Aztreonam

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

Aztreonam


Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999


Pó para solução injetável


Forma Farmacêutica e Apresentações de Aztreonam

Pó para solução injetável 0,5 ou 1,0 g. Embalagens contendo 10 frascos-ampola acompanhados de ampola diluente com 3 mL.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Uso intravenoso ou intramuscular


Composição de Aztreonam

aztreonam 500 mg: cada frasco-ampola contém:

aztreonam estéril ................................................................................................... 500 mg

Excipiente q.s.p. ........................................................................................ 1frasco-ampola

Excipiente: L-arginina micronizada estéril.


aztreonam 1,0 g: cada frasco-ampola contém:

aztreonam estéril .................................................................................................... 1,0 g

Excipiente q.s.p. ..................................................................................... 1frasco-ampola

Excipiente: L-arginina micronizada estéril.


Devido ao fato deste produto ser de uso restrito a hospital ou ambulatório especializado e manipulado apenas por pessoal treinado, o item “informações ao paciente” não consta da bula e estas serão fornecidas pelo médico assistente conforme necessário.


Cuidados de armazenamento

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).


Prazo de validade

Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de aztreonam é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa. NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas de Aztreonam

Características de Aztreonam

Descrição
aztreonam é um antibiótico monobactâmico, que possui atividade contra um amplo espectro de patógenos Gram-negativos aeróbios.


Farmacologia1

Farmacocinética (adultos): Infusões intravenosas de aztreonam produziram níveis séricos máximos imediatamente após sua administração. As concentrações séricas de aztreonam após injeções intramusculares atingem níveis máximos após cerca de 1 hora. A meia-vida do aztreonam no soro2 foi em média de 1,7 horas em pacientes com função renal3 normal. Em pacientes com insuficiência renal4, a meia-vida sérica de aztreonam é prolongada (vide item “POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO: Insuficiência5 Renal”).

A administração de doses únicas de 0,5 ou de 1 grama6 de aztreonam a cada 8 horas durante 7 dias, em voluntários sadios, não produziu acúmulo aparente de aztreonam. Atinge-se concentrações mensuráveis de aztreonam nos seguintes líquidos e tecidos do organismo: bile7, líquido de vesículas8, secreção brônquica, líquido cefaloraquidiano (durante processo inflamatório de meninges9), líquido pericárdico, líquido peritoneal, líquido pleural, líquido sinovial10, válvula atrial, endométrio11, trompas de Falópio, tecido adiposo12, fêmur13, vesícula biliar14, rins15, intestino grosso16, fígado17, pulmão18, miométrio19, ovário20, próstata21, músculo esquelético22, pele23, esterno24.

Farmacocinética (idosos): A idade por si não deve ser o fator para redução da dose a ser administrada, a qual deve se basear em outros fatores, principalmente nos parâmetros da função renal3.

Farmacocinética (pediátrica): A farmacocinética do aztreonam em pacientes pediátricos varia de acordo com a idade.

NOTA: Dados de segurança e eficácia em recém-nascidos com menos de uma semana de vida são limitados; a administração de aztreonam para estes pacientes deve ser cuidadosamente avaliada (vide item “POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO”).


Microbiologia

aztreonam é ativo in vitro contra a maioria das cepas25 dos seguintes organismos: Escherichia coli; Enterobacter sp.; Klebsiella sp., incluindo K. pneumoniae e K. oxytoca; Proteus mirabilis; Proteus vulgaris; Morganella morganii (anteriormente Proteus morganii); Providencia sp., incluindo P. stuartii e P. rettgeri (anteriormente Proteus rettgeri); Pseudomonas sp., incluindo P. aeruginosa; Serratia marcescens; Neisseria gonorrhoeae (incluindo cepas25 produtoras de penicilinase); Haemophilus influenzae (incluindo cepas25 resistentes à ampicilina e outras cepas25 produtoras de penicilinase); Citrobacter sp.; algumas cepas25 de Acinetobacter calcoaceticus.

O aztreonam é também eficaz in vitro contra uma variedade de outros patógenos Gram-negativos aeróbios. Estes organismos incluem: Salmonella sp., Shigella sp., Pasteurella multocida, Yersinia enterocolitica, Aeromonas hydrophila e Neisseria meningitidis.

