Preço de Atenolol + Clortalidona em Fairfield/SP: R$ 28,55

Atenolol + Clortalidona

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

Atenolol + Clortalidona

Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999

Comprimido

Forma Farmacêutica e Apresentações de Atenolol + Clortalidona

Comprimidos de 50 mg + 12,5 mg. Embalagem contendo 28 comprimidos.Comprimidos de 100 mg + 25 mg. Embalagem contendo 28 comprimidos.

USO ADULTO
Oral

Composição de Atenolol + Clortalidona

Cada comprimido de 50 + 12,5 mg contém:
atenolol .................... 50,0 mg
clortalidona .................... 12,5 mg
Excipientes q.s.p. .................... 1 comprimido

Cada comprimido de 100 + 25 mg contém:
atenolol .................... 100,0 mg
clortalidona .................... 25,0 mg
Excipientes q.s.p. .................... 1 comprimido
Excipientes: carbonato de magnésio, povidona (k 30), laurilsulfato de sódio, povidona (crosslinked), amido de milho, amidoglicolato de sódio, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio e água deionizada.

Informações ao Paciente de Atenolol + Clortalidona

Ação esperada do medicamentoRedução prolongada da pressão arterial1, quando a associação com um diurético2 é necessária.

Cuidados de administração
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com água. Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que lembrar. Não tome duas doses ao mesmo tempo.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde3.

Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento de seu médico. A interrupção do tratamento com atenolol + clortalidona deve ser feita gradualmente.

Gravidez4 e lactação5
Atenolol + clortalidona não deve ser utilizado durante a gravidez4 e a lactação5. Informe seu médico da ocorrência de gravidez4 na vigência do tratamento ou após o término. Informar ao médico se está amamentando.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir autos e/ou operar máquinas
É improvável que o uso de Atenolol + clortalidona resulte em comprometimento da habilidade de dirigir autos ou operar máquinas. Entretanto, deve ser levado em consideração que ocasionalmente pode ocorrer tontura6 ou fadiga7.

Contra-indicações e precauções: atenolol + clortalidona não deve ser usado por pacientes com alergia8 ao atenolol, à clortalidona e/ou aos demais componentes da fórmula. Informe seu médico se você tem problemas pulmonares, cardíacos, circulatórios, renais, diabetes9, gota10, problemas de tireóide e se tem ou já teve feocromocitoma11. Antes de qualquer cirurgia, informe ao médico anestesista ou ao dentista que está tomando atenolol + clortalidona. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

Ingestão concomitante com outras substâncias
Informe seu médico se estiver tomando outros betabloqueadores (inclusive colírios), medicamentos para tratamento de problemas do coração12 e circulação13 (antihipertensivos, antiarrítmicos, antianginosos), antiinflamatórios, lítio, descongestionantes nasais, medicamentos para gripe14, para diabetes9 e outros diuréticos15. O resultado do tratamento poderá ser alterado se atenolol + clortalidona for tomado ao mesmo tempo que estes medicamentos. Enquanto estiver em tratamento com atenolol + clortalidona não tome nenhum outro medicamento sem o consentimento de seu médico.

Modo de uso
Adultos: Um comprimido ao dia de atenolol + clortalidona 50 mg ou de atenolol + clortalidona 100 mg. A maioria dos pacientes com hipertensão16 apresentará uma resposta satisfatória com a dose diária de um comprimido de atenolol + clortalidona 100 mg.
Há pouca ou nenhuma queda adicional na pressão arterial1 com o aumento de dose, e, quando necessário, pode-se adicionar outra droga anti-hipertensiva, tal como um vasodilatador. Pacientes idosos geralmente respondem a doses menores.
Crianças: Não há experiência pediátrica com atenolol + clortalidona e, por esta razão, não é recomendado para uso em crianças.
Idosos: Um comprimido ao dia de atenolol + clortalidona 50 mg é suficiente na maioria dos pacientes idosos com hipertensão16, principalmente naqueles que não respondem ao tratamento com baixas doses de apenas um componente. Nos casos em que o controle da hipertensão16 não for alcançado, a adição de uma pequena dose de um terceiro agente, por exemplo um vasodilatador, pode ser adequada.
Insuficiência renal17: É necessária cautela na administração em pacientes com insuficiência renal17 grave, podendo ser necessária uma redução na dose diária ou na freqüência de administração das doses.

