armazenagem a 5°C, a solução reconstituída deve ser adicionada à bolsa para infusão pré-refrigerada podendo ser armazenada por até 8 horas. A partir daí, a infusão deve ser administrada imediatamente após atingir a temperatura ambiente.


Fluidos para infusão intravenosa                                            Período de estabilidade a 5°C

Água para injeção56.......................................................................................................8 horas

Infusão intravenosa de cloreto de sódio (0,9% p/v)....................................................8 horas


- SUPERDOSAGEM

É improvável que ocorram problemas de superdosagem com amoxicilina + clavulanato de potássio. Se aparecerem, sintomas80 gastrintestinais e distúrbios no balanço hidroeletrolítico100 poderão ser evidentes. Nesses casos, o tratamento é sintomático101.

A amoxicilina pode ser removida da circulação102 por hemodiálise103. O peso molecular, o grau de ligação protéica e o perfil farmacocinético do ácido clavulânico, em conjunto com informações de um paciente com insuficiência renal41, sugerem que este componente também pode ser removido por hemodiálise103.


Pacientes Idosos da Amoxicilina + Clavulanato de Potássio

Devem-se seguir as orientações gerais descritas anteriormente.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

USO RESTRITO A HOSPITAIS.

N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.


Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.


Registro MS - 1.0043.0811

Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró - CRF-SP 19.258


Fabricado por:


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Rua Enéas Luiz Carlos Barbanti, 216 - São Paulo – SP


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Av. Ver. José Diniz - São Paulo - SP

CNPJ 61.190.096/0001-92

Indústria Brasileira


Amoxicilina + Clavulanato de potássio - Laboratório

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Complementos

1 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
2 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
3 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
4 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
5 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
6 Otite média: Infecção na orelha média.
7 Bronquite aguda: Inflamação dos brônquios produzida em geral por diferentes vírus respiratórios, que se manifesta por febre, tosse e expectoração de muco à tosse.
8 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
9 Broncopneumonia: Infecção do tecido pulmonar produzida em geral por microorganismos que alcançam os alvéolos através dos brônquios. Pode ser uma doença grave, principalmente em pacientes idosos. Manifesta-se por tosse, febre e opacificação na radiografia de tórax.
10 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
11 Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
12 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
13 Abscessos: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
14 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
15 Articulações:
16 Osteomielite: Infecção crônica do osso. Pode afetar qualquer osso da anatomia e produzir-se por uma porta de entrada local (fratura exposta, infecção de partes moles) ou por bactérias que circulam através do sangue (brucelose, tuberculose, etc.).
17 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
18 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
19 Peritonite: Inflamação do peritônio. Pode ser produzida pela entrada de bactérias através da perfuração de uma víscera (apendicite, colecistite), como complicação de uma cirurgia abdominal, por ferida penetrante no abdome ou, em algumas ocasiões, sem causa aparente. É uma doença grave que pode levar pacientes à morte.
20 Pélvicos: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
21 Cabeça:
22 Pescoço:
23 Trato Biliar: Os DUCTOS BILIARES e a VESÍCULA BILIAR.
24 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
25 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
26 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
27 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
28 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
29 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Mononucleose: Doença de progressão benigna, muito comum, causada pela infecção pelo vírus Epstein-Barr e transmitida pelo contato com saliva contaminada. Seus sintomas incluem: mal-estar, dor de cabeça, febre, dor de garganta, ínguas principalmente no pescoço, inflamação do fígado. Acomete mais freqüentemente adolescentes e adultos jovens.
32 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
33 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
34 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
35 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
36 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
37 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
38 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
39 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
40 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
41 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
42 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
43 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
44 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
45 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
46 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
47 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
48 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
49 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
50 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
52 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
53 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
54 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
55 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
56 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
57 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
58 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
59 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
60 Língua:
61 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
62 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
63 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
64 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
65 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
66 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
67 Artralgia: Dor em uma articulação.
68 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
69 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
70 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
71 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
72 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
73 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
74 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
75 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
76 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
77 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
78 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
79 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
80 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
81 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
82 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
83 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
84 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
85 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
86 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
87 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
88 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
89 Trombocitose: É o número excessivo de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitopenia. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é superior a 750.000/mm³ (e particularmente acima de 1.000.000/mm³) justifica-se investigação e intervenção médicas. Quanto à origem, pode ser reativa ou primária (provocada por doença mieloproliferativa). Apesar de freqüentemente ser assintomática (particularmente quando se origina como uma reação secundária), pode provocar uma predisposição para a trombose.
90 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
91 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
92 Trombo: Coágulo aderido à parede interna de uma veia ou artéria. Pode ocasionar a diminuição parcial ou total da luz do mesmo com sintomas de isquemia.
93 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
94 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
95 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
96 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
97 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
98 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
99 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
100 Hidroeletrolítico: Aproximadamente 60% do peso de um adulto são representados por líquido (água e eletrólitos). O líquido corporal localiza-se em dois compartimentos, o espaço intracelular (dentro das células) e o espaço extracelular (fora das células). Os eletrólitos nos líquidos corporais são substâncias químicas ativas. Eles são cátions, que carregam cargas positivas, e ânions, que transportam cargas negativas. Os principais cátions são os íons sódio, potássio, cálcio, magnésio e hidrogênio. Os principais ânions são os íons cloreto, bicarbonato, fosfato e sulfato.
101 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
102 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
103 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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