O aztreonam e os aminoglicosídeos atuam sinergicamente in vitro contra a maioria das cepas25 de P. aeruginosa, muitas espécies de Enterobacteriaceae e outros bacilos aeróbios Gram-negativos. Devido à indução de beta-lactamases, verificou-se que certos antibióticos (p. ex., cefoxitina, imipenem) causam antagonismo com muitos beta-lactâmicos, incluindo aztreonam, para certos Gram-negativos aeróbios.

- INDICAÇÕES

aztreonam é indicado no tratamento das infecções26 listadas a seguir, quando causadas por microrganismos Gram-negativos sensíveis ao aztreonam.

Antes de iniciar o tratamento com aztreonam, deve se conduzir exames adequados para isolamento dos agentes causadores da infecção27 e para determinação da sensibilidade ao aztreonam. O tratamento com aztreonam pode ser iniciado empiricamente, antes da disponibilidade dos resultados dos testes de sensibilidade. Em infecções26 onde há suspeita ou a constatação da presença de patógenos Gram-positivos ou anaeróbios, aztreonam deve ser usado junto a outro antibiótico para se obter cobertura apropriada (vide item “TERAPIA CONCOMITANTE”).

Infecções26 das vias urinárias (complicadas e não complicadas), incluindo pielonefrite28 e cistite29 (inicial e recidivante30) e bacteriúria31 assintomática.

Infecções26 das vias respiratórias inferiores, incluindo pneumonia32 e bronquite. No tratamento da exacerbação pulmonar aguda em pacientes com fibrose cística33, nota-se geralmente uma melhora clínica.

Bacteremia34/Septicemia35

Meningite36 causada por Haemophylus influenzae e Neisseria meningitidis.

Infecções26 da pele23 e das estruturas cutâneas37, incluindo aquelas associadas com feridas pós-operatórias, úlceras38 e queimaduras.

Infecções26 intrabdominais, incluindo peritonite39.

Infecções26 ginecológicas, incluindo enfermidades inflamatórias pélvicas40, endometrite e celulite41 pélvica42.

O uso de aztreonam é indicado como terapia complementar à cirurgia, no tratamento de infecções26 incluindo abscessos43, infecções26 que complicam as perfurações de vísceras ocas, infecções26 cutâneas37 e de infecções26 das superfícies serosas causadas por microrganismos sensíveis ao aztreonam.

O aztreonam é eficaz no tratamento da maioria dos patógenos aeróbios Gram-negativos comumente encontrados em cirurgia geral.


Terapia Concomitante de Aztreonam

Recomenda-se terapia inicial concomitante com outros agentes antimicrobianos e aztreonam antes que o organismo causador seja conhecido, em pacientes gravemente enfermos que tenham também risco de ter uma infecção27 por patógenos aeróbios Gram-positivos. Se houver suspeita que organismos anaeróbios também possam ser os agentes etiológicos da infecção27, a terapia deve ser iniciada usando-se um agente anti-anaeróbio concomitante com aztreonam. Certos antibióticos (p. ex., cefoxitina, imipenem) podem induzir altos níveis de beta-lactamase in vitro em alguns aeróbios Gram-negativos tais como espécies de Enterobacter e Pseudomonas, resultando em antagonismo para muitos antibióticos beta-lactâmicos, inclusive para o aztreonam.

Estes achados in vitro sugerem que antibióticos produtores de beta-lactamase não devam ser usados concomitantemente com aztreonam. Após a identificação e o teste de sensibilidade do(s) agente(s) etiológico44(s), a antibioticoterapia apropriada deve ser continuada.

Alguns pacientes com infecções26 graves causadas por Pseudomonas podem se beneficiar com o uso concomitante de aztreonam e um aminoglicosídeo, por ação sinérgica. Estes medicamentos também apresentam sinergismo in vitro contra várias cepas25 de Enterobacteriaceae e contra outros bacilos Gram-negativos aeróbios. Entretanto, este aumento de atividade não é previsível.


Contra-Indicações de Aztreonam

O USO DESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO EM CASO DE HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA AO AZTREONAM E/OU DEMAIS COMPONENTES DA FORMULAÇÃO.