Reações Adversas
Informe seu médico do aparecimento de reações desagradáveis. Durante o tratamento com atenolol + clortalidona podem ocorrer as seguintes reações: batimento mais lento do coração12, mãos18 e pés frios, cansaço, distúrbios do sono, distúrbios gastrointestinais, fraqueza, vômito19 e cãibras.

Condutas em Caso de Superdose
Os sintomas20 de superdosagem podem incluir bradicardia21, hipotensão22, insuficiência cardíaca23 aguda e broncoespasmo24.

Cuidados de Conservação
Conservar em temperatura ambiente (entre 15º e 30º C). Proteger da umidade.

Prazo de Validade
Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de atenolol + clortalidona é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.
NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde3 de Atenolol + Clortalidona

Características de Atenolol + Clortalidona

Propriedades FarmacodinâmicasO atenolol + clortalidona combina a atividade anti-hipertensiva de dois agentes, um beta-bloqueador (atenolol) e um diurético2 (clortalidona).
O atenolol é um bloqueador beta-1 seletivo (isto é, age preferencialmente sobre os receptores adrenérgicos25 beta-1 do coração12). A seletividade diminui com o aumento da dose. O atenolol não possui atividade simpatomimética intrínseca nem atividade estabilizadora de membrana. Assim como outros beta-bloqueadores, o atenolol possui efeitos inotrópicos negativos e, portanto, é contra-indicado em insuficiência cardíaca23 descompensada. Como ocorre com outros agentes beta-bloqueadores, o mecanismo de ação do atenolol no tratamento da hipertensão16 não está completamente elucidado.
É improvável que quaisquer propriedades adicionais do S(-) atenolol, em comparação com a mistura racêmica26, originem efeitos terapêuticos diferentes.
A clortalidona, um diurético2 monossulfonamil, aumenta a excreção de sódio e cloreto. A natriurese27 é acompanhada por certa perda de potássio. O mecanismo pelo qual a clortalidona reduz a pressão arterial1 não é totalmente conhecido, mas pode estar relacionado à excreção e redistribuição de sódio corporal.
Atenolol é efetivo e bem tolerado na maioria das populações étnicas. Pacientes negros respondem melhor à combinação de atenolol e clortalidona do que à monoterapia com atenolol. A combinação de atenolol com diuréticos15 tiazídicos demonstrou ser compatível e geralmente mais eficaz do que cada uma das drogas usadas isoladamente.
Propriedades Farmacocinéticas
A absorção do atenolol após administração oral é consistente, mas incompleta (aproximadamente 40-50%) com picos de concentração plasmática ocorrendo de 2 a 4 horas após a administração da dose. Os níveis sangüíneos do atenolol são consistentes e sujeitos a pequena variabilidade. Não há metabolismo28 hepático significativo do atenolol e mais de 90% da quantidade absorvida alcança a circulação13 sistêmica inalterada. A meia-vida plasmática é de aproximadamente 6 horas, mas pode se elevar na presença de insuficiência renal17 grave, uma vez que os rins29 são a principal via de eliminação. O atenolol penetra muito pouco nos tecidos devido a sua baixa solubilidade lipídica, e sua concentração no tecido30 cerebral é baixa. Sua taxa de ligação às proteínas31 plasmáticas é baixa (aproximadamente 3%).
A absorção da clortalidona após dose oral é consistente, mas incompleta (aproximadamente 60%) com picos de concentração plasmática ocorrendo aproximadamente 12 horas após a dose. Os níveis sangüíneos da clortalidona são consistentes e sujeitos a pouca variabilidade. A meia-vida plasmática é de aproximadamente 50 horas e os rins29 são a principal via de eliminação. Sua taxa de ligação às proteínas31 plasmáticas é alta (aproximadamente 75%).
A administração conjunta de clortalidona e atenolol possui pouco efeito sobre a farmacocinética de ambos. O atenolol + clortalidona é efetivo por pelo menos 24 horas após dose oral única diária. Essa simplicidade de dose facilita a adesão do paciente ao tratamento.

Indicações de Atenolol + Clortalidona

Controle da hipertensão16.