Precauções e Advertências de Aztreonam

OS ANTIBIÓTICOS, ASSIM COMO OUTROS FÁRMACOS, DEVEM SER ADMINISTRADOS COM CUIDADO A QUALQUER PACIENTE COM HISTÓRICO DE REAÇÃO ALÉRGICA45 A COMPOSTOS ESTRUTURALMENTE RELACIONADOS AO AZTREONAM. CASO OCORRAM REAÇÕES ALÉRGICAS, DESCONTINUAR A TERAPIA E INICIAR TRATAMENTO DE SUPORTE ADEQUADO COM OS PROCEDIMENTOS PADRÕES. REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE SÉRIAS PODEM NECESSITAR DE EPINEFRINA E OUTRAS MEDIDAS DE EMERGÊNCIA46.

A OCORRÊNCIA DE COLITE47 PSEUDOMEMBRANOSA É RELATADA COM QUASE TODOS OS AGENTES ANTIBACTERIANOS, INCLUSIVE COM O AZTREONAM, QUE PODE VARIAR QUANTO AO GRAU DE GRAVIDADE, DESDE LEVE À POTENCIALMENTE LETAL.

O USO DE ANTIBIÓTICOS PODE PROMOVER O CRESCIMENTO DE ORGANISMOS RESISTENTES.

CARCINOGÊNESE, MUTAGÊNESE E DANOS À FERTILIDADE: NÃO FORAM REALIZADOS ESTUDOS DE CARCINOGENICIDADE EM ANIMAIS.

ESTUDOS DE TOXICOLOGIA GENÉTICA NÃO REVELARAM EVIDÊNCIAS DE POTENCIAL MUTAGÊNICO. ESTUDOS DE REPRODUÇÃO48 NÃO REVELARAM EVIDÊNCIAS DE COMPROMETIMENTO DA FERTILIDADE.

GRAVIDEZ49: O AZTREONAM ATRAVESSA A PLACENTA, PASSANDO PARA A CIRCULAÇÃO50 FETAL. ESTUDOS REALIZADOS EM COBAIAS E COELHOS PRENHES NÃO MOSTRARAM EVIDÊNCIA DE EMBRIOTOXICIDADE, DE FETOTOXICIDADE OU DE TERATOGENICIDADE. NÃO HÁ ESTUDOS ADEQUADOS E BEM CONTROLADOS EM MULHERES GRÁVIDAS. UMA VEZ QUE OS ESTUDOS DE REPRODUÇÃO48 ANIMAL NÃO SÃO SEMPRE PREDITIVOS DA RESPOSTA HUMANA, O AZTREONAM DEVE SER USADO DURANTE A GRAVIDEZ49 SOMENTE QUANDO CLARAMENTE NECESSÁRIO.

LACTANTES51: COMO O AZTREONAM É EXCRETADO NO LEITE MATERNO, EM CONCENTRAÇÕES INFERIORES A 1% DAS CONCENTRAÇÕES SÉRICAS DOSADAS A PARTIR DE AMOSTRAS DE SORO2 MATERNO, É RECOMENDÁVEL A DESCONTINUAÇÃO TEMPORÁRIA DA AMAMENTAÇÃO52 DURANTE O TRATAMENTO COM AZTREONAM.

USO PEDIÁTRICO: DADOS DE SEGURANÇA E EFICÁCIA EM RECÉM-NASCIDOS COM MENOS DE 1 SEMANA SÃO LIMITADOS; A ADMINISTRAÇÃO DE AZTREONAM NESTES PACIENTES NECESSITA SER CUIDADOSAMENTE AVALIADA (VIDE ITEM “POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO”).

AZTREONAM CONTÉM ARGININA. ESTUDOS EM CRIANÇAS DE BAIXO PESO DEMONSTRARAM QUE A ARGININA ADMINISTRADA NA FORMULAÇÃO DE AZTREONAM PODE RESULTAR EM UM AUMENTO DA ARGININA, INSULINA53 E, INDIRETAMENTE, DE BILIRRUBINA54 NO SORO2. AS CONSEQUÊNCIAS DA EXPOSIÇÃO A ESTE AMINOÁCIDO DURANTE O TRATAMENTO DE RECÉM-NASCIDOS NÃO FORAM TOTALMENTE DETERMINADAS. EFEITOS SOBRE A HABILIDADE DE DIRIGIR VE ÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS: NÃO HÁ EVIDÊNCIAS DE QUE AZTREONAM DIMINUA A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS.


Interações Medicamentosas de Aztreonam

A ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE PROBENECIDA OU FUROSEMIDA E AZTREONAM PODE PRODUZIR AUMENTOS DOS NÍVEIS SÉRICOS DE AZTREONAM, SEM SIGNIFICADO CLÍNICO. ESTUDOS FARMACOCINÉTICOS DE DOSE ÚNICA NÃO MOSTRAM NENHUMA INTERAÇÃO SIGNIFICATIVA ENTRE O AZTREONAM E A GENTAMICINA, NAFCILINA SÓDICA, CEFRADINA, CLINDAMICINA, OU METRONIDAZOL. NÃO FORAM RELALADAS REAÇÕES COM A INGESTÃO DE ÁLCOOL, SEMELHANTES AS QUE OCORREM COM DISSULFIRAM, JÁ QUE A MOLÉCULA DE AZTREONAM NÃO CONTÉM CADEIA LATERAL METIL-TETRAZÓLICA.

Reações Adversas de Aztreonam

HIPERSENSIBILIDADE: ANAFILAXIA55, ANGIOEDEMA56 E BRONCOESPASMO57.

DERMATOLÓGICAS: EXANTEMA58, PRURIDO59, PETÉQUIAS60, PÚRPURA61, DIAFORESE62, RUBOR, URTICÁRIA63, ERITEMA MULTIFORME64, NECROSE65 EPIDERMAL TÓXICA E DERMATITE66 ESFOLIATIVA.

HEMATOLÓGICAS: EOSINOFILIA67; AUMENTOS DO TEMPO DE PROTROMBINA68 E DO TEMPO PARCIAL DE TROMBOPLASTINA69; COM POUCA FREQÜÊNCIA, OBSERVOU-SE TROMBOCITOSE70, TROMBOCITOPENIA71, LEUCOCITOSE72, NEUTROPENIA73, ANEMIA74, PANCITOPENIA75, HEMORRAGIA76 E TESTE POSITIVO DE COOMBS.

HEPATOBILIARES77: OBSERVOU-SE AUMENTOS TRANSITÓRIOS DAS TRANSAMINASES HÉPÁTICAS E FOSFATASE ALCALINA78, GERALMENTE REVERSÍVEIS, DURANTE A TERAPIA, SEM MANIFESTAÇÃO DE SINAIS79 OU SINTOMAS80 DE DISFUNÇÃO HEPATOBILIAR81 DIAGNÓSTICO82 CLÍNICO DE ICTERÍCIA83 E HEPATITE84 FORAM RARAMENTE OBSERVADOS. GASTRINTESTINAIS: OBSERVOU-SE DIARRÉIA85, NÁUSEA86 E/OU VÔMITO87, CÓLICAS88 ABDOMINAIS, ÚLCERAS38 BUCAIS E ALTERAÇÕES NO PALADAR89. OCORRERAM RARAMENTE CASOS DE DIARRÉIA85 ASSOCIADA A C. DIFFICILE, INCLUINDO COLITE47 PSEUDOMEMBRANOSA, OU HEMORRAGIA76 GASTRINTESTINAL.

REAÇÕES LOCAIS: DESCONFORTO NO LOCAL DA INJEÇÃO90 INTRAVENOSA, TROMBOFLEBITE91 E FLEBITE92; OBSERVOU-SE LIGEIRO DESCONFORTO NO LOCAL DA INJEÇÃO INTRAMUSCULAR93.

OUTRAS: AS SEGUINTES REAÇÕES FORAM RARAMENTE RETATADAS - VAGINITE94, CANDIDÍASE95 VAGINAL, HIPOTENSÃO96, CONVULSÕES, DIPLOPIA97, FRAQUEZA, PARESTESIA98, CONFUSÃO, TONTURA99, VERTIGEM100, INSÔNIA, ALTERAÇÕES ELETROCARDIOGRÁFICAS, ZUMBIDO, CEFALÉIA101, SENSIBILIDADE NOS SEIOS102, HALITOSE103, ALTERAÇÃO DE PALADAR89, DORES MUSCULARES, FEBRE104, MAL-ESTAR, ESPIRROS, CONGESTÃO NASAL, SIBILOS, DISPNÉIA105 E DOR TORÁCICA. AUMENTOS DE CREATININA106 SÉRICA FORAM INCOMUNS.