Contra-Indicações de Atenolol + Clortalidona

O uso deste medicamento é contra-indicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao atenolol, à clortalidona e/ou demais componentes da formulação. O atenolol + clortalidona não deve ser usado na presença de: bradicardia21, choque32 cardiogênico, hipotensão22, acidose metabólica33, distúrbios graves da circulação13 arterial periférica, bloqueio cardíaco34 de segundo ou terceiro grau, síndrome35 do nodo-sinusal, feocromocitoma11 não tratado e insuficiência cardíaca23 descompensada.O atenolol + clortalidona não deve ser administrado durante a gravidez4 e a lactação5.

Posologia e Modo de Usar de Atenolol + Clortalidona

Adultos: Um comprimido ao dia de atenolol + clortalidona 50 mg ou de atenolol + clortalidona 100 mg. A maioria dos pacientes com hipertensão16 apresentará uma resposta satisfatória com a dose diária de um comprimido de atenolol + clortalidona 100 mg.
Há pouca ou nenhuma queda adicional na pressão arterial1 com o aumento de dose, e, quando necessário, pode-se adicionar outra droga anti-hipertensiva, tal como um vasodilatador. Pacientes idosos geralmente respondem a doses menores.
Crianças: Não há experiência pediátrica com atenolol + clortalidona e, por esta razão, não é recomendado para uso em crianças.
Idosos: Um comprimido ao dia de atenolol + clortalidona 50 mg é suficiente na maioria dos pacientes idosos com hipertensão16, principalmente naqueles que não respondem ao tratamento com baixas doses de apenas um componente. Nos casos em que o controle da hipertensão16 não for alcançado, a adição de uma pequena dose de um terceiro agente, por exemplo um vasodilatador, pode ser adequada.
Insuficiência renal17: É necessária cautela na administração em pacientes com insuficiência renal17 grave, podendo ser necessária uma redução na dose diária ou na freqüência de administração das doses.

Precauções e Advertências de Atenolol + Clortalidona

As seguintes precauções e advertências devem ser consideradas devido ao beta-bloqueador atenolol: Embora contraindicado em insuficiência cardíaca23 descompensada (vide item " Contra-indicações" ), atenolol + clortalidona pode ser usado em pacientes cujos sinais36 de insuficiência cardíaca23 tenham sido controlados. Deve-se tomar cuidado com pacientes cuja reserva cardíaca esteja diminuída.O atenolol + clortalidona pode aumentar o número e a duração dos ataques de angina37 em pacientes com angina37 de Prinzmetal, devido à vasoconstrição38 da artéria39 coronária mediada por receptores alfa sem oposição. Uma vez que o atenolol é um bloqueador beta-1 seletivo, o uso do atenolol + clortalidona pode ser considerado, embora se deve ter o máximo de cautela.
Embora contra-indicado em distúrbios graves da circulação13 arterial periférica (vide item " Contra-indicações" ), atenolol + clortalidona também pode agravar distúrbios menos graves da circulação13 arterial periférica.
O atenolol + clortalidona deve ser administrado com cautela em pacientes com bloqueio cardíaco34 de primeiro grau, devido ao seu efeito negativo sobre o tempo de condução.
O atenolol + clortalidona pode modificar a taquicardia40 da hipoglicemia41 e pode mascarar os sinais36 de tireotoxicose. Uma das ações farmacológicas dos beta-bloqueadores é a redução da freqüência cardíaca. Nos raros casos em que um paciente tratado desenvolver sintomas20 que possam ser atribuíveis a uma baixa freqüência cardíaca, a dose pode ser reduzida.
O atenolol + clortalidona não deve ser descontinuado abruptamente em pacientes que sofrem de doença cardíaca isquêmica.
O atenolol + clortalidona pode causar uma reação mais grave a uma variedade de alérgenos42 quando administrado a pacientes com história de reação anafilática43 a tais alérgenos42. Estes pacientes podem não responder às doses usuais de adrenalina44 utilizadas no tratamento de reações alérgicas.
O atenolol + clortalidona pode ocasionalmente causar um aumento na resistência das vias respiratórias em pacientes asmáticos. Uma vez que o atenolol é um bloqueador beta-1 seletivo, seu uso pode ser considerado, embora se deve ter o máximo de cautela. Se ocorrer aumento da resistência das vias aéreas, o atenolol + clortalidona deve ser descontinuado e, se necessário, deve ser administrada terapia broncodilatadora (por exemplo salbutamol45).
As seguintes precauções e advertências devem ser consideradas devido a clortalidona:
Pode ocorrer hipocalemia46. Os níveis de potássio devem ser avaliados, especialmente em pacientes mais idosos, naqueles que estejam recebendo digitálicos para insuficiência cardíaca23, pacientes em dieta especial (com baixo teor de potássio) ou que apresentem distúrbios gastrointestinais. A hipocalemia46 pode levar a arritmias47 em pacientes que estejam recebendo digitálicos.
Deve-se ter cuidado em pacientes com insuficiência renal17 grave (vide item " Posologia e Modo de Usar" ).
A clortalidona pode diminuir a tolerância à glicose48. É necessário tomar cuidado ao se administrar atenolol + clortalidona a pacientes com conhecida predisposição a diabetes mellitus49.
Os diuréticos15 podem causar hiperuricemia. O atenolol + clortalidona é geralmente associado a aumentos de menor importância no ácido úrico sérico. Nos casos de elevação prolongada, o uso concomitante de agente uricosúrico reverterá a hiperuricemia.