Posologia e Administração de Aztreonam

O aztreonam pode ser administrado por via intravenosa ou via intramuscular.

Adultos



(*) A dose máxima recomendada é de 8 g ao dia.


Recomenda-se a via intravenosa para a administração de doses únicas maiores que 1 g ou para pacientes107 com septicemia35 baeteriana, abscessos43 parenquimatosos localizados (por exemplo, abscessos43 intrabdominais), peritonites ou em outras infecções26 generalizadas graves ou potencialmente letais. Devido à gravidade das infecções26 causadas por Pseudomonas aeruginosa, recomenda-se uma dose de 2 g a cada 6 ou 8 horas, pelo menos como tratamento inicial de infecções26 sistêmicas produzidas por este microrganismo.


Crianças

A dose habitual para pacientes107 com mais de uma semana de vida é de 30 mg/kg a intervalos de 6 a 8 horas. A dose recomendada para o tratamento de infecções26 graves, em pacientes com 2 anos de idade ou mais, é de 50 mg/kg a cada 6 a 8 horas.

Recomenda-se doses de 50 mg/kg em intervalos de 6 a 8 horas para todos os pacientes, no tratamento de infecções26 devido a P. aeruginosa. A dose pediátrica máxima não deve exceder a dose máxima recomendada para adultos.



Insuficiência renal4

Níveis séricos prolongados de aztreonam podem ocorrer em pacientes com insuficiência renal4 persistente ou transitória. Portanto, após uma dose usual inicial, a dosagem de aztreonam deve ser dividida pela metade em pacientes com clearance de creatinina106 estimado entre 10 e 30 mL/min/1,73m2.

Quando se dispõe somente do valor da concentração sérica de creatinina106, pode-se utilizar a fórmula a seguir (segundo o sexo, peso e idade do paciente) para o cálculo108 aproximado da depuração de creatinina106. A creatinina106 sérica deve representar um estado de equilíbrio da função renal3.



Homens:

Clcr =      Peso (kg) x (140 – idade)  

          72 x creatinina106 sérica (mg/dL109)


Mulheres: 0,85 x valor obtido anteriormente


Para pacientes107 com insuficiência renal4 grave, com clearance de creatinina106 menor que 10 mL/min./1,73 m2, como aqueles que necessitam de hemodiálise110, deverão receber inicialmente as doses usuais. A dose de manutenção deverá ser 1/4 da dose inicial usual, administrados a intervalos fixos de 6, 8 ou 12 horas. Em infecções26 graves ou potencialmente letais, além das doses de manutenção assinaladas, deverá ser administrado 1/8 da dose inicial após cada sessão de hemodiálise110.


Idosos

O estado renal3 é o fator de maior importância na determinação da dosagem para pacientes107 idosos; estes pacientes, em particular, podem apresentar uma função renal3 diminuída. A creatinina106 sérica pode não ser uma medida precisa da função renal3, portanto, como com todos os antibióticos que são eliminados pelos rins15, deve-se obter determinações do clearance da creatinina106 e ajustar a dose apropriadamente, se necessário.


- PREPARAÇÃO DA SOLUÇÃO E ESTABILIDADE

Preparação de Soluções Parenterais

Uma vez adicionado o diluente, o conteúdo do frasco deverá ser agitado imediatamente e vigorosamente. As soluções diluídas não devem ser utilizadas para doses múltiplas; caso o conteúdo do frasco não seja totalmente utilizado em uma única dose, o restante da solução não utilizada deverá ser descartada.

Conforme a concentração de aztreonam e de diluente utilizados, a solução de aztreonam para injeção90 é uma solução incolor ou de cor amarelo claro, que, em repouso, pode desenvolver um tom ligeiramente rosado (sem que a potência seja afetada). Os medicamentos parenterais devem ser visualmente inspecionados com relação à presença de partículas e descoloração sempre que a solução e o recipiente permitirem.

Cada grama6 de aztreonam reconstituído em 3 mL de um diluente apropriado (vide tem “Preparação de Soluções Parenterais – Administração intramuscular e intravenosa”) fornece 1 g de aztreonam em um volume total de aproximadamente 4 mL.


Administração Intramuscular

O aztreonam deve ser diluído em, no mínimo, 3 mL de diluente por grama6 de aztreonam. Podem ser usados os seguintes diluentes:

  - Água estéril para injeção90 USP

  - Água bacteriostática para injeção90 USP (com álcool benzílico* ou com metil e propilparabenos)

  - Soro2 fisiológico111 isotônico112 USP (0,9%)

  - Soro2 fisiológico111 isotônico112 bacteriostático USP (com álcool benzílico*)

  * Diluentes contendo álcool benzílico não são adequados para uso em recém-nascidos.

O aztreonam deve ser administrado por injeção intramuscular93 profunda em grande massa muscular (quadrante superior externo da região glútea113 ou na parte lateral da coxa114). Uma vez que o aztreonam é bem tolerado não é necessário empregar agente anestésico local.

As soluções preparadas para uso intramuscular devem ser usadas em 24 horas, se mantidas à temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), ou em 3 dias, quando armazenadas sob refrigeração (entre 2°C e 8°C).


Administração Intravenosa

Para injeção90 intravenosa direta: A dose desejada de aztreonam deve ser preparada usando-se 6 a 10 mL de Água para Injeção90 USP. A solução resultante deverá ser injetada lentamente, diretamente na veia ou no equipo de administração, por um período de 3 a 5 minutos.

Para infusão intravenosa: Cada 1 g de aztreonam deverá ser dissolvido, inicialmente, em 3 mL de água esterilizada para injeção90 USP. A concentração final não deverá exceder a 2% p/v (pelo menos 50 mL de solução por grama6 de aztreonam) e pode ser obtida com uma das seguintes soluções para infusão intravenosa:

  - Soro2 Fisiológico111 Isotônico112 (0,9%)

  - Solução Injetável de Ringer USP

  - Solução Injetável de Ringer Lactato115 USP

  - Solução Injetável de Glicose116 (a 5% ou 10%)

  - Solução Injetável de Glicose116 (a 5%) coro Soro2 Fisiológico111 (0,9%)

  - Solução Injetável de Glicose116 (a 5%) com Cloreto de Sódio (a 0,45%)

  - Solução Injetável de Glicose116 (a 5%) com Cloreto de Sódio (a 0,2%)

  - Solução Injetável de Lactato115 de Sódio (M/6)

  - Manitol a 5% ou 10% Injetável USP

  - Solução de Ringer Lactato115 com 5% de Glicose116


Alternativamente, o conteúdo de um frasco de 100 mL pode ser reconstituído para uma concentração final que não exceda a 2% p/v (pelo menos 50 mL de solução por grama6 de aztreonam) com uma solução para infusão apropriada listada anteriormente. Estas soluções podem ser imediatamente congeladas.

Em caso de infusão intermitente117 de aztreonam e de outra droga farmacotecnicamente incompatível, o equipo de administração dos medicamentos deve ser lavado, antes e depois da administração de aztreonam, com um diluente compatível com ambos os fármacos. As drogas não devem ser administradas simultaneamente. Toda infusão de aztreonam deve ser administrada por um período de 20 a 60 minutos. Ao se utilizar um tubo de administração em Y, deve-se atentar para o volume calculado de solução de aztreonam, necessário para que toda a dose seja infundida. Pode-se usar um aparelho para controle de volume de administração para aplicar uma diluição inicial de aztreonam em uma solução para infusão compatível durante a administração; neste caso, a diluição final de aztreonam deve fornecer uma concentração que não exceda a 2% p/v.

As soluções de aztreonam preparadas para infusão intravenosa em concentrações que não excedam a 2% p/v devem ser usadas dentro das primeiras 24 horas depois de preparadas, se estiverem à temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), ou em um prazo de 3 dias, se estiverem sob refrigeração (entre 2°C e 8°C).

Soluções para infusão contendo aztreonam na concentração de 1 ou 2% poderão ser estocadas até 3 meses se mantidas na temperatura de –20°C. As soluções poderão ser descongeladas à temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) ou sob refrigeração (entre 2°C e 8°C) por 12 horas. Soluções que foram descongeladas e mantidas à temperatura ambiente deverão ser usadas dentro de 24 horas. Quando descongeladas em ambiente refrigerado, poderão ser usadas em até 3 dias, depois de removidas do “freezer”.