Uso durante a Gravidez4 e a Lactação5
Atenolol não deve ser administrado durante os períodos de gravidez4 e lactação5.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir autos e/ou operar máquinas
É improvável que o uso de atenolol + clortalidona resulte em comprometimento da habilidade de dirigir autos ou operar máquinas. Entretanto, deve ser levado em consideração que ocasionalmente pode ocorrer tontura6 ou fadiga7.

Interações Medicamentosas de Atenolol + Clortalidona

O uso combinado de beta-bloqueadores e bloqueadores do canal de cálcio com efeitos inotrópicos negativos, como por exemplo verapamil e diltiazem, pode levar a um aumento desses efeitos, particularmente em pacientes com função ventricular comprometida e/ou anormalidades de condução sino-atrial ou atrioventricular. Isto pode resultar em hipotensão22 grave, bradicardia21 e insuficiência cardíaca23. Nenhuma destas drogas deve ser administrada intravenosamente antes da descontinuação da outra por 48 horas.
A terapia concomitante com diidropiridinas, por exemplo nifedipino, pode aumentar o risco de hipotensão22 e pode ocorrer falência cardíaca em pacientes com insuficiência cardíaca23 latente.
A associação de glicosídeos digitálicos com beta-bloqueadores pode aumentar o tempo de condução atrioventricular.
A depleção50 de potássio pode ser perigosa em pacientes que estejam em tratamento com digitálicos.
Os beta-bloqueadores podem exacerbar a hipertensão16 de rebote que pode ocorrer após a retirada da clonidina. Se estas drogas estiverem sendo co-administradas, o beta-bloqueador deve ser descontinuado vários dias antes da retirada da clonidina. Se for necessário substituir o tratamento com clonidina por beta-bloqueador, a introdução do beta-bloqueador deve ser feita vários dias após a interrupção da administração da clonidina.
Deve-se tomar cuidado ao se prescrever um beta-bloqueador juntamente com agentes antiarrítmicos Classe 1, tal como a disopiramida.
O uso concomitante de agentes simpatomiméticos, por exemplo, adrenalina44, pode neutralizar os efeitos dos betabloqueadores.
O uso concomitante de inibidores da prostaglandina51 sintetase (por exemplo: ibuprofeno, indometacina) pode diminuir os efeitos hipotensores dos beta-bloqueadores.
As preparações contendo lítio não devem ser administradas com diuréticos15, uma vez que podem reduzir a sua depuração renal52.
Deve-se ter cautela ao administrar agentes anestésicos com atenolol + clortalidona. O anestesista deve ser informado e a escolha do anestésico deve recair sobre um agente com a menor atividade inotrópica negativa possível. O uso de beta-bloqueadores com drogas anestésicas pode resultar em atenuação da taquicardia40 de reflexo e aumento do risco de hipotensão22. Agentes anestésicos pode resultar em atenuação da taquicardia40 de reflexo e aumento do risco de hipotensão22.
Agentes anestésicos que causam depressão miocárdica devem ser evitados.