As soluções não deverão ser recongeladas.

Soluções de aztreonam em concentrações que excedam a 2% p/v (1 g de aztreonam por 50 mL) devem ser usadas imediatamente após a preparação; exceto as preparadas em água estéril para injeção90 ou soro2 fisiológico111 isotônico112 a 0,9%. Estas soluções devem ser usadas em 24 horas, se mantidas à temperatura ambiente, ou em 3 dias, se refrigeradas.


Associação com outros antibióticos

Soluções de aztreonam para infusão Intravenosa que não excedam a 2% p/v preparadas com solução de soro2 fisiológico111 isotônico112 (0,9% de NaCI) ou solução de glicose116 a 5% onde se adiciona fosfato de clindamicina, sulfato de gentamicina, sulfato de tobramicina ou cefazolina sódica, nas concentrações normalmente empregadas clinicamente, são estáveis por até 24 horas à temperatura ambiente ou 3 dias quando sob refrigeração. Soluções de ampicilina sódica e aztreonam em soro2 fisiológico111 isotônico112 USP (0,9%) são estáveis por 24 horas à temperatura ambiente e por 48 horas, sob refrigeração. A estabilidade em solução glicosada a 5% USP é de 2 horas à temperatura ambiente e 8 horas sob refrigeração.

Soluções de aztreonam / cloxacilina sódica e aztreonam / cloridrato de vancomicina são estáveis em Dineal® 137 (solução de diálise peritoneal118) com glicose116 a 4,25% por até 24 horas à temperatura ambiente.

Outras rnisturas de fármacos ou as associações já mencionadas, em concentrações fora daquelas especificadas, não são recomendadas uma vez que não se dispõe de dados de compalibilidade. aztreonam é incompatível com nafcilina sódica, cefradina e metronidazol.


Superdosagem de Aztreonam

Quando necessário, aztreonam pode ser removido do soro2 por hemodiálise110 e/ou diálise peritoneal118. aztreonam pode ser eliminado do soro2 por hemofiltração artério-venosa continua.


Pacientes Idosos de Aztreonam

Devem-se seguir as orientações gerais descritas anteriormente.


N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.

Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

USO RESTRITO A HOSPITAIS.

Registro MS - 1.0043.0032

Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badró - CRF-SP 19.258

EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.

Av. Ver. José Diniz, 3.465

São Paulo - SP

CNPJ 61.190.096/0001-92

Indústria Brasileira


Aztreonam - Laboratório

EUROFARMA
Av. Ver. José Diniz, 3465 - Campo Belo
São Paulo/SP - CEP: 04603-003
Tel: 0800-704-3876
Email: euroatende@eurofarma.com.br
Site: http://www.eurofarma.com.br/