Reacões Adversas de Atenolol + Clortalidona

O atenolol + clortalidona é bem tolerado. Em estudos clínicos, as possíveis reações adversas relatadas são geralmente atribuíveis às ações farmacológicas dos seus componentes.As seguintes reações adversas possíveis, listadas por sistema corpóreo, foram relatadas com atenolol + clortalidona ou com algum dos seus componentes:
Bioquímicas: hiperuricemia, hipocalemia46, comprometimento da tolerância à glicose48 (vide item " Precauções e Advertências" ), hiponatremia53 relacionada à clortalidona.
Cardiovasculares: bradicardia21, piora da insuficiência cardíaca23, hipotensão22 postural que pode estar associada à síncope54, extremidades frias. Em pacientes suscetíveis, pode ocorrer precipitação de bloqueio cardíaco34, aumento da claudicação intermitente55, se esta já estiver presente, e fenômeno de Raynaud56.
Sistema nervoso central57: confusão, vertigem58, cefaléia59, alterações de humor, pesadelos, alucinações60 e psicoses, distúrbios do sono do tipo observado com outras drogas beta-bloqueadoras.
Gastrointestinais: distúrbios gastrointestinais, boca61 seca, náuseas62 (relacionadas à clortalidona), pancreatite63. Pouco freqüentemente foram observadas elevações dos níveis das trasnsaminases séricas e foram relatados raros casos de toxicidade64 hepática65, incluindo colestase66 intra-hepática65.
Hematológicas: púrpura67, trombocitopenia68, leucopenia69 (relacionada à clortalidona).
Tegumentares: alopecia70, olhos71 secos, reações cutâneas72 semelhantes à psoríase73, exacerbação da psoríase73, exantema74.
Neurológicas: parestesia75.
Respiratórias: pode ocorrer broncoespasmo24 em pacientes com asma76 brõnquica ou história de queixas asmáticas.
Reprodutivas: impotência77.
Órgãos dos sentidos: distúrbios visuais.
Outras: fadiga7; foi observado um aumento dos anticorpos78 antinucleares (ANA), entretanto, a relevância clínica deste evento não está elucidada.
A descontinuação do medicamento deve ser considerada se, de acordo com critério médico, o bemestar do paciente estiver sendo adversamente afetado por qualquer uma das reações descritas acima.

Superdosagem de Atenolol + Clortalidona

Os sintomas20 de superdosagem podem incluir bradicardia21, hipotensão22, insuficiência cardíaca23 aguda e broncoespasmo24.
O tratamento geral deve incluir: monitorização cuidadosa, tratamento em unidade de terapia intensiva79, uso de lavagem gástrica80, carvão ativado e um laxante81 para prevenir a absorção de qualquer droga ainda presente no trato gastrointestinal,
o uso de plasma82 ou substitutos do plasma82 para tratar hipotensão22 e choque32. Hemodiálise83 ou hemoperfusão também podem ser consideradas.
Bradicardia21 excessiva pode ser controlada com 1-2 mg de atropina por via intravenosa e/ou com marcapasso84 cardíaco. Se necessário, em seguida pode-se administrar uma dose em bolus85 de 10 mg de glucagon86 por via intravenosa. Se necessário, esse procedimento pode ser repetido ou seguido de uma infusão intravenosa de 1-10 mg/hora de glucagon86, dependendo da resposta obtida. Se não houver resposta ao glucagon86, ou se o mesmo não estiver disponível, pode-se administrar um estimulante beta-adrenérgico87, tal como a dobutamina (2,5-10 mcg/kg/min) por infusão intravenosa. A dobutamina, devido ao seu efeito inotrópico positivo, também poderia ser usada para tratar hipotensão22 e insuficiência cardíaca23 aguda.
Dependendo da quantidade da superdose ingerida, é provável que as doses indicadas sejam inadequadas para reverter os efeitos cardíacos do bloqueio - beta. Portanto, se necessário, a dose de dobutamina deve ser aumentada para que se atinja a resposta desejada de acordo com as condições clínicas do paciente.
Há possibilidade de ocorrência de hipotensão22 após o uso de agonistas beta adrenérgicos25, mas pode-se reduzi- Ia pelo uso da dobutamina que é um agente mais seletivo.
O broncoespasmo24 pode geralmente ser revertido pelo uso de broncodilatadores88.
A diurese89 excessiva deve ser controlada através da manutenção de equilíbrio hidroeletrolítico90 normal.