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Complementos

1 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
2 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
3 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
4 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
5 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
6 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
7 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
8 Vesículas: Lesões papulares preenchidas com líquido claro.
9 Meninges: Conjunto de membranas que envolvem o sistema nervoso central. Cumprem funções de proteção, isolamento e nutrição. São três e denominam-se dura-máter, pia-máter e aracnóide.
10 Líquido sinovial: Gel viscoso e transparente que lubrifica as estruturas que banha, minorando o atrito entre elas. Ele é encontrado na cavidade da cápsula articular.
11 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
12 Tecido Adiposo: Tecido conjuntivo especializado composto por células gordurosas (ADIPÓCITOS). É o local de armazenamento de GORDURAS, geralmente na forma de TRIGLICERÍDEOS. Em mamíferos, existem dois tipos de tecido adiposo, a GORDURA BRANCA e a GORDURA MARROM. Suas distribuições relativas variam em diferentes espécies sendo que a maioria do tecido adiposo compreende o do tipo branco.
13 Fêmur: O mais longo e o maior osso do esqueleto; está situado entre o quadril e o joelho. Sinônimos: Trocanter
14 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
15 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
16 Intestino grosso: O intestino grosso é dividido em 4 partes principais: ceco (cecum), cólon (ascendente, transverso, descendente e sigmoide), reto e ânus. Ele tem um papel importante na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal), de alguns nutrientes e certas vitaminas. Mede cerca de 1,5 m de comprimento.
17 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
18 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
19 Miométrio: A capa de músculos lisos do útero, que forma a massa principal do órgão.
20 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
21 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
22 Músculo Esquelético: Subtipo de músculo estriado fixado por TENDÕES ao ESQUELETO. Os músculos esqueléticos são inervados e seu movimento pode ser conscientemente controlado. Também são chamados de músculos voluntários.
23 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
24 Esterno: Osso longo e achatado, situado na parte vertebral do tórax dos vertebrados (com exceção dos peixes), e que no homem se articula com as primeiras sete costelas e com a clavícula. Ele é composto de três partes: corpo, manúbrio e apêndice xifoide. Nos artrópodes, é uma placa quitinosa ventral do tórax.
25 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
26 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
27 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
28 Pielonefrite: Infecção dos rins produzida em geral por bactérias. A forma de aquisição mais comum é por ascensão de bactérias através dos ureteres, como complicação de uma infecção prévia de bexiga. Seus sintomas são febre, dor lombar, calafrios, eliminação de urina turva ou com traços de sangue, etc. Deve ser tratada cuidadosamente com antibióticos pelo risco de lesão permanente dos rins, com perda de função renal.
29 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
30 Recidivante: Característica da doença que recidiva, que acontece de forma recorrente ou repetitiva.
31 Bacteriúria: Presença de bactérias na urina. Normalmente a urina é estéril, ou seja, não contem microorganismos.
32 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
33 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
34 Bacteremia: Presença de bactérias no sangue, porém sem que as mesmas se multipliquem neste. Quando elas se multiplicam no sangue chamamos “septicemia”.
35 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
36 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
37 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
38 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
39 Peritonite: Inflamação do peritônio. Pode ser produzida pela entrada de bactérias através da perfuração de uma víscera (apendicite, colecistite), como complicação de uma cirurgia abdominal, por ferida penetrante no abdome ou, em algumas ocasiões, sem causa aparente. É uma doença grave que pode levar pacientes à morte.
40 Pélvicas: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
41 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
42 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
43 Abscessos: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
44 Etiológico: Relativo à etiologia; que investiga a causa e origem de algo.
45 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
46 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
47 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
48 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
49 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
50 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
51 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
52 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
53 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
54 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
55 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
56 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
57 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
58 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
59 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
60 Petéquias: Pequenas lesões da pele ou das mucosas, de cor vermelha ou azulada, características da púrpura. São lesões hemorrágicas, que não desaparecem à pressão, cujo tamanho não ultrapassa alguns milímetros.
61 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
62 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
63 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
64 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
65 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
66 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
67 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
68 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
69 Tromboplastina: Conhecida como fator tissular ou Fator III, a tromboplastina é uma substância presente nos tecidos e no interior das plaquetas. Ela tem a função de transformar a protrombina em trombina na presença de íons cálcio, atuando de maneira importante no processo de coagulação.
70 Trombocitose: É o número excessivo de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitopenia. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é superior a 750.000/mm³ (e particularmente acima de 1.000.000/mm³) justifica-se investigação e intervenção médicas. Quanto à origem, pode ser reativa ou primária (provocada por doença mieloproliferativa). Apesar de freqüentemente ser assintomática (particularmente quando se origina como uma reação secundária), pode provocar uma predisposição para a trombose.
71 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
72 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
73 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
74 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
75 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
76 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
77 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
78 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
79 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
80 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
81 Hepatobiliar: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
82 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
83 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
84 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
85 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
86 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
87 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
88 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
89 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
90 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
91 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
92 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
93 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
94 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
95 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
96 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
97 Diplopia: Visão dupla.
98 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
99 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
100 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
101 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
102 Seios: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
103 Halitose: Halitose ou mau hálito é a exalação de odores desagradáveis oriundos da cavidade bucal ou estômago através da respiração, sendo que em 90% dos casos, a saburra lingual é a causa do problema.
104 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
105 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
106 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
107 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
108 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
109 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
110 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
111 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
112 Isotônico: Relativo à ou pertencente à ação muscular que ocorre com uma contração normal. Em química, significa a igualdade de pressão entre duas soluções.
113 Região Glútea:
114 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
115 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
116 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
117 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
118 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.

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