Armazenagem de Atenolol + Clortalidona

Conservar em temperatura ambiente (entre 15º e 30º C). Proteger da umidade.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.
Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.

MS - 1.0043.0951
Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró
CRF-SP 19.258


EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.
Av. Ver. José Diniz, 3465 - São Paulo - SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira

Atenolol + Clortalidona - Laboratório

EUROFARMA
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São Paulo/SP - CEP: 04603-003
Tel: 0800-704-3876
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Complementos

1 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
2 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
6 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
7 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
8 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
9 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
10 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
11 Feocromocitoma: São tumores originários das células cromafins do eixo simpático-adrenomedular, caracterizados pela autonomia na produção de catecolaminas, mais freqüentemente adrenalina e/ou noradrenalina. A hipertensão arterial é a manifestação clínica mais comum, acometendo mais de 90% dos pacientes, geralmente resistente ao tratamento anti-hipertensivo convencional, mas podendo responder a bloqueadores alfa-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio e nitroprussiato de sódio. A tríade clássica do feocromocitoma, associado à hipertensão arterial, é composta por cefaléia, sudorese intensa e palpitações.
12 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
13 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
14 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
15 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
16 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
17 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
18 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
19 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
22 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
23 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
24 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
25 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
26 Racêmica: Que não desvia o plano da luz polarizada (diz-se de isômero óptico).
27 Natriurese: É o aumento da excreção urinária de sódio; natriuria, natriúria.
28 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
29 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
30 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
31 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
32 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
33 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
34 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
35 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
36 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
37 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
38 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
39 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
40 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
41 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
42 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
43 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
44 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
45 Salbutamol: Fármaco padrão para o tratamento da asma. Broncodilatador. Inibidor do trabalho de parto prematuro.
46 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
47 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
48 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
49 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
50 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
51 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
52 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
53 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
54 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
55 Claudicação intermitente: Dor que aparece e desaparece nos músculos da perna. Esta dor resulta de uma falta de suprimento sanguíneo nas pernas e geralmente acontece quando a pessoa está caminhando ou se exercitando.
56 Fenômeno de Raynaud: O fenômeno de Raynaud (ou Raynaud secundário) ocorre subsequentemente a um grande grupo de doenças, como artrite, vasculite, esclerodermia, dentre outras. Esta forma de Raynaud pode progredir para necrose e gangrena dos dedos.
57 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
58 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
59 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
60 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
61 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
62 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
63 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
64 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
65 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
66 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
67 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
68 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
69 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
70 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
71 Olhos:
72 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
73 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
74 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
75 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
76 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
77 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
78 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
79 Terapia intensiva: Tratamento para diabetes no qual os níveis de glicose são mantidos o mais próximo do normal possível através de injeções freqüentes ou uso de bomba de insulina, planejamento das refeições, ajuste em medicamentos hipoglicemiantes e exercícios baseados nos resultados de testes de glicose além de contatos freqüentes entre o diabético e o profissional de saúde.
80 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
81 Laxante: Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamento que trata da constipação intestinal; purgante, purgativo, solutivo.
82 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
83 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
84 Marcapasso: Dispositivo eletrônico utilizado para proporcionar um estímulo elétrico periódico para excitar o músculo cardíaco em algumas arritmias do coração. Em geral são implantados sob a pele do tórax.
85 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
86 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
87 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
88 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.
89 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
90 Hidroeletrolítico: Aproximadamente 60% do peso de um adulto são representados por líquido (água e eletrólitos). O líquido corporal localiza-se em dois compartimentos, o espaço intracelular (dentro das células) e o espaço extracelular (fora das células). Os eletrólitos nos líquidos corporais são substâncias químicas ativas. Eles são cátions, que carregam cargas positivas, e ânions, que transportam cargas negativas. Os principais cátions são os íons sódio, potássio, cálcio, magnésio e hidrogênio. Os principais ânions são os íons cloreto, bicarbonato, fosfato e sulfato.

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